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Jornal Folha Regional

Profissionais de saúde da Santa Casa e homenagem em muro de Passos

Os profissionais da saúde se destacam por seu papel fundamental no enfrentamento da Covid-19 e na assistência às milhares de pessoas que foram acometidas pelo vírus, além de arriscarem suas vidas diariamente. Pensando nisso, o artista Raul Talles resolveu homenagear as equipes da linha de frente contra o coronavírus.

Raul grafitou um muro de aproximadamente 210 metros, retratando 46 profissionais da Santa Casa de Passos (SCMP): médicos, enfermeiros, recepcionistas e outros profissionais.

O painel fica localizado na rua Tenente Vasconcelos, esquina com a rua Santo Antônio, no Centro de Passos. Segundo informações, a homenagem em formato de grafite é a maior já feita no Brasil.

Talles agradece o empresário gloriense Dr. Vilson Gomes de Brito, idealização do projeto e pelo patrocínio.

Brincadeira quase termina em tragédia em São José da Barra

Na última sexta-feira (21), uma criança estava andando de bicicleta na praça do residencial Eldorado em São José da Barra (MG), e foi ferida no pescoço com uma linha de pipa, que um adolescente estava soltando no local.

A criança sentiu dores, passando a mão no pescoço e disse a mãe que estava doendo, a qual de imediato levou o menino na Unidade Mista de Saúde, onde foi constatado que havia cerol na linha da Pipa, quase ocasionando uma tragédia no local.

“Depois que saí do hospital, fui até o Conselho Tutelar e pedi para que a praça fosse vistoriada, de imediato as conselheiras ligaram para a polícia militar e ficaram de tomar as devidas providências”, informou a mãe.

Na ocasião ela orienta para os pais não deixarem os filhos soltarem pipa de cerol, pois, é muito perigoso.

A praça conta com um playground, mesas para jogos e espaços para caminhada, andar de bicicletas etc.

Uso de cerol é crime

Uso do cerol é considerado crime penal capitulado nos artigos 129, 132 e 278 do Código Penal Brasileiro, além do artigo 37 da Lei das Contravenções Penais. Em caso do uso do cerol por crianças ou adolescentes, estes podem ser apreendidos e encaminhados às autoridades competentes. Já o adulto que fizer uso do cerol será conduzido, junto ao material, até a autoridade judiciária, podendo até mesmo ser preso. Em Minas Gerais, a Lei Estadual nº 14.349 de 2002 prevê multa para os infratores, ficando esses sujeitos também a sanções cíveis e penais.

Segundo dirigente da Sindifurnas, Ricardo Fernandes, privatização da Eletrobras deve gerar 450 demissões só na Usina de Furnas

Os parlamentares do Senado Federal aprovaram na última quinta-feira (17) o texto da medida provisória para a privatização da Eletrobrás. A empresa de energia, hoje estatal, é a maior da América Latina e apresentou lucros bilionários nos últimos anos, conforme apresentaram alguns dos senadores. A MP foi aprovada com 42 votos a favor e 37 contrários. O texto voltará ainda para a Câmara dos Deputados antes de ser sancionado pelo presidente da república.

O estado de Minas Gerais é um dos que podem sentir mais fortemente o impacto dessa privatização. A Usina Hidrelétrica de Furnas, localizada entre São José da Barra (MG) e São João Batista do Glória (MG), é controlada pela Eletrobrás e tem grande influência na economia das cidades de seu entorno.

Segundo Ricardo Fernandes, dirigente do Sindicato dos Eletricitários de Furnas (Sindifurnas), é provável que a venda resulte em uma demissão em massa na Usina de Furnas, de cerca de 450 pessoas. “Demissão em massa é certeza que vai ter. Isso vai atrapalhar bastante a economia da região, que não tem indústria”, reforça.

O lago da represa de Furnas é conhecido como “Mar de Minas” e banha 35 cidades. No final da década de 1950, quando a usina foi construída, o imenso lago causou o desaparecimento da cidade de Guapé, que ficou submersa e teve todos os seus moradores transferidos para uma parte mais alta do município. Hoje, a represa possui uma extensão de 220 quilômetros.

“Com privatização das usinas da Cemig no Triângulo Mineiro, preço do megawatt/hora passou de R$ 40 para R$ 150”

As cidades do entorno se reinventaram, como é o caso da famosa Capitólio. Porém, níveis baixos de água atrapalham e até inviabilizam o turismo, segundo denunciou nesta semana a Associação dos Empresários de Turismo de Capitólio (Ascatur) à imprensa. A baixa seria parte de uma estratégia para priorizar a geração de energia, mas resulta em maiores riscos para a navegação de lancha, principal atrativo da cidade.

O dirigente sindical Ricardo Fernandes explica que essa situação pode ser mais comum com uma privatização, pois a preocupação com a geração de energia, e portanto com o lucro, é o foco das empresas privadas. A perda do que ele chama de “uso múltiplo da água” pode prejudicar também a agricultura da região.

Outro esperável resultado é o aumento da conta de luz em todo país. As usinas da Eletrobrás geram energia para todo o Brasil e têm o compromisso de passa-la às empresas distribuidoras brasileiras por um preço fixo, atualmente no valor de R$ 62 o megawatt/hora. Com a sua venda, o novo proprietário poderá vender a energia gerada no mercado livre, atualmente no preço de R$ 250 a R$ 290 o megawatt/hora, e leva quem paga.

O processo é parecido com a “dolarização” da gasolina, política implantada pelo governo federal e que acabou tornando o combustível no Brasil tão caro, devido ao preço “internacional” cobrado aqui.

Em Minas Gerais, quem distribui a energia é a Cemig, e para isso ela compra energia de quase todas as empresas de geração, inclusive do sistema Eletrobrás, como explica Emerson Andrada, coordenador-geral do Sindicato dos Eletricitários de Minas Gerais (Sindieletro).

“A gente tem que se apegar aos exemplos do passado para projetar o futuro”, argumenta Emerson, “a privatização das usinas do Triângulo Mineiro que pertenciam à Cemig, principalmente a Usina de São Simão, mudou o preço de venda da faixa de R$ 40 o megawatt/hora para quase R$ 150”. Ou seja, quase quatro vezes mais. “Se houver o encarecimento da energia da Eletrobrás, vai impactar nas contas de luz de toda a população brasileira”, descreve.

Cerca de 450 trabalhadores da Usina Hidrelétrica de Furnas realizaram uma greve de 72 horas contra a privatização da Eletrobrás. A paralisação começou na terça (15) e envolveu cerca de 12 mil trabalhadores em todo o país, que também se manifestaram contrários à venda empresa.

Segundo Ricardo Fernandes, somente as atividades de operação foram mantidas, para não haver desligamento do sistema elétrico. Trabalhadores da manutenção só atenderam serviços de urgência e emergência.

Fonte: BdF Minas Gerais

Prefeitos mineiros temem que crise de energia esvazie ainda mais o Lago de Furnas

As medidas adotadas pelo governo federal contra o risco de racionamento de energia no Brasil podem ampliar a crise econômica que já afeta o maior balneário turístico de Minas Gerais, o Lago de Furnas.

O governo avalia editar uma MP (medida provisória) que vai priorizar o uso da água nas barragens das usinas para o setor elétrico. No caso de Furnas, já existe um embate entre soltar mais água —para abastecer outras hidrelétricas rio abaixo— ou segurá-la, para preservar as atividades econômicas atreladas ao lago, como o turismo.

Como a crise hídrica está comprometendo a oferta de energia, a nova MP já é vista como ameaça pelos prefeitos dos municípios cuja economia gravita no entorno do reservatório.

O lago se espalha por 34 municípios. Segundo dados da Alago (Associação dos Municípios do Lago de Furnas), o turismo na região já deixa de faturar R$ 53,8 milhões por ano por causa da redução no nível do reservatório.

O turismo sofreu um forte baque durante a pandemia do novo coronavírus. Agora, quando a vacinação avança e a imunização pode trazer de volta os turistas, é a crise energética que ameaça a atividade.

O prefeito de Capitólio, Cristiano Geraldo da Silva (PP), afirma que a cota considerada ideal para garantir a atividade econômica voltada para o turismo no entorno do lago é de 762 metros acima do nível do mar. No entanto, ela foi reduzida e um novo limite, menor, seria insustentável.

O presidente do senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), apadrinhou os prefeitos da região e busca garantir a cota mínima para preservar o turismo e outras atividades econômicas.

Furnas, em nota, afirmou que as usinas hidrelétricas brasileiras integram o Sistema Interligado Nacional que sua operação é planejada e programada pelo ONS, “também responsável por operar o conjunto de reservatórios brasileiros de forma integrada, com o objetivo de garantir a segurança energética”.

Conforme a empresa, o reservatório da usina atualmente está na elevação 758,14 metros, o que representa um volume útil de 33,45%.

“A usina está operando conforme despacho do Operador Nacional do Sistema (ONS), com uma geração em torno de 800 MW, o que corresponde a 65,8% da capacidade instalada”, afirmou.

Polícia Militar de São José da Barra com apoio de Militares de Alpinópolis intensificam abordagens na cidade

No início da noite desta sexta-feira (18), a Polícia Militar realizou a operação batida policial na zona rural e urbana, onde foi realizado Blitz policial, abordagens a indivíduos e veículos em atitude suspeita, abordagens a bares e botecos nos diversos pontos de São José da Barra (MG).

A operação contou com militares de São José da Barra juntamente com a equipe do 3° Pelotão de Polícia Militar de Alpinópolis, os quais de forma ostensiva, estão proporcionando a comunidade maior sensação de segurança, promovendo a prevenção de crimes e repressão qualificada nos delitos ocorridos.

Jovem Guapense completa mais um ano de vida e é destaque na região

O jovem Eduardo Martins, é natural e residente na cidade Guapé (MG), uma cidade de grandes histórias e famílias.

Eduardo que trabalha no departamento de cultura em Guapé, tem o privilégio de atuar no Bangalô, local que nos trás excelentes recordações, resgate cultural e memórias.

Apaixonado por fotografia, o jovem católico sempre nos brinda com registros exclusivos.

Parabéns e feliz aniversário Eduardo, que Deus continue abençoando abundantemente sua vida e de toda sua família.

Guapé honra por sua vida!!!

Que as bençãos de São Francisco possam estar sempre em sua caminhada!

Família deixa recado em saco com lixo por estarem isolados em Alpinópolis e ação viraliza na internet

Devido estarem em isolamento, uma família de Alpinópolis (MG), que estava sem fita vermelha para marcar o lixo, escreveu um recado.

“Bom dia. Estamos em isolamento. Estou sem fita vermelha. Fica com Deus. Se cuida!”

A imagem com a mensagem foi registrada pelo profissional da área Rogério Bonilho.

Ainda tem pessoas que nos transmitem segurança e exemplos! Que possamos ter mais amor, paciência e compaixão com o próximo.

Aluno da Apae de Alpinópolis recebe oportunidade de trabalho em Supermercado

A equipe da Apae de Alpinópolis (MG), comemorou a inclusão de um usuário da entidade no mercado de trabalho.

O Jovem Emerson começou suas atividades profissionais no Supermercado São Jerônimo da cidade.

Em nota, a Apae agradeceu a empresa pela oportunidade.

“A nossa família Apaeana se alegra à inclusão no mercado de trabalho com nosso usuário Émerson. Estamos torcendo para que tudo dê certo. Nosso muito obrigada a gerente Gissiléa, toda equipe do Supermercado São Jerônimo por abraçar e trabalhar com a inclusão, pois é um grande ato de amor! Incluir é abraçar as diferenças, conviver com elas e aceitá-las por inteiro!”

Audiência contra atual gestão de São José da Barra é agendada

No dia 28 de maio, o Juíz da 10ª zona eleitoral de Alpinópolis (MG), Dr. Claiton Santos Teixeira, designou a audiência considerando-se o período de Pandemia, para o dia 27/09/2021, às 09h, a qual será realizada por videoconferência, com gravação audiovisual, através da Plataforma Microsoft Teams.

O processo poderá importar em cassação do registro/diploma/mandato.

O motivo da audiência se dá por meio do processo Nº 0600518-41.2020.6.13.0010 / 010ª Zona Eleitoral de Alpinópolis (MG), no qual Marcelo Rodrigues da Silva (PL) e Leandro de Oliveira Gomes dos Reis (PSDB) representaram afirmações desfavoráveis contra o atual prefeito de São José da Barra (MG), Paulo Sérgio Leandro Leandro de Oliveira (PSB) e seu vice André Luiz Lemos da Silva (PSD), durante o período de campanha eleitoral, nas eleições municipais 2020.

De acordo o processo, os representantes afirmam que os representados praticaram condutas vedadas, consistentes, em suma, em admitir vários servidores ilicitamente, contratar mão de obra desnecessária e proibida e ainda firmar vários outros contratos com empresas terceirizadas – forjando caráter de legalidade – para realização de atividades nas quais já existe um considerável número de servidores concursados e seletivos tais como: na limpeza urbana os garis, nas manutenções de bueiros e mata-burros os agentes de obras, no setor de contabilidade os próprios servidores concursados e seletivos para este fim, na assistência a saúde física e mental, vários enfermeiros e psicólogos conquanto a prefeitura tenha em seu quadro intenso número de profissionais para o mesmo mister, e assim por diante a farra com nomeações. Que as práticas tiveram por intuito angariar votos.

Juntaram documentos e requereram que o município de São José da Barra seja compelido a apresentar em juízo a composição do quadro de servidores públicos concursados, seletivos e nomeados, quais sejam suas secretarias, setores, departamentos e funções, e ainda apresentar em juízo o rol das nomeações, admissões e contratações efetivadas no período dos três meses que antecederam ao pleito eleitoral até a data da propositura da ação.

Não foram arroladas testemunhas na inicial.

Fora proferida decisão imprimindo ao feito o rito do artigo 22 da LC 64, de 1990.

Contestação dos representados

Citados, os representados apresentaram contestação, com documentos, alegando, em suma, preliminarmente: (i) ilegitimidade passiva do vice-prefeito André Luiz Lemos da Silva tendo-se em vista que o cargo de vice-prefeito não tem atribuição/função ou competência para praticar os atos elencados na presente representação. No mérito: batem pela legalidade dos procedimentos, não havendo falar-se em condutas vedadas.

De acordo com o Juíz, não existem irregularidades a serem sanadas até o momento, sendo as partes legítimas e bem representadas.

Alegam os representados ilegitimidade passiva do vice-prefeito André Luiz Lemos da Silva tendo-se em vista que o cargo de vice-prefeito não tem atribuição/função ou competência para praticar os atos elencados na presente representação.

Sem razão.

O Sr. André Luiz Lemos da Silva já exercia o cargo de vice-prefeito no município de São José da Barra e candidatou-se a reeleição, sendo eleito. Assim, ainda que ocupante do cargo de vice-prefeito poderia, em tese, ter ele ingerência sobre a suposta prática dos atos imputados na inicial. Mesmo que assim não fosse, também poderia, em tese, ter sido beneficiado pelos supostos atos irregulares. Mais, a chapa: prefeito/vice-prefeito é una e indivisível, havendo litisconsórcio passivo necessário unitário em casos como o presente, eis que pode importar em cassação do registro/diploma/mandato. Precedentes.

Confiram na íntegra o processo:

https://consultaunificadapje.tse.jus.br/consulta-publica-unificada/documento?extensaoArquivo=text%2Fhtml&path=PJE-ZONA%2F2021%2F5%2F28%2F16%2F17%2F5%2F16736868020519c49a5708148df6e843b1c088657cc597295517f130042e174f&fbclid=IwAR0LVtNGn84FiillSwayx0_zA2pMq28QRobcqPgERF6V0jFOfRx-OSXRge4
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