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Jornal Folha Regional

Pesquisa da Unifal aponta Passos entre as cidades com menor dívida por habitante no Sul de Minas

Pesquisa da Unifal aponta Passos entre as cidades com menor dívida por habitante no Sul de Minas – Foto: reprodução

Mesmo figurando entre os dez municípios com maior Produto Interno Bruto (PIB) do Sul de Minas, Passos apresenta um dos menores níveis de endividamento público por habitante da região. O dado faz parte de um estudo desenvolvido pela Universidade Federal de Alfenas (Unifal), que analisou a situação financeira das principais economias municipais do Sul do estado.

A pesquisa avaliou os municípios de Extrema, Pouso Alegre, Poços de Caldas, Varginha, Alfenas, Itajubá, Passos, Três Corações, Lavras e Guaxupé, comparando o tamanho da economia local com o volume da dívida pública dividido pelo número de moradores. No caso de Passos, o levantamento aponta que o município se mantém entre aqueles com valores mais baixos de dívida per capita, ao lado de cidades como Pouso Alegre, Lavras, Guaxupé, Três Corações, Varginha e Extrema.

O contraste mais expressivo aparece em Poços de Caldas, que, apesar de estar entre os três maiores PIBs da região, lidera o ranking de endividamento por habitante, com uma média de R$ 2.707 por morador. Já Extrema, dona do maior PIB do Sul de Minas — estimado em cerca de R$ 13 bilhões —, registra o menor nível de dívida per capita entre os municípios analisados.

Outros exemplos citados no estudo reforçam que um PIB elevado não significa, necessariamente, baixo endividamento. Alfenas aparece com pouco mais de R$ 1.400 de dívida por habitante, enquanto Itajubá registra cerca de R$ 1.000. Varginha, com aproximadamente R$ 8 bilhões de PIB, apresenta quase R$ 900 de dívida per capita, e Pouso Alegre, segundo maior PIB da região, se destaca pelo baixo endividamento, com pouco mais de R$ 400 por morador.

Para o professor de Finanças Públicas da Unifal e um dos coordenadores do estudo, Cláudio Caríssimo, a análise da dívida municipal precisa ir além dos números absolutos. Segundo ele, nem todo endividamento representa um problema.

“O município ter uma dívida alta não necessariamente é uma condição desfavorável, porque a dívida pode decorrer também de investimentos. É o que chamamos de ‘dívida boa’, quando os recursos são usados para construir pontes, hospitais e outras estruturas que trazem benefícios diretos para a população”, explica.

Por outro lado, o professor alerta para a chamada “dívida ruim”, caracterizada pelo uso de recursos para custear despesas correntes, sem gerar retorno estrutural ou melhoria permanente nos serviços públicos.

O levantamento foi realizado por estudantes dos cursos de Administração Pública, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas, do campus da Unifal em Varginha, com base em dados do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, tendo como referência o ano-base 2024.

Além de mapear o endividamento, a pesquisa busca ampliar a transparência fiscal, ao transformar dados brutos em indicadores que facilitam a comparação entre municípios. A proposta é permitir que gestores públicos, eleitores e a população em geral compreendam melhor como as finanças municipais estão sendo conduzidas.

Segundo a Unifal, o estudo será encaminhado às prefeituras, incluindo a de Passos, e poderá servir como instrumento de apoio ao planejamento e à tomada de decisões das administrações municipais.

Agronegócio mineiro bate recorde e alcança PIB de R$ 235 bilhões em 2024

Agronegócio mineiro bate recorde e alcança PIB de R$ 235 bilhões em 2024 – Foto: reprodução

O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio de Minas Gerais somou R$ 235,0 bilhões em 2024, um crescimento nominal de R$ 20,5 bilhões em relação ao ano anterior. O avanço foi impulsionado principalmente pela valorização média de 10,2% nos preços dos produtos agropecuários, compensando a leve queda de 0,5% no volume real de produção.

Os dados foram apresentados nesta segunda-feira (30/6), em coletiva realizada pela Fundação João Pinheiro (FJP), Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e Sistema Faemg Senar, e já estão disponíveis no site da FJP.

A retração no volume produzido concentrou-se no núcleo das atividades primárias. Por outro lado, a agroindústria e os serviços relacionados ao agronegócio registraram crescimento real de 1,7%, demonstrando a força da cadeia produtiva como um todo.

O Valor Adicionado Bruto (VAB) das atividades agrícolas, pecuárias e florestais passou de R$ 61,8 bilhões em 2023 para R$ 70,0 bilhões em 2024. Já os demais elos do agronegócio — como agroindústria, comercialização, serviços e distribuição — evoluíram de R$ 152,7 bilhões para R$ 165,0 bilhões no mesmo período.

“Chamou nossa atenção a forte elevação dos preços de commodities agrícolas importantes para a economia de Minas Gerais”, afirmou o pesquisador Raimundo Leal, da FJP.

Na agroindústria, os destaques foram os segmentos de alimentos, bebidas, produtos do fumo, biocombustíveis, fertilizantes fosfatados e móveis, além de insumos como eletricidade e derivados de petróleo. Nos serviços, tiveram maior impacto as áreas de comercialização, alimentação fora do lar, alojamento e serviços financeiros.

“Esse resultado reforça a resiliência da agropecuária mineira. Mesmo com intempéries climáticas e oscilações na produção primária, o setor cresceu em valor graças à integração da cadeia produtiva — dos insumos ao consumidor. Isso reafirma o agro como um dos grandes motores da nossa economia”, destacou Antônio de Salvo, presidente do Sistema Faemg Senar.

O secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Thales Fernandes, também celebrou o desempenho:

“Os números mostram que 22,2% do PIB mineiro vêm do agro, setor que gera empregos, movimenta o comércio e fortalece a balança comercial. A FJP tem papel estratégico ao mensurar, com rigor, essa participação.”

Evolução histórica

As estimativas preliminares da FJP mostram a trajetória de crescimento do agronegócio no Estado:

2022: R$ 203,1 bilhões (22,4% do PIB estadual de R$ 906,7 bilhões)

2023: R$ 214,5 bilhões (22,1% do PIB estadual de R$ 969,2 bilhões)

2024: R$ 235,0 bilhões (22,2% do PIB estadual de R$ 1,058 trilhão)

PIB mineiro cresce 1,4% no primeiro trimestre de 2025, e estado aumenta participação na economia nacional

PIB mineiro cresce 1,4% no primeiro trimestre de 2025, e estado aumenta participação na economia nacional – Foto: divulgação

A economia mineira segue apresentando resultados positivos com a atração de investimentos e diversificação dos setores produtivos e, no primeiro trimestre de 2025, o Produto Interno Bruto (PIB) nominal do estado foi estimado em R$ 275,3 bilhões, com crescimento real de 1,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Com isso, a participação do PIB de Minas Gerais no PIB nacional foi de 9,1%, acima dos 8,8% registrados nos três primeiros meses de 2024. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (17/6), pela Fundação João Pinheiro (FJP), e apontam que o resultado se deve, especialmente, ao crescimento nos segmentos do comércio, transportes e indústrias de transformação.

“É com muita satisfação que nós vemos esses indicadores que revelam uma economia mineira cada vez mais dinâmica e robusta, o que significa mais emprego e renda para a população”, comemora o governador Romeu Zema.

No período, o setor de serviços respondeu por mais da metade da produção econômica (R$ 150,7 bilhões), seguido pelas indústrias (R$ 62,4 bilhões) e pelas atividades agropecuárias (R$ 27,1 bilhões). Assim, a economia mineira apresentou um aumento nominal de 13,3% em relação ao primeiro trimestre de 2024.

“Esse crescimento reforça a importância do trabalho do Governo de Minas no aumento da diversidade e competitividade da nossa economia”, afirma o secretário Executivo de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Sede-MG), Bruno Araújo.

Serviços e indústrias lideram crescimento

Na comparação interanual (entre os primeiros trimestres de 2025 e de 2024), houve expansão do volume de produção em todos os segmentos mais relevantes dos serviços para a economia estadual. Os destaques do setor foram a alta de 2,8% do comércio, 1,7% do transporte e 2,7% em outros serviços.

“Tivemos um bom desempenho da parte de serviços, o comércio também teve números favoráveis, na parte de supermercados, hipermercados, e também tecidos”, cita o pesquisador da Fundação João Pinheiro, Thiago Almeida.

A alta de 2% das indústrias de transformação – sobressaindo a fabricação de alimentos – manteve o crescimento de 0,8% das indústrias, apesar da redução de 3,5% no desempenho das indústrias extrativas nessa base de comparação.

Ainda na comparação com o mesmo trimestre em 2024, o valor adicionado do setor agropecuário apresentou queda de -5,6%; resultado que, segundo a FJP, se deve sobretudo à queda nas produções de banana, tomate, feijão e batata-inglesa e, principalmente, ao segmento de extração vegetal e silvicultura fornecedor de insumos para indústria metalúrgica.

Nessa perspectiva, estimou-se o PIB nominal de Minas Gerais em R$ 275,3 bilhões no primeiro trimestre de 2025, contra R$ 242,9 bilhões no primeiro trimestre de 2024. A variação nominal, de 13,3%, pode ser decomposta na variação real (1,4%) e na variação do deflator implícito do PIB (11,8%).

Alta dos serviços e indústrias extrativas seguram variação do agro

Em relação ao trimestre imediatamente anterior, o PIB de Minas Gerais permaneceu praticamente estável, com pequena variação de -0,1% em termos reais no primeiro trimestre de 2025.

Com predomínio da produção de minério de ferro, as indústrias extrativas tiveram expansão de 6,2% nessa ótica de comparação. Já o setor de serviços cresceu 1,0%, impulsionado pelo volume de vendas no comércio de combustíveis, de hipermercados, de veículos automotores e de material de construção. Esses aumentos compensaram a queda de -8,0% do setor agropecuário em relação ao trimestre anterior.

PIB de Minas cresce 3,1% e soma R$ 1 trilhão pelo segundo ano seguido

PIB de Minas cresce 3,1% e soma R$ 1 trilhão pelo segundo ano seguido - Foto: reprodução
PIB de Minas cresce 3,1% e soma R$ 1 trilhão pelo segundo ano seguido – Foto: reprodução

O Produto Interno Bruto (PIB) de Minas Gerais cresceu 3,1% em 2024, superando novamente a marca de R$ 1 trilhão. O desempenho foi apoiado no crescimento dos setores de serviços, agropecuária, construção civil e indústria de informação. As informações foram divulgadas pelo governo do Estado e pela Fundação João Pinheiro (FJP), em coletiva à imprensa realizada na manhã desta quarta-feira (26 de março). 

Conforme informado, o saldo da economia mineira no ano passado é equivalente a 9% da nacional no mesmo período. Segundo o governo de Minas, o crescimento do PIB foi impulsionado pelos setores de agropecuária, construção civil e indústrias da transformação. Entre o valor total registrado em 2024, é estimado que R$ 130 bilhões venham dos impostos indiretos sobre produtos e serviços — caso do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS).

“2024 é o segundo ano na série histórica, primeiro em 2021 e agora em 2024, que nós tivemos saldo positivo nos quatro trimestres. É um resultado muito importante para o Estado”, declarou a secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mila Corrêa da Costa.

Com 1,7 de crescimento no primeiro trimestre, 0,4% no segundo, 1,5% no terceiro e 0,4% nos últimos três meses de 2024, é a segunda vez desde 2010 em que o crescimento é registrado em todos os trimestres, se comparados ao anterior.

Conforme os dados do governo, do valor total apurado no PIB, R$ 593,9 bilhões foram atribuídos ao setor de comércio e serviços; R$ 264 bilhões à indústria; R$ 70 bilhões às atividades de agricutura, pecuária e produção florestal, além dos R$ 130 bilhões sobre impostos. 

Se considerado apenas o quarto trimestre de 2024, o PIB nominal de Minas Gerais foi estimado em R$ 277 bilhões – sendo R$ 8,3 bilhões em valor adicionado nas atividades relacionadas ao agro, R$ 69,9 bilhões nas indústrias e R$ 161,9 bilhões nos serviços. A arrecadação tributária no período foi de R$ 36,9 bilhões.

Em 2024, o estado contabilizou 879 mil vagas de emprego geradas desde 2019. No ano, o estado também alcançou a menor taxa de desemprego da história, de 4,3%.

PIB de Minas Gerais cresce acima do Brasil e avança 1,2% no 3º trimestre

PIB de Minas Gerais cresce acima do Brasil e avança 1,2% no 3º trimestre - Foto: reprodução
PIB de Minas Gerais cresce acima do Brasil e avança 1,2% no 3º trimestre – Foto: reprodução

Com crescimento nas três atividades que compõem o cálculo do Produto Interno Bruto (PIB), a economia de Minas Gerais fechou o terceiro trimestre de 2024 com o total de R$ 272,3 bilhões em bens e serviços produzidos, alta real de 1,2% frente ao trimestre anterior. O avanço, influenciado principalmente pela agropecuária, é superior à média Brasil, de 0,9%.

De julho a setembro, a agropecuária expandiu 11,3% em comparação ao segundo trimestre de 2024. A alta foi puxada por lavouras como as de cana-de-açúcar e de batata inglesa, ambas com projeção de crescimento no período. A indústria também contribuiu para o bom desempenho (+2,1%), assim como os serviços (+0,7%).

“Esse é mais um resultado que comprova que Minas está no caminho certo para avançar. O setor produtivo tem confiança de investir no Estado porque sabe que o nosso governo tem responsabilidade fiscal, é transparente e trabalha em busca de desburocratizar a máquina estatal. Na prática, esses números significam mais emprego e renda para todos mineiros”, comemora o governador Romeu Zema.

Segundo dados do Caged, em 2024 Minas já criou 207.363 novas vagas de emprego formal. Desde 2019, já são mais de 940 mil postos de carteira assinada criados e a meta é alcançar 1 milhão em 2025.

“O crescimento do PIB também é muito importante porque aumenta a arrecadação do Estado por meio de uma economia mais dinâmica, sem aumento de imposto. O resultado disso é mais recursos para investirmos em estradas, educação, saúde e segurança para melhorar os serviços prestados aos mineiros”, complementa o governador.

Indústria é diferencial

No confronto do terceiro trimestre de 2024 com o mesmo intervalo  do ano passado, Minas apresentou uma expansão real ainda mais expressiva na economia: de 4,0%. Nessa base, a indústria mineira fez a diferença, com um crescimento de 5,4%, acima da média do país (+3,6%), acompanhada dos serviços, com alta de 3,6%. Na comparação anual e agro teve recuo de 0,6%.

“A indústria de transformação é o segmento que mais compra dos demais setores. isso é um fator muito positivo para ativar a economia como um todo”, destaca o pesquisador da Coordenação de Contas Regionais da Fundação João Pinheiro (FJP) e um dos responsáveis pelo cálculo do PIB, Thiago Almeida.

Um exemplo desse grupo é a indústria automobilística, que necessita de diversos insumos, como aqueles do complexo metálico-mecânico, e impacta também em várias áreas, como no comércio de veículos. Nos últimos anos, o mercado tem investido mais na produção automobilística, principalmente em modelos híbridos e elétricos.

A fabricação de veículos automotores no terceiro trimestre de 2024 registrou expansão proporcional acima de dois dígitos na comparação com o mesmo trimestre de 2023.

A atividade de energia foi outro destaque da indústria. Neste caso, o segmento teve uma ampliação de 1,7% no consumo total em comparação com o trimestre imediatamente anterior e no quesito geração de eletricidade – produzida por hidrelétricas ou por painéis solares -, que subiu 11,2%.

Políticas públicas são aliadas

O PIB é o principal indicador da geração de riquezas pelas atividades de um território durante determinado período e sua análise possibilita compreender os fatores responsáveis pelo desempenho da economia.

No caso de Minas Gerais, os números favoráveis são um retrato das políticas públicas e atuação do Governo do Estado em prol de uma economia mais livre, forte e próspera.

“O Governo de Minas busca impulsionar a economia do estado por meio de diversos programas que simplificam o processo de empreendedorismo, como o Minas Livre para Crescer; incentivam a inovação no setor produtivo, como o Compete Minas; atraem novos investimentos para o estado, que é o objetivo do Come to Minas; entre outras oportunidades”, ressalta o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio.

A composição do PIB mineiro no terceiro trimestre deste ano incluiu o valor das atividades da agricultura, pecuária e produção florestal (R$ 18,9 bilhões), das indústrias (R$ 71,5 bilhões) e dos serviços (R$ 149,5 bilhões) entre outros.

No acumulado dos três primeiros trimestres de 2024 frente ao mesmo período de 2023, houve acréscimo real de 2,8% no PIB de Minas Gerais. No agregado do quarto trimestre de 2023 ao terceiro de 2024, também houve expansão no PIB estadual, neste caso de 2,7%.

De olho no futuro

Em uma projeção do resultado do ano, os pesquisadores da FJP simulam os possíveis cenários para o fechamento do quarto trimestre. Na avaliação, o melhor cenário a economia de Minas cresceria 3,2% em 2024 e no cenário menos favorável o crescimento seria de 2,4%.

São José da Barra lidera PIB na região com R$106,6 mil

O setor de serviços — segmento de maior participação no produto e no emprego no Brasil, envolvendo diferentes ramos na contabilidade nacional, como transportes, comunicações, comércio, instituições financeiras, administrações públicas, entre outras — foi responsável por 42,8% do Produto Interno Bruto (PIB) na região em 2019. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a somatória de todos os serviços finais produzidos nos 27 municípios regionais em 2019 alcançou R$11,78 bilhões.

O segmento gerou R$5,05 bilhões, defesa, administração, educação, saúde e seguridade social gerou R$2,12 bilhões, agropecuária R$1,8 bilhão e indústria R$1,79 bilhão. O PIB nas cidades da região chegou a R$23,7 mil. São José da Barra lidera com R$106,6 mil de PIB per capita.

Confira o PIB das cidades da região em 2019

  • Passos: R$2,68 bilhões;
  • São Sebastião do Paraíso: R$1,95 bilhão;
  • Piumhi: R$948,4 milhões;
  • São José da Barra: R$791,8 milhões;
  • Ibiraci: R$604,8 milhões;
  • Carmo do Rio Claro: R$510,5 milhões;
  • Itaú de Minas: R$507,3 milhões;
  • Alpinópolis: R$406,3 milhões;
  • Monte Santo de Minas: R$386,5 milhões;
  • Cássia: R$337,3 milhões;
  • Vargem Bonita: R$49,5 milhões;
  • Doresópolis: R$55,1 milhões;
  • Fortaleza de Minas: R$59,8 milhões;

São José da Barra, com R$106,6 mil, ocupa o primeiro lugar em relação ao PIB per capita, e é o único município com valor acima de R$50 mil. Ibiraci, com PIB per capita de R$43,7 mil, aparece em segundo lugar no ranking regional e é seguido por Doresópolis (R$36,1 mil), São Roque de Minas (R$33,8 mil), Capitólio (R$32,1 mil), Claraval (R$28,2 mil), São Sebastião do Paraíso (R$27,6 mil) e Piumhi (R$27,3 mil)

As cidades com menores PIB per capita na região em 2019 foram Fortaleza de Minas (R$13,5 mil), Jacuí (R$13,6 mil), Nova Resende e Guapé (R$16,4 mil), São Tomás de Aquino (R$16,7 mil), Pratápolis (R$17,2 mil), Capetinga e Monte Santo de Minas (R$17,9 mil) e Cássia R$19 mil), que registraram valores abaixo de R$20 mil. Entre as maiores cidades, Passos, com PIB per capita de R$23,4 mil, tem o valor mai baixo, atrás de Piumhi e Paraíso.

Evolução

Em comparação com 2018, São José da Barra foi o município com maior crescimento no PIB (42,27%). Em 2018, o município teve um PIB de R$556,5 milhões, R$103 milhões menor que o valor gerado pelo segmento da indústria em 2019 (R$660,2 milhões). O PIB per capita de São José da Barra subiu de R$75,5 para R$106,6 mil no mesmo período. Em São Sebastião do Paraíso, o aumento foi de 10,67% e, em Piumhi, de 9,1%. Passos teve aumento de 8%.

Com informações de Clic Folha.

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