Jornal Folha Regional

‘Minha Casa, Minha Vida’ é ampliado para quem ganha até R$ 12 mil

‘Minha Casa, Minha Vida’ é ampliado para quem ganha até R$ 12 mil - Foto: reprodução
‘Minha Casa, Minha Vida’ é ampliado para quem ganha até R$ 12 mil – Foto: reprodução

O governo federal anunciou a criação de uma nova faixa do programa de habitação “Minha Casa, Minha Vida”, voltada para famílias que possuem renda mensal de até R$ 12 mil. O decreto foi publicado nesta sexta-feira (4) no Diário Oficial da União (DOU).

Pessoas contempladas pela ampliação poderão adquirir financiamento de até 420 meses, com uma taxa de juros abaixo das oferecidas no mercado (10,50% ao ano), para aquisição de imóveis de até R$ 500 mil, por meio do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) 

A expectativa do governo é que pelo menos 120 mil famílias com renda entre R$ 8 mil e R$ 12 mil sejam beneficiadas.

O decreto não informa quando as novas linhas de financiamento estarão disponíveis, o que ainda deve ser detalhado pelo governo. A nova faixa do programa vai ser bancada pelo Fundo Social do Pré-Sal, de R$ 18 bilhões, que também vai compor o orçamento das Faixas 1 e 2.

“Estamos reforçando o Minha Casa, Minha Vida, para que ele possa atender a mais brasileiros. Agora a classe média também vai ser beneficiada. A gente tem feito um longo trabalho nestes últimos dois anos”, disse o ministro das Cidades, Jader Filho.

A medida foi apelidada pelo chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, de “Minha Casa, Minha Vida da classe média”, e faz parte de um conjunto de anúncios do governo Lula para beneficiar esse segmento.

Também mirando esse público, o presidente Lula tem exaltado a atualização do programa Celular Seguro, a implantação da TV 3.0 e a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, além de um foco maior na pauta da segurança pública.

Governo de Minas lança programa Leite para a Primeira Infância para garantir alimento essencial a crianças de até 6 anos

Governo de Minas lança programa Leite para a Primeira Infância para garantir alimento essencial a crianças de até 6 anos - Foto: divulgação
Governo de Minas lança programa Leite para a Primeira Infância para garantir alimento essencial a crianças de até 6 anos – Foto: divulgação

Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) e do Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Idene), lançou, nesta quinta-feira (3/4), em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, o programa Leite para a Primeira Infância.

A medida vai garantir que crianças de 2 a 6 anos, em situação de vulnerabilidade social, tenham acesso ao alimento, que é considerado fundamental durante os primeiros anos de vida. Além disso, vai estimular a economia local, ao priorizar a aquisição do leite diretamente das mãos de pequenos produtores rurais.

A novidade, com suas diretrizes e impactos social e econômico, foi apresentada oficialmente pelo vice-governador de Minas Gerais Mateus Simões, que acompanha o projeto desde a sua idealização.

“Alegria enorme está em Teófilo Otoni para fazer o lançamento oficial do Leite para a Primeira Infância, um programa que beneficia famílias formadas por mães solo na região de menor desenvolvimento socioeconômico do estado”, disse o vice-governador.

“Iniciamos hoje esta iniciativa com mais de 2 mil mães recebendo três litros por família, por semana, para estar dentro exatamente do padrão nutricional recomendado para crianças de 2 a 6 anos”, ressaltou Mateus Simões.

Distribuição

A coordenação da distribuição do leite é do Idene e vai garantir que os produtos cheguem às famílias cadastradas no Cadastro Único (CadÚnico), exclusivamente àquelas em situação de pobreza e extrema pobreza.

Governo de Minas lança programa Leite para a Primeira Infância para garantir alimento essencial a crianças de até 6 anos - Foto: divulgação
Governo de Minas lança programa Leite para a Primeira Infância para garantir alimento essencial a crianças de até 6 anos – Foto: divulgação

“O programa marca o compromisso do Governo de Minas com o desenvolvimento saudável do período da primeira infância. Esta entrega mostra a nossa preocupação em alimentar de forma adequada e garantir o crescimento com dignidade para estas crianças”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Alê Portela.

Com um investimento de R$ 10 milhões, a medida não apenas reforça a segurança alimentar infantil, mas também impulsiona a economia rural, priorizando a aquisição do leite de agricultores familiares credenciados pelo Idene.

Critérios de participação e abrangência

Podem ser beneficiadas pelo programa famílias cadastradas no CadÚnico, em que mães solo são responsáveis pelo sustento dos seus filhos.

Neste primeiro momento, serão atendidos municípios das regiões do Vale do Rio Doce, Vale do Jequitinhonha, Norte, Noroeste, Central e Vale do Mucuri, especialmente aqueles que ainda não são contemplados pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA Leite), Governo Federal, porém a expectativa é ampliar o programa para outras regiões do estado. A implementação em 55 municípios vai beneficiar cerca de 15 mil famílias com a distribuição gratuita de 3 litros de leite para cada família, por semana.

“A gente sabe que, nesta fase da vida, a nutrição é muito importante para o desenvolvimento cognitivo da criança, para ela poder aprender melhor e, no futuro, conquistar melhores oportunidades”, disse o diretor-geral do Idene, Henrique Carvalho.

A cerimônia de lançamento do programa também contou com a presença da primeira dama de Minas Gerais e presidente do Servas, Christiana Renault, do prefeito de Teófilo Otoni, Fabinho Marinho, além de parlamentares e gestores municipais.

Impacto social

Integrado ao programa estadual Minas de Oportunidades, o Leite para a Primeira Infância faz parte de um conjunto de ações voltadas ao desenvolvimento integral das crianças mineiras. Ao fornecer o leite, o Governo de Minas auxilia na complementação da alimentação infantil, contribuindo para um crescimento saudável.

Para as famílias atendidas, o programa chega como um suporte essencial.

A auxiliar de cozinha Sara Lopes celebrou a oportunidade de ter semanalmente leite garantido para seus três filhos que se enquadram na faixa etária atendida.

“Para a gente que é mãe vai ajudar muito, porque já é uma economia, né? Ainda mais que tudo está caro! Vai ajudar bastante”, avaliou.

Outra contemplada, a manicure Luzinete Ferreira de Souza é mãe solo das gêmeas Ester e Helena, de cinco anos. Beneficiária do programa, ela comemorou a iniciativa.

“Muito bacana este programa, principalmente pra essa região mais pobre. Então, é muito importante esta entrega do leite para a pessoas que necessitam, pois ajuda no desenvolvimento das crianças”, disse.

Impacto ao pequeno produtor

Além dos 55 municípios atendidos na fase inicial, a expectativa é alcançar até 108 municípios. Com essa ampliação, o programa poderá alcançar um público ainda maior, promovendo não apenas a segurança alimentar das crianças, mas também o desenvolvimento sustentável da economia local.

O programa é voltado para a primeira infância, com foco na oferta de alimentação complementar e no fortalecimento da cadeia leiteira em Minas Gerais. A iniciativa também promove o desenvolvimento rural por meio da aquisição de leite de laticínios credenciados pelo Idene, que compram exclusivamente de produtores familiares, fortalecendo a produção local e estimulando a agricultura familiar.

Minas Santa: quando um estado inteiro se transforma em caminho de fé

Minas Santa: quando um estado inteiro se transforma em caminho de fé - Foto: reprodução
Minas Santa: quando um estado inteiro se transforma em caminho de fé – Foto: reprodução

De 13 a 20/4, Minas Gerais se transforma em um imenso território de devoção e arte com a terceira edição do Minas Santa, iniciativa do Governo de Minas que celebra a Semana Santa nos 853 municípios do estado. Com programação especial em todas as regiões, o projeto promove a valorização das manifestações religiosas e culturais que tornam Minas um dos maiores palcos de fé do Brasil.

Encenações da Paixão de Cristo, cortejos, missas, procissões, concertos sacros e a confecção dos tradicionais tapetes devocionais mobilizam comunidades inteiras — do Norte ao Sul, do Triângulo à Zona da Mata — unindo tradição, espiritualidade e patrimônio imaterial.

O Minas Santa é promovido pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha), da Fundação Clóvis Salgado e da Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop). A iniciativa conta com o apoio da Cemig, da Federação dos Circuitos Turísticos (Fecitur), da Associação Mineira de Municípios (AMM) e da Rede Estadual de Gestores Municipais de Cultura e Turismo.

Destaques da Programação

Concerto Messias

Nos dias 15 e 16/4, às 20h, o Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, em Belo Horizonte, recebe o concerto Messias, de George Frideric Haendel, com o Coral Lírico e a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, sob regência do maestro Roberto Tibiriçá. Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do teatro e na plataforma Eventim (R$ 20 meia-entrada, R$ 40 inteira).

Encenação da Paixão de Cristo

No dia 18/4l, às 19h, o Centro Artístico Cultural São João Batista (Cenarc) promove a Via Crucis na capital mineira. Com cerca de 60 atores, a encenação percorre a Praça da Liberdade até a Igreja Nossa Senhora de Lourdes, recriando os últimos momentos de Cristo.

Cante Comigo: Lázaros

No Sábado de Aleluia (19/4), às 18h, a Praça da Liberdade será palco de um espetáculo musical inspirado na história de Lázaro, reunindo corais de diferentes denominações religiosas, dança, projeções audiovisuais e espiritualidade compartilhada.

Tapetes Devocionais: a arte da fé em todos os cantos

Um dos símbolos mais marcantes da Semana Santa mineira são os tapetes devocionais, confeccionados por fiéis nas noites de sábado, véspera da Páscoa. Em praticamente todos os municípios e distritos mineiros, famílias, crianças e idosos se unem em mutirões silenciosos e emocionantes para preparar os caminhos por onde passará a Procissão da Ressurreição, tecendo com serragem colorida, flores, farinha e fé, verdadeiros mosaicos efêmeros de arte e devoção.

Programação do interior: tradições em todas as regiões

A Semana Santa em Minas Gerais é vivida de forma única em cada região, expressando a identidade cultural e religiosa de seus povos.

No Norte de Minas, cidades como Montes Claros, Janaúba e São Francisco mantêm tradições marcadas por procissões com velas, ladainhas e celebrações que integram sertão e espiritualidade.

No Vale do Jequitinhonha, Diamantina realiza a tradicional Procissão do Enterro, acompanhada pelo repique dos sinos — Patrimônio Imaterial Nacional — que ecoa pelas ladeiras históricas.

No Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, municípios como Uberaba, Patos de Minas, Ituiutaba e Araxá promovem encenações, missas campais e música sacra em praças públicas.

Na Zona da Mata, Viçosa, Leopoldina, Cataguases e Juiz de Fora unem tradição e arte com a participação de bandas civis, corais e teatro sacro.

No Sul de Minas, o Quadro Vivo da Semana Santa em Baependi é um dos destaques, ao lado das celebrações em Caxambu, São Lourenço, Alfenas e Varginha.

Na Região Central e Metropolitana, além de Belo Horizonte, cidades como Sabará, Caeté, Nova Lima, Ibirité e Raposos preservam rituais seculares e vivências comunitárias da fé.

No Campo das Vertentes, São João del-Rei, Tiradentes, Prados e Resende Costa se destacam pelas orquestras barrocas e cerimônias tradicionais nas igrejas históricas.

No Oeste, cidades como Divinópolis, Lagoa da Prata e Pará de Minas realizam cortejos e vigílias com intensa participação popular.

No Noroeste, Paracatu, Unaí e João Pinheiro promovem encenações e procissões com forte presença comunitária e integração entre igrejas, escolas e famílias.

No Mucuri, cidades como Teófilo Otoni, Águas Formosas e Nanuque reúnem diferentes gerações em torno da confecção de tapetes e da celebração da fé.

Minas Santa e o Ano Mineiro das Artes

Nesta edição, o Minas Santa integra as ações do Ano Mineiro das Artes (AMA), que celebra a cultura viva do povo mineiro ao longo de 2024. A Semana Santa, nesse contexto, reafirma a força do patrimônio imaterial e da arte que nasce do povo e se manifesta nas ruas, nas igrejas e nos gestos de fé.

O portfólio completo com a programação nas cidades pode ser acessado no Portal Minas Gerais.

Governo de Minas alerta para fortes chuvas neste fim de semana no estado

Aviso é válido até domingo, com destaque para cidades do Centro-Sul e Sudeste de Minas, incluindo a Grande BH

Governo de Minas alerta para fortes chuvas neste fim de semana no estado - Foto: reprodução
Governo de Minas alerta para fortes chuvas neste fim de semana no estado – Foto: reprodução

Governo de Minas, por meio da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec), alerta a população para a previsão de chuvas intensas entre esta sexta-feira (4/4) e domingo (6/4).

De acordo com o Sistema de Meteorologia e Recursos Hídricos de Minas Gerais (Simge), áreas de instabilidade atmosféricas vão ganhar força e provocar chuvas intensas, especialmente no Centro-Sul e Sudeste do estado mineiro, inclusive na Grande Belo Horizonte.

No extremo leste do Sul de Minas, na metade leste do Campo das Vertentes, em boa parte da Zona da Mata e no sul do Vale do Rio Doce, a previsão é de acumulado pluviométrico acima de 80 milímetros.

Já em boa parte do Sul de Minas, no oeste do Campo das Vertentes, no leste do Oeste Mineiro, na metade sul da Região Metropolitana de Belo Horizonte e na área central do Vale do Rio Doce, são esperados acumulados entre 50 e 80 milímetros.

Acumulados de chuva entre 20 e 50 milímetros estão previstos para o Triângulo/Alto Paranaíba, Noroeste, sul do Norte de Minas, Central Mineira, norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte e sul do Vale do Jequitinhonha.

Nas demais regiões, a previsão é de chuva de até 20 milímetros, sendo que o extremo Norte e o Nordeste devem registrar os menores volumes pluviométricos.

Diante das condições meteorológicas e do risco de eventos adversos, a Defesa Civil de Minas Gerais reforça seu compromisso com a segurança da população.

“A Defesa Civil de Minas Gerais conta com equipes de prontidão 24 horas e um comitê integrado sempre a postos para coordenar as ações necessárias. O monitoramento das condições meteorológicas e hidrológicas é feito de forma contínua pelo Cindec e pelo Igam, garantindo respostas rápidas e eficazes”, afirma o coordenador-adjunto da Cedec, tenente-coronel Wenderson Duarte Marcelino.

Alertas na palma da mão

Os mineiros podem receber em tempo real os avisos meteorológicos diretamente no celular. Para receber os alertas, basta enviar uma mensagem de texto (SMS) com o CEP da sua localidade para o número 40199.

Além disso, em situações de risco extremo, a Defesa Civil utiliza a rede de telefonia para emitir alertas sonoros e mensagens de texto pelo sistema Defesa Civil Alerta. Essas notificações interrompem qualquer atividade na tela do celular, mesmo no modo silencioso, garantindo que informações essenciais alcancem moradores de áreas vulneráveis com cobertura 4G ou 5G, sem necessidade de cadastro prévio.

Essa iniciativa faz parte de uma parceria com a Defesa Civil Nacional e reforça a importância da integração entre os órgãos para fortalecer a prevenção, proteger vidas e reduzir os impactos de desastres em Minas Gerais.

Diante da previsão de chuva intensa, é importante que a população esteja atenta e siga as dicas de proteção da Defesa Civil:

  • Fique atento às orientações transmitidas pelos órgãos responsáveis e não subestime a força da água;
  • Não tente atravessar enxurradas;
  • Evite áreas de inundação e não trafegue em ruas sujeitas a alagamentos ou perto de córregos e ribeirões nos momentos de forte chuva;
  • Redobre a atenção ao dirigir com mau tempo;
  • Não estacione veículos debaixo de árvores devido ao risco de raios e quedas;
  • Se você estiver ao ar livre e perceber raios, busque abrigo em um local seguro, longe de áreas abertas e árvores;
  • Se ouvir sons de rachaduras no solo ou notar movimentos de terra, saia da área afetada o mais rápido possível;
  • Nunca se aproxime de cabos elétricos rompidos;
  • Durante ventos fortes, mantenha-se afastado de janelas e objetos que possam ser levados pelo vento;
  • Não permaneça em piscinas, rios e lagos;
  • Não utilize aparelhos conectados às fiações telefônica e elétrica.
  • Em caso de emergências, ligue 190 PMMG, 193 Bombeiros, 199 Defesa Civil.

Governo antecipa 13º salário de aposentados do INSS para abril e maio

Governo antecipa 13º salário de aposentados do INSS para abril e maio - Foto: reprodução
Governo antecipa 13º salário de aposentados do INSS para abril e maio – Foto: reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou na última quinta-feira (3), um decreto que antecipa o pagamento do décimo terceiro salário de aposentados e pensionistas do INSS.

A informação já havia sido antecipada pelo ministério da Fazenda, mas o governo ainda estudava em quais meses os pagamentos seriam feitos.

Os depósitos acontecerão em abril e maio, considerando que os repasses ocorrem em duas etapas.

Esse pedido de antecipação foi feito pelo ministério da Previdência Social, chefiado por Carlos Lupi.

A medida vem no momento em que o governo está buscando soluções para aumentar e recuperar a popularidade do presidente.

Veja o calendário de antecipação do 13° salário para aposentados e pensionistas:

Calendário da 1ª parcela do 13° para benefício de até 01 salário mínimo

  • Número final 1: 24/04
  • Número final 2: 25/04
  • Número final 3: 28/04
  • Número final 4: 29/04
  • Número final 5: 30/04
  • Número final 6: 02/05
  • Número final 7: 05/05
  • Número final 8: 06/05
  • Número final 9: 07/05
  • Número final 0: 08/05

Calendário da 2ª parcela do 13° para benefício de até 01 salário mínimo

  • Número final 1: 26/05
  • Número final 2: 27/05
  • Número final 3: 28/05
  • Número final 4: 29/05
  • Número final 5: 30/05
  • Número final 6: 02/06
  • Número final 7: 03/06
  • Número final 8: 04/06
  • Número final 9: 05/06
  • Número final 0: 06/06

Calendário da 1ª parcela do 13° para benefício acima de 01 salário mínimo

  • Número final 1 e 6: 02/05
  • Número final 2 e 7: 05/05
  • Número final 3 e 8: 06/05
  • Número final 4 e 9: 07/05
  • Número final 5 e 0: 08/05

Calendário da 2ª parcela do 13° para benefício acima de 01 salário mínimo

  • Número final 1 e 6: 02/06
  • Número final 2 e 7: 03/06
  • Número final 3 e 8: 04/06
  • Número final 4 e 9: 05/06
  • Número final 5 e 0: 06/06

Anvisa proíbe lâmpadas de alta potência para bronzeamento artificial

Anvisa proíbe lâmpadas de alta potência para bronzeamento artificial - Foto: reprodução
Anvisa proíbe lâmpadas de alta potência para bronzeamento artificial – Foto: reprodução

Em mais um esforço para banir de vez as câmaras de bronzeamento artificial, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o uso das lâmpadas fluorescentes de alta potência, usadas nestes equipamentos.

A resolução, publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (2/4), veta, ainda, o armazenamento, comercialização, distribuição, fabricação, importação e propaganda destas lâmpadas no país.

Desde novembro de 2009 as câmaras de bronzeamento artificial para fins estéticos são proibidas em todo o Brasil. Mas, segundo a Anvisa, elas vem sendo usadas, sistematicamente, de forma irregular.

De acordo com o órgão regulador, a decisão de agora tem como base uma publicação da Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer, vinculada à Organização Mundial de Saúde (OMS), que concluiu que o uso de câmaras de bronzeamento artificial é cancerígeno para humanos.

Na resolução publicada agora, a Anvisa cita que entre os problemas de saúde associados ao uso desses equipamentos estão, além do câncer de pele, queimaduras, cicatrizes, rugas, ferimentos cutâneos, inflamação da córnea e da íris, conjuntivite e catarata precoce.

Cachorro morre enforcado após pular de caminhonete estacionada em Nova Resende

Cachorro morre enforcado após pular de caminhonete estacionada em Nova Resende - Foto: redes sociais
Cachorro morre enforcado após pular de caminhonete estacionada em Nova Resende – Foto: redes sociais

Na tarde da última quarta-feira (03), um cachorro morreu enforcado após pular da carroceria de uma caminhonete estacionada próximo ao Fórum de Nova Resende (MG). O animal estava amarrado e, ao tentar descer, ficou pendurado e não resistiu.

A Polícia Militar foi acionada e esteve no local. O proprietário da caminhonete chegou momentos depois e, segundo informações, apresentava sinais de embriaguez. Ele foi conduzido à delegacia, mas acabou sendo liberado. A polícia classificou o ocorrido como uma fatalidade.

Outro cachorro que estava solto na caminhonete foi resgatado pelo irmão do dono. O caso gerou comoção na cidade e reacendeu o debate sobre os cuidados necessários ao transportar animais em veículos.

Via: Mavi TV

Projeto de Lei propõe fim do teto de financiamento do Fies

Projeto de Lei propõe fim do teto de financiamento do Fies - Foto:: reprodução
Projeto de Lei propõe fim do teto de financiamento do Fies – Foto:: reprodução

Com a crescente insatisfação dos estudantes em relação ao limite de financiamento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), um novo projeto de lei foi apresentado para eliminar o teto de cobertura atualmente estabelecido. Atualmente, estudantes de Medicina podem obter até R$60 mil por semestre, enquanto os demais cursos possuem um limite de R$42,9 mil. No entanto, ainda não há previsão para a votação do texto no Congresso.

O objetivo da medida é permitir que o financiamento cubra integralmente as mensalidades dos estudantes, evitando a necessidade de pagamentos adicionais. No caso dos cursos de Medicina, esses custos extras podem variar entre R$1 mil e R$2 mil mensais, chegando a ultrapassar R$4 mil em algumas instituições. Muitos alunos enfrentam dificuldades financeiras para arcar com esses valores, recorrendo a empréstimos ou, em casos mais extremos, precisando abandonar a graduação.

Para os cursos fora da área médica, a necessidade de complementação financeira é menos comum, principalmente para estudantes que se enquadram no Fies Social. Esse programa é voltado para alunos de baixa renda e oferece maior cobertura dos custos educacionais.

O projeto de lei, de autoria do deputado Dimas Gadelha (PT), busca garantir que nenhum aluno precise interromper seus estudos por falta de recursos, promovendo um acesso mais democrático ao ensino superior.

Sobre o Fies

Fies é um programa federal gerido pelo Ministério da Educação (MEC) que possibilita o financiamento das mensalidades a juros zero para estudantes com renda familiar per capita de até três salários mínimos. Dentro do programa, o Fies Social destina 50% das vagas para aqueles inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e cuja renda per capita não ultrapasse meio salário mínimo. Para esses beneficiários, o financiamento pode cobrir até 100% dos custos do curso, desde que respeitado o limite de financiamento vigente.

Após a conclusão da graduação, a devolução do valor financiado ocorre de acordo com a renda do recém-formado. Caso ele esteja desempregado ou sem renda suficiente, o pagamento fica restrito a um valor mínimo estabelecido pelo programa.

O texto do projeto de lei reforça que o Fies desempenha um papel crucial no acesso ao ensino superior, especialmente nos cursos de Medicina, que continuam sendo de difícil acesso para grande parte da população. Além disso, o diploma médico é visto como uma grande oportunidade de ascensão social, tornando o financiamento ainda mais necessário para quem deseja seguir essa carreira.

O deputado Dimas Gadelha argumenta que a ampliação do financiamento não deve gerar impacto negativo no orçamento da União, pois há uma quantidade significativa de vagas do Fies que não são preenchidas anualmente. Segundo ele, essas vagas já estão previstas no orçamento e poderiam ser melhor aproveitadas com a aprovação da nova medida.

“Todo semestre, há dezenas de milhares de vagas do Fies que não são ocupadas. Como já estão incluídas na previsão orçamentária do governo, não haveria um aumento real nos gastos públicos caso essa proposta fosse implementada”, defende o parlamentar.

Cemig investe na regionalização e inaugura seis novas superintendências em todo estado

Cemig investe na regionalização e inaugura seis novas superintendências em todo estado - Foto: divulgação
Cemig investe na regionalização e inaugura seis novas superintendências em todo estado – Foto: divulgação

Em meio ao maior ciclo de investimentos da sua história, a Cemig promove em 2025 uma reestruturação organizacional para melhorar a qualidade da prestação de serviços em toda área de concessão.

Entre as principais mudanças está a criação de superintendências e gerências regionais, ampliando a presença da Cemig no interior e aproximando a empresa dos clientes.

Cada uma das seis superintendências (Triângulo, Leste, Norte, Sul, Mantiqueira e Centro) terá um gestor da empresa responsável pelos serviços naquela área. Eles ainda serão auxiliados por 16 gerentes regionais também com foco em garantir a qualidade do serviço em suas respectivas áreas.

As gerências ficarão em Belo Horizonte, Betim, Sete Lagoas, Uberaba, Uberlândia, Patos de Minas, Divinópolis, Pouso Alegre, Varginha, Ipatinga, Governador Valadares, Teófilo Otoni, Juiz de Fora, Conselheiro Lafaiete, Montes Claros e Paracatu.

O presidente da Cemig, Reynaldo Passanezi Filho, destaca que a empresa está adotando um modelo regionalizado de liderança. “Estamos investindo cerca de R$ 50 bilhões no ciclo 2019-2028 com impacto nos 774 municípios dentro da área de concessão. Desses, R$ 33 bilhões destinados à distribuição, ou seja, investimento na ampliação da qualidade da energia que chega aos clientes. Por isso, é necessário estarmos mais próximos dos clientes para garantir a efetividade completa dessas melhorias e sentir o impacto delas junto à população, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do nosso Estado”, declarou.  

A reestruturação ocorrerá dentro da Vice-Presidência de Distribuição da Cemig.

Cemig investe na regionalização e inaugura seis novas superintendências em todo estado - Foto: divulgação
Cemig investe na regionalização e inaugura seis novas superintendências em todo estado – Foto: divulgação

As superintendências centrais serão responsáveis, entre outras funções, pelo planejamento, diretrizes e estratégias da Companhia para o fornecimento de energia aos clientes.

Já as superintendências regionais serão responsáveis pela execução das ações necessárias para alcance das metas estabelecidas, com foco total na qualidade da prestação de serviço. “Estamos descentralizando nossa gestão rumo ao interior do Estado, colocando os nossos líderes bem mais próximos da população. Assim, poderemos perceber melhor o impacto dos nossos investimentos, sentir a receptividade da população, agilizar soluções de demandas locais e construir bons relacionamentos em busca da melhoria da qualidade do fornecimento de energia”, afirma Marney Antunes. 

Mais investimentos

Um dos principais programas de expansão é o Mais Energia, que até 2024, já entregou 125 das 200 subestações previstas em todo o Estado, com uma previsão de investimento total, até o fim do Programa, de R$7 bilhões. 

“Isso significa melhoria da capacidade da rede, da segurança e da estabilidade na energia, melhorando a estrutura para atração de novos negócios que vão gerar mais empregos e renda para a população de toda a região”, afirma o vice-Presidente de Distribuição da companhia, Marney Tadeu Antunes.

Cemig investe na regionalização e inaugura seis novas superintendências em todo estado - Foto: divulgação
Cemig investe na regionalização e inaugura seis novas superintendências em todo estado – Foto: divulgação

Clientes rurais

O Agronegócio será um dos principais setores beneficiados pelos investimentos. De 2024 a 2027, a Cemig prevê o aporte de R$ 11 bilhões em ações que impactam positivamente os produtores rurais do estado. Um dos principais projetos para esse setor é o Cemig Agro.

Ao todo, serão 76 bases no interior, cada uma com uma equipe que vai atender os produtores de forma prioritária. Para isso, foram contratados mais de 220 novos eletricistas em toda área de concessão. A primeira base do programa foi inaugurada em janeiro na cidade de Santa Juliana, na região do Alto Paranaíba. 

Com isso, a Cemig está melhorando o atendimento ao produtor rural, principalmente àquele que o fornecimento de energia é essencial para garantir a produção. Outro destaque é o Minas Trifásico, que, desde 2022, chegou a quase 8 mil km de redes instaladas, o suficiente para ligar, em linha reta, Uberlândia à Europa. 

Para saber mais sobre as iniciativas da Cemig é só clicar aqui

População de Minas Gerais começará a diminuir a partir de 2037

População de Minas Gerais começará a diminuir a partir de 2037 - Foto: reprodução
População de Minas Gerais começará a diminuir a partir de 2037 – Foto: reprodução

A população de Minas Gerais não seguirá em crescimento por muito mais tempo. Uma projeção realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para a Fundação João Pinheiro (FJP), com base no Censo de 2022, o número de habitantes do estado atingirá um pico em 2037, com um total de 21,9 milhões de pessoas. Porém, a partir de então, a tendência é que ocorra um declínio: em 2047, a população mineira deverá ser de 21,7 milhões de indivíduos.

As projeções envolvem todos os 853 municípios do estado, incluindo recortes por sexo e por faixa etária, além das 13 Regiões Geográficas Intermediárias (RGInt) de Minas Gerais. Entre os 10 municípios que mais crescerão nos próximos anos, nove são de médio porte, com populações entre 20 mil e 120 mil habitantes, e estão localizados na RGInt de Belo Horizonte: Esmeraldas, Sarzedo, Juatuba, Mateus Leme, Igarapé, São José da Lapa, Conceição do Mato Dentro, Lagoa Santa e Nova Lima.

Por outro lado, a partir do período de 2032 a 2037, antes da queda da população total do estado, as populações das RGInts de Barbacena, Juiz de Fora e Pouso Alegre já começarão a diminuir. Já nas regiões de Patos de Minas, Teófilo Otoni, Uberaba e Uberlândia, a diminuição da população ocorrerá apenas ao final do período de projeção (2042-2047). Em movimento contrário, apenas a RGInt de Montes Claros deverá manter o crescimento populacional durante todo o período projetado.

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A pesquisa mostra como se dará a consolidação do processo de envelhecimento da população do estado, iniciado na segunda metade do século 20, segundo suas regiões e municípios. “A consolidação desse processo reflete tendências estruturais como a queda sustentada da fecundidade e o aumento progressivo da longevidade”, explica a pesquisadora da FJP, Denise Maia.

“No entanto, são evidentes as diferenças regionais quanto ao ritmo e ao estágio atual desse envelhecimento, embora todos os indicadores apontem para uma convergência gradual das regiões mineiras em direção a níveis avançados de envelhecimento populacional”, observa a especialista.

Efeitos e medidas para sanar

As projeções populacionais permitem ao poder público antecipar possíveis demandas nas áreas de saúde, habitação, educação e saneamento básico, entre outras. Para Denise Maia, esse novo cenário demográfico exigirá a adoção de medidas emergenciais e estruturais cuidadosamente desenhadas para atender às necessidades específicas da população.

“O desafio será complexo e exigirá políticas públicas integradas e coordenadas, com ações que contemplem simultaneamente o presente e o futuro, voltadas para mitigar os impactos negativos decorrentes da redução da população em idade ativa e do avanço do envelhecimento populacional”, avalia.

De acordo com a pesquisadora, a elaboração de diagnósticos detalhados sobre as vocações econômicas locais e regionais serão fundamentais para identificar setores estratégicos e promover um desenvolvimento econômico sustentável.

“Essas análises fornecerão a base necessária para direcionar investimentos adequados que estimulem a formação e a qualificação profissional da juventude em áreas de alta empregabilidade, capazes de impulsionar setores-chave da economia regional”, observa.

O estudo da Fundação João Pinheiro também aponta como fundamental o desenvolvimento de políticas voltadas para a retenção populacional nos locais de origem, de modo a reduzir fluxos migratórios indesejados. Entre essas medidas, estão incentivos fiscais, melhoria do acesso aos serviços essenciais e investimentos em infraestrutura.

Jornal Folha Regional
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