Cão cai de carroceria de caminhonete e aguarda identificação do dono no Posto JF, entre Alpinópolis e São José da Barra – Foto: divulgação/leitora
Um cachorro caiu da carroceria de uma caminhonete Toyota Hilux na última quarta-feira (22), nas proximidades do Posto JF, na região entre os municípios de Alpinópolis e São José da Barra.
De acordo com informações apuradas, o veículo transportava dois cães na parte traseira no momento do incidente. O animal teria caído enquanto a caminhonete seguia pela rodovia, possivelmente no sentido Passos ou Alpinópolis.
Após a queda, o cachorro foi recolhido e levado para o Posto JF, onde permanece sob cuidados. Ele apresenta sinais de desorientação, o que pode indicar impacto ou estresse causado pelo ocorrido.
Há suspeita de que o tutor seja da cidade de Passos, mas até o momento ele não foi localizado. Pessoas que tenham informações sobre o proprietário ou que reconheçam o animal podem procurar o local para auxiliar na identificação.
O caso chama atenção para os riscos do transporte inadequado de animais em veículos, especialmente em carrocerias abertas, sem o uso de equipamentos de segurança.
Cão cai de carroceria de caminhonete e aguarda identificação do dono no Posto JF, entre Alpinópolis e São José da Barra – Foto: divulgação/leitora
Um homem foi preso nessa terça-feira (20/1) em Campina Verde (MG), no Triângulo Mineiro, por equipe da Polícia Civil (PC) da cidade após ser flagrado por câmeras de segurança arrastando um cachorro em via pública pelo pescoço, através de um pedaço de arame.
As imagens mostram o animal em sofrimento e chegando a desmaiar, sendo que mesmo assim o suspeito continuou o arrastando pela rua.
Ainda conforme o vídeo é possível ouvir uma testemunha dizendo a seguinte frase: “Tadinho, você vai matar esse cachorro, moço”.
O suspeito foi localizado no mesmo dia do crime, preso em flagrante e vai responder por crimes de maus-tratos contra animais.
“O sujeito arrastou o animal desacordado por um arame e ele quase foi a óbito, se não fosse massagens cardíacas realizadas por morador que estava no local. Diante do ato cruel contra animais, a PC realizou diligência apurando o caso, bem como afim de localizar o sujeito que foi preso em flagrante”, contou o delegado Fúlvio Alvarenga Sampaio.
A pena para maus-tratos contra cachorros e gatos no Brasil, pela Lei Sansão (Lei 14.064/2020), é de 2 a 5 anos de reclusão, mais multa e proibição da guarda; uma punição mais severa que a geral para outros animais (Lei de Crimes Ambientais – Lei 9.605/1998), que prevê detenção de 3 meses a 1 ano. Se houver morte do animal, a pena pode ser ainda mais aumentada
Incêndio em residência mata homem e cachorro em São Sebastião do Paraíso – Foto: divulgação/Corpo de Bombeiros
Um homem e um cachorro morreram após um incêndio atingir uma residência na Vila Operária, em São Sebastião do Paraíso (MG), na noite da última quarta-feira (10). O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 19h, após moradores perceberem fumaça intensa saindo do imóvel.
Vizinhos relataram que, desde o fim da tarde, já notavam fumaça saindo da residência, acreditando inicialmente que se tratava apenas da queima de lixo. Com o passar das horas, porém, a intensidade aumentou e, sabendo que o morador tinha o hábito de acumular diversos objetos — entre eles colchões —, decidiram acionar os bombeiros por volta das 19h.
Quando a equipe chegou ao endereço, a casa estava completamente tomada por fumaça densa. Os militares iniciaram o adentramento tático utilizando Equipamentos de Proteção Respiratória e aplicaram técnicas de exaustão com jatos de água, a fim de baixar a temperatura interna e dispersar a fumaça para permitir a progressão segura pelo interior do imóvel.
Durante a varredura, os bombeiros encontraram um cachorro já sem vida, possivelmente por intoxicação. Em seguida, em um dos quartos, entre a parede e uma cômoda, foi localizado o corpo de um homem ainda não identificado. Perto dele havia um ventilador com sinais de curto-circuito. No entanto, não há confirmação de que o equipamento tenha causado o incêndio ou se foi danificado pelas chamas.
A Polícia Civil esteve no local e acionou a perícia, que investigará as circunstâncias e a origem do fogo. As causas do sinistro seguem em apuração.
Incêndio em residência mata homem e cachorro em São Sebastião do Paraíso – Foto: divulgação/Corpo de BombeirosIncêndio em residência mata homem e cachorro em São Sebastião do Paraíso – Foto: divulgação/Corpo de BombeirosIncêndio em residência mata homem e cachorro em São Sebastião do Paraíso – Foto: divulgação/Corpo de Bombeiros
Um caso de maus-tratos a animal gerou revolta em Conceição da Aparecida (MG) na tarde da última quarta-feira (8). Por volta das 15h, um homem entrou com sua cadela em um açougue localizado nas proximidades da Praça Belo Horizonte, causando um tumulto momentâneo, quando o animal acabou acessando a área de estoque do estabelecimento.
De acordo com testemunhas, a cadela teria começado a comer pedaços de carne que estavam no local. Conforme as primeiras informações de populares que procuraram nossa redação, o açougueiro supostamente incomodado com a situação, teria reagido com violência, desferindo golpes de faca no pescoço do animal e ferindo também uma de suas orelhas. As informações ainda não foram confirmadas oficialmente pelas autoridades.
Pessoas que passavam pela região se comoveram com a cena e socorreram imediatamente a cadela, levando o animal ferido até uma clínica veterinária. O tratamento está sendo custeado pela associação Pet´s Amor Eterno, que atua voluntariamente na proteção de animais em situação de rua ou vulnerabilidade.
Até o momento, os órgãos oficiais de segurança não se pronunciaram, mas testemunhas informaram que um boletim de ocorrência foi registrado. A Polícia deverá investigar o caso, que pode configurar crime de maus-tratos a animais, previsto na legislação brasileira.
A cadela segue em tratamento veterinário e, segundo informações da clínica, seu estado de saúde é estável.
Um piscineiro salvou um cachorro cego que se afogava na piscina de uma casa em Goiânia(veja o vídeo acima). Vinicius Orlando, de 38 anos, contou que encontrou o cão já desacordado na água e conseguiu reanimá-lo com massagens.
Vinicius trabalha há 15 anos na limpeza de piscinas e, por coincidência, foi ao local porque o ajudante com quem divide a rota pediu para ele adiantar o serviço em outro cliente. Ele contou que entrou pelo portão com a chave que tinha acesso, já que trabalha para a família há anos. Naquele momento, não havia ninguém em casa.
Assim que entrou no quintal, estranhou não ver o cachorro, chamado Choquito, que sempre aparecia para recebê-lo. Ao ouvir um barulho e perceber a lona da piscina afundada, correu e mergulhou.
“Ele já estava no fundo, desacordado. Quando o tirei, não respirava mais. Comecei a massagear a barriguinha e, depois de uns dois minutos, ele tossiu e voltou a respirar. Se eu tivesse chegado 30 segundos mais tarde, não teria escapado”, contou.
Segundo o tutor do cachorro, Danilo Soares, o cãozinho havia passado muito tempo se debatendo. “O Choquito ficou cerca de 40 minutos dentro da piscina, nadando, até não aguentar mais. Quando o Vinicius chegou, já tinha um minuto que estava submerso. Nós pensávamos que ele tinha morrido”, disse.
Alívio e emoção
VIDEO | Piscineiro salva cachorro cego prestes a morrer no fundo de piscina – Foto: reprodução
Danilo disse que, quando recebeu a ligação do piscineiro, achou que o pior já tinha acontecido. “Na minha cabeça, nós íamos chegar em casa e o Choquito estaria morto. Até pedi para minha esposa não levar nossa filha, porque ela é muito apegada a ele. Mas quando cheguei, ele já estava consciente de novo. Foi um alívio muito grande, porque para nós ele é como um filho”, relatou.
Pouco tempo depois, a família buscou ajuda de um veterinário amigo. “Graças a Deus, ontem quando aconteceu isso eu já liguei para um amigo meu que é veterinário e ele correu lá em casa para ver se ele estava bem. Ele já fez exames de sangue, verificou se não tinha água no pulmão e está tudo bem. Meia hora depois, nem parecia que ele tinha passado por esse sufoco”, contou Danilo.
Choquito, que é idoso e perdeu a visão após complicações oftalmológicas, já voltou a brincar. Para a família, a ação do piscineiro foi decisiva.
Filhote dado como morto em acidente na MG-446 é resgatado e devolvido à família em Alpinópolis – Foto: divulgação
Um emocionante reencontro marcou a tarde da última terça-feira (9) em Alpinópolis (MG). Um dos filhotes de cachorro que havia sido dado como morto após um grave acidente na MG-446 foi resgatado por um morador e, com apoio de voluntários, devolvido à família envolvida no ocorrido.
Segundo informações, uma família que viajava da região de Itaú de Minas para uma fazenda em Alpinópolis sofreu um acidente na noite de 2 de setembro. Eles estavam acompanhados de quatro cães — dois adultos e dois filhotes. No momento da colisão, os animais se dispersaram. Os cães maiores foram recuperados, mas acreditava-se que os filhotes haviam morrido.
Dias depois, moradores das proximidades relataram ter visto dois filhotes às margens da rodovia, mas eles eram ariscos e fugiam ao se aproximar. Nesta terça-feira (9), o morador Marcílio conseguiu resgatar um deles em meio a restos do acidente, como móveis e eletrodomésticos espalhados na beira da estrada. O animal estava escondido dentro de um sofá abandonado.
O filhote foi encaminhado à clínica da veterinária Laís, onde recebeu atendimento e passa bem. Graças à mobilização de voluntários e à Coordenadoria de Proteção e Bem-estar Animal de Alpinópolis, representada por Pablo, além da ajuda de Priscila, Gésios e da página de entretenimento Ventania Mil Grau, foi possível localizar a família e promover o reencontro.
A criança da família, que havia chorado muito pela perda dos filhotes, recebeu de volta o cãozinho com grande emoção. O segundo filhote, no entanto, ainda não foi capturado, pois continua se refugiando na mata próxima à rodovia.
O acidente
Na noite do dia 2 de setembro, um acidente envolvendo três veículos foi registrado na MG-446, em Alpinópolis. A colisão ocorreu durante uma tentativa de ultrapassagem malsucedida e deixou feridos.
Segundo a Polícia Militar Rodoviária, um caminhão VW 24.250 seguia sentido Passos quando uma Toyota Hilux tentou ultrapassar um caminhão Ford F4000. Ao perceber que não conseguiria concluir a manobra, o motorista da Hilux retornou bruscamente para a pista, perdeu o controle e atingiu a traseira do F4000, que rodou e colidiu contra o VW.
O condutor da Hilux foi medicado em casa após atendimento em Alpinópolis. Já os ocupantes do F4000 foram levados para a Santa Casa de Passos, onde permanecem em observação. As causas do acidente seguem sob investigação.
‘Ele demonstrou o verdadeiro amor’: cãozinho caminha 12 km para se despedir do tutor em velório no Sul de Minas – Foto: arquivo pessoal
Um gesto de amor e fidelidade comoveu familiares e amigos em Ipuiúna (MG). Nick, um cão sem raça definida, percorreu sozinho cerca de 12 quilômetros até chegar ao velório de seu tutor, Claudemir Cândido Luiz, conhecido como Marola, que morreu vítima de um infarto fulminante no dia 15 de agosto.
Marola tinha 45 anos e morava no sítio da família com o cachorro. Durante dez anos, os dois cultivaram uma relação de companheirismo que surpreendia quem os conhecia. “O Nick era tudo para ele”, lembra o pai de Marola, o produtor rural Edvino Cândido Luiz.
No dia do ocorrido, Marola se sentiu mal e saiu sozinho de carro para buscar ajuda na cidade, mas não resistiu e faleceu pouco tempo após chegar ao hospital. No dia seguinte, enquanto familiares se reuniam no velório, o inesperado aconteceu: Nick apareceu no local, mas ninguém o levou.
O cãozinho havia percorrido a longa distância entre o sítio e a cidade, como se soubesse que precisava estar ali para se despedir. “Eu fiquei muito surpresa e nos deparamos com algo que a gente jamais imaginava que pudesse acontecer”, conta Kátia Luiz, cunhada de Marola.
Terapeuta e moradora de Americana (SP), ela explica que Nick, normalmente arisco e ciumento com estranhos, demonstrou naquele dia uma expressão diferente: de cansaço e tristeza. “[Ele ficou] totalmente abatido, com os olhinhos ali lacrimejando, foi triste de ver. Ele sentiu realmente a perda do tutor dele”, disse Kátia.
A família registrou fotos que mostram o olhar abatido do animal. Kátia chegou a colocá-lo sobre o caixão de Marola, em um gesto simbólico de despedida. “Ele cheirou, abanou o rabinho, deitou e chorou”.
Para Kátia, o laço de cumplicidade entre Claudemir e Nick é único e indescritível.
“A fidelidade o levou até o tutor. Esse relacionamento dele com o meu cunhado é algo que muitas das vezes nem o ser humano consegue demonstrar. Ele demonstrou o verdadeiro amor”, afirmou Kátia.
Já o irmão de Claudemir, José Cândido Luiz, acredita que o episódio representa a relação de amor e cumplicidade que Marola tinha não apenas com o cachorro, mas também com todos da família. “Ele não está entre nós, mas o que fica são as recordações boas. Isso eu vou levar para o resto da vida”, disse emocionado.
‘Ele demonstrou o verdadeiro amor’: cãozinho caminha 12 km para se despedir do tutor em velório no Sul de Minas – Foto: arquivo pessoal
Pitbull foge, invade casa e ataca outro cachorro em Arcos – Foto: divulgação/Corpo de Bombeiros
Na manhã da última quarta-feira (9), um cão da raça pitbull invadiu uma residência no bairro Nossa Senhora Aparecida, em Arcos (MG), e atacou o cachorro da moradora. O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter o animal, que permaneceu na garagem e causou temor entre os moradores.
Segundo informações dos bombeiros, o pitbull havia escapado da residência de sua tutora antes de entrar no imóvel vizinho. A dona da casa invadida contou que permaneceu do lado de fora, com receio de entrar, enquanto o cão permanecia solto na garagem. O cachorro dela, que foi atacado, sofreu apenas ferimentos leves.
Ao chegarem ao local, os militares encontraram o pitbull tranquilo e sem demonstrar agressividade, o que dispensou o uso de contenção física. Com o auxílio de vizinhos, os bombeiros conseguiram localizar a tutora do animal, que o recolheu e o levou de volta para casa com segurança.
A moradora afetada foi orientada a levar seu cão a um veterinário para avaliação dos ferimentos.
O Corpo de Bombeiros reforça que, em casos semelhantes, é fundamental acionar o número de emergência 193 e evitar qualquer tentativa de contato com o animal até a chegada de profissionais capacitados.
Cidade mineira quer proibir reprodução de pitbulls – Foto: reprodução
No mesmo dia em que cinco crianças ficaram feridas após o ataque de um cão pitbull mestiço dentro de uma escola municipal em Betim, na Grande BH, um projeto de lei chegou à Câmara de Vereadores de Itabira, na Região Central de Minas, com uma proposta direta: proibir a reprodução de cães das raças pitbull, rottweiler e seus mestiços no município.
A proposta, enviada pelo prefeito Marco Antônio Lage (PSB), leva o nome de Guilherme Gabriel Couto da Silva que foi atacado e arrastado para um matagal enquanto andava por uma rua no Bairro Santa Marta, em Itabira. Ele foi encaminhado ao hospital em estado grave e os animais foram abatidos. O tutor dos cães foi preso.
O projeto também institui a Política Municipal de Proteção Animal e traz um pacote de medidas que visam prevenir novos ataques e, ao mesmo tempo, fortalecer o bem-estar dos animais. Tutores de cães das raças citadas deverão assinar um termo de responsabilidade, garantir a esterilização, uso de focinheira e coleira, além da identificação por microchip. Em casos extremos de risco ou maus-tratos graves, o projeto prevê a possibilidade de eutanásia mediante laudo técnico.
O prefeito também destacou que a proposta foi cuidadosamente construída com a participação de técnicos, garantindo embasamento para punições severas e aplicabilidade da lei em diversos aspectos. “Essa é uma medida que exige atenção. Por isso, construímos a proposta com o apoio de médicos veterinários e especialistas em segurança pública, para garantir uma resposta eficaz”, afirmou o chefe do Executivo.
A proposta segue as diretrizes da recente Lei Estadual nº 25.165, que proíbe a entrada e a reprodução de cães da raça pitbull em Minas Gerais. Ela também complementa a legislação anterior, a Lei nº 16.301, de 2006, que regula a criação de raças consideradas perigosas, como dobermann, rottweiler e, mais recentemente, o fila brasileiro.
Em 2025, essa lei passou por atualizações importantes: a principal foi a proibição clara e definitiva da entrada e reprodução de pitbulls no estado, algo que antes não estava explicitado. Outra mudança significativa foi a obrigatoriedade do uso de focinheira para esses cães em locais públicos, já que a norma original mencionava apenas “equipamentos de contenção”, sem detalhar quais seriam.
Apesar do tom de urgência adotado pela Prefeitura de Itabira, a proposta gerou reações de ativistas da causa animal. Para Daniela Sousa jornalista, ativista e apresentadora do Papo do Quintal Podcast, que trata da pauta de direito animal, a situação não passa de um “espetáculo político” ela também critica a ausência de políticas preventivas reais.
“Vemos dia após dia denúncias de canis clandestinos sendo estourados, matrizes descartadas e animais maltratados. Mas não vemos a chipagem ser de fato implantada, nem o cadastro de tutores, censos populacionais caninos ou mesmo campanhas educativas sobre guarda responsável. E aí, quando acontece uma tragédia, aparecem leis emergenciais que não tocam nas causas do problema”, afirmou.
Para ela, faltam ações coordenadas, fiscalização e investimentos em capacitação dos próprios agentes públicos. “A proibição vem sempre depois da dor.”
Como ficam os cachorros da cidade?
Em março deste ano, quando a prefeitura anunciou que iria apresentar o projeto de lei à Câmara dos Vereadores para restringir a entrada, procriação e comercialização de raças de guarda como rottweiler, pitbull, fila brasileiro, dobermann e outras semelhantes, uma dúvida surgiu: e os cães que já vivem na cidade?
Segundo a Prefeitura de Itabira, os tutores que já possuem animais dessas raças especiais deverão registrá-los obrigatoriamente em um banco de dados oficial do governo, além de passar por fiscalização periódica e cumprir normas rígidas de segurança.
O executivo acredita que, para garantir o sucesso da medida, a abordagem será focada na “sensibilização dos tutores”, que serão orientados sobre as melhores práticas no manejo desses cachorros listados no projeto. A reportagem procurou a Câmara Municipal de Itabira para saber quando o projeto será lido em plenário, mas não obteve resposta até o fechamento deste texto.
Mais um cachorro é encontrado morto em Alpinópolis – Foto: divulgação
Na tarde da última terça-feira (13), mais um cachorro foi encontrado morto no bairro Colina, em Alpinópolis (MG). Este é o terceiro caso semelhante registrado em um curto espaço de tempo, o que tem gerado preocupação entre os moradores e levantado suspeitas de envenenamento intencional.
Populares relatam que os animais não apresentavam sinais de doenças e que os óbitos aconteceram de forma repentina, sempre em circunstâncias parecidas. Alguns nomes já circulam entre os moradores como possíveis responsáveis, mas até o momento nenhuma confirmação oficial foi feita pelas autoridades.
Crimes contra animais têm recebido cada vez mais atenção, com multas pesadas e até prisão para quem for flagrado maltratando ou matando animais. Em Alpinópolis, diversos casos estão sendo averiguados, e algumas pessoas já foram autuadas por maus-tratos.
Moradores pedem mais fiscalização e reforçam a importância das denúncias anônimas para que os culpados sejam identificados e punidos.
Gostaria de adicionar o site Jornal Folha Regional a sua área de trabalho?