Imagens de câmeras de segurança registraram um acidente ocorrido na noite do último sábado (9), em Alpinópolis (MG), envolvendo um carro e uma motocicleta com dois ocupantes. A colisão aconteceu na Avenida Governador Valadares, próximo ao cruzamento com a Rua Major João Gonçalves.
De acordo com a Polícia Militar, a moto seguia em direção ao bairro CEA, enquanto o automóvel vinha do bairro São Benedito rumo ao Centro da cidade. No local, existe um semáforo que, durante o período noturno, opera apenas com o sinal amarelo piscante, indicando atenção.
O vídeo mostra o momento exato da batida lateral. Com o impacto, os dois ocupantes da motocicleta foram arremessados ao chão e um dos capacetes chegou a se soltar. Segundo informações preliminares, mesmo que as câmeras de segurança não tenham registrado, o motorista teria parado logo à frente para prestar socorro.
Populares que presenciaram o acidente se aproximaram para auxiliar as vítimas, que permaneceram sentadas no chão à espera de ajuda. Até o fechamento desta reportagem, a identidade dos envolvidos não havia sido confirmada e não havia informações oficiais sobre o estado de saúde dos ocupantes da moto. Também não foi registrado Boletim de Ocorrência.
Um vídeo mostra o momento em que o empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, de 47 anos, reage ao ser informado que permanecerá preso pela morte do gari Laudemir de Souza Fernandes, de 44. As imagens foram registradas durante audiência de custódia realizada na manhã desta quarta-feira (13/8), na Central de Audiências de Custódia (CEAC), no bairro Lagoinha, região Noroeste da capital.
O crime ocorreu na última segunda-feira (11/8), no bairro Vista Alegre, região Oeste de Belo Horizonte. A pedido do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a prisão em flagrante foi convertida em preventiva, sem prazo para expirar. A defesa tentou o relaxamento da prisão, alegando que o acusado é réu primário, possui bons antecedentes e residência fixa, mas o pedido foi negado.
Renê Júnior foi autuado por homicídio duplamente qualificado — por motivo fútil e recurso que impossibilitou a defesa da vítima — e por ameaça contra a motorista do caminhão de coleta. O juiz Leonardo Damasceno destacou que o acusado já responde a processo por lesão corporal grave em São Paulo, o que indicaria “personalidade violenta e reiteração delitiva”.
Na decisão, o magistrado também citou o comportamento do suspeito no momento do crime. “Ao sacar sua pistola e apontá-la diretamente para a motorista, proferindo as palavras ‘se você esbarrar no meu carro eu vou dar um tiro na sua cara’, o autuado demonstrou total descontrole emocional e perigosa predisposição para o uso de violência letal como primeira resposta a contrariedades do cotidiano”, afirmou.
Veja o que se sabe sobre a confusão de trânsito que acabou com a morte do gari Laudemir de Souza Fernandes
O crime
Na manhã de segunda-feira (11/8), por volta das 9h, houve uma confusão no trânsito no bairro Vista Alegre, região Oeste de Belo Horizonte. Um caminhão de coleta de lixo estava parado quando um carro BYD cinza, vindo na direção contrária, se aproximou. O motorista do carro — apontado como o suspeito — teria sacado uma arma e ameaçado a condutora do caminhão, dizendo que “iria atirar na cara” dela. Logo depois, ele teria atirado contra o gari Laudemir de Souza Fernandes, que estava trabalhando na coleta.
O gari foi atingido na região torácica, próximo às costelas, e socorrido ao Hospital Santa Rita, em Contagem, mas não resistiu aos ferimentos. Após o disparo, o suspeito fugiu no mesmo carro BYD cinza e foi localizado pela polícia na tarde do mesmo dia, enquanto malhava em uma academia de alto padrão no bairro Estoril. Ele foi preso sem oferecer resistência. Conforme relatos das testemunhas, pouco antes de ser atingido, Laudemir teria dito: “Acertou em mim”. Testemunhas que estavam no local do crime afirmaram que o suspeito “saiu tranquilo e com semblante de bravo” após atirar na vítima.
A vítima
A vítima foi identificada como Laudemir de Souza Fernandes, 44 anos, gari da Localix Serviços Ambientais. Colegas e parentes o descrevem como trabalhador, pacífico e dedicado à família. Laudemir deixou esposa, uma filha de 15 anos e enteadas; segundo testemunhas e familiares, era muito querido no trabalho e em casa.
Segundo Ivanildo Gualberto Lopes, sócio-proprietário da Localix, Laudemir tentou apaziguar a situação durante a confusão no trânsito e acabou sendo atingido enquanto trabalhava. “Agora vai estar nas mãos da Justiça e nós iremos acompanhar”, afirmou Ivanildo.
Versão de Renê
Renê da Silva Nogueira Júnior, 47 anos, negou a autoria do crime durante o depoimento. Segundo ele, no dia do homicídio, saiu de casa às 8h07 e seguiu o trajeto que costuma fazer até Betim, onde trabalha. Relatou que chegou à empresa, saiu para almoçar, retornou ao trabalho, voltou para casa ao final do expediente, trocou de roupa, saiu para passear com os cães, guardou os animais e foi à academia.
A PCMG informou que as imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas para confrontar a rota e os horários descritos por Renê. Segundo a corporação, “tem que ser comprovado” o trajeto narrado pelo suspeito. Até o momento, Renê não passou por exames periciais.
Como a polícia chegou até Renê e o que a PCMG sabe até o momento
De acordo com o delegado Evandro Radaelli, do DHPP, a Polícia Militar capturou e identificou o suspeito, que foi levado à unidade. “Fizemos o levantamento de informações, a identificação de testemunhas e conseguimos, em fase preliminar, confirmar elementos que levaram à ratificação da prisão. Também houve identificação de imagens, calibres de arma de fogo e representação pela prisão preventiva”, afirmou. Com base nesses elementos, houve representação pela prisão preventiva do suspeito. Os investigadores também pontuaram que, durante o depoimento, o suspeito não apresentava sinais de embriaguez ou de uso de drogas. “Ele é articulado, fala bem e não havia necessidade da realização do exame toxicológico”, informou o delegado Matheus Moraes.
O delegado informou ainda que o suspeito não possuía porte de arma. A informação ainda vai ser checada pela instituição com a Polícia Federal. A investigação identificou a placa e a propriedade do veículo supostamente envolvido e colheu depoimentos de todas as testemunhas; o inquérito inclui análise de imagens e oitivas para consolidar o conjunto probatório. “Identificaram a placa do veículo e, após isso, consequentemente, a propriedade. Com isso, chegaram às informações de que ele passou pelo local [do crime]. Por meio de oitivas de testemunhas, pudemos confirmar que era um indivíduo de porte físico reconhecível e pudemos confirmar a autoria do fato”, disse o delegado Evandro Radaelli.
O caso está sob investigação contínua da Polícia Civil. Renê foi autuado por homicídio duplamente qualificado e por ameaça contra a motorista do caminhão. Após os procedimentos no DHPP, ele foi encaminhado ao Ceresp Gameleira, onde aguardará audiência de custódia, marcada para esta quarta-feira (13). A esposa de Renê, a delegada Ana Paula Lamego Balbino, não sabia que o marido era suspeito de um assassinato até a prisão dele em uma academia do bairro Estoril, segundo a PCMG.
Investigação da Corregedoria e a arma
Segundo a apuração, uma pistola calibre .380 foi recolhida e entregue à Corregedoria. A delegada Ana Paula Lamego Balbino — apontada como esposa do suspeito — teve a arma pessoal entregue à Corregedoria para perícia e apuração sobre cautela e guarda do armamento. Radaelli afirmou que ainda não é possível dizer se a arma utilizada no crime pertence à delegada; essa verificação está em curso e o caso é acompanhado pela Corregedoria da Polícia Civil.
Diversos veículos noticiaram que, em depoimento, o próprio empresário afirmou que a arma pertenceria à esposa, o que motivou a instauração de procedimento pela Corregedoria para apurar eventual falha na guarda do armamento. A investigação disciplinar e o inquérito policial seguem abertos para esclarecer esse ponto.
Homenagens e velório
Familiares, amigos e colegas se reuniram na manhã de terça-feira (12/08) na Igreja Quadrangular, em Nova Contagem, para o velório de Laudemir. Em falas marcadas pela revolta e pela dor, parentes o descreveram como “uma pessoa muito trabalhadora, uma pessoa honesta, muito carinhosa e protetora, que morreu trabalhando.”
A enteada Jessica França, 25, disse que a família está em choque e cobrou justiça. Ela informou que Laudemir é “uma pessoa muito trabalhadora, uma pessoa honesta, muito carinhosa e protetora, que morreu trabalhando. Saiu de casa cedo, era um dia que ia chegar mais tarde, mas não voltou. Todo domingo de manhã ele fazia café da manhã, cuidava da gente.” Em coro, colegas e o patrão também pediram que o caso não fique impune.
Emocionada, a esposa do gari, Liliane França, afirmou: “O Lau não voltou. Me devolveram o Lau no caixão. Não pode ficar assim, tem que haver uma mudança, tem que haver justiça.” Ela também cobrou respeito à categoria e lembrou das dificuldades e da falta de tolerância enfrentadas pelos garis.
A mãe do gari Laudemir de Souza Fernandes passou mal durante o velório do filho. Abalada, ela foi amparada por familiares e levada a um hospital após apresentar pressão muito baixa, conforme relatou a sobrinha de Laudemir.
Ivanildo Gualberto Lopes, sócio-proprietário da Localix, disse: “Agora vai estar nas mãos da Justiça e nós iremos acompanhar.” Ele reforçou que a categoria está sensibilizada e exigiu responsabilização: “Estamos clamando por justiça. A nossa categoria é muito forte. Então não mexa com os garis.”
Quem é o suspeito
Renê da Silva Nogueira Júnior, de 47 anos, é o suspeito de matar o gari Laudemir de Souza Fernandes, de 44. Ele se apresenta no LinkedIn como alguém que “transforma empresas e acelera resultados através de liderança estratégica e inovação”. Ele é marido da delegada da Polícia Civil de Minas Gerais Ana Paula Balbino Nogueira.
Segundo o perfil profissional, Renê tem 27 anos de experiência executiva no setor de alimentos e bebidas e afirma possuir “histórico comprovado de gerar crescimento exponencial e liderar transformações organizacionais complexas” no mercado brasileiro e internacional.
Ele já ocupou cargos executivos em empresas como Coca-Cola, Vigor, Red Bull e Ambev. Sua experiência mais recente começou em agosto, quando assumiu a diretoria de negócios da Fictor Alimentos. Após a prisão, a empresa informou que ele havia iniciado as atividades há menos de duas semanas, repudiou a conduta atribuída ao funcionário e manifestou solidariedade à família da vítima.
Na formação acadêmica de Renê constam estudos na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Fundação Getulio Vargas (FGV), Ibmec, Universidade de São Paulo (USP), Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e Harvard Business School. Em seu LinkedIn, há uma recomendação escrita pela esposa, na qual ela afirma que ele é um “homem de caráter irrefutável”.
Defesa do suspeito
O advogado de Renê, Henrique Viana Pereira, foi procurado pela reportagem, mas preferiu não se manifestar sobre o caso.
Um caminhão carregado com morangos congelados perdeu o freio e desceu desgovernado por uma rua no bairro Rua do Alto, em Tocos do Moji (MG), na noite do último domingo (10). Uma câmera de segurança registrou o momento exato do acidente. (veja no vídeo acima)
O caso aconteceu na Rua Virgínio Batista Pereira, perto da Praça Monsenhor Dutra, por volta de 20h30. Segundo o Departamento Municipal de Obras, o motorista do caminhão contou que o veículo perdeu os freios no morro que dá acesso ao distrito dos Fernandes.
Conforme a Polícia Militar, após a falha mecânica, o veículo colidiu contra o pergolado situado na praça e, em seguida, atingiu três automóveis que estavam estacionados.
Dentro do caminhão estavam o motorista de 55 anos e um passageiro, de 45. Ainda de acordo com a PM, o condutor foi encaminhado ao hospital de Borda da Mata se queixando de dores no peito.
A PM informou que os veículos envolvidos foram liberados aos proprietários, que relataram estar em tratativas com o motorista e o passageiro, que possui seguro. A praça municipal também sofreu danos, incluindo a destruição do pergolado e de um padrão de energia elétrica.
À reportagem, a prefeitura informou que estuda proibir a descida de veículos pela rua, considerada muito íngreme e onde já aconteceu outro acidente grave, em 2020, envolvendo uma ciclista.
Um momento de tensão em casa levou um adolescente de 14 anos a aplicar a manobra de Heimlich no primo, de 13 anos, na noite da última quinta-feira (7), em Fortaleza. O caso foi registrado pelas câmeras do apartamento da família e mostraram Igor Vasconcelos sendo salvo pelo primo, Silas, de um engasgo.
Segundo a mãe do mais novo, Lione Vasconcelos, de 46 anos, os dois estavam conversando no sofá do apartamento onde mora Igor, o mais velho, no bairro Guararapes, em Fortaleza.
Na ocasião, as crianças estavam se divertindo quando Igor, o mais novo, riu de algo falado pelo primo, mas acabou se engasgando com uma mistura de leite e achocolatado com flocos crocantes.
“O Silas gosta muito de contar histórias, eles se dão muito bem, são quase irmãos, então naquele momento ele até achou que o Igor poderia estar brincando”, contou Lione em entrevista.
Ao ver o primo sufocando, Silas resolveu aplicar a manobra, conhecida por realizar uma tração abdominal para desobstruir as vias aéreas. Todo o momento, que registrou os primos e a mãe de Silas, foi filmado pela câmera de segurança na cozinha do apartamento.
No vídeo, é possível ver que Igor chega sem fôlego para pedir auxílio da tia, Joana, que limpava o cômodo. Tossindo bastante, ele se aproxima da pia e logo começa a demonstrar sinais de um engasgo mais grave.
A tia tenta bater nas costas do jovem, mas não obtém sucesso e logo pede para o filho pedir ajuda da vizinha. Poucos segundos depois, entretanto, Silas retorna à casa, se aproxima de Igor e começa a aplicar a manobra.
É a partir desse momento que Igor recobra a respiração ao expelir um pouco de líquido e a família se acalma. Segundo relato da mãe do adolescente, o sobrinho havia aprendido a técnica com o irmão mais velho, Eduardo.
“Ele me contou que a mãe pediu para que ele fosse no vizinho, mas quando passou da porta ele pensou que se fosse, quando voltasse o Igor já poderia ter morrido porque a mãe não saberia fazer o que ele sabia”, explicou Lione sobre o relato do sobrinho.
Apesar de ter melhorado do engasgo, a família ainda encaminhou Igor para um hospital, já que ele ainda se queixava de dor na garganta e no peito. Os médicos prescreveram uma medicação para dor e ele não apresentou nenhuma sequela após o episódio.
Segundo Lione, a aflição foi grande, mas a ação rápida possibilitou o salvamento e um final positivo. “Jamais o Eduardo, irmão do Silas, pensaria que isso ia servir para salvar o primo e foi ele que ensinou. Pode até não ter sido uma manobra da forma perfeita, mas foi o que ajudou realmente meu filho”, finalizou a mãe.
Uma técnica de enfermagem de 25 anos foi agredida por uma paciente de 39 na manhã da última segunda-feira (4), em Franca (SP). De acordo com o boletim de ocorrência, as duas já tinham se desentendido outras vezes.
O caso aconteceu por volta das 8h30, na Unidade Básica de Saúde do Jardim Luzia, zona Norte da cidade, e foi registrado por funcionários e pela própria vítima. (veja vídeo acima)
Nas imagens, é possível ouvir a mulher xingando a profissional e dizendo que ela ‘tem de saber trabalhar’. Ela ainda faz ameaças, dizendo que vai pegar a vítima na rua e ‘quebrar a cara dela’.
Em outro momento, a paciente invade a sala de aplicação, dá um tapa no celular da vítima, que está filmando, e ameaça arremessar um suporte de braço contra ela. A mulher é contida por outros funcionários, que tentam separar as duas.
As agressões também aconteceram no corredor da UBS, quando a paciente deu um tapa no rosto da técnica.
Segundo a PM, a vítima é xingada de ‘vagabunda’, ‘desgraçada’ e ‘vaca’. O caso foi registrado pela polícia como desacato e vias de fato.
Em nota, a Prefeitura de Franca informou que teve conhecimento do episódio de violência e repudiou a ação. A administração também disse que presta suporto à técnica de enfermagem agredida.
“Qualquer ato de violência é inaceitável. O caso já está sendo acompanhado pelas autoridades competentes. A Secretaria Municipal de Saúde atua para oferecer todo o suporte necessário à profissional e à equipe presente na unidade”.
Uma bebê de quatro meses, que estava engasgada e sem conseguir respirar, foi socorrida por um policial militar de folga na última sexta-feira (1º), em Divinópolis, na região Central de Minas Gerais. O militar aguardava o elevador de um prédio quando foi surpreendido por duas mulheres, uma delas carregando a criança no colo, já com sinais de asfixia.
O momento do resgate foi registrado pelas câmeras de segurança do edifício. Assim que o elevador chegou, as mulheres entregaram a bebê ao policial, que iniciou imediatamente os procedimentos de primeiros socorros e conseguiu desobstruir as vias aéreas da menina. A ação durou cerca de dois minutos.
A movimentação chamou a atenção dos moradores, que saíram de seus apartamentos para ver o que estava acontecendo próximo ao elevador. Eles acompanharam, apreensivos, a atuação do militar. Depois do atendimento, o policial foi informado de que a bebê é filha de outro militar, que não estava em casa no momento do engasgo.
Após protesto inusitado, Copasa emite nota e explica situação do abastecimento em Teófilo Otoni – Foto: reprodução
Após a repercussão de um vídeo que mostra uma mulher tomando banho com água do bebedouro em uma loja da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), em Teófilo Otoni, a empresa se pronunciou oficialmente sobre o episódio nesta sexta-feira (1º). A cena, gravada na tarde da última terça-feira (29), viralizou nas redes sociais e chamou atenção para a insatisfação de moradores com a instabilidade no abastecimento de água na região.
Na nota enviada ao jornal Folha Regional, a Copasa esclareceu que reconhece e apoia manifestações pacíficas, “desde que o ato não desrespeite os outros clientes em busca de atendimento ou de funcionários que estejam no exercício de sua função”. A Companhia também afirmou que a mulher “em momento algum procurou atendimento na agência”, alegando que, segundo relatos de testemunhas, ela teria entrado no local com o objetivo de ser gravada enquanto fazia a manifestação.
A manifestante aparece nas imagens visivelmente irritada, segurando um caneco e uma barra de sabão, enquanto se banha com a água do bebedouro. “Eu preciso tomar banho, lá em casa não tem água. Tô desde sábado sem água. Tem água pra nada lá, nem pra tomar um café”, disse ela, em um ato de protesto que gerou aplausos, risos e também críticas por parte de quem assistia à cena.
Diante da repercussão, a Copasa também detalhou os motivos da interrupção no serviço e afirmou que a situação já foi normalizada. “A Copasa entende a preocupação e revolta dos moradores de Teófilo Otoni afetados pelo desabastecimento na região Sul da cidade, mas esclarece que trabalhou incansavelmente desde domingo (27/07), quando uma obra registrou a necessidade de intervenções mais complexas que o esperado”, diz a nota.
A Companhia informou ainda que diversas frentes de trabalho atuaram para minimizar os impactos e que caminhões-pipa foram utilizados para abastecer moradores das áreas mais vulneráveis durante o período de intermitência. “O abastecimento foi normalizado no início da noite de terça-feira (29/07) em toda região sul da cidade”, conclui a empresa.
O protesto da mulher continua dividindo opiniões: enquanto alguns usuários das redes sociais consideraram o ato uma forma legítima de chamar atenção para a precariedade dos serviços, outros apontaram a atitude como inadequada por ter ocorrido dentro de uma unidade de atendimento ao público.
CONFIRA A NOTA COMPLETA
A respeito da manifestação de uma cliente na agência de atendimento da Copasa na última terça-feira (29/07), em Teófilo Otoni, a Companhia esclarece que:
1 – Apoia qualquer manifestação pacífica desde que o ato não desrespeite os outros clientes em busca de atendimento ou de funcionários que estejam no exercício de sua função, que é auxiliar as pessoas a conseguirem os serviços.
2 – A cliente em questão em momento algum procurou atendimento na agência. Segundo relatos das testemunhas, ela entrou com o objetivo de ser gravada fazendo a manifestação.
3 – Por fim, a Copasa entende a preocupação e revolta dos moradores de Teófilo Otoni afetados pelo desabastecimento na região Sul da cidade, mas esclarece que trabalhou incansavelmente desde domingo (27/07), quando uma obra registrou a necessidade de intervenções mais complexas que o esperado. Diversas frentes de trabalho atuaram para minimizar os impactos e normalizar o abastecimento o mais breve possível.
4 – Durante o período de intermitência, caminhões-pipa abasteceram moradores das áreas mais vulneráveis da região.
A Companhia reforça que o abastecimento foi normalizado no início da noite de terça-feira (29/07) em toda região sul da cidade.
Após protesto inusitado, Copasa emite nota e explica situação do abastecimento em Teófilo Otoni – Foto: reprodução
Uma família de Delfinópolis (MG) denuncia o que classifica como um grave caso de abuso policial ocorrido recentemente na cidade. Segundo os relatos, tudo começou quando policiais militares abordaram um dos membros da família na rua. O jovem, que teria cooperado com a abordagem, acabou sendo espancado após não saber informar o nome da rua onde morava – já que a família havia se mudado há pouco tempo para o bairro. A Polícia Militar de Minas constata a versão da família, diz que houve resistência e que os envolvidos têm “diversas passagens policiais, alguns inclusive como autores de crimes violentos, com uso de violência ou grave ameaça”.
De acordo com os familiares, o rapaz foi agredido com socos na barriga e no rosto e, tentando se defender, revidou antes de fugir e se esconder no mato. Durante a perseguição, os policiais teriam disparado tiros na mata. “Eles queriam prender ele à toa, entendeu?”, disse um dos familiares.
Momentos depois, já na casa da família, o episódio ganhou contornos ainda mais violentos: seis policiais teriam invadido o imóvel com agressões. Segundo a denúncia, os agentes atacaram com spray de pimenta, mesmo diante de um pedido desesperado para que poupassem uma criança de 4 anos, que presenciou toda a ação e teve seus brinquedos ensanguentados. “A minha menininha está assustada, não está dormindo à noite. Foi uma cena horrível”, relata uma mulher da família.
As agressões descritas são brutais: um tio teve o nariz quebrado e está internado com suspeita de fratura na perna; dois irmãos tiveram pernas quebradas, outro teve o dedo fraturado; além de cortes profundos na cabeça de vários membros da família. “Eles chegaram a rasgar a blusa da minha mãe, bateram demais nela. Vieram, eu acho, pra poder matar”, desabafa um dos familiares. Móveis foram destruídos durante a ação.
Segundo os denunciantes, existe uma câmera de segurança que registrou a primeira abordagem, mas o dono do estabelecimento só pretende liberar a gravação mediante ordem judicial. Já as agressões dentro de casa teriam sido filmadas pela própria família, que diz ter fotos e vídeos comprobatórios.
O relato é acompanhado por um forte sentimento de revolta. “Eles são policiais, têm que proteger, não fazer o que fizeram. A gente não é bandido. Só queremos justiça”, reforçam.
A família diz que já está reunindo todas as provas para acionar a Justiça e denunciar oficialmente o caso, destacando que não houve resistência antes da violência policial e que a presença da criança torna tudo ainda mais grave.
O que diz a Polícia?
No fim da tarde desta terça-feira, 29, o 12º Batalhão de Polícia Militar de Minas Gerais enviou nota oficial a reportagem apresentando a versão da corporação. De acordo com o documento, no dia 26 de julho os policiais faziam patrulhamento de rotina quando abordaram dois indivíduos em “atitude suspeita”. Ainda segundo a nota, um deles colaborou, mas o outro teria reagido de forma agressiva, inclusive agredindo um policial antes de fugir.
A PM afirma que localizou o suspeito em sua residência, onde ele teria continuado a resistir e atirado objetos contra os militares. Os familiares, segundo a corporação, também teriam interferido de maneira violenta contra a ação policial, obrigando os agentes a usarem “força diferenciada” para conter as agressões e as resistências. Na ocorrência, três pessoas foram presas e encaminhadas para atendimento médico. Quatro policiais também precisaram de atendimento devido às lesões.
A nota destaca ainda que os envolvidos têm “diversas passagens policiais, alguns inclusive como autores de crimes violentos, com uso de violência ou grave ameaça”.
Por fim, a Polícia Militar de Minas Gerais informa que foi instaurado procedimento interno para apurar os fatos.
Família denuncia ação violenta da Polícia Militar em Delfinópolis – Foto: arquivo pessoal
Família denuncia ação violenta da Polícia Militar em Delfinópolis – Foto: arquivo pessoal
Família denuncia ação violenta da Polícia Militar em Delfinópolis – Foto: arquivo pessoal
Família denuncia ação violenta da Polícia Militar em Delfinópolis – Foto: arquivo pessoal
Um homem de 32 anos morreu após ser esfaqueado pela sogra na tarde do último domingo (27), no bairro Muquiçaba, em Guarapari, na Região Metropolitana de Vitória (ES). Segundo o Boletim de Ocorrência (BO) da Polícia Militar, a suspeita, de 57 anos, se apresentou à polícia.
De acordo com a Polícia Civil, depois de ser ouvida na delegacia, a suspeita foi liberada porque não foram identificados elementos suficientes para realizar a prisão em flagrante.
A vítima foi identificada como Felipe Catanio de Araújo. Ele trabalhava como vendedor e entregador. Felipe chegou a ser socorrido e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Guarapari, mas não resistiu ao ferimento no peito.
Testemunhas relataram à polícia que Felipe usou um soco inglês para agredir a companheira, de 22 anos, que estava com uma criança no colo no momento da violência. A mãe da jovem viu a briga e para defender a filha golpeou o genro com uma facada no peito.
A mulher, que não teve o nome divulgado, deixou o local do crime, mas compareceu à delegacia da cidade momentos depois.
Após receber atendimento médico, a filha dela também compareceu à unidade policial para prestar depoimento.
A Polícia Civil informou que o corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), da Polícia Científica, onde passará pelo processo de necropsia. Posteriormente, será liberado para os familiares. O caso seguirá sob investigação da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Guarapari.
Sogra mata genro para defender a filha de agressões – Foto: reprodução
Um vídeo incrível, de uma arara brincalhona interagindo com um eletricista, enquanto ele trabalhava no alto de um poste, está encantando internautas nas redes sociais.
Nas imagens, a arara-canindé aparece primeiro em fio, bem ao lado do trabalhador e vai se exibindo para ele. Em seguida, ela resolve se engraçar e fica pendurada no fio para chamar a atenção.
Não satisfeita, a ave pula no ombro do homem e fica bicando para tirar o capacete dele durante a manutenção. Ele só se diverte com a nova amiga e não faz nada. Apenas da risada da insistência dela, pedindo carinho.
O vídeo, que está viralizando nas redes, foi gravado em Minas Gerais. O eletricista, chamado André Souza Santana, trabalha para uma empresa de internet chamada MSolNet.
A gravação foi postada ele no TikTok na última quarta (23), e está ganhando o mundo. Um dos vídeos dele com a arara já teve mais de 9 milhões de visualizações.
Se a arara brincalhona está à vontade, o eletricista mais ainda. Enquanto a ave pula, grasna e se mostra, o homem continua fazendo o serviço dele, aparentemente sem acreditar no que estava vivendo lá no alto do poste. Até que ele estende o braço e a arara começa a brincar com o dedo do homem.
Percebendo que se tratava de uma boa pessoa, a arara vai além. Ela pula no ombro do eletricista e fica lá brincando, enquanto ele continua mexendo nos fios.
Conexão com a natureza
Esta conexão do homem com a ave, símbolo da fauna brasileira, em plena área urbana, mostra que é preciso valorizar essa convivência harmoniosa.
E a atitude do André Souza, que interagiu com todo carinho e respeito com a arara, enquanto trabalhava, fala muito sobre ele. Um ser incrível que recebeu o carinho dos seguidores nas redes.
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