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Jornal Folha Regional

‘Travava todo mundo’: polícia da Colômbia queima 1,5 tonelada de maconha e fumaça chega a residências

A polícia da cidade de Bello, na Colômbia, queimou uma carga de 1,5 tonelada de maconha apreendida na última terça-feira (12). A droga foi encontrada em dois endereços distintos.

Segundo a polícia, os traficantes chegaram a efetuaram disparos para intimidar os militares.

O vento, no entanto fez com que a fumaça de maconha fosse levada até as casas vizinhas.

“Sentimos uma fumaceira muito horrível que saia lá do batalhão, um cheiro de maconha tremendo que travava todo mundo”, disse Edilberto Castaño, um dos vizinhos.

Como havia muita fumaça, alguns vizinhos ligaram para a prefeitura achando que havia um incêndio, mas foram informados inicialmente que não havia fogo nenhum e que não houve nenhuma reclamação por causa do cheiro.

Mais de 20 corpos são encontrados misteriosamente em bar da África do Sul

Pelo menos 21 jovens foram encontrados mortos em um bar noturno em um bairro de periferia majoritariamente negro na cidade sul-africana de East London (sul), informou a polícia local, que investiga as causas das mortes.

As vítimas foram encontradas em um bar informal no gueto Scenery Park, em East London, no sul do país, segundo um correspondente da AFP presente no local.

“Ainda estamos investigando as causas dessas mortes”, disse um porta-voz da polícia provincial, general Thembinkosi Kinana.

Altos funcionários do governo correram para a cidade. Entre eles estava o ministro da Polícia Nacional Bheki Cele, que caiu em prantos depois de deixar um necrotério onde os corpos estavam armazenados.

“É uma cena terrível”, disse ele a repórteres. “Eles são muito jovens. Alguns têm apenas 13 ou 14 anos”, disse ele.

O número de mortos e suas idades exatas não estavam claros neste domingo. O governo provincial de Cabo Oriental informou que oito meninas e 13 meninos morreram.

Os maiores de 18 anos podem beber nas tabernas municipais, comumente conhecidas como shebeens, que são frequentemente encontradas anexadas a casas familiares ou, em alguns casos, dentro das próprias casas. Mas os regulamentos de segurança e as leis de idade para beber nem sempre se aplicam.

“Temos um filho que estava lá e morreu no local”, disseram os pais de um menino de 17 anos. “Nós nunca pensamos que ele morreria dessa maneira. Era um menino humilde e respeitoso”, disse triste Ntombizonke Mgangala, de pé com o marido do lado de fora do necrotério.

O presidente Cyril Ramaphosa, que participa da cúpula do G7 na Alemanha, enviou suas condolências. Ele expressou sua preocupação “pelas supostas circunstâncias em que esses jovens se encontraram em um local que, à primeira vista, deveria ser proibido a menores de 18 anos”.

As autoridades estudam a possibilidade de rever as regras de concessão de licenças para a venda de bebidas alcoólicas. A África do Sul é um dos países da África onde mais álcool é consumido.

Um responsável pelo departamento de Segurança e Comunidade da província de Cabo Oriental, Unathi Binqose, descartou a possibilidade de uma briga como causa das mortes.

“É difícil acreditar que seja uma briga porque não há sinais visíveis de ferimentos nos mortos”, disse Binqose à AFP, contatado por telefone no local.

O responsável afirmou que na sua opinião os clientes eram estudantes “que estavam realizando uma festa depois das provas escritas”.

O jornal regional local DispatchLive relatou “corpos espalhados em mesas, cadeiras e no chão, sem sinais evidentes de ferimentos”.

Nas redes sociais, alguns usuários mencionaram a possibilidade de intoxicação por gás ou um envenenamento coletivo. Fotos compartilhadas, cuja autenticidade não pôde ser verificada, mostravam corpos sem sinais visíveis de ferimentos espalhados pelo chão do local.

A televisão local transmitiu imagens da polícia tentando acalmar uma multidão reunida do lado de fora do bar nesta cidade às margens do Oceano Índico, cerca de 1.000 quilômetros ao sul de Joanesburgo.

46 pessoas são encontradas mortas em caminhão abandonado nos EUA

Ao menos 42 pessoas foram encontradas mortas na última segunda-feira (27) dentro e ao redor de um caminhão abandonado nos arredores da cidade de San Antonio, nos Estados Unidos. Acredita-se que as vítimas sejam imigrantes que entraram no país de maneira irregular.

Outras 12 pessoas foram encontradas com vida e levadas para hospitais locais, segundo autoridades. Oficiais do departamento de polícia de San Antonio fazem buscas pelo motorista do veículo, que foi deixado em uma área remota na zona sul da cidade.

Imagens publicadas nas redes sociais mostram carros da polícia e ambulâncias ao redor do caminhão.

San Antonio, no estado do Texas, fica a aproximadamente 250 quilômetros da fronteira com o México. Representantes do consulado mexicano estão a caminho do local. A cidade registrou forte calor nesta segunda, com temperatura máxima de 39,4ºC. (Folhapress)

Fake news em WhatsApp sobre “ladrão de crianças” faz turista ser linchado e queimado vivo

Moradores de uma comunidade no interior do México lincharam e queimaram vivo um homem de 31 anos que identificaram equivocadamente como um ladrão de crianças.

O caso aconteceu na noite de sexta-feira feira (10) depois que um boato se espalhou através de grupos de WhatsApp na localidade de Papatlazolco sobre uma suposta tentativa de sequestro de um menor. Os moradores enfurecidos então capturaram Daniel Picazo, de 31 anos, o espancaram e o queimaram vivo com gasolina.

Polícia e paramédicos deslocaram-se ao local, mas nada puderam fazer pelo homem porque a turba de assassinos não permitiu sua passagem. Quando o resgate finalmente conseguiu chegar a Daniel, ele já não apresentava sinais vitais. O jovem advogado, segundo o jornal local “El Universal”, estava apenas passeando pela cidade como turista.

Alguns moradores comentaram que havia medo na comunidade depois que um áudio circulou pelo WhatsApp alertando as famílias para cuidarem de seus filhos, já que haveria desconhecidos circulando na região com a intenção de levar crianças.

Num post no Facebook, uma irmã da vítima lamentou: “Descobrir como tiraram sua vida me causa a maior repulsa pelas pessoas que injustamente fizeram isso sem saber que você era um profissional, um amante das viagens e da vida, com um futuro brilhante. Voe alto meu Dany, confio que Deus fará justiça a todas aquelas pessoas que cortaram suas asas”.

Este não é o primeiro caso de linchamento por causa de boatos de sequestros de crianças no México. Em 2018, houve outros casos de mortes relacionadas a boatos no Facebook e no Whatsapp no país.

Mansão mais cara do mundo é vendida por R$ 640,5 milhões

A mansão The One (A única) foi arrematada em um leilão pela metade do preço. O imóvel milionário, localizado no bairro de Bel Air, em Los Angeles (EUA), custou US$ 126 milhões (R$ 640,5 milhões) ao Richard Saghian, presidente da empresa de varejo de roupas Fashion Nova.

A construção da mansão foi realizada pelo empresário imobiliário e ex-produtor de cinema Nile Niami. O imóvel havia sido colocado à venda por US$ 295 milhões (R$ 1,5 bilhão).

O corretor Branden Williams, que representou a imobiliária Compass no leilão, informou que “é um negócio incrível. Ninguém entende até conhecê-la. Uma casa como esta nunca mais vai ser construída novamente. Na próxima vez em que for vendida, será por ainda mais”.

A revista Architectural Digest informou que a mansão levou oito anos para ser construída e contou com 600 trabalhadores. Segundo o portal Los Angeles Times, cerca de 2.800 pessoas de 170 países se interessaram pelo imóvel. No entanto, apenas cinco lances foram concretizados no leilão.

Agora, a juíza Deborah Saltzman irá avaliar se Richard Saghian possui a quantia para de fato comprar a mansão.

Indiano de 17 anos vende a esposa por R$ 13 mil para comprar celular

Um adolescente de 17 anos foi preso na Índia após vender a esposa, de 26 anos, para um homem de 55. O negócio aconteceu um mês após matrimônio e foi fechado em 2,4 mil rúpias (moeda local), o equivalente a R$ 13 mil. O jovem usou o dinheiro para comprar um aparelho celular novo e para frequentar restaurantes.

Segundo a imprensa local, o adolescente trabalhava em uma olaria, onde conheceu o homem para quem vendeu a esposa. O jovem disse à família da mulher que ela havia fugido de casa. Sem acreditar na versão contada pelo rapaz, os familiares procuraram a polícia.

A mulher foi encontrada em outro imóvel e os policiais enfrentaram resistência dos moradores, que alegaram que ela não poderia deixar o local nem com mandado policial, pois havia sido comprada.

A mulher foi resgatada e levada para casa. O marido dela foi encaminhado para um centro de detenção juvenil. 

Argentinos vão às ruas em protesto por trabalho

Crise deixou 42% da população na pobreza, com uma taxa de desemprego de 10,2%

Milhares de argentinos saíram às ruas de Buenos Aires no último sábado (8), em protesto contra a falta de empregos e a pobreza, em um país que sofre há anos com a crise econômica, intensificada pela pandemia de coronavírus.

Segundo a agência Reuters, organizações de desempregados e grupos de esquerda encabeçaram o protesto que começou no santuário de San Cayetano – patrono local do trabalho -, terminando na Praça de Maio, em frente a Casa Rosada, sede do governo.

“Venho pedir pelas pessoas que não têm trabalho: meu irmão não tem, meus vizinhos ficaram sem trabalho e muita gente que vemos que está mal de todas as formas”, disse Néstor Pluis, auxiliar escolar de 41 anos.

A Argentina busca crescer 7% em 2021 para deixar para trás uma recessão com inflação alta iniciada em 2018, que foi agravada pela quarentena decretada com a pandemia de covid-19. A crise deixou 42% da população na pobreza, com uma taxa de desemprego de 10,2%.

Internacional: onda de calor cozinha mariscos, mexilhões e outros moluscos vivos em praia do Canadá

Cerca de 1 bilhão de animais marinhos – entre mexilhões, mariscos e outros moluscos – morreram devido à onda de calor extremo que atinge a região oeste do Canadá.

No fim de junho, o Canadá registrou temperaturas recorde acima dos 40 graus em sua área urbana. Em rochas e na areia da praia, onde ficam depositados os mariscos, os cientistas chegaram a registrar picos de até 50 graus.

O calor foi tão intenso que os especialistas acreditam que os moluscos foram literalmente “cozidos vivos” em uma praia da região de Vancouver, na Colúmbia Britânica. Os animais, mortos, agora apodrecem e liberam um cheiro desagradável na costa.

Segundo um especialista, os moluscos até conseguem enfrentar as altas temperaturas por conta de um mecanismo que os permite guardar a água das marés dentro da própria concha – refrescando um pouco. No entanto, além do calor extremo, a costa oeste do Canadá também experimentou uma baixa no regime das marés, o que formou uma combinação mortal para estes animais.

Canadá registra centenas de mortes súbitas em meio a onda recorde de calor

Centenas de pessoas morreram repentinamente nos últimos dias na Colúmbia Britânica, província no oeste do Canadá, em meio a uma onda de calor sem precedentes na América do Norte.

A cidade de Lytton, que fica a 250 km ao leste de Vancouver, teve pelo terceiro dia consecutivo na terça-feira (29) o recorde de maior temperatura já registrada no Canadá: 49,5ºC.

A marca canadense é quase 5°C acima do recorde histórico de calor no Brasil, que é 44,7°C — atingida em novembro de 2005 em Bom Jesus do Piauí.

Autoridades da Colúmbia Britânica, província onde fica Vancouver e Lytton, receberam 233 avisos de mortes entre sexta-feira (25) e segunda-feira (28), contra uma média de 130 em períodos normais.

Os serviços de medicina forense da província afirmaram que “o calor extremo desempenhou um papel” no “aumento importante do número de mortes”.

Já a polícia federal canadense disse em um comunicado que idosos são a maioria das vítimas. “Acreditamos que o calor contribuiu para a maioria das mortes”.

Desde sexta, ao menos 134 pessoas morreram repentinamente na região de Vancouver, cidade na costa do Oceano Pacífico que tem cerca de 675 mil habitantes e é a principal da Colúmbia Britânica.

A cidade registra há vários dias temperaturas acima de 30ºC, muito acima da média de 21ºC nesta época do ano. Na estação de esqui de Whistler o termômetro atingiu 42ºC.

Depois de 10 meses em coma, jovem acorda sem saber da pandemia de Covid

O britânico Joseph Flavill, de 19 anos, acordou após ficar dez meses em coma sem saber da pandemia da Covid-19. O adolescente está internado desde março do ano passado, quando foi atropelado em Staffordshire, na Inglaterra, semanas antes do primeiro lockdown no país.

Mesmo hospitalizado, Flavill foi infectado duas vezes pelo novo coronavírus, mas se recuperou sem consequências graves.

“Ele não sabe de nada sobre a pandemia, porque ficou desacordado por 10 meses”, disse Sally Smith, tia do jovem.

“E eu não sei nem por onde começar”, disse Smith. “Há um ano, se alguém tivesse me contado o que iria acontecer, eu acho que não teria acreditado.”

A tia explicou que os familiares conversam com ele por vídeo chamadas, já que não podem visitar o jovem por conta das restrições sanitárias.

A mãe de Flavill, Sharon, conseguiu uma autorização especial, no fim do ano passado, para visitar o filho durante seu aniversário de 19 anos, mas ele não estava acordado.

Ainda não há previsão de alta para o jovem, que é acompanhado de perto por conta do trauma e apresenta dificuldades de movimento e fala.

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