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Jornal Folha Regional

Sul de Minas recebe mais 98 mil doses de vacinas contra a Covid-19

Este novo lote é referente à 13ª remessa de vacinas enviada pelo Governo do Estado e SRS de Passos recebe 17.300 doses

As Superintendências Regionais de Saúde do Sul de Minas receberam neste sábado (17) mais 98 mil doses de vacinas para imunização contra a Covid-19. Este novo lote é referente à 13ª remessa de vacinas enviada pelo Governo do Estado.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, das 98 mil doses das vacinas, 59 mil são da AstraZeneca/Fiocruz e 39 mil são da CoronaVac/Butantan. Em todo o Estado, o governo está distribuindo 701,2 mil de doses das vacinas.

Segundo o Ministério da Saúde, esta etapa da campanha deve distribuir as 2ª doses relativas ao esquema vacinal dos trabalhadores da saúde (2%) e da população de 65 a 69 anos (23%).

Também será entregue as 1ª doses que serão direcionadas aos grupos de trabalhadores de saúde, de pessoas de 65 a 69 anos e dos grupos das Forças de Segurança e Salvamento e Forças Armadas. Os idosos entre 60 a 64 anos também serão contemplados por este novo lote.

As 98 mil doses de CoronaVac chegam neste sábado (17) na Regional de Saúde de Alfenas (MG), onde será distribuída para as outras regionais do Sul de Minas. Os municípios deverão retirar os imunizantes nas sedes das regionais.

A SES informou o quantitativo de vacinas que cada Regional de Saúde irá receber. O número faz referência a primeira e segunda dose.

Veja a quantidade recebida por cada regional:

Alfenas: 15.700 (9,5 mil da AstraZeneca e 6,2 mil da CoronaVac)

Passos: 17.300 (10,5 mil da AstraZeneca e 6,8 mil da CoronaVac)

Pouso Alegre: 33.850 (20.250 da AstraZeneca e 13,6 mil da CoronaVac)

Varginha: 31.150 (18.750 da AstraZeneca e 12,4 mil da CoronaVac).

Prefeitura de Alpinópolis reforma veículo e entrega ao Departamento de Estradas Vicinais

A prefeitura de Alpinópolis (MG), vem trabalhando com um planejamento de recuperação dos maquinários e veículos públicos que estavam sem funcionamento no pátio do almoxarifado. Alguns iriam até para leilão, sendo que o problema era de fácil resolução e de custo baixo, pondendo ser reparado.

De acordo com o prefeito Rafael Freire (PSB), na última sexta-feira (16), foi entregue uma caminhonete Strada devidamente reformada ao Departamento de Estradas Vicinais. A qual recebeu os seguintes reparos:

1- motor zero;

2- troca da porta do lado esquerdo;

3- troca da tampa da carroceria e capô;

4- troca do para-choque dianteiro;

5- troca da alavanca do câmbio;

6- limpeza dos bancos;

7- troca do retrovisor esquerdo;

8- troca do farol dianteiro;

9- troca das lanternas traseiras;

10- Funilaria e pintura.

O veículo está novo, pronto para o uso e para atender a zona rural de Alpinópolis.

Agressões contra crianças aumentaram na pandemia

O Conselho Estadual de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDCA) informou que publicará em seu site nota técnica sobre todos os procedimentos que devem ser adotados em casos de agressão contra menores de idade. O texto será submetido à assembleia plena do conselho para aprovação.

O presidente da instituição, Carlos André Moreira dos Santos, disse que o tema é pauta prioritária da instituição. “Além de ser um órgão deliberativo e fiscalizador, o conselho estadual é um órgão de controle social que vai acolher as denúncias e cobrar das autoridades competentes, para que sejam tomadas as devidas providências”, acrescentou.

Pessoas com suspeita de que uma criança está sendo vítima de maus-tratos podem denunciar o caso aos conselhos tutelares, às polícias Civil e Militar, ao Ministério Público e também pelo canal Disque 100, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

O professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio), Daniel Monnerat, especializado em psiquiatria infantil, explicou que, diferentemente de pacientes adultos, uma criança vítima de violência pode apresentar quadros de depressão e ansiedade. Além de perda de interesse em atividades antes prazerosas e humor deprimido, esses quadros podem ser caracterizados por aumento de irritabilidade, isolamento social, alterações de sono e apetite.

Monnerat esclareceu que as crianças podem passar a comer mais ou menos, como uma atitude compensatória para suprir a ansiedade, por exemplo, de estarem sofrendo agressões verbais ou físicas. Esses são, segundo o especialista, os principais pontos que devem ser observados.

“A criança pode apresentar, indiretamente, esses sinais ou sintomas, mostrando que é preciso investigar e esclarecer se essas agressões podem estar acontecendo ou não”. Para o professor, quanto mais nova uma criança e mais cedo é vítima de agressão, mais dificuldade, muitas vezes ela tem de verbalizar o que está sofrendo. É preciso que pais e responsáveis tenham sensibilidade para entender os sinais e sintomas de uma possível agressão contra os menores.

Acompanhamento

De acordo com o médico, o tratamento psiquiátrico para uma criança vítima de maus-tratos tem de ser particularizado, caso a caso. “Porque não sabemos se essa criança que está sofrendo alguma agressão moral ou física já apresentava algum diagnóstico psiquiátrico prévio”.

Ele disse que, de qualquer maneira, o acompanhamento tende a ser multiprofissional. Ou seja, envolve acompanhamento psiquiátrico, “medicando ou não a criança, de acordo com os sintomas mais ou menos exuberantes que possam interferir de maneira mais incisiva na rotina de vida dela” e buscando apoio de psicólogos e pediatras. Acrescentou que sinais observados no exame físico ou na consulta podem servir para que se faça uma intervenção que permita interromper aquele processo de agressão ao qual o menor esteja sendo submetido.

O presidente do Departamento Científico de Segurança da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Marco Gama, afirmou que as principais causas de morte em crianças acima de 1 ano até os 19 anos de idade no país são violência e acidentes. “Não são as doenças infectocontagiosas”. Advertiu que, em geral, as pessoas não têm essa visão. O pediatra avaliou, por outro lado, que as mortes por violência e acidentes são evitáveis, mas faltam ações para que esses números sejam reduzidos.

No período de 2010 a agosto de 2020, 103,149 mil crianças e adolescentes de até 19 anos de idade morreram vítimas de agressões no Brasil. Os óbitos por agressões e suas causas podem ser conferidos no Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, obedecendo a Classificação Internacional de Doenças (CID-10).

Até 4 anos

Os números analisados pela SBP mostram que, entre 2010 e agosto do ano passado, 2,083 mil crianças mortas por maus-tratos estavam na faixa etária de zero a 4 anos de idade. Essa era a idade do menino Henry Borel, vítima de suposta violência em casa que o levou à morte, no último dia 8 de março.

Embora os números relativos a 2020 ainda sejam preliminares, a análise da década revela que as agressões por meio de disparo de outra arma ou de arma não especificada lideram os óbitos entre crianças e jovens, totalizando 76,528 mil casos. Na faixa até 4 anos, esse tipo de agressão causou 386 mortes nos últimos dez anos. Em seguida, aparecem as agressões por meio de objeto cortante ou penetrante, com 10,066 mil mortes entre crianças e adolescentes de até 19 anos. 

De acordo com o Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, as agressões por meios não especificados foram as causas de 451 mortes de crianças até 4 anos no período investigado, seguidas por agressões por meio de objeto contundente (254), por outras síndromes de maus-tratos (190) e por agressões por meio de objeto cortante ou penetrante (164).

Violência é doença

Marco Gama esclareceu que embora a mortalidade seja alta, o número de vítimas de agressão é muito superior. Em 2018, por exemplo, foram 140 mil crianças e adolescentes agredidos. “Isso é subnotificado”, disse. O total de crianças de zero a 4 anos de idade foi de 32 mil, “também subnotificado”, neste ano. “É um número crescente, a cada ano que passa, de crianças sendo mais agredidas”.

Segundo o pediatra, um conceito que a sociedade precisa entender é que violência para a criança é uma doença crônica, “porque ela tem uma história, tem exame clínico, laboratorial e de imagem, tem tratamento e encaminhamento”. O médico lembrou que o problema dessa doença, principalmente em sua parte crônica, é que ela vai se perpetuando em muitas famílias. O filho de um pai violento, se não morre em decorrência das agressões, acaba se tornando também violento. “Nessa família, a violência é uma coisa crônica, que vai se perpetuando enquanto não for interrompida”.

Muitas vezes, a criança é tirada dos pais e devolvida aos avós, que são os agressores iniciais do processo e aí começa tudo de novo, observou Gama. Ele assegurou que ninguém nasce violento. A criança vai, ao longo do sofrimento de vários tipos, se tornar um adulto violento e até um homicida. “Como pode não se tornar, como essa criança que faleceu”, disse o pediatra, referindo-se ao menino Henry Borel cuja mãe, Monique Medeiros, e o namorado dela, vereador Dr. Jairinho, foram presos, investigados pela morte da criança.

Marco Gama afirmou que não só o número de óbitos por maus-tratos é grande, mas também o de sequelados, envolvendo sequelas físicas, de retardo do desenvolvimento físico, psíquico, cognitivo. “Tem criança que não consegue ter bom nível de aprendizado devido à violência que sofreu. É um processo gigantesco que acontece todos os dias”.

Para ele, o caso do menino Henry Borel ganhou visibilidade pelo fato de ser de família de classe média. O pediatra lembrou, entretanto, que a violência acontece em todas as classes sociais, todas as etnias, todas as religiões, e os pais são de todos os níveis de escolaridade. “Todos são violentos”.

Pandemia

Na análise do presidente do Departamento Científico de Segurança da SBP, embora não haja ainda estatísticas oficiais, “seguramente” o número de violência contra crianças e jovens cresceu durante a pandemia de covid-19. Marco Gama observou que a criança poderia pedir socorro a um vizinho, à professora ou a um colega na escola, a um padrinho com quem tenha proximidade afetiva. Mas, com o isolamento social imposto pela pandemia, a criança que sofre maus-tratos está limitada ou presa no ambiente domiciliar.

As estatísticas mostram que, em 2018, 83% dos agressores foram o pai ou a mãe e que mais de 60% das agressões foram cometidas dentro das residências. “A pandemia propiciou o conjunto ideal para o agressor”. O mesmo ocorreu em relação às mulheres, com a expansão de feminicídios, destacou. “As agressões aumentaram durante a pandemia e as chances de defesa das crianças diminuíram”.

Gama defendeu a criação de uma rede técnico-científica para combater os maus-tratos contra as crianças e adolescentes, “porque violência, como doença, é caso médico, mas como agressão, é caso de polícia”. É preciso, segundo o pediatra, tratá-la nas duas instâncias, interromper esse processo e cuidar precocemente das vítimas.

Para Marco Gama, a rede de proteção aos menores tem de ser mais efetiva, mais ágil e conhecer melhor a violência. Essa rede envolveria a SBP, a Justiça, a Polícia Civil, o Ministério Público. A SBP tem um projeto nesse sentido, que começou a ser elaborado. Gama citou o caso da organização não governamental (ONG) Dedica, da Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas de Curitiba, que há 13 anos atende crianças e adolescentes que vivem em situação de violência.

A presidente da SBP, Luciana Rodrigues Silva, observou que “o Brasil precisa estar preparado para, por meio da efetiva implementação das políticas de prevenção à violência na infância e na adolescência, garantir ações articuladas entre educação, saúde, segurança e assistência social”.

Luciana comentou que o tratamento humilhante, os castigos físicos e qualquer conduta que ameace ou ridicularize a criança ou o adolescente, quando não letais, podem ser extremamente danosos à formação da personalidade e como indivíduos para a sociedade, bem como interferem negativamente na construção da sua potencialidade de lutar pela vida e no equilíbrio psicossocial. “Nascer e crescer em um ambiente sem violência é imprescindível para que a criança tenha a garantia de uma vida saudável, tanto física quanto emocional”.

Via: Agência Brasil

Filha vacina pai em São José da Barra

Uma imagem que transmite emoção para a população de São José da Barra (MG).

A técnica de enfermagem Angelita Alves, que desde o início da pandemia Covid-19 vem trabalhando na linha de frente, assim que chegaram as primeiras doses de vacinas no município também vem atuando na imunização. E nesta quinta-feira (15), ela vacinou seu próprio pai Gonzaguinha no bairro de Furnas.

Parabéns Angelita! Parabéns Gonzaguinha! Parabéns aos profissionais de saúde pela luta! Viva o SUS!

Cooxupé destina mais de 200 mil para Santa Casa de Passos

A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) por meio de seu Conselho de Administração, atendendo ao pedido dos cooperados, aprovaram a doação de R$2,5 milhões para hospitais locais e regionais de Minas Gerais e São Paulo. A Santa Casa de Passos é uma das 81 instituições de saúde contempladas pela doação, recebendo a quantia de R$212.230,64. A Cooperativa realizou um encontro virtual com representantes dos hospitais na tarde dessa última segunda-feira, 12 de abril, oficializando a iniciativa.

Para o presidente da Cooxupé, Carlos Augusto Rodrigues de Melo, o período ainda está repleto de incertezas e adversidades, requer cuidados e, principalmente, solidariedade. “Este é um dos princípios do cooperativismo. Vivemos um momento em que todos devemos voltar as ações e os esforços na luta contra o vírus. E, por meio da confiança de nossos cooperados, foi possível disponibilizar essa contribuição em prol das comunidades onde a Cooperativa está presente”, afirma Melo.

Osvaldo Bachião Filho, vice-presidente da Cooperativa, destacou que a Cooxupé tem se empenhado desde o ano passado para apoiar hospitais no enfrentamento ao Covid-19. “Em 2020, também atendendo a pedidos dos cooperados, a Cooxupé doou R$2 milhões para ajudar as instituições de saúde a obter mais recursos para enfrentar a pandemia”, acrescenta Osvaldo.

O superintendente geral da Santa Casa de Passos, Daniel Porto Soares, agradeceu pelo apoio da Cooperativa e disse que iniciativas como essa têm fortalecido o atendimento na instituição durante a pandemia. “Estamos diante de um cenário com aumento eminente nos custos, insumos e despesas, então receber essa ajuda da comunidade é muito importante para nos ajudar a passar por esse momento delicado e continuar com nossos investimentos na área da Saúde. O nosso muito obrigado a todos da Cooxupé que se solidarizaram com a missão da Santa Casa. Estamos de portas sempre abertas para atender toda a região”, declara Daniel.

Fonte: Santa Casa de Misericórdia de Passos

Prefeito de São José da Barra encaminha ofício a Romeu Zema solicitando abertura do comércio no município

Na tarde desta terça-feira (13), o prefeito de São José da Barra (MG), Paulo Sérgio Leandro de Oliveira (PSB), encaminhou um ofício ao governador de Minas Gerais, Romeu Zema e ao Comitê Extraordinário da Covid-19 solicitando a reabertura das atividades comerciais no município, e na oportunidade informou das medidas que foram adotadas na cidade.

“Nossa economia precisa ser retomada respeitando todas as medidas de segurança, afinal, precisamos de saúde para trabalhar e da economia para movimentar todos investimentos necessários. Vivemos em uma cidade pequena e que graças a Deus os casos de Covid-19 tem diminuído”, informou Serginho.

No documento, o prefeito afirma que ‘’o comércio local e os prestadores de serviço, que em sua maioria atual em regime familiar, já não suportam mais as restrições impostas que, a princípio se deram por duas semanas, mas já se prorrogam por mais de um mês, impedindo o sustento de proprietários, funcionários e seus familiares. Ressaltamos que a progressão do Município para a Onda Vermelha não implica em relaxamento, posto que será mantida a vigilância dos protocolos sanitários inerentes e, ocorrendo eventual aumento de casos, há possibilidade de retrocedermos’’.

Na manhã da última segunda-feira (13), durante uma manifestação realizada por comerciantes em frente a Prefeitura Municipal, o prefeito afirmou que entrou com um processo judicial contra o Estado, a fim de buscar maneiras de equilibrar a saúde e economia de São José da Barra.

O vice-prefeito André Luiz, disse que, no último sábado (9), esteve presente em uma reunião na cidade de São Sebastião do Paraíso (MG), para que pudesse discutir um plano de ação, juntamente com prefeitos, vereadores e assessores de deputados.

A atual administração vem buscando soluções para socorrer a economia local e auxiliar os comerciantes do município.

São José Barrense vence a Covid-19

Na tarde desta terça-feira (13), o Sr. Edilson Célio de Souza, residente no bairro Nossa Senhora de Fátima (CanCan) em São José da Barra (MG), teve alta hospitalar após complicações da Covid-19.

Sr. Edilson, ficou dias hospitalizado e graças a Deus, empenho de todos os profissionais, ele venceu!

“A paz de Deus! Venho agradecer a todos que oraram pelo meu pai! Graças a Deus ele ganhou alta e alcançou essa bênção de Deus! Peço aos irmãos muita paciência e compreensão, logo estarão todos juntos novamente! Deus abençoe cada um e se cuidem!” Informou sua filha.

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