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Jornal Folha Regional

Feriado 7 setembro atrai milhares de turistas para o Lago de Furnas

Turistas ignoram Covid-19 e escolhem Lago de Furnas como refúgio na quarentena

Apesar de todas as recomendações de autoridades sanitárias mundiais para se evitar a disseminação do coronavírus, turistas lotaram o balneário de Escarpas do Lago, em Capitólio (MG), neste feriado prolongado de 7 de Setembro. Moradores do município, fizeram postagens nas redes sociais denunciando o descaso dos visitantes com a pandemia.

Todas as atrações em Capitólio, como cachoeiras e restaurantes, estavam fechadas desde março, na intenção de frear a contaminação do novo coronavírus na região. Desde 14 de agosto, após um decreto municipal, as atividades no município foram autorizadas a iniciar retomada dentro do plano “Minas Consciente” do governo estadual.

Em julho, em entrevista a Rádio Itatiaia, a secretária-adjunta de Desenvolvimento Econômico, Andréia Rodrigues, disse que Capitólio teve que recuar na abertura após piora da situação na cidade vizinha Piumhi.

“Já estávamos com os passeios náuticos em funcionamento. Então foi criado um plano de monitoramento da covid regional e devido ao aumento de casos na cidade de Piumhi foi necessário as cidades da microrregião regredirem com a flexibilização”. Com isso, a cidade teve que fechar bares, restaurantes, serviços turísticos, além de cancelar, outras aberturas que estavam programadas”.

Video: Redes sociais

Gata que vive na rua é resgatada e precisou passar por cirurgias

Uma gata prenha em situação de rua, precisou urgentemente retirar seus filhotes que estavam mortos e fez uma cirurgia de castração.

A jovem Nayara, assumiu a responsabilidade em levar a gata para sua residência e está dando os remédios para a gatinha.

R$ 500,00 são os custos da cirurgia para retirada dos filhotes e castração.

Quem puder ajudar pode entrar em contato com (35) 99939-5901 e falar com Nayara em São José da Barra.

Marinheiro Fluvial além de proporcionar alegria aos turistas se destaca por dedicar a “Achados e Perdidos” no Lago de Furnas

Recentemente o Marinheiro e Mergulhador Fabio Gonçalves da Silva, mais conhecido como Fabinho da Lagoa Azul, esteve presente em rede nacional no quadro “Achados e Perdidos”, do Programa Encontros, que foi exibido dia 03 de janeiro, ao vivo pela Rede Globo.

O trabalho do profissional não para, diariamente ele mergulha e encontra objetos deixados pelos banhistas no Mar de Minas.

Nesta semana, após feriado prolongado, diversos objetos de valor como Iphone 11, óculos de sol, correntinha de prata, anel banhado a outro entre outros, foram encontrados e ao encontrar os donos, ele estará enviando para via Sedex.

“Os Achados e Perdidos continuam, graças a Deus sempre estou fazendo as pessoas felizes. Os objetos estavam nas proximidades de bar flutuante”. Disse Fábio.

Um trabalho digno de respeito e aplausos, diante de um momento que nossa sociedade vive, ainda encontramos pessoas generosas que fazem o bem.

Pessoas que deixaram lembranças e boas memórias

Um homem que quanto mais o tempo passa, a saudade aumenta.

Lembranças de Sr. José Balbido e sua esposa dona Aurora.

Simpatia, hospitalidade, generosidade e honestidade são parte da herança que estes dois ícones deixaram para seus filhos e netos.

Um marco para nossa região! Mesmo morando no município de Alpinópolis (MG), Zé Balbino faz parte da história de São José da Barra (MG), por meio de seus filhos José Lucas, Geovane e Hugo.

Nesta vida só deixamos as boas lembranças e histórias, e eles deixaram um legado especial, da fé!

Alta da cesta básica é pontual e não podemos falar em inflação de alimentos

De acordo com o analista de mercado da Cogo Inteligência em Agronegócio, Carlos Cogo, ainda não podemos falar em inflação de alimentos. O cenário, segundo ele, é de uma situação conjuntural e temporária.

“Temos altas muito fortes em arroz, feijão, óleo de soja, o leite longa vida e seus derivados. Isso está ligado primeiro ao câmbio, que elevou estas cotações no mercado internacional e isso foi repassado ao mercado interno. E [temos] também o movimento de exportações do Brasil, [que] foi muito forte, gerando escassez de matéria prima no país”, analisa.

Além disso, Cogo adiciona que algumas culturas, como arroz e feijão, tiveram queda de área plantada por bastante tempo. “É uma combinação de fatores, sendo alguns de ordem estrutural, de área plantada e outros totalmente conjunturais, ligados a uma entressafra. Ainda teve a pandemia que trouxe uma elevação de consumo de produtos da cesta básica e, também, a ajuda emergencial do governo, que auxiliou a todos para que pudessem se abastecer”, afirma.

O analista projeta que alguns preços estão no limite da alta e que a entrada da nova safra no final do ano deve encerrar processo de aumento dos produtos. Cogo considera que os recordes na cotação vão incentivar uma grande safra para 2021. Dessa forma, os preços tendem a cair quando o país tiver uma recuperação da oferta interna.

Por fim, a expectativa de Cogo é que o governo retire a Tarifa Externa Comum (TEC) para importação alguns produtos agrícolas como arroz, soja e milho. Porém, de acordo com ele, o efeito nos preços de soja e milho é muito pequeno ou quase nulo e apenas no arroz poderíamos observar algum impacto. No entanto, o analista faz um importante alerta: se o governo decidir pela retirada da TEC, é importante que defina desde o primeiro momento as datas de vigência e os volumes de importação específicos. Pois, caso isso não seja feito, a rentabilidade do produtor poderia ser prejudicada.

Fonte: Canal Rural

Confira vídeo de um agricultor desabafando referente aos comentários sobre alta dos produtos:

São José da Barra é destaque no IDEB no ensino fundamental do 4° ao 5° ano

Dados órgão vinculado ao Ministério da Educação mostram que São José da Barra (MG) está em 1º lugar no ensino fundamental do 4º ao 5º ano e Tocos do Moji (MG) lidera lista do 8º ao 9º ano.

Dados divulgados pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nesta terça-feira (15) apontam que cidades do Sul de Minas estão entre as maiores notas do Estado entre ensino fundamental e ensino médio da rede pública. São José da Barra lidera lista do 4º ao 5º ano do ensino fundamental, enquanto Tocos do Moji está em primeiro no ranking do 8º ao 9º ano.

Os dados do ano-base 2019 foram divulgados pelo órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC) e ainda mostram que, em relação ao ensino médio da rede pública, o Sul de MG também está entre as melhores cidades de MG: Inconfidentes é a 4ª colocada no Estado.

Do quarto ao quinto ano

Em levantamento feito pelo G1 Sul de Minas, dez cidades da região estão entre as 30 melhores notas do Estado no Ideb, do 4º ao 5º ano do ensino fundamental.

São José da Barra lidera o ranking com a nota 8.1. Em 2017, última divulgação do órgão, a cidade tinha a mesma nota. Em segundo lugar, outra cidade do Sul de MG: São Pedro da União que subiu de 7.8, em 2017, para 8.0 em 2019.

Do oitavo ao nono ano

Em relação às 30 cidades de MG com as maiores notas, a região tem 14 municípios entre as melhores, de acordo com os dados do Ideb.

Tocos do Moji lidera o ranking com nota 6.4. Córrego Bom Jesus é a terceira colocada com 6.2 e Dom Viçoso vem logo em seguida com 6.2.

Também considerando as 30 cidades com as maiores notas, o Sul de MG tem sete cidades entre elas. Inconfidentes é a melhor classificada da região, com nota 5.5 está na 4ª posição do ranking.

Estado abaixo do esperado

Em Minas Gerais, os dados do Ideb mostram aumento nas notas para ensino fundamental e ensino médio. No entanto, o Estado não alcançou as metas estabelecidas para 2019. Somente nos anos iniciais do ensino fundamental as notas foram maiores do que o esperado.

Fonte: G1 Sul de Minas

Os prejuízos ambientais em São José da Barra

Fotos: Luiz Júnior

Recentemente o município de São José da Barra (MG), viveu uma das piores queimadas na história da cidade.

A espécie humana vem evoluindo e aperfeiçoando suas técnicas de exploração dos recursos naturais. Nos lembramos constantemente da água como recurso vital, mas nos esquecemos do fogo.

A descoberta do fogo permitiu, à primitiva humanidade, o deslocamento para outras regiões do planeta. Empurrado pela necessidade, com a caça e a coleta escassa, o homem descobriu uma nova forma de obter alimentos. Surgia a partir de então a agricultura. Sem motivos para mudar de lugar, o homem tornou-se sedentário. Cabia agora desenvolver técnicas e meios que proporcionassem o uso do solo a fim de facilitar e propagar as fronteiras agrícolas.

No Brasil, as queimadas estão associadas aos sistemas de produção mais primitivos, como os de caça e coleta dos indígenas e de pequenos produtores rurais. A falta de informação sobre métodos menos agressivos à natureza, provoca confusão entre as queimadas tropicais e os incêndios florestais.

Mais de 98% das queimadas praticadas no Brasil são de natureza agrícola. O agricultor decide quando e onde queimar. É uma prática controlada, desejada e faz parte do sistema de produção. Já os incêndios florestais são de natureza acidental, indesejados e difíceis de controlar, pois assolam, na maioria das vezes, os parques nacionais, geralmente localizados em regiões remotas e de difícil acesso.

O impacto ambiental das queimadas e incêndios florestais vem preocupando há décadas a comunidade científica, ambientalistas e a sociedade em geral, pois interferem na harmonia da biodiversidade e na saúde humana. Tais práticas também estão presentes em outras regiões do globo, sobretudo na savana africana, nas estepes russas e da Ásia central. A legislação brasileira, através da Política Nacional do Meio Ambiente, Lei 6.938/81, tem como instrumento de proteção dos recursos naturais um mecanismo denominado “avaliação de impactos ambientais”, cuja função é a elaboração de um estudo antes de qualquer ação humana sobre o meio ambiente.

Nesse ínterim, o Direito Ambiental Internacional está em franco desenvolvimento e aceitação, servindo para dirimir os problemas de caráter global relacionado às atividades que causem conflitos de conseqüências ambientais entre países. Isto porque a poluição é transfronteiriça, ou seja, não respeita fronteiras. A fumaça de uma queimada em um estado poderá atingir outro, e até mesmo outro país, como acontece com a poluição das águas.

Estas queimadas afetam o solo, o ar, as águas, os mananciais, a fauna e a flora, atingindo amplamente o ecossistema, o que fere frontalmente as leis ambientais. A Organização das Nações Unidas comprovam que a grande porcentagem da emissão de dióxido de carbono na atmosfera brasileira é decorrente das queimadas, colocando nosso país entre os dez maiores poluidores do mundo.

Recentemente, um incêndio florestal em São José da Barra (MG), colocou o o município em estado de emergência, provocando um forte aumento nas reclamações por meio da população, devido à densa fumaça negra que se deslocou em direção a zona urbana.

Desenvolver técnicas que substituam a utilização do fogo como agente de “limpeza” do terreno para o plantio é, sem dúvida, um grande desafio, sobretudo nos países do hemisfério sul, cuja prática é amplamente utilizada, e a indisponibilidade de recursos financeiros é um agravante dessa situação. É preciso apresentar soluções concretas ao agricultor, aliadas a políticas públicas que demonstrem eficiência e domínio do Poder Público na efetiva fiscalização e aplicação das leis.

Psicóloga Anelisa Freire fala sobre o mês de prevenção ao suicídio

Setembro é o mês mundial de prevenção ao suicídio, denominado também Setembro Amarelo. O assunto que já foi um grande tabu, atualmente ainda enfrenta grandes dificuldades na identificação de sinais, oferta e busca por ajuda, na maioria das vezes, pelos preconceitos e falta de informações.

A equipe do Jornal Folha Regional convidou a Dra. Anelisa Freire Gomes para uma entrevista informativa sobre o assunto, para auxiliar e esclarecer algumas dúvidas que a população costuma ter referente ao tema.

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