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Jornal Folha Regional

São João Batista do Glória recebe sessão de observação do céu estrelado

São João Batista do Glória recebe sessão de observação do céu estrelado - Foto: divulgação
São João Batista do Glória recebe sessão de observação do céu estrelado – Foto: divulgação

O Centro de Atendimento ao Turista (CAT) de São João Batista do Glória (MG) será palco de uma sessão de astronomia que promete conectar o público a belezas naturais do município e ao céu estrelado da Serra da Canastra nesta quarta-feira (14), entre 18h e 22h.

A programação terá início às 18h, com uma exposição de astrofotografias capturadas pela vasta região da Serra da Canastra. Logo após, serão realizadas apresentações abordando as riquezas naturais do município e da região, com intuito de destacar a preservação ambiental e a valorização do patrimônio natural, com foco especial no céu da Canastra.

Por volta das 20h, será realizada uma sessão astronômica no espaço do gramado ao lado do CAT, para observação do céu com telescópio com orientação especializada.

A sessão contará com a presença do projeto Astroturismo nos Parques Brasileiros – Núcleo Serra da Canastra, trazendo conhecimento e interação para todos os participantes. A iniciativa tem o apoio da administração municipal 2025/2028, por meio do Departamento de Turismo.

Via: Clic Folha

Chuva de meteoros terá até 120 ‘estrelas cadentes’ por hora; saiba como observar no Sul de Minas

Chuva de meteoros terá até 120 'estrelas cadentes' por hora; saiba como observar no Sul de Minas - Foto: reprodução
Chuva de meteoros terá até 120 ‘estrelas cadentes’ por hora; saiba como observar no Sul de Minas – Foto: reprodução

Os sul-mineiros poderão acompanhar a última chuva de meteoros visível no Brasil neste ano, a Geminídeas. Astrônomos afirmam que o fenômeno pode ser visto a olho nu dependendo das condições climáticas da região. O pico acontece entre a noite desta quinta (14) e sexta-feira (15).

O nome Geminídeas tem ligação com a constelação de Gêmeos, pois os meteoros parecem emergir desta constelação no céu.

Uma das chuvas de meteoros mais espetaculares do ano, as Geminídeas dão a possibilidade de avistamento de cerca de 120 meteoros por hora no pico, dependendo de onde a pessoa estiver. — Saulo Gargaglioni, coordenador do Observatório do Pico dos Dias – LNA

Gargaglioni explicou que o fenômeno terá o seu pico na noite entre 14 e 15 de dezembro. Porém, segundo as estimativas, a Lua não será tão propícia quanto nas noites anteriores (13 e 14).

Além disso, as condições climáticas podem afetar a experiência de observação. Os entusiastas da astronomia vão ter que contar com a sorte.

No Sul de Minas, até por volta das 21h da noite desta quinta (14) há previsão de algumas pancadas de chuva. Conforme o Climatempo, a condição não deve se prolongar. O melhor horário de visualização da Geminídeas é a partir das 23h e, até lá, a chuva já deve ter parado na região.

Como observar a chuva de meteoros?

Existem algumas dicas para que você aproveite ao máximo a experiência. Veja abaixo:

  • Para encontrar melhor a constelação de Gêmeos, uma boa dica é baixar em seu celular aplicativos como o ‘SkyView’, ‘SkySafari’ ou ‘SkyMap’;
  • Vá a um local com pouca iluminação artificial, ou seja, com menos poluição luminosa possível;
  • Se acomode em um colchão ou cadeira de praia e deixe seus olhos acostumarem à escuridão;
  • Tenha muita paciência para que você consiga avistar meteoros!

“Importante ir até um local com céu limpo. E torcer para que não tenhamos nuvens!”, afirma Gargaglioni.

No Sul de Minas, o Observatório do Pico dos Dias, que é gerenciado pelo Laboratório Nacional de Astrofísica, irá acompanhar o evento de forma privada para fins de estudos.

Entenda o fenômeno

Nesse fenômeno, os meteoros entram velozes na atmosfera da Terra, rasgando o céu a uma velocidade de 260 mil km/h e aparecendo para nós como uma chuva de estrelas cadentes. É uma das chuvas com maior taxa de meteoros por hora.

A Geminídas acontece uma vez por ano na Terra, sempre por volta de meados de dezembro. Isso porque é neste mês que normalmente nosso planeta, em sua trajetória ao redor do Sol, está cruzando a órbita do asteroide 3200 Phaeton, onde há milhares de pequenas rochas e destroços do asteroide no espaço.

Ao cruzar essa região, os detritos do asteroide entram na atmosfera da Terra. Se o céu estiver limpo, é possível ver até 120 “estrelas cadentes” por hora no céu, no momento de pico do fenômeno.

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