Jornal Folha Regional

Caminhão cai ao passar em ponte na zona rural entre São José da Barra e Alpinópolis

Uma ponte desabou enquanto um caminhão carregado com ração passava sobre ela na tarde desta segunda-feira (06), na região rural de São José da Barra e Alpinópolis (MG), entre o bairro Cachoeira da Lage e a Manuela.

De acordo com os moradores, a ponte fica na divisa com os municípios e vem oferecendo risco aos usuários.

“A ponte está muito perigosa, já entrei em contato com as prefeituras de São José da Barra e Alpinópolis e infelizmente não tivemos retorno. E hoje caiu um caminhão. Estamos correndo um risco e há anos não tem manutenção”, informou o morador da região.

O responsável pelo departamento de estradas vicinais de Alpinópolis Mauro da Ração, informou que assim que ficaram cientes do fato, de imediato foram até o local sinalizar a estrada.

“Essa ponte é a divisa dos municípios de Alpinópolis e São José da Barra. O caminhão ainda está lá e iremos remove-lo amanhã. Eu estive lá e colocamos placas desviando o trânsito e sinalizando a estrada. Fizemos isso no município de Alpinópolis, não sei se São José da Barra fez alguma ação”, informou o chefe de departamento.

Mauro ainda afirmou que na próxima quinta-feira (08), todas as ações necessárias para manutenção da ponte serão executadas por parte da administração alpinopolense.

O secretário de obras de São José da Barra Antônio Ivanei, informou que amanhã visitará o local para verificar como está a situação.

São José da Barra recebe R$400 mil referente à primeira parcela do acordo com a Vale

Na última semana, a Prefeitura Municipal de São José da Barra (MG), recebeu a primeira parcela do acordo com a Vale.

As demais parcelas no valor de R$300 mil cada, estão previstas para estarem na conta até dia 31 de janeiro de 2022 e a última até dia 1⁰ de julho de 2022.

O vice-presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Deputado Antônio Carlos Arantes (PSDB), juntamente com demais deputados, empenhou desde o início para a concretização deste projeto.

“Depois de muito trabalho do Governador Romeu Zema (Novo), junto à Assembleia Legislativa de Minas Gerais, podemos comemorar: a primeira parcela do Acordo Vale já está na conta. O restante dos recursos serão divididos em duas parcelas. Em um evento para mais de 500 prefeitos, vice-prefeitos e vereadores, afirmei mais uma vez o meu compromisso com o povo de Minas Gerais para o desenvolvimento do nosso Estado”, frisou Arantes.

Bares, restaurantes e lanchonetes de São José da Barra lotam no pré feriado

Na noite deste sábado (04), os estabelecimentos comerciais de São José da Barra (MG), lotam devido o feriado prolongado e por ser uma cidade procurada pelos turistas que curtem uma natureza privilegiada.

100% dos estabelecimentos no centro da cidade estão com ocupação máxima, cena não vista desde o início da pandemia.

Todos os empreendedores estão seguindo os protocolos sanitários.

Lago de Furnas apresenta contaminantes fecais

Importante polo turístico, o Lago de Furnas pode não ser tão limpo. É o que constatou uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Em sua dissertação de mestrado, defendida no Programa de Pós-graduação em Geografia da UFMG, Andrea Leite constatou que atividades humanas, como agricultura, pecuária e lançamento do esgoto, podem ter afetado a qualidade da água, alterando as concentrações da bactéria E. coli, que indica contaminação fecal.

A mudança merece atenção porque compromete o que se chama de balneabilidade, ou seja, capacidade da água para usos recreativos, como a natação, já que os contaminantes, em níveis elevados, podem causar danos à saúde. “O Lago de Furnas é muito grande. Se continuar dessa forma, pode ser que haja impacto, e essas contaminiações gerem até malefícios na saúde. É necessário que haja integraçao dos municípios, um cuidado maior do esgoto. Quanto melhor a qualidade da água, mais atrativo fica o lago (para o turismo, por exemplo)”, comentou a pesquisadora à rádio UFMG Educativa.

Andrea levantou, a título de exemplo, que quatro estações monitoradas pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), localizadas em cursos d’água que alimentam Furnas – Rio Formiga, Ribeirão São Pedro, Rio Machado e Rio Muzambinho – excederam o limite da legislação para a contaminação de E. coli em 100% das amostras. 

A pesquisa foi baseada em análise de dados oficiais de monitoramento das águas em Minas Gerais. Os parâmetros de turbidez, pH e densidade de cianobactérias também foram analisados, mas não são tão preocupantes  quanto os níveis de E. coli. 

Localizado no Sul de Minas, o Lago de Furnas é um dos maiores reservatórios artificiais do Brasil para a geração de energia 

São José da Barra tem mais de 7,5 mil habitantes, diz IBGE

De acordo com a estimativa populacional divulgada na última sexta-feira (27), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), São José da Barra, no Sudoeste de Minas Gerais, saltou de 6.778 para 7.532 (+754) habitantes desde agosto de 2019 — órgão não leva em conta impacto da pandemia, que pode ter provocado mais mortes do que nascimentos em alguns meses.

Prefeitura de São José da Barra realiza curso “Caminhos e Sabores da Roça” em parceria com o Senar

​O curso Agente de Turismo Rural foi encerrado em São José da Barra com a apresentação da rota “Caminhos e Sabores da Roça”. Realizado pelo Sistema Faemg/Senar/Inaes em parceria com a Prefeitura Municipal de São José da Barra (MG) e Sindicato dos Produtores Rurais de Alpinópolis, e capacitou oito agentes para a implementação de novos roteiros turísticos.

Participaram do evento o prefeito de São José da Barra, Paulo Sérgio Leandro de Oliveira (PSB), o vice-prefeito André Luiz Lemos da Silva (PSD), a secretária de educação, esporte, cultura, lazer e turismo, Luciene Mandello, o presidente do Sindicato Rural de Alpinópolis, José Carlos de Paula, o gerente do Sistema em Passos, Rogger Miranda Coelho e parceiros.

​A técnica que conduziu a capacitação, Jordânia Regina Mariano Batista Glória, detalhou o trabalho e apresentou os participantes e suas potencialidades para o atendimento das vivências rurais. Segundo Jordânia, o potencial do município é grande e muitos dos participantes foram se profissionalizando ao longo do curso e melhoraram o atendimento aos turistas.

“O trabalho não está encerrando aqui. Ele está apenas começando. Os agentes aperfeiçoaram os seus produtos e estão mais preparados para partilhar as vivências rurais em suas propriedades. A região é muito turística e temos muito trabalho pela frente. É preciso ter um olhar mais técnico para receber pessoas”, destacou.

Roger Miranda Coelho, que é gerente do Sistema de Passos disse que contribuir para o desenvolvimento do turismo e da cadeia produtiva do agronegócio é a missão do Senar.

“Ficamos felizes em encerrar mais um programa de Agente de Turismo Rural e conhecer o potencial dos participantes e da região”, disse Rogger.

O prefeito Serginho, citou que o Brasil é apaixonado pela área rural.

“Tenho certeza que esse projeto vai dar muito certo e o turismo tem grande importância para nós. Prometemos trazer uma grande empresa para o município e essa empresa é o turismo. São José da Barra precisa seguir em frente com profissionalismo, pois o mercado não aceita mais quem não se profissionaliza”, frisou o executivo.

A secretária de turismo disse sobre a valorização dos produtore rurais​.

“Esse projeto do Sistema FAEMG veio de encontro ao desenvolvimento do turismo em nosso município. Não só para o fortalecimento, mas para a valorização do nosso povo, nós precisamos valorizar o produtor. Todos estão muito animados e o turismo rural está em crescimento nesse momento, por não exigir grupos grandes, por ser realizado em áreas abertas”, falou Luciene.

Os condutores

​A rota Caminhos e Sabores da Roça inclui agentes que atuam em vários setores. De agência para organizar o receptivo dos turistas ao setor de passeios em lancha e 4 x 4. As propriedades foram adaptadas para o acolhimento de famílias e alguns se especializaram na produção de doces, quitandas e mel.

​Sérgio Geraldo Oliveira e José Roni Marcos Monteiro são de Uberlândia e Taubaté, mas escolheram São José da Barra para morar e trabalham com receptivo e passeios 4×4 e lancha. Bruna Santos, Telma Souza e Nivaldo Oliveira investiram em pousadas e o público alvo deles é a família. A Raquel Reis é uma apaixonada pela culinária tradicional mineira e trabalha com quitandas. O foco é atender os turistas que chegam ao interior em busca de produtos artesanais sem aditivos químicos.

​Maria Conceição Oliveira Freire já participou de muitos cursos do Sistema e colocou tudo o que aprendeu em prática. Ela produz doces, queijos, geleias e comercializa todos os produtos na sua propriedade. A meta é no futuro ter um restaurante na propriedade e no local comercializar todos os produtos que a roça oferece. Entre as suas iguarias mostradas no evento estava o polvilho de araruta, uma iguaria pouco encontrada nos dias atuais.

​O produtor Edson Antônio Silva começou há cinco anos trabalhar com abelhas e durante o curso de agente foi se especializando e oferecendo novos produtos. Entre eles o própolis, mel com agrião, cachaça com mel, cachaça com própolis, sabonetes a base de mel. Na sua propriedade, os turistas tem vivências com abelhas sem ferrão, podem apreciar um bom café, o tradicional pão de queijo e sucos adoçados com mel. Ele também pretende comercializar artesanato e produtos da região e no futuro abrir um restaurante.

Tatiana Leal, proprietária da Diva Boutique, fala sobre sua história e carreira profissional

O empreendedorismo feminino é um movimento que cresce no mundo inteiro. Fruto do avanço na garantia dos direitos femininos e no caminho à equidade entre homens e mulheres, traz, além da celebrada diversidade, uma quebra de paradigmas e uma desejável renovação no mundo dos negócios. É também fundamental para a geração de um ecossistema empreendedor que propicie o surgimento de novas empresas.

Mas, apesar do crescimento, há diversos obstáculos ainda a serem enfrentados para que as oportunidades para homens e mulheres sejam equivalentes.

Um exemplo de empreendedora é a carioca Tatiana Ferreira Leal, de 38 anos, que veio para Minas em busca de um lugar melhor para criar os três filhos pequenos e para fugir um pouco da violência da capital fluminense. No início se mudou para Belo Horizonte, logo depois conheceu São José da Barra, e por ser uma cidade que se associa muito ao Rio de Janeiro, devido ser cercada pelo Mar de Minas e a abundância de natureza, ela aqui ficou.

A empreendedora começou a trabalhar aos 17 anos para pagar a faculdade de direito. Mesmo com a vida profissional estabilizada, Tatiana parou de advogar para dar total prioridade aos filhos. Ela também chegou a cursar jornalismo, porém não concluiu. 

Quando se mudou para o município mineiro, Tatiana sentiu falta de trabalhar. Então andou a cidade toda atrás de algo que pudesse preencher esse vazio. 

‘’Eu pesquisei e pensei ‘caramba, e se eu trouxesse algo diferente?’. Isso no ramo que eu também gosto muito, que não tem nada a ver com o meu ramo de nível superior e que está dentro da minha família a muito tempo, que é a questão da moda, questão de confecção. A minha avó era costureira, minha mãe tinha uma confecção, a minha irmã é apaixonada por moda, além de ser formada e também fomos modelos. É uma coisa que eu sempre gostei, sempre gostei de me vestir bem, de estar inteirada, de saber das tendências’’.

O fascínio pela moda começou quando ainda era nova, na época em que trabalhou em lojas de roupas femininas para pagar o curso superior. Com isso ela adquiriu experiência e paixão pela área. 

Segundo a empreendedora, logo após entrar em São José da Barra, ela já pensou em trazer um diferencial para a cidade, algo que aqui não tinha, foi então que resolveu virar empreendedora. 

‘’Não desmerecendo nenhum outro comércio, de jeito nenhum, porque eu acho que todo mundo tem gostos diferentes. Eu queria trazer algo que tivesse boa qualidade, bom caimento e um tecido bom, fora a beleza. Trazer algumas tendências, porque às vezes as pessoas precisavam sair daqui para comprar, então eu consegui trazer para elas, sem elas precisarem ir para outros lugares”. 

Por ter trabalhado durante muito tempo em escritório de advocacia e mesmo gostando de moda, Tatiana nunca pensou em trabalhar na área, ainda mais abrir o próprio empreendimento. Toda sua visão e seus planos eram voltados para a área de direito, já que o marido também é advogado – e oficial da Marinha do Brasil. Porém tudo foi se encaixando e ela viu que era aquilo mesmo que queria: empreender na moda.

Tatiana começou sua vida de empresária vendendo seus produtos na internet, via Instagram e Facebook, isso ainda em BH. Quando chegou em São José da Barra, ela decidiu abrir uma loja física. Com clientes em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília e em diversos estados do Brasil, a carioca tem um lema: ‘’Os sonhos podem ser grandes, mas nós começamos pequenos’’.

Sua loja começou debaixo, como qualquer outra. Conforme Tatiana, ela deu início no empreendimento com um montante bem baixo, com poucas peças e bem devagar. 

Para a empreendedora, o Brasil nunca foi um grande incentivador para quem quer abrir uma empresa, porém de alguns anos até hoje melhorou muitas coisas. Ela dá exemplo do MEI – Microempreendedor Individual – que anula a obrigatoriedade de abrir uma microempresa. Mesmo assim ela ainda acha que falta ajuda. 

Tatiana diz que o ponto essencial para um bom negócio é o bom atendimento e conseguir captar o que o cliente está buscando. Além de ter peças de boa qualidade. Para abrir a empresa na cidade, ela começou a perceber qual era seu público alvo, o que eles queriam e quais estampas agradavam esse público, além de outros mínimos detalhes que fazem toda a diferença. Para ela, todo tipo de atendimento tem que ser feito da melhor maneira possível. ‘’Fidelizar o cliente é você ter um atendimento de excelência’’. 

Foco, planejamento, paciência e persistência, esse é os pontos principais para quem quer empreender, segundo Tatiana. ‘’O bom empreendedor não pode visar apenas no lucro, é claro que é um dos principais objetivos, porém não pode ser o único objetivo, temos que prezar pelo retorno do seu consumidor. Quando você olha apenas para o lucro, você não vai conseguir observar e entender o que ele está buscando. Eu procuro melhorar a cada dia’’.

A loja da Tatiana foi a ganhadora da categoria Loja de Bijuterias e Acessórios do Destaque São José da Barra 2021. Diva Boutique contou com dezenas de votos para estar presente na tão esperada premiação. 

Mesmo a pouco tempo do mercado, Tatiana e sua loja se destacaram em meio às outras. Parabéns a empreendedora, pelo excelente trabalho que exerce a favor da população são josé barrense. 

‘’Gratidão imensa a todos. Só tenho que agradecer, agradecer este retorno. Vamos buscar fazer e trazer o melhor para vocês, além do atendimento de qualidade. Somente agradecer, somos imensamente gratos a esse reconhecimento, porque qualquer trabalho que fazemos, seja ele de empreendedor ou de funcionário, termos um reconhecimento é muito gratificante. Não mexe apenas com o novo ego, é recompensador. Diz que o seu trabalho e o seu esforço está sendo reconhecido e valendo a pena, então é continuarmos trilhando este caminho que só temos a crescer’’, agradece Tatiana. 

Reservatório da Hidrelétrica de Furnas tem o pior volume útil para um mês de agosto desde a época do ‘apagão’, há 20 anos

A Represa de Furnas, em São José da Barra (MG), está atualmente com o menor volume útil registrado dos últimos 20 anos para um mês de agosto. Conforme dados do Operador Nacional do Sistema (ONS), o volume útil atual da represa é de 18,31%.

Esse volume só não é menor do que foi registrado em agosto de 2001, quando o Brasil passou por um racionamento de energia que atrapalhou a retomada da economia. Naquele ano, durante o mês de agosto, o volume útil da represa chegou a 13,72%, caiu para 12,98% em setembro e só passou a subir a partir de outubro com o início das chuvas, atingindo 28,03% em dezembro.

Nesta semana, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), órgão presidido pelo Ministério de Minas e Energia, afirmou que há uma “relevante piora” das condições hídricas no país. Segundo o comitê, é imprescindível manter todas as medidas em andamento e adotar novas providências para manter os reservatórios das hidrelétricas.

E a situação ainda pode piorar, já que no ano passado, nesta mesma época, a Represa de Furnas estava com um volume útil de 49,27%, ou seja, quase a metade de sua capacidade abastecida. Em seu pior momento, em novembro de 2020, o volume útil de Furnas chegou a ficar em 16,49%, número que já é bem próximo do que está atualmente.

Níveis piores em 2014 e 2017, mas com agosto melhor

Apesar do atual momento de crise hídrica, a Represa de Furnas já registrou outros níveis piores nas últimas duas décadas, mas nenhum deles com um nível tão baixo durante o mês de agosto.

Conforme os dados do ONS, em novembro de 2017, a Represa de Furnas chegou a ter apenas 9,67% de seu volume útil, um nível menor ainda do que registrado no ano do racionamento, em 2001. Mas em agosto daquele ano, o volume útil da represa era de 27,36%.

Algo parecido aconteceu em 2015. Em janeiro daquele ano, o volume útil de Furnas chegou a cair para 9,83%, após fechar dezembro de 2014 com um nível de 13,21%. Em agosto do 2014, o volume útil da represa era de 27,58%.

Abaixo de cota mínima prevista em tombamento

A questão do baixo nível da Represa de Furnas não envolve só a preocupação com a geração de energia elétrica, mas também o uso da água do reservatório para a exploração do turismo e outras atividades econômicas.

Em dezembro de 2020, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais aprovou a Proposta de Emenda à Constituição, que instituiu o tombamento dos lagos de Furnas e de Peixotos, que abastece a Hidrelétrica Mascarenhas de Moraes, como patrimônios imateriais do estado.

O objetivo é que as cotas mínimas do nível das águas sejam estabelecidas e respeitadas, sendo 762 metros para Furnas e 663 metros para a Represa Mascarenhas, mais conhecida como Lago do Peixoto.

Com o atual volume útil, Furnas está hoje com uma cota de 755 metros acima do nível do mar, sete metros abaixo do que é considerado aceitável para a exploração do turismo e outras atividades.

Em junho deste ano, o volume útil do lago era de 37%, mais do que o dobro do nível atual. O Sistema Nacional de Meteorologia emitiu alerta na época prevendo que as chuvas deveriam ficar na média ou abaixo dela até novembro e sem previsão de conseguir manter o nível dos reservatórios do país.

Marinha do Brasil divulga edital para processo seletivo de admissão ao Curso de Formação de Aquaviários

A DelFurnas divulgou o edital CFAQ-MFM-1/2021 para processo seletivo de admissão ao Curso de Formação de Aquaviários – Marinheiro Fluvial de Máquinas. As inscrições foram abertas no último dia 17 e vão até o dia 16 de setembro.

O curso é destinado a brasileiros de ambos os sexos e conta com 15 vagas. Apenas maiores de 18 anos podem participar. 

Todos os protocolos para evitar a disseminação da Covid-19 serão tomadas, tais como espaçamento físico – 1,5m de distância e 50% da capacidade de alunos por sala de aula.

 O Curso é destinado a atender a demanda regional, isto é, a prioridade para matrícula neste curso será para residentes na jurisdição da DelFurnas. O Curso é constituído por disciplinas acadêmicas – teóricas e práticas –, ministradas nesta Delegacia Fluvial.

As aulas serão ministradas de segunda a sexta-feira, das 08h05 às 12h e de 13h30 às 17h, no período de 11 de outubro a 10 de dezembro de 2021. As aulas práticas serão realizadas nos dias 8 e 9 de dezembro de 2021 (quarta-feira e quinta-feira), das 08h às 17h. 

A aprendizagem do aluno será aferida por provas, em que a nota mínima para aprovação será seis. O aluno que obtiver média geral do curso inferior a três terá a matrícula cancelada. O aluno cuja média geral do curso for igual ou superior a três e inferior a seis, será submetido a um período de recuperação, para a realização de uma Prova de Recuperação específica, versando sobre todo o conteúdo lecionado, cuja nota para aprovação deverá ser igual ou superior a seis. O aluno que não obtiver a nota mínima estabelecida na avaliação do período de recuperação terá a matrícula cancelada.

São condições para inscrição: ser brasileiro(a) nato ou naturalizado(a), ter no mínimo dezoito anos no ato da matrícula, possuir escolaridade mínima do 9° ano (antiga 8ª série) do Ensino Fundamental, estar em dia com as obrigações militares e eleitorais e atender às demais condições estabelecidas no Edital do Processo Seletivo.

Leia o edital completo.

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