Dono de bar leva facada após negar R$ 5 a homem em Passos; autor foi liberado e vítima foi internada em estado grave – Foto: Helder Almeida
Um desentendimento entre o dono de um bar e um cliente terminou em violência no bairro Casarão, em Passos (MG), na tarde da última terça-feira (29). Um homem de 59 anos foi esfaqueado após uma discussão com um cliente de 36 anos, segundo informações da Polícia Militar. O caso está sob investigação da Polícia Civil.
De acordo com a PM, a vítima relatou que o suspeito teria pedido R$ 5, e, diante da recusa, reagiu desferindo um golpe de faca. Já o acusado apresentou outra versão: alegou ter emprestado um cartão de crédito ao comerciante, que teria realizado compras no valor de R$ 150. Ainda segundo ele, ao tentar cobrar a dívida, teria sido atingido com uma paulada e, em reação, esfaqueou o homem utilizando uma faca de cozinha.
A vítima foi socorrida em estado grave pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada para a Santa Casa de Passos, onde permanece internada. O agressor foi encontrado em sua residência, conduzido à delegacia e liberado após prestar depoimento.
A faca usada no ataque foi apreendida pela Polícia Militar. Já o suposto pedaço de madeira citado pelo suspeito não foi localizado. Testemunhas ouvidas disseram ter visto os dois homens no bar pouco antes do incidente, mas não presenciaram o momento da agressão.
Ainda segundo a PM, tanto o comerciante quanto o suspeito possuem registros anteriores com a polícia. As investigações seguem a cargo da Polícia Civil.
Em pressão por greve em MG, trabalhadores do Samu 192 protestam usando faixas pretas nos braços – Foto: Sind-Saúde MG / Divulgação
Os trabalhadores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência Pré-Hospitalar (Samu 192) de Minas Gerais estão usando faixas pretas nos braços como forma de demonstrar descontentamento com as condições do serviço. A mobilização, movida principalmente por condutores socorristas e pelas equipes de regulação e enfermagem, ocorre em meio a denúncias dos consórcios intermunicipais sobre um déficit nos repasses feitos pelo Ministério da Saúde — segundo eles, faltariam R$ 28 milhões por ano para cobrir os gastos atuais. As negociações com as gestões federal e estadual, porém, ainda não avançaram.
Entre as reivindicações das equipes, os condutores socorristas denunciam jornadas exaustivas e falta de valorização, já que recebem os salários mais baixos do serviço — cerca de R$ 1.800. A categoria alega que participa ativamente dos resgates e enfrenta os mesmos riscos biológicos que os profissionais de saúde. Por isso, cobra a retomada da votação do Projeto de Lei 3.104/2020 na Câmara dos Deputados, que propõe incluir a função no quadro de profissionais da saúde.
“Se querem que façamos serviços da saúde durante o atendimento, que nos reconheçam como tal. Queremos ser reconhecidos como da área da saúde, não apenas no discurso, mas também em documento”, afirma Leonardo Amaral, condutor socorrista da Zona da Mata mineira.
Em pressão por greve em MG, trabalhadores do Samu 192 protestam usando faixas pretas nos braços – Foto: Sind-Saúde MG / Divulgação
De acordo com a diretora do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde de Minas Gerais (Sindsaúde-MG), Núbia Dias, as reivindicações também incluem o repasse do piso da enfermagem diretamente aos consórcios de saúde, para evitar atrasos. Segundo ela, devido à pressão do movimento, o pagamento do piso que estava pendente foi liberado no início de julho. “Já solicitamos audiência pública na Assembleia Legislativa. Todos os dias estamos fazendo alinhamentos”, afirmou.
Negociações com os governos federal e estadual
O Sindicato dos Trabalhadores da Saúde de Minas Gerais (Sindsaúde-MG), que representa a categoria, participou de reuniões com representantes dos governos federal e estadual nos últimos dias para discutir as reivindicações do Samu. Durante a visita do ministro Alexandre Padilha à Região Metropolitana de Belo Horizonte, no último sábado (12/7), a diretora Núbia Dias conseguiu um espaço na agenda e entregou a ele um ofício com as demandas do serviço de urgência. Segundo o sindicato, o ministro se comprometeu a dar retorno.
Já na segunda-feira (14/7), foi realizada uma reunião com o governo de Minas para tratar das demandas do Samu 192, mas o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, não compareceu. “A reunião aconteceu com técnicos. O secretário não estava, nem o subsecretário. Apresentamos a pauta, mas o estado não deu encaminhamentos”, reclama Núbia Dias, que também é secretária executiva da Mesa Estadual Permanente de Negociação do SUS-MG.
A categoria está realizando assembleias periódicas para discutir a mobilização e um possível indicativo de greve.
O que dizem os governos sobre o problema?
O governo de Minas Gerais afirma que realiza os repasses ao SAMU 192 em conformidade com a Portaria de Consolidação nº 3/2012. “Conforme o artigo 40 dessa normativa, o Estado deve arcar com, no mínimo, 25% da despesa. Atualmente, o Governo de Minas repassa, no mínimo, 50% dos custos informados pelos consórcios, superando o percentual mínimo estabelecido. Os repasses realizados pelo Governo de Minas aos Consórcios Intermunicipais de Saúde que gerenciam o SAMU 192 seguem regulares, conforme as normativas vigentes”.
Já o Ministério da Saúde (MS) alega que “retomou, em 2023, o aumento do repasse de custeio do serviço SAMU 192 no país após dez anos sem reajuste. O crescimento foi de mais de 30% nos recursos no valor destinado para estados e municípios”. Para Minas Gerais, o MS ampliou em 42% os recursos destinados ao SAMU 192 em relação a 2022 — passando de R$ 119,8 milhões, em 2022, para R$ 170 milhões atualmente por ano, ou seja, R$ 50,2 milhões a mais.
“Esses recursos são transferidos regularmente, todos os meses, pelo Ministério da Saúde diretamente aos fundos estaduais e municipais de saúde de todo o país”, afirma.
Turistas são resgatados após se perderem em serra de difícil acesso em São João Batista do Glória – Foto: Helder Almeida
Dois turistas foram resgatados após se perderem em uma área de serra localizada a cerca de 20 km de São João Batista do Glória (MG), na última terça-feira (1°). O local é de difícil acesso e é conhecido como região dos Canteiros,
A operação contou com a atuação conjunta do Corpo de Bombeiros, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e de voluntários da comunidade local.
As autoridades receberam inicialmente apenas os números de telefone das vítimas. Após diversas tentativas, os bombeiros conseguiram contato com um dos turistas, que relatou não saber exatamente onde estavam. Ele informou ainda que o amigo havia sofrido uma queda, lesionando o pé esquerdo e travando a coluna, o que o impossibilitava de se mover.
Segundo os bombeiros, o homem estava em estado de forte abalo emocional, enviando mensagens de áudio chorando. Após ser acalmado, ele conseguiu compartilhar a localização via celular, o que permitiu o envio imediato de uma equipe de resgate, com apoio do SAMU de Passos.
Como a área é formada por trilhas estreitas e terreno montanhoso de difícil acesso, os bombeiros iniciaram a busca a pé, utilizando equipamentos apropriados e sinalização sonora e luminosa.
Após cerca de 1h30 de caminhada por aproximadamente 3 km, os socorristas encontraram o primeiro turista, de 39 anos. Ele estava desidratado, desorientado, mas conseguiu guiar a equipe até o ponto onde havia deixado o companheiro ferido.
O segundo turista, de 45 anos, foi localizado deitado no chão, com dores intensas na região lombar e no pé esquerdo. Após receber os primeiros atendimentos e ser imobilizado, iniciou-se o transporte da vítima por um trecho bastante íngreme e cercado por barrancos — o único caminho possível exigia a subida até o topo da montanha.
No alto, os bombeiros receberam o reforço de militares de folga, voluntários e proprietários de pousadas da região, que auxiliaram na retirada da vítima. Com esse apoio, o grupo percorreu mais 3 km até alcançar a viatura do Corpo de Bombeiros. De lá, o turista ferido foi levado consciente ao hospital.
Os turistas foram identificados como Mateus Dalfre, de 39 anos, e Luis Carlos Rodrigues, de 45.
Turistas são resgatados após se perderem em serra de difícil acesso em São João Batista do Glória – Foto: Helder Almeida
Samu ameaça parar em 94% das cidades de MG, em meio a denúncia de rombo de R$ 57 milhões – Foto: reprodução
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência Pré-Hospitalar (Samu 192) de Minas Gerais pode entrar em greve nos próximos dias. Os dez consórcios de saúde que atendem 800 municípios do Estado — o que representa uma cobertura de 93,7% do território mineiro — deram prazo até a próxima terça-feira (8 de julho) para que o Ministério da Saúde (MS) ou o governo estadual inicie tratativas para estabilizar os recursos destinados ao Samu. Em um ofício enviado à União, os consórcios do SUS denunciam a projeção de um rombo de R$ 56,8 milhões no custeio do Samu 192 em 2025: “cruzando o limiar do aceitável e colocando em risco a eficiência do serviço junto à população”, diz trecho do documento ao qual a reportagem teve acesso. Simultaneamente, cerca de 2 mil condutores socorristas pressionam por direitos e melhores salários.
Os consórcios da rede de urgência e emergência divulgaram um levantamento com os valores repassados ao Samu 192 em 2024 e, com base nesses dados, projetaram um rombo milionário até dezembro deste ano. Os investimentos no serviço são compartilhados entre os governos federal, estadual e municipal (tripartite), sendo o Ministério da Saúde (MS) responsável por 50% da verba. No entanto, conforme denúncia dos socorristas do SUS-MG, a União tem repassado de 8% a 40% do valor acordado.
Para se ter ideia, enquanto o consórcio da rede de urgência da região Macro Nordeste e Jequitinhonha (CISNORJE) declara ter recebido cerca de R$ 1,5 milhão por mês do Ministério da Saúde no ano passado — o que corresponde a 40,21% da verba total do serviço —, o consórcio do Leste de Minas (CONSURGE) afirma ter recebido 8,3% (R$ 371,2 mil) de repasse mensal pelo Ministério da Saúde no mesmo período. O Conselho Estadual de Saúde de Minas Gerais (CES-MG) afirmou à reportagem que tem acompanhado o imbróglio.
“Esse ofício foi encaminhado ao Ministério da Saúde (MS), no qual os consórcios declaram um déficit total de R$ 56 milhões para 2025. Antes, o recurso federal correspondia a 75%, mas foi minguando até chegar a 50%. E a participação do MS é muito importante, porque o serviço do Samu precisa ser habilitado pela União — não pode ser qualquer equipe”, afirma a diretora do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde de Minas Gerais (Sindsaúde-MG), Núbia Dias.
Segundo ela, que também é secretária executiva da Mesa Estadual Permanente de Negociação do SUS-MG, o Samu no interior de Minas tem sofrido com a baixa remuneração dos trabalhadores e jornadas exaustivas. “O SUS perde, porque os concursos do Samu passam a não interessar a ninguém. O salário não condiz com a complexidade do trabalho. Temos uma equipe altamente sobrecarregada e bases do Samu financeiramente desequilibradas. Gradativamente, o Estado corre o risco de perder um serviço móvel de urgência que é referência e excelência no país”, diz.
Na última visita ao Estado, em 16 de junho, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foi questionado sobre o levantamento dos consórcios de saúde que aponta repasse insuficiente de verba ao Samu. Ele afirmou que irá investigar a situação, mas negou que exista um valor mínimo a ser obrigatoriamente cumprido.
“Primeiro, é mentira que exista um piso constitucional para o Samu. O último reajuste do Samu no Brasil ocorreu quando eu fui ministro, em 2012 e 2013. Depois disso, ficaram dez anos sem reajuste do Ministério da Saúde para os Estados e municípios. Com a volta do governo do presidente Lula, foi feito um reajuste de mais de 30% nos recursos. Vamos acompanhar essa situação em Minas, mas não vamos dialogar com mentiras”, cravou Padilha. A reportagem demandou o MS e aguarda retorno.
Por outro lado, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) argumenta que a divisão do custeio do Samu no Estado é regida pela Portaria nº 1.010/2012, que estabelece que o Ministério da Saúde é responsável por 50% da verba; o Estado, por no mínimo 25%; e os municípios, por no máximo 25%. “Atualmente, o Governo de Minas repassa até mais de 50% dos custos informados pelos consórcios, superando o percentual mínimo estabelecido. A SES-MG reforça seu compromisso com a manutenção dos serviços de urgência e emergência no Estado”, afirmou a pasta.
Socorristas do Samu pressionam por direitos
Segundo a diretora sindical Núbia Dias, outra corrente que tem pressionado por greve no Samu é puxada pelos condutores socorristas. Cerca de 2 mil trabalhadores estão mobilizados, cobrando por melhores condições de salários e pela inclusão do cargo como profissionais de saúde. “Um condutor socorrista recebe cerca de R$ 1.700, alguns R$ 1.860. São capacitados para atuar corretamente na cena do acidente e vivem uma jornada de risco, com plantões longos e muita pressão pelo imediatismo do resgate. Quando um adoece, causa um desequilíbrio na equipe”, explica.
A categoria quer ser incluída no quadro de profissionais de saúde e, para isso, cobra a retomada da votação do Projeto de Lei 3.104/2020 na Câmara dos Deputados. O texto, de autoria do deputado Weliton Prado (PROS-MG), prevê que os condutores de veículos de emergência devem receber “a mesma proteção e os mesmos benefícios que os demais membros da equipe”.
“O condutor socorrista presta assistência direta ao paciente e está exposto aos mesmos riscos biológicos dos profissionais da saúde, devendo ser inserido na área da saúde, conforme a Classificação Brasileira de Ocupações”, diz um dos trechos do PL.
A ameaça de greve
O Sindsaúde-MG informa que, se a greve for confirmada, as categorias ligadas ao Samu 192 em Minas Gerais irão respeitar as regras legais para a paralisação de serviços essenciais. “Faremos tudo com responsabilidade, dentro da lei, para que seja possível manter o serviço. Quando entramos com o pedido de comando de greve, a própria Justiça delimita o percentual mínimo da equipe que deve continuar trabalhando”, afirma.
Caminhão tomba na BR-265, em Carmo do Rio Claro – Foto: divulgação/Polícia Militar
Um caminhão DAF XT FTS tombou por volta de 8h00 da última terça-feira (10), na BR-265, km 500, em Carmo do Rio Claro (MG).
Segundo a Polícia Militar, o condutor, de 31 anos, informou que conduzia o veículo tracionando o semi-reboque, pela rodovia, no sentido Ilicínea à Carmo do Rio Claro, quando ao realizar um curva, perdeu o controle direcional do veículo, ocorrendo o tombamento na faixa de domínio as margens da via.
O motorista sofreu ferimentos leves e foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) até o Hospital do Carmo do Rio Claro.
O homem realizou teste do etilômetro com resultado negativo. O veículo ficou à disposição do proprietário para remoção.
Homem é morto a tiros na entrada do Parque Ecológico do Paredão, em Guapé – Foto: divulgação
Um homem foi encontrado morto na noite da última segunda-feira (9), próximo a entrada do Parque Ecológico do Paredão, em Guapé (MG). A vítima foi identificada como Igor Crisostomo, de 27 anos.
Segundo informações, pessoas que passavam pelo local encontraram a vítima caída ao lado de uma motocicleta Honda CG Titan, e pensando se tratar de um acidente de trânsito, acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
No local, o Samu constatou que o homem possuía seis perfurações de arma de fogo pelo corpo, sendo quatro no peito e duas nas costas.
A Polícia Militar identificou dois suspeitos, mas nada de ilícito foi encontrado na residência de um deles, e o outro não foi localizado.
A Polícia Civil compareceu ao local e realizou os trabalhos de rotina. Durante a perícia, foi apreendido um celular que poderá auxiliar na investigação para identificação dos autores do crime. A motocicleta foi removida para o pátio credenciado.
A polícia segue na tentativa de identificar os autores.
Mulher é condenada por passar trote no Samu de Boa Esperança, MG — Foto: Marcos Evangelista / Imprensa MG
Uma mulher que passou um trote telefônico a central de atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Boa Esperança (MG) foi condenada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) a um ano, seis meses e 11 dias de reclusão, em regime aberto, por atentar contra os serviços de utilidade pública.
A pena foi substituída por pagamento de multa e impedimento da ré de frequentar bares e boates.
Denúncia mobilizou até helicóptero
De acordo com denúncia, em 8 de agosto de 2023, por volta das 15h30, a mulher fez uma ligação de celular para a central do Samu para informar, falsamente, ter visto uma grávida, com uma criança no colo, jogando-se de uma ponte sobre o Lago dos Encantos.
A denúncia mobilizou uma força-tarefa para atender a ocorrência formada por uma unidade de atendimento móvel (USB) com equipe do Samu, além de equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, inclusive com o apoio de um helicóptero.
Apesar das buscas no local, as supostas vítimas não foram localizadas, assim como a pessoa que teria feito a denúncia. Após uma investigação foi apurado que a ligação se tratava de um trote telefônico.
A mulher que passou o trote foi condenada em 1ª instância, com base no art. 265 do Código Penal, por atentar contra funcionamento de serviço de utilidade pública.
A pena de reclusão fixada pelo magistrado foi substituída por pagamento de multa e a proibição de frequência a bares, boates, casas de prostituição ou similares, pelo período da condenação.
A mulher recorreu da sentença. Ela argumentou que não havia provas de que tinha cometido o delito e ainda sustentou que os serviços prestados pelas corporações acionadas para atender ao chamado não se enquadravam aos de utilidade pública.
Ao analisar o recurso, o relator, desembargador Paulo Calmon Nogueira da Gama, manteve a condenação, ressaltando que o boletim de ocorrência, o ofício do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Macro Região do Sul de Minas (Cissul/Samu), o relatório de cadastro de linha telefônica, a gravação em áudio, testemunhas e outros documentos juntados aos autos comprovavam a ocorrência do delito e indicavam que a mulher havia sido a autora do trote.
Em sua decisão, o relator observou que “os serviços prestados pelo Samu, assim como pelo Corpo de Bombeiros e pela Polícia Militar são de utilidade pública, uma vez que se relacionam à saúde e à segurança públicas e permanecem continuamente à disposição da população, se deslocando para atendimento in loco em determinados casos, quando acionados” .
O desembargador destacou ainda que o deslocamento de equipes que prestam esses serviços prejudica toda a população da região.
“Com isso, possivelmente atendimentos verdadeiramente necessários deixaram de ser efetivados, o que poderia gerar graves consequências para quem não pôde recebê-los a tempo e modo”, afirmou.
Homem de 37 anos morre após bater em árvore em São Sebastião do Paraíso — Foto: redes sociais/Franklin Reis
Um homem morreu após colidir o veículo que conduzia contra uma árvore na Avenida Vereador Alfredo Campolongo, no bairro São Sebastião, em São Sebastião do Paraíso (MG). O acidente aconteceu por volta de 1h15 do último sábado (12). A vítima foi identificada como Rafael Peixoto Suavinha, de 37 anos.
Segundo informações, a caminhonete que Rafael dirigia teria colidido contra uma árvore e, em seguida, capotado. As causas do acidente ainda estão sendo investigadas pelas autoridades.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada e diante da complexidade da situação, os socorristas solicitaram apoio do Corpo de Bombeiros, já que a vítima estava presa às ferragens. Ao chegarem, os bombeiros encontraram Rafael já sem vida. O médico do SAMU, Dr. Cláudio Okawa, constatou o óbito no local.
A perícia técnica da Polícia Civil também compareceu e realizou os procedimentos de praxe, liberando a retirada do corpo.
A vítima era gerente de um supermercado em São Sebastião do Paraíso. O seu corpo foi encaminhado para Franca (SP) e enterrado na tarde de domingo (13).
Motorista de ambulância do Samu morre em acidente em Delfinópolis – Foto: reprodução
Uma motorista de ambulância que atuava na base do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Delfinópolis (MG) morreu em um acidente de trânsito na noite da última sexta-feira (28).
Carla de Oliveira Rodrigues, de 35 anos, estava em uma motocicleta que se envolveu em um acidente com um carro. Ela chegou a ser socorrida e encaminhada para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
O motorista do carro, de 43 anos, segundo a polícia, não tinha Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e apresenta sinais de embriaguez. Segundo a polícia, ele fez o exame de bafômetro, que constatou 0,56 mg/l, e foi preso.
De acordo com informações da PM, o motorista do carro relatou que, apesar de não ter CNH, sabia a legislação de trânsito e que estava no sentido de direção quando a motocicleta teria convergido para entrar. Segundo o relato feito por ele, a motocicleta teria colidido contra o veículo.
Motorista de ambulância do Samu morre em acidente em Delfinópolis – Foto: divulgação
Segundo a PM, ao observar o impacto do acidente nos veículos, o carro sofreu avarias na parte frontal e, a motocicleta, na parte lateral esquerda, verificando que a moto estava fazendo uma conversão para entrar na via, quando houve a colisão com o veículo.
O Consórcio Intermunicipal de Saúde da Macro Região do Sul de Minas (Cissul Samu), emitiu uma nota sobre a morte da condutora.
“O CISSUL SAMU, com grande pesar, comunica o falecimento de Carla de Oliveira Rodrigues, Condutora de Ambulância da Base Descentralizada de Delfinópolis, que atuava com o propósito de salvar vidas. Neste momento de luto, expressamos nossas mais sinceras condolências à sua família, amigos e colegas de trabalho.”
Motorista de ambulância do Samu morre em acidente em Delfinópolis – Imagem: divulgação
Motorista de carreta fica ferido após desviar de veículo e tombar na MG-050, em Passos – Foto: Helder Almeida
Na última terça-feira (11), o motorista de uma carreta ficou ferido após tombar o veículo no local onde está sendo construído o trevo que ligará a rodovia MG-050 até a rodovia Passos (MG) a São João Batista do Glória (MG) e cervejaria Heineken.
O Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), foram acionados para atenderem a ocorrência.
Segundo relatos do motorista, a carreta, carregada com cimento, realizava o trajeto Furnas a Passos e ao chegar nas obras de construção do novo trevo, um caminhão que fazia o sentido contrário, invadiu sua pista e para evitar uma batida frontal desviou a carreta para o acostamento e acabou perdendo o controle direcional, vindo a tombar.
Equipes de resgate se depararam com o motorista da carreta já caído fora da cabine com diversos ferimentos pelo corpo. A vítima foi socorrida para Santa Casa de Misericórdia de Passos.
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