Operação policial apreende centenas de ‘brisadeiros’ e ‘doces mágicos’ em São Tomé das Letras – Foto: divulgação
A Polícia Militar apreendeu quase 400 “brisadeiros” e “doces mágicos” e prendeu 10 pessoas em São Tomé das Letras (MG), na noite de sábado (22), em uma operação para conter o comércio ambulante de alimentos adulterados com substâncias alucinógenas.
Os “doces mágicos” podem conter drogas sintéticas, cogumelos e maconha em sua composição.
A operação, batizada de “Fake”, envolveu 20 militares e foi feita por toda a cidade. Ao final da ação, a PM apreendeu:
Os presos e o material recolhido foram encaminhados para a delegacia de Três Corações.
Prefeitura fez alerta
Neste mês, a Prefeitura de São Tomé das Letras divulgou um alerta aos turistas sobre os doces vendidos nas ruas da cidade chamados de “brisadeiros”, “brisamelos”, “brownies mágicos”, “brigaconha” ou “doces mágicos”.
De acordo com a administração municipal, nos dois primeiros meses deste ano, 13 pessoas se queixaram de sintomas como alucinações, diarreias, vômitos, xerostomia (boca seca), palpitações e desconforto no tórax, após consumir os alimentos que poderiam conter substâncias lícitas, como maconha, além de medicamentos psicotrópicos e cogumelos alucinógenos.
De acordo com médico psiquiatra Frederico Garcia, professor do departamento de psiquiatria da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o consumo de substâncias alucinógenas em alimentos como doces e bolos representa um risco à saúde, principalmente para quem os consome sem saber o que está ingerindo.
“Quando a gente desencadeia o episódio psicótico induzido pelas drogas, pode ser o primeiro episódio que vai desencadear a esquizofrenia que, se a pessoa não tivesse usado a droga, teria ficado latente para o resto da vida dela”, alertou.
PRF apreende cerca de R$ 100 mil em eletrônicos contrabandeados durante operação na MG-050, em Capitólio – Foto: divulgação/PRF
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma carga contrabandeada de eletrônicos avaliada em cerca de R$ 100.000,00, na noite da última quarta-feira (19), durante uma abordagem na MG-050, em Capitólio (MG).
Segundo a PRF, no interior do veículo, um JEEP Commander, foram encontrados diversos celulares de modelos variados, além de tablets e dez ampolas de um medicamento estético, Todos os produtos não possuía a devida documentação fiscal.
De acordo com a polícia, os produtos foram localizados após os militares perceberem um comportamento nervoso dos três ocupantes do veículo. Após ser questionado se havia algo de ilegal no carro, um dos passageiros confessou que transportava o material.
Os dois responsáveis pela carga foram detidos por contrabando e descaminho, crimes previstos no Código Penal. O veículo foi apreendido e está à disposição da Receita Federal em Piumhi (MG). Os detidos foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal em Divinópolis (MG), após passarem por avaliação médica na Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
Conforme a PRF, a ação fez parte da operação “Sentinela das Estradas”, que tem o objetivo de intensificar o combate ao tráfico de mercadorias ilegais nas rodovias federais do estado.
Homem é autuado após inventar roubo para não justificar a falta de R$ 200 para esposa, no Sul de Minas – Imagem: Agência Minas
O dono de um hortifruti em Poços de Caldas, no Sul de Minas, foi autuado por falsa comunicação de crime. Ele registrou uma ocorrência de roubo na terça-feira (18 de março) e alegou que foi agredido por duas pessoas, que levaram R$ 200. Nessa quarta-feira (19 de março), a Polícia Militar que o crime não ocorreu.
Os policiais foram realizar uma “visita tranquilizadora” ao comerciante de 58 anos um dia após o suposto crime. Em conversa com o homem, ele entrou em contradição sobre as informações que havia transmitido aos policiais anteriormente, principalmente sobre as características dos supostos autores e dinâmica dos fatos.
A equipe policial analisou imagens de câmeras de segurança perto do hortifruti e verificou que as informações transmitidas pela suposta vítima não eram verídicas e que no local não ocorreu roubo ou qualquer outro crime.
Em um novo contato com a suposta vítima, após ser informada sobre o acesso às imagens, os policiais foram informados que o homem inventou a história porque “temia que sua esposa descobrisse as circunstâncias que realmente levaram ao desaparecimento da quantia de R$ 200” depois que ele fechou o comércio na terça-feira.
Apesar de o homem optar por não falar o motivo do sumiço do dinheiro, a polícia acredita que ele realizou um encontro amoroso extraconjugal. A Polícia Militar informou que a comunicação falsa de crime realizada pelo autor trouxe prejuízo à segurança pública e insegurança na comunidade, uma vez que diversas viaturas e policiais foram mobilizados no rastreamento dos supostos autores e houve a divulgação do falso crime na cidade.
A ocorrência foi registrada e encaminhada para a delegacia da Polícia Civil. O homem não foi preso porque não havia flagrante.
Um homem que já teve 68 passagens pela polícia foi preso novamente na manhã da última terça-feira (18) em Pouso Alegre (MG). Imagens de câmeras de segurança mostraram o furto praticado pelo homem em uma loja no Centro.
As imagens mostram quando ele quebra a vidraça para conseguir acesso ao interior da loja e leva dinheiro, além de tênis e uma camiseta.
O homem, que foi localizado em uma rua do Centro, negou ser o autor do furto. Mas segundo a Polícia Militar, as imagens da câmera de segurança ajudaram a identificar o suspeito.
Depois de preso, ele seguiu pra a Polícia Civil. Das 68 passagens que ele possui, 23 são por furto.
Conforme a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), o primeiro registro de passagem dele pelo sistema prisional é de dezembro de 2017.
Já o último registro foi entre os dias 20 de junho de 2023 e 27 de setembro de 2024, nas unidades de Itajubá e Pouso Alegre, quando recebeu alvará de soltura concedido pela Justiça.
Prefeito de Guapé recebe visita do novo comandante da 172ª Companhia da PMMG – Foto: divulgação
Na tarde desta quinta-feira (13/03), o prefeito de Guapé, Randerson Ribeiro, recebeu em seu gabinete representantes da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) para discutir a segurança pública no município, tanto na área urbana quanto na zona rural. A reunião reforça o compromisso da administração municipal com a segurança da população e a parceria com as forças de segurança.
Participaram do encontro o Capitão Alberto, novo comandante da 172ª Companhia da PMMG, sediada em Boa Esperança, que esteve em Guapé para conhecer o município e estreitar laços com a gestão municipal. Também estiveram presentes o Tenente Henrique, comandante do 3⁰ Pelotão/172ª Cia/24⁰ BPM da PMMG, o Tenente Ricardo, o vereador Rafael Dutra, membro da Comissão de Segurança Pública da Câmara Municipal, e o secretário municipal de Turismo, Thiago Câmara.
Durante a reunião, foram abordados diversos temas relacionados à segurança pública, incluindo estratégias para reforço do policiamento, ações de prevenção à criminalidade e desafios específicos enfrentados na cidade e na zona rural. O encontro também marcou um momento de alinhamento entre a administração municipal e a PMMG, visando fortalecer iniciativas conjuntas que garantam mais tranquilidade para os guapeenses.
O prefeito Randerson Ribeiro destacou a importância da parceria com a Polícia Militar para manter a ordem e a segurança no município; “A segurança pública é uma prioridade para nossa gestão, e essa aproximação com a Polícia Militar é essencial para buscarmos soluções eficazes. Reafirmamos nosso compromisso em apoiar as forças de segurança e trabalhar juntos para que Guapé continue sendo uma cidade segura para todos.”
O novo comandante da 172ª Cia, Capitão Alberto, ressaltou a disposição da Polícia Militar em atuar de forma integrada com o município e a comunidade para aprimorar o serviço prestado à população. A Prefeitura de Guapé segue empenhada em fortalecer a segurança pública, buscando soluções e parcerias que promovam a tranquilidade e o bem-estar dos cidadãos.
PM efetua prisão de mulher procurada pela Justiça por homicídio, em Cássia – Imagem: reprodução
A Polícia Militar prendeu uma mulher, no último sábado (8), que era procurado pela Justiça, em Cássia (MG).
Segundo a PM, foi realizadas diligências em busca de localizar a foragida da justiça, autora de homicídio em Cássia. Ela teria sido condenada com veredito julgado em tribunal do júri,
Conforme a polícia, foi expedido mandado de prisão, sendo cumprido na cidade de Ibiraci (MG). A autora foi recolhida a prisão junto à autoridade judiciária.
Morre criança de 3 anos que teria sido espancada em Varginha; padrasto é suspeito e está preso – Foto: reprodução
Uma criança de 3 anos que teria sido espancada em Varginha (MG) morreu nesta terça-feira (11), após 14 dias internada. O menino foi levado à UPA em 25 de fevereiro, com várias lesões, e transferido ao Hospital Regional de Varginha, onde passou por cirurgia e, desde então, estava em estado grave na UTI. O padrasto é suspeito do crime e está preso.
O pai do menino Davi Miranda Totti, Mateus Totti Rodrigues, se manifestou após a morte do filho:
“Foram, com certeza, os dias mais tristes de nossa família. Fizemos tudo o que esteve ao nosso alcance e ele recebeu todo cuidado médico disponível. Fica agora a lembrança do nosso menino lindo e o eterno amor por ele em nossos corações. Davi está no céu com todo o amor que ele merece”, disse.
O velório e o sepultamento de Davi vão ser restritos à família.
Padrasto é principal suspeito
O padastro da criança, Leonardo José Cardoso Azevedo Capitaneo, de 23 anos, é considerado o principal suspeito do crime. Ele teria ficado com Davi enquanto a mãe, de 26 anos, ia a um culto em uma igreja. Quando ela retornou, o menino apresentava ferimentos e estava desacordado.
A Polícia Civil informou que Capitaneo foi conduzido, ouvido e autuado em flagrante, a princípio, por tentativa de homicídio qualificado.
Ele teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e foi levado para o Presídio de Varginha e depois transferido para o Presídio Inspetor José Martinho Drumond, em Ribeirão das Neves
A Polícia Civil concluiu o inquérito, que foi encaminhado à Justiça na quinta-feira (6). As informações que constam da investigação não foram divulgadas porque o caso tramita sob sigilo.
Criança foi internada com várias lesões
Segundo o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, quem acionou os militares foi a médica plantonista da UPA, onde a criança deu entrada com crise convulsiva.
De acordo com o documento, a médica informou que a criança apresentava ferimentos e hematomas pelo corpo, como mordidas no ombro e na face, vários hematomas e lesões no couro cabeludo, sangramento no globo ocular e na boca.
A criança apresentava ainda sinais de possível traumatismo craniano. Ele foi levado ao hospital pela mãe e pelo padrasto. A mãe alegou que estava na igreja e deixou a criança com o padrasto. Segundo ela, ao retornar para casa, no bairro Parque Nossa Senhora das Graças, por volta de 22h30, o menino já estava dormindo. Ao tentar despertá-lo, notou que a criança já estava desacordada.
O padrasto alegou que nada aconteceu com a criança e que a colocou para dormir e, posteriormente, a mãe chegou. Também alegou desconhecer os hematomas na criança.
O pai da criança também esteve na UPA e informou que esteve com ela pela última vez em 22 de fevereiro e que ela não apresentava os ferimentos constatados.
Mortes de meninas alertam para escalada da violência com crianças em MG; denúncias aumentaram 20% – Foto: arquivo pessoal
Trinta dias se passaram desde que a costureira Márcia Teixeira, de 47 anos, teve a confirmação da morte da sua filha, a adolescente Stefany Vitória, de 13. O corpo da menina, que estava desaparecida, foi encontrado em um matagal no dia 11 de fevereiro, em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte. A garota foi morta por um pastor, que era conhecido da família e confessou o crime. Em menos de um mês, uma outra menina, identificada como Yara Karolaine, de 10, também foi encontrada sem vida. Um homem, de 56, que conhecia a garota, disse ter cometido o assassinato. O crime ocorreu em Água Boa, na região do Rio Doce.
Stefany e Yara são vítimas de uma violência que tem se tornado recorrente e alertado as autoridades públicas. Em Minas Gerais, as denúncias de violações de crianças e adolescentes aumentaram 21,04% em 2024. Conforme levantamento do Disque 100, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, foram 23.534 denúncias recebidas no ano passado, frente a 19.442 em 2023. São violações físicas, como homicídio e agressão, psíquicas e até mesmo patrimonial, que têm como alvo menores de 14 anos. “Essa violência, infelizmente, sempre existiu, mas era subnotificada. O que a gente tem visto é um maior acesso das pessoas aos canais de denúncia, e mais coragem para denunciar”, aponta a defensora pública Daniele Bellettato Nesrala.
O levantamento do Disque 100 aponta que 14,5% dessas denúncias de violações são contra familiares ou pessoas próximas às vítimas — como o que ocorreu com Stefany Vitória e Yara Karolaine. As garotas foram mortas por pessoas que faziam parte do ciclo social e tinham a confiança da família. “Jamais pensei que ele poderia matar a minha filha, ninguém do bairro pensava isso. A gente frequentava a igreja dele, mas paramos de ir por uma questão espiritual”, disse a costureira Márcia Teixeira sobre o pastor suspeito de matar a filha dela, a adolescente Stefany Vitória.
A mesma sensação de surpresa ocorreu com a mãe de Yara Karolaine, a autônoma Maria Geralda, de 43. Segundo ela, o suspeito pelo crime esteve em sua casa por duas vezes após o sumiço da menina e não demonstrou envolvimento com o caso. “Ele queria saber notícias, se tinha alguma pista do suspeito. Hora nenhuma mostrou preocupação”, relata. O comportamento deste homem, inclusive, fez com que a mãe não cogitasse que ele pudesse ter relação com a morte de sua filha. “Nunca imaginaria que seria uma pessoa tão próxima. Ele tratava todo mundo super bem”, diz.
No entanto, os principais suspeitos relacionados às denúncias feitas pelo Disque 100 são ainda mais próximos das vítimas (pais e responsáveis). Eles correspondem a 64,1% das denúncias de violações recebidas no último ano. “A casa, muitas vezes, não é um lugar seguro para as crianças. Quando a criança passa por alguma violência no ambiente doméstico, ela vai ser resistente em falar. Por isso, é muito importante que alguma pessoa do ciclo possa ouvir e dar credibilidade para aquele menino ou menina quando este denunciar algo”, orienta a delegada Renata Ribeiro, chefe da Divisão Especializada em Orientação e Proteção à Criança e ao Adolescente, em Belo Horizonte.
Lei ampara denunciantes
Diante da escalada da violência, o governo Federal sancionou, em maio de 2022, a Lei Henry Borel (14.344/22). A medida estabelece medidas protetivas específicas para crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar. A norma também passou a considerar como crime hediondo o assassinato de menores de 14 anos. O texto foi batizado com o nome do garoto de 4 anos, que morreu por hemorragia interna após espancamentos no apartamento em que morava com a mãe e o padrasto, no Rio de Janeiro.
“Essa lei trouxe vários mecanismos que facilitam com que as denúncias cheguem aos órgãos competentes. Os artigos 23 e 24, por exemplo, garantem a proteção ao denunciante. Se uma pessoa denuncia o vizinho, ela pode solicitar uma medida protetiva caso se sinta ameaçada”, orienta a defensora pública Daniele Bellettato Nesrala. A Lei também torna crime, com detenção seis meses a três anos, quando a pessoa deixa de comunicar à autoridade a prática da violência. “É dever de qualquer pessoa denunciar, mesmo que apenas suspeite daquilo. Quem vai produzir provas é a polícia”, destaca a delegada Renata Ribeiro.
Saber ouvir as crianças
O levantamento do Disque 100 aponta que 38% das denúncias de violações em Minas Gerais ocorreram com crianças menores de cinco anos. Foram 9.034 do total de 23.534 dos relatos recebidos pelo órgão. “Embora isso possa sugerir que elas não são as principais vítimas, o que ocorre é geralmente o contrário. Como essa criança passa a maior parte do tempo no ambiente familiar, ela dificilmente vai pedir ajuda se o adulto, ou melhor, o agressor, estiver por perto”, alerta Bellettato.
Para a defensora pública, isso reforça a necessidade de que outras pessoas do ciclo de convivência possam dar “a devida atenção” aos relatos das crianças, principalmente quando estas denunciam algum tipo de violência. “A partir dos seis anos, as crianças começam a ter mais contatos, seja com a escola, a igreja ou outros ambientes. Ela também está mais desenvolvida, consegue se comunicar. Então, ela cria coragem para contar sobre algo que possa estar acontecendo em sua casa. Por isso é importante não desconfiar da fala”, diz.
Mudança de comportamento pode ser sinal
A mudança de comportamento também é um indício de que uma criança está sendo vítima de algum tipo de violência, como aponta a delegada Renata Ribeiro. Para a chefe da Divisão Especializada em Orientação e Proteção à Criança e ao Adolescente de Belo Horizonte, meninos e meninas que são vítimas de violência costumam ser desacreditados ao relatar o que sofreram. Isso, no entanto, impacta no comportamento daquela criança.
“A criança extrovertida fica mais contida, tem ainda a queda no desempenho escolar, há mudança de hábitos. Tudo isso precisa ser observado. Porém, é importante ficar atento, saber quem são os amigos, conversar diariamente com aquele menino ou menina. É fundamental que a criança saiba que ela tem um canal aberto, ou seja, se sinta confortável para relatar essas questões”, finaliza.
Onde denunciar?
Disque 100 Está disponível diariamente, 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados.
Disque 181 É um canal de comunicação direta e anônima dos cidadãos com as polícias e o Corpo de Bombeiros, com chamada gratuita.
Conselho Tutelar e Delegacias da Criança e do Adolescente e da Mulher Cada cidade conta com uma unidade, onde pode ser feita a denúncia.
PSF Vila Betinho é furtado durante madrugada em Passos – Foto: divulgação
Uma sede do Programa Saúde da Família (PSF) foi furtado durante a madrugada de domingo (9) e segunda-feira (10), no bairro Cohab, em Passos (MG). O crime deixou diversos prejuízos.
Segundo informações, os funcionários chegaram na manhã de segunda-feira para trabalhar no PSF Vila Betinho, quando encontraram o local todo revirado. Durante o furto, foi danificada a concertina e o alambrado da unidade. Após a invasão do local, a porta do almoxarifado foi arrombada.
Ao verificarem, eles perceberam que diversos itens haviam sido subtraídos, sendo café, papel higiênico, botijão de gás, ventiladores, panelas, fios e dois celulares.
O atendimento à população está sendo realizado apenas presencialmente, visto que os aparelhos celulares foram levados.
A polícia foi acionada, compareceu ao local e foi registrado um boletim de ocorrência.
PSF Vila Betinho é furtado durante madrugada em Passos – Foto: divulgação
Segurança é preso suspeito de colaborar com roubo em supermercado onde ele trabalhava, no Sul de Minas – Foto: reprodução
Um segurança, de 24 anos, foi preso suspeito de participar do roubo em um supermercado onde ele trabalhava, no centro de Pouso Alegre, no Sul de Minas. Além dele, outros quatro homens, com 21, 40, 43 e 52 anos, também foram presos suspeitos de participarem no crime. O grupo entrou no estabelecimento na manhã de segunda-feira (10), rendeu funcionários e roubou parte do dinheiro que estava na tesouraria da unidade.
De acordo com a Polícia Militar, o segurança envolvido no crime era responsável pelo videomonitoramento do mercado. Aos policiais, ele chegou a negar a participação no roubo, mas admitiu ter colaborado com a ação após ser questionado pelos policiais. O segundo, conforme o boletim de ocorrência, disse aos policiais que chegou a acionar as equipes pelo 190, na tentativa de não se envolver com o crime.
Além do segurança, a polícia prendeu os outros quatro suspeitos, que estavam em residências de bairros vizinhos ao do supermercado. O homem de 52 anos foi encontrado na mesma casa onde estava o veículo utilizado no crime. Durante buscas no imóvel, os militares localizaram as roupas utilizadas pelos criminosos, incluindo uniformes do próprio supermercado. Os militares também encontraram o homem de 40 anos, que estava com dinheiro roubado.
Ainda durante as buscas, outros suspeitos foram encontrados, sendo dois homens, de 43 e 21 anos. Eles estavam em uma casa no bairro São Geraldo. Os policiais identificaram que os suspeitos eram pai e filho. Todo o grupo foi preso e encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil, onde foram ouvidos. O caso será investigado.
Segurança envolvido com tráfico de drogas
Durante a ocorrência, os militares verificaram ainda que o segurança do supermercado tinha envolvimento com o tráfico de drogas e comércio ilegal de anabolizantes. Diversos entorpecentes e substâncias anabolizantes foram encontrados em sua residência e na casa de sua mãe. O material apreendido também foi levado para a delegacia.
Gostaria de adicionar o site Jornal Folha Regional a sua área de trabalho?