Passense representa o Brasil na Conferência de Ministros da Justiça dos países Ibero-Americanos – Foto: arquivo pessoal
A cidade de Passos foi representada em um importante evento internacional da área jurídica na última semana. A servidora pública Débora Pollo, integrante do Ministério da Justiça e Segurança Pública do Brasil, participou da Conferência de Ministros da Justiça dos Países Ibero-Americanos, realizada na Cidade do Panamá.
O encontro reuniu autoridades e representantes governamentais de diferentes países para debater políticas públicas e mecanismos de cooperação jurídica internacional voltados ao fortalecimento dos sistemas de justiça. Durante as discussões, Débora integrou a delegação brasileira e chegou a ocupar lugar à mesa de debates ao lado de representantes de outras nações, oportunidade em que apresentou e defendeu as posições do Brasil no evento.
Ao término da conferência, os países participantes aprovaram o texto da Convenção Iberoamericana de Acesso à Justiça. O documento estabelece um compromisso conjunto entre as nações envolvidas para ampliar o acesso da população aos sistemas judiciais, com atenção especial às pessoas em situação de vulnerabilidade, além de incentivar a construção de estruturas mais inclusivas e sensíveis às demandas sociais.
Filha de Marcos Pollo e Leonia Pollo, Débora é natural de Passos e construiu sua formação educacional na própria cidade. Durante a infância e adolescência, estudou na escola de sua tia, Lurdes Sanches, e também no Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Minas Gerais, instituições que fizeram parte de sua trajetória acadêmica.
A presença da passense em um evento internacional desse porte foi recebida como motivo de orgulho para a cidade, ao ver uma de suas cidadãs representar o país em um espaço de diálogo entre diferentes nações. Após retornar da conferência, Débora destacou a satisfação com os resultados alcançados e ressaltou a importância do avanço das discussões voltadas ao fortalecimento do acesso à justiça nos países ibero-americanos.
Passense representa o Brasil na Conferência de Ministros da Justiça dos países Ibero-Americanos – Foto: arquivo pessoal
Chef passense conquista medalha de ouro em evento gastronômico na Europa – Foto: arquivo pessoal
O talento da cozinha mineira ultrapassou fronteiras e ganhou reconhecimento internacional. O chef de cozinha Takay Sousa, natural de Passos (MG), brilhou durante o evento “Best Gastronomia”, realizado entre os dias 7 e 14 de fevereiro na França, e conquistou a medalha de ouro com um prato típico da culinária de Minas Gerais.
Representando o Brasil e levando no cardápio os sabores, aromas e tradições mineiras, o chef encantou o público e os jurados com uma proposta que uniu técnica, identidade cultural e afeto — características marcantes da gastronomia do interior de Minas.
Além das apresentações na França, o evento também envolveu atividades realizadas em empresas na Alemanha e na Suíça, ampliando ainda mais o alcance da culinária brasileira no cenário europeu. Ao final da programação, Takay voltou para casa com a medalha de ouro na bagagem e o orgulho de ter representado sua cidade e seu país.
Mesmo enfrentando temperaturas abaixo de zero durante a estadia na Europa, o chef mostrou que o calor da cozinha mineira é capaz de aquecer qualquer ambiente. Entre compromissos profissionais, ele ainda encontrou tempo para viver a experiência do inverno europeu — literalmente “entrando numa gelada”.
A conquista reforça o potencial da gastronomia regional como instrumento de valorização cultural e projeção internacional. Para Passos, fica o orgulho de ver um talento da terra levando o nome da cidade para o mundo, com dedicação, comprometimento e amor pela profissão.
Chef passense conquista medalha de ouro em evento gastronômico na Europa – Foto: arquivo pessoalChef passense conquista medalha de ouro em evento gastronômico na Europa – Foto: arquivo pessoalChef passense conquista medalha de ouro em evento gastronômico na Europa – Foto: arquivo pessoalChef passense conquista medalha de ouro em evento gastronômico na Europa – Foto: arquivo pessoal
Escritor passense comemora premiação pelo livro ‘O Bicho’ – Foto: arquivo pessoal
O escritor, tradutor e professor passense, André L. Nascimento, autor do livro “O Bicho”, ficou em 3º lugar na categoria Distopia/Fantasia, na 6ª edição do Prêmio Ecos da Literatura, evento que valoriza a cultura e os talentos da escrita. O resultado foi divulgado neste mês.
“Essa premiação mostra o quanto nosso trabalho de anos finalmente está sendo reconhecido, além de abrir portas para que sejamos conhecidos pelo público e editoras. Este é o segundo prêmio de ‘O Bicho’. Em 2024, ele ficou entre os 10 melhores livros nacionais da Rolling Stone Brasil. Imaginar que um menino que cresceu na fazenda, sozinho, taxado como estranho por todos, que pensavam apenas coisas horríveis, conseguir colocar um livro seu em uma das maiores revistas do mundo é muito gratificante”, comemora.
A obra é baseada no poema, de mesmo nome, do escritor Manoel Bandeira. “Durante a pandemia, queria escrever algo mais íntimo e maduro. Eu já tinha um livro lançado, ‘O Coelho’, também premiado pelo Ecos. Então, veio a história da Dakota, uma cadela vira-lata em um mundo onde animais produzem humanos em larga escala em granjas e jaulas. Dakota resolve infiltrar-se pelo governo e vive uma aventura nos moldes 007 e Missão Impossível, entre romances e mistérios, para tentar mudar a realidade do seu mundo”, conta o autor.
André afirma que sempre gostou de ler, desde a alfabetização, ficava ansioso por receber novos livros da professora e imaginava as histórias, já que quase tudo para ele era visual.
“Lembro que usava os cadernos escolares para reescrever minhas versões de filmes que eu amava, como ‘O Parque dos Dinossauros’, ou criar meus roteiros de animes. A escola vivia chamando minha atenção, por não ter mais matéria. Uma vez, roubei um livro da biblioteca, e a, muito conhecida de todos, Dona Sílvia Helena Reis, mandou chamar meus pais. Eu queria muito ficar com aquela história, de uma borboleta azul, para mim. Então, arranquei todos os desenhos e meu pai teve que pagar o livro”, recorda.
Para ele, o ato de escrever foi a salvação. “Hoje estou aqui graças a esse dom. Por volta dos 14 anos, com a dificuldade de aceitação na família, na escola. descobrindo-me uma pessoa homoafetiva, o bullying e a constante imagem de que eu era feio e havia algo de errado comigo, vieram os pensamentos de findar a própria vida. Mas minha imaginação acabava me carregando para meus mundos imaginários e eu enganava o cérebro. Criava mapas, galáxias, monstros, desenhava, escrevia músicas (tocava violão e era fã de Senhor dos Anéis e Star Wars)”, ressalta.
“Não existe escritor que não seja leitor. Todos os dias me obrigo a ler, pelo menos, 10 páginas. Sempre estou com algo na mão, de papel, pois detesto livro de plástico e vidro (Kindle). Além disso, é preciso estudar. Escrever não é só talento, é técnica, é como o trabalho de um jogador de futebol (com a diferença de que, no Brasil, eles valem muito mais que um escritor)”, completa.
André revela que o terceiro projeto já está em andamento. “Agora, entra o trabalho da editora. Estou pronto para retornar ao público jovem com um romance/terror cheio de vampiros e aventura”, informa.
O livro “O Bicho” está disponível para vendas desde junho de 2024, e pode ser adquirido em @amazonbrasil e @editoraflyve. André é graduado em Matemática pela Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg), Letras pela Universidade Metropolitana de Santos (Unimes) e pós-graduado em Ensino de Língua Inglesa pela Cruzeiro do Sul/Universidade de Franca (Unifran).
Premiação
O Prêmio Ecos da Literatura, foi idealizado pelo autor e pesquisador Wellington Budim, em 2018, abrangendo 24 categorias, entre físico e digital, sendo 21 elegíveis por voto popular e três por uma comissão julgadora. Cada escritor pode concorrer em até três categorias. Ao longo desses seis anos, o prêmio atingiu autores de todo o Brasil, chegando à 24 estados mais o Distrito Federal com um total de 118 autores premiados, 965 obras inscritas e divulgadas e mais de 100 mil votos.
Escritor passense comemora premiação pelo livro ‘O Bicho’ – Foto: arquivo pessoal
Escritor passense comemora premiação pelo livro ‘O Bicho’ – Foto: arquivo pessoal
Passense Michele Sampaio vence o MuscleContest Sudeste em Franca – Foto: divulgação
A atleta de fisiculturismo e personal trainer Michele Sampaio, estreou no fisiculturismo no último sábado (23), no espaço Grenn Hall em Franca (SP) e já conquistou diversos prêmios.
Ela participou da categoria Figure (estreante) e conquistou o Top 1 na categoria Figure Estreante e Top 1 na categoria Overall.
Além de Michele, outras atletas de Passos (MG) participaram da competição e todas ocuparam o Top 1 em suas modalidades.
Atualmente a atleta conta com o apoio do Coach Lucas Reis e treina diariamente na One Academia e no Espaço Força e Vida do Fabiano Justino.
Passense Michele Sampaio vence o MuscleContest Sudeste em Franca – Foto: divulgação
Astério Moreira de Santana Neto e Marcelo Henrique Silva, vencedores do 1º Prêmio Alta Literatura Foto: Divulgação
O Grupo Editorial Alta Books acaba de anunciar os vencedores da primeira edição do Prêmio Alta Literatura. Astério Moreira de Santana Neto ganhou a categoria não estreante com o livro A Morte da Finada, de realismo mágico. Já o médico passense Marcelo Henrique Silva conquistou a categoria estreante com o romance histórico Sangue Neon.
Além da publicação das obras, o autor não estreante recebe um prêmio de R$ 60 mil, enquanto o estreante recebe R$ 20 mil. Neste segunda categoria, outros dez selecionados ganham uma oficina de escrita criativa. São eles: Adriane Garcia Pereira, Ana Maria da Silva Souza Rodrigues, Angela Issler Marsiaj, Carla Íria Perim Guerson, Guilherme Augusto Trigo Doin, João Matias de Oliveira Neto, Jordão Alves da Cruz Filho, Paulo Furnari Gama, Pedro Felipe Wosch de Carvalho, Raphael Geraldo Gomes
Ao todo, foram 850 inscrições, 60% homens e 40% mulheres. Os jurados da categoria não estreante foram Natalia Timerman, Socorro Acioli e Jeferson Tenório. Já os jurados que avaliaram os livros de estreantes foram Eliane Robert Moraes, Luiz Antonio de Assis Brasil e Luiz Ruffato.
Em comunicado à imprensa, Rodrigo de Faria e Silva, que idealizou o concurso com o CEO da Alta Books, Gorki Starlin, disse que a premiação “foi um sucesso tanto pelo número de inscritos quanto pela qualidade das obras submetidas, mostrando que a produção literária contemporânea brasileira está a todo vapor.”
VENCEDORES
Marcelo Henrique Silva nasceu em Passos, mas hoje mora em Belo Horizonte. É médico e atuou na linha de frente durante a pandemia de covid-19. Tem como foco o cuidado de grupos vulneráveis, minorias e pacientes oncológicos.
Sangue Neon é ambientado entre os anos 1970 e 1990, quando a epidemia de aids chegou ao Brasil. Inspirado em eventos reais, ele segue diferentes personagens que se cruzam na luta contra a doença e a discriminação sofrida naquele período.
Astério Moreira de Santana Neto nasceu em 1992 em Tucano, município do sertão baiano. Além de escritor, é advogado, formado em Direito pela Universidade do Estado da Bahia. Seu primeiro livro, Desgosto, foi publicado em 2022 pela editora Mondrongo e retrata uma vila na Bahia cujos habitantes sofrem de uma epidemia de desgosto.
A Morte da Finada, livro que ganhou o prêmio, segue a história de uma jovem do sertão nordestino que conta sua vida a partir dos acontecimentos que levaram à sua morte. A obra aborda a experiência da mulher em um sertão marcado por “machismo, opressão financeira, religiosidade, superstição e moralismo severo.”
LEIA TRECHO DE SANGUE NEON:
“Antes do bisturi havia o corpo. Depois, o objeto. Uma vez abertas as fibras superficiais da pele e do tecido subcutâneo e expostos os feixes vásculo-fibrosos de acordo com a habilidade de dissecação do anatomista, não havia mais pessoa havia página. Era carne que se descortinava ao conhecimento como folhas de um livro definitivo. O que se deitava na maca não era alguém, mas algo. E como todo algo: passível de ser manuseado. Um brinquedo de montar e desmontar com instruções complicadas e peças redundantes. Para cada parte, um código sofisticado a ser decifrado. Naquele estudo havia um roteiro específico a se seguir: localizar o plexo e identificar seus componentes com alfinetes coloridos. Era preciso muito cuidado: um movimento errado, um apertar indelicado e o tecido se rebenta e se perde, torna-se inútil. E o que um dia foi corpo e depois se tornou objeto, torna-se por fim nada.
Míseros alunos àquele tempo, incomodavam-se somente com o bafo ácido do formol que lacrimejava pelas córneas e sugava a umidade das pontas dos dedos, como um veneno devorando tônus e impressões digitais. As figuras desenhadas pelos atlas eram comparadas com as peças expostas quase como quem compara uma obra de arte com o mundo real. Cada grupo de seis estudantes se reunia ao redor do corpo designado para si. Ouviam com atenção as demonstrações dos monitores e fingiam tomar notas. Grafites riscavam papeis em vão.
O plexo braquial era uma malha de troncos nervosos sob a axila que ora se ramificavam ora se confluíam à medida que ganhavam o membro, carregando em suas bainhas o que um dia foi uma intensa corrente elétrica que fazia aquele corpo levantar os braços, dançar e abraçar. Que conduziam aquelas pernas pelas ruas, que doía, que dava prazer e sentia medo. Somente meninos, não pensavam nessas coisas. O objetivo era decifrar o mistério do plexo e nada além. Alguns desenhavam, outros faziam esquemas e mnemônicos e uns simplesmente aceitavam: há coisas que não se podem entender. Depois da prova nem sabiam mais por onde andava o tal plexo e já procuravam decorar o próximo tópico da ementa.
Os monitores eram sempre os últimos a deixar o anatômico, guardiões responsáveis por organizar as pranchetas e recolher as peças. Saíam os calouros todos rapidamente, tinham fome e sede, queriam comer o ar, jogar água na cara e lavar o cabelo. Queriam ver gente viva e se sentirem vivos por ainda não estarem dissecados, por ainda não serem páginas. A padiola rangeu e ela olhou, curiosa. A maca possuía duas alças articuladas em aço inox, facilitando o manuseio do cadáver para a carga e descarga daqueles corpos no tanque.
Não aquele, mas aquilo, como toda matéria, como toda substância. Ordinária em vida, infundado conjunto de células e tecidos e sistemas e organismos desprovidos de significado, a não ser o que faziam de si mesmos. Mas que depois de dissecada era enfim útil, tornava-se nobre, conveniente, ganhava status divino. A peça sobre a qual se extraía a dádiva do aprendizado.
A caloura arriscou perguntar quem era, tentando imputar alguma essência à ideia de identidade. O monitor olhou confuso para a face das duas figuras femininas, a viva e a morta, como se comparasse os traços e tentasse identificar assimetrias. Depois estacionou a visão sobre a genitália _ da morta, não da viva _ ocultando um sorriso cínico de quem faz uma descoberta. Não moça, era uma traveca, viviam matando e morrendo.
A figura sorriu _ a viva, não a morta _ e rezou para que seu caminho nunca se cruzasse com uma daquelas _ viva”. (Observo)
Imagem: Divulgação | Assessoria de imprensa do cantor Vander Jr.
O cantor Vander Jr., natural de Passos (MG), lançou na última sexta-feira (15) seu primeiro DVD, contendo inclusive sua nova música de trabalho ‘Eu Não’, que já está caindo no gosto dos fãs. Atualmente, Vander reside em Ribeirão Preto (SP).
Aos 25 anos de idade e 11 de carreira, este é o primeiro trabalho de grande expressão do artista, que já havia lançado à alguns anos atrás o single “Povinho Falador”, que bombou na região do sudoeste mineiro.
Além do hit ‘Eu Não’, que já possui mais de 50 mil visualizações no YouTube, o projeto conta com releituras de grandes sucessos de artistas consagrados como Roupa Nova, João Neto e Frederico, Luan Santana, KLB e muito mais.
O passense vem se destacando na região de Ribeirão Preto, palco de diversos artistas da música, teatro e televisão.
A obra está disponível em todas as plataformas de áudio digitais, como Spotify e Deezer. Os clipes oficiais você pode conferir no canal do artista no YouTube.
O motorista de aplicativos Fábio Júnior de Oliveira, de 42 anos, natural de Passos, com família em Itaú de Minas e morador de Poços de Caldas, reuniu dinheiro em vaquinha virtual e partiu para a Ucrânia para integrar a Legião Internacional de Defesa Territorial da Ucrânia, uma unidade militar formada por estrangeiros que queiram combater os russos no país.
Chegou pela Polônia e integra uma base militar onde atua como tradutor da língua inglesa para os demais de língua hispânica durante os treinamentos de guerra de que participa.
Ex-militar, sargento formado pela Escola de Formação de Soldados, Fábio diz que sempre foi treinado para acudir o país em caso de necessidade. Assim que viu que a Ucrânia estava recebendo homens voluntários com experiência, ele não pesou duas vezes e resolveu ir.
“Entrei em contato com a Embaixada da Ucrânia na Polônia e recebi um e-mail deles confirmando o meu alistamento. Eu devo ir para a Cracóvia e lá tem um hotel da Legião Ucraniana esperando os voluntários”, disse há um mês, antes de ir.
Depois cruzou até à Ucrânia de caminhão do Exército porque o espaço aéreo está tomado.
Chegou em solo ucraniano na última sexta-feira (15), em Yavoriv, que já foi bombardeada. “Eu estou fazendo o mesmo treinamento de combatente, vou pro combate do mesmo jeito, só que eu estou fazendo as traduções de inglês, porque tudo aqui é em Inglês e ucraniano. E aqui nós temos um grupamento hispânico e português. São Pessoas que vieram para cá como voluntárias, exatamente como eu, só que não falam a língua inglesa”, conta.
Brasileiros dispensados por causa de Bolsonaro
A base militar onde Fábio está agora fica quase na divisa com a Polônia. “Aqui estamos em treinamento e não vimos nada demais. O que aconteceu de chato aqui hoje nessa base foi que nove brasileiros foram mandados embora anteontem porque os ucranianos cobraram uma postura em relação ao presidente, pelas posições dele no G-20. Hoje, se eu não tivesse sido firme e dissesse que as posturas dele não nos interessam e que estávamos ali para guerrear seriamente, seríamos mandados embora também”, conta.
Quatro soldados voluntários brasileiros conseguiram ficar nesta base, além de Fábio.
Aconteceu no último sábado (14), o Amistoso entre o Passense e São José da Barra. O jogo, que teve a arbitragem comandada por Maguila, Paulista e Helinho, começou às 15h e aconteceu no ‘’Campão de Furnas’’, no bairro de Furnas, em São José da Barra (MG).
A equipe dos donos da casa, que foi comandada pelo goleiro Geovani (Mamão), contou com a participação dos jogadores Elias, Luiz Felipe, Maylon, Cuia, Welton, Douglas, Paulo, Fernando, Wellington, Mateus, Patrick, Chacal, Pedro, Alex, Gustavo e Marcos Túlio.
Na escala do Passense fizeram parte do time os jogadores Pedro, Ricardo (Talisson), João Pedro, Moisés, Mateus, Ceará (J.V Maranhão), Igor (João Victor), Ricardo (Gabriel Doli), Eric Japa, Alemão (Paraíso) e Gustavo.
Comissão Técnica do Passense
Técnico: Rogério Santos. Preparo Físico: Professora Rafaela. Massagista: Daniel. Mordomo: Alan. Gerente de Futebol: Professor Edson Ruffino.
O placar ficou 3×1 para o time de Passos. Gustavo, Igor e João Victor foram os responsáveis pelos três gols do Passense e Marco Túlio pelo de São José da Barra.
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