Jornal Folha Regional

Bombeiros em Minas intensificam ações para reduzir riscos de acidentes no trânsito e agilizar atendimentos

Bombeiros em Minas intensificam ações para reduzir riscos de acidentes no trânsito e agilizar atendimentos - Foto: divulgação
Bombeiros em Minas intensificam ações para reduzir riscos de acidentes no trânsito e agilizar atendimentos – Foto: divulgação

Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) já realizou mais de 300 ações no ano passado para redução do risco de acidentes de trânsito em Minas Gerais. Essas iniciativas foram implementadas a partir de estudo da corporação em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG), que traçou o retrato das estradas mineiras e criou o primeiro banco de dados unificado do país sobre acidentes de trânsito no estado mineiro.

O levantamento reuniu mais de 2 milhões de registros de acidentes de trânsito entre 2019 e 2025 e será fundamental para a adoção de novas políticas públicas de forma a nortear o atendimento do CBMMG e reduzir o tempo de resposta nas ocorrências de trânsito.

Entre o ano passado e este ano já foram instaladas também três novas unidades do Corpo de Bombeiros Militar nas cidades Itaobim, Campo Belo e João Monlevade, além de duas Brigadas de Incêndio, treinadas pelo CBMMG, nas cidades de Paraisópolis e Carandaí. A chegada de mais uma viatura especializada para o atendimento de emergências envolvendo substâncias químicas perigosas também reflete a preparação para o alto índice de acidentes dessa natureza, constatadas pelo estudo.

O levantamento apontou nas denominadas “áreas quentes”,  trechos de rodovias ou regiões que concentram maior número de acidentes, nos últimos três anos. O Corpo de Bombeiros Militar registrou mais de 70 mil atendimentos envolvendo acidentes de trânsito em todo o estado, sendo a região Norte a de maior índice de letalidade. Outra constatação já esperada mostrou que a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) concentra o maior volume dos atendimentos. 

Bombeiros em Minas intensificam ações para reduzir riscos de acidentes no trânsito e agilizar atendimentos - Foto: divulgação
Bombeiros em Minas intensificam ações para reduzir riscos de acidentes no trânsito e agilizar atendimentos – Foto: divulgação

“O banco de dados unificado orienta de forma estratégica o direcionamento de políticas públicas de prevenção, bem como o investimento do Estado na proteção à vida no trânsito”, detalhou o vice-governador Mateus Simões.

O Acordo de Cooperação Técnico-Científico firmado pelo CBMMG e a SES permitiu a criação do primeiro banco unificado do país que reúne dados dos principais órgãos atrelados aos acidentes de trânsito: CBMMG, SES, Polícia Militar do Estado de Minas Gerais (PMMG), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e  Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

“O conhecimento científico tem sido nosso aliado; e os resultados deste estudo nos permitiu direcionar, com precisão, os recursos disponíveis para otimizar o nosso atendimento em algumas regiões de Minas, como é o caso de João Monlevade, onde foi instalado um Pelotão de Bombeiros, reduzindo pela metade o tempo resposta”, explicou a comandante-geral do CBMMG, coronel Jordana Filgueiras. 

Investimento em pesquisas

Mas os investimentos na área científica não param por aí. Recentemente, o CBMMG, assinou um Termo de Cooperação com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que trará resultados diretos para o serviço operacional.

A parceria  possibilitará novos trabalhos nos campos das geociências, ciência de dados, modelagem, sensoriamento remoto, dentre outras áreas. Uma das futuras ações envolverá automatização de tarefas e a utilização de inteligência artificial em prol de atendimentos mais precisos e eficientes.

Bombeiros em Minas intensificam ações para reduzir riscos de acidentes no trânsito e agilizar atendimentos - Foto: divulgação
Bombeiros em Minas intensificam ações para reduzir riscos de acidentes no trânsito e agilizar atendimentos – Foto: divulgação

Governo de Minas anuncia descarte de 450 toneladas de ovos em prevenção à gripe aviária

Governo de Minas anuncia descarte de 450 toneladas de ovos em prevenção à gripe aviária - Foto: divulgação
Governo de Minas anuncia descarte de 450 toneladas de ovos em prevenção à gripe aviária – Foto: divulgação

Um dia após o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmar o primeiro caso de gripe aviária no Brasil, o governo de Minas anunciou que vai descartar 450 toneladas de ovos fecundados e demais materiais no Centro-Oeste do Estado. A decisão foi tomada durante uma reunião emergencial entre o Executivo e o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), neste sábado (17 de maio).

Segundo o governo de Minas, os ovos foram trazidos de uma granja comercial da cidade Montenegro (RS), local cuja detecção do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade foi confirmada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O descarte aconteceu no Centro-Oeste de Minas como forma de conter qualquer risco de disseminação da doença no estado.

“A gripe aviária leva as aves à morte, mas não representa risco para a população por não ser transmissível por meio do consumo da carne ou ovos”, informou o governo, em nota oficial. Ainda de acordo com o Executivo, os ovos descartados não eram destinados ao consumo humano, mas sim à reprodução de aves.

“Todas as medidas que estão sendo tomadas fazem parte do Plano de Contingência da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), firmado entre União, estados e setor produtivo em 2022, quando surgiu o primeiro foco da doença na América do Sul”, garantiu.

Novos descartes podem ocorrer

O governo do Estado também não descartou a possibilidade de novos descartes nos próximos dias, caso sejam identificadas novas remessas produzidas na granja da cidade de Montenegro.

Além da ação emergencial, o estado afirma que segue monitorando a situação com medidas de prevenção, rastreamento e controle sanitário, em articulação com o Ministério da Agricultura e demais órgãos.

O IMA informou que, de forma contínua, realiza ações de vigilância epidemiológica contra doenças como Newcastle, salmonelose e micoplasmose. As medidas incluem controle em granjas comerciais, educação sanitária e vistorias em propriedades classificadas como de risco.

Minas tem segunda maior produção de ovos do país

Minas Gerais ocupa a segunda posição no ranking nacional de produção de ovos e é o quinto maior produtor de galináceos do país. Em 2024, mais de 8 mil ações de educação sanitária foram realizadas em estabelecimentos com aves no estado.

As ações do governo também fazem parte do Plano Nacional de Vigilância da Influenza Aviária, desenvolvido em conjunto com o Ministério da Agricultura.

Governo de Minas sanciona reajuste para professores da educação básica

Governo de Minas sanciona reajuste para professores da educação básica - Foto: reprodução
Governo de Minas sanciona reajuste para professores da educação básica – Foto: reprodução

O Governo de Minas sancionou, neste sábado (17/5), o reajuste salarial de 5,26% para profissionais da educação básica de Minas Gerais. A medida, publicada no Diário Oficial do Estado, tem efeito retroativo a ser pago desde janeiro. 

O aumento será aplicado a todas as carreiras da educação básica, incluindo os cargos comissionados de diretor e secretário de escola, além de professores, auxiliares e contratados temporários da rede estadual de ensino. Também terão os valores corrigidos as gratificações de função destinadas a vice-diretores, coordenadores de escola e coordenadores de Posto de Educação Continuada (PEC).

A medida beneficia, ainda, servidores inativos e pensionistas com direito à paridade, além de profissionais contratados temporariamente com funções equivalentes.

A nova legislação também garante a complementação da remuneração do auxiliar de serviços da educação básica com jornada mínima de 30 horas semanais em alguns casos.

O Projeto de Lei, de autoria do governador Romeu Zema, foi enviado à Assembleia Legislativa de Minas Gerais em abril, onde foi votado nos dois turnos.

Agora com a sanção, o Governo de Minas reafirma o compromisso com a valorização dos profissionais da educação e o fortalecimento da rede pública estadual de ensino, reconhecendo o papel fundamental desses trabalhadores na construção de um futuro melhor para os estudantes mineiros.

Concurso

Nessa sexta-feira, o Governo de Minas Gerais, por meio das secretarias de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) de Educação (SEE/MG), também realizou outro movimento estratégico para fortalecer e dinamizar o setor educacional, anuncia a abertura de um novo concurso público com 13.795 vagas para diversas carreiras na rede estadual de ensino. O edital foi publicado no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (16/5) e está disponível clicando aqui.

O edital traz informações sobre o certame para os seguintes cargos: Professor de Educação Básica (PEB), Especialista em Educação Básica (EEB), Analista Educacional (ANE), Analista de Educação Básica (AEB), Técnico da Educação (TDE) e Assistente Técnico de Educação Básica (ATB). As vagas são para atuação nas 47 Superintendências Regionais de Ensino (SREs) e nas Unidades de Ensino em todo o estado.

Justiça condena mulher que passou trote no Samu em Boa Esperança

Mulher é condenada por passar trote no Samu de Boa Esperança, MG — Foto: Marcos Evangelista / Imprensa MG
Mulher é condenada por passar trote no Samu de Boa Esperança, MG — Foto: Marcos Evangelista / Imprensa MG

Uma mulher que passou um trote telefônico a central de atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Boa Esperança (MG) foi condenada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) a um ano, seis meses e 11 dias de reclusão, em regime aberto, por atentar contra os serviços de utilidade pública.

A pena foi substituída por pagamento de multa e impedimento da ré de frequentar bares e boates.

Denúncia mobilizou até helicóptero

De acordo com denúncia, em 8 de agosto de 2023, por volta das 15h30, a mulher fez uma ligação de celular para a central do Samu para informar, falsamente, ter visto uma grávida, com uma criança no colo, jogando-se de uma ponte sobre o Lago dos Encantos.

A denúncia mobilizou uma força-tarefa para atender a ocorrência formada por uma unidade de atendimento móvel (USB) com equipe do Samu, além de equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, inclusive com o apoio de um helicóptero.

Apesar das buscas no local, as supostas vítimas não foram localizadas, assim como a pessoa que teria feito a denúncia. Após uma investigação foi apurado que a ligação se tratava de um trote telefônico.

A mulher que passou o trote foi condenada em 1ª instância, com base no art. 265 do Código Penal, por atentar contra funcionamento de serviço de utilidade pública.

A pena de reclusão fixada pelo magistrado foi substituída por pagamento de multa e a proibição de frequência a bares, boates, casas de prostituição ou similares, pelo período da condenação.

A mulher recorreu da sentença. Ela argumentou que não havia provas de que tinha cometido o delito e ainda sustentou que os serviços prestados pelas corporações acionadas para atender ao chamado não se enquadravam aos de utilidade pública.

Ao analisar o recurso, o relator, desembargador Paulo Calmon Nogueira da Gama, manteve a condenação, ressaltando que o boletim de ocorrência, o ofício do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Macro Região do Sul de Minas (Cissul/Samu), o relatório de cadastro de linha telefônica, a gravação em áudio, testemunhas e outros documentos juntados aos autos comprovavam a ocorrência do delito e indicavam que a mulher havia sido a autora do trote.

Em sua decisão, o relator observou que “os serviços prestados pelo Samu, assim como pelo Corpo de Bombeiros e pela Polícia Militar são de utilidade pública, uma vez que se relacionam à saúde e à segurança públicas e permanecem continuamente à disposição da população, se deslocando para atendimento in loco em determinados casos, quando acionados” .

O desembargador destacou ainda que o deslocamento de equipes que prestam esses serviços prejudica toda a população da região.

“Com isso, possivelmente atendimentos verdadeiramente necessários deixaram de ser efetivados, o que poderia gerar graves consequências para quem não pôde recebê-los a tempo e modo”, afirmou.

Via: G1

Minas Gerais aprova R$ 59,3 milhões para fortalecimento da Vigilância em Saúde

Minas Gerais aprova R$ 59,3 milhões para fortalecimento da Vigilância em Saúde - Foto: reprodução
Minas Gerais aprova R$ 59,3 milhões para fortalecimento da Vigilância em Saúde – Foto: reprodução

Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (Cosems-MG) realizaram, nesta quinta-feira (15/5), a 318ª Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Bipartite do SUS de Minas Gerais (CIB-SUS/MG), no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH).

Um dos principais destaques do encontro foi a aprovação das normas gerais para adesão, execução, monitoramento e avaliação do Programa VigiMinas, que contará com R$ 59,3 milhões em investimentos voltados ao fortalecimento da Vigilância em Saúde no estado. A reunião reuniu gestores estaduais e municipais para pactuar estratégias e ações voltadas à qualificação do Sistema Único de Saúde (SUS) em Minas Gerais.

Durante a abertura, o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, ressaltou que o VigiMinas representa um marco para a organização da Vigilância em Saúde no estado.

“O VigiMinas está estruturado como uma política permanente que fortalece o SUS. São mais de R$ 59 milhões aplicados em um modelo pactuado com os municípios, com diretrizes mais simplificadas”, afirmou.

O subsecretário de Vigilância em Saúde, Eduardo Prosdocimi, apresentou detalhes da implementação da Política Nacional de Vigilância em Saúde em Minas.

“A Vigilância em Saúde deve estar centrada nas pessoas e nos processos de trabalho. Com o VigiMinas, estamos coordenando e fortalecendo as ações em nível estadual e municipal”, explicou.

A secretária  adjunta de Estado de Saúde, Poliana Cardoso Lopes, reforçou a importância da atuação conjunta entre Estado e municípios. Ela parabenizou a nova diretoria do Cosems-MG e defendeu um trabalho pautado no diálogo e na conciliação, destacando os indicadores do Plano Diretor de Regionalização da Saúde.

“O monitoramento próximo dos municípios é fundamental para o cumprimento do Plano. As revisões periódicas são essenciais para ajustar os rumos e garantir a implementação efetiva dos compromissos”, afirmou. 

O presidente reeleito do Cosems-MG, Edivaldo Farias da Silva Filho, agradeceu a confiança dos gestores municipais e destacou a relevância da parceria com a SES-MG.

“Temos construído uma trajetória de diálogo e compromisso com a saúde pública. Este novo ciclo será de continuidade e fortalecimento dessa parceria”, disse.

Outros destaques

O secretário Fábio Baccheretti também destacou os esforços da SES-MG para reduzir a mortalidade materna e infantil, alertando para a importância de garantir que os partos ocorram em maternidades de referência.

“Quanto maior o número de partos realizados em unidades especializadas, melhores são os indicadores. Maternidades capilarizadas precisam ser pensadas com foco no desfecho”, afirmou.

Ainda segundo o secretário, a Deliberação CIB-SUS/MG nº 5197, que aprovou o Plano de Ação Estadual para o Enfrentamento de Doenças Respiratórias na área de Pediatria, constitui uma política de resposta importante. 

Ele também ressaltou a importância da Deliberação CIB-SUS/MG nº 5197, que aprovou o Plano de Ação Estadual para o Enfrentamento de Doenças Respiratórias na área de Pediatria.

“Estamos vivenciando uma situação complexa em algumas regiões do estado, com necessidade de transferência de pacientes. Precisamos agir rapidamente para abrir novos leitos e dar uma resposta ágil e efetiva a essa questão”, completou.

Governo de Minas anuncia novo concurso público da Educação com mais de 10 mil vagas

Governo de Minas anuncia novo concurso público da Educação com mais de 10 mil vagas - Foto: reprodução
Governo de Minas anuncia novo concurso público da Educação com mais de 10 mil vagas – Foto: reprodução

Governo de Minas Gerais, por meio das secretarias de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e de Educação (SEE/MG), em um movimento estratégico para fortalecer e dinamizar o setor educacional, anuncia a abertura de um novo concurso público com 13.795 vagas para diversas carreiras na rede estadual de ensino.

O edital, publicado nesta sexta-feira (16/5), traz informações sobre o certame para os seguintes cargos: Professor de Educação Básica (PEB), Especialista em Educação Básica (EEB), Analista Educacional (ANE), Analista de Educação Básica (AEB), Técnico da Educação (TDE) e Assistente Técnico de Educação Básica (ATB). As vagas são para atuação nas 47 Superintendências Regionais de Ensino (SREs) e nas Unidades de Ensino em todo o estado.

“Esta é mais uma ação em busca de uma Educação melhor em todas as regiões do estado. Já investimos nas estruturas das escolas e aumentamos a verba para a merenda dos alunos, de menos de R$ 20 milhões no ano, em 2018, para mais de R$ 460 milhões, em 2024”, destaca o governador Romeu Zema.

O vice-governador de Minas, Mateus Simões, enfatiza os esforços para garantir o reforço do quadro de servidores da educação.

“Uma das principais diretrizes da nossa gestão é assegurar o aumento, contínuo e responsável, do nosso efetivo de servidores, para que possamos garantir a melhoria permanente da nossa rede de ensino”, analisa Mateus Simões.

“O concurso busca valorizar o quadro de pessoal da Educação e reforçar a qualidade do ensino em Minas Gerais. Os profissionais que serão aprovados em breve já estarão contribuindo com o Estado e com a formação dos estudantes mineiros”, afirma a secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Silvia Listgarten.

Para o secretário de Estado de Educação, Igor de Alvarenga, o concurso vai além da reposição de pessoal. “Este concurso representa um investimento no futuro da educação mineira. Um quadro de servidores efetivos e estáveis é essencial para a continuidade de políticas educacionais de médio e longo prazo”.

Inscrições

As inscrições poderão ser realizadas de 21/7 a 21/8, no site da banca organizadora. As taxas variam entre R$ 21 e R$ 33, conforme o cargo. O prazo para solicitação de isenção da taxa será de 21 a 24/7, de acordo com os critérios legais estabelecidos em legislação estadual.

A remuneração inicial varia de acordo com o cargo e com a carga horária, indo de R$ 1.917,11 até R$ 6.937,06. Todos os cargos estão vinculados ao regime estatutário e regidos pela Lei Estadual nº 15.293/2004.

Etapas

O concurso será composto por três etapas: prova objetiva, redação e avaliação de títulos. A aplicação das provas objetiva e discursiva está prevista para o dia 28/9/2025, com realização em municípios vinculados às SREs. O conteúdo programático das provas está detalhado no edital.

O edital reserva 10% das vagas para pessoas com deficiência (PcD), garantindo condições específicas para realização das provas e respeito à legislação vigente.

Todas as informações como requisitos, atribuições dos cargos, orientações sobre recursos e cronograma completo estão disponíveis no edital, que poderá ser acessado nos sites oficiais da SEE, da Seplag e da Consulplan.

Nomeações

O Governo de Minas instituiu a Comissão Permanente de Concursos da Educação, responsável por planejar, organizar e acompanhar os concursos públicos para as carreiras da SEE/MG, além de identificar as necessidades de novas vagas.

Desde 2019, o Governo já nomeou 28.323 servidores em diversas carreiras em todo o estado. Somente em 2024, foram 8.143 nomeações referentes ao concurso Edital Seplag 03/2023, e um novo lote de nomeações está previsto para ser publicado em breve. Vale ressaltar que o concurso deste edital continua válido e as nomeações continuarão ocorrendo sempre que houver cargos vagos.

Valorização dos profissionais

Essas ações se somam a mais de 320 mil atos de evolução na carreira (progressão e promoção) publicados e pagos desde 2019. Também foram publicadas 93.569 concessões do Adicional de Valorização da Educação Básica (Adveb), com investimentos de R$ 196 milhões.

O Governo também retomou o pagamento de férias-prêmio em espécie, investindo aproximadamente R$ 630 milhões nesta iniciativa. Outros investimentos importantes incluem R$ 100 milhões no programa Minas com Todos: acolher para avançar, e mais de R$ 147 milhões no Trilhas de Futuro Educadores, beneficiando mais de 10 mil servidores cursando pós-graduação lato e stricto sensu.

Vídeos mostram bola de fogo cruzando o céu de cidades de Minas Gerais

Vídeos mostram bola de fogo cruzando o céu de cidades de Minas Gerais - Foto: reprodução
Vídeos mostram bola de fogo cruzando o céu de cidades de Minas Gerais – Foto: reprodução

Moradores de diversas cidades de Minas Gerais foram surpreendidos, no início da noite da última quarta-feira (14), por uma luz misteriosa que rasgou o céu. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram um clarão cruzando o céu de cidades do Triângulo, Vale do Aço, do Norte e Noroeste de Minas, e, até mesmo, na região metropolitana de Belo Horizonte.

O fenômeno foi registrado por volta das 18h30. Entre os municípios com relatos dos moradores estão Belo Horizonte, Uberlândia, Ipatinga, João Pinheiro, Brasilândia de Minas, Bocaiúva, Januária, e diversas outras.

A luz – que parecia estar fragmentada em vários pedaços menores – atravessou rapidamente o céu, sendo avistado também nas comunidades de Canabrava, Fruta D’Antas e no município de Paracatu. A aparição gerou reações de surpresa e curiosidade entre a população que testemunhou o evento.

Lixo espacial?

De acordo com a página Space Today, do astrônomo Sérgio Sacani, trata-se da reentrada de lixo espacial na atmosfera. “Não fujam para as montanhas! Isso é normal de acontecer! Fiquem bem!”, escreveu o especialista. 

Em outra publicação, ele disse que tudo indica se tratar de lixo espacial, porém, até o momento a rede brasileira de monitoramento de meteoros ainda está analisando para saber exatamente o que ocorreu. 

Projeto de lei quer proibir atendimento a bebê reborn no SUS em Minas Gerais

Projeto de lei quer proibir atendimento a bebê reborn no SUS em Minas Gerais - Foto: reprodução
Projeto de lei quer proibir atendimento a bebê reborn no SUS em Minas Gerais – Foto: reprodução

Um projeto de lei protocolado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), nesta terça-feira (13 de maio), propõe a proibição do atendimento a bonecas do tipo “bebê reborn” e outros objetos inanimados nos serviços públicos de saúde do Estado. A proposta é de autoria do deputado estadual Caporezzo (PL), que argumenta que o PL foi protocolado após relatos de solicitações de atendimento a esse tipo de boneca em unidades de saúde.

Questionada pela reportagem, a Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte afirmou que “desconhece qualquer registro” de atendimento de bonecas ou objetivos inanimados. A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais foi questionada, mas não retornou até o fechamento desta matéria.

O projeto de lei de Caporezzo estabelece que “fica terminantemente proibido a utilização de qualquer serviço público em situações de atendimentos à bonecas reborn e qualquer outro tipo de objeto inanimado no Estado de Minas Gerais”. Caso a regra seja descumprida, o texto prevê multa equivalente a dez vezes o valor do serviço prestado, destinada ao tratamento de pessoas com transtornos mentais.

Na justificativa, o deputado afirma que a medida busca evitar o uso indevido dos serviços públicos e cita “diversos casos de ‘pais’ de bonecas reborn exigindo auxílio médico no serviço de emergência dos hospitais brasileiros”. Ele argumenta que situações desse tipo “colocam em risco direto de vida pessoas que procuram o serviço de emergência nosocomial, justamente por ser uma emergência”.

O parlamentar também publicou um vídeo nas redes sociais para apresentar o projeto. No vídeo, gravado em tom de deboche, Caporezzo simula uma conversa com uma mulher que leva uma boneca reborn ao seu gabinete e solicita a criação de uma lei para emitir certidão de nascimento ao boneco. Ao final da cena, o deputado afirma: “Levem ela para o hospício”. Na legenda, ele comenta: “Esse tumulto em torno do boneco diz muito sobre nossa sociedade. Alguém precisa dar um basta”.

Governo altera regra de transição do Bolsa Família; entenda

Governo altera regra de transição do Bolsa Família; entenda - Foto: reprodução
Governo altera regra de transição do Bolsa Família; entenda – Foto: reprodução

O governo federal atualizou nesta quinta-feira (15) as regras de transição para as famílias beneficiárias do Bolsa Família que passam a ter renda superior ao limite de entrada no programa. A nova norma de proteção entra em vigor a partir de junho e foi publicada em portaria do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome no Diário Oficial da União..

Em nota, a pasta informou que a nova regra de proteção entra em vigor a partir de junho deste ano, com o objetivo de ampliar o foco em famílias em situação de maior vulnerabilidade e promover ajustes “para manter a sustentabilidade e a efetividade do programa”.

Apesar de entrar em vigor em junho, os efeitos na gestão dos benefícios do programa serão sentidos a partir da folha de pagamentos de julho de 2025. ”Ou seja, as alterações se aplicam exclusivamente às famílias que ingressarem na regra de proteção a partir do mês de junho”, destacou o ministério.

O que muda

Com a alteração, famílias que ultrapassarem o limite de renda para entrada no Bolsa Família – de R$ 218 per capita – poderão seguir no programa por mais 12 meses, recebendo 50% do valor do benefício a que a família faz jus, desde que a renda familiar per capita mensal não supere o valor de R$ 706.

“A fixação do novo limite de renda está alinhada à linha de pobreza internacional, estabelecida a partir de estudos sobre a distribuição de renda em diversos países do mundo”, ressaltou o comunicado.

Além disso, famílias cuja renda seja considerada estável ou permanente – como as que recebem aposentadoria, pensão ou Benefício de Prestação Continuada (BPC) – poderão permanecer com o auxílio do Bolsa Família por até dois meses.

“Nesses casos, já há uma proteção social contínua assegurada pelo Estado, o que contribui para maior previsibilidade ao orçamento familiar”, destacou o ministério.

Já no caso de famílias com pessoas com deficiência que recebem o BPC, o tempo máximo de permanência na nova regra de proteção será de 12 meses.

“A atenção diferenciada considera que o benefício, em seu regramento, passa por revisões periódicas em se tratando de pessoas com deficiência”, detalhou a pasta.

>> Como funcionava até maio de 2025?

Até essa data, famílias com renda acima de R$ 218 por pessoa, mas abaixo de meio salário mínimo, podiam permanecer no Bolsa Família por até 24 meses, recebendo 50% do valor original do benefício.

>> Como passa a funcionar a partir de junho de 2025?

A nova Regra de Proteção define três públicos distintos:

  • Público 1: Famílias que já estavam na regra de proteção até junho de 2025. Mantêm o limite de meio salário mínimo por pessoa (R$ 759) e podem seguir no Programa por até 24 meses, conforme as regras anteriores.
  • Público 2: Famílias que entram na regra de proteção a partir da folha de pagamento de julho e não têm integrantes com renda estável. Limite de renda: R$ 706 por pessoa. Permanência: até 12 meses.
  • Público 3: Famílias que entram na regra de proteção a partir da folha de pagamento de julho e possuem integrantes com renda estável (aposentadoria, pensão, BPC-Idoso). Limite de renda: R$ 706 por pessoa. Permanência no programa: até 2 meses.

O que não muda

Famílias que já estavam inseridas na regra de proteção vigente até junho de 2025, segundo o ministério, seguem protegidas pelo regramento anterior, que prevê o prazo de até 24 meses de permanência.

Caso a renda da família oscile novamente e retorne aos critérios de elegibilidade do programa, o valor integral do auxílio será restabelecido.

“As famílias na regra de proteção que, através da renda do trabalho, conseguirem superar a pobreza, após o período de 24 meses, terão o pagamento do Bolsa Família encerrado, com base no entendimento de que a família alcançou estabilidade na geração e manutenção de renda própria”, informou a nota.

Além disso, todas as famílias que deixarem o programa após o fim da regra de proteção poderão retornar com prioridade, caso voltem à situação de pobreza.

“Isso será possível por meio do mecanismo do retorno garantido, que é válido por até 36 meses e permite a reversão do cancelamento e a reintegração da família ao programa”, destacou a pasta.

Justificativa

De acordo com o ministério, a regra de proteção foi criada para garantir segurança extra às famílias que aumentam sua renda – especialmente quando um ou mais de seus integrantes ingressam no mercado de trabalho formal.

“A lógica é evitar o cancelamento imediato do benefício, reconhecendo que a superação da pobreza não ocorre de forma automática com a obtenção de um emprego. Trata-se de um processo gradual, que exige um período de adaptação e estabilização no novo cenário.”

Ao fixar o novo prazo em 12 meses, a pasta defende que as famílias terão tempo suficiente para acessar o seguro-desemprego e outros direitos da seguridade social sem ficarem desprotegidas.

“O programa acompanha as dinâmicas da economia e deve ser ajustado sempre que necessário para manter sua efetividade e garantir que os recursos cheguem às famílias que mais precisam”, completou o comunicado.

“As mudanças representam maior qualificação do gasto público e do atendimento às famílias que mais precisam, garantindo a segurança na transição para o mercado de trabalho e mantendo o Bolsa Família como um dos programas sociais mais eficientes do mundo”, concluiu o ministério.

Anvisa proíbe venda de “Metbala”, medicamento de tadalafila

Anvisa proíbe venda de “Metbala”, medicamento de tadalafila - Foto: reprodução
Anvisa proíbe venda de “Metbala”, medicamento de tadalafila – Foto: reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda da bala de tadalafila chamada “Metbala”, fabricada pela empresa FB Manipulação Ltda.

Segundo a agência, a medida foi adotada porque o produto não tem qualquer tipo de regularização na Anvisa. Além disso, a empresa identificada não tem autorização da Anvisa para fabricar medicamentos.

A resolução com a medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (14). A proibição também se aplica a qualquer pessoa, empresa ou veículo de comunicação que comercializem ou divulguem o produto.

De acordo com a legislação, medicamentos só podem ser comercializados por farmácias e drogarias e precisam estar registrados na Anvisa. O registro é a comprovação de que o produto possui eficácia, segurança e qualidade.

A tadalafila é um medicamento sujeito à prescrição médica e o uso depende de uma avaliação sobre as condições específicas do paciente. A agência alerta que aqueles que fazem propaganda de produtos irregulares também cometem infração sanitária e está sujeito a penalidades.

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