Jornal Folha Regional

População de Arceburgo denunciam maus-tratos e suspeita de desvios de dinheiro no Asilo Paroquial da cidade

População de Arceburgo denunciam maus-tratos e suspeita de desvios de dinheiro no Asilo Paroquial da cidade - Foto: divulgação
População de Arceburgo denunciam maus-tratos e suspeita de desvios de dinheiro no Asilo Paroquial da cidade – Foto: divulgação

Uma grave denúncia envolvendo o Asilo Paroquial de Arceburgo (MG), foi registrada recentemente na Polícia Civil e encaminhada ao Ministério Público.

De acordo com relatos, idosos estariam sendo vítimas de maus-tratos, além de haver suspeitas de desvio de dinheiro da instituição.

Relatos e provas

Imagens e depoimentos obtidos pela equipe da TV Mococa On-line, mostram a situação preocupante em que vivem os idosos. Segundo familiares e ex-funcionários, há falta de cuidados básicos, alimentação inadequada e até mesmo casos de violência física e psicológica.

Além das condições precárias, há suspeitas de irregularidades financeiras. Recursos destinados ao bem-estar dos idosos não estariam sendo aplicados corretamente. Um ex-colaborador do asilo revelou que verbas públicas e doações não estão sendo utilizadas de forma transparente.

Investigações em andamento

A Polícia Civil e o Ministério Público já iniciaram investigações sobre as denúncias. Representantes do MP afirmaram que as providências cabíveis serão tomadas caso se comprovem os abusos e irregularidades.

Próximos passos

As investigações continuam, e a população de Arceburgo aguarda respostas sobre essa denúncia alarmante. Enquanto isso, os órgãos responsáveis pedem que qualquer pessoa com informações relevantes procure as autoridades.

Fonte: TV Mococa On-line

MP oferece novas denúncias contra oito pessoas em caso de compra de votos para vereadora mais votada de Passos

Operação Integridade cumpre sete mandados de busca e apreensão contra vereadora eleita e grupo suspeito de crimes eleitorais em Passos, MG — Foto: Ministério Público de Minas Gerais
Operação Integridade cumpre sete mandados de busca e apreensão contra vereadora eleita e grupo suspeito de crimes eleitorais em Passos, MG — Foto: Ministério Público de Minas Gerais

O Ministério Público ofereceu denúncia contra oito pessoas por seis crimes de falsidade ideológica eleitoral na conclusão da 2ª fase da Operação Integridade, que investiga crimes eleitorais nas últimas eleições em Passos (MG).

Em janeiro, o MP já havia denunciado oito pessoas pelo crime de associação criminosa e por 51 crimes de corrupção eleitoral ou compra de votos em favorecimento a uma vereadora eleita. Na ocasião, a vereadora Aline Gomes Macedo de Souza, a Aline do Social (PL), estava entre os denunciados.

Conforme o MP, após a realização de diligências investigatórias voltadas à apuração de sonegação de receitas e despesas na prestação de contas de campanha à Justiça Eleitoral, foi concluída a segunda fase da operação, com a apresentação de nova denúncia à Justiça pela prática de seis crimes de falsidade ideológica eleitoral.

Investigação

De acordo com as investigações, durante o período eleitoral no ano passado, uma vereadora eleita teria se associado a outras sete pessoas com o objetivo de praticar crimes de corrupção eleitoral. Aline Gomes Macedo de Souza, a Aline do Social (PL), acabou sendo eleita como a vereadora mais votada na cidade, com 3.014 votos.

Segundo o MP, o grupo é suspeito de aliciar eleitores com oferta de dinheiro em troca do voto, realizar propaganda de boca de urna e afixar material irregular de divulgação da candidatura nos veículos e residências de eleitores aliciados.

A operação revelou a existência de associação criminosa constituída para a prática de crimes de corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral, no dia da eleição, no pleito de 2024.

No dia 9 de janeiro, equipes do Ministério Público cumpriram mandados de busca e apreensão domiciliar em endereços dos investigados. Ainda conforme o MP, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão na cidade de Passos e um em Ribeirão Preto (SP).

Investigação do Ministério Público apura compra de votos para vereadora mais votada de Passos — Foto: Divulgação MP
Investigação do Ministério Público apura compra de votos para vereadora mais votada de Passos — Foto: Reprodução
Investigação do Ministério Público apura compra de votos para vereadora mais votada de Passos — Foto: Reprodução
Investigação do Ministério Público apura compra de votos para vereadora mais votada de Passos — Foto: Reprodução

Ao longo da investigação, o Ministério Público também requereu a prisão preventiva de três investigados, mas o pedido não foi acatado pela Justiça Eleitoral.

No lugar da prisão preventiva, foram decretadas medidas cautelares de comparecimento bimestral em juízo, proibição de contato com outros investigados e testemunhas, proibição de se ausentar da comarca de sua residência sem prévia autorização judicial, recolhimento domiciliar no período noturno e em finais de semana, além da entrega dos passaportes.

A advogada da vereadora Aline Macedo, Thaís Buzato, informou que como não teve acesso à denúncia mencionada na matéria, não conhece seu conteúdo, o que inviabiliza a manifestação neste momento. Ela disse ainda que caso a vereadora Aline seja denunciada por algum fato, a defesa vai se manifestar nos autos no momento oportuno para comprovar sua inocência, tendo em vista que sua vida pública sempre foi pautada na honestidade, ética e integridade.

Ainda segundo o MP, as investigações prosseguem.

Via: G1

Mulher perde filha no parto e alega que médica perfurou pescoço da bebê com unha

Mulher perde filha no parto e alega que médica perfurou pescoço da bebê com unha em hospital - Foto: reprodução
Mulher perde filha no parto e alega que médica perfurou pescoço da bebê com unha em hospital – Foto: reprodução

Uma mulher que reside em Salvador acusa a maternidade Albert Sabin de violência obstétrica após a morte de um bebê durante o parto. Liliane Ribeiro afirma que uma das profissionais de saúde cometeu uma lesão no pescoço do bebê durante o parto. As informações são da TV Bahia.

A mãe detalhou uma série de violências durante sua passagem pela maternidade, incluindo maus-tratos e abandono pela equipe. Além disso, ela afirma ter sido obrigada a passar por um parto normal, apesar de recomendação médica prévia para cesárea.

MORTE DA BEBÊ

A mulher relatou que, durante o parto, a equipe mandou fazer força, pois ela seria “rasgada até o talo“. Um funcionário também teria dito para que ela “parasse de presepada“. 

Quando a cabeça da criança saiu, a médica realizou uma manobra para retirá-la, mas o marido de Liliane notou algo errado. Ela estaria com a luva rasgada e a mãe alega que a unha da médica perfurou o pescoço do bebê, causando sua morte.

O hospital justificou o óbito como “natimorto“. “Como minha filha saiu de mim morta se antes de entrar na sala de parto ela estava viva? Se eu senti ela mexer? Se a médica mostrou para meu marido a cabecinha dela mexendo? Se eles tentaram reanimar? Minha filha não estava morta”, questionou Liliane.

A Polícia Civil investiga o caso e o corpo da bebê passará por uma necropsia, que só deve ser concluída em 30 dias. A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) também afirmou que está apurando as circunstâncias do óbito.

Indivíduo é preso por tráfico de drogas após denúncia anônima, em Passos

Indivíduo é preso por tráfico de drogas após denúncia anônima, em Passos - Foto: divulgação/Polícia Militar
Indivíduo é preso por tráfico de drogas após denúncia anônima, em Passos – Foto: divulgação/Polícia Militar

Por volta de 17h da última segunda-feira (16), a Polícia Militar prendeu um suspeito de tráfico de drogas, no bairro Penha, em Passos (MG). A prisão aconteceu após denúncia anônima.

Segundo a PM, as informações era de que um homem estaria promovendo o tráfico de entorpecentes. Os militares se deslocaram até o local e realizaram a abordagem do indivíduo, de 21 anos. Durante a revista, os policiais encontraram 15 pinos de cocaína.

De acordo com a polícia, posteriormente, na residência do suspeito, foram encontrados mais 97 pinos de cocaína, um pacote e três buchas de maconha, pedras de crack, R$ 1 mil e materiais para dosagem das drogas.

O indivíduo foi preso e o material apreendido.

PF vai investigar denúncias de assédio contra ministro dos Direitos Humanos

PF vai investigar denúncias de assédio contra ministro dos Direitos Humanos - Foto: reprodução
PF vai investigar denúncias de assédio contra ministro dos Direitos Humanos – Foto: reprodução

A Polícia Federal (PF) vai investigar as denúncias de assédio sexual contra o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, com abertura de inquérito ainda nesta sexta-feira (6).

A informação foi confirmada pelo diretor-geral Andrei Passos Rodrigues.

“Instauramos a Notícia Crime em Verificação ontem. A Corregedoria dará o encaminhamento para instaurar inquérito hoje”, afirmou.

Com a abertura de inquérito, os envolvidos no caso, como o ministro e as denunciantes, devem ser chamados para depoimentos. Ainda não foi definido qual unidade da PF ficará responsável pelo caso.

As denúncias de assédio sexual contra Almeida se tornaram públicas nesta quinta-feira (5) após a organização Me Too Brasil confirmar que recebeu denúncias contra o ministro. A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, seria uma das vítimas. Ela ainda não se manifestou.

Segundo comunicado, as vítimas foram atendidas por meio dos canais de atendimento da organização e receberam acolhimento psicológico e jurídico.

“Como ocorre frequentemente em casos de violência sexual envolvendo agressores em posições de poder, essas vítimas enfrentaram dificuldades em obter apoio institucional para a validação de suas denúncias. Diante disso, autorizaram a confirmação do caso para a imprensa”, disse o documento.

Ainda segundo fontes, pelo menos quatro casos de assédio sexual foram levados ao Me Too. Também teriam sido feitas dez denúncias de assédio moral contra Silvio Almeida no Ministério de Direitos Humanos.

“Confesso que é muito triste viver tudo isso, dói na alma. Mais uma vez, há um grupo querendo apagar e diminuir as nossas existências, imputando a mim condutas que eles praticam. Com isso, perde o Brasil, perde a pauta de direitos humanos, perde a igualdade racial e perde o povo brasileiro”, divulgou Silvio Almeida ao se defender das acusações e negar os casos.

Corrupção, nepotismo e uso indevido de recursos públicos: Câmara divulga relatório de prefeito de Guapé; julgamento acontece em novo horário

Corrupção, nepotismo e uso indevido de recursos públicos: Câmara divulga relatório de prefeito de Guapé; julgamento acontece em novo horário - Foto: redes sociais
Corrupção, nepotismo e uso indevido de recursos públicos: Câmara divulga relatório de prefeito de Guapé; julgamento acontece em novo horário – Foto: redes sociais

Em um caso chocante que tem abalado a pequena cidade de Guapé (MG), o atual prefeito, Nelson Lara Alves, enfrenta acusações de corrupção, nepotismo e uso indevido de recursos públicos. As alegações vieram à tona após uma denúncia formal apresentada pelos cidadãos Mariel Marley Marra e Thiago Sávio Câmara, levando a uma investigação detalhada pela Câmara Municipal.

Segundo o relatório da investigação, o prefeito é acusado de nomear três de seus amantes para cargos de assessoria sem que eles exercessem efetivamente suas funções públicas, servindo apenas como acompanhantes de luxo nas viagens e eventos particulares do prefeito.

Os nomeados são Júnior Antônio de Jesus Bolivar Seijas, como assessor especial do governo, Luis Guillermo Cova Leon, como superintendente do programa Mais Genética, e Daniel Alves dos Santos, como assessor de comunicação social.

A investigação revelou também o uso indevido do veículo oficial da prefeitura, um Jeep Commander, que era frequentemente utilizado para fins pessoais, incluindo passeios e até viagens a cachoeiras com os assessores nomeados. Transcrições de captações ambientais indicam conversas entre os envolvidos que sugerem relações íntimas e impróprias para o contexto profissional.

Além disso, evidências apontam para a solicitação fraudulenta de diárias de viagem para cobrir despesas pessoais, como a compra de um telefone celular, IPhone, da marca Apple, sem a realização efetiva das viagens pretendidas.

Segundo a denúncia, o caso levanta sérias questões sobre o abuso de poder e a corrupção no nível municipal, destacando o desrespeito aos princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade que devem reger a Administração Pública.

Após quase 90 dias desde o protocolo do pedido de cassação, o relatório final da comissão processante anexado ao processo recomenda a cassação do mandato do prefeito considerando que todos os fatos denunciados estão comprados pelas investigações do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO), inclusive por meio de escutas.

Relatório

O relatório, divulgado pela Câmara Municipal, mostra diálogos gravados por captação de áudio, entre o prefeito e os contratados.

Em uma das gravações, Nelson Lara, diz a Daniel, que ele, como prefeito, pode ter ”quantos assessores quiser”, ainda que estes não desempenhem qualquer função, já que isso é prerrogativa do cargo público que ele exerce. Na conversa, o acusado ainda diz que levaria um dos assessores para uma viagem, que serviria de manicure, maquiador e cabeleireiro.

Em outro diálogo, Junior relata o interesse em adquirir um aparelho celular iPhone, da marca Apple, mas foi impedido por outra servidora pública: ”Como vamos justificar um IPhone para o gabinete?”. Posteriormente, Nelson diz: ”A gente compra de outra maneira, de outro jeito. É melhor assim. Dá uma diária para você e você compra um [IPhone]”.

As diversas captações mostram, possivelmente, ilegalidades na atuação de Nelson como prefeito de Guapé. Veja todos os diálogos anexados mais a baixo .

Mudança de horário

Câmara Municipal de Guapé - Foto: reprodução
Câmara Municipal de Guapé – Foto: reprodução

O julgamento, que está marcado para a próxima quarta-feira (22) na câmara municipal de Guapé, aconteceria á 13h, mas a pedido do presidente da comissão processante, o vereador Leilamilton Teixeira, foi remarcado para ás 15h.

Se o mandato for cassado, Nelson Lara Alves ficará inelegível por oito anos a partir do dia 1° de janeiro de 2025.

Confira o relatório completo

Vídeos: empresária afirma que próximo a captação de água para as residências do bairro Nossa Senhora de Fátima, em São José da Barra, está o descarte de esgoto no Rio Grande

Uma empresária divulgou uma sequência de vídeos onde mostra uma situação que tem gerado revolta nos moradores do bairro Nossa Senhora de Fátima (Can-Can), em São José da Barra (MG). Nas imagens, Karina Castro, mostra possivelmente, como a água chega até a residência da população. Os vídeos foram gravados nos dias 28 de fevereiro e 1° de março.

Segundo a empresária, um encanamento leva a água direto do rio para a caixa d’água que abastece as casas do bairro. Ela ainda afirma que a poucos metros da captação da água é feito o descarte de esgoto diretamente no Rio Grande.

‘’Ela [a água] vai direto desta gambiarra aqui. Se alguém quiser vir aqui, não tem nenhuma segurança, eu entrei com muita facilidade. Vai direto para o pessoal do bairro, aí eu pergunto para a gestão: a quantos anos as pessoas estão bebendo essa água? Há quanto tempo o povo da Barra está bebendo água direto do rio’’, disse Karina.

Água amarelada, turva e com odor forte

Nos últimos meses, moradores de diversos bairros, incluindo do centro de São José da Barra, têm reclamado da qualidade que a água chega às residências. Segundo a população, a água que sai das torneiras está turva, amarelada e com odor forte.

Uma moradora do bairro Nossa Senhora de Fátima relatou que a água é impossível de ser utilizada.

‘’Ela [água] está saindo das torneiras muito amarela e fedida, não serve para nada. Para beber não tem como, fazer comida também não. Nós tomamos banho nessa água porque não tem outro jeito. As roupas brancas já estão encardidas, podres. Isso é um descaso, estamos usando água suja’’, disse a dona de casa.

Ela ainda afirma que há dias que a situação é ainda pior.

‘’A água amarela é quando está nos melhores dias, algumas vezes a água sai laranja e até marrom. Nesses dias, nem para lavar o chão a água serve. Tem que comprar água porque não está dando para usar. É revoltante isso, a água nunca chegou no Can-Can desse jeito’’, disse.

No dia 14 de março, o Jornal Folha Regional publicou a reclamação dos moradores. Na ocasião, o diretor do Saae, Anderson de Barros, se pronunciou afirmando que são realizados todos os procedimentos e quantitativos estabelecidos na Portaria de Potabilidade nº 888 do Ministério da Saúde, para o tratamento da água.

De Barros disse que o SAAE estava realizando um estudo para diagnosticar o problema, o qual já aponta causas relacionadas ao desgaste do sistema de fornecimento de água, além do surgimento de um fator natural referente a reprodução e morte do mexilhão dourado, que é um molusco bivalve invasor, que vem causando grandes prejuízos para todas as empresas que se utilizam do Lago de Furnas, ponto ao qual é captada a água consumida em São José da Barra, porém é realizado um tratamento para que a água chegue potável aos consumidores.

“Atualmente no tratamento da água é utilizado o PAC (Policloreto de Alumínio), Cloro e Flúor. Os quantitativos são relativos de acordo com a necessidade da água captada. A responsável por todo esse processo é a Técnica do Saae de São José da Barra, Iara Sales Rodrigues, CRQ/MG 024023938, assessorada pela CISAB SUL (Consórcio Intermunicipal de Saneamento Básico do Sul de Minas) e sua equipe técnica composta de químicos e engenheiros sanitaristas”, frisou De Barros.

A redação do Jornal Folha Regional entrou em contato com o Saae de São José da Barra, referente aos vídeos gravados pela empresária e uma possível solução sobre as reclamações do moradores, porém, até o fechamento da matéria não retornaram.

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