Idosa de Capitólio realiza sonho e participa de corrida de rua ao lado da família – Foto: reprodução
Após anos com o sonho de correr ao lado de sua família, dona Dalva Maria, de 82 anos, finalmente realizou o seu grande desejo. No último domingo (8), juntamente com o seu neto, Luiz Gustavo Vilela, a idosa percorreu 10 quilômetros durante a tradicional Corrida Araujo, que acontece anualmente no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte (MG).
A ideia veio do neto, que dias antes assistiu a uma reportagem sobre um pai que, com o auxílio de uma cadeira de rodas adaptada, levou o filho paralítico para participar de uma corrida.
A cadeira de rodas usada por dona Dalva foi conseguida através de um projeto social. Além do neto, diversos familiares da senhora também participaram da competição.
A corrida que a avó e neto participaram conta com mais de 7.000 pessoas envolvidas, entre atletas amadores e profissionais. A categoria de dona Dalva percorreu dez quilômetros dentro da pista do Aeroporto da Pampulha.
Para Luiz Gustavo, a corrida foi ‘puxada’, porém a motivação da avó deu forças para que ele continuasse.
Luiz Gustavo é filho dos empresários Hudson Vilela e Daniela Patrícia Vilela, que residem em Escapas do Lago em Capitólio (MG).
Idosa de Capitólio realiza sonho e participa de corrida de rua ao lado da família – Foto: reprodução
Advogado de Passos tem bens bloqueados após ficar com R$ 60 mil de idosa – Foto: reprodução
Foram bloqueados pela Justiça os bens de um advogado de Passos (MG), que teria “roubado” cerca de R$ 60 mil de uma idosa que era sua cliente. O sequestro de valores e de um veículo do homem, que não teve a idade divulgada, ocorreu na última quinta-feira (10). A identidade do profissional não foi divulgada.
O objetivo do bloqueio dos bens do advogado visa garantir a indenização da aposentada, que foi vítima de apropriação indébita qualificada. O delegado Felipe Capute, responsável pela apuração do caso, conta que o advogado foi contratado para propor ação judicial para realizar a aposentadoria da idosa.
Porém, depois de conseguir vencer o caso na Justiça, o suspeito teria se apropriado dos cerca de R$ 60 mil, que eram referentes ao retroativo de direito da mulher.
De acordo com a Polícia Civil, a apuração segue ocorrendo e, assim que for concluída, todo o procedimento será encaminhado à Justiça e à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG). (Observo)
Jovem diz que matou idosa por “diversão”; vítima teria acolhido assassino – Vídeo: Record TV
Leonardo Silva, de 18 anos, foi preso na quinta-feira (3), por suspeita de matar Nilza Costa Pingoud de 62 anos e enterrar o corpo no jardim da casa dela, em Barretos, interior de São Paulo.
Leonardo foi detido no município de Frutal, em Minas Gerais. Ele foi identificado com base em imagens de câmeras de vigilância da própria casa e de ruas próximas. As informações são do G1.
A vítima não era vista há uma semana. Uma mulher de 55 anos e o filho dela, vizinhos da vítima, foram até a polícia na tarde de terça-feira (1º) para registrar o desaparecimento de Nilza.
De acordo com informações registradas no boletim de ocorrência, a vizinha de Nilza tinha a chave do imóvel e o abriu na presença do policial. O investigador, ainda de acordo com o boletim de ocorrência, viu que a terra do jardim no quintal da casa estava remexida e, ao se aproximar, encontrou o corpo de Nilza enterrado em uma cova.
Dois dias após o corpo de Nilza ser encontrado, policiais chegaram até Leonardo. Ele foi identificado por imagens das câmeras de segurança instaladas na casa da vítima. O jovem teve a prisão temporária decretada na quarta-feira (2) e foi localizado em um posto de combustíveis em Frutal (MG), na quinta-feira (3). Aos policiais, ele confessou que matou Nilza e não mostrou remorso ou arrependimento.
De acordo com o delegado Rafael Farias Domingo, responsável pelo caso, Silva chegou a morar com Nilza, mas um desentendimento entre os dois fez com que ele se mudasse da cidade.
Ele esteve em Barretos no dia 22 de julho e sondou a residência da vítima. Na madrugada para o dia 24 de julho, Silva pulou o muro da casa e ficou escondido em um quarto nos fundos. Quando o dia amanheceu, ele a surpreendeu no cômodo e a matou por asfixia com um fio. Antes de enterrar o corpo no quintal, o suspeito ainda permaneceu na casa por alguns dias.
Segundo Domingo, Silva alegou, em depoimento, que o crime foi uma vingança, porque teria abandonado um emprego anterior para trabalhar na casa de Nilza, como serviços domésticos.
O combinado acabou sendo desfeito, porque a vítima disse que ele não tinha compromisso e o dispensou. Ele ficou sem o emprego anterior, sem lugar para morar e ‘com muita raiva’, começou a planejar a morte dela.
Jovem diz que matou idosa por “diversão”; vítima teria acolhido assassino – Foto: redes sociais
Silva chegou a debochar do crime na porta da delegacia e disse que ‘não se arrependia’ e que ‘tinha gastado todo o dinheiro’ da vítima. Ele sorriu e também mandou beijo para as câmeras.
“Matei, gente por diversão. Estava [com raiva], por muitas coisas, gente. Minha vida é uma série. (…) Eu vou matar e vou me arrepender depois? Então não adiantava eu matar. Que bandido é esse? ”, disse.
O caso foi registrado como latrocínio, que é roubo seguido de morte. Silva está preso temporariamente na Cadeia Pública de Colina (SP). A polícia já informou que vai pedir a prisão preventiva dele. O suspeito não tem um advogado constituído. A família de Nilza não quis falar sobre o assunto, mas pede justiça pela morte da mulher.
Jovem de 23 anos oferece bombom pra idosa de 90 anos e a estupra em Minas Gerais – Foto: reprodução
Um jovem, de 23 anos, foi preso em flagrante nesta segunda-feira (26), em Unaí, na região Noroeste de Minas Gerais, suspeito de estuprar uma idosa de 90 anos.
De acordo com informações da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), o suspeito e a vítima estavam no centro da cidade quando o homem ofereceu um bombom para ela.
A mulher, então, foi levada até o quarto de um hotel. As investigações apuraram que, no local, houve estupro de vulnerável, uma vez que a vítima não conseguiria oferecer resistência por ter deficiência senil.
A Polícia Civil ainda destaca que é essencial que as vítimas denunciem casos de violência, buscando o apoio e a proteção dos direitos.
Um Policial Militar agrediu uma idosa, de 70 anos, com um soco no rosto durante uma ocorrência em Igaratá, na região do Vale do Paraíba, no interior de São Paulo, na última terça-feira (30).
Em entrevista à TV Vanguarda, a senhora disse que decidiu acionar a Polícia Militar para evitar uma briga com vizinhos durante uma discussão por demarcação de terra.
Um vídeo gravado por uma testemunha (assista acima) mostra o policial Kleber Freitas agredindo um homem que estava rendido e dando um soco no rosto da idosa, que é deficiente auditiva e tentava intervir.
Idosa agredida diz que acionou PM para evitar briga com vizinhos: ‘Era para me defender, mas me agrediu’. — Foto: Reprodução/TV Vanguarda
De acordo com Vilma dos Santos de Oliveira, de 70 anos, tudo começou quando um vizinho da família iniciou a construção de um muro que invadia a propriedade da senhora. Ela reclamou da situação, que evoluiu para uma discussão entre um homem e os dois filhos da idosa.
“Nunca teve briga, a gente sempre se deu muito bem. Só que em vez dele (o vizinho) me chamar e falar ‘dona Vilma, vou pegar um pedacinho aqui (do terreno) para endireitar o muro, pode?’, ele fez por conta própria. Eu não ia ligar, mas ele invadiu, faltou com respeito. Então eu disse que não ia fazer o muro lá e pronto, acabou”, relembra.
Idosa mostrando local onde levou um soco de um policial militar. — Foto: Reprodução/TV Vanguarda
Para evitar que uma briga com agressões físicas começasse, dona Vilma decidiu acionar a Polícia Militar, mas a situação ficou ainda pior.
Os policiais algemaram e renderam os dois filhos da senhora e começaram a agredi-los. De acordo com a corporação, a medida foi necessária pois os agentes foram hostilizados e também agredidos quando chegaram no local.
Homem afirma ter sido agredido pela Polícia Militar em Igaratá (SP). — Foto: Reprodução/TV Vanguarda
Ao tentar intervir os chutes desferidos pelos PMs, Vilma acabou sendo acertada por um deles com um soco no rosto. Ela reclama da violência da abordagem.
“Para não ter muita exaltação eu chamei a polícia, mas tomei no nariz. Em vez de me defender, a polícia me agrediu.”
“Chamei para me ajudar, para me defender e me agrediram. Quer dizer que não tem condição de chamar a polícia mais. Você pensa que eles vão ajudar e espancam a gente. Espancaram muito os meus filhos, muito, muito, muito. Eles estão todo quebrados”, completa.
A idosa foi atendida ao pronto atendimento da cidade e liberada em seguida. Além dela, todos os envolvidos, incluindo os policiais, também passaram por exames de corpo de delito.
O caso foi registrado na delegacia de polícia de Igaratá, onde também foi aberto um inquérito para investigar o caso.
O caso
Uma discussão entre vizinhos em Igaratá na tarde da última terça-feira (3) terminou na delegacia da cidade. A Polícia Militar foi acionada para controlar a discussão, mas um agente foi flagrado agredindo um homem rendido e uma idosa que tentava intervir.
Discussão entre vizinhos termina na delegacia
Um vídeo gravado por uma testemunha mostra um trecho da abordagem e o momento em que os policiais agridem Vilma de Oliveira e o filho.
Segundo informações, tudo começou com uma discussão por demarcação de terra. O vizinho de Vilma estava construindo um muro que invadia a propriedade da senhora, que reclamou com ele da situação.
A reclamação evoluiu para uma discussão acalorada entre o vizinho e os filhos de Vila. Para controlar a briga, a Polícia Militar foi acionada, mas a situação ficou ainda pior.
De acordo com um dos filhos dela que foi algemado, Benedito Rodrigues de Oliveira, as agressões por parte da polícia continuam na viatura, quando não havia mais ninguém filmando.
Ele conta que levou golpes de cassetete na cabeça e vários socos no rosto.
“Eles prenderam a gente, algemaram, deram mata-leão. Até aí tudo bem, mas no meio do caminho (na viatura) fizeram isso. Pode até ver que foi só de um lado, porque eu estava encostado na viatura”, diz o motorista.
Homem afirma ter sido agredido pela Polícia Militar em Igaratá (SP) — Foto: Reprodução/TV Vanguarda
Afastamento
O policial militar Kleber Freitas da Silva, que foi flagrado agredindo um homem rendido e algemado e dando um soco no rosto de uma idosa no interior de São Paulo, foi afastado das atividades operacionais, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP).
Ainda de acordo com a SSP, foi instaurado um inquérito Policial Militar (IPM) para apurar todas as circunstâncias do ocorrido. Até a publicação desta reportagem, o outro policial que participou da ação não havia sido afastado.
A pasta informou também que algemaram e agrediram a família pois foram hostilizados e também agredidos pelo grupo durante uma discussão de vizinhos por demarcação de terra.
O que diz a Polícia Militar?
Em um comunicado publicado nas redes sociais no fim da manhã desta quarta-feira (31), a Polícia Militar informou que todas as circunstâncias do caso estão sendo analisadas e são objeto de apuração por meio de inquérito.
Leia abaixo a nota da PM:
A Polícia Militar esclarece que nesta data (30), foi acionada via COPOM por volta das 15h00 para atendimento de ocorrência de discussão entre familiares, no município de Igaratá.
Os policiais militares iniciaram a mediação entre as partes, que estavam irredutíveis e agressivas, quando subitamente um dos policiais foi agredido por um indivíduo, e ainda sofreu uma tentativa de estrangulamento por um outro indivíduo.
Após, como mostraram as imagens, houve o uso de força para conter as pessoas envolvidas. Em meio às agressões sofridas e, durante a tentativa de contenção de um dos indivíduos, um dos policiais atingiu de forma mais enérgica uma mulher.
Com relação às ações dos policiais, todas as circunstâncias estão sendo analisadas e são objeto de apuração por meio de inquérito Policial Militar.
Em função do ocorrido, a ocorrência foi registrada na Delegacia de Polícia de Igaratá, e todos os envolvidos, inclusive os policiais, foram encaminhados ao pronto socorro local para exames de corpo de delito.
Deijanira Alves de Oliveira, de 81 anos, foi encontrada pelo filho na manhã deste domingo
Suspeita é que cigarro tenha iniciado incêndio e perícia vai apurar as causas do incêndio – Foto: Hélder Almeida/EPTV
Suspeita é que cigarro tenha iniciado incêndio e perícia vai apurar as causas do incêndio (Hélder Almeida/EPTV)
Uma idosa de 81 anos morreu carbonizada dentro da casa onde morava, no Bairro Parque da Estação, em Passos. O corpo da senhora foi encontrado na manhã deste domingo, 21, pelo filho dela, de 51 anos. A suspeita é que um cigarro tenha provocado o incêndio.
A casa fica na Rua José Aristides Barbosa. De acordo com a Polícia Militar, os vizinhos alegaram que não ouviram e não viram nada. O filho teria ido até a casa da mãe, Deijanira Alves de Oliveira, para passar o dia com ela quando encontrou o corpo.
Segundo o Boletim de Ocorrência, o filho contou que era assistida por cuidadores durante a semana ao longo de todo o dia. Como a idosa era lúcida, os cuidadores recebiam folga na noite de sábado.
O filho também relatou que no sábado, 20, ele esteve com a mãe para ajudar na medicação, alimentação e higiene pessoal. O caminhoneiro teria ficado com ela até 23h e voltou para sua casa após deixar a senhora deitada e pronta para dormir.
Por volta de 8h deste domingo, o homem foi até a casa da mãe, tocou o interfone e percebeu que o imóvel estava sem energia. Quando entrou, percebeu que havia fumaça em alguns cômodos e pediu ajuda para os vizinhos.
Segundo consta no BO, o filho entrou no quarto da mãe e encontrou-a completamente carbonizada. Os móveis e roupas estavam em cinzas. Os bombeiros e a perícia foram acionados e o local foi isolado.
O filho contou que não havia sinais de arrombamento e nem de furto. Ainda de acordo com o BO, o homem disse que a mãe era fumante e que já havia a alertado sobre acidentes, mas que ela resistia em parar de fumar.
A suspeita é que um cigarro tenha provocado o incêndio, mas as causas serão investigadas.
Uma idosa aposentada, de 82 anos, foi presa sob suspeita de maus tratos contra a cadela de uma vizinha na manhã desta terça-feira (7/3), na cidade de Planura (MG).
Segundo informações do registro da Polícia Militar (PM), a suspeita enterrou o animal vivo no quintal de uma casa do Residencial Lua Nova.
Após ser presa em flagrante, a idosa disse aos militares que não conseguiu dormir durante a noite devido aos latidos e que, por isso, cavou um buraco ao lado de sua casa e enterrou o mesmo.
Entretanto, após cerca de uma hora e meia, a tutora da cadelinha Nina sentiu falta dela e chamou a sua filha. Ela, então, cavou um buraco e conseguiu desenterrar o animal com vida.
Consta também na ocorrência que a aposentada afirmou que “se fosse preciso, faria novamente”.
O procedimento de ratificação da prisão em flagrante da suspeita de maus tratos foi realizado na Delegacia de Polícia Civil de Frutal.
Com o objetivo de apurar as primeiras informações do inquérito policial, a reportagem procurou o delegado responsável pelo caso, mas não obteve resposta.
Uma idosa de 69 anos foi morta por oito cachorros da raça pit bull, que pertenciam ao filho dela, no sítio em que morava, na avenida Francisco Rodrigues Filho, bairro Botujuru, em Mogi das Cruzes, na região metropolitana de São Paulo, na manhã da última segunda-feira (27).
Ivete Machado Luiz morava no local junto com seu filho, Samuel Luiz, de 36 anos, a namorada dele, Juliana Aparecida Rodrigues Santos, e os oito pit bulls.
De acordo com o boletim de ocorrência, a filha de Ivete, identificada como Gisele Luiz Santos, de 32 anos, chegou ao sítio e percebeu que na boca dos cães havia sangue. Ela ligou para a cunhada Juliana para saber o que teria acontecido, mas a mulher disse que provavelmente seria uma briga entre os cães.
Samuel Luiz havia viajado com o pai, enquanto Juliana foi trabalhar e deixou os oito pit bulls soltos no sítio com Ivete. Quando Gisele foi até os fundos da casa, encontrou a mãe já morta, com ferimentos na região da cervical, nos braços e nas pernas.
O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado ao local e constatou a morte da vítima. De acordo com a filha de Ivete, não é a primeira vez que esse incidente ocorre. Anteriormente, seu irmão já havia sido atacado pelos cães e, mesmo assim, a cunhada se recusava a deixá-los presos ou colocá-los em outro local.
A idosa passou pelos exames necroscópicos na tarde desta segunda-feira (27), no Instituto Médico-Legal de Mogi das Cruzes. O corpo foi liberado aos familiares que organizam a documentação para a cerimônia de despedida.
Centro de Controle de Zoonoses
A Prefeitura de Mogi das Cruzes lamentou o ocorrido e informou que o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) foi acionado pelo 3º Distrito Policial sobre a ocorrência, nesta segunda-feira (27), e enviou imediatamente uma equipe ao local.
Os técnicos lavraram um Termo de Determinação Técnica e um Auto de Infração pelas condições inadequadas de alojamento e manutenção dos animais. “Por se tratar de uma ocorrência envolvendo animais com tutor e em propriedade particular, não caberá recolhimento ao canil municipal de controle de zoonoses, ao qual caberá somente o acompanhamento das adequações quanto às condições de segurança dos animais, a fim de evitar novos incidentes”, afirmou a Secretaria Municipal de Saúde em nota.
O caso foi registrado no 3° Distrito Policial de Mogi das Cruzes como morte suspeita e omissão de cautela na guarda/condução animais.
Segundo informações do atendimento da Assibraff (Assistência Brasileira de Atendimento Funeral à Família), a família de Ivete Machado Luiz, de 69 anos, não autorizou a empresa a passar informações sobre o velório e sepultamento.
A reportagem entrou em contato com a delegacia para saber se há informação sobre o paradeiro do filho e da namorada, donos dos animais, mas não obteve retorno até o momento.
Uma idosa de 71 anos morreu e outras cinco pessoas ficaram feridas em acidente na MGC-491, entre Alfenas e Areado (MG). Segundo o Corpo de Bombeiros, dois carros bateram de frente na altura do km 155, na tarde desta quarta-feira (1º).
De acordo com o Corpo de Bombeiros, no veículo Gol havia cinco passageiros, entre eles estava a idosa de 71 anos que morreu no local do acidente. O motorista de 41 anos ficou preso no interior do carro e foi preciso retirá-lo com técnicas e equipamentos de salvamento veicular. Ele foi socorrido em estado grave.
Outras duas pessoas, de 77 e 63 anos, também foram socorridas em estado grave. Uma outra vítima, de 33 anos, teve apenas ferimentos leves.
No outro carro, um Yaris prata, havia apenas o motorista de 58 anos. Quando os bombeiros chegaram ao local, ele já estava fora do veículo com ferimentos graves.
Segundo a Polícia Militar, o motorista do Gol, mesmo em estado grave, contou que seguia sentido Areado, quando o outro veículo invadiu a contramão e eles bateram de frente.
Equipe do Samu compareceu ao local e apoiou no resgate as vítimas. Todos foram encaminhados para o Hospital Alzira Velano, em Alfenas (MG).
A Polícia Militar e a perícia ficaram responsáveis pelas demais providências. A PM informou que os dois motoristas fizeram o teste de etilômetro e os resultados deram negativo para o uso de bebidas alcoólicas.
As causas do acidente serão apuradas pelos órgãos competentes.
Uma idosa de 75 anos teve a própria residência invadida por suspeitos que se passaram por enfermeiros para interná-la à força em uma clínica de Santa Isabel, na Região Metropolitana de São Paulo. Segundo a polícia, pelo menos quatro homens armaram a internação para tentar vender a casa em que a vítima vive no bairro da Lapa, na zona oeste da capital paulista. Eles foram presos no endereço da residência no sábado (26).
Os suspeitos invadiram a casa da mulher, avaliada em R$ 1,2 milhão, afirmando que tinham um mandado judicial para levá-la para fazer exames. Ela entrou em uma ambulância e foi levada para uma clínica no município de Santa Isabel.
O caso foi descoberto após um investigador da Polícia Civil, que é vizinho da vítima, desconfiar da movimentação dos suspeitos na residência.
Eles teriam se identificado como novos proprietários da casa, contratando até mesmo uma caçamba para retirar os objetos pessoais da vítima do local.
“O policial desconfiou da situação porque o imóvel pertencia a uma senhora, falecida em 2019. Desde então, sua cuidadora estaria residindo no local. Porém, a mulher não estava por lá”, afirma trecho do boletim de ocorrência.
À polícia, após ser liberada, a vítima informou que foi levada à clínica porque se recusou a assinar papéis dados pelos suspeitos quando eles invadiram a casa dela.
Em entrevista, um membro da clínica afirmou que pessoas se passando por representantes da vítima informaram que ela tinha problemas de saúde mental e ficaria no local por três meses enquanto a casa dela era limpa.
Ao longo do período de internação, porém, eles desconfiaram que ela não tinha qualquer problema.
Segundo o boletim de ocorrência do caso, os homens foram detidos por apropriação indébita, sequestro e cárcere privado. Eles não tiveram a identidade revelada.
O caso é investigado pelo 91º Distrito Policial (Ceasa).
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