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Jornal Folha Regional

Gerente desmente ‘fake news’ referente a rompimento da Usina Hidrelétrica de Furnas em São José da Barra

Na tarde desta quinta-feira (21), uma publicação informando que a ‘barragem de Furnas’ está correndo alto risco de romper, com anexo de uma imagem da Usina em São José da Barra, está circulando na internet e inclusive deixando diversos internautas assustados.

Na montagem é possível observar alguns erros ortográficos, como: ‘’’auto’ risco de romper’’, o qual seria ‘alto’. Usina também está escrito errado, com acento agudo no Ú. Além disso, a escrita ‘interdita-la’ está como ‘interdita lá’.

O gerente de Produção Minas da Usina Hidrelétrica de Furnas em São José da Barra (MG), Roberto Teixeira Siniscalchi, afirmou para a redação do Jornal Folha Regional que a notícia não procede.

“A empresa Furnas em breve emitirá uma nota desmentindo essa ‘fake news’. Prezamos pela segurança de nossos colaboradores e população ao entorno de nossas unidades operacionais”, informou Siniscalchi.

Furnas poderá abrir comportas da Hidrelétrica em São José da Barra; diretoria nega

Na próxima segunda-feira (28), a Usina Hidrelétrica de Furnas, em São José da Barra (MG), completará 65 anos e uma programação especial marcará o mês de março.

De acordo com um colaborador da empresa Furnas, no dia 28 de fevereiro está prevista a visita do Presidente Clóvis Torres e a abertura das comportas, pois, segundo ele, atualmente o reservatório está com 70% do volume e na data de 28 poderá chegar entre 75% à 80%.

No site de Furnas que foi atualizado no último domingo (20), o nível do Lago é de 764,86 e o volume útil é de 75,40%.

Furnas manifesta

A redação do Jornal Folha Regional entrou em contato com a assessoria de Furnas no Rio de Janeiro, via e-mail, e o retorno foi dado por telefone, informando que não procede tal ação.

Furnas está 4 metros do limite para gerar energia

O limite para geração de energia na Hidrelétrica de Furnas, em São José da Barra (MG), é o nível de 750 metros – nas últimas horas, ele está pouco acima de 4 metros desse patamar, impulsionado pelos últimos dias chuvosos. O volume útil agora gira em torno de 15%, mas promete cair com possível agravamento da crise hídrica nacional até novembro, dizem especialistas. E Furnas representa 17,21% de todo o subsistema das regiões Sudeste e Centro-Oeste.

O impacto econômico, principalmente para o turismo de dezenas de cidades do Sul de Minas, é imensurável. Movimento defende cota mínima de 762 metros, que se tornou ainda mais inviável com a pior crise hídrica em 91 anos.

Capitólio segue com turismo em expansão pela geografia privilegiada, com áreas em que a represa ainda possui 70 metros de profundidade.

Via: Da Redação.

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