Comunidade acadêmica da UEMG de Passos lamenta a morte do estudante de Medicina João Victor Rodrigues – Foto: redes sociais
A comunidade acadêmica da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) de Passos está de luto com a morte do estudante de Medicina João Victor Rodrigues, que cursava o 5º período da graduação. A notícia gerou profunda comoção entre colegas, professores e amigos, que lembram do jovem como uma pessoa dedicada, generosa e muito querida por todos.
Natural de Alterosa, no Sul de Minas, João Victor construiu laços fortes durante sua trajetória na universidade. Além do comprometimento com os estudos, ele também participava ativamente da vida universitária, contribuindo para a representação estudantil e para o fortalecimento do convívio acadêmico dentro da instituição.
Colegas relatam que João Victor sempre esteve presente nas atividades acadêmicas e nos momentos de integração entre os estudantes, demonstrando espírito colaborativo, empatia e disposição para ajudar. Sua presença marcante e seu jeito acolhedor fizeram com que conquistasse a admiração e o carinho de muitas pessoas dentro da universidade.
Em nota oficial, a Universidade do Estado de Minas Gerais manifestou pesar pela perda e prestou solidariedade à família e à comunidade acadêmica.
“Neste momento de dor, a Universidade manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos, colegas e a toda a comunidade acadêmica, desejando que encontrem conforto, força e serenidade para enfrentar essa perda tão difícil”, destacou a instituição.
A morte precoce de João Victor deixa um vazio entre aqueles que conviviam diariamente com ele na UEMG. Entre lembranças, homenagens e mensagens de carinho, amigos e colegas se unem para celebrar a vida de um jovem que marcou sua passagem pela universidade com companheirismo, dedicação e humanidade.
De São José da Barra para o mundo: João Pedro é finalista do Passaporte Mineiro do Conhecimento e vai estudar no exterior com bolsa integral – Foto: arquivo pessoal
João Pedro do Nascimento Justino, que completa 16 anos no próximo dia 10 de setembro, já tem um presente inesquecível para comemorar: a oportunidade de transformar sua vida por meio da educação. Estudante da Escola Estadual Doutor Juscelino Kubitschek, em São José da Barra (MG), ele é um dos finalistas do programa Passaporte Mineiro do Conhecimento, iniciativa que levará jovens mineiros a estudarem um ano letivo no exterior com todas as despesas custeadas pelo Estado.
Graças ao seu empenho, dedicação e desempenho exemplar nos estudos, João Pedro está prestes a viver uma experiência única que vai muito além da sala de aula: mergulhar em uma nova cultura, aprender em outro idioma, expandir horizontes e se preparar para um futuro sem fronteiras. A tão aguardada viagem já tem data marcada: janeiro de 2026.
Um passaporte para o mundo
O programa garante aos estudantes bolsa integral que cobre viagem, hospedagem, alimentação, documentação e seguro. Na edição atual, 150 jovens mineiros serão contemplados e terão a chance de estudarem em até 28 países, entre eles Alemanha, Canadá, Japão, África do Sul e Austrália.
A seleção é rigorosa e prioriza alunos com excelente rendimento escolar, frequência regular e histórico sem reprovações – critérios que João Pedro atendeu com maestria.
Uma jornada transformadora
Antes de chegar à lista dos contemplados, João Pedro participou da Trilha Formativa, entre os dias 15 e 18 de junho, em Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Foram dias intensos de aprendizado, troca de experiências e desenvolvimento pessoal, ao lado de outros 300 estudantes da rede estadual.
O encontro, promovido pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) em parceria com a Fundação Helena Antipoff (FHA), foi apenas o início de uma caminhada que promete transformar não apenas a vida dos estudantes, mas também das famílias e das comunidades onde vivem.
Orgulho e inspiração
A conquista de João Pedro é motivo de orgulho para São José da Barra. Aos 16 anos, ele se torna exemplo de dedicação, disciplina e sonhos possíveis quando aliados à educação de qualidade e a oportunidades justas.
Parabéns, João Pedro! Que sua jornada seja repleta de conquistas e que seu caminho sirva de inspiração para tantos outros jovens que acreditam no poder transformador do conhecimento.
Aluno diz que matou colega de sala por inveja: ‘Simbolizava a alegria que eu não tinha’ – Foto: redes sociais
O adolescente de 14 anos apreendido por matar a facadas a colega de sala Melissa Campos, também de 14, afirmou ter cometido o crime por “inveja”. A informação foi revelada pelo promotor Diego Aguillar durante coletiva de imprensa concedida nesta terça-feira (20) pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de Minas Gerais. Segundo o promotor, o próprio aluno confessou a motivação a um policial militar que o apreendeu.
“O policial militar que o capturou ouviu dele, isso está no depoimento do policial militar: ‘eu fiz porque tinha inveja, pelo fato de ela simbolizar uma alegria que eu não tinha’”, relatou Aguillar. Melissa foi morta no último dia 8 de maio, dentro da sala de aula de uma escola em Uberaba, no Triângulo Mineiro.
Segundo as investigações, o autor do crime entregou à colega um bilhete com a frase “sentença de morte” e, segundos depois, a esfaqueou. Imagens das câmeras de segurança mostram o momento em que a adolescente recebe o recado e, antes de conseguir reagir, é golpeada.
“As câmeras mostram que ele entrega um papel para a vítima e, segundos depois, começa a desferir os golpes. Essa folha de papel contém algo como se fosse uma sentença de morte — era o título. A impressão que dá é de que ela não entende. Então, foi pega de surpresa”, detalhou o delegado Cyro Moreira.
Após o ataque, o adolescente saiu andando pela escola e fugiu do local. Ele foi localizado horas depois às margens da AMG-2595, sem apresentar resistência. A faca usada no crime foi encontrada cravada em uma árvore, após o próprio suspeito indicar o local.
Crime foi planejado
A investigação aponta que o crime foi planejado com a ajuda de um colega de turma, também de 14 anos. Os dois sentavam próximos a Melissa e, no dia do crime, teriam definido que ela seria a vítima. O autor levou a faca escondida na mochila e, após o assassinato, seguiu o plano de fuga traçado anteriormente.
“Havia um plano que partia principalmente da mente do primeiro envolvido. Eles sentavam perto da vítima, trocaram papéis entre si, e, após o crime, o autor saiu devagar da sala, porque ninguém havia notado a gravidade da situação naquele momento”, explicou o delegado Moreira.
Um caderno com anotações sobre o plano foi apreendido pela polícia. O nome da vítima teria sido incluído no dia do ataque. Não foram encontrados indícios de que houvesse uma lista de possíveis alvos ou de que o caso fizesse parte de um plano de massacre escolar.
Investigação descarta bullying
A Polícia Civil e o Ministério Público afirmam que não há indícios de bullying. Segundo os investigadores, Melissa era uma aluna querida, premiada, religiosa e com boa convivência com os colegas. “A vítima não praticava bullying contra ninguém. Muito pelo contrário: era uma menina alegre, feliz, que acolhia os novos alunos, tinha um grupo de amigas e um ótimo desempenho escolar”, afirmou o promotor André Tuma Delbim Ferreira.
A relação entre autor e vítima era antiga, mas sem vínculo afetivo. “Eles se conheciam há muitos anos, mas não havia nenhum relacionamento. O motivo não foi bullying. O autor afirmou que sentia inveja”, completou o delegado.
Punição e próximos passos
Os dois adolescentes foram indiciados por ato infracional análogo a homicídio triplamente qualificado. Ambos estão internados sob custódia do Ministério Público e devem passar por audiência nos próximos dias.
“O próximo ato judicial será a oitiva das testemunhas e análise das provas. Depois disso, será proferida a sentença. A medida de internação, que é a mais extrema prevista pelo ECA, pode chegar a até três anos. É o que a lei permite”, afirmou o promotor Ferreira.
O caso
Melissa Campos foi atacada em sala de aula no dia 8 de maio. Após receber um bilhete, foi golpeada três vezes com uma faca. A adolescente morreu antes da chegada do socorro. O pai da vítima ainda tentou prestar os primeiros socorros. O autor fugiu levando a mochila e foi apreendido pela Polícia Militar horas depois. O segundo envolvido foi localizado dois dias depois, durante cumprimento de mandado de busca e apreensão.
Gente muito boa, o Matheus é do tipo generoso. Na festa de aniversário da escola, o aluno surpreendeu a todos ao chamar o colega Heitor para comemorar com ele. Todos cantaram parabéns e foi aquela farra, no colégio em São Paulo.
“Quero chamar o Heitor, que fez aniversário dia 15, para cantar parabéns”, disse o Matheus, diante do bolo e da classe lotada. O colega não esperava, emocionado, ficou encabulado, chorou de emoção e abraçou o amigo.
“Eu quero, primeiro, agradecer a Deus, depois [aos] meus professores e meus colegas”, disse o aluno, quase um adulto mirim.
Vídeo viralizou
O vídeo do momento em que o Heitor é surpreendido pela empatia do Matheus viralizou. Mais de 518 mil visualizações. Também não faltaram comentários positivos. Não é para menos, o aluno deu uma lição de sensibilidade que muita gente grande não tem.
Simpático e sorridente, Matheus ganha a festa com direito a bolo e refrigerante na sala de aula do pai, o Cleber. No quadro, também tem homenagem para ele. Mas é o menino que presenteia a todos com sua bondade.
Heitor, o colega surpreendido, fica sem palavras. Mas visivelmente feliz e agradecido. Os dois ganham o carinho da turma.
Elogios nas redes
Nas redes sociais, Matheus, o aluno super do bem, ganha mil e um elogios.
“O Heitor precisava disso”, afirmou um internauta. “Ele [Matheus] ainda chega pro lado pra deixar o palco pro amigo. Que coração lindo”, acrescentou.
“Gente, que menino generoso que coração lindo. Que orgulho pra essa mãe. Essa é minha meta de educação”, ressaltou uma seguidora.
Outra completou: “Isso é reflexo dos valores que ele recebe em casa! Muito lindo quando as crianças nos surpreendem e nos ensinam com exemplos! esse menino é lindo! Tem um coração generoso”.
Aluno do IEC de Carmo do Rio Claro encontra pepita de ouro durante visitação a mina em São João Del-Rei – Foto: divulgação
Na última semana, alunos do Instituto de Educação e Cultura (IEC), de Carmo do Rio Claro (MG), tiveram uma grande surpresa durante uma excursão para a Mina de Ouro Presidente Tancredo Neves, no Centro Histórico de São João Del-Rei (MG).
Um dos alunos que visitava o local percebeu algo de diferente entre as formações rochosas da mina e durante a explicação geológica que estava sendo feita no local, encontrou uma pepita de ouro.
O momento trouxe alegria para todos que estavam presentes. A pepita foi encaminhada para a direção do Instituto de Educação e Cultura e será inserido no acervo didático da escola.
Veja a nota enviada ao Portal Onda Sul pelo professor de História Junio César Oliveira Martins.
No 07/07 o Instituto de educação e cultura – IEC levou seus alunos para uma visita cultural na cidades históricas de São João Del Rei e Tiradentes. Marca registrada da escola, essas execuções tem por finalidade levar o aluno ao encontro com nossos bens patrimoniais. São visitadas, igrejas, museus, Minas de ouro, passeio de Maria Fumaça entre outras ações no decorrer do dia. Nesta viagem em especial algo bastante inusitado ocorreu, ao descer a mina de ouro na cidade de São João Del Rei, o aluno Álvaro do sexto ano do ensino médio, muito atento as explicações, percebeu que uma rocha tinha um brilho diferente, apontou para o pequeno ponto e causou espato geral aos responsáveis da mina! Era uma pepita de ouro! O responsável pela mina desce os 30 metros diariamente e nunca tinha percebido. A mina é do século XVIII, está desativada há mais de um século. O fragmento de ouro que deve conter aproximadamente 1/2 grama de ouro foi dado a escola, para ficar em amostra e ser usado como instrumento de estudo para os demais alunos.
Via: Portal Onda Sul.
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