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Jornal Folha Regional

Venda da Copasa é aprovada em definitivo na Assembleia

Venda da Copasa é aprovada em definitivo na Assembleia – Foto: reprodução

Após pouco mais de nove horas de obstrução da oposição, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou em definitivo, na noite desta quarta-feira (17/12), o Projeto de Lei (PL) 4.380/2025, que autoriza a venda da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). A proposta foi aprovada por 53 votos favoráveis e 19 contrários.

O texto segue agora para sanção do governador Romeu Zema (Novo), autor da proposta, que deve confirmar o aval à medida defendida por ele como meio para captação de recursos na adesão de Minas Gerais ao Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag). A privatização da Copasa, assim como a desestatização da Cemig e da Gasmig, integra a agenda do governador desde o primeiro mandato.

A deliberação foi precedida por tentativas da oposição de retardar o avanço da pauta. Deputados contrários à privatização apresentaram sucessivos requerimentos e utilizaram o tempo de fala para criticar o projeto. A sessão ocorreu sob protestos de servidores da companhia, que acompanharam a votação das galerias do plenário e manifestaram em gritos de “vergonha” contrariedade à venda da empresa.

Por volta das 13h30, a reunião chegou a ser suspensa após uma questão de ordem apresentada pela deputada Beatriz Cerqueira (PT). A parlamentar questionou a não conferência de quórum solicitada pela oposição, estratégia adotada ao longo da tramitação para tentar surpreender a base governista em momentos em que ela não reuniria os 48 votos mínimos exigidos para a aprovação da matéria.

Protestos

Desde o início da discussão do PL, todos os encontros destinados ao debate do tema foram marcados por protestos de trabalhadores da Copasa, organizados pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgotos (Sindágua).

Depois da votação do texto principal, o plenário analisaou ainda uma a uma as emendas apresentadas pela oposição. Uma delas propunha ampliar de 18 para 60 meses o período de estabilidade dos trabalhadores da Copasa, já aprovado no primeiro turno.

Os oposicionistas também sugeriram emenda para garantir a realocação dos funcionários da Copanor, subsidiária criada em 2007 para atuar nas regiões Norte e Nordeste do estado, além de assegurar a lotação de servidores em entes municipais. Outra emenda previa que 30% do total arrecadado com a privatização fosse destinado ao Fundo Estadual de Saneamento, a ser criado em até 180 dias após a aprovação da lei.

O bloco Democracia e Luta apresentou ainda duas outras emendas. Uma delas buscava proibir a venda da Copasa para empresas cujos dirigentes tenham tido atuação prévia na companhia. A outra impedia a alienação do controle para empresas que já tenham adquirido mais de 5% das ações da estatal.

Realocação de trabalhadores

O texto aprovado estabelece, entre outros pontos, a manutenção de cláusulas de tarifa social, a obrigatoriedade do cumprimento das metas de universalização do saneamento previstas no Marco Legal do setor e a garantia de estabilidade por 18 meses aos servidores da Copasa. Após esse período, o projeto prevê a possibilidade de realocação dos trabalhadores em outras empresas públicas ou sociedades de economia mista controladas pelo Estado.

Apresentado pelo governador, o PL  estabelece que a Copasa passará a operar no modelo de corporation, o qual nenhum acionista individual concentra poder decisório. A mudança de controle pode ser implantada pelo governo meio da venda de ações ou de um aumento de capital que dilua sua participação acionária. O texto mantém ainda a chamada golden share, ação especial que assegura ao estado o poder de veto em decisões consideradas estratégicas para a companhia.

Para que a venda pudesse ser analisada, a Assembleia precisou, anteriormente, aprovar a extinção do referendo que exigia consulta popular para a privatização de qualquer estatal. A exigência havia sido incluída na Constituição mineira em 2001, durante o governo de Itamar Franco, como reação ao ciclo de privatizações da década de 1990, período em que a então estatal Vale do Rio Doce foi vendida.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 24/2023, enviada por Zema dois anos antes de a privatização da Copasa entrar na discussão no âmbito do Propag, foi aprovada pelo quórum mínimo necessário em 5 de novembro. O processo, desde a entrada da PEC na pauta da Assembleia, em 9 de setembro, e a aprovação do projeto de privatização, levou pouco mais de três meses.

De acordo com o governo, a maior parte dos recursos obtidos com a negociação das ações da Copasa será destinada ao financiamento de políticas públicas previstas pelo Propag. A legislação obriga os estados a investirem um percentual entre 0,5% e 2% do valor de suas dívidas em áreas como infraestrutura e ensino profissionalizante. O Executivo também sustenta que a privatização está alinhada ao Marco Legal do Saneamento, que estabeleceu o prazo de 2033 para a universalização dos serviços de água e esgoto no país.

Emendas da AMM

Sugerida pela Associação Mineira de Municípios (AMM), a emenda que garantiria às prefeituras o direito de romper seus contratos com a Copasa em caso de privatização não chegou a ser apreciada em plenário. A proposta não entrou na pauta por falta de acordo com o governo e, para ser analisada, precisaria ter sido aprovada previamente pelo colégio de líderes.

Na véspera da votação definitiva, o presidente da ALMG, Tadeu Martins Leite (MDB), afirmou que, sem consenso entre as lideranças, nenhuma nova emenda seria submetida ao plenário durante a tramitação em segundo turno. “Não há, até o momento, emendas que contemplem o pleito apresentado pela AMM, até porque a apresentação de emendas é prerrogativa exclusiva dos deputados”, declarou.

O consultor jurídico da AMM, Wederson Advincula Siqueira, afirmou que a associação ainda aposta na possibilidade de obter aval do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) para que os municípios possam rescindir os contratos. Uma consulta pública com esse objetivo foi encaminhada recentemente ao TCE-MG, que já convocou uma mesa de negociação para discutir o tema. A primeira reunião para o início dessas tratativas está marcada apenas para fevereiro.

Nas últimas semanas, a AMM passou a atuar de forma mais incisiva no debate público sobre a privatização da Copasa. O presidente da associação e prefeito de Patos de Minas, no Triângulo Mineiro, Luís Eduardo Falcão Ferreira (sem partido), tem afirmado reiteradamente que os municípios não foram convidados a participar das discussões sobre a venda da companhia.

Durante evento realizado na última quinta-feira (11/12), ele criticou a condução do processo pelo governo estadual. “Nós não podemos aceitar que os municípios não sejam ouvidos”, disse. Na ocasião, Falcão voltou a se posicionar contra a renovação antecipada dos contratos com a Copasa antes da conclusão da votação do projeto de lei. “Recomendo a todos os prefeitos que estão recebendo cartilha da Copasa para renovar contrato: não assinem”, afirmou.

Anvisa proíbe venda de “Metbala”, medicamento de tadalafila

Anvisa proíbe venda de “Metbala”, medicamento de tadalafila - Foto: reprodução
Anvisa proíbe venda de “Metbala”, medicamento de tadalafila – Foto: reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda da bala de tadalafila chamada “Metbala”, fabricada pela empresa FB Manipulação Ltda.

Segundo a agência, a medida foi adotada porque o produto não tem qualquer tipo de regularização na Anvisa. Além disso, a empresa identificada não tem autorização da Anvisa para fabricar medicamentos.

A resolução com a medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (14). A proibição também se aplica a qualquer pessoa, empresa ou veículo de comunicação que comercializem ou divulguem o produto.

De acordo com a legislação, medicamentos só podem ser comercializados por farmácias e drogarias e precisam estar registrados na Anvisa. O registro é a comprovação de que o produto possui eficácia, segurança e qualidade.

A tadalafila é um medicamento sujeito à prescrição médica e o uso depende de uma avaliação sobre as condições específicas do paciente. A agência alerta que aqueles que fazem propaganda de produtos irregulares também cometem infração sanitária e está sujeito a penalidades.

Anvisa proíbe venda de 47 pomadas para modelar cabelos; veja lista

Anvisa proíbe venda de 47 pomadas para modelar cabelos; veja lista - Foto: reprodução
Anvisa proíbe venda de 47 pomadas para modelar cabelos; veja lista – Foto: reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização de 47 pomadas para fixar e modelar cabelos que não estão conforme as adequações exigidas pela agência. 

A maioria dos produtos não apresentou uma série de obrigações do Sistema de Automação de Registro de Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes. Entre as exigências, está a declaração da empresa titular que atesta a segurança do produto

O uso de pomadas irregulares ou inadequadamente pode provocar efeitos como cegueira temporária (perda temporária da visão), forte ardência nos olhos, lacrimejamento intenso, coceira, vermelhidão, inchaço ocular e dor de cabeça.  

A resolução da agência, de setembro de 2023, que definia os novos critérios de adequação ocorreu após casos de cegueira e queimaduras no Brasil. As novas regras exigiam uma arte do rótulo que indica a correta utilização do produto

A Agência definiu o dia 31 de dezembro do ano passado como prazo para as empresas se adequarem. A partir desta data, a Anvisa passou a avaliar o cumprimento dos critérios e requisitos técnicos necessários para o produto estar no mercado.

As marcas irregulares foram notificadas e tiveram a venda dos produtos proibida pelo órgão sanitário. Veja a lista de produtos proibidos:

Briefing Agencia De Publicidade E Representações LTDA 

  • Pomada Modeladora Efeito Seco Mr. Dan 
  • Pomada Modeladora Efeito Matte Glum
  •  Pomada Cabelo E Barba Efeito Seco 

B&M Indústria, Comércio E Distribuição De Cosméticos LTDA-ME 

  • Pomada Capilar Efeito Cola Grecco Men 
  • Pomada Modeladora Capilar 3 Em 1 Grecco Men 
  • Pomada Finalizadora Efeito Teia Elástica Grecco Men By Mié Barber
  • Pomada Finalizadora Waves Grecco 360Waves
  • Pomada Modeladora Matte Effect Toque Seco Grecco Men

Chams Indústria De Cosméticos LTDA – ME 

  • Pomada Fixadora Glue Hair 
  • Pomada Matte Maxi Farma 
  • Pomada Efeito Seco Hair On Forza 
  • Pomada Modeladora e Finalizadora Jan Rosê 
  • Pomada Líquida Grooming Tuning Nohraan 
  • Pomada Modeladora Matte L2K 
  • Pomada Matte Pomada Téia Hair On 
  • Pomada Cera Para Cabelo Nohraan 
  • Pomada Matte Masculina 
  • Pomada Efeito Água Saada 
  • Pomada Matte Saada 
  • Pomada Matte Uni Cosmética 
  • Pomada Matte Pomada 6 Cilindros 
  • Pomada Fixadora 
  • Pomada Spider Web Nohraan 
  • Pomada Branca Modeladora Devons 
  • Pomada Speed Envoke 
  • Pomada Efeito Teia 
  • Pomada Efeito Água (Ressonante) 
  • Pomada Modeladora Black Capitano

Agape Indústria E Comercio De Cosméticos LTDA 

  • Pomada Modeladora Molding Premium – Scolari Profissional 
  • Pomada Modeladora Matte Dartagnan Exosso.Dermal Booster Fluid – La Cutanée
  • Pomada Capilar Modeladora Floraminas

Conceito A Industria E Comercio De Cosmeticos LTDA 

  • Pomada Chappers Efeito Teia 130G

Alianza Indústria E Comércio De Cosméticos LTDA EPP 

  • Pomada Matte Fixação Alta Gambler

Aliyah Industria Cosmetica LTDA

  • Pomada Teia

B. F. Martins LTDA 

  • Pomada Para Cabelo Alta Fixação Efeito Matte

De Sirius Cosmeticos LTDA – EPP

  •  Pomada Fixadora Sculpt De Sírius

Bothânico Hair Cosmetic Natural LTDA ME 

  • Pomada Capilar Nofrizz Bothânico Hair

Cosmaidi Indústria De Cosméticos LTDA ME 

  • Pomada Modeladora Para Cabelos Awatã Efeito Seco 120GR

Ultran Cosmética LTDA 

  • Pomada Modeladora Rehidratt Mega Brilho 60G 
  • Pomada Modeladora Capilar For Men Rehidratt 60 G 
  • Pomada Modeladora Rehidratt Controle E Equilibrio 60G 
  • Pomada Modeladora Rehidratt Sérum Pro Repair 60G

Timage Industria Comercio De Cosméticos LTDA – EPP 

  • Pomada Modeladora – Coreto Matte Extreme – X-Way Professional

Trezzo Indústria E Comércio De Cosméticos LTDA 

  • Pomada Fixadora Homens Vitiss

Rehair Industria E Comercio De Cosméticos LTDA 

  • Máscara BTX Quiabo Tratamento Capilar

Projeto de lei relatado por Delegado da Cunha proíbe venda de bebidas alcoólicas em estádios

Delegado da Cunha relata Projeto que propõe fim da venda de bebidas alcoólicas em estádios para reduzir violência nas torcidas.

Projeto de lei relatado por Delegado da Cunha proíbe venda de bebidas alcoólicas em estádios - Foto: reprodução
Projeto de lei relatado por Delegado da Cunha proíbe venda de bebidas alcoólicas em estádios – Foto: reprodução

Projeto de Lei 4.272/2019, de autoria do Deputado Federal Severino Pessoa (MDB) e relatado pelo Deputado Delegado Da Cunha (PP), está em pauta na Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados. A proposta visa proibir a venda, consumo e porte de bebidas alcoólicas em dias de jogos de futebol profissional em estádios e áreas próximas, alterando a Lei Geral do Esporte de 2023. A medida é uma resposta ao aumento da violência associada a confrontos de torcidas, com o consumo de álcool identificado como um dos principais fatores que intensificam esses conflitos.

Para Delegado Da Cunha, o consumo de bebidas alcoólicas em estádios de futebol é um agente de risco que agrava o comportamento agressivo em eventos esportivos, comprometendo a segurança de torcedores, jogadores e funcionários. “O futebol deve ser um espetáculo de paz e entretenimento para todas as idades. Ao evitar o consumo de álcool nesses locais, estaremos criando um ambiente mais seguro e acessível a todos,” afirma Da Cunha. O relator ressalta que a violência nos estádios brasileiros é um problema antigo, reforçado por tragédias recentes que demonstram a urgência de regulamentação mais rigorosa.

A violência nos estádios em números

Segundo um levantamento feito pelo jornalista Rodrigo Vessoni, entre 1988 e 2023, foram registradas 384 mortes em decorrência de conflitos entre torcedores. Um caso marcante ocorreu em 2023, quando a jovem torcedora Gabriella Anelli foi fatalmente atingida por estilhaços de vidro durante um confronto de torcidas nas proximidades do Allianz Parque, antes de uma partida entre Flamengo e Palmeiras. Esse episódio trágico é um reflexo da insegurança em estádios e suas redondezas, especialmente em ambientes onde há consumo de álcool.

Pesquisas do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID) indicam que o álcool está envolvido em grande parte dos casos de violência. Estudos recentes apontam que a proibição do consumo de álcool em estádios em alguns estados brasileiros resultou na redução de ocorrências policiais nos dias de jogos, corroborando a eficácia de medidas restritivas.

Como funciona o projeto e sanções previstas

O PL 4.272/2019 propõe que a venda, distribuição e porte de bebidas alcoólicas sejam vetados dentro dos estádios e em um raio de 500 metros das arenas, em dias de jogos profissionais de futebol. Além disso, prevê sanções administrativas e financeiras para aqueles que descumprirem a proibição, embora os detalhes dessas sanções ainda precisem ser regulamentados. A proposta também sugere que o consumo em garrafas de vidro seja limitado no entorno dos estádios, medida que visa minimizar o uso desses recipientes em atos violentos.

Delegado Da Cunha enfatiza que a aprovação da lei trará mais segurança e tornará o futebol um evento de paz, onde famílias e crianças possam aproveitar sem receios. “Nosso objetivo é pacificar os estádios e permitir que o futebol seja uma festa segura, onde todos se sintam protegidos. A segurança deve ser prioridade, e essa medida é um passo importante para alcançá-la”, conclui o relator.

Venda de álcool líquido 70% está proibida a partir desta terça-feira (30)

Venda de álcool líquido 70% está proibida a partir desta terça-feira (30) – Foto: reprodução

A venda de álcool líquido 70% voltou a ser proibida no Brasil nesta terça-feira (30). Agora, o produto só pode ser vendido em gel.

A Anvisa havia permitido a venda do álcool líquido para o público geral por causa da pandemia de covid-19; mas esse prazo terminou no dia 31 de dezembro do ano passado.

O período de vendas, que acabou nessa segunda, serviu apenas para esgotar os estoques dos estabelecimentos comerciais.

O álcool 70% na forma líquida já havia sido proibido 22 anos atrás, em 2002, por causa dos acidentes domésticos. Ele foi liberado novamente para facilitar o acesso a produtos de desinfecção para combater o vírus.

A Associação Brasileira de Supermercados reclama que a proibição tira o acesso a um produto de melhor relação custo-benefício, eficaz na limpeza de ambientes e na proteção contra doenças.

Moeda comemorativa de R$ 5 vendida a R$ 440 esgota em 6 horas

Moeda comemorativa de R$ 5 tem venda esgotada em 6 horas - Foto: divulgação
Moeda comemorativa de R$ 5 tem venda esgotada em 6 horas – Foto: divulgação

A moeda de R$ 5, lançada na última quinta-feira (11) em comemoração aos 200 anos da primeira Constituição, esgotou seis horas após ter o lançamento anunciado pelo Banco Central (BC).

Apenas três mil unidades foram feitas nesta primeira leva, com valor unitário de R$ 440. A moeda consta como esgotada no site da Casa da Moeda.

Moeda comemorativa de R$ 5 tem venda esgotada em 6 horas – Foto: divulgação

A reportagem entrou em contato com o BC para consultar a previsão de lançamento de novos lotes, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem.

A frente da moeda comemorativa apresenta o livro da primeira Constituição brasileira aberto com suas páginas retratadas em cor sépia, que representa a passagem do tempo. A pena estilizada e o texto manuscrito remetem à forma como o livro, há 200 anos, foi redigido. Essa é a primeira vez que o recurso da cor é utilizado em uma moeda de prata no Brasil.

A parte de trás mostra o prédio do Congresso Nacional com as duas cúpulas.

Moeda comemorativa de R$ 5 tem venda esgotada em 6 horas - Foto: divulgação
Moeda comemorativa de R$ 5 tem venda esgotada em 6 horas – Foto: divulgação

Outras moedas

Esta não é a primeira vez que o BC lança moedas comemorativas de R$ 5. Em 2015, a autoridade monetária lançou uma para comemorar o título de Salvador como uma das cidades consideradas Patrimônio da Humanidade. Já em 2022, outra de mesmo valor foi lançada em comemoração aos 200 anos da independência do Brasil.

Contudo, por seu valor colecionável, tendo em vista que são de edição limitada, as moedas têm o preço bem superior ao valor original estampado no metal.

Pelo site da Casa da Moeda, por exemplo, a edição de independência pode ser comprada pelo valor de R$ 421.

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