Performance encerra circulação nos dias 8 e 9 de agosto, na Mostra Tunin de Teatro, em São José da Barra (MG)

Combinando arte de rua, teatro de bonecos e intervenção urbana, As Capivaras é uma performance criada pela Casa Volante – Teatro de Boneco que vem encantando públicos de diversas cidades mineiras com sua presença silenciosa, provocativa e poética. Inspiradas na figura da capivara – o maior roedor do mundo e habitante das margens do Lago de Furnas, onde também se localiza a sede da Casa Volante – as personagens transitam por espaços públicos e cotidianos, rompendo com a lógica ordinária do viver humano e propondo um novo olhar sobre o estranho e o estrangeiro.
Neste ano de 2025, As Capivaras circularam por Minas Gerais com apoio da Lei Paulo Gustavo. A jornada começou em São Lourenço, no Festival de Arte e Saberes da Mantiqueira, seguiu para o Festival Pé da Serra, em Carmo do Rio Claro, e chegou à Fazenda Tulha, em Guaxupé, promovendo um encontro inusitado entre arte e natureza. Em Guapé, a performance foi apresentada no Lar São Vicente, oferecendo um momento de afeto e escuta com os residentes do asilo.
A circulação se encerra nos dias 8 e 9 de agosto, na Mostra Tunin de Teatro, em São José da Barra, no contexto de um festival dedicado à arte da cena, reforçando o compromisso da Casa Volante com o teatro popular e o diálogo com diferentes públicos e territórios.
Apesar de não falarem, As Capivaras se expressam com intensidade por meio da presença, da escrita e da imagem, mantendo viva sua narrativa também nas redes sociais, especialmente no Instagram: @nossavidadecapivara. Por onde passam, deixam rastros de encantamento, estranhamento e reflexão — como só uma capivara-humanizada poderia fazer.
Depoimentos:
Jeanne Kieffer, atriz, bonequeira e gestora da Casa Volante
“Levar As Capivaras para a rua com nossa família é uma forma de construir outras formas de convivência, de olhar para o mundo com mais poesia. Cada cidade nos acolhe de um jeito diferente, e é lindo ver como as pessoas se conectam com o silêncio, com o gesto e com esse bicho que é tão nosso.”
Guilherme Pam, ator, bonequeiro e gestor da Casa Volante
“A performance nasce do encontro entre o cotidiano e o absurdo. As Capivaras andam devagar, mas abrem espaço pra muita coisa acontecer no caminho.”






