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Jornal Folha Regional

Prefeito e ACE de Piumhi debatem reabertura do comércio no município

A diretoria e a Assessoria Jurídica da Associação Comercial e Empresarial de Piumhi (MG), se reuniram com o prefeito Dr. Paulo Vaz, para debater soluções voltadas à reabertura do comércio no Município. A conferência aconteceu na manhã da última quinta-feira (8), e contou com a presença da presidente Cláudia Faria, da vice Enilda Morais, do assessor jurídico Dr. José Geraldo, dos diretores Lázaro Viana e Matheus Andrade. 

Em reunião, foi citado que as atividades comerciais estão sofrendo com os protocolos e restrições que obrigam os empresários a fecharem os estabelecimentos, o que poderá levar diversos empresários à falência. Além disso, foi dito que o vilão das contaminações não são as atividades empresariais, por isso é necessário voltar urgentemente à onda vermelha.

O prefeito reafirmou que irá cumprir integralmente as deliberações do Governo do Estado e o que couber em eventuais determinações da justiça. Informou que a Procuradoria do Município vai impetrar novo Mandado de Segurança contra o Estado para que o comércio possa voltar a funcionar e autorizou uma análise entre os Departamentos Jurídicos das Instituições, para que a ACE Piumhi possa acompanhar o município nessa referida ação.

Homem é preso com 2 quilos de maconha em Alpinópolis

Na manhã desta sexta-feira (9), a Polícia Militar de Alpinópolis (MG), prendeu um homem com 2 quilos de maconha. Os militares efetuaram uma operação de combate ao tráfico de drogas, onde cumpriram mandado de busca e apreensão em uma residência na zona rural do município, localizada no bairro Passa Três. 

A PM iniciou a operação por volta das 6h, horário que os militares se deslocaram para o local, onde segundo informações, o homem de 48 anos estaria armazenando grande quantidade de drogas em sua residência. Os policiais já monitoravam a casa do suspeito há alguns dias e observaram movimentações suspeitas de pessoas e veículos. 

Diante das informações, foi solicitado junto ao Poder Judiciário um mandado de busca e apreensão, o qual foi expedido pelo meritíssimo Juiz da Comarca de Alpinópolis.

Na residência, os policiais militares encontraram 2 tabletes grandes de substância análoga a maconha, pesando 2 quilos. A princípio, o autor negou ser dono da droga, porém acabou confessando que teria guardado para outro indivíduo. Quatro cartuchos de munições cal. 36 também foram encontrados no local.

O autor e os materiais foram apreendidos e repassados a delegacia da cidade e as providências serão tomadas pelo delegado.

Prefeito de Passos é o primeiro da região a liberar a reabertura do comércio em geral

A partir da próxima segunda-feira (12), em Passos (MG), os comércios em geral estarão abertos, porém, é necessário preencher e aderir a um termo de cooperação e compromisso, que se encontra no site www.passos.mg.gov.br/coronavirus.

“A Prefeitura Municipal de Passos juntamente com o Comitê de Enfrentamento ao COVID-19, seguros de que estão cumprindo os protocolos sanitários e sensíveis com a realidade econômica do nosso município, definiram que a partir do dia 12 de abril, adotarão no protocolo da Onda Roxa a abertura do comércio em geral, mediante a adesão de cooperação e compromisso, que se encontra no site www.passos.mg.gov.br/coronavirus”.

Além disso, foi articulado com a Associação do Municípios da Microrregião do Médio Rio Grande (AMEG) o acionamento judicial, buscando a defesa da autonomia na tomada de decisões pelo município no enfrentamento da COVID 19.”

São José da Barra registra o 7⁰ óbito por complicações da Covid-19

Na tarde desta quinta-feira (08), veio a óbito um outro senhor que residia no centro de São José da Barra (MG).

Ele estava internado na Santa Casa de Passos, devido a complicações após ser diagnosticado com a Covid-19.

Recentemente a cunhada do mesmo também veio a óbito por complicações da Covid-19.

O Jornal Folha Regional, envia os sentimentos e condolências aos familiares.

AB Nascentes das Gerais não tem previsão para aceitar cartões de crédito e débito

Na última semana, o Dentista Dr. Eduardo Lemos, que reside em Passos (MG) e trabalha em sua Clínica Odontológica em São José da Barra (MG), postou um vídeo que viralizou na internet.

O profissional de saúde, ao chegar na Praça de Pedágio na MG 050, não tinha o dinheiro suficiente para pagar a tarifa, e tentou passar seu cartão, porém, foi surpreendido que a concessionária AB Nascentes das Gerais, responsável pela praça, ainda não aceita esta modalidade de pagamento.

“A funcionária que estava na cancela, disse que aceitava somente dinheiro ou cheque no valor da tarifa. Porém, sem ter alternativas, tive que retornar e esperar alguém para completar o dinheiro e assim seguir viagem”. Informou o Dentista.

O Jornal Folha Regional, entrou em contato com a concessionária, por meio de sua Assessoria de Comunicação, e foi informado que as praças de pedágio foram idealizadas e preparadas para receber os meios de pagamento em pistas manuais e automáticas, sendo que nas manuais a parada do veículo é obrigatória e são oferecidos os meios de pagamento tradicionais como dinheiro, cheque e vale pedágio.Já nas pistas automáticas, há a obrigatoriedade da vinculação do veículo a uma das operadoras de sistemas de arrecadação disponíveis no mercado, com a utilização de uma etiqueta eletrônica (TAG) para passagem nas pistas com cancelas automáticas sem a parada do veículo.

“Com o avanço das tecnologias para os meios de pagamento disponíveis no mercado, as concessionárias em todo o país estão realizando estudos para viabilizar outros meios de pagamento, como por exemplo, os cartões de débito e crédito por aproximação.No entanto, a implantação de novos meios de pagamento, passa pelo desenvolvimento técnico e da estrutura operacional das praças de pedágio, além da aprovação e regulamentação do poder concedente, de acordo com o estabelecido no contrato de concessão.Portanto, não é possível estabelecer prazos para esta implantação”. Informou Fabrício Garcia Terrezza, responsável pelo setor de comunicação da AB Nascentes das Gerais.

De acordo com o assessor de comunicação, as cancelas aceitam as seguintes opções de pagamento:

• Dinheiro;

• Vale Pedágio: exclusivo a embarcadores, transportadores e motoristas de

carga das empresas credenciadas;

• Cheque no valor da tarifa;

• Pagamento eletrônico e automático com as TAGS: sistema eletrônico que exige a instalação de uma etiqueta no interior do veículo e desobriga o motorista a parar para efetuar o pagamento que pode ser pago pelas

seguintes empresas: Sem Parar, Conect Car, Veloe, Move+ e TAGGY.

“A passagem pela praça de pedágio sem o pagamento da tarifa não é permitida. Neste caso, o usuário é orientado a realizar o retorno para posteriormente retornar à cabine munido de recurso financeiro e/ou eletrônico”. Finalizou Fabrício.

A concessionária AB Nascentes das Gerais pertence à AB Concessões, que tem como controlador o Grupo italiano Atlantia. A AB Concessões, figura entre as principais companhias de concessão de rodovias do Brasil e administra mais de 1,5 mil quilômetros de rodovias, sendo responsável pelas concessionárias paulistas AB Triângulo do Sol e AB Colinas e, no Estado de Minas Gerais, a AB Nascentes das Gerais.

Piumhi tem 35 recuperados de Covid-19 em apenas 24 horas

Nas últimas 24 horas, Piumhi registra um de seus números mais altos de recuperados em um dia: 35. Agora o município fica pouco acima da marca de 300 casos em tratamento em casa. No mesmo período foram confirmados apenas 4 casos da doença. Com a Santa Casa local operando abaixo da capacidade máxima, a atenção se volta para a lotação total, há três semanas seguidas, das 50 UTIs-Covid no hospital regional, em Passos.

A nova remessa de vacinação em andamento em Piumhi (segunda aplicação em idosos entre 70 e 79 anos, e 30 doses para forças de segurança e salvamento) é formada por 1.650 de imunizantes da Coronavac e 110 da AstraZeneca.

A Associação Comercial e Empresarial (ACE) tenta no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) migração para Onda Vermelha.

Via: Da redação

Minas Gerais mantém abertura de leitos de UTI, mas falta de medicamentos é a maior preocupação

O Governo de Minas mantém os esforços para abertura de leitos de UTI em todo o estado. Nesta quarta-feira (7/4), por exemplo, foram implantados outros dez leitos de terapia intensiva no Hospital Eduardo de Menezes, da rede Fhemig, em Belo Horizonte. A maior dificuldade, porém, é em relação à falta de medicamentos para atendimento aos pacientes internados, em especial os sedativos.

Durante coletiva nesta quinta-feira (8/4), o governador Romeu Zema e o secretário de Estado de Saúde, o médico Fábio Baccheretti, ressaltaram que a fila atual de espera por um leito de UTI em Minas está reduzindo, o que demonstra uma desaceleração no número de casos. Hoje, são 615 pessoas no estado, enquanto em Belo Horizonte a fila é de 80 doentes.

“Esse número é o menor evidenciado nas últimas semanas. Essas aberturas (de leitos) são muito importantes e existem ainda os chamamentos abertos na tentativa de progredir nessa expansão. Estamos com expectativa de abrir na rede Fhemig mais leitos na capital. Tentamos em Juiz de Fora e Patos de Minas, onde temos mais autonomia de gestão. Em relação aos prestadores que não são do Estado, temos o financiamento com valores diferenciados para que a gente consiga aumentar os leitos em algumas regiões”, pontua o secretário, citando ainda tentativas de mais UTIs nas regiões Leste e Oeste, onde a situação é crítica.

Depois de suspender a transferência de doentes entre as regiões devido à sobrecarga de todo o sistema hospitalar, o Estado já voltou a conseguir deslocar os doentes. “Todo paciente que se encontra em um município que não tem capacidade de atender, encaminha a informação e a regulação estadual busca em outros municípios e regiões uma vaga. Estamos vendo uma queda no número de casos na regulação. Vivemos um momento difícil em que todas as regiões estavam com um sistema de Saúde muito tenso, mas agora já conseguimos o deslocamento de pacientes de locais que não conseguem dar assistência adequada”, esclarece Fábio Baccheretti.

Sem estoque

Mas, com a baixa no estoque de medicamentos, especialmente do chamado kit intubação, qualquer tentativa de abertura de leitos se torna mais complicada. “Temos poucos medicamentos e sedativos. Nosso papel é evitar o aumento de casos já que isso implica maior consumo”, alerta Baccheretti.

Segundo o governador, após enfrentar os problemas no fornecimento de oxigênio, a falta de sedativos passou a ser alarmante.

“As unidades hospitalares do estado, que trabalhavam com estoque de 60 dias ou mais, hoje têm estoque para no máximo três dias. Isso é muito preocupante. Estamos correndo risco de pacientes intubados acordarem porque faltou sedativo e sabemos que isso não pode ocorrer de forma alguma”, adverte Zema, esclarecendo que a mudança de procedimento adotada pelo Ministério da Saúde foi a causadora da crise. “O ministério fez requisição administrativa desses insumos e não tem conseguido distribuir com velocidade adequada. Hoje a situação é crítica e, amanhã, podemos ter notícias desagradáveis com relação a isso caso o fornecimento não seja normalizado”, afirma.

O Governo de Minas tem buscado solucionar o problema de forma paliativa, remanejando o estoque atual. “Quando uma unidade hoje tem estoque para sete dias, ela remaneja para aquela que tem só para um dia, coisa que antes não acontecia. Então, isso demanda uma sobrecarga ainda maior dos profissionais de Saúde. E estamos tentando compras alternativas, inclusive no exterior”, explica o governador.

Segundo o secretário, fiscais do Estado e também dos municípios têm apoiado na fiscalização dos estoques dos medicamentos nos hospitais para garantir a distribuição justa entre as unidades.

“Temos uma rede solidária. Assim vamos garantindo, conforme a chegada dos medicamentos do governo federal, um estoque médio de três dias. Todo o estoque recebido pela secretaria já foi disponibilizado, hoje não temos nada. O que nós fazemos se alguma instituição estiver com problema de estoque é buscar na rede solidária algum hospital que está com estoque um pouco maior ou buscar alternativas. Têm vários sedativos, bloqueadores neuromusculares. Às vezes falta um, mas temos outro. É muito difícil, não era até então papel da secretaria fazer, isso era realmente algo de gestão hospitalar, mas estamos dando esse apoio para que não haja nenhum risco. Por isso a importância de reduzir o número de pacientes, para que o mercado se adeque a essa quantidade de consumo”, explica Baccheretti.

Hospital de campanha

Romeu Zema voltou a lembrar que o Hospital de Campanha não é a solução para atender aos pacientes que aguardam leitos no Estado, uma vez que esse tipo de unidade conta com unidades de enfermaria, e estas estão com ocupação de 75%.

“O Hospital de Campanha tinha 700 leitos de enfermaria e em um ano de pandemia conseguimos agregar ao sistema de saúde do estado o equivalente a quase 15 hospitais de campanha e com qualidade muito maior, pois foram agregados a unidades hospitalares que contam com uma série de recursos que o de Campanha não tem, como exames, laboratórios etc”, afirma o governador.

O Estado conta, atualmente, com 4.635 leitos de UTI e 20.878 de enfermaria.

Filho de são josé barrenses é sucesso no cenário nacional da música sertaneja

Com o avanço da pandemia da Covid-19 no último ano, os cancelamentos de shows, eventos e fechamentos de locais públicos, o mercado da música ao vivo sofreu o golpe mais violento de sua história. Consequentemente a classe artística teve que pensar criativamente e começar os processos de reinvenção.

Não foi o caso de Léo & Vinicius, que viram nesse momento uma oportunidade de desenvolver e executar novos projetos, além de ajudar famílias carentes da cidade onde residem.

Leonardo Augusto de Carvalho Silva, 24 anos, nascido em Franca (SP), formado em Contabilidade, aprendeu a tocar violão aos 8 anos. Marcos Vinicius Martins Ferreira, 27 anos, também francano e formado em Administração de Empresas, estudou em coral quando criança e aprendeu a tocar violão aos 8 anos, tocando cavaco, guitarra e viola.

Os dois se conheceram em um evento corporativo, quando cantaram juntos pela primeira vez. Vinicius tocava com a banda no evento, e Léo, na época funcionário da empresa do evento, realizaram uma participação no show que acontecia. Após alguns anos, Vinicius começou a trabalhar na mesma companhia que o Léo. Sempre se encontrando pelos corredores e conversando sobre música, tentavam combinar de cantar em alguma oportunidade. Um dia Léo fez um convite a Vinicius: realizar um show com ele em São José da Barra-MG. Era um mega evento e leilão em prol do Hospital Regional do Câncer de Passos (SCMP).

Com poucos dias de ensaios e organização, contrataram os músicos e viajaram para o município banhado pelo Lago de Furnas. Apesar da insegurança, o show foi um sucesso. Atônita, a multidão assistia, cantava e dançava ao som de Léo & Vinicius. Foi ali, naquele momento, que surgiu a nova dupla sertaneja. Logo após esse primeiro show, houve alguns imprevistos entre os dois. Alguns meses depois, receberam convites para shows particulares. Se encontraram novamente, realizaram ensaios e fizeram novos shows.

Assim que começou a pandemia da Covid-19, Léo & Vinicius tiveram a iniciativa de realizar lives em prol das famílias carentes de Franca. Com o evento, que foi transmitido pelo canal do Youtube da dupla, eles conseguiram arrecadar mais de uma tonelada de alimentos em cada, além de roupas e sapatos. Os artistas foram convidados também para participar como atração principal da live realizada pela COCAPEC e colaboradores.

No final de 2020, Léo & Vinicius regravaram a música ‘’Talismã’’ de Leandro e Leonardo. No começo deste ano, gravaram seu primeiro trabalho inédito em Goiânia (GO): ‘’Mercado Livre. A gravação foi realizada com um dos produtores mais renomados do Brasil, Blener Maycom, o qual trabalha com grandes nomes da música sertaneja, como Felipe Araújo e Naiara Azevedo.

O objetivo da dupla é não parar, trabalhar cada dia mais e gravar diversas músicas inéditas. Léo & Vinicius são acompanhados pela fonoaudióloga Lidiane Alves, que os incentivou a gravarem a primeira música.

Léo é filho dos são josé barrenses, Ione Carvalho e Geraldo Caburé.

Irmãos suspeitos por crime no Paraná são presos em Cássia

Red light flasher atop of a police car. City lights on the background.

As polícias Civil e Militar prenderam dois irmãos, de 22 e 24 anos, em Cássia (MG), suspeitos de envolvimento em um homicídio na região Sul do país. Segundo informações da Polícia Civil, havia mandados de prisão contra os dois e eles foram presos na última segunda-feira. Os irmãos são investigados no estado do Paraná e as prisões ocorreram após troca de informações entre a Divisão de Homicídios em Londrina (PR) e as equipes mineiras.

Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, e de acordo com informações repassadas pela Polícia Civil do Paraná, os irmãos são investigados por envolvimento em um homicídio ocorrido no Sul do país e estavam foragidos. Levantado o possível paradeiro da dupla, a Polícia Civil do Paraná repassou informações às Forças de Segurança de Minas Gerais, que chegaram ao local onde os investigados estavam escondidos, no bairro Novo Mundo. Finalizados os procedimentos na Delegacia de Plantão da PCMG em Passos, os suspeitos serão encaminhados ao sistema prisional.

Via: Clic Folha.

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