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Jornal Folha Regional

Balsas de travessia entre Delfinópolis e Cássia são liberadas

Balsas de travessia entre Delfinópolis e Cássia são liberadas – Foto: divulgação

Após operar com apenas uma balsa, o serviço de transporte para travessia de pessoas e veículos sobre o rio Grande entre as cidades de Delfinópolis (MG) Cássia (MG) , voltou a contar com outras duas embarcações, nesta quarta-feira (11).

Segundo a Prefeitura de Delfinópolis estão funcionando normalmente as balsas Canastra, Rio Grande 2005 e a São João Batista do Glória. As embarcações apresentavam problemas mecânicos, falta de manutenção e motor.

Após ser decretada situação de emergência pelo município, no último domingo, 8, devido às más condições das balsas e a visita da Marinha do Brasil para vistoria, Furnas – responsável pelas embarcações – realizou uma força-tarefa da equipe mecânica para restabelecer o funcionamento das balsas.

Com isso, a população não deve ser prejudicada neste fim de semana prolongado, quando a região deverá receber um movimento acima do normal de turistas, em busca das cachoeiras e ranchos da região. Nesta quarta-feira, o movimento já estava sem grandes filas.

A Prefeitura da cidade mineira, que fica a cerca de 80 km de Franca, informa que ainda há necessidade de manutenções em todas as embarcações, mas serão realizadas após o fim de semana do feriado.

Além das balsas, o rebocador reserva e a balsa para pedestres (Delfinópolis 1) permanecem inoperantes, a exemplo da balsa Rio Grande IV. “Por esse motivo, o decreto de emergência no município ainda permanece até que todas as pendências estejam sanadas”, informa a Prefeitura de Delfinópolis. (GCN)

Adolescente morre vítima de acidente em Delfinópolis

Nicolle Soares Aguilar, 12 anos, foi vítima de acidente em Delfinópolis – Foto: Redes sociais

Na noite da última quinta-feira (28), a Polícia Militar foi comunicada pelo Hospital Municipal de Delfinópolis (MG), que por volta das 16h, deram entrada na emergência duas vítimas de um acidente grave. Sendo uma adolescente de 12 anos e seu namorado de 18 anos.

Naquela ocasião em que a PM ficou ciente do ocorrido, a adolescente Nicolle Soares Aguilar, havia sido transferida para o Hospital de Cássia e posteriomente para a Santa Casa de Passos, já o seu namorado estava no Pronto Socorro do Ambulatório de Delfinópolis sob efeito de medicamentos.

De acordo com os militares, até o fechamento do Boletim de Ocorrência não tiveram informações a cerca do acidente ou algo que pudesse subsidiar novas diligências sobre o fato.

Segundo informações de populares, o acidente ocorreu na região da Bela Mansão em Delfinópolis. Nicolle estava indo para o hospital de motocicleta e sofreu acidente junto do namorado.

Na sexta-feira (29), Nicolle veio a óbito. Seu corpo foi velado no Velório Municipal de Delfinópolis e sepultado no Santo Campo Local daquela localidade.

A Superintendência Regional de Ensino de Passos (SRE/Passos), emitiu uma nota de pesar. “A SRE Passos manifesta o mais profundo pesar pelo falecimento da aluna Nicolle Soares Aguilar, da E. E. Neiva Maria Leite. Nesse momento dolorosos nossa solidariedade à família e aos amigos”.

Ônibus escolar de Delfinópolis bate de frente com caminhonete em rodovia

Ônibus escolar de Delfinópolis bate de frente com caminhonete em rodovia – Foto: redes sociais

Um ônibus escolar da Prefeitura de Delfinópolis (MG), que transportava alunos do município, sofreu um acidente, ao bater contra uma caminhonete que passava pela rodovia BR-464 que liga a cidade ao distrito de Bela Mansão (MG), na tarde desta quarta-feira, 27.

Segundo informações da Prefeitura da cidade, o acidente teria sido causado pelo tempo chuvoso no momento. O condutor da caminhonete teria perdido o controle e batido no ônibus.

O motorista da caminhonete teve apenas ferimentos leves e foi levado para o hospital municipal de Delfinópolis. Os alunos e o condutor do ônibus não sofreram ferimentos. (GCN)

Polícia Militar recupera maquinário furtado do Lar dos Idosos em Delfinópolis

Polícia Militar recupera maquinário furtado do Lar dos Idosos em Delfinópolis – Foto: divulgação / Polícia Militar

Após realizar o registro de um furto ocorrido no Asilo Municipal de Delfinópolis (MG), na manhã desta terça-feira (5), a Polícia Militar realizou a operação “Batida Policial”, com intuito de obter informações com o objetivo em localizar o maquinário furtado e dos autores do furto.

A equipe de militares comandada pelo 3ª Sgt Thiago, recebeu informação da “Rede de Vizinhos Protegidos” e “Consep”, sobre a possivel localização onde o maquinário foi escondido. A equipe logrou êxito na recuperação do produto do furto, sendo encaminhado à Delegacia de Polícia de Cássia (MG), para restituição junto ao presidente do Lar.

Polícia Militar e Polícia Civil cumprem Mandado de Prisão em Delfinópolis

Polícia Militar e Polícia Civil cumprem Mandado de Prisão em Delfinópolis – Foto: PMMG

Na manhã desta quinta-feira (10), a Polícia Militar de Delfinópolis (MG) juntamente com a Polícia Civil de Cássia (MG), após receberem a informação da equipe de inteligência do Estado de São Paulo, realizaram diligência na área situada em zona rural de Delfinópolis logrando êxito na prisão do individuo com mandado de prisão em seu desfavor.

O indivíduo foi apresentado autoridade de policia judiciaria de Cássia para as devidas providências.

Polícia Militar prende homem com mandado de prisão em aberto em Delfinópolis

Polícia Militar prende homem com mandado de prisão em aberto em Delfinópolis – Foto: PMMG

Na manhã deste domingo (30), a Polícia Militar recebeu informações que um indivíduo com mandado de prisão em seu desfavor, estava homiziado na região do Pontal do Lago, na zona rural de Delfinópolis (MG).

De imediato os militares iniciaram a operação Batida Policial na região, logrando êxito em localizar o homem, sendo o mesmo encaminhado para a Delegacia de Polícia de Passos (MG), onde foi apresentado para a autoridade judiciária digital de plantão.

Polícia Militar prende caçadores por porte ilegal de arma de fogo em Delfinópolis

Polícia Militar prende caçadores por porte ilegal de arma de fogo em Delfinópolis – Foto: PMMG

Na tarde da última quarta-feira (26), durante patrulhamento pela BR-464, a Polícia Militar, durante patrulhamento pela BR-464, na estrada ecológica que liga os distritos de Olhos D’água e Ponte Alta em Delfinópolis (MG), deparou com um indivíduo que portava um rádio comunicador, o qual relatou que estava compondo uma equipe de caçadores e estavam fazendo a caça de javali e passou a localização dos demais integrantes do grupo.

De posse das informações, os militares deslocaram para o local indicado, onde foram abordados os caçadores de 47, 39 e 27 anos, os quais portavam 01 espingada/Escopeta, marca CBC, calibre .12, capacidade para 6 disparos, 2 espingardas/Escopeta, marca CBC, calibre .12, capacidade para 7 disparos.

Os caçadores não possuíam guias de tráfego e nem porte das armas. Os autores foram presos e os materiais apreendidos.

Turismo: faturamento anual de Delfinópolis e de outras cidades da região aumentam

Imagem: Wikiloc

Com um faturamento médio de R$135 milhões no ano passado, o setor de turismo de Delfinópolis está em crescimento. A cidade atribui esse aumento no número de turistas que buscam por passeios ao ar livre após a suspensão das medidas de restrição relacionadas à pandemia de covid.

Conforme levantamento realizado pela prefeitura de Delfinópolis, baseado no fluxo de veículos nas balsas que cruzam o Rio Grande, aproximadamente 28 turistas visitaram o município por mês em 2022. A retomada do turismo e a preferência por atividades ao ar livre têm sido um impulso significativo para o setor na região.

Identificamos que muitos turistas, durante a pandemia, passaram a buscar passeios ao ar livre e as características de Delfinópolis são favoráveis a esses novos hábitos. Isso fez com que nessa retomada das atividades identificássemos uma elevação no número de turistas durante todo o ano. Isso impacta outros municípios da região, principalmente porque essa modalidade de turismo não possui fronteiras e a Canastra favorece isso“, afirma a secretária do Turismo de Delfinópolis, Meire Inoue

E Delfinópolis não é a única cidade da região a prosperar com o turismo. São José da Barra, a região da Serra da Canastra, Capitólio e Escarpas do Lago também lucram com a vinda de turistas de todo o Brasil para desfrutar das paisagens, culinária e histórias das cidades. (Clic Folha)

Diretora da Câmara de Delfinópolis é demitida e vira caso de polícia; presidente da Câmara é interrogado por suspeito de corrupção

Um imbróglio na Câmara Municipal de Delfinópolis (MG) terminou na demissão da diretora e na exoneração do contador da instituição. A diretora foi demitida no dia 30 de março com justificativas rasas, após seis anos de trabalho.

No dia seguinte, ela fez um Boletim de Ocorrência relatando que o contador foi à sua casa , no período de férias dela, solicitou o celular da Câmara que tinha o aplicativo do banco e disse que precisava imprimir comprovantes. Ela entregou o celular e a senha de acesso, mas não entregou a senha de transação financeira.

Em seu depoimento ela diz que, ao retornar ao trabalho verificou que foram feitas transações bancárias sem a sua permissão, dois pagamentos à empresa Kleber Antonio do Nascimento. Ela levou o fato ao Presidente da Câmara, Sebastião Aparecido Alão (PSDB), mas o mesmo disse que ela ‘’estava querendo criar caso com coisa à toa“.

A diretora se recusou a assinar qualquer documentação pertinente à contratação desta empresa. Eles cancelaram a contratação, a empresa devolveu o dinheiro para a Câmara e o Presidente demitiu a servidora, alegando que ela recebeu um e-mail e não passou para o jurídico. O e-mail foi aberto durante as férias.

A ex-diretora Lidiane Requier conta que no começo do ano o contador/comprador da Câmara Municipal queria realizar a contratação de um sistema contábil. O órgão legislativo já possuía uma contratação de um sistema, portanto, o atual presidente não autorizou.

“Nesse meio tempo eu entrei de férias e como o aplicativo do banco ficava no celular da Câmara e havia a necessidade de realizar alguns pagamentos, trouxe o dispositivo móvel para casa. No dia 27 de janeiro, depois que foram realizados os pagamentos, o Contador veio até a minha residência juntamente com uma servidora e solicitou o aparelho celular que realizava os pagamentos, sob a alegação que necessitava imprimir os comprovantes dos pagamentos. Dia seis de fevereiro retornei das férias e no dia nove de fevereiro fui conferir o extrato bancário da Câmara Municipal e vi que foi efetuado dois pagamentos no valor de R$1.760,00 cada, um no dia 27 de janeiro e outro no dia seis de janeiro, para a empresa Kleber Antônio do Nascimento, referente ao tal sistema que o Presidente não deixou contratar no começo do ano. Assim que tomei conhecimento, em ato continuo mostrei para o Jurídico e o Presidente da Câmara Municipal”, disse.

E complementou: “Quando questionei o Contador se era ele que havia feito as transferências, ele disse que a partir daquele dia seria ele que ia fazer os pagamentos. Perguntei com qual senha ele fez as transações pois eu não havia lhe informado a minha senha de efetivação, e o mesmo me tratou com arrogância e desconversou, alegando que cancelaria o processo. Até este momento o jurídico e a presidência da Câmara se mostraram preocupados com o ocorrido e concordaram que precisavam resolver esse impasse. No mesmo dia fui ao banco e troquei minha senha pessoal”.

A ex-diretora continua: “No dia 16 de fevereiro a empresa que teria recebido os dois pagamentos depositou novamente a quantia na conta da Câmara Municipal. Solicitei um documento formal assinado pelo Contador do por que que o setor de Contabilidade fez sem autorização as transferências, observando que eu não estava ciente do processo e que ele utilizou minha senha pessoal. O Contador não concordou e disse que faria apenas o cancelamento do processo. Eu disse que não concordava porque não vi e nem assinei nenhum documento referente ao processo de contratação dessa empresa, nem contrato, nem notas de empenho, liquidação e pagamento, muito menos autorizações de fornecimento. Ao relatar ao jurídico sobre a resposta que obteve do Contador, o mesmo disse que o cancelamento seria errôneo, ou seja, não podia ser realizado apenas dessa maneira. Ao passar alguns dias, nada foi resolvido e disseram que para encerrar o caso o correto seria ver o processo e assinar, onde refutei a possibilidade pois o Contador não estava autorizado a fazer essa contratação. Diante da minha negativa, o atual presidente disse que eu estava querendo ‘criar caso com coisa à toa’ porque o dinheiro já tinha voltado para conta bancária da Câmara Municipal.

‘’No dia 30 /03/2023 o Presidente alegou falta de confiança em mim e realizou minha exoneração argumentando dois episódios que ocorreram, mesmo eu me justificando e dando publicidade aos servidores da Câmara e a ele desses acontecimentos, sendo: 1º Episódio – Envio errôneo de um e-mail que a Câmara Municipal recebeu. Me confundi ao encaminhar e-mail que chegou a para o jurídico da Câmara. Em vez de enviar para ‘juridicocamaradelfinopolis’ enviei para “procuradoria@delfinopolis” que é o e-mail da Procuradoria do Executivo Municipal. Ao ver que eu havia encaminhado o e-mail errado, avisei ao jurídico da Câmara e também comentei com a Oficial Legislativa. Ou seja, não me omiti que havia confundido e avisei para que os mesmos ficassem cientes. 2º Episódio – E-mail não repassado, sob alegação do Presidente que eu estava protegendo a ex-Presidente da Câmara. Eu entrei de férias por 20 dias. Quando voltei notei que inúmeros e-mails haviam chegados no e-mail oficial da Câmara. Fiz as verificações de praxe e tomei providências dos que necessitavam. Após alguns dias chegou um e-mail do Ministério Público dizendo que uma denúncia que haviam feito sobre um processo licitatório teria sido arquivada por não haver ilegalidade no ato e que o prazo do recurso havia esgotado devido ninguém ter se manifestado ao envio do último e-mail. Ao checar na caixa de e-mail vi que durante as minhas férias o Ministério Público havia comunicado sobre o arquivamento da denúncia e que estava aberto o prazo para recurso caso a Câmara não concordasse com a decisão. Este e-mail foi aberto durante as minhas férias por alguém e não foi reportado para o jurídico da Câmara. Para reforçar, esse e-mail fica aberto no computador que eu utilizava e todos têm acesso a ele. Com a chegada do segundo e-mail do Ministério Público, comuniquei imediatamente ao jurídico e à Presidência. Ou seja, o Presidente utilizou essa sustentação muito pobre para tentar justificar a minha exoneração”, disse a ex-diretora.

O contador também foi exonerado do cargo que ocupava.

“Importante relatar que para a contratação e pagamento do serviço se faz necessária a assinatura (senha) do Presidente, ele o fez nas duas ocasiões e sem nenhuma documentação do processo de aquisição.

O motivo do contador ter sido mandado embora é que dizem que ele é concursado na Prefeitura de Cássia, o que caracteriza acúmulo de função”, conta a vereadora Jacqueline Aparecida da Silva (SD).

“Nesta última sessão informamos à população do ocorrido, relatamos que a empresa em seu CNPJ constava em seu objeto alvenaria e construções. Ato contínuo descobriu-se que a empresa está em nome do padrasto do contador e o endereço é da sorveteria da mãe dele”, disse a vereadora Ana Maria Silva da Trindade (SD) .

O Presidente, em sessão solene, não conseguiu explicar o ocorrido .

O presidente Alão foi procurado insistentemente pela reportagem, mas não retornou as ligações até o fechamento da matéria. A reportagem também não conseguiu contato com o ex-contador.

GC7: Identificação na entrada em escolas se torna obrigatória em MG

Depois de anunciar uma operação que prevê a visita periódica de policiais militares nas escolas estaduais, medida considerada insuficiente por especialista, o governo de Minas Gerais lança, nesta quarta-feira (12), novas medidas de prevenção à violência e fortalecimento da rede de proteção.

Em visita à Escola Estadual Amélia Santana Barbosa, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), o governador Romeu Zema (Novo) apresentou novas medidas de prevenção à violência e fortalecimento da rede de proteção nas unidades de ensino.

Além disso, a partir de agora, os diretores das unidades de ensino deverão comunicar o fato às suas respectivas Superintendências Regionais de Ensino (SREs), que farão a imediata comunicação com a seção de planejamento operacional regional da Polícia Militar (PM).

“Este setor policial acionará a Coordenadoria Estadual de Combate aos Crimes Cibernéticos (Coeciber) do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para a identificação do autor”, completa.

Desde 2022, estão sendo investidos R$ 48 milhões para que todas as escolas da rede estadual instalem sistema de segurança por videomonitoramento e alarme.

O sistema de videomonitoramento contempla um Circuito Fechado de Televisão (CFTV) para vigilância e monitoramento remoto e sensores de presença com alarmes sonoros 24 horas por dia e 7 dias por semana, monitorados pela empresa responsável pela prestação do serviço, e que também é acompanhada pela gestão da escola.
Em 2023, estão sendo investidos mais R$ 35 milhões para a manutenção dos sistemas de segurança.

A ferramenta já está instalada em 75% das escolas estaduais. As outras unidades restantes estão em fase de conclusão das contratações e instalações. Vale lembrar que a rede estadual de ensino de Minas Gerais, segunda maior do país, conta com mais de 3,4 mil escolas.

A Escola Estadual Amélia Santana Barbosa atende 1,1 mil estudantes do ensino médio, e conta com um sistema de monitoramento com 48 câmeras e sensores de presença, instalados em dezembro de 2022.

Este novo fluxo foi desenvolvido pelo recém-criado Núcleo Interinstitucional de Proteção Escolar, que também irá atuar no desenvolvimento e aprimoramento do protocolo de acesso às unidades de ensino.

Após os casos de violência registrados em uma escola paulista e em uma creche catarinense, o governo de Minas Gerais decidiu na segunda-feira (10) que policiais militares farão visitas periódicas às instituições de ensino estaduais. Há mais de 3,5 mil escolas no total.

O reforço de policiamento em escolas foi considerado suficiente para impedir ataques, segundo especialistas. Na avaliação da pesquisadora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Cleo Garcia, que estuda ataques em escolas no Brasil, o reforço de segurança e policiamento é uma medida pontual e insuficiente para solucionar o problema.

Ela também não concorda com a presença de policiais armados dentro das instituições.

“No entorno, como uma prevenção, um apoio, para que esse momento de pânico seja amenizado, tudo bem, mas, dentro da escola, de forma nenhuma. Nos Estados Unidos, que é onde ocorre o maior número de eventos desse tipo, eles possuem leis, estratégias, policiamento armado nas escolas, armam até os professores. No entanto, os maiores ataques continuam sendo lá, e em escolas que já estão armadas, que são protegidas por travas, câmeras, botão de pânico”, afirmou Cleo.

Delfinópolis decreta situação de emergência em travessia de balsa para Cássia

A Prefeitura de Delfinópolis (MG) decretou situação de emergência na travessia da balsa sobre o Rio Grande, entre a cidade e o município de Cássia (MG). O decreto foi publicado nesta quarta-feira (12). A travessia está sendo feita somente por uma embarcação com capacidade para 18 veículos pequenos.

As outras balsas, que faziam o serviço e que pertencem a Furnas Centrais Elétricas, estão com os serviços interrompidos.

A decisão da prefeitura foi para resguardar a segurança da navegação e a vida das pessoas, em razão das condições das embarcações em relação à balsa pertencente à Furnas.

Ainda conforme o decreto, a única embarcação em atividade é a balsa Rio Grande IV, com capacidade aproximada de transportar cerca de 18 veículos pequenos. Está proibida a travessia de carretas, bitrens e rodotrens.

Segundo o decreto, com a situação de emergência, fica autorizada a compra de bens e serviços necessários para atender a demanda em relação às embarcações, além de dispensar licitações na compra desses materiais.

O que diz o decreto:

  • O período de emergência é por tempo indeterminado, até que a situação seja resolvida.
  • A Administração poderá a qualquer momento suspender a travessia de forma definitiva.
  • A balsa deve ser utilizada apenas por pedestres e veículos de passeio.
  • Ficam autorizadas compras necessárias relativas à situação.
  • Ficam autorizadas ações das secretarias municipais para resolução do problema.

O decreto deverá vigorar até que Furnas cumpra todas as exigências solicitadas pela Marinha do Brasil, sem data para que as demais balsas voltem à normalidade.

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