Jovem morre dias após doar rim ao pai que o expulsou de casa por ser gay – Foto: redes sociais
Gabriel Barros, de 22 anos, morreu no Rio de Janeiro, dias após realizar um transplante de rim para o próprio pai, que o havia expulsado de casa seis anos antes ao descobrir que ele era gay.
A história repercutiu nas redes sociais e comoveu internautas. Isso porquê, a relação entre pai e filho se rompeu completamente quando o jovem, aos 16 anos, revelou sua sexualidade. Conforme relatos de parentes, o genitor não aceitou a notícia e ordenou imediatamente que ele saísse da residência. Sem apoio, o jovem passou a viver em abrigos e na casa de amigos, ficando todo esse período sem contato com a família.
No início deste ano, o pai de Gabriel foi diagnosticado com insuficiência renal crônica em estágio avançado e precisou de transplante com urgência. Nenhum outro familiar apresentou compatibilidade, mas, ao saber da situação, o rapaz se compadeceu em realizar o exame de compatibilidade. O resultado foi positivo.
A operação foi realizada no último mês em um hospital público do interior de Pernambuco. O rim transplantado passou a funcionar normalmente no organismo do pai, que segue em recuperação gradual, mas ele apresentou complicações graves logo no pós-operatório: hemorragia interna seguida de infecção generalizada.
Segundo familiares, o pai não compareceu ao velório e nem ao sepultamento do filho. A justificativa apresentada é que ele ainda se encontra debilitado pelo procedimento e sob cuidados contínuos.
Suspeito de tentar matar filha de 2 anos e causar fratura craniana é preso no Sul de Minas – Foto: Polícia Civil
A Polícia Civil de Minas Gerais confirmou a prisão em flagrante de um homem, de 29 anos, investigado por tentativa de homicídio qualificado contra a própria filha, de apenas 2 anos, em Extrema, no Sul de Minas.
A criança foi levada ao Pronto-Socorro Municipal em estado crítico, apresentando inconsciência, vômitos intensos e uma crise convulsiva prolongada. Conforme apurado, ela estava sob os cuidados exclusivos do pai desde a manhã de domingo, período em que, segundo a investigação, pode ter ocorrido o trauma.
Exames médicos identificaram um quadro grave, incluindo fratura no crânio, hemorragia interna, além de hematomas nos dois braços — lesões compatíveis com contenção por força excessiva — e ferimento na região frontal da cabeça.
Durante as investigações, os policiais analisaram registros enviados pelo próprio suspeito à mãe da criança. Nas mensagens, ele indicava que a menina não apresentava sinais aparentes de lesões ou alterações neurológicas. No entanto, poucas horas depois, por volta das 15h, a vítima já estava em colapso clínico, o que delimitou um intervalo curto para a ocorrência das agressões, quando ela permanecia apenas com o pai.
A equipe médica responsável pelo atendimento destacou a necessidade de considerar a hipótese de maus-tratos, diante da gravidade do quadro e da natureza das lesões.
Em depoimento, o homem negou qualquer agressão e afirmou não saber como a filha teria se machucado. Já a mãe declarou que a criança estava sem ferimentos no momento em que foi entregue ao pai, no início do dia.
Diante dos indícios reunidos, da severidade das lesões e do risco concreto de morte, a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante pelo crime de tentativa de homicídio qualificado.
A menina foi transferida em estado gravíssimo para um hospital em Pouso Alegre. O suspeito foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
As investigações continuam para o completo esclarecimento do caso.
Arthur, de 11 anos, estava dentro do Espectro Autista e possuía deficiência visual — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução
Um menino autista de 11 anos foi morto pelo pai, Davi Piazza Pinto, que confessou à Polícia Civil ter matado o filho por asfixia, em João Pessoa. Ele foi preso após se apresentar às autoridades em outro estado, em Santa Catarina, onde reside.
De acordo com a Polícia Civil, Davi Piazza disse em depoimento que matou o filho, que também era uma pessoa com deficiência visual, por não conseguir arcar com a pensão alimentícia.
Pai matou o filho por conta de pensão alimentícia, diz polícia
Homem confessou ter matado filho de 11 anos asfixiado na Paraíba — Foto: Polícia Civil
De acordo com o delegado Bruno Germano, o pai de Arthur Davi relatou em depoimento à Polícia Civil de Florianópolis, Santa Catarina, que estava endividado e, por isso, decidiu matar o próprio filho para não precisar pagar mais a pensão alimentícia da criança, que custava em torno de R$ 1,8 mil.
Ainda segundo o delegado Bruno Germano, o pai do menino também teria afirmado ter matado a criança para “se livrar da dívida”. Os depoimentos de Davi Piazza foram recebidos pela Polícia Civil da Paraíba.
“Nós recebemos os depoimentos da Polícia de Florianópolis do procedimento realizado lá e ele confessou à Polícia Militar que tinha matado a criança num apartamento por meio de asfixia. E o laudo saiu hoje também, foi comprovado que foi a asfixia mesmo. Ele levou o corpo do menino até o terreno baldio. Segundo ele, estava apertado financeiramente, pagava religiosamente todo mês, em torno de R$ 1.800 de pensão, e decidiu vir pra cá pra matar a criança, pra se livrar dessa dívida. Segundo ele, né? Uma motivação totalmente fútil”, afirmou o delegado à rádio CBN João Pessoa.
Motorista que buscou o pai no local da desova do corpo foi ouvido
Um motorista de aplicativo que buscou Davi Piazza Pinto em uma área de mata no bairro do Colinas do Sul, na última sexta-feira (31), foi ouvido pela Polícia Civil nas investigações do caso da morte da criança.
Segundo o delegado Thiago Cavalcanti, responsável pelas investigações, dois motoristas foram responsáveis por levar e trazer o suspeito do local de desova do corpo do garoto após o homicídio, ambos enquanto realizavam o serviço no aplicativo. O que foi ouvido disse que fazia viagem de rotina e ele mesmo se apresentou para prestar esclarecimentos.
O homem procurou a polícia após, segundo as investigações, ter visto a foto do homem que confessou ter cometido o crime na televisão e reconhecer que realizou uma viagem pelo aplicativo. O motorista que levou o homem para o local de desova ainda não foi localizado.
“Ainda não concluímos as investigações, precisamos obter outras informações para entender toda a dinâmica do crime, mas ele retornou com o motorista por aplicativo, onde ele enterrou a criança, até o imóvel que estava”, disse o delegado.
Corpo da criança foi enterrado em local próximo à mata
Corpo de criança é encontrado dentro de saco plástico em uma cova rasa, em João Pessoa — Foto: Flávio Fernandes/TV Cabo Branco
O corpo da criança foi encontrado, na noite do sábado (1º), em uma área de mata. Arthur Davi estava desaparecido desde a manhã de sexta-feira (31). Desde o início apontado como o principal suspeito, o pai da criança se entregou à polícia em Santa Catarina.
De acordo com informações da Polícia Civil, o homem havia viajado de Santa Catarina para a Paraíba com o argumento de ajudar nos cuidados do filho. A mãe da criança mora em João Pessoa e está em um novo relacionamento. O pai manteve contato com ela e pediu para se encontrar com o menino, o que aconteceu no bairro de Manaíra, zona leste da capital paraibana.
“O pai esteve aqui [em João Pessoa] na quinta-feira, na sexta ele recebeu a criança para curtir momentos em família. Ele tinha combinado com a mãe de levar a criança para passar um tempo [com ele] em Florianópolis. [A mãe] começou a falar com ele, perguntar sobre o filho, e ele dizendo que estava tudo bem. Não enviava fotos. Quando hoje [domingo], ele, arrependido, ligou para ela, informando que tinha matado a criança, o local onde tinha ocultado o cadáver e se entregou à polícia de Florianópolis”, disse o delegado Bruno Germano.
Davi levou o corpo até o bairro Colinas do Sul, onde o enterrou nas imediações de uma antiga fábrica abandonada. O corpo foi encontrado dentro de um saco plástico preto, parcialmente coberto por terra, em uma cova rasa.
De acordo com o Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte de Arthur Davi foi asfixia por sufocação. Outros exames, como o toxicológico, também foram feitos, mas os resultados ainda não saíram. O corpo foi liberado para os familiares ainda no domingo (2). A criança foi enterrada na segunda-feira (3).
Mãe disse que pai queria se aproximar de filho
Mãe sobre caixão do filho, menino de 11 anos que foi morto asfixiado pelo pai, em João Pessoa — Foto: Karine Tenório/TV Cabo Branco
Aline Lorena, mãe da criança morta, disse para a TV Cabo Branco, na manhã da segunda-feira (3), durante o enterro do menino, no Cemitério do Cristo Redentor, em João Pessoa, que não esperava que a morte do filho acontecesse quando concordou com a aproximação do pai com o a criança, a pedido dele próprio.
Ela contou que deixou pronto tudo o que o filho precisaria durante o período em que ficaria com o pai e que pediu para que o homem a avisasse caso a criança apresentasse algum sinal de irritação enquanto eles estivessem juntos.
“Tudo foi muito combinado. A gente conversou, eu sentei com ele. Um dia antes eu expliquei: ‘cara, o Arthur é assim, ele come assim’, eu passei no mercado, comprei o que ele gostaria de comer. Arrumei a roupinha dele, falei: ‘ele vai viajar com tal roupa, tem o fonezinho abafador, como ele é uma criança autista, pode ser que ele se irrite no caminho, mas me avisa, ele tem horário de ir no banheiro, ele tem as coisinhas dele’…”, contou Aline Lorena, mãe da criança.
A mãe contou ainda que chegou a ir ao encontro do pai com o menino e que se disponibilizou para ajudá-lo, devido à condição de autismo que a criança tinha, que poderia ser um fator que causasse alguma dificuldade para o pai da criança em termos de cuidados específicos que ele deveria fornecer.
“Deixei tudo certo. Deixei o menino alimentado, dei banho, ainda quis ficar mais um tempo, mas ele [o pai da criança] falou: ‘não, pode ir que eu cuido, eu preciso conviver’. Não passava pela minha cabeça o que ia acontecer. Não tem justificativa. O Arthur foi uma criança incrível, nasceu de 5 meses, 800 gramas. A gente batalhou a vida inteira por ele. O que aconteceu só cabe à Justiça agora”, disse Aline.
O caso ainda não é tratado como concluído pela Polícia Civil que tenta saber mais da dinâmica da morte e colher depoimentos de testemunhas.
Um professor de 53 anos foi agredido com nove socos por um pai dentro do Centro Educacional 4 do Guará, no Distrito Federal, na manhã desta segunda-feira (20), após pedir que uma aluna parasse de mexer no celular durante a aula.
O pai foi identificado como Thiago Lênin Sousa e deve responder pelos crimes de lesão corporal, injúria e desacato. Câmeras de segurança registraram a agressão.
As imagens mostram o momento em que o homem entra na sala de coordenação e dá uma sequência de socos na cabeça do educador, que tenta se proteger antes de o agressor ser contido por outros funcionários.
Nas imagens ainda é possível ver a filha do agressor tentando separar a briga e aplicando um “mata-leão” no próprio pai para impedir que ele continuasse as agressões.
Além da filha, outras três estudantes presenciaram as agressões.
Segundo o professor, a agressão aconteceu depois que ele chamou a atenção da aluna – que se recusava a copiar o conteúdo do quadro.
“Eu falei que não era para mexer no celular e era para copiar o conteúdo. Ela deve ter chamado o pai, e ele foi à escola tirar satisfação comigo”, relatou o educador. O professor ficou com olho roxo e hematomas nas costas após a agressão.
Agressor vai responder por lesão corporal, injúria e desacato
O agressor, identificado como Thiago Lênin Sousa, foi levado para a 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), onde assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) — usado para crimes de menor potencial ofensivo.
Ele vai responder em liberdade por lesão corporal, injúria e desacato.
Em depoimento, o homem afirmou que a filha ligou dizendo que o professor teria xingado a estudante e admitiu que “partiu para cima” do professor, mas negou ter feito ameaças.
Em nota, a Secretaria de Educação do DF informou que a Coordenação Regional de Ensino do Guará está acompanhando o caso e que a Corregedoria da pasta vai apurar os fatos.
A secretaria também acionou o Batalhão Escolar para reforçar a segurança na entrada e saída dos alunos nos próximos dias.
“A Secretaria repudia qualquer forma de violência no ambiente escolar e reafirma o compromisso de garantir um espaço seguro, acolhedor e respeitoso para toda a comunidade”, diz o comunicado.
Pai de adolescente que morreu durante jogo de futsal em Pouso Alegre pede inclusão de primeiros socorros nas escolas – Foto: redes sociais
O pai do adolescente de 17 anos que morreu após passar mal no fim da tarde do último dia 16, durante uma partida de futebol em Pouso Alegre (MG), no Sul do estado, utilizou suas redes sociais para fazer um apelo. Vitor Oliveira disse que é necessária “uma lei o mais rápido possível para garantir na grade do ensino fundamental a matéria de primeiros socorros”.
Vitor Anastácio Neto passou mal quando jogava futsal na quadra do Ginásio Bandolim, localizada na região central da cidade. Testemunhas relataram que Vitor caiu de repente. Ele conseguiu se sentar, mas, em seguida, teve uma crise convulsiva e sofreu uma parada cardiorrespiratória.
O adolescente foi levado para o Hospital das Clínicas Samuel Libânio e morreu pouco depois de dar entrada na unidade de saúde. A princípio, a causa da morte é tratada como mal súbito.
“Infelizmente, todos os jovens que estavam na quadra ficaram desesperados e sem saber o que fazer, sem saber identificar o que estava acontecendo com meu filho. Ficaram nervosos, com medo e em choque, pois queriam ajudar, mas não sabiam como. O que estava ao alcance deles, eles fizeram, que foi pedir socorro”, escreveu o pai em seu perfil no Facebook, no último domingo (19/10).
A partir daí, Vitor Oliveira defendeu a necessidade de haver a matéria de primeiros socorros nas escolas públicas do país e chamou a atenção dos governos municipal e estadual para avaliação do tema.
“O que a minha família está passando, não desejo à família de ninguém. O luto é de todos nós. Amanhã pode ser o filho de alguém. Compartilhem este post e me ajudem a chegar às autoridades competentes”, concluiu.
A mãe do menino, de 6 anos, que morreu atropelado pelo próprio avô, em uma estrada na zona rural de Fortaleza de Minas (MG), gravou um vídeo contando sobre o ocorrido. Segundo a mulher, seu pai, o avô da criança, possivelmente possuía intenção de fazer ‘algum mal’ para seu filho ou marido.
”O Neno (pai da criança), começou a dar distância do meu pai. Quando o Donizette (avô da criança) viu o Neno dando essa distância, parece que ele já foi com a intenção de fazer mal para os dois, para um dos dois”.
De acordo com a mãe da vítima, ela ainda tentou alertar o autor, para que diminuísse a velocidade do veículo.
”Eu falei para ele três vezes ‘pai para, o seu carro está sem freio’. Já estava sem freio, ele estava apalpando no freio, não estava pegando direito. E o Donizette é muito carinhoso com o carro dele na estrada, ele pega um amor em bens materiais, mais do que nos próprios filhos dele. Na estrada de terra ele pegou uma velocidade que era para acontecer isso, com algum dos dois”.
A mulher ainda confirmou que seu pai havia ingerido bebida alcóolica antes do ocorrido. ”Eu entrei no carro e já vi que o Donizette já estava alcoolizado”.
O atropelamento
”Meu pai é um monstro”: mãe do menino de 6 anos que morreu após ser atropelado pelo avô em Fortaleza de Minas fala sobre o ocorrido – Foto: redes sociais
A vítima, um menino de 6 anos, morreu atropelado na última segunda-feira (18), na zona rural de Fortaleza de Minas. A criança estava sobre o tanque de uma motocicleta, conduzida pelo pai, quando o veículo foi atingido por um Volkswagen Gol. Ele caiu e foi atropelado.
O pai da criança, que é caseiro em uma fazenda, estava na motocicleta Honda CG 125, e levava seu filho sobre o tanque, em uma estrada vicinal. O avô do menino e sogro do pai, conduzia o automóvel logo atrás quando colidiu contra a motocicleta.
A criança foi socorrida e encaminhada ao Pronto Atendimento em Itaú de Minas (MG), mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
De acordo com informações, o avô fugiu do local, mas foi localizado em sua residência em São Sebastião do Paraíso (MG) e confessou ter ingerido bebida alcoólica. Ele foi preso em flagrante.
O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Guaxupé e sepultado no Cemitério da Saudade, em São Sebastião do Paraíso, na manhã de terça-feira (19).
Sophia foi morta pelo pai, segundo a Polícia Civil — Foto: Reprodução/Instagram
Um homem matou a filha de 3 anos e se matou em seguida na madrugada do último domingo (8), segundo a Polícia Civil. O caso aconteceu no bairro Jardim das Margaridas, em Rio Verde, sudoeste de Goiás. O homem ainda teria mandado fotos do crime para um amigo.
O delegado Adelson Candeo disse que o pai da criança, Cristiano Alves Silva, tinha se separado da esposa e enviou uma mensagem a um amigo dizendo que a filha não ficaria com mãe. O amigo foi à casa de Cristiano, mas encontrou a porta trancada e a criança gritando por socorro.
A menina, identificada como Sophia, foi encaminhada a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Entretanto, a criança não resistiu aos ferimentos.
O relacionamento de Cristiano com a mãe da criança teria acabado há três meses e a guarda da criança era compartilhada.
Sophia foi morta pelo pai, segundo a Polícia Civil — Foto: Reprodução/Instagram
Uma menina de 3 anos foi resgatada em estado de desnutrição na sexta-feira (2), em Rio Claro (SP). O pai, de 36 anos, foi preso por maus-tratos e alegou que ele e a criança não se alimentavam há pelo menos 40 dias. A criança está internada e passa bem.
Mandado judicial
O Ministério Público investigava o caso depois que avó materna não conseguia mais contato com o pai para visitar a menina, em um condomínio no Jardim Portugal. A Justiça expediu um mandado para a visita.
Guardas municipais, um representante do Conselho Tutelar e oficiais de justiça foram ao local e encontraram a criança debilitada.
Ela estava de fralda em uma cama, com desidratação, sinais de desnutrição, com ossos aparentes e pesando 8 quilos. O local também estava sujo e não havia alimentos.
O pai também estava no local e também em estado de desnutrição. Ele disse que decidiu ficar sem alimentação até que ambos morressem. A motivação ainda não foi esclarecida.
Criança passa bem
A criança foi socorrida pelos guardas, levada para a Unidade de Pronto-Atendimento do Cervezão e depois transferida para o Pronto-Socorro Nossa Senhora de Lourdes, onde permanece internada.
A unidade informou que a menina chegou com negligência alimentar e desidratada. Ela está sob cuidados de médico, psicólogo, fonoaudiólogo e nutricionista e passa bem.
O homem também foi atendido e depois levado ao Plantão Policial, onde foi preso em flagrante por maus-tratos. A mãe da criança já é falecida e a avó materna tenta na Justiça a guarda da menina.
Pai foi solto
A promotoria de Justiça do Ministério Público de Rio Claro (SP) entrou com recurso contra a decisão que concedeu liberdade provisória ao pai. O promotor Cássio Sartori considera que houve tentativa de homicídio.
A menina está internada na Santa Casa e respondendo bem ao tratamento e já ganhou 2 quilos, informou o hospital nesta segunda-feira (5).
O pai de 36 anos foi solto após passar por audiência de custódia no sábado (3). O nome dele não foi divulgado.
Tentativa de homicídio
Para o promotor Cássio Sartori, o pai deve ser preso preventivamente. De acordo com a promotoria, trata-se de uma tentativa de homicídio, pois o pai tinha o dever de alimentar a filha e, consequentemente, evitar o resultado morte.
No recurso, Sartori cita ações em tramitação na Vara de Família apontando que o pai impedia aproximações entre a menina e a avó materna.
Em Paracatu, o corpo de um homem de 22 anos, que ficou desaparecido durante o fim de semana, foi encontrado pelo próprio pai. A vítima teria morrido em um acidente de moto, depois de uma festa.
Ainda no sábado (6), o jovem, que morava na zona rural de Paracatu, saiu em direção à residência de um amigo, em uma fazenda vizinha. Ele percorreu cerca de quatro quilômetros.
No entanto, na manhã de domingo (7), o pai do desaparecido ficou preocupado, pois ele não avisou que passaria a noite fora de casa e não havia notícias dele. Para piorar a situação, o amigo que o filho visitou informou que ele havia deixado a festa entre a noite de sábado e a madrugada de domingo.
O pai passou a fazer buscas pela região. Foi refazendo os possíveis caminhos que o filho poderia ter tomado que ele foi encontrado. A moto da vítima estava caída às margens da rodovia MG-188, o que indicou a possibilidade dele estar próximo dali.
O corpo do filho, então, foi visto na altura do KM 198 da rodovia, mas em um buraco. Isso pode ter impossibilitado que outras pessoas percebessem o acidente e avisassem à polícia.
A maior probabilidade é que a vítima tenha saído da pista em um bifurcação da MG-188 e caído da moto, morrendo na hora.
Na festa em que ele esteve, o homem teria consumido bebidas alcoólicas.
Uma criança foi atingida acidentalmente por uma arma de pressão em uma propriedade rural de Fortaleza de Minas (MG). Por volta das 18h da última quarta-feira (08), a PM foi acionada para comparecer na Policlínica Central , onde tinha dado entrada uma criança de 8 anos com uma perfuração no tórax por uma bala de espingarda de pressão por mola.
A PM realizou levantamentos e ficou sabendo que o pai da criança estava fazendo a limpeza da arma popularmente conhecida por espingarda de chumbinho, e, em dado momento, ele atingiu o filho na região do tórax.
O chumbinho ficou alojado perto do coração e a criança foi levada para a Santa Casa de Misericórdia de Passos, onde permanece sob cuidados médicos.
A Polícia Militar alerta para o manuseio desse tipo de arma. Elas são vendidas pela internet e não há necessidade de qualquer autorização, até mesmo para a prática de esportes.
Todo cuidado é pouco: devem ser guardadas em locais longe de crianças, desmuniciadas e apontando o cano das armas para um lugar verdadeiramente seguro quando estiver fazendo a limpeza.
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