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Jornal Folha Regional

Passos vai receber hotel internacional da Marriott com investimento de R$ 70 milhões

Passos vai receber hotel internacional da Marriott com investimento de R$ 70 milhões – Foto: Divulgação / Justa & Utg Empreendimentos

A cidade de Passos, no Sul de Minas, foi escolhida para receber um novo empreendimento da Marriott International. Trata-se de uma unidade da marca City Express Plus, que contará com cerca de 140 quartos e investimento estimado em R$ 70 milhões.

O projeto faz parte da estratégia de expansão da rede no Sudeste brasileiro, região considerada prioritária pela companhia devido à forte atividade econômica e ao fluxo crescente de viajantes a negócios e lazer. Além da unidade mineira, a empresa também prevê a construção de outros três hotéis no estado de São Paulo.

Com previsão de início das obras no primeiro semestre de 2027, o hotel deve ser concluído e inaugurado até 2029. A construção ficará sob responsabilidade da empresa Justa & Utg Empreendimentos, sediada em Araras (SP).

Segundo o gerente sênior de Comunicação e Relações Públicas da Marriott, Diego Thomas, o novo hotel seguirá o padrão da marca City Express, que combina conforto, qualidade e preços acessíveis. Os hóspedes também terão acesso aos benefícios do programa de fidelidade Marriott Bonvoy.

A proposta do empreendimento é atender tanto o público corporativo quanto turistas. Durante a semana, a expectativa é de maior demanda por viajantes a trabalho, especialmente representantes comerciais e profissionais ligados ao agronegócio. Já nos fins de semana, o hotel deve se posicionar como uma alternativa de hospedagem voltada ao lazer.

O CEO da Justa & Utg, Matheus Machado, explica que a bandeira City Express Plus permite oferecer diferenciais em relação à categoria tradicional da marca, como quartos mais amplos e áreas de convivência e entretenimento dentro do próprio hotel.

A escolha por Passos foi baseada em estudos de viabilidade que identificaram uma demanda relevante na região. Considerada uma cidade-polo, o município concentra atividades econômicas importantes, especialmente nos setores corporativo e do agronegócio.

O hotel será construído às margens da rodovia MG-050, em um ponto estratégico na entrada da cidade, facilitando o acesso de viajantes que passam pela região.

Atualmente, o projeto arquitetônico está em fase de aprovação junto à prefeitura de Passos. Após essa etapa, ainda serão desenvolvidos os projetos complementares, incluindo sistemas elétricos, hidráulicos, climatização e design de interiores. A expectativa é que todas as aprovações sejam concluídas ao longo deste ano.

De acordo com os responsáveis pelo empreendimento, o projeto seguirá rigorosamente os padrões exigidos pela rede internacional, incluindo critérios de segurança, operação e qualidade, o que exige uma série de validações antes do início das obras.

Mãe arremessa filha de 6 anos do 10º andar de hotel e se joga em seguida em Minas Gerais

Mãe arremessa filha de 6 anos do 10º andar de hotel e se joga em seguida em Minas Gerais – Foto: reprodução

Uma mulher de 32 anos e a filha de 6 morreram após despencarem do 10° andar de um hotel na Rua Espírito Santo, próximo à Avenida Santos Dumont, em Belo Horizonte (MG). Informações repassadas à reportagem apontam que a mãe lançou a criança pela janela e, logo depois, também se jogou. Ela estava hospedada no hotel desde domingo (30), acompanhada da filha mais nova e de outra filha, de 13 anos.

A adolescente relatou à PM que a mãe passou toda a noite anterior mencionando que pretendia se jogar do prédio junto com a menina de 6 anos. Segundo o relato, antes do ato, a mulher teria dito “eu te amo” à filha mais velha. Ainda conforme o boletim de ocorrência, o comportamento da mulher se agravou após uma discussão com o companheiro na noite de domingo.

Ao chegar ao hotel, no décimo andar, a mulher chamou a filha de 13 anos para uma conversa e apresentou três possibilidades à adolescente: tomar medicamentos com ela e a irmã, ir morar com a avó ou viajar para encontrar o pai biológico no Espírito Santo. A jovem recusou repetidamente qualquer ideia de autoextermínio. A mãe, no entanto, afirmou que a filha menor não tinha maturidade para escolher e administrou grande quantidade de remédios à menina, que ficou sonolenta.

Segundo o depoimento da adolescente, a mãe encerrou a conversa dizendo: “Já que você decidiu ficar, primeiro eu vou jogar sua irmã, depois eu me jogo. Um beijo. Te amo”. Em seguida, lançou a criança — já inconsciente — pela janela, fazendo com que ela caísse sobre a marquise do terceiro andar. Logo depois, a mulher também se atirou, caindo na calçada.

A perícia da Polícia Civil e o serviço funerário foram acionados e realizaram os procedimentos de praxe. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML).

Histórico de depressão

O companheiro da mulher, ouvido pelos policiais, relatou que o casal havia discutido em um bar no centro da capital enquanto estavam com as filhas. Ele disse ter insistido para que todos voltassem para casa, mas ela se recusou. Ao perceber que a mulher não retornou mais à residência, ele imaginou que ela estivesse na casa da mãe. Tentou falar com ela por telefone diversas vezes, sem sucesso. Quando soube do ocorrido, foi imediatamente ao hotel.

O homem declarou ainda que a companheira enfrentava depressão e já havia mencionado ideias suicidas em outras ocasiões.

Situação da filha de 13 anos

Após o crime, a adolescente foi acolhida por familiares, conforme informou uma fonte da Polícia Militar a reportagem.

Posição do hotel

Em nota, o Hotel Nacional Inn Belo Horizonte lamentou profundamente o episódio e afirmou que tem prestado total apoio às autoridades durante a investigação. A empresa reforçou que mantém protocolos de segurança e padrões operacionais para hóspedes e funcionários.

Projeto de lei quer obrigar diária de hotéis a ter 24 horas em Minas; setor diz que aumentará preços

Projeto de lei quer obrigar diária de hotéis a ter 24 horas em Minas; setor diz que aumentará preços – Foto: reprodução

Um projeto de lei (PL) que tramita na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) planeja obrigar todos os hotéis do estado a oferecer diárias de 24 horas, diferentemente do que é praticado hoje, em que muitas diárias começam à tarde e terminam de manhã. A deputada que propôs a medida justifica que a norma protege o direito dos consumidores. Por outro lado, o setor hoteleiro afirma que ela é inconstitucional e, em vez de favorecer os hóspedes, pode penalizá-los com preços mais altos.

O PL 3.788/2025 foi proposto pela deputada estadual Carol Caram (Avante). Ele estabelece que a diária dos hotéis deve somar obrigatoriamente 24 horas a partir do registro do hóspede na recepção, e o horário de check-out não pode ser fixado antes de meio-dia. O projeto também prevê que os hotéis reservem duas horas para limpeza do quarto após o check-out antes de entregá-lo aos hóspedes seguintes.

“Atualmente, muitos estabelecimentos de hospedagem adotam práticas em que o check-in é limitado ao período da tarde e o check-out é exigido na manhã seguinte, o que resulta em um período efetivo de utilização da diária inferior a vinte e quatro horas. Em muitos casos, o consumidor paga por um serviço de 24 horas, mas usufrui de menos de vinte horas, o que causa insatisfação e contraria os princípios da transparência (art. 6º, inciso III) e da boa-fé objetiva (art. 4º, inciso III), ambos previstos no Código de Defesa do Consumidor”, justifica o texto.

Já a hotelaria critica a proposta. O diretor de comunicação da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Minas Gerais (ABIHMG), Diego Pires Gomes, afirma que a medida inviabilizaria o trabalho dos hotéis. “Em Minas Gerais, 90% dos hotéis trabalham com regime médio de entrada a partir de 13h, 14h e check-out meio-dia. No mundo todo, o check-out e o check-in precisam de uma janela para os hotéis adequarem a limpeza. Criar um projeto de lei em que os hóspedes teriam direito a 24 horas de hospedagem é inviabilizar o setor. Isso aumentaria o preço das diárias”, diz ele.

A ABIHMG e a Associação Mineira de Hotéis de Lazer (Amihla) argumentam, ainda, que o projeto é inconstitucional, pois já existe uma legislação nacional para o setor, a Lei Geral do Turismo. Ela define a diária como um período de 24 horas, incluídos os serviços do hotel, como a limpeza. O PL foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da ALMG, mas a aposta do presidente da Amihla, Alexandre Santos, é que seja barrado em instâncias nacionais caso continue a avançar na Casa.

Ele argumenta que a diária obrigatória de 24 horas causaria uma disrupção logística nos hotéis, especialmente na mão de obra — hoje, já difícil de ser encontrada, de acordo com os empresários do setor. Como o projeto propõe que o check-out seja realizado 24 horas depois da entrada do hóspede, independentemente de quando ela ocorra, na prática a equipe de limpeza precisaria estar a postos o dia inteiro para organizar os quartos, avalia Santos. “Seria necessário ter camareiras trabalhando 24 horas, passaria a ter adicional noturno, e a mão de obra já é escassa hoje. O natural seria bloquear até o dia seguinte o quarto que foi desocupado em um horário sem funcionários, e aí o custo aumenta”, diz Santos.

Na segunda-feira (8/9), representantes das duas entidades e outros membros do setor se encontrarão com porta-vozes do governo de Minas para discutir o tema. Na própria ALMG, não há audiência pública programada sobre o assunto.

Cássia terá resort de R$ 1,2 bi com hotel, condomínios e praia de 1 km

Cássia terá resort de R$ 1,2 bi com hotel, condomínios e praia de 1 km - Foto: reprodução
Cássia terá resort de R$ 1,2 bi com hotel, condomínios e praia de 1 km – Foto: reprodução

Foi lançado nesta sexta-feira (23), em Cássia (MG), o Canastra Eko Resort, empreendimento com cerca de 300 mil m² e investimento de R$ 1,2 bilhão que terá um hotel com 232 apartamentos, condomínio de lotes, apartamentos e bangalôs, parques e praia com um quilômetro.

O lançamento acontece a partir das 8h, no Santuário de Santa Rita de Cássia, com a presença de autoridades, lideranças políticas, representantes dos setores financeiro, empresarial e turístico.

De acordo com informações das empresas responsáveis pelo investimento, o Canastra Eko Resort é um complexo ecológico turístico e com projeto que reúne seis produtos, sustentáveis e integrados à natureza, de diversão, lazer, hospedagem e moradia, com foco em alto padrão de infraestrutura e preservação ambiental, às margens do Rio Grande, entre Cássia e Delfinópolis, em frente à Serra da Canastra. O projeto é da incorporadora Alma Urban, em parceria com o Grupo Guarany, de Caldas Novas (GO).

“Com mais de 300 mil m² de área e um quilômetro de praia, o Canastra Eko Resort foi planejado para oferecer hospedagem, lazer e moradia de alto padrão. O resort vai reunir o Canastra Hotel, Residence, Riviera, Bangalôs, Beach Club e Acqua Park”, apontam as empresas.

Segundo as empresas, o hotel terá 232 apartamentos entre 35m2 e 80m2, projetado em formato de navio e incorporado no sistema multipropriedade, em parceria com o grupo Guarani. Sendo interligado com 3 mil hotéis pelo mundo, para intercâmbio dos proprietários desse empreendimento.

O complexo inclui ainda condomínios de lotes, apartamentos e bangalôs residenciais, integrados à natureza, com 108 mil m² de área comum, restaurantes, piscinas de ondas, spa, quadras esportivas, quiosques e espaço para eventos, centro ecumênico, convenções, marina e heliponto.

“Além de atrair turistas, o empreendimento deverá gerar centenas de empregos diretos durante a fase de obras e 300 postos permanentes após sua conclusão. A iniciativa também deve impulsionar a valorização imobiliária e fortalecer o comércio e os serviços locais. A prefeitura de Cássia juntamente com o Governo de Minas Gerais, articulam melhorias na infraestrutura urbana, como asfaltamento de 13 km de Cassia ao local e pista de pouso para o heliponto que o empreendimento entregará”, informam as empresas.

Via: Clic Folha

Centro Comercial em frente à Heineken em Passos, terá hotel com 114 apartamentos

Centro Comercial em frente à Heineken em Passos, terá hotel com 114 apartamentos -  Foto:  reprodução
Centro Comercial em frente à Heineken em Passos, terá hotel com 114 apartamentos – Foto: reprodução

O Hotel Amsterdam é primeiro empreendimento já confirmado para o Centro Comercial Figueiredo, às margens da rodovia Humberto Almeida, em frente à fábrica da Heineken, em Passos. Ele deverá estar concluído em 18 meses.

O hotel – cuja denominação remete à cidade holandesa onde surgiu a cerveja Heineken no ano de 1864, pelo empreendedor Gerard Adrian Heineken – será erguido numa área de 2.500 m2 e terá uma área construída de 4.181,58 m2, em 5 pavimentos.

Será o maior hotel da cidade, com 114 apartamentos, e uma estrutura de lazer completa, como piscina, academia, restaurantes e estacionamentos.

Para esse investimento, estimado em mais de R$ 15 milhões, foram disponibilizadas 5 cotas. Segundo a empresa Fábio Lara Imóveis, que tem a exclusividade na comercialização, atualmente resta somente 1 cota disponível, sendo que as outras 4 cotas já foram adquiridas por empresários de Passos.

O hotel integra toda uma estrutura prevista para o Centro Comercial (leia mais, clicando aqui) que contará com grandes empresas instaladas, nacionais e internacionais. Além do hotel, o centro terá posto de gasolina, concessionárias, depósitos, galpões e outros.

Segundo os empreendedores, já estão em negociação para reserva de todos os apartamentos para o setor de montagem e tecnologia da fábrica, facilitando na logística proporcionando conforto e praticidade como o restaurante, academia e lavanderia no próprio Hotel.

Via: Observo

Maksoud Plaza, hotel ícone de São Paulo, fecha as portas nesta terça-feira

Um dos ícones da hotelaria de São Paulo, o Maksoud Plaza anunciou o encerramento das atividades nesta terça (7). O espaço — que esteve no auge nos anos 1980 e 1990 e recebeu celebridades nacionais e internacionais, como Frank Sinatra — continuará a existir enquanto marca.

Em crise, o hotel estava em recuperação judicial desde 2020, cuja ação apontava dívida de R$ 81 milhões. Em nota assinada pela administradora (HM Hotéis) e a controladora (Hidroservice Engenharia), o fechamento é atribuído à “crise da covid-19” e ao “plano de reestruturação do Grupo Hidroservice”. 

O comunicado aponta que novidades e novos empreendimentos serão anunciados “em breve”, sem trazer detalhes. Além disso, não é informado o destino do espaço físico do hotel, localizado na Rua São Carlos do Pinhal, na região da Avenida Paulista, conhecido pela fachada colorida, os elevadores panorâmicos e a vista do centro expandido paulistano.

Na nota, são lembrados os mais de 3 milhões de pessoas que se hospedaram em seus 416 quartos. Segundo o comunicado, clientes com reservas agendadas serão “imediatamente” reembolsados. No local também havia um centro de eventos, teatro, algumas lojas, restaurante e bares, incluindo o premiado Frank Bar.

O hotel foi uma das principais referências em luxo e hospedagem cinco estrelas no País desde a inauguração, em 1979. Nas primeiras décadas, hospedou nomes conhecidos nacional e internacionalmente, como Margareth Thatcher, integrantes dos Rolling Stones, Ray Charles, Catherine Deneuve e Pedro Almodóvar, dentre outros. Mais recentemente, já não tinha o glamour das primeiras décadas e oferecia hospedagens a preços mais acessíveis à classe média.

Um de seus momentos mais marcantes foi um show de Frank Sinatra, em 1981, no salão nobre do hotel. Outros nomes célebres se apresentaram nos anos seguintes na casa de espetáculos do local, o 150 Night Club, como Tom Jobim, Julio Iglesias, Buddy Guy e Dorival Caymmi, segundo informações do hotel.

Uma reportagem publicada pelo Estadão em 2020 apontou que o espaço era alvo de uma longa disputa familiar. Em 2011, por causa de uma dívida trabalhista da controladora Hidroservice, o imóvel — avaliado em cerca de R$ 400 milhões — foi a leilão judicial.

Homem é preso após colocar fogo no próprio quarto em hotel em Passos

Um homem de 33 anos foi preso após colocar fogo no quarto de um hotel onde estava hospedado na noite da última terça-feira (20), em Passos (MG).

De acordo com a Polícia Militar, o homem contou que teria usado dez pedras de crack e ateou fogo sem motivos. Ainda segundo os militares, o incêndio, além de atingir toda a estrutura do quarto, colocou em risco os outros hóspedes.

O incêndio foi controlado pelo Corpo de Bombeiros. O hotel foi interditado por risco de desabamento e de um novo incêndio, já que as chamas atingiram a parte elétrica do local e causaram trincas extensas nas paredes.

O homem foi preso e encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil da cidade. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

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