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Jornal Folha Regional

Professora é encontrada com vida após três dias desaparecida em Cássia

Professora é encontrada com vida após três dias desaparecida em Cássia – Foto: redes sociais

A professora Leila Gorete da Silva, de 59 anos, foi encontrada com vida na manhã desta sexta-feira (26), após permanecer desaparecida por três dias em Cássia (MG).

Segundo as primeiras informações, Leila foi localizada por um caminhoneiro que trafegava pela rodovia MG-444. O motorista avistou o veículo da professora, um Fiat Palio Attractive prata, caído em um barranco às margens da rodovia, em meio à vegetação, nas proximidades do Motel Karibe.

Ela foi encontrada desidratada, mas consciente. Equipes do Samu prestaram os primeiros socorros no local e encaminharam a professora ao Pronto-Socorro para atendimento médico.

Leila estava desaparecida desde a noite de terça-feira (23), quando saiu de casa por volta das 18h. Conforme informações, ela foi vista pela última vez na região central de Cássia, onde esteve na Igreja Matriz e foi reconhecida por uma funcionária de uma farmácia próxima.

Ainda de acordo com as informações registradas, a professora fez contato com a mãe quando estava nas proximidades do trevo de Capetinga (MG), pouco antes de desaparecer. Desde então, familiares mobilizaram buscas e registraram o caso na Polícia Civil.

A Polícia Militar, a Polícia Civil e o Samu atenderam a ocorrência. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre as circunstâncias que levaram o veículo a sair da pista e cair no barranco, nem detalhes atualizados sobre o estado de saúde da professora.

Professora e detento são flagrados tendo relação sexual dentro de penitenciária de Minas Gerais

Professora e detento são flagrados tendo relação sexual dentro de penitenciária de Minas Gerais – Foto: reprodução

Uma professora foi flagrada fazendo sexo com um detento da Penitenciária Deputado Expedito de Faria Tavares, em Patrocínio, no Alto Paranaíba. O caso aconteceu na última quinta-feira (23), durante o horário de aula, por volta de 10 horas. Eles foram vistos por policiais penais no momento de intimidade dentro da escola estadual que funciona na penitenciária.

Segundo a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), que apura o caso, ambos foram retirados do local imediatamente ao serem vistos para realização de providências administrativas cabíveis.

Por meio de nota, a Sejusp informou que a direção da penitenciária instaurou um procedimento interno de apuração, que também foi comunicado à Superintendência Regional de Educação. 

O preso, que não teve idade revelada, foi ouvido pelo Conselho Disciplinar da unidade prisional e poderá sofrer sanções administrativas.

A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais foi questionada sobre o caso e informou que, junto com a Superintendência Regional de Ensino de Patrocínio, acolheu a professora da escola que funciona dentro da Penitenciária Deputado Expedito de Faria Tavares, na mesma manhã do ocorrido.

A docente, que possui vínculo temporário com o Estado, solicitou dispensa do cargo.

A SEE/MG disse ainda que irá instaurar um Procedimento Administrativo Simplificado (PAS), conforme previsto na Lei Estadual nº 24.805/2024, para apurar os fatos e adotar as medidas cabíveis.

Professora de Itaú de Minas morre em acidente na BR-381; filha e neta ficam feridas

Professora de Itaú de Minas morre em acidente na BR-381; filha e neta ficam feridas – Foto: redes sociais/BNN

A cidade de Itaú de Minas (MG) foi tomada pela comoção após a trágica morte da professora Gislane Celi Paiva, de 60 anos, vítima de um grave acidente na BR-381, na tarde do último domingo (12), em Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Admirada por sua dedicação à educação e querida por alunos e colegas, Gislane perdeu a vida enquanto viajava com a filha e a neta, que ficaram feridas na colisão.

Segundo informações, Gislane viajava em um Jeep Compass acompanhado da filha, de 37 anos, e da neta, de 7 anos, quando o veículo se envolveu em uma colisão com uma van escolar. O impacto foi violento, e a professora morreu ainda no local. A filha e a neta ficaram feridas e foram socorridas, junto com o motorista da van, de 47 anos, que também se machucou.

As três vítimas foram encaminhadas ao Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. Até o fechamento desta matéria, o estado de saúde delas não havia sido atualizado.

Gislane era uma figura muito querida em Itaú de Minas. Aposentada após anos de dedicação à Educação Municipal, ela havia retornado à sala de aula neste ano, após ser aprovada em um processo seletivo, para lecionar na Escola Municipal Monsenhor Ernesto Cavicchioli. Sua trajetória foi marcada por compromisso, carinho e amor pelo ensino, deixando uma marca profunda em todos que tiveram o privilégio de aprender com ela.

Diante da perda, a Secretaria Municipal de Educação e a Prefeitura de Itaú de Minas divulgaram notas de pesar destacando o legado da professora e solidarizando-se com familiares, amigos e colegas.

“Manifestamos nosso profundo pesar pelo falecimento da professora Gislane Paiva. Neste momento de imensa dor, nos solidarizamos com os familiares, amigos e toda a comunidade escolar, rogando a Deus que conforte os corações e conceda forças para enfrentar esta irreparável perda”, diz o texto da Secretaria de Educação.

Em nota, a Prefeitura também destacou o papel transformador de Gislane na formação de gerações:

“Gislane dedicou sua vida ao ensino, marcada pelo compromisso e pelo amor à educação itauense. Seu legado permanecerá vivo na memória de todos que compartilharam sua caminhada.”

A despedida da professora Gislane Paiva deixa não apenas saudade, mas também o exemplo de uma vida inteira dedicada ao conhecimento, ao afeto e à esperança que só a educação é capaz de semear.

Professora é indiciada por maus-tratos a crianças de 3 anos em creche municipal de Arcos

Professora é indiciada por maus-tratos a crianças de 3 anos em creche municipal de Arcos – Foto: reprodução

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu as investigações que apuravam denúncias de maus-tratos contra crianças de aproximadamente 3 anos em uma creche municipal de Arcos (MG). As apurações resultaram no indiciamento de uma professora pelo crime de maus-tratos envolvendo seis alunos.

Os inquéritos foram instaurados em 1º de agosto de 2025, após solicitação do Ministério Público. O pedido foi acompanhado de documentos enviados pela Secretaria Municipal de Educação, que relatavam as acusações contra a servidora. Na época da denúncia, a educadora foi afastada de suas funções por meio de procedimento administrativo.

De acordo com a Polícia Civil, as investigações apontaram que a suspeita utilizava métodos abusivos de correção e disciplina, expondo as crianças a riscos físicos e psicológicos. As provas também indicaram que, ao ocupar posição de autoridade e responsabilidade sobre os alunos, a professora teria excedido os limites do dever de vigilância, demonstrando intenção (dolo) em sua conduta.

Durante o processo investigativo, foram ouvidos os responsáveis legais das vítimas, funcionários da creche e demais testemunhas. A investigada, de 37 anos, prestou depoimento e negou todas as acusações. Cada inquérito, com mais de 100 páginas, foi finalizado com o indiciamento da professora pelo crime de maus-tratos.

Os trabalhos foram conduzidos pela equipe da Polícia Civil em Arcos. Os procedimentos já foram concluídos e encaminhados ao Poder Judiciário para as devidas providências.

Professora da Uemg Passos ganha prêmio de melhor tese de doutorado

Yara foi premiada durante o maior evento de antropologia da América Latina - Foto: Reprodução
Yara foi premiada durante o maior evento de antropologia da América Latina – Foto: Reprodução

A coordenadora e professora do curso de História da Universidade do Estado Minas Gerais (Uemg), unidade Passos (MG), Yara de Cássia Alves, recebeu o Prêmio Lélia Gonzalez de melhor tese de doutorado defendida na área de Antropologia Social nos anos de 2022-2023.

“Me alegrou enormemente, dada a história da autora e sua importância na área. Negra, mineira, militante em prol das questões étnico-raciais, Lélia é uma inspiração que atravessa os estudos antropológicos contemporâneos. Portanto, me senti honrada e senti que honrei minha ancestralidade”, destaca a docente sobre ser premiada.

Segundo a instituição, a premiação aconteceu na 34ª Reunião Brasileira de Antropologia, nos dias 23 a 26 de julho, em Belo Horizonte. O evento aconteceu na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde se reuniram 3.800 antropólogos e antropólogas, sendo o maior evento de antropologia da América Latina.

A tese intitulada “Nos rastos do passado: costuras do tempo na construção do parentesco e da socialidade entre quilombolas do Vale do Jequitinhonha- MG” tem como objetivo central percorrer a noção de rasto, que busca de maneira ampla reviver o passado no presente, se expressando de maneiras distintas nos espaços, festas, corpos, etc.

“A tese tem uma abordagem etnográfica e foi escrita após aproximadamente seis meses de trabalho de campo, divididos em estadias diferenciadas que se relacionavam a eventos específicos que acontecem no calendário local, como a Festa de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, o tempo da política, o tempo das águas. Nessas estadias, residi em casas das quatro comunidades quilombolas pesquisadas, o que já acontecia desde 2009, quando iniciei as pesquisas na região, principalmente na comunidade Pinheiro. Portanto, a experiência adquirida ao longo de treze anos contribuiu significativamente para o aprofundamento das questões centrais da pesquisa, que se relacionam diretamente com os temas do parentesco, da política e da construção da memória”, explica Yara.

Ainda de acordo com a instituição, a professora é associada ao Métis, um projeto temático financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Yara é vinculada ao projeto como pesquisadora associada por meio do Grupo de Pesquisa Hybris, o qual ela faz parte na Universidade de São Paulo (USP).

“Os principais resultados da tese me mostraram que os quilombolas da região estão sempre buscando referências no passado para entenderem o presente e se direcionarem ao futuro, algo semelhante à filosofia africana do Sankofa, que ensina que é preciso olhar para trás para caminhar à frente. De maneira ampla, o parentesco, a política e a religião se constroem com forte base no território que ocupam, principalmente nas casas, conhecidas como casas raízes. A partir disso a figura da mãe surge como central, sendo reconhecida pelo respeito que inspira e pela força que adquire com os desafios cotidianos. A maternidade extrapola o campo do parentesco e surge como ponto de referência para compreenderem a política, por exemplo. Portanto, o trabalho feminino da criação dos filhos é fundamental para compreendermos uma série de fatores que não são associados diretamente ao parentesco”, comenta a docente sobre os resultados em relação à tese. (Clic Folha)

Aulas são suspensas após monitora ser picada por escorpião dentro de creche no Sul de Minas

Aulas são suspensas após monitora ser picada por escorpião dentro de creche no Sul de Minas – Foto: reprodução

As aulas de uma creche municipal foram suspensas nesta semana depois que uma monitora foi picada por um escorpião dentro da unidade em Campo Belo (MG). O caso aconteceu na tarde da última quarta-feira (22). A previsão é que os estudantes possam retornar na segunda-feira (27).

Segundo a prefeitura, a funcionária foi encaminhada para a UPA. O estado de saúde dela é estável e nenhuma criança foi picada.

Ainda conforme a prefeitura, as aulas na Cemei Lalá Fernandes foram suspensas nesta quinta ( 23) e sexta-feira (24), para que a equipe epidemiológica da Secretária Municipal de Saúde trabalhe no local e faça uma dedetização como medida de precaução.

A previsão, segundo a prefeitura, é de que as aulas no Centro Municipal de Educação Infantil sejam retomadas na segunda-feira (27).

Professora tenta apartar ‘briga’ e é surpreendida com buquê de flores

Uma professora foi surpreendida pelos alunos, que simularam uma briga para homenageá-la. No momento em que entra na sala de aula, os estudantes fingem b4ter em um colega e ela corre para apartar a “confusão”. Quando se aproxima, eles se afastam e um deles surge com um buquê de flores.

O lindo momento a deixou sem palavras e comoveu os internautas. “Como professora, posso dizer que são esses momentos que mais guardamos na memória”, comentou uma mulher. “Eu amo essas trends. Qualquer demonstração de carinho dos alunos é surreal de bom”, disse outra.

Publicado há apenas um dia, o vídeo já ganhou quase 17,5 milhões de curtidas e mais de 105 milhões de visualizações.

MP quer esclarecimentos sobre caso de professora suspeita de medicar 14 crianças em creche de MG

Professora é suspeita de medicar 14 crianças em creche de Santa Rita de Caldas (MG) — Foto: Reprodução/redes sociais

O Ministério Público pediu esclarecimentos à Secretaria Municipal de Educação de Santa Rita de Caldas (MG) sobre o caso da professora suspeita de medicar 14 crianças de até quatro anos em uma creche da cidade. O caso também está em investigação pela Polícia Civil e um processo de sindicância administrativa foi aberto pela prefeitura.

Além dos esclarecimentos, o MP também instaurou Procedimento Administrativo sobre o caso. As ações do Ministério Público foram divulgadas após o órgão ser notificado pelo Conselho Tutelar.

“A propósito dos fatos veiculados pela imprensa e recebidos do Conselho Tutelar do Município, a Promotoria de Justiça da comarca de Santa Rita de Caldas esclarece que instaurou Procedimento Administrativo e requisitou à Secretaria Municipal de Educação que preste esclarecimentos sobre a suposta ação de funcionária da creche, de ministrar medicamento supostamente antialérgico, a cerca de 14 crianças, sem a indispensável prescrição médica e à revelia dos pais ou responsáveis”, disse, em nota, o MP.

O Ministério Público destacou, ainda, que nenhum laudo pericial sobre o caso foi recebido pelo órgão.

“Até o momento, a Promotoria de Justiça não recebeu os laudos periciais referentes aos materiais coletados no bojo das investigações”, escreveu.

O caso

Uma professora é suspeita de medicar indevidamente 14 crianças de até quatro anos em uma creche de Santa Rita de Caldas. A suspeita é que algum tipo de antialérgico, que tem como feito colateral a sonolência, foi dado aos alunos. O caso está em investigação pela Polícia Civil e foi notificado ao Ministério Público pelo Conselho Tutelar. Um processo de sindicância administrativa foi aberto pela prefeitura.

As mães dizem ter notado comportamentos diferente nos filhos. Conforme a polícia, elas suspeitaram que as crianças foram intoxicadas depois que uma delas contou que a professora teria dado um remédio. As mães trocaram informações em um aplicativo de mensagens e outras crianças repetiram a informação para elas.

A Prefeitura de Santa Rita de Caldas afastou a professora do cargo após o ocorrido. Conforme o prefeito. Segundo o prefeito Emilio Torriani (PSD), a profissional preparou um composto com água, açúcar e ‘hidrafix’ – uma espécie de um soro – e deu uma colher para cada criança.

Amostras de urina das crianças foram coletadas em Poços de Caldas e encaminhadas para análise toxicológica em Belo Horizonte.

Funcionária da APAE força aluna com Síndrome de Down a limpar mesas

Um vídeo que circula nas redes sociais em Poços de Caldas, desde sexta-feira (28), tem gerado indignação. Nas imagens, uma aluna da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) aparece junto com uma funcionária limpando as mesas da instituição, após ter sujado com tinta.

De acordo com o boletim de ocorrência, uma testemunha que também trabalha na Apae teria presenciado a funcionária que aparece nas imagens, apertando o pescoço da aluna, dizendo que ela havia sujado uma mesa, forçando-a a limpar.

Ainda segundo o registro da ocorrência, a testemunha relatou que já presenciou maus tratos a alunos em outras oportunidades.

Já a mulher que aparece nas imagens relatou à Polícia Militar, que a aluna teria sujado a sala com tinta e que, como forma didática, fez a aluna limpar as mesas e que não houve agressão.

Após ter conhecimento das imagens, a presidente da APAE, Marli Misaka, gravou um vídeo ainda na noite de sexta-feira, relatando que as informações divulgadas foram manipuladas para prejudicar a instituição, porém medidas administrativas já foram tomadas e juridicamente tomará providências.

Professora e monitora são demitidas de creche por chamar criança de “macaco” e obriga-lo a comer apenas bananas

Foto: Reprodução / EPTV

Segundo relatos de testemunhas, menino de 3 anos, filho de refugiado de Guiné-Bissau, era chamado de ‘macaco’ e obrigado a comer apenas bananas com as mãos em Ijaci.

Uma professora e uma monitora de uma creche de Ijaci (MG) foram exoneradas após um boletim de ocorrência ser registrado por injúria racial e xenofobia contra uma criança de 3 anos, filho de um refugiado de Guiné-Bissau.

A informação foi divulgada inicialmente pelo Movimento Brasil Livre (MBL). O caso aconteceu em março deste ano, mas segundo a Polícia Civil, a ocorrência só foi registrada pela mãe da criança no início deste mês.

De acordo com o relato de testemunhas, o menino era chamada de “macaco” pelas funcionárias e obrigada a comer apenas bananas. E, por ser de outro país, teria que comer com as mãos. Testemunhas disseram que alertaram a professora e a monitora sobre o ato, mas de nada adiantou.

Conforme a mãe da criança, que é brasileira, nas primeiras semanas o menino gostava de ir para a creche, mas posteriormente, não quis ir mais e não podia nem ver e mochila.

A mãe também contou para a polícia que constantemente era chamada na creche e que a professora reclamava da criança e a diagnosticava como autista. Disse ainda que achava que a creche não alimentava seu filho corretamente, pois ela chegava em casa com muita fome.

Segundo a Polícia Civil, o Conselho Tutelar foi notificado e tomou providências. Já a polícia, por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, de Lavras, instaurou um inquérito para apurar o caso.

O que diz a prefeitura

Através de uma rede social, o prefeito de Ijaci, Fabiano da Silva Moreti (MDB) e a secretária de Educação, Valéria Aparecida Fabri Ribeiro Lucas, disseram nesta segunda-feira (24) que as funcionárias eram professoras contratadas por processo seletivo e que elas foram exoneradas após comprovação dos fatos.

Ainda segundo o prefeito e a secretária, a criança não perdeu a vaga na creche, mas foi retirada da escola por decisão da família.

Via Eptv

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