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Jornal Folha Regional

Presidente da AMM defende compensação para todos os municípios impactados economicamente pela tragédia de Mariana

Presidente da AMM defende compensação para todos os municípios impactados economicamente pela tragédia de Mariana - Foto: divulgação
Presidente da AMM defende compensação para todos os municípios impactados economicamente pela tragédia de Mariana – Foto: divulgação

O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Dr. Marcos Vinicius, buscará, junto ao governo de Minas Gerais, estratégias para assegurar que todos os municípios afetados economicamente pelo rompimento da Barragem de Fundão, da Samarco, Vale e BHP Billiton Brasil, em 2015, em Mariana, sejam devidamente compensados. A ideia é que os repasses sejam feitos a todas as cidades, assim como determinou o acordo firmado para reparar os danos da tragédia da Vale, em Brumadinho.

O rompimento da barragem em Mariana, que causou a morte de 19 pessoas e devastou a Bacia do Rio Doce, gerou impactos financeiros diretos e indiretos em todas as cidades mineiras, especialmente pela queda nos repasses do ICMS e outros prejuízos econômicos.

“Se todos os municípios foram impactados, todos devem ser compensados. Nosso compromisso é garantir que aqueles que sofreram perdas, mesmo que não estejam diretamente na área atingida pela lama, sejam contemplados no processo de reparação econômica”, afirmou Dr. Marcos Vinicius. 

O presidente da AMM vai se reunir com o governador Romeu Zema para discutir uma proposta de rateio justa e igualitária.

Presidente da AMM defende compensação para todos os municípios impactados economicamente pela tragédia de Mariana - Foto: divulgação
Presidente da AMM defende compensação para todos os municípios impactados economicamente pela tragédia de Mariana – Foto: divulgação

“Vamos trabalhar junto ao governador, Romeu Zema, e ao vice-governador, Mateus Simões, para desenvolver uma estratégia que assegure que os danos econômicos causados pela tragédia sejam devidamente compensados em todas as cidades que foram impactadas”.

O “Novo Acordo da Bacia do Rio Doce”, firmado nesta sexta-feira (25/10), em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília, é parte do esforço para reparar os danos ambientais e socioeconômicos causados pelo desastre de Mariana. Dr. Marcos Vinicius ressaltou que, como presidente da AMM, sua prioridade será defender os interesses dos municípios mineiros, garantindo que todos recebam a atenção necessária nesse processo de reparação.

“É um momento de celebração pelos avanços no acordo, mas precisamos continuar atentos e firmes para que nenhuma cidade fique de fora desse processo de compensação. A AMM estará à frente desse esforço”, concluiu.

Via Nascentes repassa mais de R$ 5 milhões em ISSQN para Passos, Alpinópolis, Capitólio e mais 19 municípios

Via Nascentes repassa mais de R$ 5 milhões em ISSQN para Passos, Alpinópolis, Capitólio e mais 19 municípios - Foto: reprodução
Via Nascentes repassa mais de R$ 5 milhões em ISSQN para Passos, Alpinópolis, Capitólio e mais 19 municípios – Foto: reprodução

A Via Nascentes, concessionária do Grupo Via Appia, repassou no primeiro semestre de 2024, para os 22 municípios que compõem o Sistema MG-050/BR-265/BR-491, mais de R$ 5,4 milhões em recursos provenientes do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN) que incide sobre o valor das tarifas de pedágio. Esses recursos contribuem para melhorias e o desenvolvimento socioeconômico dos municípios.

O repasse é calculado proporcionalmente à extensão da rodovia que passa pelo território do município, conforme a legislação vigente. A receita repassada compõe parte significativa dos orçamentos de algumas administrações municipais, especialmente onde há poucos serviços tributados.

Os municípios contemplados com o repasse do ISSQN são: Formiga, Pains, Córrego Fundo, Pimenta, Piumhi, Capitólio, São João Batista do Glória, Juatuba, Mateus Leme, Itaúna, Igaratinga, Carmo do Cajuru, São Gonçalo do Pará, Divinópolis, São Sebastião do Oeste, Pedra do Indaiá, Alpinópolis, Passos, Itaú de Minas, Pratápolis, Fortaleza de Minas e São Sebastião do Paraíso.

Desde 2008, a concessionária já destinou mais de R$ 88,2 milhões aos 22 municípios do eixo do Sistema MG-050. Os recursos são utilizados conforme os critérios de cada Prefeitura, podendo ser aplicados na saúde, educação, segurança, esportes, obras, transporte, etc. Com isso, o dinheiro do pedágio é empregado em benefício de segmentos que transcendem as melhorias que a concessionária realiza nas rodovias.

“As rodovias contribuem de diversas formas para o desenvolvimento social e econômico dos municípios ao longo da sua extensão. Um exemplo disso é o repasse do ISSQN, que garante recursos para as prefeituras investirem na manutenção e melhoria da infraestrutura municipal, como estradas vicinais, pontes e vias urbanas, e em diversas áreas como a saúde, beneficiando diretamente a população e as empresas locais”, afirma Brendon Ramos, CEO da Via Appia.

Municípios mineiros preveem colapso para 2024 com aumento do salário mínimo

Municípios mineiros preveem colapso para 2024 com aumento do salário mínimo – Foto: Divulgação/AMM

Com o aumento do salário mínimo e a proposta de reoneração da folha de pagamento, municípios mineiros estão prevendo um “colapso” nas finanças de 2024. Segundo uma pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o reajuste de R$ 92 do salário mínimo custará R$ 4,33 bilhões para os cofres municipais no próximo ano. Com 853 municípios, Minas Gerais vai ser o estado mais impactado com as mudanças.

Minas lidera o número de servidores públicos municipais que receberão reajuste salarial, com mais de 280 mil funcionários ganhando até 1,5 salário mínimo. Isso corresponde a 12% de todos os servidores nessa faixa de vencimento no país. Dessa forma, dados da CNM apontam que o aumento do salário mínimo deverá gerar um custo aproximado de R$ 539,22 milhões para os municípios mineiros.

“A gente sabe que para quem recebe o percentual é baixo, mas para quem paga ele é muito alto, e um desses pagadores são os municípios. Isso vai trazer mais transtorno no dia a dia das finanças públicas, porque é mais um custo para o município sem apontar a fonte de receita. Nós já estamos alertando desde outubro que em maio de 2024 existe um risco de colapso em muitos municípios”, afirma Marcos Vinicius Bizarro, presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Coronel Fabriciano.

O impasse do salário mínimo

O aumento do salário mínimo é uma medida necessária para garantir o poder de compra ao cidadão e movimentar a economia. Segundo o economista Fernando Sette Jr, professor dos cursos de gestão UniBH, a atualização do salário é necessária para manter a economia girando, já que com a inflação os preços aumentam e o custo de vida do trabalhador se torna mais caro.

“Se a gente não tem uma atualização no mínimo pela inflação, ao longo dos anos, o valor do dinheiro vai se perdendo e o trabalhador compra menos. Esse ano o ajuste está vindo acima da inflação, como uma proposta do governo de recompor o poder de compra do cidadão e elevar o valor real desse salário mínimo, porque várias pesquisas mostram que esse mínimo ainda não é o suficiente para uma qualidade de vida”.

Por outro lado, o aumento nos salários acaba impactando negativamente o empregador, especialmente o município, que não possui formas simples de aumentar a receita para compensar os gastos com a folha de pagamento. Mesmo que o aumento do salário injete mais dinheiro na economia, nem sempre esse impulso é o suficiente para ajudar os cofres públicos, especialmente nas cidades de pequeno porte.

“Pensando no empregador, e olhando pra óptica do município, o que eu vou ter é uma maior despesa, e aí eu vou precisar de uma maior receita. Na iniciativa privada a empresa pode aumentar o valor dos produtos ou mandar alguém embora para compensar esse gasto. Mas, no setor público, para aumentar a arrecadação, ou a economia teria que aumentar, ou a gente aumenta tributos. Nenhuma dessas opções estão colocadas, especialmente em municípios de pequeno porte. Então, se o município não tem a opção de aumentar receita e tampouco de demitir, é preciso fazer outros tipos de corte, provavelmente na oferta de serviços “, analisa o especialista em economia e gestão.

Reoneração da folha de pagamento

Outra medida que preocupa os municípios é a possibilidade de reoneração da folha de pagamento. Atualmente, as prefeituras com até 142 mil habiatantes estão isentas de pagar um imposto de 20% sobre sua folha salarial, assim como outros 17 setores da economia. Entretanto, após um embate com o Congresso Nacional, nesta sexta-feira (29) o Governo Federal publicou uma medida provisória prevendo novas regras a partir de abril de 2024. Isso significa que, a partir de abril, as prefeituras vão voltar a pagar um imposto sobre a folha de pagamento, mesmo que não seja de 20%.

Marcos Vinicius Bizarro rotulou a decisão do Governo Federal como “insensível” e afirmou que a reoneração pode quebrar os cofres públicos municipais a partir de maio de 2024:

“A gente tinha ganhado uma esperança com a quebra do veto da desoneração da folha e essa esperança foi perdida no momento que o presidente, de forma insensível, publicou a medida provisória que tira os municípios da desoneração da folha de pagamento. Isso vai trazer um transtorno imenso para fechar as contas. É uma insensibilidade muito grande do Governo Federal com os municípios, porque esse dinheiro da folha de pagamento ficará nos cofres dos municípios, para políticas públicas”.

O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) destacou, ainda, que o ano eleitoral impacta na organização das finanças públicas, prejudicando ainda mais a situação financeira das cidades mineiras:

“Temos que lembrar que 2024 é um ano mais curto pras finanças, questão de repasses financeiros entre entes tem muitas regras que precisam ser cumpridas e eu acredito que vai aumentar a crise financeira já vivida no dia a dia da cidade. Tem município que até hoje não conseguiu pagar o décimo terceiro, é uma situação lamentável, é fazer política sem discutir com os outros entes federados e não ver a realidade do que está passando o país”.

São Sebastião do Paraíso e mais 26 cidades tem sinal 5G liberado pela Anatel; lista completa possui 425 municípios

São Sebastião do Paraíso e mais 26 cidades tem sinal 5G liberado pela Anatel; lista completa possui 425 municípios – Foto: reprodução

Mais 27 municípios de Minas Gerais podem contar com a ativação do sinal 5G, beneficiando mais habitantes do estado desde a última segunda-feira (23). Somadas às outras localidades contempladas até o momento pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), entidade vinculada ao Ministério das Comunicações (MCom), o estado chega ao total de 425  municípios aptos a operar com a tecnologia de quinta geração de redes móveis.

“Além de cumprir os prazos estabelecidos no edital do leilão 5G, o MCom tem cobrado as operadoras para anteciparem os prazos e aperfeiçoarem a qualidade da cobertura em regiões que contam com problemas ou ainda seguem sem sinal”, lembrou o ministro das Comunicações, Juscelino Filho. Com a nova liberação, já são 2.456 os municípios em todo Brasil liberados para utilização das estações do 5G Standalone, alcançado aproximadamente 156 milhões de brasileiros, o que corresponde a 73% da população.

Os moradores dos municípios de Bambuí (23.546 moradores), Barroso (20.080), Carandaí (23.812), Carmópolis de Minas (17.878), Conceição do Mato Grande (23.162), Coração de Jesus (25.377), Cordisbuirgo (7.5470), Coromandel (28.894), Coronel Xavier Chaves (3.486), Divisópolis (10.213), Dom Silvério (5.228), Francisco Sá (23.476), Frutal (58.588), Guaxupé (50.911), Itambacuri (21.042), Passabém (1.600), Piracema (6.700), Piranga (17.0180, Sacramento (26.670), São Domingos do Prata (17.392), São João da Ponte (23.930), São João del Rei (90.225), São João Nepomuceno (23.930), São Sebastião do Paraíso (71.796) e Sem Peixe (2.433) poderão usufruir da alta velocidade (até 20 vezes mais rápida em comparação ao 4G) e baixíssima latência (tempo de resposta) da tecnologia.

Vale ressaltar que a liberação da faixa não significa que redes do 5G serão instaladas de imediato nas localidades. A instalação antecipada de estações de quinta geração nessas cidades depende do planejamento individual de cada prestadora.

Limpeza da Faixa de 3,5GHz

A Anatel liberou a faixa de 3,5 GHz, necessária para a implementação da quinta geração de redes móveis nessas localidades, para mais 432 cidades após reunião do Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa de 3.625 a 3.700 MHz (Gaispi) nesta quarta-feira (18/10).

As autorizações ocorrem quando concluída a migração da recepção do sinal de televisão aberta e gratuita por meio de antenas parabólicas na banda C satelital para a banda Ku, para liberar a faixa de 3,5 GHz, na qual opera o sinal de 5G.

Para facilitar o acompanhamento dos municípios liberados, a Anatel disponibiliza painel de dados apresentando os municípios em que a faixa de 3,5 GHz já se encontra liberada e, também, o planejamento aprovado para as próximas liberações. 

De acordo com o planejamento atual e o andamento das atividades de migração e desocupação da Agência, o país chegará em junho de 2024 com 3.677 municípios liberados, representando um avanço significativo frente ao planejamento inicialmente estabelecido no Edital do 5G.

Kit Parabólica para CadÚnico

Quem recebe as transmissões da TV Aberta pela antena parabólica precisa adaptar o equipamento para evitar eventuais interferências na faixa de 3,5 GHz. Famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) podem solicitar o kit gratuito para a adaptação do equipamento à entidade Siga Antenado. É fundamental que seja realizado agendamento para a instalação dos novos equipamentos. Mais informações estão disponíveis no site da Siga Antenado e também pelo telefone 0800-729-2404.

Estado e municípios discutem caminhos para fortalecer o desenvolvimento sustentável em Minas

Estado e municípios discutem caminhos para fortalecer o desenvolvimento sustentável em Minas – Foto: Evandro Rodney

Nos dias nesta segunda (16) e terça-feira (17), o Governo de Minas e os municípios mineiros discutem os caminhos de Minas Gerais para o desenvolvimento sustentável. O encontro é realizado pela Associação Nacional de Municípios e Meio Ambiente (Anamma/MG), com o apoio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), e visa fortalecer a gestão conjunta das questões ambientais pelos poderes municipais, estadual e federal.

O evento acontece no Auditório JK da Cidade Administrativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte, e é direcionado a gestores ambientais, representantes de instituições acadêmicas no segmento ambiental e sociedade em geral. 

A abertura será nesta segunda-feira (16), às 14h, e contará com a presença da secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Marília Melo; prefeitos, secretários municipais de meio ambiente e parlamentares; representantes do Ministério Público, da Associação Mineira de Municípios (AMM) e dos setores produtivos; além dos gestores da Anamma nacional e da Anamma MG.

No primeiro dia do encontro também será realizada a posse oficial da nova gestão da Anamma em Minas, presidida pelo secretário municipal de Meio Ambiente de Nova Lima, Gabriel Coutinho.

Serão dois dias de evento, com palestras e mesas de discussão sobre diversos temas ambientais, como Licenciamento, Resíduos Sólidos, Biodiversidade e Mudanças Climáticas, Mineração e Municípios. Estarão nas mesas de discussões autoridades municipais, representantes dos setores públicos e privados. Representando a pasta estadual ambiental, estarão o subsecretário de Gestão Ambiental e Saneamento, Rodrigo Franco; o presidente da Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam), Renato Brandão; e a chefe de gabinete da Feam, Renata Araújo.

A secretária Marília Melo vai ministrar uma palestra sobre como as políticas, planos e programas ambientais estaduais podem ser alinhados com as necessidades e iniciativas dos municípios para alcançar objetivos comuns em prol do meio ambiente. O evento ainda terá uma homenagem àqueles que tiveram um impacto significativo na história da gestão ambiental em Minas Gerais. 

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas neste link.

Anamma e Semad

O Governo de Minas, por meio da Semad, e Anamma/MG defendem a importância de estruturar os municípios para uma gestão ambiental adequada, em prol do desenvolvimento sustentável. O evento destaca esse entendimento mútuo, visando fornecer conhecimento e capacitação aos municípios. A Semad tem um conjunto de ações e programas permanentes voltados aos municípios.

Governo de Minas assina Termo Aditivo que dá autonomia às prefeituras para gestão de recursos da Saúde nos municípios

Governo de Minas assina Termo Aditivo que dá autonomia às prefeituras para gestão de recursos da Saúde nos municípios – Foto: Cristiano Machado / Imprensa MG

O governador Romeu Zema e o vice-governador Professor Mateus participaram, nesta terça-feira (26/9), no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, da solenidade de assinatura simbólica do Termo Aditivo do Acordo do Fundo Estadual que regulamenta a transposição e transferência de saldos constantes e financeiros provenientes de repasses, parcerias e convênios firmados com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) até a data de 9 de maio de 2023.  

O Termo Aditivo do Acordo do Fundo Estadual vem para facilitar a gestão financeira dos municípios na área da Saúde, permitindo, por exemplo, o remanejamento de recursos que anteriormente eram “carimbados”, ou seja, só poderiam ser gastos com um fim específico, predeterminado.  

Agora, municípios que tenham saldo do Acordo no Fundo Municipal de Saúde – seja por eficiência nos gastos ou, por exemplo, ausência de objeto, quando um valor é destinado para algo que não é mais necessário – poderão realocar estes recursos para outras áreas da saúde municipal, conforme a demanda da própria cidade. Dessa forma, o Estado equaciona dificuldades enfrentadas pelos prefeitos para executar recursos provenientes de convênios antigos e, ainda, dá mais autonomia aos gestores municipais para as decisões relacionadas. 

De forma simbólica, assinaram o documento Governo de Minas, Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), e a Associação Mineira de Municípios (AMM). Vale ressaltar que, com apoio do Governo do Estado durante todo o processo, o Termo Aditivo foi uma iniciativa da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). 

Flexibilização 

Ao fim da solenidade, o governador concedeu uma entrevista coletiva e ressaltou que o Governo de Minas deu mais um importante passo para melhorar a vida dos mineiros, já que os prefeitos, a partir de agora, terão a liberdade de utilizar os cerca de R$ 2 bilhões – já em caixa – que estavam travados legalmente em relação ao objeto do convênio firmado no passado. 

“Com a sanção da Lei Complementar, que trata da transferência de saldos financeiros resultantes de parcerias, convênios firmados com o Estado e de saldos constantes dos fundos de saúde dos municípios, cada prefeito, que conhece melhor a realidade do seu município, saberá onde alocar os recursos na área da Saúde”, explicou. 

O Termo Aditivo do Fundo Estadual teve origem no Projeto de Lei Complementar (PLC) 18/23, que é de autoria coletiva de 40 parlamentares e tem como primeiro signatário o deputado estadual Tadeu Martins Leite, presidente da ALMG.  

Em seu pronunciamento, Zema ainda enfatizou que já é perceptível identificar como os avanços na Saúde estão transformando a vida das pessoas. “Durante a entrega de um tomógrafo em Itaobim, escutei o relato de dois pacientes que confirmaram que não precisariam mais se deslocar para realizar os exames. Isso significa que estamos atendendo melhor e com mais conforto a população ”, comemorou. 

Transformação 

Assim como o chefe do Executivo, o vice-governador de Minas Gerais, Professor Mateus, celebrou a assinatura do acordo e também ressaltou que as mudanças já estão sendo percebidas pelos mineiros. Ele ainda aproveitou para destacar o papel das prefeituras na gestão do repasse da forma mais conveniente para cada município.  

“As entregas que estão sendo feitas são já perceptíveis e mensuráveis. As pessoas conseguem sentir na pele a mudança dos números e da realidade. A celebração desse termo aditivo, que começa a ser celebrado hoje, é o reconhecimento de que quem sabe o que deve ser feito no município é quem está lá. Aqui, de Belo Horizonte, a gente tenta desenhar soluções para os problemas que vocês, que têm o termômetro do paciente, sabem quais são e sabem como abordar”, reforçou o Professor Mateus. 

Histórico 

O presidente da ALMG, o deputado Tadeu Martins Leite, classificou a solenidade como um dia histórico para todo o estado. “O acordo que foi firmado lá atrás para que o Governo de Minas quitasse os repasses constitucionais da Saúde aos municípios se completa com a legislação aprovada pelo parlamento mineiro”, afirmou. 

O deputado ainda disse que a iniciativa reforça, cada vez mais, o Pacto Federativo, no sentido de dar mais liberdade e autonomia para quem de fato conhece, ponta a ponta, as principais necessidades. “Nós precisamos trabalhar cada vez mais para destravar e facilitar a utilização dos recursos públicos”, ponderou. 

Entregas 

Já o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, aproveitou para apresentar as entregas da pasta após o governo colocar as contas em dia. Ele destacou a inauguração de Unidades Básicas de Saúde (UBS), os recordes de cirurgias eletivas no estado, mais recursos para os Hospitais Filantrópicos, e a universalização do serviço do Samu em Minas. Baccheretti também ressaltou a importância da assinatura da Lei Complementar na autonomia das prefeituras e no repasse das verbas.  

“Com essa oportunidade da Lei Complementar, somada ao jeito diferente e inovador que o Executivo vem fazendo, aproveitando essa grande parceria, vamos conseguir que os municípios tenham total autonomia no uso do recurso. Cumprido o objeto, o saldo financeiro poderá ser transferido ou transposto, o que é custeio pode ir para investimento e vice-versa. E aqueles objetos que não fazem mais sentido, os municípios poderão executar em outro objeto na área de saúde, obviamente”, declarou o secretário. 

Acordo da Saúde 

Entre outros recursos que poderão ser destinados para outras ações da saúde estão os do repasse do Acordo da Saúde, firmado entre Governo de Minas e municípios em 2021, com participação da AMM, do Ministério Público e o Tribunal de Justiça.  

Segundo a SES-MG, o Acordo do Fundo Estadual – que rege a dívida do Estado com os municípios – é de R$ 6.765.006.390,90, dos quais já foram pagos R$ 1.607.484.217,90.  

Cabe ressaltar que o compromisso firmado nesta gestão garante o pagamento de dívidas que deveriam ter sido quitadas por governos anteriores desde 2014. A expectativa é que o repasse seja concluído em setembro de 2030.

Confira os dados do Censo 2022 das cidades entorno do Lago de Furnas

Confira os dados do Censo 2022 das cidades entorno do Lago de Furnas – Foto: Reprodução

O resultado do Censo Demográfico 2022 já foi divulgado. Os dados relevaram que a população do Brasil é de 203.062.512, um aumento de 6,45% em relação ao Censo de 2010. No estado de Minas Gerais, a população é de 20.538.718, o que representa um aumento de 4,8% quando comparado ao Censo anterior.

O Sul de Minas ganhou 167.640 novos moradores nos últimos 12 anos. Conforme o IBGE, em 2010 a região tinha uma população de 2.730.105 moradores. Já conforme o último censo, essa população subiu para 2.897.745 habitantes, um aumento de 6,14%.

Confira os dados das cidades entorno do Lago de Furnas

São José da Barra

A população da cidade de São José da Barra (MG) chegou a 7.793 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 14,97% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, São José da Barra está:

  • na 435ª colocação no estado;
  • na 1.005ª colocação na região Sudeste;
  • e na 3.452ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em São José da Barra tem uma densidade demográfica de 25,28 habitantes por km² e uma média de 2,82 moradores por residência.

Capitólio

A população da cidade de Capitólio (MG) chegou a 10.380 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 26,85% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, Capitólio está:

  • na 352ª colocação no estado;
  • na 865ª colocação na região Sudeste;
  • e na 2.959ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Capitólio tem uma densidade demográfica de 19,89 habitantes por km² e uma média de 2,65 moradores por residência.

Itaú de Minas

A população da cidade de Itaú de Minas (MG) chegou a 14.406 pessoas no Censo de 2022, o que representa uma queda de -3,61% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, Itaú de Minas está:

  • na 248ª colocação no estado;
  • na 676ª colocação na região Sudeste;
  • e na 2.265ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Itaú de Minas tem uma densidade demográfica de 93,9 habitantes por km² e uma média de 2,67 moradores por residência.

Passos

A população da cidade de Passos (MG) chegou a 111.939 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 5,31% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, Passos está:

  • na 26ª colocação no estado;
  • na 135ª colocação na região Sudeste;
  • e na 279ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Passos tem uma densidade demográfica de 83,66 habitantes por km² e uma média de 2,71 moradores por residência.

São João Batista do Glória

A população da cidade de São João Batista do Glória (MG) chegou a 7.652 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 11,11% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, São João Batista do Glória está:

  • na 443ª colocação no estado;
  • na 1.016ª colocação na região Sudeste;
  • e na 3.483ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em São João Batista do Glória tem uma densidade demográfica de 13,97 habitantes por km² e uma média de 2,71 moradores por residência.

São Sebastião do Paraíso

A população da cidade de São Sebastião do Paraíso (MG) chegou a 71.796 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 10,49% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, São Sebastião do Paraíso está:

  • na 53ª colocação no estado;
  • na 200ª colocação na região Sudeste;
  • e na 462ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em São Sebastião do Paraíso tem uma densidade demográfica de 88,1 habitantes por km² e uma média de 2,67 moradores por residência.

Carmo do Rio Claro

 A população da cidade de Carmo do Rio Claro (MG) chegou a 20.954 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 2,58% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, Carmo do Rio Claro está:

  • na 172ª colocação no estado;
  • na 518ª colocação na região Sudeste;
  • e na 1.640ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Carmo do Rio Claro tem uma densidade demográfica de 19,66 habitantes por km² e uma média de 2,63 moradores por residência.

Alpinópolis

A população da cidade de Alpinópolis (MG) chegou a 18.300 pessoas no Censo de 2022, o que representa uma queda de -1,02% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, Alpinópolis está:

  • na 202ª colocação no estado;
  • na 576ª colocação na região Sudeste;
  • e na 1.852ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Alpinópolis tem uma densidade demográfica de 39,72 habitantes por km² e uma média de 2,77 moradores por residência.

Guapé

A população da cidade de Guapé (MG) chegou a 13.772 pessoas no Censo de 2022, o que representa uma queda de -0,72% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, Guapé está:

  • na 271ª colocação no estado;
  • na 709ª colocação na região Sudeste;
  • e na 2.391ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Guapé tem uma densidade demográfica de 14,74 habitantes por km² e uma média de 2,65 moradores por residência.

Piumhi

A população da cidade de Piumhi (MG) chegou a 36.062 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 13,11% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, Piumhi está:

  • na 101ª colocação no estado;
  • na 338ª colocação na região Sudeste;
  • e na 911ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Piumhi tem uma densidade demográfica de 39,96 habitantes por km² e uma média de 2,59 moradores por residência.

Delfinópolis

A população da cidade de Delfinópolis (MG) chegou a 8.397 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 22,94% em comparação com o Censo de 2010.

No ranking de população dos municípios, Delfinópolis está:

  • na 416ª colocação no estado;
  • na 974ª colocação na região Sudeste;
  • e na 3.326ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Delfinópolis tem uma densidade demográfica de 6,09 habitantes por km² e uma média de 2,78 moradores por residência.

Pedágios da MG-050 geram quase R$ 9 milhões para municípios

A Concessionária AB Nascentes das Gerais repassou cerca de R$8,7 milhões para municípios que são cortados pelo Sistema MG-050/BR-491/BR-265. A quantia é referente ao Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN), que incide sob o valor das tarifas nas praças de pedágio relativo a 2022.

Segundo a concessionária, o repasse foi feito mensalmente, sendo que, o valor total foi dividido entre as cidades proporcionalmente, conforme a participação de limite territorial, de acordo com a quilometragem voltada para a rodovia e nos termos da legislação vigente. Os recursos destinados contribuem para a melhoria e o desenvolvimento socioeconômico dos municípios.

O repasse foi feito às cidades de Juatuba, Mateus Leme, Itaúna, Igaratinga, Carmo do Cajuru, São Gonçalo do Pará, Divinópolis, São Sebastião do Oeste, Pedra do Indaiá, Formiga, Pains, Córrego Fundo, Pimenta, Piumhi, Capitólio, São João Batista do Glória, Alpinópolis, Passos, Itaú de Minas, Pratápolis, Fortaleza de Minas e São Sebastião do Paraíso. Em todos estes municípios, os recursos são administrados pelas gestões municipais e contribuem para melhorar a qualidade de vida dos moradores.

De acordo com a AB Nascentes das Gerais, os repasses de ISSQN começaram no ano de 2008 e, no acumulado até 2022, já foram destinados mais de R$ 72 milhões aos 22 municípios no eixo do Sistema da rodovia MG-050. (Clic Folha)

Região tem 10 municípios habilitados no ICMS Turismo

Dez cidades da região estão habilitadas para receber o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) Turismo em 2023. No resultado provisório do benefício, divulgado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), Alpinópolis, Capitólio, São João Batista do Glória e Pimenta conquistaram nota máxima (dez pontos) no índice definitivo de participação. Cássia, Monte Santo de Minas, Nova Resende, Piumhi, Pratápolis e São José da Barra obtiveram 9,25.

Os municípios estão classificados em três circuitos, sendo sete no Nascentes das Gerais e Canastra, dois no Montanhas Cafeeiras de Minas e um no Grutas e Mar de Minas.

O resultado provisório do ICMS Turismo possibilita que os municípios que não foram classificados possam entrar com recurso para tentar a habilitação. Na região, segundo o gestor do Nascente das Gerais, Kleyber Silveira, há outras cidades que fazem parte do circuito e que devem recorrer.

A nossa reação ao ver três municípios com nota máxima é de muito orgulho. Quando se consegue nota 10, significa que o município cumpriu todos os requisitos relativos ao turismo municipal e estadual e, também, recebe ICMS Cultural e do Meio Ambiente. De 0 a 8,5 é documento relativo ao turismo. Quem já é habilitado no ICMS Cultural, ganha mais 0,75 e, mais 0,75, para quem também é habilitado no ICMS do Meio Ambiente. Desta forma, a nota máxima significa o cumprimento de todas as exigências nestas três áreas. E, por isso, quem recebeu 9,25, é porque cumpriu todos os requisitos de turismo e recebe ou imposto do cultural ou do meio ambiente”, afirma.

Em relação ao valor das parcelas, Silveira aponta que ainda não é possível calcular o valor devido ao prazo de recurso, onde novos outros municípios podem ser habilitados. Segundo ele, o cálculo do pagamento também leva em conta a população e outros índices de cada local.

“A importância do ICMS Turismo para o nosso circuito é de que, quando o município habilita e atinge o recurso, consegue provar, tanto para o poder público quanto para o privado e a sociedade, que ele está cumprindo seus deveres e possui todas as legislações relativas ao turismo local. E com isso, nós ficamos despreocupados e sabemos que determinada cidade possui um plano, conselho e recursos para o turismo. Minhas expectativas para o turismo em 2023 são as melhores possíveis. O circuito oferece cursos de captação relativo ao ICMS Turismo e muitos municípios fizeram seus deveres de casa neste ano e vão tentar se habilitar agora no próximo ano”, disse.

Via: Clic Folha.

Vargem Bonita é 2º lugar no IDEB do 4º ao 5º ano em MG  e 1º lugar na região, seguida de Capitólio que ocupa a 2ª colocação na regional

Dados do órgão vinculado ao Ministério da Educação mostram que Vargem Bonita (MG) está em 1º lugar no ensino fundamental do 4º ao 5º ano na região e em 2º lugar em todo estado de Minas Gerais, Itaú de Minas lidera a lista do 8º ao 9º ano e São José da Barra e Bom Jesus da Penha (MG) lideram lista do ensino médio na região.

Dados divulgados pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no dia 16 de setembro, apontam que cidades do Centro Oeste e Sul de Minas estão entre as maiores notas do Estado entre ensino fundamental e ensino médio da rede pública. Vargem Bonita (MG) está em 1º lugar no ensino fundamental do 4º ao 5º ano e Itaú de Minas (MG) lidera lista do 8º ao 9º ano na região.

Os dados do ano-base 2021 foram divulgados pelo órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC) e ainda mostram que, em relação ao ensino médio da rede pública, o Sul de MG também está entre as melhores cidades da região: São José da Barra e Bom Jesus da Penha ocupam a 1ª vaga.

Do quarto ao quinto ano

Em levantamento feito pelo Jornal Folha Regional, diversas cidades da região estão entre as 100 melhores notas do Estado no Ideb, do 4º ao 5º ano do ensino fundamental.

Vargem Bonita lidera o ranking com a nota 7.7. Seguido de Capitólio.

Do oitavo ao nono ano

Em relação às 100 cidades de Minas Gerais com as maiores notas, a região tem alguns municípios entre as melhores, de acordo com os dados do Ideb.

Itaú de Minas lidera o ranking regional com nota 5.9. São Sebastião do Paraíso é a segunda colocada com 5.6.

Ensino médio

Em relação às 100 cidades de MG com as maiores notas, a região tem alguns municípios entre as melhores, de acordo com os dados do Ideb.

São José da Barra e Bom Jesus da Penha lidera o ranking regional com nota 5.0. Passos é a terceira colocada com 4.8.

“O sucesso creditamos aos competentes profissionais que integram o setor educacional vargiano, a adoção do método de ensino Aprende Brasil (Positivo) pelo prefeito Samuel Alves de Matos em 2020, mesclado com várias dinâmicas de formação, tanto online quanto presenciais e também às parcerias como o projeto CC desenvolvido com apoio da empresa AP Agrícola que premia professores ao final do ano letivo e da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de São Roque de Minas (SICOOB SAROM) que viabilizou cursos de formação em empreendedorismo e intercâmbios e com a Polícia Militar que realiza palestras e coordena programas como o ‘Garotos Para a Paz’”, lista a secretária de Educação do município, Rosiclair Alves de Castro Matos.

“Esta classificação da Escola ‘Enelise Helena Cunha’ colocando Vargem Bonita em segundo lugar no IDEB em toda Minas Gerais é algo muito gratificante para todos nós. É muito bom constatar que quando investimos em Educação, o retorno vem. Deixo meus agradeci mentos à secretária municipal de Educação, supervisores, equipes de direção e coordenação e aos professores e alunos, enfim todos os colaboradores desta escola, ressaltando também as parcerias público-privadas, tão importantes para nosso setor educacional”, coloca o prefeito Samuel Alves.

Em entrevista coletiva, o ministro da Educação, Victor Godoy, afirmou que esses dados não devem ser julgados, pois podem apresentar uma visão distorcida sobre a realidade da educação no país. “Tivemos perdas decorrentes do longo período de escolas fechadas e dificuldades históricas enfrentadas no sistema de ensino em razão da pandemia”, disse.

O Ideb, principal indicador criado pelo governo federal que mede a qualidade do ensino nas escolas públicas, ficou em 5,8 em 2021. A média é 0,1 ponto menor que em 2019, última vez em que o índice foi divulgado, antes da pandemia.

O índice relaciona as taxas de aprovação escolar, obtidas no Censo Escolar, com as médias de desempenho em língua portuguesa e matemática dos estudantes no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). A política de aprovação automática, adotada durante o período da pandemia, pode ter influenciado também o indicador. Desta forma, apresentam melhores resultados no Ideb os sistemas que alcançam, de forma concomitante, maior taxa de aprovação e proficiência nas avaliações.

Notas das cidades da região:

Cidade                                     Anos Iniciais         Anos Finais     Ensino Médio
Alpinópolis                                    5,8                             5,1                       4,5
Bom Jesus da Penha                6,4                            5,3                       5,0
Capitólio                                        7,0                            5,6                          –
Carmo do Rio Claro                   6,0                            5,0                          –
Conceição da Aparecida         6,4                           5,4                          –
Guapé                                            6,3                             –                            –
Ilicínea                                           5,5                            5,2                      4,5
Itaú de Minas                               6,7                            5,9                      4,4
Nova Resende                              6,3                            5,2                       –
Passos                                          6,1                           5,4                      4,8
Piumhi                                           6,0                           5,1                     4,6
São João Batista do Glória        6,5                           5,4                      4,7
São José da Barra             6,8                           5,5                      5,0
São Pedro da União                    6,8                          5,4                     3, 8
São Roque de Minas                   6,3                           5,4                      4,5
São Sebastião do Paraíso         6,2                           5,6                      4,7
Vargem Bonita                             7,7                          5,5                      4,4

Jornal Folha Regional
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