Pular para o conteúdo principal

Jornal Folha Regional

Lago de Furnas tem melhor nível para mês de outubro em 10 anos

Foto: Reprodução / EPTV

O volume útil nesta quinta-feira (21) era de 59,6%. A última vez que este nível foi alcançado foi em 2011.

O Lago de Furnas tem o melhor nível para um mês de outubro em 10 anos. O volume útil nesta quinta-feira (21) era de 59,6%. A última vez que este nível foi alcançado foi em 2011.

Segundo o prefeito de Fama (MG), uma das cidades banhada pelo lago, afirmou que um dos motivos deste aumento no nível da água é a cota 762.

“Normalmente a balsa está parada porque não dá pra fazer a travessia porque abaixa demais e ela fica encalhada. […] Valeu a pena. Eu acho que temos que lutar pra manter a 762 e jamais abaixar ela”, afirmou Osmair Leal dos Reis.

O aumento no nível da água do Lago de Furnas é importante para a economia das cidades banhadas pela represa. Em Fama, além do turismo, a área da saúde também era impactada pelo baixo volume útil.

“O turismo hoje é a máquina que gera emprego mais rápido, mais economia para o município. Fama tem neste tempo recebido muitos turistas. Todos os anos, a balsa nesta época tem que parar. E atrapalha demais quem vem de Campos Gerais-Alfenas, porque Alfenas atende muito nós na Saúde. A balsa hoje está funcionando graças a 762, se não estava parada”.

Via EPTV

Minas Gerais é o segundo estado mais procurado por turistas no país

Foto: Cachoeira da Capivara – Capitólio / Reprodução

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Ministério do Turismo, revelaram que Minas Gerais é destaque no turismo nacional. Em 2021, o estado foi o segundo mais procurado para viagens e o quinto com o maior gasto total em rotas no país.

Dentre os destinos mais disputados, destacam-se os distritos de Monte Verde, em Camanducaia, no Sul de Minas, Lavras Novas, em Ouro Preto,  a Serra do Cipó, distrito de Santana do Riacho e Lago de Furnas, em Capitólio.

Foto: Cachoeira da Capivara – Capitólio / Reprodução

Ainda segundo a pesquisa, as viagens para Minas Gerais representaram 11,4% das nacionais, ficando atrás apenas de São Paulo (21%).

O estado mantém a posição e participação na distribuição desde 2020, onde também ocupou a segunda colocação.

“Minas se destaca por seu povo hospitaleiro e sua enorme riqueza cultural. O turismo é uma forma de propiciar experiências e incentiva os pequenos negócios e a economia criativa, além de impulsionar investimentos locais. Como resultado, gera emprego, renda e estimula setores importantes da economia”, explica o secretário de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira.

Charme de Minas Gerais

Um dos lugares mais procurados por turistas na hora de vir para Minas, Monte Verde é um local romântico e charmoso. Uma pequena vila de montanhas verdes, cercada por pinheiros.

Durante o dia, o turista pode apreciar a paisagem em caminhadas por trilhas, como a do Pinheiro Velho, a mais famosa de todas.

É conhecida como Suíça mineira, a região possui natureza privilegiada e baixas temperaturas.

Foto: Monte Verde – Camanducáia / Reprodução

Empresários são alvo da Operação Mediania: eles atuam em fraudes tributárias milionárias no setor náutico em Capitólio

Grupo econômico é investigado pela prática sistemática de sonegação fiscal e lesão à livre concorrência

Foto: MPMG

Na manhã desta quinta-feira (20), foi deflagrada pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA-MG) a Operação Mediania, que tem como objeto a apuração de fraudes tributárias por grupo econômico que atua na fabricação e comercialização de embarcações de alto luxo, cuja sede do estaleiro se situa no município de Capitólio (MG).

Além do crime de sonegação fiscal, os empresários envolvidos podem responder pelos crimes de associação criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.Ao todo estão sendo cumpridos doze mandados de busca e apreensão nos Estados de Minas Gerais (Capitólio e Piumhi) e São Paulo (Capital e Ribeirão Preto), além de ser efetivada a indisponibilidade de bens imóveis, embarcações, veículos, contas bancárias e investimentos pertencentes aos investigados.

Apesar de estar distante do litoral brasileiro, Minas Gerais se destaca na fabricação de embarcações, principalmente daquelas entre 16 e 45 pés (5 a 13,5 metros).

O grupo econômico investigado ocupa posição relevante no mercado nacional, propagandeando a venda de aproximadamente 1000 embarcações por ano, além de registrar no último mês de setembro, durante o evento ‘São Paulo Boat Show 2022’, a entrega de seu barco de número 20 mil.

Além das vendas no território nacional, o grupo econômico também exporta embarcações. Como modelo de negócio, os investigados adotam diversas práticas ilícitas para não realizar o recolhimento de ICMS devido ao Estado de Minas Gerais na comercialização de embarcações.

Foto: MPMG

Segundo apurado, havia um sistemático subfaturamento do valor da venda, prática conhecida como “meia nota”, para que o valor do ICMS devido fosse reduzido, em média, pela metade. Essa prática, além de caracterizar crime de sonegação fiscal, acarreta uma grave distorção de mercado e afeta a concorrência leal no setor náutico, já que o grupo econômico passa a ter vantagem estratégica em relação aos seus concorrentes que pagam integralmente os tributos. É também investigado o crime de lavagem de dinheiro, em razão do grupo econômico utilizar empresa constituída em nome de “laranja”para a venda das embarcações sem a emissão de nota fiscal, prática conhecida como “saída desacobertada”.

Os prejuízos aos cofres públicos estão sendo quantificados pela Receita Estadual, mas os cálculos preliminares indicam que o valor sonegado, somado às penalidades pela prática da “meia-nota” atingem, no mínimo, R$ 15 milhões de reais, sem prejuízo daqueles decorrentes das demais fraudes investigadas.

O nome da operação, Mediania, diz respeito a uma linha imaginária que separa o boreste e o bombordo, lados direito e esquerdo de uma embarcação, que, neste caso, espelha a forma como a sonegação ocorria, com a prática de “meia nota”, dentre outras fraudes fiscais.

A operação é resultado de uma Força-Tarefa constituída pelo Ministério Público, através do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Ordem Econômica e Tributária (CAOET), Receita Estadual de Minas Gerais, Polícia Militar e Polícia Civil, na regional do CIRA em Varginha. Além da articulação interinstitucional no âmbito do CIRA, as investigações contaram com o apoio do GAECO-Passos, GAECO-Varginha, GAECO-São Paulo e GAECO-Ribeirão Preto, com a participação de 12 promotores de justiça, 2 Delegados de Polícia, 36 servidores da Receita Estadual de Minas Gerais, 2 servidores do MPMG, 2 servidores do MPSP, 31 policiais militares e 22 policiais civis, dos Estados de Minas Gerais e São Paulo.

15 anos do Cira Mineiro

Criado em maio de 2007, o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) é uma iniciativa pioneira, que inspirou a criação de estratégias semelhantes em outros estados.

Através da articulação do Cira, o Ministério Público de Minas Gerais, a Receita Estadual e as polícias Civil e Militar, ao longo de 15 anos, realizaram investigações de fraudes heterodoxas estruturadas, com significativos resultados para a recuperação de ativos para a sociedade mineira e na defesa da livre concorrência.

Recentemente, a Polícia Rodoviária Federal aderiu a articulação e presta importante apoio operacional. São mais de R$ 16 bilhões de ativos ilícitos recuperados aos cofres públicos no período.

Pedreira desativada é um dos locais mais visitados na região do Lago de Furnas

Uma antiga pedreira desativada, onde as máquinas de extração atingiram o lençol freático formou um lago azul belíssimo.

Quando o sol reflete na água ela muda a tonalidade da cor.

A Pedreira da Lagoa Azul fica localizada no município de São João Batista do Glória (MG), porém, está mais próximo de São José da Barra (MG), e para chegar é muito fácil, diversos 4×4 poderá te levar nesse paraíso.

Fotos: Pousada Sítio Urbano

Pesquisa mostra que turismo e exportação geraram mais empregos no país

Segundo uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), municípios com vocação turística ou que se destacam na produção e exportação de commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado internacional) estão contribuindo para a redução do desemprego no país. O levantamento analisou os 5.570 municípios do país, dos quais foi feita uma seleção de cidades que empregam pelo menos 10 mil trabalhadores formais. O resultado encontrado abrangeu mais de 660 municípios.

“A gente analisou município a município como evoluiu o estoque de empregados”, disse o economista da CNC Fabio Bentes. Foi considerado o período de julho de 2020, quando o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) começou a registrar saldos positivos, depois da primeira onda da pandemia do novo coronavírus (covid-19), até fevereiro de 2022.

Em um ranking dos 20 municípios que mais geraram vagas de emprego, em termos relativos, os pesquisadores da CNC observaram que 15 deles são polos turísticos ou polos produtores e exportadores de commodities. “Dos 20, dez são turismo, como Porto Seguro (BA), Araruama (RJ), Balneário Camboriú (SC), entre outros”. Em termos de commodities, predominam os municípios com atividade de mineração.

Destaques

De acordo com a sondagem, Canaã dos Carajás (PA) foi o município com maior variação positiva de ocupações no mercado de trabalho formal durante o período: 66%, ou o equivalente à criação de 7.370 vagas. Já as quatro cidades nas posições seguintes do ranking são localidades com vocação turística: Porto Seguro (BA) registrou avanço de 52% (10.019); seguido por Vacaria (RS), com 44% (7.164); Araruama (RJ), com 39% (5.019); e Ipojuca (PE), com 37% (7.452). As commodities agrícolas também foram destaques nos municípios de Pederneiras (SP), com elevação de 23% dos postos de trabalho (2.590) e Santo Antônio de Jesus (BA), também registrando avanço de 23% (4.152), nos quais predominam as produções de açúcar e citricultura, respectivamente.

Segundo Fabio Bentes, a conclusão é que o efeito da retomada da economia, depois das fases mais agudas da pandemia, privilegiou municípios produtores de commodities e, no caso do turismo, setor que mais sofreu na pandemia, observou-se que, nesse momento, tende a acumular a geração de postos de trabalho nos últimos 20 meses, e é o que tem se recuperado de forma mais evidente. “Foi o que mais apanhou durante a pandemia, mas em compensação, e justamente por conta disso, é o que tem mais potencial de regeneração do mercado de trabalho”, disse Fabio Bentes.

O economista disse que olhando pelo Caged, o mercado de trabalho brasileiro gerou, nesse período de 20 meses, mais de 4,44 milhões de vagas, o que demonstra avanço de 12% no estoque de todos os municípios. “Mas a gente teve municípios com taxa de crescimento de 70%, 50%, 40%. Ou seja, um indício de que, passadas as fases mais agudas da pandemia, o turismo, de certa forma, está conseguindo se regenerar”.

Bentes destacou que o setor ainda não voltou a empregar a mesma quantidade de pessoas que empregava antes da pandemia, da ordem de 3 milhões de trabalhadores em atividades turísticas. Hoje, está na casa de 2,8 milhões.

“É um setor que tem potencial de recuperação, mas por conta da deterioração das condições econômicas, como inflação alta, juros altos, determinados serviços com preço variando de forma significativa tendem a colocar um freio nessa tendência de recuperação. Sai de cena a crise sanitária e entra em cena essa deterioração das condições econômicas. Daí o Índice de Preços ao Consumidor Amplo [IPCA] de 11%, que prejudica o setor de turismo”, explicou. O economista não descartou, entretanto, que o número de empregados contratados pelo setor de turismo retorne a patamares anteriores à pandemia. Mas tudo vai depender da melhora da economia, do não surgimento de uma nova onda da covid-19.

Fabio Bentes disse que após a criação de 2,76 milhões de vagas em 2021, ano em que a economia brasileira cresceu 4,6%, a perspectiva de avanço mais modesto do Produto Interno Bruto (PIB) este ano, da ordem de 0,5%, deverá levar à geração de menos postos de trabalho. Diante desse cenário, a CNC projeta para este ano saldo positivo de 1,61 milhão de vagas de trabalho formais.

Prefeitura Municipal de Alpinópolis solicita retirada de ônibus para fins turísticos no município

Neste momento, a Prefeitura Municipal de Alpinópolis (MG), por meio da Vigilância em Saúde, com o apoio da Polícia Militar, está no local onde os ônibus turísticos estavam estacionados.

De acordo com o último Decreto Municipal está proibido a circulação de Ônibus, micro-ônibus e vans no município.

Assim que o prefeito de Alpinópolis ficou ciente dos fatos, já solicitou a equipe de fiscalização para averiguar a veracidade dos fatos.

“Nossa equipe é muito eficiente e realmente encontrou diversos ônibus em nosso município, sendo assim todos foram notificados e solicitado a retirada dos ônibus no mesmo instante. Não é o momento de brincarmos e regras têm que ser seguidas por todos. Agradeço a população que tem contribuído com as denúncias, pois, quem não seguir as regras tem que ser punido. Os nossos comércios estão respeitando, e sofrendo muito, mas se todos ajudarem em breve venceremos. Esta ação foi decidida em conjunto com os  prefeitos da região”. Afirmou Rafael Freire.

De acordo com populares que estão passando pelo local, os ônibus estão indo embora e um alvoroço por parte dos turistas está acontecendo.

Em breve mais informações.

Ônibus de turismo chegam na região para embarcarem em São José da Barra onde o decreto não proíbe passeios náuticos

A redação do Jornal Folha Regional recebeu diversas informações que alguns ônibus de turismo estão chegando na região, e estacionados no município de Alpinópolis (MG).

Segundo informações, os ônibus estacionam próximo ao Posto JF em Alpinópolis (MG), e outros no condomínio Mirador em São João Batista do Glória (MG).

Os turistas descem dos ônibus e uma van e carros particulares transportam os turistas até os pontos de saídas de embarcações.

A prainha de São José da Barra (MG) tem sido um ponto de saída das embarcações, onde imagens foram tiradas às 11h40 deste domingo (24).

“Estou passando essas informações porque não acho justo com outros empresários, e só Deus sabe o que estamos passando nesse momento. Perderam a compostura e o respeito por vidas em troca de dinheiro, absurdo isso, sejamos justos, isso tem que ter limites”. Lamenta um empresário do turismo.

Outro popular afirma que não acha justo o comércio fechar na região, e os clandestinos ganharem dinheiro.

O prefeito de Alpinópolis Rafael Freire, disse que já está tomando todas as medidas neste exato momento.

“Temos o compromisso com o povo em manter o Decreto e não passar a mão na cabeça de ninguém, afinal a lei vale para todos”. Afirma o prefeito.

O prefeito de Capitólio também já está tomando todas as medidas necessárias.

O presidente da ASETUR Vinícius Benetti, afirma que as embarcações realmente estão saindo da Prainha, porque no decreto de São José da Barra, não existe nenhum tipo de proibição.

“Tem algo no decreto falando das operações náuticas? Pois, não achei nada!” Afirmou Vinícius.

A redação do Jornal Folha Regional esteve na Prainha de São José da Barra e realmente está chegando diversos veículos e as lanchas trabalhando normalmente.

Os proprietários do Restaurante JF, entraram em contato com o Jornal Folha Regional e informaram que não estão atendendo nenhum ônibus, além de estarem seguindo todas as normas e protocolos impostos pela Prefeitura Municipal de Alpinópolis para o funcionamento do mesmo, tais como o uso de máscaras, álcool em gel, distanciamento e quantidade mínima no interior do estabelecimento. Segundo Rebeca Ramos, o restaurante funciona de maneira correta seguindo os regulamentos e continuará funcionando desta forma sempre que sair novo decreto.

Prainha de São José da Barra abre para embarques e visitas

No dia 21 de dezembro no restaurante Prosa do Mineiro, município de Alpinópolis (MG), aconteceu uma Assembleia Geral Extraordinária com associados da ASETUR (Associação das Empresas de Turismo de São José da Barra), para deliberação dos seguintes assuntos:
Votação para entrada de novos associados;


Regras de funcionamento de passeios náuticos e 4×4 na Praia Ponta da Serra;


Regras para entrada de novos associados.


A Assembleia ocorreu, após reuniões da diretoria da ASETUR para abertura da “Praia” para as atividades de passeios náuticos e 4×4.


De acordo com informações, a Prefeitura recebeu denúncias sobre atividades de embarques sem autorização.


“Pedimos que os associados não participem dessa invasão à praia, o associado que estiver envolvido será EXPULSO da ASETUR. Pedimos a todos os associados que nos ajudem com a FISCALIZAÇÃO e denúncias dos associados envolvidos. Teremos que tomar medidas drásticas, pois a invasão na praia para benefícios de alguns, prejudica o trabalho da associação para o benefício de todos. Agradecemos a compreensão dos associados”. Comunicou a Diretoria da ASETUR, no dia 17 de dezembro de 2020.


De acordo com o Procurador da Prefeitura de São José da Barra, Dr. Michel, em 2019 foi aprovada uma Lei Municipal pela Câmara Municipal, regularizando para a ASETUR administrar o espaço. E tudo está correto.


Segundo associados que participaram da Assembleia, ficou decido que no último dia 26 de dezembro a ASETUR iniciaria as atividades na “Prainha”, mesmo sem terminar as obras, para evitar invasões. A prefeitura esta sem condições de continuar as obras, devido ter celebrado uma concordata com a empresa que estava construindo a estrutura e a mesma ter declarado falência. Sendo assim, a ASETUR já assumiria o local, inclusive para recebimento de ônibus e embarque de lanchas.


De acordo com Ata da ASETUR, a prefeitura entregaria a prainha em plenas condições de uso para a entidade, em fevereiro de 2020. Sendo assim foi proposto para os empresários ajudarem a construir um “Pier” para embarques.


Moradores de São José da Barra reclamam da cobrança de taxa


A moradora de São José da Barra, a Dra. Sudarinha queria conhecer o local e esteve lá, porem, de acordo com um funcionário do local, ela teria que pagar R$ 10 para estacionar o veículo.


“O local não oferece nenhuma infraestrutura. Não vi banheiros apropriados, segurança e sem falar que está no barro bruto o local”. Informou a moradora.


Nas redes sociais, populares questionam a falta de comunicação por parte da ASETUR e PREFEITURA, sobre está cobrança e também para que será destinado este dinheiro.


A redação do Jornal entrou em contato com o atual presidente da ASETUR Vinícius Benetti, e o mesmo se colocou a disposição para maiores esclarecimentos, porém, devido estar na represa à trabalho, afirmou que entrará em contato e inclusive quer reunir com o presidente da ACE Romulo Leandro para parcerias.


Mas o que está sendo cobrado é uma taxa de R$ 5 para embarque e R$ 10 para estacionamento.

Turismo é afetado pela baixa do Lago de Furnas

Na manhã do dia 22 de setembro, uma cena inusitada foi flagrada por marinheiros e banhistas que passavam próximos às margens do Lago de Furnas. Pelos menos duas embarcações estavam encalhadas na ‘’beira’’ da represa, próximas a Marina Mar de Minas, em Capitólio (MG).

Segundo o Delegado da DelFurnas, Ten Fabio Luis Jacobucci Bambace, Militares da Delegacia Fluvial de Furnas orientaram a retirada das embarcações, as quais foram rebocadas com a utilização de ‘’cintas’’.

Bambace ainda diz que os encalhes não são comuns e que as embarcações não tiveram danos.

‘’Embarcações encalhadas podem ocorrer independente do nível da represa, tanto na cheia, quando na seca, quando a navegação é negligenciada’’, continuou o delegado.

A seca do Lago de Furnas este ano já afeta o turismo e preocupa quem depende da água para tirar o sustento. Pilotos de lanchas reclamam da dificuldade de realizarem seus trabalhos com êxito.

Segundo o marinheiro Diones Silva Santos, o baixo nível da água, prejudica muito quem trabalha nesse meio.

‘’Estamos tendo que subir o motor, temos que redobrar a atenção. Na Cascatinha, não temos como chegar na cachoeira, no Vale dos Tucanos, está tudo seco, só vamos até a entrada. A água baixou totalmente, por todo lado está raso. Com a represa quase seca, a concentração de galhos na água é maior, o que dificulta ainda mais a navegação’’, afirma Diones.

Outro piloto, reforçou a fala do colega de profissão.

‘’A represa e os pontos turísticos estão bem críticos, infelizmente na Cascatinha e no Vale dos Tucanos não conseguimos entrar até o final. Nos canyons, daqui a dois ou três dias vai ‘praiar’, não vamos conseguir ter acesso a cachoeira, vai ficar dividida com o lago. Estamos tendo muitas dificuldades, para ter acesso aos pontos. É difícil, porque o objetivo da represa é a geração de energia, o turismo veio depois. Mas está ficando ruim pra todo mundo, daqui a alguns dias os turistas poderão reclamar, pelas poucas opções que as embarcações poderão oferecer. Acredito que a baixa no Lago está sendo expressiva, o que poderá refletir na economia da região”. Afirma o marinheiro.

Ponte pênsil é inaugurada no Mirante dos Canyons

O Mirante dos Canyons, localizado em Capitólio (MG) inaugura hoje (25) uma ponte pênsil de 110 metros de extensão que liga o novo estacionamento e os mirantes, de onde se admira as cachoeiras e o Lago de Furnas.

O parque fica às margens da rodovia MG-050, no km 313, no município de Capitólio. No local existe um estacionamento do parque, com espaço amplo, seguro e com controle de entrada e saída de veículos.

Todas as intervenções para a construção dos atrativos e da infraestrutura seguem as orientações e normas dos órgãos ambientais, conforme atesta relatório de inspeção do Instituto Estadual de Florestas (IEF). As obras de terraplanagem do empreendimento “Parque de Aventuras” foram realizadas em atendimento as diretrizes e exigências impostas pelo IEF e ICMBio em seu processo de obtenção da autorização de intervenção.

O cuidado com o meio ambiente e a recuperar de áreas degradadas também são prioridades no Parque Mirante dos Canyons. Para isso, está sendo feito o transplante da vegetação nativa retirada cuidadosamente das novas áreas de intervenção. Um exemplo é a trilha que levava o turista até o mirante principal. Ela recebeu a vegetação tirada de uma nova trilha, que segue as normas dos órgãos ambientais.

Só neste ano, o parque investiu em um amplo sistema de prevenção contra incêndio, de acordo com protocolo do Instituto Estadual de Florestas, incluindo treinamento, equipamentos e instalações de containers com água, em pontos estratégicos.

O Mirante dos Canyons está aberto todos os dias, das 8h às 18h. A entrada é de R$40 por pessoa.

Jornal Folha Regional
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.