Pular para o conteúdo principal

Jornal Folha Regional

Indústria Café Chapadão firma parceria internacional para expandir a marca Café Vilela

Indústria Café Chapadão firma parceria internacional para expandir a marca Café Vilela – Foto: divulgação

A Indústria Café Chapadão, empresa administrada pela família Vilela e com 28 anos de atuação no mercado, anunciou uma parceria estratégica com a empresa portuguesa 7 Gestão e Representações, especializada em representação internacional e presente em 57 países.

O acordo marca uma nova etapa para a marca Café Vilela, que passa a fortalecer sua identidade com foco na expansão para o mercado internacional. A iniciativa une a tradição da família Vilela, que atua no setor cafeeiro há mais de quatro gerações, à experiência da empresa portuguesa em comercialização e representação global.

Segundo a empresa, a parceria tem como objetivo ampliar a presença do Café Vilela tanto no Brasil quanto no exterior, agregando estratégias voltadas ao fortalecimento da marca e à abertura de novos mercados.

Com essa nova fase, a expectativa é de ampliar a área de atuação da marca e aumentar significativamente a capacidade de produção nos próximos anos. A iniciativa busca consolidar o legado da família Vilela no setor cafeeiro, levando a qualidade do Café Vilela a consumidores de diferentes países.

Indústria investirá R$ 25 milhões no Sul de Minas e deve gerar 190 empregos em Poços de Caldas

Indústria investirá R$ 25 milhões no Sul de Minas e deve gerar 190 empregos em Poços de Caldas – Foto: divulgação/Poços de Caldas

Poços de Caldas, no Sul de Minas, receberá um novo impulso econômico com a instalação de uma indústria de grande porte no Distrito Industrial da cidade. O investimento, anunciado pela Prefeitura nesta quarta-feira (12), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Inovação, será de R$ 25 milhões.

A nova unidade contará com uma estrutura moderna, com edificações que devem variar entre 20 mil e 25 mil metros quadrados, ocupando uma área total de aproximadamente 44 mil metros quadrados. As obras estão previstas para começar em 2026, e a produção deverá iniciar em 2028.

Na primeira fase de operação, 70 profissionais serão contratados. Com o avanço das atividades, a estimativa é de que o empreendimento gere 190 empregos diretos. O faturamento anual da empresa é estimado em R$ 8,3 milhões, com expectativa de movimentar mais de R$ 31 milhões em impostos.

A empresa, que já emprega 340 colaboradores em sua operação atual, ainda não teve o nome revelado. Segundo a Prefeitura, a decisão de expandir para Poços de Caldas faz parte de uma estratégia de descentralização da produção e ampliação da capacidade de atendimento. A nova fábrica será responsável por atender as regiões de São Paulo ao Sul do país, enquanto a unidade já existente continuará com foco em Minas Gerais e demais estados brasileiros.

Entre os fatores que pesaram na escolha de Poços de Caldas estão a infraestrutura, a segurança e o ambiente favorável aos negócios. A companhia chegou a considerar a instalação em São Paulo, mas optou por investir em Minas Gerais devido às condições estratégicas oferecidas pelo município.

Evento de anúncio
Data: 12 de novembro (quarta-feira)
Horário: 14h
Local: Rua Ingo Dobral, s/n – Distrito Industrial, Poços de Caldas (MG)

Investigação combate fraude de indústria ótica em Montes Claros

A Receita Estadual e o Ministério Público deflagraram, na última quinta-feira (22), uma operação para combater esquema de sonegação de impostos, montado por empresários de uma indústria ótica com sede no município de Montes Claros (MG). Ao todo, a operação Miopia cumpriu seis mandados de busca e apreensão, sendo dois em endereços comerciais e quatro em residências dos suspeitos de envolvimento na fraude.

Os primeiros levantamentos feitos por auditores fiscais da Receita Estadual apontam que a empresa, que vende seus produtos em Minas Gerais e em outros estados, vem maquiando o balanço contábil e, consequentemente, deixando de recolher os impostos devidos ao Fisco. Somente nos últimos cinco anos, foram R$ 6 milhões de ICMS não recolhidos aos cofres públicos.

Teia de irregularidades

As investigações também revelam a sofisticação da fraude, que incluía pedido de recuperação judicial da indústria alvo da operação e criação de empresas de fachada abertas por “laranjas”.

“Nossas equipes identificaram que, para estabelecer concorrência desleal, prejudicar fornecedores e, principalmente, deixar de recolher o ICMS, a empresa montou uma verdadeira teia de irregularidades com o propósito de enganar a Receita Estadual”, analisou Saulo Silqueira, superintendente regional da Fazenda em Montes Claros.

Ainda segundo o superintendente, todo o material apreendido durante a operação será analisado pelos auditores fiscais e não está descartada a possibilidade de o valor sonegado ser ainda maior.

Operação

O nome da operação Miopia é uma referência à condição humana de quem tem uma visão distorcida da realidade.

A ação desta quinta-feira teve o apoio da Polícia Militar e contou com a participação de 12 auditores fiscais da Receita Estadual de Minas Gerais e servidores do Ministério Público.

Jornal Folha Regional
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.