Pular para o conteúdo principal

Jornal Folha Regional

Mãe suspeita de abandonar bebê encontrado na geladeira é presa em flagrante

Uma mulher de 29 anos, suspeita de ter abandonado um bebê há um ano, encontrado na noite da última terça-feira (30) dentro de uma geladeira, foi presa em flagrante e presta depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoas (DHPP), no bairro São Cristóvão, na Região Noroeste de Belo Horizonte.

A informação foi confirmada pela delegada Letícia Gamboge, chefe do Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa da Polícia Civil (DHPP). Até as 16h15, a suspeita continuava depondo.

“Somente após exame será definido se foi infanticídio, homicídio ou aborto, mas o que se tem certeza é a ocultação de cadáver e com isso, permite-se autuação de flagrante delito mesmo transcorrido um tempo após infração penal. Essa autuação acontece a partir da descoberta do cadáver. Assim sendo, esta mulher encontra-se em situação de flagrante delito, ela será autuada”, contou Letícia.

A mulher, que não teve o nome divulgado pela polícia, foi encontrada no bairro Flávio Marques, na Região do Barreiro, pelos militares do 41º batalhão. A Polícia Militar não deu mais detalhes sobre essa prisão.

O corpo da bebê, de idade não identificada, foi localizado na noite da última terça-feira (30) pela dona de casa Susy Costa, de 56 anos, que estava fazendo uma limpeza na geladeira.

Ela falou que a suposta mãe da criança, identificada apenas como Grazi, a entregou um embrulho, em uma sacola, dizendo que era um pedaço de carne e pedindo que ela guardasse, um ano atrás.

De acordo com o que o delegado Rômulo Dias,  já está confirmado o crime de ocultação de cadáver. Agora, a corporação vai apurar se houve outros crimes, como aborto provocado ou homicídio. Exames periciais serão essenciais para as conclusões.

Veja abaixo a entrevista do delegado Rômulo Dias na íntegra:

O que vocês já descobriram até agora?

Na verdade, até o momento, o corpo se encontra no Instituto Médico Legal (IML). Estamos diante de uma investigação que necessita ser multidisciplinar. O papel do médico legista agora vai ser crucial para nos informar a natureza desse cadáver que está lá. Já sabemos que é um cadáver do sexo feminino.

Agora precisamos responder a umas questões. Por exemplo: foi um aborto natural [ou] não foi um aborto natural, [se] houve o parto e depois o corpo foi guardado. Algumas questões que ainda são cruciais para a investigação e precisam ser esclarecidas. Certo é que já estamos diante de um crime, esse crime está claro, é o crime de ocultação de cadáver, previsto no artigo 211 do Código Penal Brasileiro, cuja pena é de um a três anos de reclusão.

O que muda com essa descoberta, se estamos falando de aborto ou se o bebê chegou a nascer e morreu depois? O que muda na investigação?

Se o IML, através dos nossos parceiros médicos legistas, identificar que houve um crime, um aborto provocado, por exemplo, vamos trabalhar com outro tipo de crime, cuja pena, inclusive, é mais grave. Então, neste momento, usando toda a expertise dos médicos legistas, dentro de uma investigação multidisciplinar, eles precisam esperar o corpo descongelar para fazer alguns exames, por exemplo, a docimasia pulmonar hidrostática de galeno, em que vão colocar o pulmão da criança dentro de um recipiente aquoso para verificar se a criança respirou, ou seja, se ela teve vista extrauterina ou não, para a gente falar de aborto.

São respostas que trazem linhas diferentes de investigação?

Esse exame é tão crucial que podemos sair do crime somente de ocultação de cadáver e partir, inclusive, para um crime de homicídio consumado.

Em relação a essa mulher, identificada apenas como Grazi (a suposta mãe do bebê), o que se sabe sobre ela?

Neste momento, por já ter um ano que o feto estava no local, a gente não tem mais o flagrante delito. Neste momento da investigação, a gente está concentrando nossos esforços para identificar os exames necessários na criança encontrada, para, aí sim, a gente partir em busca da suposta autora.

Essa mulher também pode se apresentar à polícia para prestar esclarecimentos?

Sim, como eu disse, não existe mais flagrante delito para esse crime de ocultação de cadáver, que até então temos certo. Então, ela pode se apresentar normalmente e explicar o que aconteceu. Caso ela não se apresente, com o desenrolar das investigações, pode ser solicitada a prisão dela. Ou, nesse caso, a polícia vai agir no sentido de localizá-la e intimá-la para comparecer à delegacia.

O bebê, de idade ainda não identificada, foi encontrado morto envolto em uma sacola dentro de uma geladeira na Região do Barreiro, em Belo Horizonte. O corpo estava no eletrodoméstico havia um ano.

De acordo com a Polícia Militar, o corpo foi encontrado pela dona de casa Susy Costa, que estava fazendo uma limpeza na geladeira.

A mulher confirmou à polícia que a suposta mãe do bebê a entregou um embrulho, em um saco preto, afirmando que era um pedaço de carne, e pediu para que ela guardasse em sua geladeira.

Um ano depois da entrega, ao abrir uma sacola de supermercado que estava no fundo do congelador, a dona de casa percebeu que havia um pé humano dentro do saco.

As primeiras informações da PM apontam que a dona de casa era conhecida de Grazi, que frequentava a mesma igreja que ela. A jovem estava grávida do namorado e decidiu esconder a gravidez, usando uma cinta.

‘Falava que iria buscar’

A faxineira Simonia Salgueiro, irmã da dona de casa, contou que Susy conheceu a suposta mãe do bebê, uma jovem identificada apenas como Grazi, por indicação de terceiros.

Elas se viam vez ou outra, e no último encontro a mulher deixou o embrulho com ela, para ser colocado na geladeira.

“Ela falou ‘guarda essa carne pra mim, que eu vou dar para uma pessoa’. Minha irmã disse que guardaria e depois disso ela sumiu de lá [do bairro]. Elas só mantinham contato por WhatsApp. Minha irmã falava que ia jogar a carne fora e ela não deixava, falava que iria buscar”, conta.

Funkeiro é morto a tiros após tentar apartar briga em bar

O cantor de funk Jonathan Gomes de Araújo, o MC Jotinha, foi morto a tiros na madrugada da última terça-feira (16), depois de tentar separar uma briga em um bar em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O rapaz estava saindo do local quando foi alvejado na frente do pai, Jones de Araújo.

“Ele estava no forró e eu fui lá chamar ele para casa. Ele me abraçou, disse que me amava e que ia ficar comigo até o último dia da vida dele. Foi quando começou a confusão ao nosso lado, com amigos dele, e ele foi separar”, contou o pai do MC.

“Eu fiquei cego com meu filho cheio de sangue na cabeça. Quando eu fui pra cima de quem atirou, ele apontou a arma para atirar também, mas seguraram ele”, completou.

Segundo Jones, o filho cantava desde os 4 anos de idade. A música mais conhecida do MC Jotinha é “Poxa Vida Hein Uol”, junto com MC Roba Cena.

A Polícia Militar informou que uma equipe do 15º BPM (Duque de Caxias) foi acionada para ocorrência na Rua Darcy Vargas, no bairro Pilar. Segundo agentes, a vítima foi encontrada já sem vida.

A perícia também já foi acionada. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

Queima de arquivo: menina de 6 anos é assassinada com corte no pescoço após testemunhar morte da mãe

A morte da pequena Camila Loureiro Gandra de Souza, de 6 anos, que foi assassinada com um corte no pescoço em Betim (MG), foi uma queima de arquivo após ela ver o assassino da mãe, de acordo com a Polícia Civil. Em coletiva, na manhã desta sexta-feira (5), a instituição deu mais detalhes do duplo homicídio registrado em 2017.

Os corpos da criança e da mãe, Jane de Fátima Gandra Souza, de 39 anos, foram encontrados no dia 17 de outubro daquele ano dentro da casa em que viviam no bairro Laranjeiras. Jane, que era professora, foi esfaqueada 35 vezes.

“Há dois dias, ela não aparecia no trabalho, os colegas fizeram contato com a família dela que foi até a casa, que estava trancada. O portão foi arrombado e encontraram as duas mortas: a Jane na cama e a menina caída na sala com o corte no pescoço. Iniciamos a investigação, houve a suspeita inicial de uma outra pessoa, mas ela apresentou um álibi e ficou comprovado que ela não saiu de casa naquela noite”, explicou o delegado Otávio Luiz de Carvalho.

Durante as investigações, de acordo com ele, a polícia tomou conhecimento que Jane tinha um relacionamento amoroso com Emanuel Monteiro Caires, conhecido pelo apelido de “Nino”, à época com 32 anos, vizinho dela. No entanto, Jane estava pensando em terminar uma vez que o homem era usuário de drogas.

“Começamos a pesquisar na vizinhança e descobrimos que um rapaz tinha sumido após o crime, ele tinha uma namorada que fez uma ocorrência de desaparecimento dele. Pedimos a busca e a apreensão na casa dele, que estava com o guarda-roupas aberto, chave no portão. No banheiro vimos que tinha fezes no piso e muito sangue na residência. Foi encontrado o sangue da Jane no piso da sala e nas roupas do autor”, detalhou o delegado.

Prisão 

A Polícia Civil representou pela prisão temporária do homem, que passou a fazer parte da lista “Procura-se”, em que consta os criminosos mais procurados do Estado. A equipe policial esteve na cidade de Almenara, no Vale do Jequitinhonha, onde a família dele mora, mas o homem não foi localizado. No entanto, ele foi preso na mesma cidade no dia 21 de outubro deste ano, quando foi visitar parentes. 

“Tivemos informações que ele havia fugido para a Bahia, fizemos contato lá e foi uma longa procura por ele. Após a prisão, fizemos o interrogatório e ele disse que, na noite dos fatos, fez uso de bebida álcoolica em grande quantidade e uso de cocaína em grandes proporções. Ele afirma ter se lembrado de ter acordado todo sujo de sangue, foi ao banheiro, tirou as roupas, tomou banho e saiu. Disse que só após o notíciário, soube das mortes das vizinhas e ligou os fatos. Ele disse que não se lembra de nada e que era apenas amigo da Jane. Nós entendemos que ele sabia sim, que o motivo teria sido passional. Não sumiu nada na casa das vítimas, o que descarta a possibilidade de latrocínio”, pontuou o policial.

Menina pode ter reconhecido vizinho 

Para a polícia, Camila pode ter reconhecido o vizinho, o que fez com que ele a matasse. “Pelo que nós apuramos, ele entrou pela janela da casa, foi até a cama e desferiu facadas na Jane, que acordou e tentou se defender.

A criança que estava dormindo na sala, acordou. Ela vê ele todo sujo de sangue e que havia matado a mãe dela. Ele mata a criança para eliminar aquela testemunha, como queima de arquivo. A menina o conhecia, ele tentou cortar o pulso dela, não conseguiu e aí cortou o pescoço dela. Em seguida, saiu pela janela”, afirmou Carvalho.

O homem, que se apresentava como músico e fazia ‘bicos’ para se manter, foi indiciado por duplo homicídio, duplamente qualificado, e, segundo o delegado, está sujeito à pena de 24 a 60 anos. 

Três menores são apreendidos por morte de advogado; vítima foi encontrada sem o órgão sexual e com o rosto desfigurado

Três menores suspeitos de matar um advogado de 27 anos foram presos pela Polícia Militar, em Itajubá (MG) no último domingo (31). A vítima foi encontrada com o rosto desfigurado, uma corda amarrada no pescoço e sem o órgão sexual em terreno baldio da cidade na tarde de sábado (30).

Segundo informações da família, o advogado Willian Matheus Martis Magalhães, estava desaparecido desde a noite de sexta-feira (29) quando saiu de casa em Santa Rita do Sapucaí com o carro e não foi mais visto.

Em nota oficial, a Polícia Militar destacou que foi acionada por volta das 12h50 de sábado pela Guarda Municipal, que havia informado sobre a localização da vítima. Ao chegar ao local, no bairro São Judas, a equipe da PM destacou que a área já estava isolada.

A Polícia Militar revelou, ainda, que a perícia da Polícia Civil constatou que a vítima estava com sinais de violência pelo corpo. O corpo do advogado foi encaminhado ao IML de Itajubá.

A Polícia Civil agora investiga a possível motivação do crime. Um desentendimento entre o advogado e os menores pode ter levado ao crime.

“Eles estavam em um bar na cidade e saíram com o advogado e passaram por esse terreno baldio, onde pararam. Lá eles se desentenderam e no momento agrediram o advogado com uma pedra, desferiram vários socos e chutes e cortaram a parte íntima”, disse a capitão da Polícia Militar, Ana Paula Dias Marques.

Suspeito de matar professor em Varginha é preso; vítima levou 54 facadas

O professor encontrado morto na própria casa levou 54 facadas, de acordo com a Polícia Civil. A revelação foi feita na última quarta-feira (20) pelo delegado Leonardo Lima após o suspeito pelo crime ser preso em Três Pontas (MG).

O delegado também revelou que José Wilton Andrade Junior, localizado só com roupas íntimas na noite de segunda-feira (18), possuía lesões de defesa, o que aponta que “houve luta corporal”.

“De acordo com a necropsia foram 50 facadas, precisamente 54. Além disso, tinha lesões de defesa na vítima, o que demonstra que houve luta corporal sim”, disse.

“Sabemos que vários bens foram furtados, um veículo, uma base de telefone fixo, um celular da vítima, um notebook e a televisão. O que esclareceu mais o crime. Porque se ele tivesse levado só o celular e o notebook pareceria que teria sido só para encobrir o crime. Mas na verdade não, ele levou também a televisão, o que demonstra que tem alguma coisa a ver com a subtração dos bens”, completou.

O suspeito de matar o professor José Wilton Andrade Junior foi preso no final da manhã desta quarta-feira. Segundo a Polícia Civil, o homem se entregou na delegacia da cidade com a presença do advogado. Ele foi encaminhado para a delegacia de Varginha, onde foi ouvido por três delegados.

“O depoimento dele foi vago, ele apresentou uma versão de que apenas tinha ciência do notebook, que comprou de terceiros, mas não apresentou nenhum elemento para sustentar essa versão. Ele forneceu material genético para que a gente possa confrontar com todo esse trabalho da perícia técnica e médica, que foi realizada no local dos fatos”, revelou a Delegada Regional de Varginha, Renata Fernanda Gonçalves.

O delegado de Três Pontas Gustavo Gomes destacou que mesmo com a negativa, “não há dúvida” do envolvimento dele.

“É um direito de defesa dele, o silencia era um direito de defesa dele, era uma opção que ele poderia ter. Ele apresentou um álibi e isso é importante pra gente. A negativa não nos é contrária, a gente consegue trazer elementos, contraditar isso. Isso tem sido feito e já foi feito. Então, a versão dele não nos atrapalha. Os elementos são muito seguros no sentido do envolvimento dele. É claro que ainda com o prazo que tem da investigação, com o elemento já preso, tirando ele de circulação, muita coisa vai avançar. As perícias técnicas vão casar, as informações vão ser trocadas. Ai vamos saber o real envolvimento dele. Que ele tem envolvimento não há dúvida. A dimensão desse envolvimento é que a gente tem esse prazo e tenho certeza que a gente vai chegar”, detalhou.

A defesa do suspeito, que não teve a identidade revelada, nega a participação do homem no crime.

“Ele adquiriu um aparelho notebook de um terceiro que até o momento a gente não tem conhecimento. Ele acreditou que esse aparelho estava sendo adquirido de forma lícita, mas ele não tem conhecimento da origem desse aparelho e nega participação no crime de latrocínio. Inclusive, de receptação, ele recebeu o aparelho que acreditava ter origem lícita”, falou o advogado Mateus Palião.

Professor morto em Varginha foi encontrado dentro de casa com sinais de facadas; suspeita é de latrocínio

O professor José Wilton Andrade Junior, que foi morto em Varginha (MG), foi encontrado dentro de casa com sinais de facadas na noite desta segunda-feira (18). Segundo a Polícia Militar, o caso é investigado como latrocínio, quando o roubo é seguido de morte. A vítima vestia roupas íntimas.

A Polícia Militar informou que o corpo de José Wilton foi encontrado na noite desta segunda-feira (18) na casa onde morava, na rua Santa Margarida, no bairro Bom Pastor. Segundo a PM, a irmã do professor não teria conseguido contato com ele durante o dia e foi procurá-lo na casa dele.

A mulher também não conseguiu contato com a vítima e percebeu que os animais estavam muito agitados. De acordo com a PM, ela pediu ajuda para um vizinho, que subiu no muro e viu a vítima caída dentro de casa.

A polícia foi acionada. Para entrar na casa do professor, os militares utilizaram a casa do vizinho e cortaram a cerca elétrica. A PM informou que havia muito sangue no local e que o professor estava vestido com roupas íntimas. O corpo apresentava diversos sinais de facadas.

O carro do professor foi levado no assalto. Familiares deram falta de um celular, uma TV e outro aparelho de telefone.

O local foi isolado para a perícia. O corpo do professor foi levado para o IML de Varginha. O velório e o enterro estão marcados para a tarde desta terça-feira (19), no cemitério municipal.

A Escola Municipal São José e a Escola Polivalente, onde o professor lecionava, suspenderam as aulas. No perfil do professor nas redes sociais, vários amigos lamentaram a morte. A Prefeitura de Varginha também publicou uma nota de pesar.

Criminosos matam professor em Varginha

Nesta segunda-feira (18), de acordo com as primeiras informações, criminosos mataram um professor em Varginha (MG), na região do bairro Bom Pastor.

De acordo com a Polícia Militar, a vítima é José Wilton Andrade Junior, o carro dele foi roubado na ação.

Segundo alunos, a escola municipal em que José Wilton trabalha declarou luto e não haverá aulas amanhã. O crime foi na rua Santa Margarida.

Jovem morre após ser baleado durante a madrugada em Pouso Alegre

Um jovem de 21 anos morreu após ser baleado no bairro São Geraldo, em Pouso Alegre, durante a madrugada deste sábado (9). De acordo com a Polícia Militar, o suspeito pelo crime é um menor de idade que foi conduzido à delegacia.

Conforme a PM, por volta das 3h, o jovem foi baleado e testemunhas acionaram o Samu. A equipe médica chegou ao local e já constatou o óbito da vítima.

A Polícia Militar explicou que o corpo apresentava um tiro na região das costelas e uma testemunha havia identificado o autor.

As buscas para encontrar o suspeito tiveram início ainda durante a madrugada. Segundo a polícia, o suposto autor é menor de idade e conhecido nos meios policias por associação ao tráfico de drogas e envolvimento com homicídio.

De acordo com a polícia, o menor de idade foi localizado e conduzido para a delegacia na tarde deste sábado. A Polícia Civil agora investiga o caso.

A vítima foi sepultada por volta das 15h no Cemitério Municipal de Pouso Alegre.

Pedreiro é preso suspeito de matar mulher e concretar o corpo na parede

A Polícia Civil de Santos prendeu um pedreiro de 56 anos, suspeito de matar uma jovem e ter escondido o corpo dela com concreto em uma parede. Ele teria confessado o crime, de acordo com a Polícia Civil. O suspeito apontou a participação de um outro homem, de 35 anos, que também foi preso.

A estudante Joice Maria da Gloria Rodrigues, de 25 anos, estava desaparecida desde o dia 27 de setembro, quando deixou sua casa em São Vicente (70 km de SP). Familiares haviam registrado um boletim de ocorrência há uma semana relatando o desaparecimento.

Policiais civis passaram a buscar por informações que pudessem levar ao paradeiro de Joice. Durante as investigações, os agentes conseguiram a informação de que a jovem esteve em uma obra nas proximidades de onde ela morava, onde teria se encontrado com um pedreiro. A distância entre a obra e a casa da vítima é de aproximadamente 400 metros.

Localizado, o homem foi questionado pelos policiais e confirmou ter se encontrado com Joice até às 21h15 do dia 27 de setembro, mesmo dia do desaparecimento. Segundo a Polícia Civil, o pedreiro contou ter mantido relações sexuais com a jovem e utilizado drogas. Depois disso, ela teria deixado o local, segundo o pedreiro.

Os policiais também localizaram o responsável pela obra, que relatou que a mulher, até então desaparecida, comparecia esporadicamente para conversar com o pedreiro, mas que não sabia onde ela poderia estar.

Durante uma primeira vistoria no local, os policiais civis localizaram “pinos plásticos vazios, comumente usados para acondicionar cocaína, além de uma sacola com calcinhas na parte superior da edificação em construção, os quais foram apreendidos”.

Desconfiados, os investigadores indagaram o responsável pela obra de possíveis áreas recém-concretadas no imóvel. O responsável teria ficado desconfiado de um local que estava com o acabamento por fazer. Após desferir um único golpe no ponto, ele teria sentido o forte cheiro do corpo em decomposição.

Acionados, os policiais civis foram até a obra e derrubaram parte da parede. Ali, com ajuda do Corpo de Bombeiros, localizaram o corpo de Joice, que estava nu, com uma camiseta preta enrolada no pescoço.

Na sequência, os policiais seguiram até a casa do pedreiro, que foi localizado e confessou o crime, de acordo com a Polícia Civil. “Ele confessou ter matado a vítima estrangulada com uma camiseta, depois de ter mantido relações sexuais com ela”, diz trecho de nota emitida pela delegacia especializada.

Garoto de 16 anos mata o irmão de 12 por ele pegar celular para jogar

Um adolescente de 16 anos matou o irmão de 12 anos por asfixia depois que o mais novo pegou o telefone do mais velho para jogar e não quis mais devolver. O caso aconteceu em Buritizeiro, no Norte de Minas Gerais, na última segunda-feira (27) e, nesta quinta-feira (30), o adolescente foi indiciado por homicídio duplamente qualificado. 

Segundo a Polícia Civil, o menino de 12 anos pegou o celular do adolescente de 16 para jogar joguinhos. O irmão mais velho pediu o telefone de volta e o mais novo não quis devolver. O suspeito asfixiou a vítima até a morte. A princípio a polícia acreditou em morte natural, mas depois o adolescente confessou o crime. 

“As qualificadoras do crime foram apontadas em razão do motivo fútil e do emprego de asfixia, que causou a morte da vítima. A autoridade policial responsável pela investigação também representou pela internação provisória do adolescente com a consequente expedição de mandado de busca e apreensão, que também foi cumprido hoje (nesta quinta 30)”, informou a Polícia Civil.

Jornal Folha Regional
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.