Do dia 25 a 31 de outubro, a Força de Fuzileiros da Esquadra, por meio do 1º Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais, realiza um Exercício de Operações Ribeirinhas na região do Lago de Furnas, no município de São José da Barra (MG).
O objetivo do exercício, além de testar a capacidade expedicionária da Força, que se deslocará por mais de 600 km desde o Rio de Janeiro até a região, é adestrar as frações componentes do Batalhão em diversas atividades ligadas às Operações Ribeirinhas.
A região de Furnas, em função de sua grande extensão geográfica, facilita o desdobramento de meios e permite bastante espaço de manobra para a realização do exercício. Este exercício visa a adestrar a capacidade de realizar uma Operação que tem o propósito de obter e manter o controle de parte ou toda uma Área Ribeirinha, que pode ser caracterizada pela existência de extensa superfície hídrica, tal qual o lago da represa de Furnas.
Além das tropas do 1º Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais – Batalhão Riachuelo, estão presentes também na região, duas unidades do Carro Lagarta Anfíbio (CLAnf), provenientes do Batalhão de Viaturas Anfíbias.
O CLAnf é uma viatura anfíbia, com peso de 22 toneladas, que possui a capacidade de deslocar-se no mar, a partir de navios anfíbios, e desembarcar na praia transportando 22 militares armados e equipados.
O emprego destas viaturas anfíbias, além da utilização de Embarcações de Desembarque, é que dão ao Corpo de Fuzileiros Navais a capacidade de projetar poder sobre terra a partir dos navios da Esquadra.
Estão participando do exercício duzentos militares Fuzileiros Navais, sete embarcações de transporte de tropa (ETT) e dois CLAnf. Serão realizadas atividades de natação de combate, transposição de curso d’água por meio de cabo submerso, rappel, patrulha e orientação fluvial utilizando embarcações de casco rígido, além do emprego das viaturas CLAnf.
Os municípios do Sul de Minas vão receber quase R$ 1 bilhão fruto de um acordo com o governo do Estado para pagamento de dívidas da área de saúde. O acordo foi assinado nesta quinta-feira (28) pela Associação Mineira dos Municípios (AMM) e o governo de Minas Gerais, com mediação do Ministério Público, Tribunal de Contas do Estado e Conselho de Secretarias Municipais de Saúde.
Ao todo, 164 municípios vão receber R$ 944,6 milhões. Esses recursos são referentes a verbas retidas entre 2009 e 2020. Em todo o estado, o montante a ser pago pelo governo chega a R$ 6,7 bilhões.
Ao todo, São José da Barra (MG) vai receber R$ 2.362.196,83, que serão divididos em 100 parcelas. A 1ª e 2ª parcelas serão de R$ 139,758.39 cada, já da 3ª a 98ª o valor será R$ 21.694,58.
Os valores do novo acordo serão pagos em 98 parcelas: duas parcelas de R$ 400 milhões – a primeira a ser depositada em dezembro deste ano, e a segunda a ser paga entre janeiro e julho do ano que vem. As outras 96 parcelas serão quitadas a partir de outubro de 2022.
No Sul de Minas, as cidades que receberão mais recursos são Poços de Caldas, Pouso Alegre e Alfenas:
Poços de Caldas: R$ 61.138.784,23
Pouso Alegre: R$ 59.538.933,35
Alfenas: R$ 46.048.054,96
Varginha: R$ 45.003.321,43
Passos: R$ 34.127.676,72
Lavras: R$ 28.951.618,18
“Essa organização, esse diálogo que nós estamos fazendo, que o movimento municipalista vem fazendo com a força dos prefeitos, mostram que a nossa luta e a nossa união valem a pena. Sou grato a cada um de vocês; hoje, estamos colhendo mais um fruto dessa luta. Viva os prefeitos, viva Minas Gerais, viva o Ministério Público! E que possamos ter cada dia mais vitórias como essa”, destacou o presidente da AMM e vice-presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Julvan Lacerda.
A Associação Mineira dos Municípios informou que em breve orientará os prefeitos em relação à adesão ao acordo.
O Dia de São Judas Tadeu é comemorado anualmente em 28 de outubro.
Esta data é celebrada pela comunidade católica, em homenagem ao chamado “santo das causas impossíveis“: São Judas Tadeu, um dos discípulos de Jesus Cristo.
Normalmente, no Dia de São Judas Tadeu os fiéis fazem romarias e novenas em homenagem ao santo, considerado um dos mais venerados entre os brasileiros católicos.
História de São Judas Tadeu
São Judas Tadeu nasceu na atual Palestina e foi um dos doze discípulos de Jesus Cristo, sendo também considerado o seu primo.
Após a morte e ressurreição de Cristo, São Judas Tadeu se encarregou de pregar o Evangelho na Judeia, Samaria, Mesopotâmia e na Pérsia, onde foi martirizado e condenado à morte com pauladas e machadadas por fiéis pagãos da deusa Diana.
A data da sua celebração é uma homenagem ao dia de sua morte, em 28 de outubro de 70 d.C.
Oração de São Judas Tadeu
“Senhor Jesus, Tu escolheste São Judas entre os teus Apóstolos e fizeste dele, para o nosso tempo, o Apóstolo das causas desesperadas. Agradeço-Te por todos os benefícios que me concedeste por sua intercessão e peço-Te que me concedas a Tua graça nesta vida para que possa participar um dia, na Tua glória, na alegria eterna. Amém.”
“Oh São Judas Tadeu, recordo-vos a felicidade que sentistes quando o bom Mestre vos ensinou, a vós e aos outros Apóstolos, a oração do Pai Nosso. Por essa alegria, peço-vos que me obtenhais a graça de ser, até o fim, um fiel discípulo do Salvador. (rezar um Pai Nosso)”.
Nesta data, dia 28, diversos fiéis visitaram a ‘igrejinha’ de São Judas Tadeu, localizada na saída para Bom Jesus dos Campos, em São José da Barra (MG). Famílias inteiras visitaram o templo para pedir e homenagear o Santo das causas impossíveis.
Moradores reclamam de um vazamento de esgoto na entrada do distrito de Bom Jesus dos Campos, em São José da Barra (MG). Segundo os residentes, o escoamento da água suja já acontece há muito tempo.
Segundo os mesmos, o odor no local é insuportável e incomoda todos que passam por ali.
‘’É perto da caçamba, à direita, de frente a um barracão que estão construindo. O cheiro é muito forte. Já faz dias que está alagando, tem muito esgoto lá. Há muito tempo estou indo na casa da minha mãe e sentindo o cheiro ruim, mas ninguém toma providência’’, informou uma das denunciantes.
A Chefe do Meio Ambiente , Laura Silva, disse que funcionários da prefeitura já estiveram presentes no local esta manhã para solucionar o problema.
Entramos em contato com o Secretário de Obras do município, Ivanei Martins, mas não tivemos resposta até o fechamento desta matéria.
A água das chuvas que caem em outubro tem ajudado no nível do Lago de Furnas. Entre o dia 1º deste mês e a última terça-feira (26), o nível da represa subiu 83 centímetros. Neste período, o nível do lago saiu de 753,8 metros acima do nível do mar para 754,3 metros, o que representa cerca de 17% do volume útil.
Na comparação do nível de chuva nas nascentes dos principais rios que forma o lago, os números são mais animadores.
Na nascente do Rio Grande a medição em Bocaina de Minas mostra que outubro de 2020 choveu perto dos 90 milímetros. Já no mesmo mês deste ano, até aqui, foram mais de 205 milímetros.
Na nascente do Rio Sapucaí, que fica em Campos do Jordão (SP), em outubro do ano passado choveu 13,5 milímetros. Neste mês de outubro, já foram 230 milímetros.
O secretário executivo da Alago, associação dos municípios banhados pelo Lago de Furnas, Fausto Costa, destaca que é preciso mais chuva nos próximos meses para que o lago possa atender de maneira múltipla.
Costa salienta, ainda, que isso será possível alinhando a água das chuvas com uma política de geração de energia que seja rentável.
“Nós precisamos que os próximos meses continuem chovendo bastante, nesta mesma intensidade de outubro para assim termos condições, unindo chuva com uma política de geração de energia rentável, tendo água, nós tenhamos um lago em melhores condições para atender o uso múltiplo”, disse.
Plano de contingência
A Agência Nacional de Águas aprovou este mês um Plano de Contingência para recuperação de reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN). Os nove principais reservatórios de água no país foram elencados, entre eles Furnas e Mascarenhas de Moraes.
Conforme o plano, a previsão do operador nacional de sistema é que Furnas atinja no final de novembro 3% do seu volume. Em Mascarenhas, a previsão é de chegar a 11%. Com isso, a ANA propõe medidas especiais em conjunto para as duas represas até abril de 2022. Nas duas, a vazão média deve ficar em 300 metros por segundo.
O Plano de Contingência, segundo a ANA, indica medidas adicionais de operação a serem adotadas no período úmido 2021-2022, de dezembro de 2021 a abril de 2022, para promover o reenchimento.
Em 26 dias o “Mar de Minas” subiu 0,73 centímetros acima da Usina Hidrelétrica de Furnas em São José da Barra (MG). No final de setembro, o reservatório da Caixa d´água mãe do sistema Eletrobras FURNAS, estava em 753,94 metros acima do nível do mar, e na última segunda-feira (25), estava em 754,67.
Com o auxílio das chuvas em toda região do Sul de Minas e imediata reestruturação no múltiplo das águas pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), apresentou uma evolução de 0,73 centimentros nos últimos 26 dias.
Há algum tempo, a moradora do distrito Bom Jesus dos Campos, em São José da Barra (MG), Nelma de Jesus Rodrigues Barbosa, faz artesanato para auxiliar nas despesas da família, principalmente das duas netas, de 8 e 3 anos.
Dona Nelma, de 49 anos, confecciona as flores há muito tempo, porém só agora começou a produzir em caráter lucrativo.
‘’Faz tempo que faço flores, porém eu tinha outro serviço. Antes eu não me envolvia muito em fazer flores, mas como aqui teve a lei Aldir Blanc eu animei em começar a fazer, porque não tem como eu sair pra fazer outro trabalho. Porque as meninas estão ficando comigo agora, então tenho que fazer alguma coisa para aumentar nossa renda, e algum serviço que aparecer para o meu marido fazer. O Gabriel, meu filho, graças a Deus arrumou serviço no Supermercado Lago e ele paga as contas do mês. Eu faço as flores para estar ganhando um dinheiro e assim comprar as coisas para as meninas, mas não é sempre que vendo, raramente tenho encomendas’’.
Por enquanto, a artesã só produz flores, mas pretende expandir a produção para outros segmentos.
Antes, Nelma fazia flores apenas no Dia das Mães, mas poucos arranjos, pois trabalhava fora. Ela também confeccionou arranjos de cabelo e bouquet de noiva. Ela aproveitou que teve a oportunidade de participar de um projeto, e o fato das netas terem ido morar com ela, para focar mais na criação das flores.
Dona Nelma solicita ao prefeito de São José da Barra, Paulo Sérgio Leandro de Oliveira, um espaço na ‘Prainha’ para os artesãos exporem seus trabalhos.
‘’A cidade é turística e logo teremos turistas na prainha. Profissionais neste ramo é o que não falta aqui, precisamos de um espaço’’.
Na última sexta-feira (22), uma embarcação do Corpo de Bombeiros foi furtada no Clube Náutico Engenheiro Mauro Ferraz localizado no município de São João Batista do Glória (MG). De acordo com informações da Polícia Militar, um capitão do Corpo de Bombeiros relatou que a embarcação havia sido ancorada em um píer por volta das 18h30 da última quinta-feira (21). No dia seguinte, ao voltar ao local, a corporação não encontrou mais o barco.
Segundo informações, a embarcação foi localizada próximo a Cachoeira Vale dos Tucanos em São José da Barra (MG), a qual estava quase submersa, sem o motor e com perfurações no casco.
Ainda de acordo com a PM, também foram furtados um tanque de abastecimento, duas fitas catracas que servem para prender o barco na carretinha, e uma boia de demarcação.
A Perícia da Polícia Civil esteve no local para realizar os trabalhos de praxe.
A chuva que atingiu São José da Barra (MG), na madrugada da última quarta-feira (20), deixou rastros de destruição em diversos pontos da cidade. Entre eles, as residências de duas famílias, que tiveram uma surpresa ao abrirem a porta de casa.
Sthefania Azevedo Severino, de 27 anos, conta que ouviu um forte barulho de chuva e foi surpreendida pelo enorme lamaçal em sua residência.
‘’Acordei às 2h da manhã, fui para a porta da minha casa, foi quando a água entrou tudo. Eu desesperei e comecei a ligar para a minha vizinha, porque na casa dela já estava cheio d’água, aí ela atendeu e abriu a porta, quando ela abriu a água também entrou tudo, ela até começou a pedir socorro. Comecei a ligar para a polícia para tentar pedir alguma ajuda. Foi horrível, se não tivesse sido o Pietro e a Márcia para me ajudar eu não sei o que faria.’’
Devido ao nervosismo da moradora, os policiais não conseguiram entender o que estava acontecendo, então ela precisou ir embaixo de chuva até a delegacia, mas encontrou os militares no meio do caminho.
‘’Fomos até a casa da Márcia e acabamos de ajudar ela lá. Ficamos a noite inteira, tirando a água e limpando. Entrou muita lama, lá em casa ainda tá cheio, na da Márcia também, a minha varanda tem que tirar a quantidade com a enxada”, informou Sthefania.
Segundo Márcia Marçal de Lima, de 42 anos, que também teve sua casa inundada, a lama e a água suja estragou diversos itens do imóvel. ‘’Perdi roupa, perdi sofá, perdi parte do guarda roupa que ia montar, materiais de escola do meu filho, eles vão sem nada hoje para a escola’’.
Sthefania diz que é a primeira vez, em um ano e três meses morando no local, que isso acontece.
‘’Ali em cima tem uma cachoeirinha, ali deve ter tido uma pequena cabeça d’água. Porém, já faz mais de um ano e três meses que moro lá e nunca aconteceu isso. Teve chuvas piores e foi a primeira vez que aconteceu, foi só começar a obra do muro do cemitério. Se for lá agora dá para ver o sinal da água que veio do muro do cemitério. Dá para ver que veio da obra da prefeitura’’.
De acordo com Márcia, elas chegaram a ir até às autoridades responsáveis.
‘’Nós fomos no Crás, as meninas de lá mandaram a gente conversar com a Keila (Secretária Municipal de Assistência Social), elas nem foram na nossa casa, nem perguntaram se tinha entrado muita água, só mandaram a gente ir para a prefeitura. Fomos na Keila, ela disse para procurarmos o Secretário de Obras, aí eu perguntei sobre as coisas que ela tinha perdido, ela respondeu que só por doação’’.
As moradoras ainda dizem que a água, que passou pelo cemitério, além de lama, ainda trouxe animais peçonhentos. Elas ainda dizem que o medo maior é da água estar contaminada.
‘’Quando formos limpar a casa apareceu até um escorpião, matamos e colocamos em um potinho. A vigilância disse que até iam lá. A gente não sabe o que veio junto, porque é uma água que passou no cemitério. Conversamos com um advogado e ele disse para tomarmos cuidado, com leptospirose (doença causada pela urina do rato) e com o vírus da Covid-19, já que ali tem gente que foi enterrada com a doença. A minha cachorra estava vomitando agora’’
O Secretário de Obras, Antônio Ivanei, esteve no local.
‘’Eu mostrei uma rachadura causada pela chuva e ele disse que não tinha perigo da casa cair, pois estava sendo segurada por uma ripa, e não disse mais nada’’, contou Sthefania.
Em nota, a Secretária de Assistência Social, Keila Oliveira, informou que conversou com as moradoras, e as orientou a procurar o Secretário de Obras do Município. E afirmou que as mesmas estão sendo acompanhadas pelo Centro de Referência de Assistência Social (Cras).
‘’As senhoras Márcia Marçal de Lima e Stefania Azevedo Severino conversaram com a Secretária Municipal de Assistência Social, que as orientou a procurar a Secretaria de Obras, para providências devido ao alagamento. Ciente do fato ocorrido, a equipe do CRAS prontamente realizou visita às residências, sendo observado que a água realmente adentrou os imóveis, não causando grandes prejuízos materiais. Salientamos que as casas são alugadas e, segundo Márcia e Stefania, elas já relataram o ocorrido ao proprietário do imóvel. As famílias já são acompanhadas pelo CRAS, o qual já oferta e continuará ofertando todo suporte necessário às referidas famílias’’.
Nesta terça-feira (19), o restaurante e bar Barra Grill, no centro de São José da Barra (MG), abriu as portas para os convidados escolherem o prato da casa.
Estiveram presentes o Diretor do Jornal Folha Regional e presidente da Associação Comercial e Empresarial de São José da Barra, Romulo Leandro, o vice-prefeito de São José da Barra, André Luiz Lemos, a vereadora de São José da Barra, Érika Machado, a consultora empresarial Amanda Cristina e os proprietários do Barra Grill, Valdenício e Karina Pereira.
Foram apresentados três pratos diferentes, sendo cada um elaborado por um chefe de cozinha. O primeiro foi tilápia ao molho de camarão, acompanhado de polenta frita e arroz, o segundo foi traíra ao amido de milho acompanhada de farofa e salada de mandioca, o terceiro prato foi peixe empanado com legumes.
O eleito pelos jurados foi o primeiro prato, que traz a história de São José da Barra, sendo o peixe representando o rio grande e pescadores, a polenta representando o milho e a agricultura de um modo geral e o camarão representando os turistas que visitam a cidade.
O prato que foi batizado como “Mar de Minas”, em breve será comercializado no bar e restaurante Barra Grill.
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