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Jornal Folha Regional

Jovem é internada em estado grave após ser espancada por companheiro em MG

Uma mulher de 24 anos foi internada em estado grave no Hospital Municipal de Contagem após ter sido agredida pelo companheiro, de 26 anos, durante uma discussão na casa onde vivem no bairro Santa Cruz, em Contagem, na região Metropolitana de Belo Horizonte. A vítima chegou a ser socorrida pela polícia para a UPA JK, na mesma cidade, e, em seguida, foi transferida para o hospital. As agressões ocorreram durante a noite da última terça-feira (28).

De acordo com a Polícia Militar, durante o resgate, a mulher, de 24 anos, não quis informar como foi agredida. Ela disse somente que teve um desentendimento com o companheiro e que começaram a brigar. Aos militares, o companheiro dela disse que foi mordido no braço e que teve diversos arranhões pelo corpo. Ele dispensou atendimento médico. A mãe dele, de 55 anos, também estava na casa e disse que foi agredida com uma cadeirada quando tentou separar a briga. Ela também foi encaminhada para a UPA JK, em Contagem.

Vizinhos contaram aos policiais que os episódios de briga entre o casal são frequentes. Uma moradora da região relatou aos militares que não consegue dormir por causa dos gritos. Após ouvir o relato das testemunhas e socorrer as vítimas para a unidade de saúde, o homem foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil, onde prestou depoimento.

Mãe denuncia companheiro da filha

“Eu não tinha muito contato com a minha filha porque ele impedia a gente de falar com ela”. O relato é da aposentada Walmira da Silva Milanês, de 59 anos, mãe da mulher de 24 anos que foi internada no Hospital Municipal de Contagem após ser agredida pelo companheiro na noite da última terça-feira (28). “Nós já fomos lá na casa dela para tentar tirar ela e não conseguimos. O meu marido foi até agredido”, revela a aposentada, que reside na cidade de Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Walmira Milanês conta que a filha mora com o suspeito desde o ano passado. Ela o conheceu após o término do antigo relacionamento, o qual ele teve um filho, hoje, com cerca de três anos. “Ela separou e foi morar com o filho com esse outro homem. O que a gente sabe é muito pouco, mas ele já ameaçou ela, o meu neto e até o pai da criança”, denuncia a aposentada. Segundo ela, por causa dos episódios de violência, o pai da criança pediu a guarda do menino. “O pai pegou o menino e hoje ele está bem, seguro”.

A aposentada conta que teve conhecimento das agressões após receber uma ligação de profissionais do Hospital Municipal de Contagem. Ela foi até a unidade de saúde para acompanhar a filha. Ainda na tarde de ontem (1º), Walmira procurou a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher para formalizar a denúncia, mas, segundo ela, isso não foi possível. “Eles disseram que a minha filha precisa registrar o caso, porque ela é maior de idade. Então quando ela sair do hospital, vai precisar ir até lá e dar o depoimento”, conta.

Monitora é suspeita de agressão contra criança autista de 3 anos em escola infantil de MG; funcionária é afastada

A monitora suspeita de agredir uma menina de 3 anos e 11 meses na Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) do bairro Ipiranga, na região Nordeste de Belo Horizonte foi afastada da unidade escolar, segundo a prefeitura da capital mineira. Ainda de acordo com a prefeitura, o caso segue em investigação.

De acordo com a mãe da criança, a autônoma Karina Lima dos Santos, de 36 anos, as agressões teriam ocorrido na última sexta-feira (24 de fevereiro). A criança é diagnosticada com transtorno do espectro autista e desde as agressões está sofrendo com crises constantes e pedindo a companhia da mãe a todo momento.

A mãe percebeu os ferimentos na filha em um momento de descontração com a criança em uma área de lazer. A mulher percebeu as lesões nas pernas da criança, que passou por exames de corpo e delito e foi feito uma denúncia na delegacia sobre o caso.

Por nota, a Secretaria Municipal de Educação informou que se reuniu com a direção da Emei e com os responsáveis pela criança para tomarem todas as medidas cabíveis. Não foram repassados mais detalhes do que foi descoberto nas apurações.

Vídeo: Homem agride mulher no meio da rua com chutes e tenta arrastá-la pelo cabelo em MG

Um homem de 25 anos foi preso após agredir uma mulher no meio da rua com chutes e tentar arrastá-la pelo cabelo, durante o final de semana, em Santa Rita do Sapucaí (MG). A vítima foi encaminhada para o pronto-socorro.

O caso foi registrado por populares e as imagens circulam pelas redes sociais. Na gravação, é possível ver o homem agredindo a mulher.

O vídeo também captou o momento em que o homem chuta as costas da mulher e quando ele tenta arrastá-la pelo cabelo.

De acordo com a vítima, uma mulher de 25 anos, os dois estavam em um bar quando as agressões tiveram início.

Ela foi encaminhada ao pronto-socorro. Já o homem foi preso em flagrante por lesão contra mulher.

Homem quebra carro de pastora e a agride, vai para casa e bate na mulher em MG

Um homem de 51 anos foi preso após chutar o carro de uma pastora durante um culto e bater na companheira em Patrocínio (MG). O suspeito foi preso após o enteado dele de 12 anos acionar a polícia para falar da agressão que a mãe sofria.

De acordo com a Polícia Militar, pastora contou que celebrava o culto quando viu um homem parar o carro em frente ao veículo dela e começou a dar chutes no carro. A mulher saiu da igreja e foi questionar o homem, que deu um chute na barriga dela.

Logo em seguida, o homem fugiu do local. Enquanto a polícia fazia diligências, um menino de 12 anos ligou para o 190 dizendo que tinha se machucado ao defender a mãe de agressões do padrasto.

Ao chegar no local, a polícia identificou que o suspeito de agredir a mulher era o mesmo homem que chutou o carro da pastora. Ainda de acordo com os militares, o menino de 12 anos disse que a mãe e o padrasto estavam dormindo. 

Os policiais acordaram o casal e o homem ainda estava muito exaltado e dizendo que não tinha necessidade da polícia no imóvel e que ele não estava agredindo ninguém. 

O suspeito reagiu a prisão e os policiais precisaram usar um disparo de pistola de emissão de impulso elétrico para conseguir conter o homem. Ele foi preso em flagrante e levado para a Delegacia de Polícia Civil.

Ministério Público investiga denúncia de agressão de policial militar contra pedagoga em Cássia

O Ministério Público de Minas Gerais investiga uma denúncia de uma agressão que teria sido cometida por um policial militar em serviço contra uma mulher de 24 anos em Cássia (MG). Ela passou por uma cirurgia na tarde da última terça-feira (13).

Nas redes sociais, a pedagoga Tainá Morais desabafou sobre o ocorrido na semana passada. A jovem afirma ter sido agredida por um policial militar dentro da própria casa enquanto os militares procuravam pelo marido dela.

“Eu tava jantando, eu peguei, deixei tudo e no que eu saí para atender eles, eles já estavam na porta da sala. Eles ‘falou’ precisava entrar para pegar meu marido porque ele tinha cometido uma infração com um carro na rua, aí eu falei que eles poderiam entrar sim se eles tivessem o mandato (sic), eles podia entrar, mas eles falaram que não, que não tinha e mesmo assim entraram e nisso um dos policiais já me agrediu”, disse a pedagoga.

A mãe dela também estava em casa e presenciou a agressão.

“Ela só perguntou pra eles, vocês tem o mandato (sic) pra entrar essa hora na minha casa. Eles falou assim, não tenho mas vou entrar assim mesmo, já agarrou no braço dela e na hora eu só pedia pra eles soltar ela, mas eu não tinha visto que eles tinham machucado a minha filha, não tinha visto, fui ver depois que o meu marido chegou e tirou ela deles, que ela começou a gritar”, disse a mãe de Tainá, Lucélia Gonçalves Antero.

Segundo informações do boletim de ocorrência registrado por um dos policiais, o marido de Tainá teria se envolvido em um acidente de trânsito. Por isso, era procurado pela polícia.

Assim que os militares chegaram à casa da família, Tainá teria xingado e agredido os policiais para impedir a prisão do marido. Ainda conforme o boletim, Tainá havia entrelaçado o braço direito em um portal e que, com os esbarrões e puxões provocados por ela e pelo policial durante a confusão, ela se jogou no chão e passou a reclamar de dores no braço.

“Ela abriu os braços, com a mão na porta de correr, ela não estava segurando. Eu tenho certeza que na hora dele pegar o braço dela, naquela hora que ele quebrou o braço dela. Não vi (agressões dela). Às vezes na hora que ela pegou ela, a unha passou no policial, mas ela brigar, lutar, ela gritava para soltar e eu gritando para soltar ela também, eu não tinha visto que ela estava com braço quebrado. Naquele momento ela já estava machucada”, disse a mãe.

A pedagoga passaria por uma cirurgia no braço nesta quarta-feira (14), mas por causa das fortes dores, o procedimento foi antecipado. A cirurgia foi feita nesta terça-feira e ela segue internada no Hospital de Cássia. A previsão de alta é nesta quarta-feira.

O advogado da Tainá levou o caso ao Ministério Público. “Foi uma ação totalmente desproporcional. Ingressaram na casa da minha cliente no período noturno, período de descanso, sem consentimento. Na hora que a Tainá se deparou com os agentes públicos de segurança um dos policiais já tinha ganhado acesso ao interior de sua casa, ela interpelou esse policial, você não pode estar aqui, cadê o mandado, e foi aonde que o policial falou que poderia estar ali sim e partiu para cima da minha cliente”, disse o advogado de Tainá, Fernando Bruno Caris de Oliveira.

Tainá permanece internada no Hospital São Vicente de Paula, em Cássia. Em nota, a Polícia Civil informou que o marido de Tainá foi preso por dirigir embriagado. A polícia informou ainda que a mulher agredida não foi encaminhada para a delegacia para as medidas cabíveis.

O promotor do caso deve ouvir os envolvidos e as testemunhas da agressão, além de analisar documentos e exames médicos relativos ao caso. A reportagem também entrou em contato com a Polícia Militar solicitando um posicionamento da corporação sobre esse caso.

De acordo com a assessoria, a vítima ainda não registrou boletim de ocorrência. Portanto, não existe nenhuma investigação em curso. (Via: G1)

Vídeo: radialista é internado em estado grave após ser agredido com barra de ferro em MG

Um radialista e narrador esportivo de 53 anos foi agredido com golpes de ferro em Tombos (MG), no último domingo (14), por dois irmãos, de 26 e 29. A vítima foi internada em estado grave. Em uma gravação é possível ver os suspeitos danificando o veículo do homem e o desafiando a chamar a Polícia Militar.

No boletim de ocorrência consta que a discussão teve início após a vítima ter deixado uma enxada na rua Raul Aguiar Monteiro, no bairro Niterói, e estacionado o veículo na contramão, o que estaria dificultando a passagem de outros carros. O suspeito, de 26, foi tirar satisfação com o homem e, segundo ele, o narrador não teria gostado.

O suspeito foi para a casa e retornou para a rua, desta vez com barras de ferro e na companhia do irmão começou a agredir a vítima. O veículo do radialista também acabou sendo danificado.

A discussão assustou os moradores que passaram a registrar a ação. “Tira a mão dele”, “Meu Deus do céu”, “Quebrou o carro ali”, disseram algumas pessoas enquanto os suspeitos continuavam a agressão.

A vítima caiu desacordada próximo da casa onde mora e precisou ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). “Chama a polícia agora. Você acha que é o dono da rua”, falou o suspeito. 

Uma testemunha revelou ter pedido para os suspeitos parar os ataques, mas acabou não sendo atendida. Ainda falou que a enxada foi usada pelo homem como forma de defesa.

O narrador precisou ser levado para a Casa de Caridade de Carangola. A equipe médica informou que o homem apresentava fratura no crânio, hemorragia cerebral, hematomas na parte superior do crânio e que precisou ser intubado. Os suspeitos se apresentaram na Sede da PM, mas optaram por ficar em silêncio.

Pediatra é agredida por mãe que achou caro o medicamento receitado pela médica

A pediatra Andrea Cabral foi atacada pela mãe de uma criança no Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro. A médica narrou o ocorrido em uma postagem nas redes sociais, em que mostra o rosto sangrando e as marcas que ficaram após as agressões.

Segundo o portal Metrópoles, o caso ocorreu na última quarta-feira (27), data em que se comemora o Dia do Pediatra. A pediatra havia atendido a paciente por volta de 10h da manhã.

Após a realização de exames, ficou constatado que a criança apresentava um quadro de pneumonia. Cabral então receitou antibióticos genéricos para o tratamento da criança, alertando para uma possível falta de insumos e medicamentos nas farmácias. Nesse momento, segundo a médica, o pai da paciente já apresentava “certa agressividade na fala”.

Mais tarde, às 18h50, a família retornou ao consultório reclamando do preço e da falta do medicamento prescrito.

“Fui surpreendida dentro de meu consultório pela mãe dessa criança que havia ficado indignada com o preço e a falta de tal medicamento prescrito, alegando que eu havia receitado os medicamentos com certa maldade”, afirmou.

Andrea prosseguiu com o relato: “De acordo com ela, eu não havia ficado satisfeita com a postura de seu marido e, logo em seguida, expliquei novamente o problema da falta de insumos e, ao me virar para recolher minhas coisas e ir embora fui covardemente agredida pela mesma”.

A pediatra registrou boletim de ocorrência e passou por exame de corpo de delito.

O Hospital Municipal Albert Schweitzer confirmou o ocorrido e afirmou que prestou solidariedade à médica agredida. “Ao reafirmar que não compactuamos com qualquer tipo de violência, nos colocamos ao lado da colaboradora prestando o apoio necessário”, pontuou em nota.

“O Viva Rio e o Hospital se pautam pelo bem-estar dos colaboradores, assim como pelo acolhimento de todos os pacientes.”

Procurador espanca colega dentro da prefeitura no interior de SP

A procuradora-geral do município de Registro, no interior de São Paulo, foi agredida por um colega dentro da própria prefeitura, onde trabalham, e ficou com o rosto ensanguentado.

A ação foi filmada por outra funcionária e mostra que o também procurador Demétrius Oliveira Macedo, de 34 anos, desferiu socos e chutou a colega.

O caso aconteceu na tarde da última segunda-feira (20), por volta das 16h50. A agressão teria sido motivada pela abertura de um processo administrativo contra o procurador por conta de sua postura no ambiente de trabalho. Um Boletim de Ocorrência sobre o caso foi registrado no 1º Distrito Policial (DP) do município.

Gabriela Samadello Monteiro de Barros, de 39 anos, estava trabalhando quando foi surpreendida pelo ataque de Macedo. Segundo consta no BO, ele a agrediu primeiro com uma cotovelada na cabeça e continuou com socos no rosto.

A procuradora informou ter tentado se defender e, inclusive, recebeu ajuda de uma funcionária que foi empurrada contra a porta e bateu as costas na maçaneta.

Livre para continuar as agressões, Macedo continuou dando socos e chutes mesmo com outras duas funcionárias tentando contê-lo. Também é possível ouvir no vídeo que ele ofende a procuradora várias vezes.

Em determinado momento, Gabriela conseguiu ser retirada da frente do agressor. Assim que ouviram os gritos, dois funcionários do setor jurídico foram até o local e conseguiram controlar o procurador.

Processo disciplinar

A procuradora relatou à polícia que o colega Demetrius Macedo apresentava comportamento suspeito e que já havia sido grosseiro com outra funcionária do setor. Ela disse que cobrou providências, pois estava com medo de trabalhar no mesmo ambiente com ele. A procuradora informou ter enviado um memorando à Secretaria Administrativa com uma proposta de procedimento administrativo.

Na segunda-feira (20), foi publicado em Diário Oficial a criação de uma comissão para apurar os fatos. Provavelmente, segundo ela, foi isso que desencadeou as agressões.

Agora, a procuradora quer que Macedo seja processado em decorrência das agressões e ofensas contra ela.

O que diz a prefeitura de Registro

Em nota, a Prefeitura de Registro manifestou “o mais absoluto e profundo repudio aos brutais atos de violência realizados pelo procurador municipal contra a servidora municipal mulher que exerce a função de procuradora-geral do município”.

“A administração municipal está tomando as providências necessárias e já determinou, de imediato, que o agressor seja suspenso, nos termos do art. 179, c/c inc. III do art. 180, ambos da Lei Complementar nº 034/2008 – Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Registro, com prejuízo de seus vencimentos, a partir de 21 de junho”.

O Executivo continuou: “reafirmamos nosso compromisso com a prevenção e enfrentamento a todas as formas de violência, principalmente aquelas que vitimizam mulheres.

Os servidores da Procuradoria-Geral Municipal e da Secretaria de Negócios Jurídicos receberão todo apoio necessário, inclusive acompanhamento psicológico”.

Nota de repúdio

A Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do Distrito Federal (Anape) também manifestou, por meio de nota, o repúdio ao violento ataque sofrido pela procuradora-geral do município de Registro (SP), Gabriela Samadello Monteiro de Barros, durante seu exercício profissional. “A agressão, feita pelo procurador municipal, precisa ser severamente punida, como forma de assegurar o restabelecimento do Estado Democrático de Direito”.

No conteúdo divulgado, a citada associação acrescenta que o “ataque violento desrespeita os direitos e princípios fundamentais dos cidadãos e atinge a esfera moral e ética de todos os advogados públicos e advogadas públicas que exercem com rigor seu papel na sociedade. É fundamental que os procuradores tenham segurança e autonomia para exercer sua função essencial à Justiça. A Anape manifesta sua solidariedade à procuradora que estava no desempenho pleno das suas funções profissionais”.

Via: G1.

Vereador é detido por suspeita de agredir médica em hospital de Passos

Um vereador foi detido na noite deste domingo (26) por suspeita de agredir uma médica da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Passos (MG). Segundo a Polícia Militar, um enfermeiro acionou a polícia. No local, a equipe alegou ainda que João Benedito Serapião (PL) apresentava sinais de embriaguez.

Ainda segundo a PM, a médica relatou que o vereador chegou no local e começou a atrapalhar o atendimento. Ela alegou que ele a agarrou pelo braço pedindo que ela trabalhasse. Ele ainda teria pedido aos pacientes que reagissem contra a equipe que estava no local e foi embora.

A polícia informou ainda que fez o rastreamento do suspeito, que foi encontrado dirigindo próximo a sua casa. Ele alegou que foi até o local para atender pedidos da população que reclamava da demora no atendimento. Ele afirmou também que não agrediu a médica.

Segundo as informações do boletim de ocorrência, o vereador aparentava olhos vermelhos e se recusou fazer o teste do bafômetro. Ele foi conduzido até a unidade policial e assinou um termo de circunstanciado de ocorrência.

A assessoria do vereador disse que realiza apuração dos fatos ocorridos na UPA de Passos. Ainda conforme a assessoria, uma nota de esclarecimento será enviada, “assim que possível”, sobre o fato que aconteceu.

‘Meu pai bate na minha mãe’: Menino de 8 anos pede socorro em recado deixado em prova

Durante uma avaliação escolar, um menino de 8 anos usou sua prova para pedir ajuda à professora. No roda pé da folha, ele escreveu: “Por favor me ajuda. Meu pai bate na minha mãe. Chama pra mim a polícia”, dizia o recado seguido do endereço. O episódio aconteceu em Vale do Anari (RO).

O pedido de socorro repercutiu na web e tem gerado muita comoção nas redes sociais. Segundo informações, a mãe do menino sofria ameaças e violência psicológica.

A Polícia Civil foi acionada através da escola e esteve no endereço deixado pelo garoto. A criança e seus três irmãos, um de 16, 14, e 13 anos, foram levados a um abrigo da cidade.

De acordo com a polícia, o homem também agredia as crianças há mais de dez anos. A família ficará sob proteção enquanto aguarda decisão da Justiça.

Jornal Folha Regional
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