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Jornal Folha Regional

Homem é encontrado morto no bairro Cachoeira da Lage

Na noite do sábado (06), um senhor de 58 anos, foi encontrado morto em sua residência no bairro Cachoeira da Lage em São José da Barra (MG).

Por volta das 22h, os vizinhos sentiram um forte odor, e acionaram a Polícia Militar que deslocou imediatamente e ao chegar no local comunicou ao irmão do falecido, que também compareceu de imediato.

De acordo com o Sargento Samuel, ele foi encontrado já em estado avançado de decomposição, pois, havia dias que estava morto. Tudo indica que as causas do óbito são naturais.

Foi acionada a perícia e o corpo liberado na manhã deste domingo (07), para a Funerária.

Ainda segundo informações o mesmo  residia no município há aproximadamente 20 anos e fazia uso contínuo de bebidas alcoólicas.

Ele foi levado para ser sepultado em sua cidade natal.

COPASA: O PESADELO PARA OS MORADORES DE ALPINÓPOLIS

Os moradores de Alpinópolis (MG), à anos vivem um grande pesadelo com a responsável pela água e também tratamento de esgoto da cidade. Além da péssima qualidade, o alto custo nas contas vem ocasionando diversos transtornos.

ENTENDA O CASO O POSICIONAMENTOS PASSADOS

Já no final do mês de junho de 2015, um projeto de lei de autoria do ex-prefeito Júlio Batatinha autorizando o município a celebrar convênio de cooperação com o Estado de Minas Gerais, tornando a Prefeitura de Alpinópolis apta a firmar contrato, com duração mínima de 30 anos (prorrogáveis por acordo entre as partes), para conceder os serviços de coleta e tratamento de esgoto do município.

Também ficou definida a integração dos serviços públicos municipais de abastecimento de água e de esgotamento sanitário ao sistema estadual de saneamento básico, devendo abranger, no todo ou em parte, as seguintes atividades e suas respectivas infraestruturas: captação, adução e tratamento de água bruta; adução, reservação e distribuição de água tratada; assim como a coleta, transporte, tratamento e disposição final de esgotos sanitários.

A lei ainda previa que toda edificação urbana seria conectada às redes públicas de abastecimento de água e esgotamento sanitário disponíveis e sujeita ao pagamento das tarifas e de outros preços públicos decorrentes da conexão e uso desses serviços.

Na exposição de motivos que acompanhou o projeto aprovado, Júlio Batatinha esclareceu na época que a prefeitura é responsável pelos serviços de saneamento, dentre eles, o abastecimento de água e de esgotamento sanitário. No documento foi descrito o investimento feito na infraestrutura do sistema de rede de esgoto municipal e construção da ETE (obra iniciada em 2012 e financiada com recursos da FUNASA), e argumentado que o complexo demandará a criação de estrutura específica para sua operacionalização. Rejeitada a criação da SASALP (proposta de autarquia municipal reprovada pelo Legislativo em dezembro de 2014) o prefeito alegou que seria mais vantajoso ao município repassar à COPASA a concessão dos serviços.

A Câmara Municipal de Alpinópolis aprovou a lei com cinco votos favoráveis e três contra. Votaram a favor Noé Bueno (PTB), Paulina do São Bento (PTB), José Antônio da COPASA (PTB), Adriano Ploc (PDT) e Luiz Paiva (PRB). Votaram contra José Acácio (PSDB), Sandra do Nequinha (PMDB) e Jaqueline da Rádio (PR). Os vereadores que se que posicionaram contra a concessão dos serviços à COPASA alegaram, basicamente, estar em desacordo com a imposição de qualquer tipo de novos impostos ou tarifas que venham a pesar no bolso do consumidor alpinopolense. Neste caso específico, os parlamentares defenderam a idéia de que a prefeitura poderia continuar sendo a responsável pela prestação do serviço, promovendo um reajuste coerente nos valores cobrados, ou mesmo que o Executivo voltasse com o projeto da SASALP, porém com uma cobrança inferior aos 60% propostos inicialmente. Também foi lembrado que Alpinópolis passará a receber, do governo estadual, o ICMS Ecológico, recurso que incrementará a receita municipal tornando-se um importante complemento para a manutenção deste sistema.

A tarifação da coleta do esgoto na cidade de Alpinópolis é prevista no Código Tributário Municipal (Lei 1.108/1990) e regulamentada pela Lei 1.126/1991 que institui a tarifa de serviço de esgoto. Essa última prevê que a tarifa é contribuição exigível a todos os proprietários de imóveis localizados em avenidas, ruas e praças beneficiadas diretamente pelo serviço de esgoto sanitário. De acordo com a norma vigente essa tarifa é cobrada anualmente junto com o IPTU e as atualizações de valores são feitas todos os anos pela Prefeitura Municipal. No último ano a cobrança foi padronizada no valor anual de R$ 23,29 (cerca de R$ 1,94 por mês).

Em março de 2016, o ex-prefeito Júlio César Bueno da Silva, o Júlio Batatinha, renovou o contrato com companhia com vigência de 30 anos, ou seja, vence somente no ano de 2046.

COPASA COMUNICOU A POPULAÇÃO

De acordo com o comunicado da COPASA o serviço passaria a ser cobrado em um percentual de 90% sobre o valor pago pelo consumo de água de cada imóvel ligado à rede e que envia o esgoto para a ETE. Em uma simulação dessa natureza de cobrança um cidadão que, por exemplo, atualmente paga R$ 40 pelo consumo mensal de água passará a pagar mais R$ 36 pela coleta e tratamento de esgoto a partir de janeiro de 2017, e sua conta irá totalizar R$ 76.

No final do ano de 2016, todas às residências do município de Alpinópolis receberam um comunicado dando ciência à população de que, a partir de janeiro de 2017, a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA) passaria a cobrar uma tarifa pela coleta e tratamento de esgoto no percentual de 90% do valor cobrado pelo fornecimento de água.

O texto esclarecia que, desde junho de 2016, a empresa também seria  responsável pela Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da cidade e que o serviço, ora prestado pela Prefeitura Municipal, passaria a ser feito pela COPASA que executaria o total tratamento do esgoto antes de ser devolvido ao Ribeirão Conquista. A concessão está de acordo com um contrato de programa assinado entre a administração alpinopolense e a empresa e amparada por legislação municipal (Lei 2.075/2015) e federal (Lei 11.445/2007).

A COPASA ainda comunicou que, além de tratar o esgoto, a empresa continuaria responsável por executar todas as manutenções em redes e ligações de esgoto, desentupir e corrigir vazamento de esgoto e executar obras de melhorias, expansão e ampliação do sistema. A tarifa a ser cobrada por todos estes serviços equivale a 90% do que o consumidor paga pelo consumo de água de seu imóvel, estando a mesma de acordo com as normas estabelecidas pela Agencia Reguladora dos Serviços de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (ARSAE/MG). O percentual é o mesmo praticado em todos os municípios onde a empresa atua com o tratamento de esgoto. Outro ponto destacado é que o serviço apenas será cobrado nos imóveis que estão ligados à rede e tem seu esgoto encaminhado à ETE.

POSICIONAMENTO DO EX-PREFEITO ZÉ DA LOJA

Já no dia 12 de dezembro de 2019, o ex-prefeito José Gabriel dos Santos Filho, o Zé da Loja, declarou, por meio de suas redes sociais, que sancionou uma lei, aprovada pela Câmara Municipal, que o autorizava a reincidir o contrato com a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA).

Importante ressaltar que a Lei 2.219/2019, sancionada por Zé da Loja, por si só, não tem o poder de extinguir o contrato assinado entre a Prefeitura Municipal e a COPASA. Trata-se apenas de um dispositivo legal que permite ao prefeito realizar a rescisão, cabendo ao Executivo tomar as próximas providências, caso tenha realmente a intenção de romper com a empresa. Assim, ainda depende que o prefeito adote alguns trâmites legais para que se efetive o desligamento da companhia que presta serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na sede do município de Alpinópolis.

A lei sancionada por Zé da Loja também determina a revogação de duas outras leis, uma que permitiu a assinatura do referido contrato por seu antecessor no cargo, e outra que isenta a COPASA de pagar tributos ao município.

O ex-prefeito, por meio de uma postagem em seu perfil pessoal nas redes sociais – contendo texto e vídeo – fez o comunicado da sanção. Zé da Loja, apesar de ter confirmado que a norma assinada por ele era tão somente autorizativa, fez a seguinte declaração, claramente destinada ao Legislativo: “O projeto está sancionado, a caneta funcionou, teremos agora mais alguma coisa sobre o assunto?”

No entanto, em momento algum, o ex-prefeito esclareceu se levaria em diante – ou não – o processo de rompimento de contrato com a COPASA, ato que depende exclusivamente de providências a serem adotadas pelo Poder Executivo, pelo menos nesse próximo momento.

Na postagem, Zé da Loja comentou que muitos não acreditavam, ou mesmo não queriam, que ele sancionasse a lei com o intuito de “poder jogar a culpa em alguém”. Disse também que “tudo que foi falado até hoje sobre COPASA, por alguns vereadores, nada se concretizou, apenas iludindo a população, porque eles têm conhecimento da realidade, mas preferem omiti-la”. Referindo a legislatura da época.

Entre outras coisas, o então Executivo em exercício na época, ainda citou que toda a documentação do processo de cessão dos serviços à companhia está devidamente guardada nos arquivos municipais e orientou o cidadão a não acreditar em tudo que publicam na internet, mas sim que procure saber a verdade sobre o que realmente aconteceu.

Em tom de desabafo, o mandatário encerrou o post dizendo não ter nenhum tipo de vínculo com o caso COPASA e sugeriu que foram “alguns vereadores” os que participaram diretamente desse processo de concessão, em clara referência a determinados componentes do bloco de oposição. “Não tenho história com a COPASA, mas alguns vereadores que estão ai hoje, participaram de todo o processo, alguns como vereadores, e outro como cargo de confiança dos dois poderes, Legislativo e Executivo. Volto a repetir, se era de minha assinatura que necessitava, está assinado”, concluiu o ex-prefeito.

Alguns vereadores se apressaram em contestar Zé da Loja e cobrar, de fato, que ele iniciasse os trâmites burocráticos para o rompimento do contrato com a Copasa, já que a Câmara não tem poderes para tal. A justificativa indicada pelos parlamentares para que se pudeseem levar o processo adiante, seria porque a COPASA não vinha cumprindo integralmente o contrato e, diante disto, seria possível invocar a “cláusula décima quinta: da denúncia e da rescisão”.

Rafael Freire, que na época era vereador e então líder da oposição e responsável pela proposição do projeto, disse ter ficado positivamente surpreendido com a decisão do prefeito e pediu que Zé da Loja, iniciasse as tratativas com a COPASA para que, de fato, o contrato fosse desfeito e a cidade se livrasse da companhia. Também declarou, em nome da bancada de oposição, apoio para dar sequencia à anulação do contrato de programa. “Quero cumprimentar o senhor Zé da Loja pela decisão tomada. Esse ato, em minha opinião, somente vem reforçar a ideia de que algo não está correto com os serviços prestados pela COPASA em Alpinópolis. Agora cabe a ele, como prefeito, dar sequência ao processo, pois não basta simplesmente sancionar a lei, que é somente autorizativa e configura apenas uma etapa do processo, mas também determinar que o departamento jurídico da prefeitura inicie os procedimentos para que seja feito o destrato, ou seja, que o contrato seja rompido. Conto mais uma vez com a boa vontade demonstrada pela administração e espero que, em breve, estejamos recebendo a notícia de que o prefeito já organizou toda a papelada para acabar logo com essa história e o povo de Alpinópolis se veja livre dessa companhia”, declarou.

Já o ex-vereador Valdeci Pimenta Freire, o Valdeci do Toti (DEM), também do bloco oposicionista, foi enfático ao dizer que o Legislativo fez sua parte, inclusive adiantando uma etapa no processo, já que a lei para rescisão, que deveria ser de iniciativa do Executivo, foi proposta pelos próprios parlamentares. Disse também que só dependeria do prefeito para que o contrato seja descontinuado, uma vez que ele já está devidamente autorizado para isso. “Os vereadores fizeram sua parte, ou seja, propuseram e aprovaram a lei. O prefeito sancionou, mas a coisa não acaba aí, é preciso que ele agora se reúna com seus advogados e veja qual o melhor caminho para acabar com esse contrato. A gente sabe que é um processo complicado, mas precisa ser feito, pois o povo não aguenta mais pagar uma conta tão cara e, muitas vezes, ver que o serviço é mal feito. A bola está com o prefeito, agora é só fazer o gol”, disse o parlamentar.

O EX-PREFEITO EM NOTA INFORMOU

“Dito em várias reuniões da câmara e depois divulgado para a população, que bastava minha assinatura para que tudo fosse resolvido. Está sancionado o projeto. Se não era só isso, então houve uma grande ilusão com a população de Alpinópolis. Porém o que mais me assusta é ver a postura de alguns vereadores em querer rescindir só agora o contrato com a COPASA, mas não tiveram essa postura quando tudo se iniciou, pois dois vereadores que estão na câmara hoje, foram contra a criação da autarquia municipal, proposta no ano de 2014 que iria se chamar SASALP, que a tarifa de tratamento de esgoto seria muito menor, porém votaram contra. Inclusive a atual presidente da Câmara, que era também a presidente da época e desempatou pela não criação da autarquia municipal, que teria tarifas bem menores. E o vereador autor do projeto mais me estranha ainda, pois quando a autarquia municipal foi reprovada ele era chefe de gabinete do ex-prefeito, com atuação nos tramites. E quando o projeto que autorizava o Município a iniciar as tratativas para a concessão com a Copasa, foi votado, e o mesmo era assessor administrativo do legislativo, que tinha como função, o assessoramento de vereadores. Será que a tarifa só ficou cara e virou um absurdo depois que ele se tornou vereador? Quando ele era cargo de confiança da câmara e o projeto foi aprovado a tarifa já era 90%, e não era um absurdo? Porque ele não ‘deu o grito’ quando o projeto estava sendo votado, ele estava lá. Porque não assessorou os vereadores falando que 90% era muito para a população pagar, que era desumano submeter o povo a pagar contas de 200, 300 ou 400 reais como ele diz agora? O que observo e que querem usar de um assunto de extrema importância, um assunto de saúde pública, como bandeira política para fins eleitoreiros, praticando uma desinformação para com a população, ir levando esse assunto até quando der. Mas eu trato esse assunto com extrema importância e responsabilidade, pois pesa em mim as consequências dos meus atos e reflete na vida dos alpinopolenses. Estamos cobrando sempre e fiscalizando uma prestação de serviço efetiva e com qualidade, pois reflete na vida da população. Peço a população para que quando tiver algum problema com água ou esgoto procure os órgãos de controle e fiscalização, que são Prefeitura, Arsae, COPASA e Ministério Público, não aceite ser usado para jogo político”, respondeu o prefeito.

ATUAL PREFEITO QUER REINCINDIR CONTRATO COM A COMPANHIA

O pesadelo com a COPASA continua, além das contas altíssimas que o consumidor recebe, a população está tendo acesso à uma água de péssima qualidade.

“A cidade inteira está recebendo uma água escura, uma péssima qualidade e estamos pagando caríssimo por este serviço. Tem que tirar a taxa abusiva que a COPASA está cobrando de nós. E se não pagarmos a conta em dia, eles vem e cortam”. Informou a moradora Marlene.

Nas redes sociais de muitos moradores de Alpinópolis, a indignação e imagens foram publicadas, onde pedem socorro e ações imediatistas.

PREFEITO MANIFESTA

Na última sexta-feira (05), o prefeito municipal Rafael Henrique da Silva Freire (PSB), decidiu notificar a COPASA e disse que o contrato poderá ser rescindindo em breve.

A Vigilância Sanitária visitou algumas moradias e observou a turbidez da água em 27% delas.

“Após diversas denúncias, foi comprovado o atual estado da água distribuído pela COPASA. Sendo assim, notificaremos a Companhia, devido a mesma estar deixando a desejar na qualidade do serviço. Os problemas não são recentes, estamos tomando as providências cabíveis para que possamos encerrar o contrato, mas também pedimos paciência para a população ao longe desse processo”. Informou o prefeito.

O Executivo ainda avalia se uma nova companhia deve ser contratada por meio de licitação, ou se o município criará a sua própria autarquia.

“Pedimos a população que ao notar qualquer irregularidade na água, denuncie por meio do telefone da vigilância sanitária. O número é (35) 3523-2641”. Finalizou Rafael.

Acidente entre carro e caminhão deixa três vítimas fatais em Paraíso

Na última sexta-feira (05), um acidente entre carro e caminhão, na rodovia MG-050, deixou três vítimas fatais.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o veículo Gol em que estavam quatro trabalhadores rurais, seguia de Itaú de Minas para São Sebastião do Paraíso, quando invadiu a pista contrária e chocou-se com o caminhão.

Das quatro pessoas que estavam no carro, três morreram na hora. Já a quarta vítima, foi encaminhada para o hospital da Santa Casa de São Sebastião do Paraíso com poli traumatismo. O motorista do caminhão, não sofreu ferimentos.

Fonte: Portal Onda Sul

Motorista tem carro pichado após estacionar na entrada de vila de Botafogo

O veículo estava na Rua Álvaro Ramos e teve a parte traseira pintada com a palavra “garagem”

Um motorista teve o carro pichado depois de estacionar na entrada de uma vila, na Zona Sul do Rio. Alguém escreveu “garagem” na parte traseira do veículo, parado na porta casa casas. O caso aconteceu na rua Álvaro Ramos, em Botafogo

O dono do automóvel, o pedreiro Severino de Souza Félix, trabalha em uma obra na região. O motorista reconheceu a falha, mas pergunta se um erro pode justificar outro

Colegas de profissão do pedreiro ajudaram na limpeza do carro. Ninguém assumiu a autoria da pichação.

De acordo com psicóloga Aline Saramago, esse tipo de comportamento é uma tentativa desequilibrada de fazer justiça por conta própria. Para a especialista, casos como esse reforçam a necessidade de reflexão e diálogo.

Procurada, a Guarda Municipal do Rio informou que em caso de flagrantes de irregularidades, como o estacionamento em local proibido ou em porta de garagem, o cidadão deve registrar a denúncia por meio da Central 1746 da Prefeitura.

Ainda segundo a corporação, quando os agentes flagram algum delito, como no caso de um carro pichado, o autor é detido e encaminhado para a delegacia da área para registro da ocorrência.

Foto: Gustavo Sleman

Caminhão guincho perde controle e bate em muros de duas residências em São José da Barra

Na manhã deste sábado (06), um caminhão guincho perdeu o controle e evadiu duas residências na Avenida Barra Velha, no centro de São José da Barra (MG).

De acordo com a moradora Gabriela de Almeida, a casa dela foi a  mais afeta.

“O ocorrido foi por volta das 7h30, e eu estava dormindo no quarto que faz frente com o portão. Por pouco não morri. Acordei Com muito susto, abri a janela e já estavam retirando o caminhão. Daí eu acionei a Polícia Militar, pois, caso contrário penso iria retirar o mesmo e nem nos comunicar”. Informou Gabriela.

No momento estava na residência Gabriela e duas crianças, uma de 5 e outra de 8 anos.

O proprietário do guincho esteve na residência e comunicou que dará toda assistência ao prejuízo ocasionado.

De acordo com o Cabo Pietro, não houve vítimas, somente danos materiais e até o fechamento da matéria ele não havia conversado com o proprietário do guincho.

WhatsApp libera chamadas de voz e vídeo pelo computador; veja como usar

O WhatsApp liberou nesta quinta-feira (4) chamadas de voz e vídeo pelo computador, por meio dos aplicativos para Windows e Mac. A ferramenta, no entanto, não funciona no WhatsApp Web, que é aberto pelo navegador do computador. É preciso baixar o aplicativo para o computador.

Além disso, só é possível fazer ligações individuais, o recurso de chamadas em grupo de até 8 pessoas ainda não está liberado.

A janela das chamadas de vídeo funciona nos modos paisagem e retrato, pode ser redimensionada, e está configurada para ficar sempre em primeiro plano em relação às outras janelas.

A liberação das chamadas no computador será feita de forma gradual, então é possível que a opção não apareça imediatamente para todas as pessoas. O WhatsApp, porém, está liberando a atualização no mundo todo.

Como fazer ligações pelo WhatsApp?

1. Baixe o aplicativo do WhatsApp para Windows ou Mac;

2. Faça o login com o seu WhatsApp. No Android, toque no ícone de três pontinhos localizado na parte de cia da tela e aperte em “WhatsApp Web”. No iPhone, clique no ícone da engrenagem (Ajustes) que fica na parte de baixo e toque em “WhatsApp Web/Computador”.

3. Em seguida escaneie o QR Code;

4. Abra uma conversa e ao lado da foto e do nome do seu contato, clique no ícone de ligação por voz ou vídeo.

Pastor é preso por tráfico de drogas e posse de arma

Na última quarta-feira (3), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu preventivamente um pastor de 37 anos suspeito de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo em Passos (MG). Investigadores chegaram até ele após uma grande apreensão ocorrida há cerca de duas semanas na cidade.

De acordo com o delegado Danilo Gustavo foram apreendidos 30 quilos de maconha, quatro quilos de cocaína, 800 gramas de crack, uma arma de fogo e munições que estavam no interior de um veículo importado, também apreendido.

“Conforme apurado, a droga comercializada pelo suspeito vinha de Ribeirão Preto (SP) e era distribuída em todo o município de Passos”, disse.

Segundo o delegado, o pastor estava sendo investigado há dois meses. Ele também é suspeito de integrar uma organização criminosa. No momento de sua prisão, ele estava na frente da casa de um membro de uma quadrilha de São Paulo, conforme a PCMG.

Prefeitura de Itaú de Minas é notificada por dívida milionária com a Cemig

A atual gestão de Itaú de Minas (MG), foi pega de surpresa ao receber notificação da Cemig, com uma dívida de R$ 4.979.118.91 (quatro milhões, novecentos e setenta e nove mil reais e noventa e um centavos.

De acordo com Vice-Prefeito Mateus Vilela, a atual gestão está em negociação com a prestadora de serviços, porém, a mesma tem mostrado resistência devido o não cumprimento de acordos da gestão anterior.

“A energia em alguns prédios públicos foi cortada, somente os setores de Educação, Saúde e Administração que não tiveram os serviços interrompidos. Nas oficinas, parque de eventos entre outros, estão sem acesso a este serviço básico. Essa dívida é referente à novembro de 2017 a dezembro de 2020. O ex-prefeito deixou de pagar, daí foi acumulando juros e chegou a este altíssimo valor”. Informou Matheus.

O prefeito Norival Lima juntamente com o vice estão lutando para renegociar e assim quitar o débito.

“Já fomos em Belo Horizonte nos órgãos competentes para regularizarmos a situação. Não será fácil, mas nossa administração está à disposição para organizar a casa, principalmente tornar transparente todos os atos a população”. Finalizou o vice-prefeito.

Moto da Prefeitura de São José da Barra é furtada

Na manhã desta segunda-feira (1⁰), funcionários da prefeitura de São José da Barra (MG), ao chegarem no prédio da administração para trabalharem, se deparam com uma porta de vidro quebrada e a motocicleta não estava no estacionamento.

A Polícia Militar foi acionada e um Boletim de Ocorrência foi registrado, porém, não se sabe se o furto ocorreu na sexta à noite, sábado ou domingo.

De acordo com a Polícia Militar, a moto estava no estacionamento na parte debaixo da prefeitura, e o autor cortou o alambrado para subtraí-la.

“Ao entrar pelo portão dos fundos, tem um corredor com uma porta blindex e o indivíduo quebrou a mesma, porém, não furtou nada além da moto” . Informou o militar.

A PM e Polícia Civil estão trabalhando para encontrar a motocicleta, a qual tem pistas que se encontra na cidade de Passos (MG).

Até o fechamento da matéria a mesma não havia sido encontrada.

Deputado Emidinho Madeira e representantes da ALAGO e AMEG falam sobre pautas em reunião

Foi  realizada na manhã desta segunda-feira (1°), em Carmo do Rio Claro (MG), uma reunião em parceria com a Associação dos Municípios do Lago de Furnas (ALAGO) e a Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Rio Grande (AMEG), por intermédio do deputado federal Emidinho Madeira, e com os prefeitos e vice-prefeitos da região. O objetivo da conferência foi unir forças em prol da luta pelas Cota 762 e Cota 633, que define as cotas mínimas para os Lagos de Furnas e Peixoto, as travessias das balsas de Furnas, o Projeto Plantando águas de Furnas e Peixoto, além de apresentar projetos de interesse das associações e municípios.

Foi discutido o projeto sobre a travessia de balsas, onde o deputado solicitou a troca da embarcação e a substituição por novas. Segundo Emidinho Madeira, a sugestão foi acatada por Furnas, que pediu ajuda para organizar as questões operacionais sobre a balsa.

Colocaram em pauta também, o projeto ‘Plantando Águas para Furnas e Peixoto’, que prevê a plantação de milhares de mudas para recuperar e preservar as nascentes em todos os municípios que margeiam as represas de Furnas e Peixoto. Pela proposta, Furnas fornecerá mudas, adubo, arame e todo o material necessário para cercar e proteger as nascentes.

De acordo com os representantes da AMEG e ALAGO, as reuniões são de extrema importância para unir forças entre as lideranças políticas da região, para que as associações ganhem força e reconhecimento. Para o prefeito de Carmo do Rio Claro, Filipe Carielo, é um passo muito importante na luta que trará diversos benefícios não só para o município de Carmo, mas para toda a região.

Estiveram presentes o deputado Emidinho Madeira, o presidente da AMEG e prefeito de São José da Barra (MG) Sérgio de Oliveira, o presidente da ALAGO, prefeito de Cristais Djalma Carvalho e o prefeito de Carmo, Filipe Carielo. Mais 22 municípios também foram representados na reunião pelos prefeitos, vice-prefeitos e assessores do deputado estadual Cássio Soares e Senador Rodrigo Pacheco.

Via: Portal Onda Sul.

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