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Jornal Folha Regional

Cine Família reúne 2.500 pessoas em Passos 

Com os olhares compenetrados na tela, os espectadores assistiram gratuitamente a dois sucessos nacionais recém-saídos do cinema: “Turma da Mônica – Lições” – que foi a produção brasileira mais assistida após o seu lançamento nas telonas com mais de meio milhão de espectadores – e  D.P.A.3 – Uma Aventura no Fim do Mundo, outro sucesso de público que já foi visto por mais de 420 mil pessoas, segundo a plataforma Filme B. O evento aconteceu na quarta-feira (29), na Praça da Matriz, em Passos (MG).

Além dos filmes, as famílias se impressionaram com o tamanho da tela, a qualidade de imagem e som, com as passarelas em tapete vermelho e iluminação cênica que transformaram o ambiente em um cinema a céu aberto.

“Estamos muito felizes com a recepção das pessoas. Nosso agradecimento à Algar Telecom que, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, patrocina o evento desde a sua primeira edição – e também à Prefeitura de Passos pela confiança.

A dedicação e carinho de toda a equipe, desde a pré-produção, quando são escolhidas as cidades, até a programação e montagem da estrutura, preparada para a exibição de um filme, é que nos permite entregar ao público toda esta qualidade “, afirma Marcelo Mamede, coordenador do projeto e diretor da Moinho Cultural, realizadora do evento.

O secretário de Cultura e Patrimônio Histórico, Denilson César dos Reis, destacou a importância do Cine Família na Praça. “É um privilégio muito grande participar e apoiar esse evento, que proporciona tanta alegria para a população”, enfatiza. 

A espectadora Ana Laura de Oliveira, que estava acompanhada da família, disse que ficou fascinada com o evento. “Foi nota mil. Amamos o filme, nos divertimos, rimos, choramos e comemos pipoca. Foi um espetáculo maravilhoso, aconchegante e muito bem organizado. Foi incrível”, ressalta Ana Laura.

“O sucesso do Cine Família na Praça se dá por um conjunto de estratégias. Trabalhamos com muita antecedência para que tudo seja uma experiência ímpar e inesquecível. E o resultado nos dá muita satisfação e sentimento de dever cumprido.

Nosso objetivo de proporcionar uma experiência cinematográfica única a céu aberto, totalmente gratuita, com filmes de classificação indicativa livre, adequados para toda família curtirem juntos, superar nossas expectativas ao ver a praça cheia de pessoas com olhares fixos na tela para não perder sequer um detalhe”, comenta Marco Túlio Morais, da Aproxima Patrocínios e Incentivos, co-realizadora do evento. 

Sobre a Algar Telecom 

A Algar Telecom, empresa do grupo Algar, possui um amplo portfólio com soluções de Telecom e TI para atender clientes corporativos (B2B) e do varejo (B2C).

A companhia oferece internet por fibra óptica em ultravelocidade, celular de qualidade, serviços de voz, dados, e TI, incluindo serviços de cloud e de segurança de redes, além de sistemas de gestão para pequenas empresas. 

Com 68 anos de mercado, possui uma moderna infraestrutura, suportada por uma rede de 115 mil km de fibra óptica que serve, atualmente, mais de 372 cidades, em 16 estados do Brasil e no Distrito Federal. Para todos esses locais, a empresa investe em um atendimento personalizado, consultivo e eficaz para entregar cada vez mais qualidade aos clientes. 

Companhia aberta, não listada em bolsa desde 2007, a Algar Telecom se compromete com as melhores práticas de governança corporativa. São mais de 4,5 mil associados – como são chamados os colaboradores da empresa – comprometidos em manter um relacionamento próximo com seus clientes e alta qualidade na prestação de serviços, com práticas sustentáveis e inovadoras. 

Sobre a Moinho Cultural 

Fundada há 17 anos, a Moinho Cultural é uma Produtora que atende Empresas Patrocinadoras e Agências de Publicidade e de Relações Públicas com a disponibilização de projetos próprios para patrocínio e criação de projetos sob medida, sempre alinhados às estratégias de comunicação do cliente, gerando entregas de qualidade que favoreçam a visibilidade, fortalecimento e reputação de marca. 

Além Cine Família na Praça, possui em seu portfólio projetos de sucesso, como:  Fundinho Festival – Jazz e Blues; Diversão e Arte: Música para Crianças de Todas as Idades; Festival de Inverno da Serra da Canastra; e Expresso Literário; os quais juntos totalizam 40 eventos realizados em 22 diferentes municípios, para um público de cerca de 152 mil pessoas.

.Por: Adriana Bernardes

Homem de 58 anos morre atropelado na MG-050, em Passos

Um homem de 58 anos morreu após ser atropelado na última quinta-feira (30), na MG-050, em Passos (MG). O corpo de Edson Rodrigues foi encontrado às margens da rodovia, com diversas fraturas.

O corpo foi encaminhado para o Instituto médico legal (IML) logo após o atropelamento. Os policiais informaram que no local do acidente não havia marcas de frenagem.

A Polícia Civil investiga o caso para tentar identificar o suspeito do atropelamento.

PC de Passos e Alpinópolis realiza segunda fase da operação ‘Trattore’

Na última quinta-feira (30), a Polícia Civil de Passos (MG), juntamente com Delegacia da Polícia Civil de Alpinópolis (MG), deu início à segunda fase da operação ‘Trattore’, que cumpre sete mandados de busca e apreensão, um em Perdões, dois em Itutinga, um em Varginha, um em Três Pontas, um em Ingaí e um em Nazareno. Além disso, houve um mandado de prisão temporária de um homem de 42 anos em Alpinópolis. 

Foram apreendidos:

  • Um trator valtra, 950, amarelo;
  • Um trator Massey Ferguson 283, vermelho;
  • Uma moto aquática azul;
  • Documentos diversos.

Para as diligências, a Delegacia Regional da Polícia Civil de Passos contou com a ajuda de agentes de Três Pontas, Varginha, Nazareno e Lavras, totalizando 20 policiais civis.

Desde o início das investigações, 11 tratores/maquinários agrícolas, um caminhão, uma caminhonete Hillux, uma moto aquática, um Munck, cheques, insumos, dentre outros materiais já foram apreendidos pela PCMG.

Empresa entra na Justiça para ter concessão de hospital psiquiátrico fechado em Passos

Parado há quase quatro anos, antigo Hospital Psiquiátrico Otto Krakauer, em Passos, constantemente virou alvo de vandalismo e furtos. Uma empresa da cidade entrou na justiça pra conseguir a concessão do imóvel. O objetivo é reativar o espaço pra que ele funcione como um hospital dia psiquiátrico.

Um processo, que corre na 1ª Vara do Fórum de Passos, requer que a Fundação Beneficente São João da Escócia, atual mantenedora do prédio, faça a entrega das chaves do imóvel a uma empresa de médicos da cidade que foi montada com o objetivo de assumir o hospital.

“Para poder trazer de volta esse atendimento que foi prejudicado com o fechamento das atividades. Com isso, eles fizeram a parceria com a fundação São João da Escócia para ter um hospital também de caráter filantrópico para atendimento da população”, explicou o advogado Henrique Hostalácio.

Segundo o advogado, um documento de cessão de espaço foi assinado em março deste ano entre a empresa e o então presidente da Fundação São João da Escócia. Mas a fundação não cedeu o imóvel como determinava o contrato.

“Alguns membros da fundação passaram a insurgir contra o instrumento contratual, não permitindo que o então presidente da fundação entregasse as chaves ao grupo, para que ele pudesse dar início às atividades. E não houve outra alternativa a não entrar na justiça para que essa comissão que então foi formada e que está com as chaves, possa entregar as chaves para darmos continuidade aos trabalhos que serão desenvolvidos”, pontuou o advogado.

Empresa entra na Justiça para ter concessão de hospital psiquiátrico fechado em Passos, MG — Foto: Reprodução/EPTV

Os membros da loja maçônica ‘Deus, Universo e Virtude’ são os responsáveis pela Fundação São João da Escócia. O presidente da instituição, que disse que a fundação está, atualmente, sem representante e que uma nova eleição vai ser feita na próxima segunda-feira (4). Ele disse ainda que o ex-presidente da fundação não cumpriu os tramites legais pra assinatura do contrato, repudiado pela maioria dos membros da maçonaria.

Há cerca de quatro anos, o prédio onde funcionava o antigo Hospital Psiquiatrico Otto Krakauer foi fechado. Desde então, o espaço ficou abandonado e tem sido alvo de furtos.

O prédio foi cogitado pra receber um Hospital de Campanha em 2020, mas não foi possível por falta de equipamentos e profissionais. O advogado explica que a ideia da empresa é transformar o Otto Krakauer em “Hospital Dia Psiquiátrico”.

“Não haverá internações de pernoite, ou seja, os pacientes não irão dormir no local. Será feito todo o trabalho na parte do dia”, falou o advogado.

O ex-presidente da Fundação São João da Escócia, Piassi Giovani, que assinou o contrato junto à empresa de Passos, disse à nossa produção apenas que espera que a haja uma solução via consenso.

O ministério Público também se pronunciou no processo. Disse que instaurou procedimento para análise, solicitou laudos de avaliação do imóvel e pediu que seja citado quem são os responsáveis pela chave do hospital.

Via: G1.

Passos restabelece Conselho dos Direitos da Pessoa Idosa

A Prefeitura de Passos vai restabelecer, após 12 anos sem atuação, o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa (CMDPI). Segundo a administração, a reinstituição do órgão é necessária para o atendimento pleno aos idosos. O edital para o processo de escolha dos representantes da sociedade e para a composição do conselho deve ser publicado na próxima sexta-feira, 1º.

De acordo com a assistente social da Secretaria de Desenvolvimento Social, Trabalho e Renda (Sedest) Josy Mayra Silva Araújo, o CMDPI é um órgão que delibera, formula e controla as políticas públicas e ações voltadas para a pessoa idosa.

“O conselho é formado por 12 membros titulares e 12 suplentes, de forma paritária entre governo municipal e sociedade civil. Cada mandato do CMDPI tem o período de dois anos”, disse. De acordo com ela, o município pode receber recursos oriundos do Imposto de Renda, com a volta do conselho.

Os representantes da sociedade civil no CMDPI deverão ser inscritos conforme o edital, que passam por eleição em um fórum e são convocadas as categorias de prestadores de serviço de longa permanência para a pessoa idosa, público ou privado; representante de usuário de grupos de convivência de pessoa idosa, público ou privado; representantes de pastorais ou grupos religiosos que promovam ações voltadas a pessoa idosa; representante de instituições de ensino público ou privado, que desenvolva trabalhos para a pessoa idosa e representante de prestadores de serviço da área da saúde, voltado à pessoa idosa.

Com relação aos membros representantes do poder público, a escolha é feita pelo chefe do Executivo municipal.

As atribuições dos conselheiros são de reunir-se ordinariamente uma vez por mês e, extraordinariamente, sempre que convocados; propor, formular, acompanhar, fiscalizar e avaliar as políticas e ações municipais destinadas a pessoa idosa; divulgar os seus direitos, bem como, os mecanismos que assegurem tais direitos; inscrever programas governamentais e não governamentais de assistência ao idoso; participar ativamente da elaboração do orçamento municipal, assegurando a inclusão de dotação orçamentária compatível com as necessidades e prioridades estabelecidas; elaborar e aprovar o plano de ação e aplicação dos recursos oriundos do fundo especial, com o acompanhamento e fiscalização da sua utilização e avaliar os resultados.

Segundo a presidente da Comissão Coordenadora das eleições, Cynara Amorim Silveira, o prazo para as inscrições é do dia 1º a 12 de agosto, das 9h às 16h. No dia 19 de agosto será publicado o resultado dos possíveis recursos. No dia 24, acontece o fórum de eleição, das 14h às 16h. Já no dia 2 de setembro, a nomeação dos membros por meio de decreto municipal. No dia 5, a posse dos conselheiros para o biênio 2022/2024 e, por fim, no dia 13 de setembro acontece a eleição da Mesa Diretora do CMDPI.

O edital e as fichas para inscrição podem ser acessados pelo link www.passos.mg.gov.br/portal/secretarias-paginas/147/cmdpi—conselho-municipal-dos-direitos-da-pessoa-idosa.

O CMDPI vai funcionar na Casa dos Conselhos, localizada na rua Três Corações, nº. 392, no bairro Muarama, das 8h às 14h.

Via: Clic Folha.

Fábrica da Heineken em Passos já atrai R$ 1 bilhão

Mesmo distante praticamente 200 quilômetros, a fábrica da Heineken em Passos (MG), é considerada o principal motivo para instalação de uma multinacional – que deve ser anunciada nos próximos dias – do ramo de embalagens em Poços de Caldas. 

Aporte gira em torno de R$ 1 bilhão, com geração de centenas de empregos, anuncia o Diário do Comércio, para fornecer materiais para a cervejaria, iniciando com latas.

Previsão é que a fábrica esteja em operação em 2025 – atualmente, o processo de viabilização está na parte burocrática, de licenças municipais, estaduais e federais.

Via: Da Redação.

Polícia Civil investiga ataque hacker que apagou dados de sistema do SAAE em Passos

A Polícia Civil vai investigar um ataque hacker no Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), de Passos (MG). Todo o sistema eletrônico do órgão foi prejudicado, já que muitos arquivos foram apagados. O ataque aconteceu na última sexta-feira.

Entre os serviços prejudicados estão as leituras de relógios e a emissão de boletos, que deverá causar prejuízos tanto para os trabalhadores do SAAE, quanto para os moradores da cidade.

“Na última sexta-feira os nossos técnicos detectaram uma lentidão no sistema e de imediato perceberam que estava tendo um ataque hacker. O sistema nosso foi todo atacado e de imediato os nossos técnicos tomaram as devidas providências para tentar desligar o sistema. Eles conseguiram de uma certa forma antecipar uma parte não ser atacada, mas uma grande parte foi”, disse o diretor do SAAE, Esmeraldo Pereira.

Ainda segundo o diretor do SAAE, praticamente todo o sistema foi prejudicado.

“Desde sexta-feira nosso sistema está todo parado, a parte de compras, faturamento, o nosso comercial, atendimento, administrativo, está todo parado e com isso os nossos leituristas não puderam ir a campo fazer as leituras, com isso nós temos a data certa para fazer as leituras nas casas dos moradores e isso foi prejudicado. Vai causar um impacto financeiro tanto para autarquia e para o usuário”, disse o diretor.

Ele disse ainda que técnicos estão trabalhando no restabelecimento do sistema.

“Nós contratamos uma empresa terceirizada para auxiliar nossos técnicos, que estão trabalhando neste momento. Acreditamos que até amanhã no final da tarde deve ser normalizado. Nós conseguimos salvar uma boa parte porque tínhamos armazenamento, backups e com isso nós conseguimos restaurar uma parte do sistema, mas criou um grande caos, um prejuízo muito grande para a autarquia e nossos usuários”, disse o diretor.

Via: G1.

Cine Família na Praça volta a Passos

Experiência de cinema a céu aberto acontece no dia 29 com exibição gratuita de dois super filmes

A magia do cinema a céu aberto está de volta a Passos. Na próxima quarta-feira (29), a partir das 18h, a cidade recebe mais uma edição do “Cine Família na Praça”. O evento, que traz filmes de classificação indicativa livre, gratuitos, adequados para toda família curtirem juntos será realizado na Praça da Matriz, com acesso liberado às 17h para a acomodação da comunidade, e contará 600 cadeiras com apoio de braço, além de passarela com carpete vermelho e iluminação cênica. Para a exibição dos filmes, a estrutura ainda contemplará sistema de projeção a laser de alta definição e uma tela de 40m².

Serão apresentados dois excelentes filmes nacionais recém-saídos do cinema, “Turma da Mônica – Lições” – que foi a produção nacional mais assistida após o seu lançamento nas telonas com mais de meio milhão de expectadores – e  D.P.A.3 – Uma Aventura no Fim do Mundo, outro sucesso de público que já foi visto por mais de 420.000 pessoas, segundo a plataforma Filme B. 

“A programação foi pensada para proporcionar uma experiência cinematográfica única a céu aberto, totalmente gratuita, com filmes de classificação indicativa livre, adequados para toda família curtirem juntos”, comenta Marco Túlio Morais, da Aproxima Patrocínios e Incentivos, correalizadora do evento.

No “Turma da Mônica – Lições”, que será exibido às 18h, Mônica (Giulia Benitte), Cebolinha (Kevin Vechiatto), Magali (Laura Rauseo) e Cascão (Gabriel Moreira) são separados por seus pais, que concluem que o tempo que passam juntos estaria os prejudicando. A partir dessa ruptura, são forçados a encontrarem novos amigos e enfrentarem seus próprios medos e inseguranças. Para continuarem juntos, decidem tomar uma medida drástica: fugir. 

O segundo filme “Detetives do Prédio Azul 3 – Uma Aventura no Fim do Mundo”, será exibido às 20 horas, e conta a história de um grupo de amigos que vê seu porteiro em apuros ao encontrar entre os escombros de um avião uma relíquia em formato de colar que era, na verdade, uma das metades do valioso ‘Medalhão de Uzur’, responsável por controlar e manipular toda a magia existente no mundo. Para ajudá-lo, o trio viaja o mundo para chegar no ponto mais congelante do planeta e conta com a ajuda da feiticeira Berenice (Nicole Orsini).  

De acordo com Marcelo Mamede, coordenador do evento, o Cine Família na Praça retorna a Passos com toda a dedicação e carinho da última edição. “Somos apaixonados por esse projeto, por isso há um intenso envolvimento de toda a equipe, desde a pré-produção, quando são escolhidas as cidades, até a programação e montagem da estrutura”, ressalta.  

O Cine Família na Praça é realizado pela Moinho Cultural com apoio da Prefeitura de Passos e patrocínio da Algar Telecom, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

Sobre a Algar Telecom 

A Algar Telecom, empresa do grupo Algar, possui um amplo portfólio com soluções de Telecom e TI para atender clientes corporativos (B2B) e do varejo (B2C). A companhia oferece internet por fibra óptica em ultravelocidade, celular de qualidade, serviços de voz, dados, e TI, incluindo serviços de cloud e de segurança de redes, além de sistemas de gestão para pequenas empresas.

Com 68 anos de mercado, possui uma moderna infraestrutura, suportada por uma rede de 115 mil km de fibra óptica que serve, atualmente, mais de 372 cidades, em 16 estados do Brasil e no Distrito Federal. Para todos esses locais, a empresa investe em um atendimento personalizado, consultivo e eficaz para entregar cada vez mais qualidade aos clientes.

Companhia aberta, não listada em bolsa desde 2007, a Algar Telecom se compromete com as melhores práticas de governança corporativa. São mais de 4,5 mil associados – como são chamados os colaboradores da empresa – comprometidos em manter um relacionamento próximo com seus clientes e alta qualidade na prestação de serviços, com práticas sustentáveis e inovadoras. 

 Sobre a Moinho Cultural

Fundada há 17 anos, a Moinho Cultural é uma Produtora que atende Empresas Patrocinadoras e Agências de Publicidade e de Relações Públicas com a disponibilização de projetos próprios para patrocínio e criação de projetos sob medida, sempre alinhados às estratégias de comunicação do cliente, gerando entregas de qualidade que favoreçam a visibilidade, fortalecimento e reputação de marca. 

Além Cine Família na Praça, possui em seu portfólio projetos de sucesso, como:  Fundinho Festival – Jazz e Blues; Diversão e Arte: Música para Crianças de Todas as Idades; Festival de Inverno da Serra da Canastra; e Expresso Literário; os quais juntos totalizam 40 eventos realizados em 22 diferentes municípios, para um público de cerca de 152 mil pessoas.

Serviço:
Cine Família na Praça
Passos – 29 de junho – Praça da Matriz
Abertura do espaço – 17 horas

Primeiro filme – Turma da Mônica – 18 horas

Segundo filme – D.P.A 3 – 20 horasGratuito
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos

Ex-aluno da rede de ensino de Passos lança ‘O Coelho’ na Bienal de São Paulo

O passense André Luis Nascimento foi aluno da rede municipal de ensino na escola da zona rural da Mumbuca, Dr. Manoel Patti. Leitor ávido desde que foi alfabetizado cresceu participando e ganhando concursos de redação e poesia, além de escrever peças teatrais para todas as escolas que frequentou. Aos 14, compôs a letra do hino da E. M. Dr. Manoel Patti. No próximo dia 9 de julho este jovem prodígio terá seu livro ‘O Coelho’ lançado na Bienal Internacional do Livro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Graduado em Matemática pela Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg) Unidade Passos; graduado também em Letras pela Unimes e pós-graduado em Ensino de Língua Inglesa pela Cruzeiro do Sul/Unifran. Em 2013, foi convidado para escrever o roteiro do musical Aladdin ,da principal escola de música da cidade. “Após retornar de um curso de inglês na Oxford College House, em Londres, iniciei a escrita de “O Coelho”, inspirado, de forma sombria, na história de Lewis Carroll, que me fascina desde criança. Atualmente, leciono inglês, português e literatura, além de trabalhos como tradutor. Moro com meu esposo e nossos sete cães-filhos”, contou.

Nascido na zona rural de Passos, na comunidade Mumbuca, desde pequeninho era sonhador. Já dizia ao seu pai que iria falar inglês, morar fora, ser cantor, criar filmes e desenhos e conhecer o mundo inteiro. “Lembro-me de ter o apoio de muitos professores, o que fez total diferença, mas é claro que sempre havia as pessoas da comunidade, da própria família e outras crianças que olham torto para gente, acham que somos malucos e não vamos dar em nada na vida, porque não ‘temos os pés no chão’, enganados”, disse o autor.

Nascimento disse que jamais vai se esquecer do seu melhor presente quando criança, por volta de uns 10 anos. “Ganhei de um tio um dicionário de inglês. Foi com ele que tudo começou. Foi difícil crescer sentindo que eu não me encaixava naquele lugar e todos me achavam estranho. Os meninos, na zona rural, são ensinados a plantar alguma lavoura, cuidar de gado, ter uma namorada, casar, ter filhos e possuir uma fazenda. Eu não queria nada daquilo. Na adolescência ficou muito pior. Além dos sonhos que pareciam ser oprimidos pela realidade do local, começou a autodescoberta de quem eu era, minha sexualidade, sentimentos e a tristeza profunda por me sentir que era errado ser como eu era e que nunca seria motivo de orgulho para a família”, desabafou.

O jovem contou que tratou de estudar muito e se tornar fluente no inglês. “No ensino médio, vim para Passos e aproveitei todas as oportunidades de estudo e cursos que ganhava de familiares. Entrei na faculdade de Matemática com 17 anos e arrumei o primeiro emprego. Com o dinheiro que guardei, fui para o intercâmbio. Durante esse período, experimentei de tudo: teatro, música, desenhei cenário para peça teatral, mas nunca me encontrava. Foi em Londres que tudo começou, quando comprei um original de Alice no País das Maravilhas, em inglês e recobrei a memória que tinha de criança. O filme da Disney era minha válvula de escape: imaginar que poderia haver todo um outro mundo cheio de aventuras, eu só precisava encontrar o maldito buraco (risos)”, salientou.

Lá, o processo de escrita de O Coelho começou. “Queria uma releitura, uma versão nacional, minha. Fluiu muito rápido, pois bastou colocar na minha protagonista muito de mim: uma adolescente que queria muito mudar a vida, desejava mais que tudo viver uma aventura, pois se sentia deslocado, não pertencendo a lugar nenhum. É aí que o livro se conecta aos jovens de hoje: existe muito desse sentimento, principalmente pós-pandemia. Quem sou eu? Por que não me sinto suficiente? Por que tenho que corresponder a tantas expectativas? Eu sou capaz? Eu posso ser um herói?”, questionou.

Quando voltou, finalizou a escrita e passou a enviar o original para editoras tradicionais. “Fui rejeitado por todas. Não satisfeito, paguei uma primeira impressão em uma gráfica, o que foi muito traumatizante, pois não houve correção, a capa era uma imagem do Pinterest  e divulgação zero. Quando vi meu trabalho cheio de erros, quis desistir, me senti um fracassado”, desabafou.

Logo veio a pandemia e o jovem escritor acabou adiando a busca por uma editora. “Nesse período, escrevi mais dez livros, fiz muitos cursos e aprendi muito sobre o mercado editorial, até que O Coelho caiu nas mãos da maravilhosa Mari Vieira, uma escritora, revisora e editora de Campinas. Através dela, meu livro chegou às mãos da Cabana Vermelha e até chegou a ser transformado em projeto de filme e enviado para uma produtora no Rio de Janeiro – imagine o ápice da minha loucura. Chorei muito. Foi nesse dia que, pela primeira vez, senti que eu tinha um dom e sabia fazer algo bem feito”, contou Nascimento.

Infelizmente, o dono da produtora perdeu a filha de forma violenta e acabou não levando o projeto para frente, até então. Finalmente, depois de muita espera, O Coelho teve sua segunda edição lançada pela Editora Cabana Vermelha no dia 30 de maio e está em pré-venda. Também foi em maio que a editora o convidou para ir junto a ela e alguns outros escritores para a Bienal Internacional do Livro, em São Paulo, algo que ainda me faz tremer e morrer de medo e pedir que me belisquem o tempo todo. Imaginem o orgulho, a concretização de um sonho, de um dom”, disse.

O menino lá da roça, que muita gente achava que era doidinho, vai com seu livro para uma das maiores bienais do mundo. Da Mumbuca para uma Bienal Internacional. “Já avisei a todos que vou correr atrás da Thalita Rebouças. Não posso, agora somos colegas de profissão. É realmente uma honra e algo que gostaria de compartilhar com toda a cidade, com todas as crianças e jovens, principalmente de lugares estereotipados, acorrentados na ideia de que se você nasce ali, você está fadado a ser algo já definido por todos ao seu redor. E não quero dividir isso com todo o mundo para que me elogiem ou por ego. Eu escrevo por amor; no Brasil, não se faz dinheiro escrevendo, já foi essa época. Eu quero alimentar sonhos, eu quero que olhem para mim e digam: poxa, se ele pode, eu também posso, e muito mais. Quanta criança tem por aí que é mestre em desenhos, música, jogos, esportes e tantas outras áreas, mas acabam deixando de lado, porque parece que estamos em um lugar distante e escutamos o tempo todo que devemos ter filhos, casa, carro e uma poupança”, ensinou.

O jovem talento vai além, questionando e refletindo de que não tem nada de errado com isso, mas e nossa alma? Nossos sonhos? O que somos de verdade? Quem ou o quê vai preencher isso? “Se eu posso estar em uma bienal internacional, por que as crianças dessa cidade não podem estar sonhando trabalhar na NASA, estar no ITA, em uma rede de TV, escrevendo roteiros para a Netflix ou desenhando logos para as marcas mais famosas do mundo?”, questionou.

COMO ADQUIRIR

Nascimento deixa um recado para todos que queiram o prestigiar e o nome da cidade de Passos, que carrega com orgulho, e, para todos que queiram viver uma superaventura, corram para o site da Editora Cabana Vermelha ou suas redes sociais, todas com o nome André L. Nascimento, para adquirir o livro O Coelho, que está em pré-venda por R$ 45,90, com direito a brindes para os primeiros compradores e marca-páginas. Para as pessoas de Passos ou quem fizer a retirada na Bienal, o livro será autografado e terá dedicatória mais que especial. Em Passos, provavelmente em agosto, haverá uma tarde de autógrafos.

O livro conta a história de Alice, uma garota brasileira sempre responsabilizada pelas frustrações da mãe e que aprendeu a se esconder em fones de ouvido e moletons escuros. Vítima de bullying na escola por ser muito maior que as outras garotas, deseja mais que tudo não viver a vida que tem. Seu desejo é tão forte que monstros começam a surgir por São Paulo, onde mora, e persegui-la, loucos para destruírem o único presente que os avós, assassinados em sua frente no sul do Brasil, lhe deixaram: um livro de Alice no País das Maravilhas. Não bastasse, a garota passa a ver o gato da avó a falar, o qual havia desaparecido no dia do assassinato, mais de dez anos atrás, além de descobrir que existem cópias suas pelo mundo e que são todas parte de um ritual para a existência de uma força macabra escondida nos confins do planeta.

A cada enrascada, Alice descobre que as personagens do livro de sua homônima eram na verdade avisos para tudo que está acontecendo em sua vida e o famoso conto de fadas vira um quebra-cabeça, um jogo de mistérios e pistas a serem desvendadas, como o se o livro antigo fosse uma bíblia para salvar a Terra de um grande mal.

É quando surge O Coelho, um rapaz que nunca revela seus olhos e faz parte de uma sociedade protetora de “Alices” e que, assim como no livro de Lewis Carroll, está sempre atrasado e não consegue salvá-la. Entre temas importantes, como bullying, relacionamentos problemáticos entre pais e filhos, vitiligo, identidade de gênero e protagonismo feminino, a aventura nos leva a repensar como uma garota com autoestima destruída conseguirá ser nossa heroína se ela mesma nunca acreditou em seu potencial?

É uma história de superação, aprender a encontrar forças em tempos difíceis e enxergar beleza em todos os corpos, cores e formas, mas acima de tudo, em si mesmo. Só assim nossa heroína será capaz de despertar seus poderes e enfrentar seu pior monstro: ela mesma.

“Agradeço a todos os passenses que me apoiam, conto com todos na Bienal e comprando o livro para fazermos uma tarde de autógrafos linda, mas, acima de tudo, com todos voltando a sonhar, principalmente depois de um período tão triste em nossas vidas. Muita fé, muita coragem e muitos sonhos para que a vida volte a ser uma aventura incrível”, finalizou.

Via: Observo.

Jornal Folha Regional
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