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Jornal Folha Regional

VÍDEO | Polícia Civil identifica suspeita de abandonar gatos em caixa de papelão em São Sebastião do Paraíso

A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu a investigação sobre um caso de abandono de animais registrado em São Sebastião do Paraíso e indiciou uma mulher pelo crime de maus-tratos a animais na forma qualificada. Conforme a legislação, a pena pode chegar a cinco anos de reclusão.

O caso ocorreu no dia 6 de abril, quando filhotes de gatos foram deixados em uma rua da cidade dentro de uma caixa de papelão. Segundo a polícia, os animais estavam molhados devido à chuva que atingia o município naquele momento.

Os filhotes foram encontrados por funcionários de um pet shop localizado nas proximidades. Ao todo, seis gatos foram resgatados, mas um deles não resistiu. Os demais receberam cuidados e, posteriormente, foram adotados.

A identificação da suspeita foi possível após um trabalho de análise de imagens captadas por câmeras de vigilância instaladas em diferentes pontos da cidade. A investigação permitiu que os policiais rastreassem o veículo utilizado e chegassem à autora do abandono.

O delegado responsável pelo caso, Rafael Gomes, detalhou como ocorreu a apuração em um vídeo divulgado pela Polícia Civil.

“Em uma das investigações, essa indiciada estacionou seu veículo na via pública em período noturno e deixou esses quatro filhotes de gatos em uma caixa de papelão, evadindo-se do local na sequência. Foi possível chegar à identificação dessa suspeita através da análise de câmeras de vigilância aqui do município, que fizeram, no primeiro momento, identificar o seu veículo automotor e, posteriormente, no segundo momento, os investigadores da Polícia Civil conseguiram identificar a suspeita”, disse o delegado.

Após a conclusão das investigações, a mulher foi formalmente indiciada pelo crime de maus-tratos a animais na forma qualificada. O caso seguirá agora para análise do Ministério Público e da Justiça.

Polícia Civil identifica suspeita de abandonar gatos em caixa de papelão em São Sebastião do Paraíso – Foto: divulgação/PCMG

Abandono de animais no Centro de Passos gera indignação e cobrança por medidas

Abandono de animais no Centro de Passos gera indignação e cobrança por medidas – Foto: TV Passos/Passos 24hs no Ar

Um caso de abandono de animais registrado na última quinta-feira (16), na Rua Oliveira, região central de Passos (MG), provocou revolta entre moradores e reforçou o alerta sobre a necessidade de ações mais rigorosas contra esse tipo de crime.

De acordo com relatos, filhotes e cães foram deixados no local em situação de total vulnerabilidade, sem acesso a água, alimento ou qualquer tipo de proteção, ficando expostos ao sol e a riscos iminentes à saúde e à vida.

ONGs atuam no limite

A situação reacendeu o debate sobre a sobrecarga enfrentada por organizações de proteção animal no município. Entidades e voluntários têm atuado de forma constante no resgate, tratamento e cuidado de animais abandonados, muitas vezes com recursos próprios e sem apoio suficiente.

Apesar do trabalho contínuo, protetores alertam que a quantidade de casos tem aumentado, tornando difícil atender toda a demanda.

Crime previsto em lei

O abandono de animais é considerado crime no Brasil, com previsão de punição. Ainda assim, casos como o ocorrido no Centro da cidade evidenciam a necessidade de maior fiscalização e responsabilização dos envolvidos.

Cobrança por fiscalização e denúncias

Diante do episódio, moradores e protetores cobram uma atuação mais efetiva das autoridades, tanto na fiscalização quanto na aplicação de penalidades.

A população também é orientada a denunciar situações de maus-tratos e abandono, contribuindo para que casos como esse não permaneçam impunes.

VÍDEO | Quatro filhotes de gatos são encontrados mortos, mutilados e com os pescoços cortados em Piumhi

Quatro filhotes de gatos foram encontrados mortos e mutilados, com os pescoços cortados, na Rua José Soares de Oliveira, no bairro Novo Horizonte, em Piumhi. O caso, registrado por moradores, levanta fortes suspeitas de maus-tratos e provocou revolta na comunidade.

A cena foi gravada em vídeo e compartilhada entre moradores da região. Próximo aos corpos dos animais, havia objetos que chamaram a atenção de quem esteve no local, aumentando ainda mais a indignação e as suspeitas de que o ato tenha sido praticado de forma intencional.

A repercussão foi imediata, especialmente entre defensores da causa animal, que cobram investigação rigorosa e punição aos responsáveis. Moradores que vivem nas proximidades e possuem câmeras de segurança externas ou qualquer informação que possa auxiliar na apuração são orientados a procurar a polícia.

Maus-tratos contra animais é crime

No Brasil, a prática de maus-tratos é crime previsto na Lei 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais). Em 2020, a punição foi ampliada com a Lei 14.064/2020, que endureceu as penalidades para casos envolvendo cães e gatos.

Atualmente, a pena para quem praticar abuso, ferir, mutilar ou maltratar cães e gatos pode variar de dois a cinco anos de reclusão, além de multa e proibição da guarda. Para outros animais, a pena varia de três meses a um ano de detenção e multa.

Crescimento das denúncias no Brasil

Nos últimos anos, órgãos de segurança pública e entidades de proteção animal têm registrado aumento no número de denúncias de maus-tratos em diversas regiões do país. Especialistas apontam que, além de possíveis aumentos nos casos, há maior conscientização da população, que tem denunciado com mais frequência episódios de violência contra animais.

Em Piumhi, o caso reforça o alerta para a necessidade de denúncia e responsabilização. Para a comunidade do bairro Novo Horizonte, o sentimento é de indignação e de cobrança por respostas diante da crueldade registrada.

Filhotes de gato morrem carbonizados durante incêndio em área de pastagem em Arcos

Filhotes de gato morrem carbonizados durante incêndio em área de pastagem em Arcos - Foto: divulgação/Corpo de Bombeiros
Filhotes de gato morrem carbonizados durante incêndio em área de pastagem em Arcos – Foto: divulgação/Corpo de Bombeiros

No último domingo (25), três filhotes de gato morreram carbonizados durante um incêndio em uma área de pastagem, próximo ao Cemitério Municipal, na Rua Antônio Ribeiro de Morais, em Arcos (MG). Um quarto filhote conseguiu sobreviver as chamas.

Segundo o Corpo de Bombeiros, durante o combate ao incêndio, os militares se depararam com quatro filhotes de gato, sendo que três deles já estavam carbonizados.

Um quarto filhote sobreviveu e foi resgatado pelos bombeiros. Posteriormente, o animal foi entregue a uma moradora que reside próximo ao local do incêndio e que resolveu adotar o animal.

Filhotes de gato são colocados em sacola e jogados vivos em lixeira de Guaxupé

Filhotes de gato são colocados em sacola e jogados vivos em lixeira de Guaxupé – Foto: divulgação/Polícia Civil

Três filhotes de gato foram colocados em uma sacola e jogados vivos em uma lixeira em Guaxupé (MG). A autora do crime seria uma idosa de 73 anos, que é investigada. A Polícia Civil instaurou inquérito na última quinta-feira (4) para apurar o caso, que aconteceu no bairro Taboão.

De acordo com a polícia, durante a realização de diligências, foram averiguadas imagens do sistema de segurança de uma casa. Conforme a investigação, foi constatado que uma mulher havia jogado três gatos filhotes, ainda vivos, dentro de uma lixeira na segunda-feira (1º).

Filhotes de gato são colocados em sacola e jogados vivos em lixeira de Guaxupé – Foto: divulgação/Polícia Civil

Com a constatação, a Polícia Civil realizou buscas pela suspeita nas proximidades e encontrou a idosa. Segundo a polícia, ela confessou o crime aos policiais. A idosa não ficou presa, de acordo com a polícia, por conta de que o flagrante do crime já havia passado.

A polícia explicou que agora as investigações prosseguem para a finalização da apuração dos fatos. A Polícia Civil destacou que, posteriormente, o Inquérito Policial será remetido à Justiça com delimitação de autoria e materialidade.

Os três filhotes de gato foram encaminhados a um tutor e estão bem, conforme destacou a polícia. (G1)

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