Há alguns meses, a mãe de Juliana, Reina Couto, também foi diagnosticada com coronavírus.
Juliana Paes testou positivo para o coronavírus. De acordo com a equipe de atriz, que confirmou a informação no início da tarde deste sábado, a atriz está “bem e assintomática”. Não há detalhes, porém, sobre quando a testagem foi realizada, nem se outros integrantes da família da artista, que ainda não se pronunciou sobre o assunto, também contraíram Covid-19. As informações são do Extra.
Há alguns meses, a mãe de Juliana, Reina Couto, também foi diagnosticada com coronavírus. À época, ela usou as redes sociais para tranquilizar os fãs e falar sobre o estado de sua mãe: “Para todos que andam perguntando sobre a mamãe. Sim, ela está com Covid-19, mas está bem e tomando os medicamentos em casa”, disse ela, no fim de abril deste ano.
Os fãs que sentem falta de ver Juliana na TV poderão matar um pouco da saudade a partir da próxima segunda-feira. Isso porque começa a ser reapresentada a novela “Força do Querer”. Na trama, a atriz dá vida a inesquecível personagem Bibi. “Força do querer” foi escrita por Gloria Perez.
Apresentador participou do encerramento do Global Retail Show 2020 e fez críticas pontuais ao governo, sem endereçá-las especificamente
O apresentador Luciano Huck participou do encerramento do Global Retail Show 2020, em que fez críticas pontuais ao governo, sem endereçá-las especificamente, e defendeu reformas estruturais, mantendo uma postura de “virtual” candidato, como na última eleição presidencial. Perguntado sobre esse “eventual desafio”, Huck disse que é uma “pessoa curiosa”, que andou por todo o País, e que a “resposta sincera que pode dar agora” é que não quer ser uma figura passiva e quer sair da zona de conforto, o que não quer dizer candidatura a nada “neste momento”.
“Ninguém é rico no Brasil enquanto houver tanta desigualdade. Não quero me acovardar em achar que eu tenho a solução, ou pelo menos posso apontar para ela e ficar na minha zona de conforto, na minha casa, protegido nos muros da minha casa. Eu estou no debate público, eu acho que isso não quer dizer que é candidatura de nada, a qualquer coisa neste momento. Eu quero participar e contribuir do debate como eu puder. Neste momento, há uma convocação geracional de que a gente tem que se aproximar da política”, disse.
O apresentador também repetiu uma avaliação de Abilio Diniz, fundador da Penínsulas Participações, também presente ao evento, de que não é preciso fazer política pela vida inteira. “O Abilio serviu ao País durante dez anos. Servir no Brasil é servir água. Tem que bater palma para quem quer servir”, afirmou. “Eu acho que meu papel neste momento é potencializar as ideias, fazer curadoria de gente, para que possamos apresentar para o País, não personalizando em mim, um projeto, o País não tem projeto. A gente precisa ter um plano, um sonho maior”, completou.
Em sua fala inicial, Huck disse que queria ressaltar as coisas boas que aconteceram durante a pandemia do novo coronavírus, como o bom desempenho do agronegócio e do comércio, mas mencionou que houve “gestão temerária” em relação à pandemia. “Não vamos falar das 135 mil mortes na gestão temerária dessa crise sanitária.”
O apresentador afirmou ainda que “é uma cabeça pensante de soluções” que é favorável à conciliação e ao diálogo. “Fico muito preocupado quando nacionalismo exacerbado é tomado por um lado ou por outro.”
Focando bastante no tema da desigualdade, disse que é um dever essa luta, mas que o Estado tem papel preponderante. Segundo o apresentador, as reformas administrativa e tributária são fundamentais para possibilitar que o Estado tenha condições para acolher a todos que precisam. Huck ainda destacou o papel do auxílio emergencial, que, conforme ele, salvou o País nesta crise e ressaltou o Bolsa Família, dizendo que um terço dos alunos que ganharam medalhas na Olimpíada Brasileira de Matemática era beneficiário do programa.
Xuxa Meneghel não voltará para a próxima temporada de Dancing Brasil! Em entrevista para o jornal O Globo, a Rainha dos Baixinhos confirmou que deixará a emissora no final do ano.
– Infelizmente. Porque eu queria muito fazer o Dancing Brasil. Foi o programa mais bonito da minha vida, tirando o Show da Xuxa, que era a continuação da minha casa.
Ela contou, ainda, que após a pandemia voltará a gravar o seu documentário, e também ajudará na escalação da atriz que a interpretará no filme sobre sua vida.
– Antes da pandemia estava acompanhando a escalação para o filme Rainha, de uma diretora argentina que mora em Los Angeles. Não atuarei, mas estou opinando na escolha da atriz que fará o meu papel. Há um documentário sendo desenvolvido também, O Último Voo da Nave.Publicidadex
Quando o assunto foi o namorado, Junno Andrade, Xuxa admitiu que não pensa em se casar, mas que adoraria ver a filha, Sasha Meneghel, subir ao altar:
– Nunca foi vontade minha entrar de branco em uma igreja. Mas estou doida para ver a minha filha fazendo isso. E para ser avó também, né? Nossa, que delícia que deve ser isso.
Xuxa também abriu o jogo sobre as críticas que recebe até hoje por conta do filme Amor, Estranho Amor. No longa, estrelado pela Rainha dos Baixinhos aos 18 anos de idade, ela aparece nua e tendo relações sexuais com um garoto de 12 anos de idade.
– Eu sou criticada sobre o que eu fiz ou não fiz. E não importa o que eu venha a fazer de bom, vão lembrar das coisas ruins. Fico chateada quando falam do filme que fiz quando tinha 18 anos. Eu queria deixar claro: não transei com um menino e não fui vendida para um prostíbulo. Minha personagem foi vendida para um prostíbulo, coisa que acontece hoje em dia. Aquilo é ficção, mas é a realidade de muita gente hoje em dia. Então, vamos falar das meninas e meninos explorados sexualmente. Vamos levantar a poeira para que as pessoas tenham vergonha de achar que isso é normal. Não é normal uma criança ser vendida para algum adulto. Eu fiz o filme quando eu tinha 18 anos, e estou com 57. Ou seja, quase 30 anos depois e essa coisa continua sendo normal? Não é!
Ela continuou, dizendo que fez o filme por causa de Pelé, que era seu namorado na época, mas que não gostou do resultado:
– Fiz o filme porque o Pelé me pediu. Não curti a maneira como eu fui tratada. Vi que aquilo ali não era o meu barato. Tanto é que depois comecei a trabalhar para crianças. As pessoas não assistem ao filme. Elas veem um trecho e repetem aquilo com maldade. Com a vontade que as pessoas têm em destruir e não de construir. Esse mundo está meio esquisito. Mas você paga um preço pelas coisas boas que tem.
Xuxa ainda abriu o jogo sobre maturidade:
– A maturidade é boa se você souber ouvir, falar e pensar. Eu era muito de falar sem pensar. Quando você está madura, tem equilíbrio. Eu era uma criança. Não queria crescer. Com a maturidade, aprendi. Mas vem a falta de colágeno. É difícil envelhecer na frente dos outros. Você começa a usar creminhos para reposição hormonal, ou para te ajudar nas rugas.
O Magazine Luiza anunciou em comunicado a abertura de inscrições para seu programa de trainee 2021, que aceitará apenas candidatos negros. “O objetivo do programa é trazer mais diversidade racial para os cargos de liderança da companhia, recrutando universitários e recém-formados de todo Brasil, no início da vida profissional”, informou a empresa, em comunicado.
Em post no Twitter, Luiza Helena Trajano afirmou: “Um passo importante para consolidarmos a diversidade da empresa”.
Serão aceitos candidatos formados de dezembro de 2017 a dezembro de 2020, em qualquer curso superior. Conhecimento de inglês e experiência profissional anterior não são pré-requisitos para a seleção. O salário é de R$ 6,6 mil, com benefícios e bônus de contratação de um salário.
Naldo Benny comentou em seu Instagram que estava em São Paulo para participar do Passa ou Repassa, quadro do Domingo Legal, mas foi dispensado após testar positivo para coronavírus.
Segundo a assessoria do SBT, outros artistas que participariam do programa, como o humorista Bruno Motta, testaram positivo para a Covid-19. A assessoria afirmou que a emissora está seguindo todos os protocolos de segurança e que todos os convidados que chegam ao SBT são encaminhados diretamente para o ambulatório para serem testados.
Por conta do resultado do teste, as gravações do programa precisaram ser adiadas. Naldo e Bruno foram substituídos por Milene Pavorô e Murilo Bordoni, do Programa do Ratinho. O programa ainda não tem data para ir ao ar.
Conheça a história de vida do Policial Militar, que tem como hobby a escrita. Cabo Juliano, além de fazer seu trabalhando com excelência à frente da PM, tem a comunicação como sua segunda vocação.
Juliano Pereira de Souza nasceu em 21/07/1985 em Alpinópolis (MG), filho de Domingos Antônio de Souza e Maria Izabel Pereira de Souza, tem como avós paterno Antônio Sebastião de Souza e Maria Conceição Vilela, avós materno Vicente Basílio Pereira e Ana Avelina Alves.
Bisneto de Sebastião Cândido de Souza e Maria Cândida de Jesus (pais de Antônio) e Francisco Quirino Vilela e Ana Marotti (pais de Maria, e também de Basílio Antônio Pereira e Madalena Maria de Jesus (pais de Vicente) e Antônio Avelino Alves e Mariana Cândida de Jesus (pais de Ana).
Sua descendência paterna é originária de Ana Teodora de Figueiredo, “Dona Indá” e do Alferes José Justiniano dos Reis, fundadores de Alpinópolis, a tão conhecida “Ventania”.
Juliano Estudou o ensino primário na E. M. Horácio Pereira Damásio e posteriormente o Ensino Fundamental e Médio na E. E. Dona Indá.
Em sua adolescência trabalhou como vendedor ambulante e comerciante, após, ingressou na PMMG em 01/01/2006 na cidade de Bom Despacho, onde fica localizado o 7º Batalhão da PMMG, cursando CTSP (Curto Técnico de Segurança Pública). Durante a realização do curso devido sua competência intelectual ficou classificado entre os melhores Soldados daquele curso. Após, sua formação em 31/10/2006, foi transferido para sua terra natal, onde exerce suas atividades como policial militar.
Foi promovido a Cabo no ano 2015, devido a tempo de serviço e no ano 2016 foi condecorado com a Medalha de Bronze, devido aos bons serviços prestados a PMMG.
No ano de 2016 e 2018 recebeu homenagem da Câmara Municipal de Alpinópolis com a “Moção de Aplausos”, devido aos bons serviços prestados a comunidade no âmbito da segurança pública. Em 2019 foi agraciado com o diploma de destaque operacional na área de prevenção de crimes.
Atualmente, o Cabo exerce a função na comunicação organizacional, divulgando para a imprensa os serviços prestados as comunidades alpinopolense e São José Barrense, fato que contribui imensamente para a credibilidade da instituição militar nos municípios e região, proporcionando o aumento da sensação de tranquilidade da população.
Desde 2009, em suas horas de folga, o Militar exerce a função de Historiador e Genealogista auto ditada, resgatando informações em cemitérios, paróquias, cartórios, arquivos das comarcas e centros de memória de algumas localidades da região, bem como colhendo depoimentos de pessoas mais idosas para gerações mais novas. Já realizou pesquisas nas cidades de Alpinópolis, Carmo do Rio Claro, Conceição da Aparecida, Nova Resende, São José da Barra e Passos.
Tais informações são de enorme importância sobre a história e a genealogia dos municípios da região, e com isto vem criando um acervo histórico de documentos e fotografias para conservar a história regional.
Está sempre em diálogo e cobrando das autoridades locais, afim garantir e preservar a história em especial do município de Alpinópolis.
Juliano inscreveu-se em 2018 para integrar como membro no CBG (Colégio Brasileiro de Genealogia), sendo aceito pelo conselho da instituição. No ramo da Genealogia está pesquisando sobre a descendência de Ana Teodora de Figueiredo, “Dona Indá” e seu marido o Alferes José Justiniano dos Reis, que foram com os doadores do patrimônio do padroeiro São Sebastião da cidade de Alpinópolis, antiga “Fazenda Ventania”. A pesquisa atualmente está com aproximadamente 1800 páginas e abrange vários sobrenomes de famílias da cidade e região: Figueiredo, Vilela, Reis, Faria, Rodrigues, Alves, Freire, Silva, Garcia, Oliveira, Borges, Lemos, Ferreira, Lima, Paula, Agelune, Pereira, Andrade, Bueno, Brasileiro, Ribeiro, Morais, Carvalho, Ávila, Damasceno, Nunes, Krauss, Silveira, Pires e outros.
Devido a sua boa convivência e presteza, já foi solicitado por outros historiadores e genealogistas para contribuir com pesquisas e materiais, fato prontamente atendido.
Contribuiu com a publicação em 2015 da Inspetora e historiadora Irene Gonçalves Brasileiro Pimenta, para a publicação: “A Descendência da Família Brasileiro e Alves de Figueiredo”; bem como também foi solicitado a contribuir com material fotográfico para o livro “Sentido das Águas”, publicado em 2016, pela Editora Plusinfo. Em 2020 publicou o livro “Ventania Valorizando Nosso Povo”, que trata de personagens históricos que ainda não foram reconhecidos pelo poder público Alpinopolense e não foram homenageados em seus logradouros, o livro ressalta os feitos de cada personalidade.
Uma fanpage foi criada para divulgação dos trabalhos do Militar Escritor: