Nível do Lago de Furnas volta a cair e cota está abaixo do limite – Foto: reprodução
O deputado Domingos Sávio (PL-MG) alertou no sábado (17) que o nível de vazão da água do Lago de Furnas voltou a cair, comprometendo atividades pesqueiras, turísticas e o ecossistema local. A Emenda à Constituição 106, de 2020, estabelece o nível mínimo de 762 metros acima do nível do mar para o Lago de Furnas e de 663 para o de Peixoto.
Até a última sexta-feira (16), o nível de água do lago estava em 762,10 acumulando um volume útil de 56,47%. Nesta quarta-feira (21), às 8h, o nível estava em 761,74m = 54,19% do volume útil.
A vazão do lago é uma briga antiga entre o Estado de Minas Gerais e os órgãos federais que atuam na gestão e na fiscalização da produção energética da usina. Lideranças da região se mobilizam para fazer com que o Ministro Alexandre Silveira, das Minas e Energia, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, façam cumprir o compromisso que assumiram com a região. (Observo)
Na noite da última quinta-feira (23), uma trapezista caiu durante uma apresentação de lira em um circo, em Varginha (MG).
O acidente foi gravado pelo público presente. Na imagens é possível ver quando uma das mãos da artista Paloma Stemanovich, de 25 anos, se solta, ela escorrega e cai. Segundo a assessoria do circo, a mulher caiu de uma altura de aproximadamente 2,5 metros.
O Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionados e encaminharam a artista para o Hospital Bom Pastor. Ela foi atendida e liberada. Paloma não sofreu nenhuma fratura.
Anvisa proíbe comercialização de balas Dori por suspeita de salmonella – Imagem: reprodução
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a proibição da venda de alguns lotes de sete produtos da marca Dori por suspeita de contaminação de salmonella.
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União da última terça-feira (20).
Alguns dos produtos são: lotes da bala hortelã recheada, bala bolete tutti frutti, bala hortelã mint, bala morango recheada, dori regaliz tijolo, bala lua cheia chantilly e bala yorgurt 100 morango.
Em um comunicado, a empresa Dori disse que vai iniciar o recolhimento voluntário dos produtos, fabricados em sua unidade de Rolândia (PR), no período de 21 de junho a 10 de julho de 2024.
“A Dori Alimentos informa que iniciará o recolhimento voluntário dos seguintes produtos, distribuídos em âmbito nacional, fabricados em sua unidade fabril de Rolândia/PR, no período compreendido entre 21/06/24 e 10/07/24”, informou.
“Os pontos de venda e estabelecimentos varejistas foram orientados a interromper imediatamente a venda desses produtos, e o processo de descontaminação, limpeza e higienização da planta fabril afetada já foi concluído”.
Segundo a empresa, todos os outros produtos da Dori, incluindo produtos como os acima de outros lotes e datas de validade, são considerados seguros para consumo.
A empresa pede ainda que os clientes não consumam os produtos e entrem em contato com o serviço de atendimento ao cliente da Dori Alimentos pelo telefone 0800 707 4077, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e aos sábados, das 8h às 12h. Esclarecimentos de dúvidas sobre o recolhimento também podem ser feitos pelo email [email protected].
O que é salmonella?
A salmonella é uma bactéria que causa intoxicação alimentar e em casos raros, pode provocar graves infecções e até mesmo a morte.
A transmissão se dá com a ingestão de alimentos contaminados com fezes de animais, a bactéria é encontrada normalmente em animais como galinhas, porcos, répteis, anfíbios, vacas e até mesmo em animais domésticos, como cachorros e gatos. Dessa forma, qualquer alimento que venha desses animais ou que tenha entrado em contato com suas fezes podem ser consideradas vias de transmissão.
Os sintomas são semelhantes a outros problemas gastrointestinais, mas são confirmados por meio de exames de sangue e fezes, além da análise clínica do médico.
Os principais sinais e sintomas da infecção por salmonella são: Diarreia; Vômitos; Febre moderada; Dor abdominal; Mal estar geral; Cansaço; Perda de apetite; Calafrios.
Esses sintomas podem surgir entre 6 e 72 horas (usualmente entre 12 e 36 horas) após o consumo do alimento contaminado e costumam permanecer por cerca de 2 a 7 dias, até a completa recuperação do paciente.
O projeto do Procon-MG, em parceria com o governo de Minas, garante um produto de qualidade para o consumidor e ajuda a desenvolver a cadeia produtiva dos queijos artesanais
Produtores regularizados pelo “Queijo Minas Legal” são premiados em concursos – Foto: divulgação
Na família da Maria Lucilha, de São Roque de Minas, a história com o queijo já atravessa cinco gerações. Ainda criança, ela ajudava os pais e avós nas etapas da produção artesanal. Por falta de recursos, a família precisou interromper a atividade. Em 2012, Lucilha resolveu resgatar a tradição e retomou o processo. “Começamos com o que tínhamos em mãos na época — algumas vacas, duas filhas e um sonho de produzir queijo de qualidade com valor agregado”, conta. De lá para cá, foram muitos desafios e alguns bons encontros que ajudaram a alavancar a produção. No ano passado, Lucilha conheceu a Emater e teve acesso ao projeto Queijo Minas Legal. Em menos de um mês, a produção da queijaria Pingo de Amor passou de 15 para 50 peças por dia. Lucilha saiu da clandestinidade, regularizou a queijaria e conquistou o selo SIM (Serviço de Inspeção Municipal). Todo investimento e trabalho rendeu prêmios. O queijo fabricado aos pés da Serra da Canastra levou ouro no 3º Mundial do Queijo do Brasil 2024, em São Paulo, além de dois ouros e duas pratas no prêmio Queijo Brasil deste ano, em Santa Catarina. “Hoje só eu estou cuidando da queijaria, trabalhando com o melhor leite vindo do curral, diminuindo perdas e agregando sabor e valor”, comemora.
A queijaria Pingo de Amor é uma das 17 beneficiadas pelo projeto Queijo Minas Legal que receberam premiações em concursos. Os avanços do projeto foram apresentados durante uma reunião no Procon-MG, órgão do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). O número de queijarias regularizadas saltou de 21 em abril para 78 em agosto.
“Esse é um projeto muito importante, que traz os produtores para a formalidade. Ao se regularizarem, eles encontram um ambiente muito mais adequado para se desenvolverem, com novas oportunidades. O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura e suas vinculadas, Emater, Epamig e IMA, também está modernizando a legislação dos queijos artesanais para atrair mais produtores para a atividade, gerando emprego e renda no campo”, afirma o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thales Fernandes.
Produtores regularizados pelo “Queijo Minas Legal” são premiados em concursos – Foto: divulgação
Vera Lúcia, de Ritápolis, também faz parte dessa história. A produção de queijo é uma tradição das mulheres de sua família, iniciada por sua avó Mariazinha. O legado familiar ganhou força com o apoio do projeto Queijo Minas Legal. Neste ano, Vera conquistou o 3º lugar no 2º Concurso Regional do Queijo Minas Artesanal do Campo das Vertentes. “O Queijo Seu Jorgesurgiu a partir do desejo da minha sobrinha Gabriela. Ela herdou o talento de minha avó Mariazinha, que fazia queijos muito apreciados. Gabriela começou a pesquisar sobre o assunto e matriculou-se em alguns cursos. Hoje, somos muito gratas a todos os funcionários que prestam um trabalho relevante de qualidade e eficiência”, afirma Vera.
O projeto Queijo Minas Legal foi lançado em 2022 com o objetivo de auxiliar pequenos produtores a expandir sua atuação no mercado consumidor por meio da regularização de queijarias. A iniciativa é uma parceria entre o Governo do Estado, via Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), o Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público de Minas Gerais (Procon-MG/MPMG) e o Fundo Estadual de Defesa e Proteção do Consumidor (FEPDC).
O projeto pode ganhar mais um parceiro importante. Durante a reunião no Procon-MG, representantes do Sebrae apresentaram uma proposta para oferecer linhas de crédito específicas e capacitação em gestão para os produtores rurais.
Produtores regularizados pelo “Queijo Minas Legal” são premiados em concursos – Foto: divulgação
Na próxima etapa do projeto, estão previstas a capacitação de técnicos e fiscais, a elaboração e distribuição de materiais de divulgação sobre o universo do queijo, a estruturação de um laboratório de pesquisa em queijos artesanais, a realização de análises laboratoriais em água e queijo, a compra de equipamentos e a aquisição de “kits queijaria” para as visitas de assistência técnica.
Ao final de 2024, espera-se que, por meio do projeto, mais de 200 produtores estejam regularizados, representando um aumento de mais de 100% no número de queijarias legalizadas no estado de Minas Gerais. “A regularização das queijarias promove desenvolvimento econômico e social, valorização do nosso patrimônio cultural e garante um alimento saboroso e seguro na mesa do consumidor”, conclui o coordenador do Procon-MG e promotor de Justiça, Glauber Tatagiba.
STJ decide que concessionárias deverão indenizar motoristas por acidentes causados por animais na pista – Foto: reprodução
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu na última quarta-feira (21), que as concessionárias de rodovias devem responder por acidentes causados por animais domésticos na pista. Com a decisão, as empresas podem ser condenadas a pagar indenização por danos morais e materiais aos motoristas.
A decisão foi tomada por unanimidade pela Corte Especial do STJ. O colegiado é composto pelos 15 ministros mais antigos do tribunal. Ficou definido que, mesmo se comprovarem que cumpriram os padrões mínimos de segurança previstos no contrato de concessão, as concessionárias podem ser responsabilizadas pelos acidentes.
“O dever se fiscalização dos órgãos públicos não afasta a responsabilidade civil das concessionárias”, defendeu o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, relator do caso.
Outro ponto acordado pelos ministros é que a responsabilização das concessionárias ocorre independente da identificação do dono do animal, que pode responder solidariamente na ação.
A responsabilização prevista é na esfera cível. A tese fixada foi a seguinte: “As concessionárias de rodovias respondem, independentemente da existência de culpa, pelos danos oriundos de acidentes causados pela presença de animais domésticos nas pistas de rolamento, aplicando-se as regras do Código de Defesa do Consumidor e da Lei das Concessões”.
A regra vale apenas para acidentes causados por animais domésticos, o que compreende os de grande porte, como cavalos e vacas, mas não se aplica a incidentes envolvendo animais silvestres, como onças, macacos e antas.
TO: governador é alvo da PF por desvio de cestas básicas na pandemia – Foto: Wanderlei Barbosa/reprodução
A Polícia Federal cumpre, nesta quarta-feira (21), 42 mandados de busca e apreensão em Tocantins como parte da Operação Fames-19, cujo objetivo é investigar crimes relacionados ao desvio de recursos públicos destinados ao combate da Covid-19 que seriam utilizados para o pagamento a empresas contratadas para o fornecimento de cestas básicas.
Também são alvo da operação a primeira-dama Karynne Sotero e os filhos do governador, o deputado Léo Barbosa (Republicanos) e Rérison Castro.
A reportagem apurou que o governador de Tocantins, Wanderlei Barbosa, é alvo de um mandado de busca e apreensão. Agentes federais estão em endereços do mandatário.
De acordo com o órgão, os inquéritos indicaram a existência de esquema montado entre 2020 e 2021 que se aproveitou do estado de emergência em saúde pública e assistência social.
O esquema consistia na contratação de grupos de empresas previamente selecionadas para fornecer cestas básicas. Essas firmas recebiam o valor total contratado, mas entregavam apenas parte “do quantitativo acordado”.
A PF cumpre 42 mandados de busca e apreensão em Tocantins “e outras medidas cautelares patrimoniais”, todos expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
De acordo com o Governo do Estado de Tocantins, o órgão está colaborando com a Polícia Federal “no cumprimento dos mandados de busca e apreensão realizados na manhã desta quarta-feira, 21, referente à Operação Fames-19, que investiga supostos desvios na compra de cestas básicas nos anos de 2020 a 2021” e que “é do interesse do Governo do Estado que tais fatos sejam devidamente esclarecidos”.
Cestas básicas entregues durante a pandemia — Foto: Alexandre Alves/Governo do Tocantins
Brasil já perdeu 33% das áreas naturais de seu território – Foto: reprodução
A cobertura e o uso da terra pela ação do homem no Brasil continuam a mudar aumentando os riscos climáticos, aponta um mapeamento divulgado, nesta quarta-feira (21), pela MapBiomas. De acordo com o estudo que analisa dados de 1985 a 2023, o país já acumula um saldo negativo de 33% das áreas naturais de seu território, que incluem a vegetação nativa dos biomas, superfície de água e áreas naturais não vegetadas, como praias e dunas.
“A perda da vegetação nativa nos biomas brasileiros tende a impactar negativamente a dinâmica do clima regional e diminui o efeito protetor durante eventos climáticos extremos”, explica o coordenador geral do MapBiomas, Tasso Azevedo.
Nos últimos 39 anos, o Brasil perdeu 110 milhões de hectares dessas áreas, o que equivale a 13% do território do país, os outros 20% já haviam sofrido mudança anteriormente. Esse resultado também leva em consideração o mapeamento de vegetação nativa recuperada a partir de 2008, quando Código Florestal foi regulamentado pelo Decreto nº 6.514 que estabeleceu mecanismos de sanção e compensação por danos ambientais.
Municípios
Enquanto no território de 37% dos municípios brasileiros houve ganho de vegetação nativa, 45%, ou seja, quase metade dos 5.570 municípios do país tiveram saldo negativo na cobertura de área natural no período. Os outros 18% se mantiveram estáveis entre 2008 e 2023, ou seja, o saldo entre o ganho e perda das áreas naturais foram menores que 2% ao longo do período.
“A vegetação secundária já está classificada como floresta, incluída na área nativa em 2023. Então, ele pode ter sido desmatada ou teve uma queima severa e foi mapeada como pastagem, mas depois que ela recupera ela volta a ser considerada como floresta”, informou o coordenador técnico da Mapbiomas, Marcos Reis Rosa.
Os dados da Coleção 9 de mapas anuais de cobertura e uso da terra foram consolidados a partir do monitoramento de 29 mapas com análises, por exemplo, da cobertura do solo e uso da terra, a partir de diferentes recortes de território, como biomas, municípios, terras públicas e privadas. Na publicação, há novos mapas como o recorte de fitofisionomias, que são as características das vegetações regionalizadas, por exemplo.
Biomas
A partir desse volume de informação, os pesquisadores chegaram à conclusão de que o Brasil manteve até 2023 apenas 64,5% da vegetação nativa, além das superfícies de água e áreas naturais não vegetadas, como praias e dunas, que correspondem a 2,5% do seu território. Dos 110 milhões de hectares de vegetação nativa suprimida, 55 milhões de hectares foram na Amazônia, 38 milhões de hectares no Cerrado, a Caatinga perdeu 8,6 milhões de hectares e 3,3 milhões de hectares perdidos estão no Pampa.
No Pantanal houve uma perda significativa na superfície de água, que em 1985 representava 21% dos 15,1 milhões de hectares do bioma no Brasil. Em 2023, a água passou a representar apenas 4% do território pantaneiro. Já as áreas de vegetação herbácea e arbustiva aumentaram de 36% em 1985 para 50% do bioma em 2023
De acordo com o pesquisador Eduardo Vélez Martin, os dados disponibilizados na plataforma Mapbiomas permitem compreender a dinâmica territorial de maior ou menor aceleração da taxa de perda ao longo do tempo. “A gente vê por exemplo que o Cerrado e o Pampa têm uma perda proporcional muito alta, praticamente em torno de 27% e 28% do que tinha em 1985. Isso mostra uma tendência muito grande e acelerada de mudança nesses 39 anos, em contraste com outros biomas, por exemplo o Pantanal”, diz.
Florestas públicas
Pela primeira vez, foi realizado um recorte na perda de cobertura vegetal das florestas públicas não destinadas, ou seja, aquelas em que a União ainda não definiu o uso da terra, como Unidades de Conservação, Terras Indígenas e concessões florestais e que representam 13% da Amazônia Legal. Atualmente, essas florestas ainda mantêm 92% de sua área coberta por vegetação nativa.
Já nas florestas públicas destinadas, as Terras Indígenas são as áreas mais preservadas no país, onde a perda de vegetação nativa foi equivalente a menos de 1% em 39 anos. Elas correspondem a 13% de todo o território nacional.
Áreas privadas
As áreas naturais sofreram maior impacto em propriedades privadas, onde a perda foi de 28% em 39 anos. No total de 281 milhões de hectares convertidos pela ação do homem até 2023, 60% está em propriedades privadas. Houve uma expansão de 228% das áreas que foram convertidas em agricultura e 76% nas que passaram a ser pastagem, depois de 1985.
Quando o relevo é analisado, foi observada uma diferença entre a zona rural e áreas urbanas. Terras mais planas foram mais afetadas no campo, onde regiões com inclinação de 0 a 3% perderam 20% de sua cobertura nativa. Já nas zonas urbanas, as áreas de encostas, com inclinação superior a 30%, foram as que sofreram redução da vegetação nativa, uma média de 3,3% ao ano.
“Essa informação sobre a declividade pode ser um dos fatores para entendimento de outros processos como os erosivos, deslizamentos, infiltração da água no solo. Então, quando a gente pensa em risco climático, o tipo de terreno também é fundamental para pensar em zoneamento e áreas destinadas à conservação”, conclui a pesquisadora do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia e da Mapbiomas, Bárbara Costa.
Após onda de calor, frente fria pode avançar sobre o país ainda nesta semana; veja previsão – Foto: reprodução
Após a onda de calor com recordes de temperatura, uma frente fria continental, associada a um ciclone extratropical no mar, deve avançar sobre o país a partir desta quinta-feira. Segundo o Climatempo, essa massa de ar polar não será tão intensa quanto a do início de agosto, mas o suficiente para provocar uma queda significativa nas temperaturas, principalmente nos estados do Sul.
De acordo com o MetSul Meteorologia, antes da chegada do ar frio, entretanto, são esperados vários dias de calor intenso no Sudeste e no Centro-Oeste, com máximas de 40ºC a 43ºC no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Entre a próxima sexta-feira e sábado, a frente fria deve avançar a partir da Argentina e do Uruguai, alcançando os três estados do Sul do Brasil. O ar frio, posteriormente, vai se mover para o Norte rumo ao Centro-Oeste e o Sudeste.
O Instituto de Meteorologia Nacional (Inmet) informou que as ondas de calor e baixa umidade devem persistir até esta quarta-feira nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte.
Portanto, as ondas de calor seguem nos estados de Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul – que tem alerta de perigo potencial para chuvas intensas – São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rondônia e Santa Catarina. Além disso, há um aviso de baixa umidade relativa do ar, que deve variar entre 20% e 30%, em quase todos os estados do Brasil, exceto Amapá, Roraima, Alagoas, Espírito Santo e Sergipe.
No último fim de semana, o calor atingiu níveis históricos em diversas cidades. No domingo, Manaus, no Amazonas, registrou a tarde mais quente de 2024 até agora, com a temperatura máxima de 36,7°C. Rio Branco, capital do Acre, também viu a temperatura subir para 36,7°C, superando o recorde anterior de 36,2°C, que havia sido registrado apenas dois dias antes.
Previsão para alguns estados
No Rio Grande do Sul, o ar frio começa a ingressar na quinta-feira e toma conta do estado na sexta. Diversas cidades do Sul, inclusive, podem ter marcas perto ou abaixo de 0ºC no próximo fim de semana e início da semana que vem.
Nas áreas de maior altitude do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, como no Planalto Sul Catarinense e Aparados da Serra, o MetSul Meteorologia prevê mínimas de 3ºC a 5ºC abaixo de zero. Porto Alegre, depois de uma quarta de calor, terá uma queda de temperatura também na quinta.
Grande parte do oeste do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e o sul de Mato Grosso do Sul, devem enfrentar temperaturas entre 5°C e 7°C abaixo do normal para o período, sinalizando um retorno marcante do frio após a onda de calor dos últimos dias.
Na cidade de São Paulo, onde grande parte da semana se espera muito calor, a frente fria deve levar chuva, além de derrubar a temperatura no próximo fim de semana. A tarde do domingo, por exemplo, pode ter mínimas abaixo de 10ºC na capital paulista.
No Rio de Janeiro, de acordo com o Inmet, o tempo deve começar a fechar a partir de quinta-feira, com o predomínio de nuvens no céu. No próximo sábado, os termômetros devem ficar entre 19ºC e 27ºC, o que figura uma queda na temperatura.
Presídio de Varginha firma parceria de trabalho com multinacional de peças automotivas – Foto: Sejusp/divulgação
As unidades prisionais administradas pelo Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG) têm sido cada vez mais procuradas pela iniciativa privada, para firmar termos de parceria de mão de obra carcerária. Foi o que aconteceu no Presídio de Varginha, no Sul de Minas, com a multinacional de peças automotivas Magneti Marelli, cujas atividades empregando a mão de obra de presos começaram na última semana.
Por enquanto, são três presos trabalhando em uma sala do presídio. Eles cuidam de embalar as peças do Centro de Distribuição da empresa, que funciona no porto seco do município de Varginha. Mas tudo indica que, em breve, será necessário um espaço maior e mais presos.
“Estamos muito otimistas com esta parceria, pois a Marelli é uma empresa conceituada no mercado. O fato de termos sido procurados significa um bom nível de confiança atingido pelo Depen, em relação à humanização e à classificação dos presos para as atividades laborais”, analisa o diretor do Presídio de Varginha, Fredson Ferreira.
Os presos trabalham de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Receberão o benefício da remissão de pena, ou seja, para cada três dias trabalhados, um a menos na pena; 3/4 do salário mínimo; e uma cesta básica por mês, que poderá ser retirada por um parente devidamente cadastrado e autorizado pela direção da unidade prisional. O termo de parceria de mão de obra carcerária foi assinado pelo período de um ano, mas pode ser renovado a cada 12 meses.
Polícia Civil de Minas Gerais abre concurso público com 255 vagas, e salário de até R$ 14,9 mil – Foto: reprodução
O governo de Minas publicou o edital de um novo concurso público para a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) na última terça-feira (20). São 255 vagas, com salários entre R$ 5,3 mil e R$ 14,9 mil. As inscrições se iniciam no dia 21 de outubro e seguem até 19 de novembro.
Confira as vagas do concurso da Polícia Civil:
delegado de polícia substituto: 54 vagas. Salário inicial: R$ 14.931,31;
perito criminal: 26 vagas. Salário inicial: a R$ 11.547,07;
A primeira etapa do concurso, uma prova objetiva, será realizada no dia 26 de janeiro de 2025 em Belo Horizonte. Os aprovados também farão uma prova oral e exames físicos.