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Jornal Folha Regional

Menino autista de 13 anos morre carbonizado em casa incendiada no Sul de Minas

Menino autista de 13 anos morre carbonizado em casa incendiada no Sul de Minas – Foto: Corpo de Bombeiros/Jornal do Povão

Um adolescente de 13 anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) morreu na manhã da última quinta-feira (28) em um incêndio de causa desconhecida que atingiu a própria casa em Andrelândia, no Sul de Minas. Ao tentar salvar o neto, que estava em um quarto, a avó de 69 anos sofreu queimaduras em 45% do corpo. 

Quem atendeu a ocorrência foi o Corpo de Bombeiros de São João del-Rei, que fica a 95 km de distância da residência. 

A avó contou aos militares que estava no banheiro quando o fogo começou a se alastrar no quarto do menino. A idosa sofreu várias queimaduras pelo corpo e precisou ser levada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para receber atendimento médico na cidade vizinha.

O garoto estava sozinho no quarto e não conseguiu sair a tempo. Ele teve o corpo carbonizado. A vítima foi encontrada em cima de uma cama, e, segundo o sargento Dinale, chefe da equipe que atendeu a ocorrência, não foi possível saber se o motivo da morte foram as queimaduras ou inalação de fumaça.

Quando os bombeiros chegaram ao local, as chamas já tinham sido controladas pelos vizinhos da família. “Realizamos o rescaldo, isolamos a área e avaliamos as condições de segurança do imóvel juntamente com a Defesa Civil local”, explicou o sargento.

Ele afirmou ainda que não é possível afirmar a causa do incêndio, pois não havia outra testemunha no quarto, onde as chamas começaram. “A perícia da Polícia Civil esteve no local e o laudo poderá esclarecer melhor esse triste ocorrido”, completou.

Menino autista de 13 anos morre carbonizado em casa incendiada no Sul de Minas – Foto: Corpo de Bombeiros
Menino autista de 13 anos morre carbonizado em casa incendiada no Sul de Minas – Foto: Corpo de Bombeiros

Menino de 11 anos, autista e deficiente visual, é morto asfixiado pelo pai por causa da pensão alimentícia

Arthur, de 11 anos, estava dentro do Espectro Autista e possuía deficiência visual — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução
Arthur, de 11 anos, estava dentro do Espectro Autista e possuía deficiência visual — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Um menino autista de 11 anos foi morto pelo pai, Davi Piazza Pinto, que confessou à Polícia Civil ter matado o filho por asfixia, em João Pessoa. Ele foi preso após se apresentar às autoridades em outro estado, em Santa Catarina, onde reside.

De acordo com a Polícia Civil, Davi Piazza disse em depoimento que matou o filho, que também era uma pessoa com deficiência visual, por não conseguir arcar com a pensão alimentícia.

Pai matou o filho por conta de pensão alimentícia, diz polícia

Homem confessou ter matado filho de 11 anos asfixiado na Paraíba — Foto: Polícia Civil
Homem confessou ter matado filho de 11 anos asfixiado na Paraíba — Foto: Polícia Civil

De acordo com o delegado Bruno Germano, o pai de Arthur Davi relatou em depoimento à Polícia Civil de Florianópolis, Santa Catarina, que estava endividado e, por isso, decidiu matar o próprio filho para não precisar pagar mais a pensão alimentícia da criança, que custava em torno de R$ 1,8 mil.

Ainda segundo o delegado Bruno Germano, o pai do menino também teria afirmado ter matado a criança para “se livrar da dívida”. Os depoimentos de Davi Piazza foram recebidos pela Polícia Civil da Paraíba.

“Nós recebemos os depoimentos da Polícia de Florianópolis do procedimento realizado lá e ele confessou à Polícia Militar que tinha matado a criança num apartamento por meio de asfixia. E o laudo saiu hoje também, foi comprovado que foi a asfixia mesmo. Ele levou o corpo do menino até o terreno baldio. Segundo ele, estava apertado financeiramente, pagava religiosamente todo mês, em torno de R$ 1.800 de pensão, e decidiu vir pra cá pra matar a criança, pra se livrar dessa dívida. Segundo ele, né? Uma motivação totalmente fútil”, afirmou o delegado à rádio CBN João Pessoa.

Motorista que buscou o pai no local da desova do corpo foi ouvido

Um motorista de aplicativo que buscou Davi Piazza Pinto em uma área de mata no bairro do Colinas do Sul, na última sexta-feira (31), foi ouvido pela Polícia Civil nas investigações do caso da morte da criança.

Segundo o delegado Thiago Cavalcanti, responsável pelas investigações, dois motoristas foram responsáveis por levar e trazer o suspeito do local de desova do corpo do garoto após o homicídio, ambos enquanto realizavam o serviço no aplicativo. O que foi ouvido disse que fazia viagem de rotina e ele mesmo se apresentou para prestar esclarecimentos.

O homem procurou a polícia após, segundo as investigações, ter visto a foto do homem que confessou ter cometido o crime na televisão e reconhecer que realizou uma viagem pelo aplicativo. O motorista que levou o homem para o local de desova ainda não foi localizado.

“Ainda não concluímos as investigações, precisamos obter outras informações para entender toda a dinâmica do crime, mas ele retornou com o motorista por aplicativo, onde ele enterrou a criança, até o imóvel que estava”, disse o delegado.

Corpo da criança foi enterrado em local próximo à mata

Corpo de criança é encontrado dentro de saco plástico em uma cova rasa, em João Pessoa — Foto: Flávio Fernandes/TV Cabo Branco
Corpo de criança é encontrado dentro de saco plástico em uma cova rasa, em João Pessoa — Foto: Flávio Fernandes/TV Cabo Branco

O corpo da criança foi encontrado, na noite do sábado (1º), em uma área de mata. Arthur Davi estava desaparecido desde a manhã de sexta-feira (31). Desde o início apontado como o principal suspeito, o pai da criança se entregou à polícia em Santa Catarina.

De acordo com informações da Polícia Civil, o homem havia viajado de Santa Catarina para a Paraíba com o argumento de ajudar nos cuidados do filho. A mãe da criança mora em João Pessoa e está em um novo relacionamento. O pai manteve contato com ela e pediu para se encontrar com o menino, o que aconteceu no bairro de Manaíra, zona leste da capital paraibana.

“O pai esteve aqui [em João Pessoa] na quinta-feira, na sexta ele recebeu a criança para curtir momentos em família. Ele tinha combinado com a mãe de levar a criança para passar um tempo [com ele] em Florianópolis. [A mãe] começou a falar com ele, perguntar sobre o filho, e ele dizendo que estava tudo bem. Não enviava fotos. Quando hoje [domingo], ele, arrependido, ligou para ela, informando que tinha matado a criança, o local onde tinha ocultado o cadáver e se entregou à polícia de Florianópolis”, disse o delegado Bruno Germano.

Davi levou o corpo até o bairro Colinas do Sul, onde o enterrou nas imediações de uma antiga fábrica abandonada. O corpo foi encontrado dentro de um saco plástico preto, parcialmente coberto por terra, em uma cova rasa.

De acordo com o Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte de Arthur Davi foi asfixia por sufocação. Outros exames, como o toxicológico, também foram feitos, mas os resultados ainda não saíram. O corpo foi liberado para os familiares ainda no domingo (2). A criança foi enterrada na segunda-feira (3).

Mãe disse que pai queria se aproximar de filho

Mãe sobre caixão do filho, menino de 11 anos que foi morto asfixiado pelo pai, em João Pessoa — Foto: Karine Tenório/TV Cabo Branco
Mãe sobre caixão do filho, menino de 11 anos que foi morto asfixiado pelo pai, em João Pessoa — Foto: Karine Tenório/TV Cabo Branco

Aline Lorena, mãe da criança morta, disse para a TV Cabo Branco, na manhã da segunda-feira (3), durante o enterro do menino, no Cemitério do Cristo Redentor, em João Pessoa, que não esperava que a morte do filho acontecesse quando concordou com a aproximação do pai com o a criança, a pedido dele próprio.

Ela contou que deixou pronto tudo o que o filho precisaria durante o período em que ficaria com o pai e que pediu para que o homem a avisasse caso a criança apresentasse algum sinal de irritação enquanto eles estivessem juntos.

“Tudo foi muito combinado. A gente conversou, eu sentei com ele. Um dia antes eu expliquei: ‘cara, o Arthur é assim, ele come assim’, eu passei no mercado, comprei o que ele gostaria de comer. Arrumei a roupinha dele, falei: ‘ele vai viajar com tal roupa, tem o fonezinho abafador, como ele é uma criança autista, pode ser que ele se irrite no caminho, mas me avisa, ele tem horário de ir no banheiro, ele tem as coisinhas dele’…”, contou Aline Lorena, mãe da criança.

A mãe contou ainda que chegou a ir ao encontro do pai com o menino e que se disponibilizou para ajudá-lo, devido à condição de autismo que a criança tinha, que poderia ser um fator que causasse alguma dificuldade para o pai da criança em termos de cuidados específicos que ele deveria fornecer.

“Deixei tudo certo. Deixei o menino alimentado, dei banho, ainda quis ficar mais um tempo, mas ele [o pai da criança] falou: ‘não, pode ir que eu cuido, eu preciso conviver’. Não passava pela minha cabeça o que ia acontecer. Não tem justificativa. O Arthur foi uma criança incrível, nasceu de 5 meses, 800 gramas. A gente batalhou a vida inteira por ele. O que aconteceu só cabe à Justiça agora”, disse Aline.

O caso ainda não é tratado como concluído pela Polícia Civil que tenta saber mais da dinâmica da morte e colher depoimentos de testemunhas.

Menino de 12 anos morre após cair do quarto andar de prédio em Poços de Caldas

Menino de 12 anos morre após cair do quarto andar de prédio em Poços de Caldas – Foto: reprodução

Um menino de 12 anos morreu na tarde da última terça-feira (29) depois de cair do quarto andar de um prédio localizado na Praça das Rosas, no bairro Jardim dos Estados, em Poços de Caldas (MG).

De acordo com as primeiras informações, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado imediatamente, mas, ao chegar ao local, a equipe constatou que a criança já estava sem vida.

A perícia da Polícia Civil compareceu ao prédio para realizar os procedimentos de rotina e coletar informações que possam esclarecer as circunstâncias da queda.

Os pais do menino ficaram em estado de choque e precisaram de atendimento médico, sendo amparados pela equipe do Samu.

A Polícia Civil abriu uma investigação para apurar as causas do ocorrido.

Menino de 5 anos, que tem QI de 137, chama atenção por habilidades em idiomas e matemática em São Sebastião do Paraíso

Menino de 5 anos, que tem QI de 137, chama atenção por habilidades em idiomas e matemática em São Sebastião do Paraíso – Foto: reprodução

Um pequeno morador avaliado com um QI de 137, acima da média, já é considerado superdotado em São Sebastião do Paraíso (MG). Além da facilidade com números, João Vitor Xavier Marciano de Castro, de 5 anos, também demonstra interesse por idiomas como inglês, espanhol e russo. O talento chamou a atenção e o levou a ser aceito em uma instituição que reúne pessoas com altas habilidades cognitivas.

Desde cedo, João apresentou sinais de desenvolvimento acima da média. Com apenas 1 ano e meio, já falava todas as vogais. Aos 2, reconhecia os meses do calendário e nomes de animais em inglês. Segundo a mãe, Gisele Cristina Xavier de Castro, o laudo de superdotação foi fundamental para compreender o comportamento do filho.

“Ele tem cinco anos, mas mentalmente é como um mini-adulto. Antes do diagnóstico, a gente não sabia lidar com algumas situações, como crises de ansiedade e tiques nervosos. Agora entendemos que fazem parte do processo de autorregulação dele”, disse.

Na escola, João continua na turma de crianças da mesma idade, mas recebe atividades extras para estimular suas habilidades.

“Intelectualmente ele está em 8, 9 anos, mas emocionalmente ainda é imaturo. Queremos que ele viva cada fase da infância, ao lado do irmão gêmeo e dos colegas”, explicou Gisele.

A professora Kênia Borborema Felix afirma que os professores já percebiam a facilidade de aprendizado do aluno e passaram a preparar atividades diferenciadas.

“A gente já tenta não deixar a criança ansiosa, independente de laudo ou não, a criança sempre tem uma segunda opção, termina a atividade, tem algo pra fazer”, disse a professora.

Segundo a Mensa Brasil, avaliações neuropsicológicas ajudam a identificar o perfil cognitivo de pessoas com altas habilidades.

“Esse processo é importante tanto para o autoconhecimento quanto para estabelecer objetivos e novos caminhos de desenvolvimento”, explicou a coordenadora nacional de psicologia da instituição, Priscila Zaia.

Via: G1

Vídeo: menino louva a Deus ao receber diagnóstico de TEA

Viralizou nas redes sociais um vídeo de um menino louvando a Deus após receber o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA). As imagens mostram a mãe, Samya Pinheiro, sentada enquanto conversava com a médica sendo consolada pelo pequeno Calleu, de 10 anos, que demonstrava toda sua fé.

Conversamos com a mãe da criança, moradora de Fortaleza, Ceará, que revelou ao Pleno.News que o vídeo foi gravado pela mãe de outra criança que também estava no consultório.

Segundo ela, foram anos em busca de um laudo que mostrasse as neurodiversidades do menino, que além do TEA também tem Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e epilepsia.

– Aquele momento eu estava muito fragilizada, porque eu tinha procurado vários profissionais e eu não estava conseguindo fechar o laudo para poder conduzi-lo da melhor forma – disse a mãe.

E continuou:

– Todo mundo que estava ali naquela sala foi tocado. A moça que estava gravando, pois estava com o filho doente, a doutora também foi tocada, pois estava passando por uma situação difícil.

O próprio Calleu também quis relembrar o que sentiu naquele momento. Ele nos disse que cantou “por cantar” depois de ouvir Deus dizendo que ele tinha que entoar aquela canção.

– O Papai do Céu mandou eu cantar e eu senti meu coração bater mais forte – relatou.

Samya está impressionada com a repercussão do vídeo que foi gravado há seis meses e só compartilhado por ela em um grupo de mães atípicas para que pudesse servir de conforto para outras famílias.

– O objetivo foi mostrar o quanto Deus pode nos ajudar diante de uma situação dessa – completou a mãe, dizendo que jamais poderia ter imaginado que, meses depois, o vídeo seria compartilhado nas redes sociais.

– Só Deus sabe o que aconteceu – completou

O nome de Calleu foi escolhido por seu significado: “uma voz para o mundo”. Como adoradora, Samya sabia que seus filhos teriam a unção dobrado do seu ministério, mas ela não imaginava que a potente voz do filho emocionaria tantas pessoas, principalmente mães atípicas como ela.

Menino de 2 anos é encontrado morto com sinais de enforcamento dentro de tanque de peixes

Menino de 2 anos é encontrado morto com sinais de enforcamento dentro de tanque de peixes - Foto: arquivo familiar
Menino de 2 anos é encontrado morto com sinais de enforcamento dentro de tanque de peixes – Foto: arquivo familiar

Um menino foi encontrado morto com sinais de enforcamento em um tanque de peixes em Uruana, cidade na região central do estado de Goiás, a cerca de 150km da capital Goiânia.

Luan Henrique Alves de Lima, de 2 anos, estava com a família e alguns conhecidos na última sexta-feira (16), dia que o corpo foi encontrado.

O delegado responsável pelo caso, Marcos Adorno, afirmou à reportagem que a Polícia Civil já tem suspeitos do crime, pois, segundo ele, as pessoas que estavam no local eram do convívio familiar.

“Acreditamos que ele foi enforcado e jogado no lago para simular um afogamento”, completou o delegado.

Adorno informou que não vai divulgar mais informações para não atrapalhar as investigações sobre o caso.

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