Passos lidera casos de dengue entre as cinco maiores do Sul de Minas – Foto: reprodução
O mais recente boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais indica que Passos registra o maior número de notificações de dengue entre os cinco principais municípios do Sul de Minas nas primeiras oito semanas de 2026.
De acordo com os dados oficiais, a cidade contabilizou 157 casos da doença no período analisado. Apesar de ocupar o topo do ranking regional, o cenário atual demonstra melhora significativa em relação ao mesmo intervalo de 2025, quando haviam sido registrados 310 casos — uma redução próxima de 50%.
A diminuição é atribuída às ações permanentes de combate ao mosquito transmissor, o Aedes aegypti, mas as autoridades de saúde reforçam que a colaboração da população continua sendo fundamental, especialmente na eliminação de recipientes que possam acumular água parada.
O levantamento também evidencia diferenças expressivas entre os municípios da região. Após Passos, aparecem Poços de Caldas, com 60 notificações; Pouso Alegre, com 53; Varginha, com 13; e Lavras, que registrou 5 casos no mesmo período.
Mesmo com a redução, o município segue em estado de atenção, já que o início do ano é considerado período crítico para a proliferação do vetor.
Anvisa busca antídoto no exterior após aumento de casos de bebidas adulteradas – Foto: UFMG
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acionou fabricantes internacionais em busca do Fomepizol, considerado antídoto para intoxicações por metanol. Como o remédio não é encontrado no Brasil, o governo tenta viabilizar sua importação emergencial.
Diante do aumento de casos de bebidas adulteradas, a Anvisa também procurou autoridades reguladoras internacionais, entre elas a FDA, dos Estados Unidos, e a EMA, da União Europeia, além de agências da Argentina, México, Canadá, Japão, Reino Unido, China, Suíça e Austrália.
Além disso, a agência publicou um edital de chamamento internacional para localizar laboratórios e distribuidores com estoque disponível do medicamento. A medida atende a um pedido do Ministério da Saúde.
O aumento de registros de intoxicação por metanol em diferentes estados do Brasil acendeu o alerta das autoridades de saúde, que tratam o caso como prioridade nacional. O governo afirmou, por ora, que o país tem 11 casos confirmados e 48 suspeitos.
O que está acontecendo
O metanol é um álcool industrial, altamente tóxico, que não deveria estar presente em bebidas destinadas ao consumo humano. Por ser mais barato que o álcool comum usado em bebidas, criminosos o utilizam para adulterá-las, reduzindo custos e aumentando o rendimento.
O organismo humano não consegue metabolizar o metanol de forma segura. Quando ingerido, ele se transforma em compostos tóxicos que podem causar náusea, vômito e dor abdominal; cegueira irreversível; lesões neurológicas; e, em doses mais altas, até a morte.
O Ministério da Saúde orienta que qualquer pessoa que, entre 12 e 24 horas após consumir bebida alcoólica, apresente sinais como embriaguez prolongada, desconforto gástrico ou alterações na visão, deve procurar imediatamente um serviço de saúde para atendimento emergencial.
Minas Gerais tem um feminicídio a cada três dias, aponta relatório – Foto: reprodução
Na última quarta-feira (9/7), a cozinheira Maria da Penha, de 60 anos, foi encontrada morta em Santa Luzia, na Grande BH. Ela foi assassinada pelo companheiro Isaque Trindade, de 40, que confessou o crime e foi preso. O caso de feminicídio não é isolado. Segundo o Mapa da Segurança Pública divulgado no último mês de junho pelo governo federal, a cada três dias uma mulher foi vítima do crime em 2024 em Minas Gerais. Foram 133 casos.
Apesar de no ano passado ter havido uma redução no número de ocorrências – foram 167 em 2023 -, os números ainda preocupam e colocam o Estado como o segundo do país com mais ocorrências. No caso de Maria da Penha, enforcada até a morte pelo companheiro, familiares informaram que ela já vinha sendo agredida pelo homem, mas teve receio de denunciá-lo à polícia, o que foi feito por um primo. O suspeito chegou a ir morar em São Paulo, mas depois voltou e acabou matando a cozinheira.
Advogada criminalista e Conselheira Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil Seção Minas Gerais (OAB-MG), Ariane Martins Moreira alerta que é importante que as mulheres busquem ajuda nos primeiros sinais de violência do companheiro. Ela explica que muitas vítimas têm dificuldade de fazer isso “por desconhecimento, dependência financeira, emocional, ausência de apoio familiar, ou até por medo e vergonha”, o que faz com que elas fiquem ainda mais vulneráveis à violência, como aconteceu com a cozinheira Maria da Penha.
“Infelizmente a violência psicológica, que muitas vezes é a primeira violência que essa mulher sofre, ela acaba perdoando as agressões de seus companheiros e acreditando que não irão se repetir, isso é o ciclo da violência doméstica e familiar. Primeiro ele violenta, depois pede perdão com presentes, declarações de amor e por último promete que não irá mais acontecer”, alerta Ariane. A orientação é que as vítimas busquem ajuda, seja de um familiar, de um amigo, de uma instituição de defesa da mulher e da polícia.
Casos
Apesar de Minas Gerais ter conseguido reduzir o número de casos, Ariane é categórica ao dizer que ainda não há o que comemorar. “Os números são preocupantes. Os municípios precisam investir em políticas públicas para as mulheres e meninas e capacitar seus servidores. Fortalecer nas escolas, pois na educação é fundamental trabalhar a igualdade de gênero para prevenir e coibir a violência doméstica e familiar. As escolas precisam ensinar sobre a Lei Maria da Penha de forma efetiva”, afirmou a advogada.
Relatório
Segundo o Mapa da Segurança Pública, Minas só ficou atrás de São Paulo (253 casos) em número de feminicídios em 2024. Quando se compara a quantidade de vítimas por grupo de 100 mil mulheres, Minas Gerais, com índice de 1,22, aparece à frente de São Paulo, que registrou 1,07.
O relatório do governo federal mostra ainda que o número de feminicídios permaneceu estável em 2024, com alta pequena de 0,69% em relação a 2023 no país. Os crimes em todo o Brasil passaram de 1.449 para 1.459 casos, o que equivale a quatro vítimas por dia.
Santa Casa de Misericórdia de Passos – Foto: reprodução
Diversas prefeituras de municípios de Minas Gerais têm decretado estado de emergência devido ao aumento no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG).
A prefeitura de Passos (MG) ainda não se manifestou, porém, segundo informações, a Santa Casa alcançou um aumento significativo no número de casos da SRAG, assim enfrentando um cenário de superlotação, principalmente em áreas como a ‘emergência’ e as ‘unidades de internação’. É importante ressaltar que os enfermos não são oriundos apenas do município de Passos, mas sim de toda a região.
De acordo com informações, para garantir o bem-estar dos profissionais e pacientes, a instituição decidiu que por ventura for, serão adotadas medidas de contingências, como a suspensão temporária de procedimentos eletivos.
Governo de Minas decreta situação de emergência em saúde pública
Após Belo Horizonte e outras cidades mineiras decretarem situação de emergência em virtude do grande número de casos da SRAG, o governo do estado decretou situação de emergência em saúde pública, devido à disparada dos casos e da demanda nas unidades de saúde.
Nas últimas duas semanas, postos de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Minas Gerais vêm ficando lotadas de pessoas, principalmente crianças, com sintomas de gripe e outras doenças respiratórias. A alta procura sobrecarregou a capacidade de atendimento nas unidades, levando os pacientes a terem que esperar por diversas horas. Além disso, na capital e em outras cidades, foi necessário a instalação de mais leitos de internação para acolher pacientes em estado mais grave.
Conforme dados da Secretaria Estadual de Saúde, até o dia 26 de abril, foram registradas 26.817 internações no estado pela síndrome respiratória aguda grave, com 397 mortes. A maioria desses casos é de crianças de até 1 ano de idade e idosos acima dos 60 anos.
De acordo com a secretaria, o decreto é válido por 180 dias e vai permitir ações administrativas e assistenciais, como a contratação de profissionais médicos e a compra de medicamentos, materiais e insumos, sem a necessidade de licitação, agilizando o atendimento e o apoio aos municípios. Ainda de acordo com a secretaria, com o decreto, será instalado um Centro de Operações de Emergências em Saúde por Síndrome Respiratória Aguda Grave, que irá monitorar e coordenar ações durante o período de emergência.
A pasta também reforçou também a importância da população se vacinar. Desde a segunda-feira (5), a vacinação contra a gripe foi estendida para toda a população acima dos 6 meses de idade. O estado recebeu do Ministério da Saúde e distribuiu aos municípios cerca de 5,7 milhões de doses.
Carmo do Rio Claro tem casos de raiva confirmados. — Foto: Lícia Rubinstein/Censo
Quatro casos de raiva animal foram confirmados neste ano em Carmo do Rio Claro (MG), dois deles em bovinos e três em equinos. Há ainda vários casos suspeitos que estão em análise.
O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) está monitorando a situação desde 8 de janeiro e disse que os focos estão sob controle. Os casos ocorreram em três regiões diferentes do município.
Nesta quarta-feira (22), foi feita uma reunião do IMA com a prefeitura e representantes dos produtores rurais e será feito uma campanha de conscientização sobre a vacinação dos rebanhos.
“O produtor que não realizou a imunização de seus animais contra raiva no ano passado e nesse ano também ainda não fez, que faça a vacinação para que a gente possa ter o controle e efetivo da doença”, alerta o coordenador regional do IMA, Wladimir Ferreira Fadini .
A prefeitura disse que irá instalar armadilhas para captura de morcegos hematófago nos pontos da zona rural onde os casos foram registrados.
A última campanha de anti-rábica em Carmo do Rio Claro foi realizada entre agosto e setembro de 2024 com a vacinação de mais de 5 mil cães e mil gatos.
A vacina para os animais de grande porte está disponível nas casas de insumos agropecuários.
Registros de dengue em Passos já chegam em 104 casos em 20 dias de 2025 – Foto: reprodução
Nos 20 primeiros dias de 2025, já foram registrados 104 casos de dengue em Passos (MG), segundo os dados do Painel Monitoramento da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais. Na microrregião de Passos, o município está com o maior número de casos, seguindo de São Sebastião do Paraíso, com 52 casos, e de Itaú de Minas, com 14 casos.
Nesta mesma época do ano passado, os números de registro de dengue na cidade eram de 30 casos na primeira semana de janeiro, saltando para 148 casos no dia 16 de janeiro de 2024, segundo o Painel de Monitoramento.
Minas registra aumento de quase 300% nos casos de dengue
Nos últimos sete dias, Minas Gerais registrou 1.587 novos casos de dengue, um aumento de 296% em relação à semana anterior. Segundo o boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MG), divulgado em 13 de janeiro, haviam sido confirmadas 536 infecções pela arbovirose, número que saltou para 2.123 no boletim desta segunda-feira (20/01).
Os casos prováveis também tiveram um aumento significativo no mesmo período, passando de 2.075 para 6.741, o que corresponde a 224,8%. Além disso, três mortes suspeitas por dengue estão sendo investigadas.
O Ministério da Saúde, por meio do painel de monitoramento das arboviroses, registrou um óbito por dengue em Minas Gerais. No entanto, a Secretaria de Estado de Saúde ainda não confirmou a morte.
Eduardo Prosdocimi, subsecretário de Vigilância em Saúde da SES-MG, explicou que a divergência de informações ocorre devido à cronologia do contágio dos pacientes. Isso porque, embora a União tenha confirmado a morte para o período sazonal de 2025, a investigação ainda está em andamento.
Apesar do aumento significativo, o estado se mantém bem abaixo dos números do ano passado, quando Minas foi o estado brasileiro com maior quantidade de casos suspeitos de dengue. Até o dia 22 de janeiro de 2024, o estado contava com 11.490 casos confirmados e 32.316 suspeitos, além de 14 óbitos em investigação e um confirmado.
Essa situação fez com que o governo estadual decretasse emergência em saúde pública. Na ocasião, 366 municípios mineiros estiveram situação de alerta, enquanto 305 apresentavam risco elevado para a transmissão da doença.
Zika e Chikungunya
Em relação à febre chikungunya, até 20 de janeiro, foram registrados 693 casos prováveis da doença neste ano, e 539 confirmados, sem a ocorrência de mortes em investigação ou confirmados em Minas Gerais. Quanto ao vírus Zika, não há casos prováveis nem confirmados no estado.
Cidades do Sul de Minas reforçam prevenção após notificação dos primeiros casos de dengue – Foto: reprodução
Após as primeiras notificações de dengue neste ano, os municípios do Sul de Minas começaram a reforçar métodos de prevenção contra a doença. Pouso Alegre (MG), que recentemente notificou casos da doença, está entre as cidades da região que implementaram medidas para se prevenir.
Conforme dados levantados pela reportagem, em Minas Gerais já são 5.680 casos prováveis, 1.794 confirmações da doença, além de três mortes investigadas neste ano.
Veja os números registrados na região, de acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG):
Pouso Alegre: 12 casos prováveis, ainda sem confirmações pelo estado;
Passos: 94 casos notificados com apenas uma confirmação até o momento;
Poços de Caldas: 4 casos prováveis, sem confirmação;
Varginha: 5 casos notificados que deram positivo para dengue;
Em nenhuma cidade do Sul de Minas existem mortes em investigação ou confirmadas.
Apesar da SES-MG ainda não ter confirmado nenhum caso de dengue, a Prefeitura de Pouso Alegre já confirmou dois casos na cidade.
“A prefeitura tem agido com agentes de endemia intensificando o serviço na procura de focos de mosquito e mapeando essa região. Eles estão visitando esses locais, porque muita gente ainda está desatenta, né? Infelizmente, com a chuva, as pessoas se tornam um pouco passadas. Elas não prestam atenção em como funciona o acúmulo de água em casa: é no copinho d’água, é no pires debaixo da planta, são nesses locais que têm o criadouro e onde vão criar os mosquitos para nos atacar”, afirma o enfermeiro Sandro Couto.
Descarte de pneus
Uma das orientações é quanto ao descarte de pneus, que podem ser levados no Ecoponto da prefeitura, localizado na fábrica de manilhas, na Rua João Inácio Raimundo, bairro São João, durante o período da manhã.
Denúncias
Locais de terrenos baldio e de depósito de lixo com materiais que acumulem água podem ser denunciados na Ouvidoria.
As denúncias podem ser feitas online pelo site ou de forma presencial na Central de Atendimento, localizada na Rua Dionísio Machado, 96, Centro. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h.
Dengue: Brasil registra 4 mortes e 55 mil casos desde o início do ano – Foto: reprodução
Quatro mortes por dengue já foram confirmadas este ano, no país. Todas apresentaram os sintomas iniciais da doença. A rede de monitoramento para arboviroses do Ministério da Saúde investiga outras 62 mortes tendo a dengue como causa possível em 2025. Outros casos possíveis da doença chegaram a 55 mil, sendo que a maioria – mais de 29 mil – só no estado de São Paulo.
Aliás, no estado foi confirmada uma morte no município de Guaíra, na última terça-feira. Outros 51 óbitos ainda estão em investigação.
A prefeitura da cidade informou que vai intensificar as medidas de prevenção e reforçou a importância da participação da população no controle da doença, lembrando que a vacina contra a dengue está disponível nos postos de saúde para jovens entre 10 e 14 anos.
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informou que monitora, de forma contínua, o cenário da dengue e outras arboviroses no estado.
Entre os sintomas da doença: febre alta, dores intensas de cabeça, nos olhos e nos músculos do corpo inteiro. Manchas vermelhas pelo corpo também podem surgir. Calafrios, náuseas e vômitos também podem ser sentidos.
Qualquer lugar que acumula água é uma oportunidade para o Aedes Aegypti, se reproduzir. É importante ficar de olho nos pratos de vaso de planta; caixa d’água com tampa mal encaixada ou ralos pouco utilizados. Também pneus e garrafas. Lembrando que o Aedes Aegypti é vetor de outras doenças, como zika e chikungunya.
Casos de dengue têm aumento de 45% na semana no Sul de Minas; confirmações passam de 18 mil – Foto: reprodução
O Sul de Minas tem mais de 18 mil casos. Os dados foram atualizados na tarde da última segunda-feira (4) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).
Em uma semana, o número de casos aumentou em 45%, passando de 12,4 mil para 18 mil casos. Até o momento, três mortes foram confirmadas e outras 29 estão em investigação.
Na semana passada, a SES-MG chegou a confirmar uma 4ª morte, em Carrancas, mas fez a correção em seu “Painel de Monitoramento”. O óbito registrado na cidade segue em investigação.
Varginha segue liderando o número de casos na região: 3.686 casos. Passos (1.685), Areado (1.026) e Campo Belo (1.003) aparecem na sequência.
Conforme os dados da SES-MG, Varginha foi a cidade onde o número de casos mais aumentou nesta semana. Foram +1.372 confirmações. Campo Belo (+454), Passos (+367) e Delfinópolis (+334) aparecem na sequência.
Camanducaia, São João da Mata e Senador Amaral tiveram os primeiros casos confirmados da doença. Divisa Nova, São Tiago e Perdões registraram os maiores aumentos proporcionais em relação à última semana.
O Sul de Minas já contabiliza só em 2023 mais da metade de todos os casos de dengue que foram notificados durante todo o ano passado na região. É o que apontam os dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) em novo boletim divulgado nesta segunda-feira (13).
Conforme a SES-MG, neste ano já foram notificados 8.469 casos da doença. Por enquanto, apenas uma morte de um bebê, em São Sebastião do Paraíso, foi confirmada pelo Estado.
Em apenas uma semana, o número de casos notificados aumentou 27,2% no Sul de Minas.
Passos segue sendo a cidade com mais casos notificados: 4.796. A cidade, que tem três mortes suspeitas pela doença, já superou em 57% o número de casos notificados em todo o ano de 2022: 3.025.
Cidades com mais casos prováveis de dengue no Sul de Minas:
+4.796 Passos
+1.085 São Sebastião do Paraíso
+759 Itaú de Minas
+389 Lavras
+207 Pratápolis
+129 Ribeirão Vermelho
+93 Itapeva
+90 Alpinópolis
+86 Carmo do Rio Claro
Cidades que aumentaram mais casos de dengue em apenas uma semana:
+671 Passos
+325 São Sebastião do Paraíso
+221 Itaú de Minas
+108 Lavras
+102 Pratápolis
+55 Alpinópolis
+47 Ribeirão Vermelho
+29 Varginha e Monte Santo de Minas
Via: G1.
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