Mistério em Alfenas: relógio pode ajudar a identificar corpo encontrado em córrego – Foto: divulgação
A Polícia Científica de Alfenas divulgou imagens de um relógio que pode ser fundamental para esclarecer um caso que intriga as autoridades locais. O acessório foi localizado preso ao pulso de um corpo em avançado estado de decomposição, encontrado na noite de domingo (21) em um córrego na Rua Maria de Oliveira, entre os bairros Vila Teixeira e Santa Maria.
Segundo a perícia, o relógio é o único objeto recuperado com o cadáver e pode ser decisivo para identificar a vítima. O item foi divulgado na esperança de que familiares ou conhecidos o reconheçam e auxiliem na investigação.
Caso ninguém se apresente para identificar o acessório, o corpo será encaminhado a Belo Horizonte, onde passará por exames de DNA. A análise será feita a partir de material genético de possíveis parentes de pessoas desaparecidas em Alfenas e em municípios da região.
A Polícia Civil segue investigando o caso e pede que qualquer informação que possa ajudar na identificação seja comunicada às autoridades.
Mistério em Alfenas: relógio pode ajudar a identificar corpo encontrado em córrego – Foto: divulgação
A nova estrutura foi construída com recursos provenientes do Estado e do Governo Federal. A capacidade total do presídio passou de 196 para 502 vagas, um aumento de quase 160%.
O espaço, destinado a detentos do sexo masculino, conta com duas alas, 37 celas equipadas com beliches, duas celas destinadas para pessoas com deficiência física, além de ala para encontro íntimo, pátio para banho de sol, pátio para visitação e salas multiuso. A unidade conta com um acesso que permite aos policiais fazer a liberação dos detentos para o trânsito interno sem a necessidade do contato físico.
De acordo com o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Rogério Greco, o novo modelo de construção foi projetado não apenas para facilitar a logística da unidade prisional, indo além disso, em vários aspectos.
“Estamos inaugurando um anexo que reafirma claramente o propósito do Governo do Estado, à medida que não apenas vai garantir ainda mais dignidade no cumprimento da pena, mas também irá ampliar a segurança para servidores e visitantes”, destacou.
O diretor-geral do Presídio de Alfenas, Marco Aurélio Bispo Silva, destacou que a entrega representa um importante avanço para o sistema prisional, evidenciando o compromisso de Minas com a segurança da sociedade e dos servidores que atuam dentro das unidades prisionais e, ainda, oferece mais dignidade no cumprimento da pena.
Governo de Minas entrega novo anexo do Presídio de Alfenas, no Sul de Minas – Foto: divulgação
Baile funk interdita avenida em Alfenas e termina com confronto entre frequentadores e a PM – Foto: Passos 24hs no Ar
Um baile funk realizado de forma irregular no trevo de entrada de Alfenas (MG) terminou em confusão após a Polícia Militar ser acionada por moradores e empresários da rede hoteleira da região. Segundo a PM, o evento gerou gritos, arruaça e interdição de parte da Avenida José Paulino da Costa, dificultando a entrada de veículos na cidade.
De acordo com o registro policial, uma viatura foi enviada ao local após ligações via 190. Ao chegarem, os militares se depararam com dezenas de pessoas bloqueando a via e utilizando caixas de som automotivas em alto volume. Ainda conforme a PM, os agentes foram recebidos com hostilidade pelos frequentadores do baile, que arremessaram garrafas e latas de bebidas alcoólicas contra a equipe.
Diante da agressividade do grupo, os policiais utilizaram bombas de efeito moral e disparos com munições de borracha para conter a situação e dispersar os participantes.
Durante a ação, cinco veículos que estavam obstruindo a avenida foram apreendidos, juntamente com caixas de som retiradas dos automóveis. Duas pessoas foram presas e encaminhadas à delegacia por desacato e agressão contra os policiais.
A Polícia Militar reforça que eventos em via pública sem autorização prévia configuram infração e podem colocar em risco a segurança da população.
MPMG denuncia secretário municipal de Alfenas por violência doméstica – Foto: redes sociais
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ofereceu na última terça-feira (10), denúncia por violência doméstica contra Wagner Tarcísio de Moraes, de 52 anos. Segundo apurado, em novembro de 2023, na cidade de Alfenas (MG), o denunciado agrediu a sua companheira, com quem mantinha uma relação de cerca de 12 anos.
Conforme narra a denúncia, em discussão motivada por ciúmes, o homem desferiu socos no rosto da vítima, na presença dos filhos do casal, todos menores de idade.
O denunciado é ex-vereador e atualmente ocupa o cargo de secretário municipal de Meio Ambiente. Por isso, a 5ª Promotoria de Justiça de Alfenas solicitou a remessa de cópia da denúncia para a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, à Comissão de Mulheres da OAB – Subseção de Alfenas, e ao prefeito da cidade, para conhecimento e eventuais providências em seus respectivos âmbitos de atuação.
O promotor de Justiça Frederico Carvalho de Araújo ressalta que “não se pode olvidar, outrossim, que os poderes locais devem atuar para combater a pandemia de violência doméstica que se alastra, não só na sociedade alfenense, mas também entre aqueles responsáveis por elaborar e executar as políticas públicas a serem adotadas pelo município”.
Wagner foi denunciado por lesão corporal praticada contra mulher, por razões da condição do sexo feminino (artigo 129, §13º, do Código Penal), com incidência dos ditames da Lei Maria da Penha (nº 11.340/06). A denúncia requer ainda a suspensão dos direitos políticos do réu e a fixação de obrigação de reparar os danos morais sofridos pela vítima em decorrência de suas ações.
A Prefeitura Municipal de Alfenas informou que solicitou acesso integral ao conteúdo da denúncia para avaliar as medidas cabíveis no âmbito administrativo, respeitando o devido processo legal e os princípios constitucionais da ampla defesa e do contraditório. Disse ainda que tem compromisso com o enfrentamento à violência contra a mulher, com a promoção de uma gestão ética e transparente, e com a responsabilidade de assegurar que todos os agentes públicos mantenham conduta compatível com o exercício da função. A administração municipal disse ainda que permanece à disposição das autoridades competentes e acompanhará de forma rigorosa a apuração dos fatos.
Pedro Alencar Azevedo (Pedrinho MinasAcontece) deu seu depoimento ao vivo em sessão que cassou o eu mandato de vereador em Alfenas — Foto: reprodução/redes sociais
A sessão de cassação do, agora, ex-vereador Pedro Alencar Azevedo, o Pedrinho MinasAcontece (União Brasil), durou 10h30 e teve a sua participação diretamente da Penitenciária Professor João Pimenta da Veiga, em Uberlândia, onde está preso desde 21 de fevereiro. Ele responde a um processo por lesão corporal qualificada, ameaça e injúria, além de posse irregular de munições e porte ilegal de arma de fogo.
A sessão começou às 17h para votar a quebra de decoro parlamentar. Foi exibido vídeos de todas as testemunhas ouvidas pela Comissão Processante (CP).
A principal testemunha foi a ex-namorada de Pedrinho que relatou agressões sofridas na noite de 18 de fevereiro e na madrugada do dia 19 e ela expôs aspectos da sua relação com o ex-vereador.
Também foi passado um vídeo do depoimento do próprio Pedrinho. Em seguida, foram lidas as considerações da defesa, o relatório da CP e, por fim, Pedrinho entrou ao vivo por videoconferência para fazer suas declarações e expor sua defesa por cerca de 2 horas.
Ele negou as acusações e disse que foram feitas sem provas, que a arma era uma herança de família e que seus atos não eram motivo de cassação de mandato.
Após os trâmites, iniciou-se a votação e Pedrinho foi cassado por unanimidade com o voto de todos os dez vereadores presentes. Não votaram apenas o presidente Matheus Paccini (PDT) – que somente votaria para atingimento do quórum de maioria absoluta de 7 votos – e o vereador Márcio Fernando Costa que não esteve presente à sessão, alegando que tinha interesse direto na matéria por ser o suplente do vereador cassado.
“Tudo foi feito dentro da legalidade. Desde o primeiro momento que a gente soube da prisão e dos fatos, essa casa se colocou à disposição de ir atrás dos fatos, notificar os órgãos competentes e também de fazer todos os ritos legais. É algo que é praticamente inédito na nossa cidade”, afirmou o presidente da Câmara Matheus Paccini (PDT).
Com a perda do mandato de Pedro Alencar, Márcio Fernando Costa, conhecido como Márcio Dunga (União), que já estava no cargo de suplente, permanece como vereador.
Agressão e prisão
Sessão de cassação de vereador em Alfenas dura 10 horas e tem defesa feita diretamente da penitenciária – Foto: reprodução/redes sociais
Na época da denúncia de agressão, a ex-namorada de Pedrinho, uma mulher de 22 anos, não quis gravar entrevista, mas disse à equipe de reportagem que mantinha um relacionamento com o vereador há sete meses e há três moravam juntos.
Ainda segundo a mulher, em 25 de janeiro, ela teria sido agredida e ameaçada e disse que procuraria a polícia. Na noite de 18 de fevereiro, em nova briga, a mulher novamente disse que procuraria a polícia.
A namorada disse tentou gravar as agressões, mas ele a teria agredido com chutes. O vereador também teria jogado todas as roupas e objetos da jovem pela janela do sobrado onde moravam.
As agressões foram confirmadas por exames médicos posteriormente. Durante buscas na residência do suspeito, a Polícia Militar encontrou munições e entorpecentes.
O advogado da vítima informou que solicitou medida protetiva para sua cliente a fim de resguardar sua integridade física.
Em 27 de fevereiro, a Polícia Civil concluiu o inquérito policial e indiciou o vereador de Alfenas por lesão corporal qualificada, ameaça e injúria, além de posse irregular de munições e porte ilegal de arma de fogo. Ele foi preso em flagrante em 19 de fevereiro.
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que Pedro Alencar Azevedo permanece preso na Penitenciária Professor João Pimenta da Veiga, em Uberlândia, onde deu entrada em 21 de fevereiro.
A defesa de Pedrinho apresentou pelo menos dois pedidos de habeas corpus para que ele respondesse ao processo em liberdade. A defesa alegou que ele é um homem trabalhador, de boa índole e não oferece qualquer risco à aplicação da Lei penal. Em ambos os casos, os pedidos foram negados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em 25 de abril, os advogados da defesa requereram o relaxamento da prisão, sob alegação de excesso de prazo no término da instrução processual.
O pedido foi indeferido pela juíza da 2ª Vara Criminal e de Execuções Penais da Comarca de Alfenas, em 30 de abril, pois o processo segue regularmente e não permaneceu paralisado indevidamente em nenhum momento.
O último andamento do processo foi em 16 de maio, com a juntada das alegações finais do Ministério Público sobre o caso.
O TJMG salientou que o processo tramita em Segredo de Justiça e não tem autorização para repassar informações detalhadas sobre o caso para preservar as partes incluídas como vítimas, bem como as indiciadas em procedimentos investigatórios.
Câmara de Alfenas cassa mandato do vereador Pedrinho Minas Acontece por quebra de decoro parlamentar – Foto: redes sociais
O vereador Pedro Alencar Azevedo (União), o Pedrinho Minas Acontece, foi cassado por unanimidade pela Câmara de Vereadores de Alfenas (MG) por quebra de decoro parlamentar. A sessão que começou na tarde de quarta-feira (21) só terminou por volta de 4h desta quinta-feira.
O vereador, conhecido como Pedrinho Minas Acontece, foi indiciado e deverá responder criminalmente por lesão corporal qualificada, ameaça e injúria, além de posse irregular de munições e porte ilegal de arma de fogo, após agredir a namorada de 22 anos. Ele está preso desde 19 de fevereiro.
O relatório final da Comissão Processante foi entregue em 14 de maio e o presidente da Câmara Matheus Paccini (PDT) convocou uma reunião extraordinária para a votação.
Namorada relatou agressões
A vítima, uma mulher de 22 anos, não quis gravar entrevista, mas disse à equipe de reportagemque mantinha um relacionamento com o vereador há sete meses e há três moravam juntos.
Ainda segundo a mulher, em 25 de janeiro, ela teria sido agredida e ameaçada e disse que procuraria a polícia. Na noite de 18 de fevereiro, em nova briga, a mulher novamente disse que procuraria a polícia.
A namorada disse que tentou gravar as agressões, mas ele a teria agredido com chutes. O vereador também teria jogado todas as roupas e objetos da jovem pela janela do sobrado onde moravam.
O advogado da vítima informou que solicitou medida protetiva para sua cliente a fim de resguardar sua integridade física.
Inquérito
Em 27 de fevereiro, a Polícia Civil concluiu o inquérito policial e indiciou o vereador de Alfenas por lesão corporal qualificada, ameaça e injúria, além de posse irregular de munições e porte ilegal de arma de fogo.
As agressões foram confirmadas por exames médicos posteriormente. Durante buscas na residência do suspeito, a Polícia Militar encontrou munições e entorpecentes.
Durante a ação policial, o suspeito teria descartado um objeto no lote vizinho. Pela manhã, os policiais civis retornaram ao local e localizaram uma arma de fogo municiada, reforçando os indícios dos crimes investigados.
Vereador permanece preso
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que Pedro Alencar Azevedo permanece preso na Penitenciária Professor João Pimenta da Veiga, em Uberlândia, onde deu entrada em 21 de fevereiro.
A defesa de Pedrinho apresentou pelo menos dois pedidos de habeas corpus para que ele respondesse ao processo em liberdade. A defesa alegou que ele é um homem trabalhador, de boa índole e não oferece qualquer risco à aplicação da Lei penal. Em ambos os casos, os pedidos foram negados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em 25 de abril, os advogados da defesa requereram o relaxamento da prisão, sob alegação de excesso de prazo no término da instrução processual.
O pedido foi indeferido pela juíza da 2ª Vara Criminal e de Execuções Penais da Comarca de Alfenas, em 30 de abril, pois o processo segue regularmente e não permaneceu paralisado indevidamente em nenhum momento.
O último andamento do processo foi em 16 de maio, com a juntada das alegações finais do Ministério Público sobre o caso.
O TJMG salientou que o processo tramita em Segredo de Justiça e não tem autorização para repassar informações detalhadas sobre o caso para preservar as partes incluídas como vítimas, bem como as indiciadas em procedimentos investigatórios.
Câmara de Alfenas vota cassação do vereador Pedrinho nesta quarta-feira – Foto: redes sociais
A Câmara Municipal de Alfenas (MG) vota nesta quarta-feira (21) a cassação do vereador Pedro Alencar Azevedo (União) por quebra de decoro parlamentar.
O vereador, conhecido como Pedrinho Minas Acontece, foi indiciado e deverá responder criminalmente por por lesão corporal qualificada, ameaça e injúria, além de posse irregular de munições e porte ilegal de arma de fogo, após agredir a namorada de 22 anos. Ele está preso desde 19 de fevereiro.
O relatório final da Comissão Processante foi entregue em 14 de maio e o presidente da Câmara Matheus Paccini (PDT) convocou uma reunião extraordinária para a votação pela cassação ou não de Pedrinho. O teor do relatório não foi divulgado pela Câmara e deverá ser lido apenas na reunião.
A reunião deverá ser iniciada às 17h, será aberta ao público e transmitida pelo canal da Câmara no Youtube.
Namorada relatou agressões
A vítima, uma mulher de 22 anos, não quis gravar entrevista, mas disse à reportagem que mantinha um relacionamento com o vereador há sete meses e há três moravam juntos.
Ainda segundo a mulher, em 25 de janeiro, ela teria sido agredida e ameaçada e disse que procuraria a polícia. Na noite de 18 de fevereiro, em nova briga, a mulher novamente disse que procuraria a polícia.
A namorada disse que tentou gravar as agressões, mas ele a teria agredido com chutes. O vereador também teria jogado todas as roupas e objetos da jovem pela janela do sobrado onde moravam.
O advogado da vítima informou que solicitou medida protetiva para sua cliente a fim de resguardar sua integridade física.
Inquérito
Em 27 de fevereiro, a Polícia Civil concluiu o inquérito policial e indiciou o vereador de Alfenas por lesão corporal qualificada, ameaça e injúria, além de posse irregular de munições e porte ilegal de arma de fogo.
As agressões foram confirmadas por exames médicos posteriormente. Durante buscas na residência do suspeito, a Polícia Militar encontrou munições e entorpecentes.
Durante a ação policial, o suspeito teria descartado um objeto no lote vizinho. Pela manhã, os policiais civis retornaram ao local e localizaram uma arma de fogo municiada, reforçando os indícios dos crimes investigados.
Vereador permanece preso
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que Pedro Alencar Azevedo permanece preso na Penitenciária Professor João Pimenta da Veiga, em Uberlândia, onde deu entrada em 21 de fevereiro.
A defesa de Pedrinho apresentou pelo menos dois pedidos de habeas corpus para que ele respondesse ao processo em liberdade. A defesa alegou que ele é um homem trabalhador, de boa índole e não oferece qualquer risco à aplicação da Lei penal. Em ambos os casos, os pedidos foram negados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em 25 de abril, os advogados da defesa requereram o relaxamento da prisão, sob alegação de excesso de prazo no término da instrução processual.
O pedido foi indeferido pela juíza da 2ª Vara Criminal e de Execuções Penais da Comarca de Alfenas, em 30 de abril, pois o processo segue regularmente e não permaneceu paralisado indevidamente em nenhum momento.
O último andamento do processo foi em 16 de maio, com a juntada das alegações finais do Ministério Público sobre o caso.
O TJMG salientou que o processo tramita em Segredo de Justiça e não tem autorização para repassar informações detalhadas sobre o caso para preservar as partes incluídas como vítimas, bem como as indiciadas em procedimentos investigatórios.
Mulher de 30 anos é morta pelo marido após voltar de festa de carnaval em Alfenas – Foto: Diário de Notícias Minas
Uma mulher de 30 anos foi morta a tiros na madrugada desta segunda-feira (3), em Alfenas (MG). O marido dela, um homem de 34 anos, se matou após o crime.
Segundo as primeiras informações, o homem teria esperado a mulher chegar em casa após ela sair para pular carnaval, para cometer o crime.
De acordo com a Polícia Civil, a perícia oficial esteve no local para realizar os levantamentos necessários do caso. Os corpos do casal foram levados para o Posto Médico Legal.
A Polícia Civil informou que aguarda a conclusão dos laudos periciais para obter mais detalhes e esclarecer os fatos.
Até a publicação desta reportagem, ainda não tinham sido divulgadas mais informações sobre as circunstâncias do crime e as identidades das vítimas.
Polícia Civil mantém prisão de vereador de Alfenas detido por suspeita de violência doméstica – Foto: redes sociais
Após prestar depoimento na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, em Alfenas (MG), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) ratificou a prisão em flagrante do vereador Pedro Alencar Azevedo (União) por lesão corporal qualificada, ameaça e injúria no contexto de violência doméstica. O vereador também foi autuado por posse irregular de munição e porte ilegal de arma de fogo.
Após os procedimentos de polícia judiciária, ele foi encaminhado ao presídio de Alfenas, na noite de quarta-feira (19), e deve passar por audiência de custódia nesta quinta-feira (20).
O vereador, conhecido como Pedrinho MinasAcontece, de 41 anos, foi detido por suspeita de violência doméstica na quarta-feira.
A vítima, uma mulher de 22 anos, não quis gravar entrevista, mas disse à equipe de reportagem que mantinha um relacionamento com o vereador há sete meses e a três moravam juntos.
Ainda segundo a mulher, as agressões começaram recentemente. No dia 25 de janeiro, ela teria sido agredida e ameaçada e disse que procuraria a polícia. Na noite de terça-feira (18), por volta de 22h, uma nova briga começou e a mulher novamente disse que procuraria a polícia.
A namorada tentou gravar as agressões, mas ele a teria agredido com chutes. O vereador também teria jogado todas as roupas e objetos da jovem pela janela do sobrado onde moravam.
Ao chegar na delegacia, a mulher informou que havia uma arma na casa, que foi encontrada pela polícia jogada no quintal de um vizinho.
O advogado da vítima informou que solicitou medida protetiva para sua cliente a fim de resguardar sua integridade física. O inquérito que corre em segredo será enviado para a Justiça.
A defesa de Pedrinho disse que o processo corre em segredo de Justiça e por isso não pode dar informações sobre seu curso, mas irá provar a inocência do vereador e que também pedirá a sua liberdade.
“No curso da marcha processual a defesa provará a inocência do vereador. Estamos muito confiantes na soltura do vereador ainda na audiência de custódia (…) já que não tem porque ser mantida a prisão preventiva do vereador. Ele é uma pessoa idônea, foi expressivamente bem votado na cidade de Alfenas, representa uma parte da população e também tem todos os requisitos para responder esse processo em liberdade sem nenhum prejuízo à justiça”, afirmou o advogado Wesley Henrique Brandão Bastos.
Câmara se reunirá para decidir as medidas a serem tomadas
De acordo com o procurador da Câmara Municipal de Alfenas, José Ricardo Leandro da Silva, a Câmara solicitou à polícia e à Justiça os documentos relacionados à denúncia sobre o vereador e aguardam resultado da audiência de custódia.
A mesa diretora da Casa e os vereadores devem se reunir no mais tardar até a manhã de sexta-feira (21) para decidir as medidas que serão tomadas em relação ao caso.
Em nota divulgada na quarta-feira (19), a Câmara informou que caso sejam comprovadas irregularidades, as medidas cabíveis serão tomadas conforme o regimento interno e a legislação vigente.
Conforme a Polícia Civil, o suspeito foi conduzido e ouvido por meio da 2ª Central Estadual do Plantão Digital. Ele teve a prisão ratificada por lesão corporal qualificada, ameaça e injúria no contexto de violência doméstica. O vereador também foi autuado por posse irregular de munição e porte ilegal de arma de fogo.
As investigações seguem em andamento e outras informações serão repassadas ao término da investigação.
Veja a nota da Câmara Municipal de Alfenas na íntegra:
“A Câmara Municipal de Alfenas vem a público esclarecer os recentes acontecimentos envolvendo o Vereador Pedro Alencar Azevedo (Pedrinho MinasAcontece), que foi detido sob suspeita de violência doméstica, além da apreensão de drogas e munições em sua posse.
Ressaltamos que a Câmara Municipal de Alfenas repudia qualquer tipo de violência ou conduta que vá contra a legislação e os princípios éticos que regem a função pública. Diante dos fatos, informamos que já foi enviado Ofício às Polícias Civil e Militar, para apuração dos fatos. Caso sejam comprovadas irregularidades, as medidas cabíveis dentro do âmbito legislativo serão tomadas conforme o Regimento Interno e a legislação vigente.
A Câmara Municipal reforça seu compromisso com a ética e com a defesa dos direitos da população, reafirmando que atos individuais não representam a conduta desta instituição, que continuará trabalhando com seriedade e responsabilidade em prol do município”.
Acidente grave deixa cinco feridos entre Alfenas e Serrania – Foto: divulgação
Cinco pessoas, sendo dois homens e três mulheres, ficaram feridas durante um acidente envolvendo dois veículos na noite do último domingo (13), na Rodovia Waldemar Miguel, próximo ao km 03, entre Alfenas (MG) e Serrania (MG).
Segundo informações preliminares, equipes do Corpo de Bombeiros de Alfenas e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionadas para o resgate. Duas pessoas sofreram ferimentos graves e três tiveram escoriações leves.
As vítimas receberam os primeiros socorros no local e foram encaminhadas para uma unidade hospitalar. As causas do acidente estão sendo investigadas.
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