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Jornal Folha Regional

Acidente mata três pessoas da mesma família no Sul de Minas

Acidente mata três pessoas da mesma família no Sul de Minas – Foto: redes sociais

Uma grave colisão registrada na noite de segunda-feira (13) na Rodovia Fernão Dias (BR-381), em Campanha, no Sul de Minas, resultou na morte de três pessoas da mesma família.

As vítimas estavam em um Toyota Corolla que seguia em direção a Belo Horizonte. Conforme informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), por circunstâncias que ainda serão investigadas, o automóvel atravessou o canteiro central da rodovia e invadiu a pista contrária, onde atingiu de frente uma carreta.

No veículo estavam um homem de 40 anos, uma mulher de 41 e a filha do casal, de 16 anos. Os três morreram ainda no local da batida. A adolescente completaria 17 anos nesta terça-feira (14). As identidades das vítimas não foram divulgadas.

A família era de Belo Horizonte. Após os trabalhos da perícia, os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Três Corações.

Com a força do impacto, a carreta saiu da pista e tombou às margens da rodovia, espalhando uma carga de soja pela via. O motorista sofreu apenas ferimentos leves.

Ainda segundo a PRF, o condutor da carreta foi submetido ao teste do etilômetro, que apresentou resultado negativo para consumo de álcool. As causas do acidente serão apuradas.

VÍDEO | Motorista atropela família e foge sem prestar socorro em Passos

A Polícia Militar realiza buscas para identificar e localizar o motorista de uma caminhonete envolvida em um atropelamento registrado na madrugada desta sexta-feira (8), em Passos (MG). O acidente aconteceu na Rua da Praia, no bairro Penha, e deixou três pessoas feridas.

Câmeras de segurança instaladas na região flagraram o momento da ocorrência. Nas imagens, um homem de 33 anos aparece caminhando pela rua enquanto carregava nos braços uma criança de apenas três anos. Ao lado deles estava uma mulher, de 44 anos.

Pouco depois, a caminhonete surge na via e atinge a família. Com a força da batida, o homem e a criança são lançados em direção à calçada. A mulher também é atingida e cai no asfalto.

Equipes de resgate foram acionadas e socorreram as vítimas, que foram encaminhadas para a Santa Casa de Passos. Até a última atualização desta reportagem, não haviam sido divulgadas informações sobre o estado de saúde dos feridos.

Após o atropelamento, o condutor deixou o local sem prestar assistência às vítimas. Segundo a polícia, ele ainda não havia sido encontrado.

A perícia da Polícia Civil esteve na cena do acidente para realizar os trabalhos técnicos que irão auxiliar nas investigações. O veículo envolvido também não havia sido localizado até o momento.

O caso segue sendo investigado pelas autoridades.

Carga de cana na pista provoca capotamento e deixa família ferida na MG-050, em Passos

Carga de cana na pista provoca capotamento e deixa família ferida na MG-050, em Passos – Foto: redes sociais

Um casal e uma criança de 4 anos ficaram feridos após o carro em que estavam capotar na noite do último domingo (5), por volta das 19h35, no km 343 da MG-050, em Passos (MG). Segundo a Polícia Militar Rodoviária, o acidente foi provocado por uma carga de cana-de-açúcar espalhada na pista.

Segundo informações da Polícia Militar Rodoviária, o capotamento ocorreu por volta das 19h35, na altura do km 343. O motorista seguia pela rodovia quando perdeu o controle da direção ao passar sobre uma quantidade de cana-de-açúcar espalhada na pista.

Com a perda de controle, o carro capotou e ficou com as rodas para cima, parando no meio da via.

As três vítimas sofreram apenas ferimentos leves. O condutor teve escoriações no braço e relatou dores no abdômen e nas costas. A esposa dele apresentou ferimentos no braço direito e queixou-se de dores no tórax. Já a criança, que estava corretamente acomodada na cadeirinha no banco traseiro, não tinha lesões aparentes, mas reclamava de dores pelo corpo.

O resgate foi realizado por uma Unidade de Suporte Avançado do Samu, que encaminhou a família para a Santa Casa de Passos. Após atendimento médico, todos foram liberados.

O veículo ficou aos cuidados de um amigo da família.

Entre a luta e a esperança: família de Areado enfrenta batalha pela vida de bebê com doenças raras

Entre a luta e a esperança: família de Areado enfrenta batalha pela vida de bebê com doenças raras – Foto: Arquivo pessoal

Em Areado (MG), a rotina de uma família tem sido marcada por dor, resistência e esperança. Com apenas um ano e oito meses, o pequeno Jhoseff William já enfrenta uma dura realidade: um quadro clínico complexo que inclui pneumopatia, gastropatia e epilepsia, além de estar sob investigação para Transtorno do Espectro Autista (TEA), erros inatos da imunidade e possíveis síndromes raras ainda não diagnosticadas.

Apesar da pouca idade, o menino já passou por dez internações hospitalares, enfrentando crises frequentes e uma rotina intensa de cuidados.

Mas a batalha de Jhoseff vai além da condição de saúde.

Contato para quem deseja ajudar (21) 99924-4465

O impasse com o sistema público de saúde

Segundo a família, a Secretaria Municipal de Saúde de Areado tem negado solicitações consideradas essenciais para o tratamento da criança.

Entre os pedidos não atendidos estão:

  • Consultas com especialistas (gastropediatra, imunologista e pneumologista)
  • Sessões de terapia ocupacional
  • Exames de alta complexidade, alguns com custo superior a R$ 1.000

A justificativa apresentada é de que tais procedimentos não estariam cobertos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O caso levanta um debate importante sobre acesso a políticas públicas de saúde, especialmente para pacientes com doenças raras e condições complexas, que frequentemente dependem de atendimento especializado e contínuo.

Sem conseguir trabalhar devido à dedicação integral ao filho, a mãe Sabrina faz um apelo:

“Até quando o Jhoseff vai ter que esperar a população ajudar para ter o tratamento adequado que ele merece?”

A pergunta ecoa uma realidade enfrentada por muitas famílias brasileiras: a distância entre o direito garantido na lei e o acesso efetivo ao atendimento.

Urgência: o custo da sobrevivência

Neste momento, a situação é crítica. Jhoseff precisa com urgência de:

  • Consulta com gastroenterologista pediátrico — R$ 600,00
  • Exames laboratoriais solicitados por imunologista — R$ 1.390,00

Somados, os custos chegam a quase R$ 2 mil, valor incompatível com a realidade financeira da família, que vive exclusivamente em função dos cuidados com a criança.

Solidariedade que salva vidas

Diante da ausência de respostas imediatas do poder público, a família recorre novamente à solidariedade da população.

Cada contribuição representa mais do que ajuda financeira: é uma chance real de garantir tratamento, aliviar o sofrimento e dar dignidade a uma criança que luta diariamente para respirar, se alimentar e viver.

Políticas públicas em debate

O caso reacende a discussão sobre a efetividade do SUS no atendimento a pacientes com doenças raras, onde o acesso a especialistas, exames e terapias ainda enfrenta barreiras burocráticas e estruturais.

Especialistas apontam que, embora o Brasil possua diretrizes para atenção integral a esses pacientes, a execução nos municípios ainda é um dos maiores desafios da saúde pública.

VÍDEO | Irmãos se reencontram após 43 anos em Arcos

Uma história marcada pela emoção e pela força dos laços familiares teve um desfecho especial após mais de quatro décadas, neste domingo (18). Flávio Júnior Justino Campos, natural de Arcos (MG), e Ingrid de Oliveira Campos, residente em São José da Barra/MG e natural de Alpinópolis/MG, se reencontraram após 43 anos separados.

Desde a infância, Ingrid sabia da existência de um irmão que vivia em Arcos. O assunto sempre surgia em conversas entre parentes, mas nunca havia informações concretas que possibilitassem um contato ou reencontro.

Flávio, por sua vez, nasceu e cresceu em Arcos. Ainda na juventude, descobriu o nome de seu pai biológico por meio de sua avó. No entanto, apenas anos mais tarde, com o apoio e incentivo de sua esposa, Luciene, conseguiu avançar na busca pela própria história. Juntos, encontraram o paradeiro do pai e dos demais irmãos por meio de uma rede social.

O primeiro contato aconteceu em uma data ainda mais simbólica: 27 de novembro de 2025, dia em que Ingrid completava 43 anos. Na ocasião, ela recebeu uma mensagem em sua rede social. Do outro lado da tela, estava Flávio, que se apresentou como seu irmão. A emoção foi imediata. Após muitas conversas, lembranças e relatos do passado, as histórias se encaixaram e o reconhecimento foi confirmado.

O tão esperado encontro presencial aconteceu neste domingo, 18 de janeiro, em um momento marcado por emoção, abraços e lágrimas. Após 43 anos, os irmãos finalmente puderam se conhecer pessoalmente e reunir suas famílias, selando um reencontro que parecia distante, mas que o destino fez acontecer.

Uma história que reforça que, mesmo com o tempo e a distância, os laços de sangue e afeto nunca se perdem. 💙

Irmãos se reencontram após 43 anos em Arcos – Foto: arquivo pessoal

VÍDEO | Homem mata pai, madrasta, duas irmãs e sobrinho de 5 anos em MG

Imagens de câmeras de segurança ajudaram a esclarecer a dinâmica do ataque que resultou na morte de cinco pessoas da mesma família na madrugada de quarta-feira (7), no bairro Santa Cecília, em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira.

Segundo a Polícia Militar, o autor do crime saiu da residência por volta das 3h da manhã e retornou algumas horas depois ao conjunto de casas onde os familiares moravam. O primeiro ataque ocorreu pouco depois das 7h, ainda no portão do imóvel, onde a primeira vítima foi atingida. Em seguida, o homem entrou na residência e matou as outras quatro pessoas no interior do imóvel.

Após cometer os crimes, o suspeito deixou o local e foi para o próprio apartamento, onde acabou localizado e preso pela PM. Durante a abordagem, ele confessou os ataques aos policiais.

Os corpos foram encontrados por um familiar que saía para trabalhar, que acionou a polícia ao perceber a situação. As vítimas estavam em diferentes cômodos das residências, e os militares relataram a presença de grande quantidade de sangue e marcas de pisadas pelo local.

Entre os mortos estão o pai, a madrasta, duas irmãs e um sobrinho de apenas 5 anos do suspeito, conforme informou a Polícia Militar.

A faca utilizada no crime foi apreendida. De acordo com os militares, o autor havia lavado tanto a arma quanto as roupas usadas durante o ataque, numa tentativa de eliminar vestígios.

Ainda segundo a PM, o homem possui histórico de transtornos psicológicos e estaria em surto no momento dos assassinatos. Familiares relataram episódios anteriores de alterações de humor e possíveis surtos psicóticos, embora não haja confirmação de que ele realizasse acompanhamento médico. O suspeito não tinha antecedentes criminais.

Família de MG perde quase R$ 28 mil em golpe aplicado por falso advogado

Família de MG perde quase R$ 28 mil em golpe aplicado por falso advogado – Foto: reprodução/Agência Inova

Uma família de São Pedro da União (MG) foi vítima de um golpe aplicado por um homem que se passou por advogado. O estelionatário convenceu as vítimas a realizar transferências que, ao todo, somaram R$ 27.397,00. O caso ocorreu na última semana e está sendo investigado pela Polícia Civil.

De acordo com as informações apuradas, o golpista alegou que R$ 23 mil teriam sido liberados por um promotor do Ministério Público, usando essa história para ganhar a confiança dos familiares. Acreditando na versão, as vítimas realizaram três transferências via PIX, nos valores de R$ 3.400,00, R$ 19.997,00 e R$ 4.000,00.

As quantias foram depositadas em contas pertencentes a duas mulheres, que já foram identificadas pela polícia. Agora, os investigadores trabalham para descobrir se elas participavam ativamente do esquema ou se foram utilizadas como laranjas pelos criminosos.

‘Nascemos de novo’: família sobrevive após 40 minutos presa em cabine de caminhão que capotou na BR-146, em Passos

‘Nascemos de novo’: família sobrevive após 40 minutos presa em cabine de caminhão que capotou na BR-146, em Passos – Foto: reprodução

Após ficar 40 minutos presa nas ferragens de um caminhão que capotou na BR-146, uma família de Passos (MG) tenta se recuperar do susto e das marcas deixadas pelo acidente, visíveis nos braços, nas pernas e no rosto.

O caminhoneiro Wallace Evangelista de Araújo, a esposa Yara Maria Custódio e o filho Miguel Custódio de Araújo, de 10 anos, estavam na cabine quando o veículo saiu da pista e capotou na madrugada de terça-feira (14).

“Na hora do acontecido foi muito rápido, a gente não viu nada. Só lembrou depois que bateu, que capotou”, contou Wallace.

“Eu estava cochilando, aí senti o caminhão puxar. Meu filho gritou, e eu só tive a reação de abraçar ele. Foi muito rápido”, relembrou Yara, que trabalha como motorista de van escolar.

De acordo com Wallace, o veículo puxou para a esquerda antes de uma curva e não respondeu mais aos comandos. O caminhão acabou tombando às margens da rodovia.

Com a cabine retorcida e o celular sem sinal, a família tentou pedir ajuda acendendo a lanterna do telefone.

“Passaram dois carros e não viram a gente. O caminhão vazava óleo diesel, e meu filho disse: ‘mãe, vamos rezar’. Ele puxou um Pai-Nosso, uma Ave-Maria… Aí escutamos um barulho de carro. Eu consegui pôr a mão pra fora com a lanterna e sinalizar. Foi uma cena de terror”, relatou Yara, emocionada.

Dois motoristas que passavam pela rodovia perceberam a luz e chamaram o socorro. O Corpo de Bombeiros de Passos retirou a família das ferragens, e o Samu levou as vítimas para a UPA de Passos, onde ficaram sob observação por cerca de 10 horas.

“É fé. Só Deus podia salvar a gente. Não tinha mais ninguém ali. A gente começou a orar, e essas pessoas passaram e salvaram a gente”, disse o pequeno Miguel.

Agora, os três seguem em casa, se recuperando com acompanhamento médico e fisioterapia. Para Yara, a data do acidente marca um recomeço:

“A situação que ficou o caminhão… meu filho saiu só com um ralado no joelho. Então, é agradecer demais à nova chance. Dia 14 de outubro: nascemos de novo.”

“Em situações como aquela é muito difícil sair vivo. A gente saiu”, completou Miguel.

‘Nascemos de novo’: família sobrevive após 40 minutos presa em cabine de caminhão que capotou na BR-146, em Passos – Foto: reprodução

Via: G1

VÍDEO | Família denuncia ação violenta da Polícia Militar em Delfinópolis

Uma família de Delfinópolis (MG) denuncia o que classifica como um grave caso de abuso policial ocorrido recentemente na cidade. Segundo os relatos, tudo começou quando policiais militares abordaram um dos membros da família na rua. O jovem, que teria cooperado com a abordagem, acabou sendo espancado após não saber informar o nome da rua onde morava – já que a família havia se mudado há pouco tempo para o bairro. A Polícia Militar de Minas constata a versão da família, diz que houve resistência e que os envolvidos têm “diversas passagens policiais, alguns inclusive como autores de crimes violentos, com uso de violência ou grave ameaça”.

De acordo com os familiares, o rapaz foi agredido com socos na barriga e no rosto e, tentando se defender, revidou antes de fugir e se esconder no mato. Durante a perseguição, os policiais teriam disparado tiros na mata. “Eles queriam prender ele à toa, entendeu?”, disse um dos familiares.

Momentos depois, já na casa da família, o episódio ganhou contornos ainda mais violentos: seis policiais teriam invadido o imóvel com agressões. Segundo a denúncia, os agentes atacaram com spray de pimenta, mesmo diante de um pedido desesperado para que poupassem uma criança de 4 anos, que presenciou toda a ação e teve seus brinquedos ensanguentados. “A minha menininha está assustada, não está dormindo à noite. Foi uma cena horrível”, relata uma mulher da família.

As agressões descritas são brutais: um tio teve o nariz quebrado e está internado com suspeita de fratura na perna; dois irmãos tiveram pernas quebradas, outro teve o dedo fraturado; além de cortes profundos na cabeça de vários membros da família. “Eles chegaram a rasgar a blusa da minha mãe, bateram demais nela. Vieram, eu acho, pra poder matar”, desabafa um dos familiares. Móveis foram destruídos durante a ação.

Segundo os denunciantes, existe uma câmera de segurança que registrou a primeira abordagem, mas o dono do estabelecimento só pretende liberar a gravação mediante ordem judicial. Já as agressões dentro de casa teriam sido filmadas pela própria família, que diz ter fotos e vídeos comprobatórios.

O relato é acompanhado por um forte sentimento de revolta. “Eles são policiais, têm que proteger, não fazer o que fizeram. A gente não é bandido. Só queremos justiça”, reforçam.

A família diz que já está reunindo todas as provas para acionar a Justiça e denunciar oficialmente o caso, destacando que não houve resistência antes da violência policial e que a presença da criança torna tudo ainda mais grave.

O que diz a Polícia? 

No fim da tarde desta terça-feira, 29, o 12º Batalhão de Polícia Militar de Minas Gerais enviou nota oficial a reportagem apresentando a versão da corporação. De acordo com o documento, no dia 26 de julho os policiais faziam patrulhamento de rotina quando abordaram dois indivíduos em “atitude suspeita”. Ainda segundo a nota, um deles colaborou, mas o outro teria reagido de forma agressiva, inclusive agredindo um policial antes de fugir.

A PM afirma que localizou o suspeito em sua residência, onde ele teria continuado a resistir e atirado objetos contra os militares. Os familiares, segundo a corporação, também teriam interferido de maneira violenta contra a ação policial, obrigando os agentes a usarem “força diferenciada” para conter as agressões e as resistências. Na ocorrência, três pessoas foram presas e encaminhadas para atendimento médico. Quatro policiais também precisaram de atendimento devido às lesões.

A nota destaca ainda que os envolvidos têm “diversas passagens policiais, alguns inclusive como autores de crimes violentos, com uso de violência ou grave ameaça”.

Por fim, a Polícia Militar de Minas Gerais informa que foi instaurado procedimento interno para apurar os fatos.

Família denuncia ação violenta da Polícia Militar em Delfinópolis – Foto: arquivo pessoal
Família denuncia ação violenta da Polícia Militar em Delfinópolis – Foto: arquivo pessoal
Família denuncia ação violenta da Polícia Militar em Delfinópolis – Foto: arquivo pessoal
Família denuncia ação violenta da Polícia Militar em Delfinópolis – Foto: arquivo pessoal

Via: GCN/SAMPI

Família de viajantes chega à Serra da Canastra, em São Roque de Minas, para gravar documentário e se encanta com a beleza: ‘Nunca vimos nada igual’

Família que viaja o Brasil chega à Serra da Canastra em São Roque de Minas — Foto: Bruno Rist/Divulgação
Família que viaja o Brasil chega à Serra da Canastra em São Roque de Minas — Foto: Bruno Rist/Divulgação

A família Rist, de Santa Catarina, que há três anos percorre o Brasil em busca de paisagens, histórias e novo sabores, chegou na última semana a São Roque de Minas, na Serra da Canastra, e se encantou com o que viu.

Depois de uma passagem rápida em 2022, os irmãos Bruno e Paula, acompanhados dos pais, Marcos e Marta Rist, decidiram voltar para uma imersão de três semanas — e, desta vez, vão registrar tudo em um documentário.

“Já viajamos por 22 estados e nunca vimos nada igual. A Serra da Canastra é um destino completo. Muito mais completo do que imaginávamos. Aqui tem cachoeiras de águas cristalinas, estradas que parecem saídas de um filme e uma culinária mineira que é uma das melhores do Brasil”, contou Bruno.

Família tem registrado a passagem pela Canastra em um documentário — Foto: Heber Antônio/Divulgação

Imersão na Canastra

Com o objetivo de mostrar o Brasil de forma autêntica e profunda, a família decidiu dedicar um tempo maior à Serra da Canastra para explorar não apenas os pontos turísticos, mas também as histórias locais.

“Dessa vez, vamos nos aprofundar mais. Nosso documentário vai englobar fauna e a flora, entrevistas com moradores, vamos retratar de forma ampla a cultura da região”, explicou Bruno.

Para os viajantes, a Serra da Canastra oferece experiências que vão além dos roteiros tradicionais.

“Muita gente pensa que é um destino para dois ou três dias, mas, na verdade, dá para ficar semanas explorando. Tem cachoeiras incríveis, trilhas, vilarejos históricos e, claro, o famoso queijo canastra, que é um dos melhores do mundo”, disse Bruno.

“Além das paisagens, as pessoas daqui têm muito amor e brilho no olho pelo o que elas fazem”, comentou Paula.

“Para mim, duas das cachoeiras mais bonitas do Brasil ficam aqui: a Casca d’Anta e o fundão”, completou Marcos.

A família também destacou as paisagens que deixam a viagem ainda mais impressionante. “As estradas, a flora, fauna, as cachoeiras, a Serra da Babilônia. Tudo é impressionante, parece cenário de filme. E cada nova trilha nos leva a um lugar ainda mais surpreendente”, relatou Bruno.

“É um lugar que sempre vou ter vontade de voltar. Aqui tem uma energia incrível”, afirmou Marta.

Família tem registrado a passagem pela Canastra em um documentário — Foto: Heber Antônio/Divulgação
Família tem registrado a passagem pela Canastra em um documentário — Foto: Heber Antônio/Divulgação

Uma paixão que virou projeto de vida

A paixão por explorar o Brasil nasceu há muito tempo. Bruno e Paula cresceram viajando com os pais. Mas foi em 2018, durante um jantar em família, que a ideia do projeto tomou forma.

“Inspirados por pessoas que estavam ganhando dinheiro viajando, pensamos: ‘Por que não montar algo nosso?’ Eu sempre gostei de fotografia, minha irmã já editava vídeos, e nossos pais tinham saúde para embarcar nessa aventura. Então, decidimos criar o ‘Rolê Família’, que é o nosso perfil nas redes sociais”, contou Bruno.

A ideia não saiu do papel de imediato. Foram quatro anos de planejamento, aprendizado sobre fotografia e vídeos, e um estudo profundo sobre como monetizar um projeto de viagens.

Após economizar recursos, a família deu início ao sonho em março de 2022, com um objetivo claro: explorar os 26 estados brasileiros e mostrar o potencial do turismo nacional. Desde então, já passaram por 22 estados, visitaram mais de 150 pontos turísticos e registraram cada passo nas redes sociais.

“Queremos continuar mostrando o Brasil além dos roteiros convencionais. O Nordeste, por exemplo, não é só praia; tem a Chapada Diamantina, a Chapada das Mesas, Quixadá, Serra da Capivara. Lugares incríveis que precisam ser mais conhecidos. Minas Gerais não se resume a cidades históricas e a Serra da Canastra é uma grande prova disso”, finalizou Bruno.

Via: G1

Jornal Folha Regional
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