Jornal Folha Regional

Pandemia ainda impacta educação no Brasil, aponta estudo

Pandemia ainda impacta educação no Brasil, aponta estudo - Foto: reprodução
Pandemia ainda impacta educação no Brasil, aponta estudo – Foto: reprodução

O Brasil ainda não se recuperou, na educação, dos impactos gerados na pandemia. O acesso à educação, que vinha melhorando, teve piora durante a pandemia e ainda não recuperou o mesmo patamar observado em 2019. A alfabetização das crianças, que tiveram as aulas presenciais suspensas, piorou e o percentual daquelas que ainda não sabem ler e escrever aos 8 anos de idade aumentou consideravelmente entre 2019 e 2023.ebcebc

As informações são do estudo Pobreza Multidimensional na Infância e Adolescência no Brasil – 2017 a 2023, lançado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) nesta quinta-feira 16. O estudo, que é baseado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad C) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em relação à educação, analisou as privações de acesso à escola na idade certa e alfabetização.

Os dados mostram que em relação ao acesso, ao longo dos anos houve oscilações, com avanços e retrocessos, muitos deles ocorridos no período de pandemia. Em 2017, 8,5% das crianças e adolescentes de até 17 anos estavam privados de educação de alguma forma. Essa porcentagem caiu para 7,1% em 2019, subiu para 8,8% em 2021 e caiu para 7,7% em 2023.

Ao todo, são quatro milhões de crianças e adolescentes que estão atrasados nos estudos, que repetiram de ano ou que não foram alfabetizados até os 7 anos. Apesar de representarem um percentual inferior a 2017, o país ainda não retomou o patamar que havia alcançado em 2019.

O estudo mostra ainda que há no país 619 mil crianças e adolescentes em privação extrema da educação, ou seja, que não frequentam as escolas. Eles correspondem a 1,2% daqueles com até 17 anos. Esse percentual, que chegou a 2,3% em 2021, na pandemia, é inferior ao registrado em 2019, 1,6%.

No Brasil, a educação é obrigatória dos 4 até os 17 anos é obrigatória no Brasil de acordo com a Emenda Constitucional 59 e com o Plano Nacional de Educação (PNE).

“Sabemos que na educação, leva-se muito mais tempo recuperar os impactos. Então, essa faixa é a que mais sofreu e os dados mostram realmente a importância de que se façam políticas mais focadas e se fortaleçam as que estão sendo implementadas”, diz a chefe de Políticas Sociais do Unicef no Brasil, Liliana Chopitea.

Alfabetização

Já em relação à alfabetização, a pesquisa mostra que cerca de 30% das crianças de 8 anos não estavam alfabetizadas em 2023. Uma piora em relação a 2019, quando esse percentual era 14%.

“Esta disparidade sugere que as crianças que tinham entre 5 e 7 anos de idade em 2020, e que, consequentemente, experimentaram interrupções educacionais críticas durante a pandemia, enfrentam um dano persistente em sua alfabetização. O ensino remoto e as dificuldades associadas a ele, como falta de acesso a recursos educacionais adequados e suporte pedagógico, podem ter contribuído para essa defasagem significativa”, destaca o estudo.

O estudo também mostra que há maior disparidade entre as crianças que vivem em áreas rurais. “Notavelmente, para crianças de 7 a 8 anos de idade em áreas rurais, o percentual de analfabetismo em 2023 atinge cerca de 45%, demonstrando uma grave deficiência no acesso ou na qualidade da educação inicial nessas localidades”, diz o texto.

Renda familiar

Há ainda desigualdades de aprendizagem de acordo com a renda das famílias. Segundo a pesquisa, em 2019, os 25% mais pobres da população apresentaram um percentual de analfabetismo de 15,6%, enquanto o quintil (medida estatística) mais alto, ou seja, os 20% mais ricos, registrava apenas 2,5%. Em 2023, essa diferença aumenta. O quintil mais baixo passa para cerca de 30%, e o quintil mais alto aumenta ligeiramente para 5,9%.

“Este padrão sugere que crianças de famílias de menor renda foram desproporcionalmente afetadas pelas interrupções na educação causadas pela pandemia de Covid-19, enquanto aquelas em situações econômicas mais favoráveis tiveram mais recursos e resiliência para mitigar os impactos negativos no aprendizado. A crescente disparidade entre os quintis de renda destaca a necessidade urgente de intervenções educacionais direcionadas que possam fornecer suporte adicional às crianças das famílias mais vulneráveis”, diz o estudo.

A meta do Brasil de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que estabelece o que as crianças e os adolescentes devem aprender a cada etapa de ensino na escola, é que todas as crianças estejam alfabetizadas ao fim do 2º ano do ensino fundamental, ou seja, aos 7 anos de idade.

Em 2023, o governo federal instituiu o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, para garantir o direito à alfabetização na idade certa e também para recuperar as aprendizagens das crianças do 3º, 4º e 5º ano do ensino fundamental afetadas pela pandemia.

O estudo diz que há indicações de “progressos significativos”, nos últimos dois anos. A taxa de analfabetismo entre crianças de 8 anos caiu de 29,9%, em 2022, para 23,3%, em 2024. Entre as crianças de 9 anos, houve uma redução de 15,7%, em 2022, para 10,2%, em 2024.

“É urgente que se tenha políticas públicas coordenadas em nível nacional, estadual e municipal para reverter o problema do analfabetismo e retomar essa aprendizagem. Muitas políticas e programas estão sendo desenvolvidos nos últimos anos. Como vimos, leva mais tempo para recuperar o que foi o impacto da pandemia, mas é importante continuar investindo nesses programas, como, por exemplo, o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, que justamente tem como finalidade garantir o direito à alfabetização das crianças até o fim do segundo ano de ensino fundamental”, defende Chopitea.

Pobreza Multidimensional

Além da educação, o estudo, analisou outras dimensões que considera fundamentais para garantir o bem-estar de crianças e adolescentes: renda, acesso à informação, água, saneamento, moradia, proteção contra o trabalho infantil e segurança alimentar. Esta é a quarta edição desta pesquisa, realizada pelo Unicef.

Governo do Estado lança Proteja Minas, novo programa de prevenção à violência contra a mulher

Governo do Estado lança Proteja Minas, novo programa de prevenção à violência contra a mulher - Foto: divulgação
Governo do Estado lança Proteja Minas, novo programa de prevenção à violência contra a mulher – Foto: divulgação

Governo de Minas lançou, nesta quarta-feira (15/1), o Proteja Minas, um novo programa voltado à prevenção e ao enfrentamento à violência contra a mulher. O objetivo da ação é abordar e trabalhar a prevenção desse tipo de crime contra mulheres e meninas – especialmente aquelas que ainda não possuem qualquer histórico de violência doméstica.

Atendimentos diretos, voltados para elas, vão ocorrer por meio de Unidades de Prevenção à Criminalidade (UPCs) instaladas em cidades de todo o estado. Essas abordagens serão realizadas por equipes multidisciplinares de psicólogos, assistentes sociais e profissionais do Direito.

O vice-governador Professor Mateus esteve na cerimônia de lançamento do programa e ressaltou a importância do projeto para as mulheres do estado. “O Proteja Minas é uma ação focada na redução dos índices de violência contra a mulher. O que diferencia este projeto dos demais já em funcionamento é sua abordagem, que vai além da recepção e acolhimento da mulher vítima de violência”, disse.

“É um programa que atua de forma preventiva, atendendo mulheres que estão em situações de risco, onde a violência pode se instalar, evitando que perfis identificados como potenciais agressores evoluam para comportamentos violentos”, acrescentou Professor Mateus.

Os atendimentos do Proteja Minas serão tanto individuais – para acolhimento, acompanhamento até o encaminhamento das mulheres para a rede parceira, para outras providências – quanto coletivos, com a realização de oficinas, grupos reflexivos para mulheres em situação de violência, rodas de conversa, palestras e fóruns.

As rodas de conversa, palestras e fóruns vão extrapolar o ambiente da UPC e alcançar escolas, associações de bairros, entre outros. Essas atividades serão voltadas para meninas e mulheres que não têm histórico de violência, para criar uma rede de prevenção, proteção e informação desde a infância e adolescência.

A subsecretária de Prevenção Social à Criminalidade da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Christiana Dornas, explicou que a meta do programa é alcançar e dar a eles o direito de acessar a rede de proteção.

“Vamos atender mulheres, meninas e jovens, englobando também a violência de gênero. E isso é um diferencial do programa Proteja Minas. Um público que a gente traz de novo são os homens que não estão ainda respondendo por um crime da Lei Maria da Penha, mas que estão imersos em uma cultura que naturaliza a violência contra a mulher. O objetivo é atuar para que não se tornem agressores, mas sim fatores de proteção para as mulheres”, explicou Christiana Dornas.

Governo do Estado lança Proteja Minas, novo programa de prevenção à violência contra a mulher - Foto: divulgação
Governo do Estado lança Proteja Minas, novo programa de prevenção à violência contra a mulher – Foto: divulgação

O novo Proteja Minas será desenvolvido pela Política de Prevenção Social à Criminalidade da Sejusp. A área é reconhecida por programas com redução comprovada da criminalidade, como o Fica Vivo! e o Mediação de Conflitos.

O secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Rogério Greco, reafirmou o compromisso com o programa.

“Estamos comprometidos em enfrentar a violência contra a mulher de forma integrada e efetiva. O Proteja Minas reforça a prevenção e o acolhimento para romper o ciclo da violência”, disse Rogério Greco.

Piloto começa por Ubá

A primeira cidade a receber o Proteja Minas no estado será Ubá, na Zona da Mata, escolhida a partir de um índice desenvolvido pelo Observatório de Segurança Pública da Sejusp que considera dois aspectos entre cidades com mais de 100 mil habitantes: taxas de feminicídio e violência doméstica, além da ausência ou presença de equipamentos especializados de proteção à mulher.

Os atendimentos na UPC de Ubá devem começar na primeira quinzena de março. No entanto, o Proteja Minas já iniciou a realização de campanhas e capacitações ampliadas, de forma imediata. No evento, foi lançado um podcast que tem como objetivo disseminar informações sobre a prevenção à violência contra a mulher em linguagem simples, acessível e direta.

Campanhas também serão permanentemente realizadas pelo programa, com a mesma temática de prevenção, na busca da promoção de mudanças culturais e comportamentais.

A expectativa é que o Proteja Minas seja um agregador de ações interinstitucionais para proteção e prevenção também dentro das próprias instituições de Segurança Pública. O programa realizará capacitações específicas para esse público e criará um protocolo interno de atuação.

Minas tem queda de feminicídios

O Governo de Minas Gerais desenvolve e estimula diversas políticas de combate à violência contra a mulher em todo o estado, em busca de prestar auxílio necessário às vítimas, atuar na prevenção de casos enquadrados na Lei Maria da Penha e, sobretudo, impedir as ocorrências de feminicídio. As ações no âmbito da administração pública estadual são permanentes e integradas entre diversos órgãos e instituições.

O estado conta com 70 Delegacias de Atendimento à Mulher em funcionamento. O foco dessas unidades é prestar o suporte às vítimas de violência, incluindo casos de importunação ofensiva e violência doméstica e sexual. De janeiro a novembro de 2024, mais de 27 mil pessoas foram indiciadas pela prática de crimes de violência contra a mulher em Minas.

Os esforços integrados para redução da violência contra a mulher renderam importantes resultados em 2024. O número de vítimas de feminicídio consumado apresentou queda de 16,5% em Minas, passando de 187, em 2023, para 156, em 2024.

Governo de Minas oferece formação técnica integrada ao ensino médio em parceria com o Senai

Governo de Minas oferece formação técnica integrada ao ensino médio em parceria com o Senai - Foto: divulgação/Governo de Minas
Governo de Minas oferece formação técnica integrada ao ensino médio em parceria com o Senai – Foto: divulgação/Governo de Minas

O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG), inicia uma nova fase na educação profissional no estado. Integrando o Ensino Médio em Tempo Integral (EMTI) à formação técnica, o Trilhas de Futuro nas Escolas promove uma educação completa e conectada às demandas do mercado de trabalho.

Em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) Minas Gerais, a iniciativa beneficiará, em 2025, 9,6 mil estudantes de 155 escolas estaduais, distribuídas em 37 municípios.

Com um investimento de R$ 170 milhões, a iniciativa permite que os estudantes concluam o ensino médio e um curso técnico simultaneamente, ampliando as oportunidades acadêmicas e profissionais, como demonstra o vice-governador de Minas Gerais, Professor Mateus.

“Esse projeto foi pensado para preparar os jovens para ingressar no mercado de trabalho e para dar continuidade aos estudos no ensino superior. Com uma formação de excelência, o emprego de qualidade também chega, e é isso que queremos para todos os mineiros”, afirma Professor Mateus.

Para a coordenadora-geral de Educação Integral e Profissional da SEE/MG, Andréa Botelho, o modelo é um diferencial para os jovens tanto na sua trajetória acadêmica quanto profissional. 

“Os cursos técnicos oferecidos pelo programa são estratégicos para o desenvolvimento econômico de Minas Gerais, além de apresentarem um alto potencial de empregabilidade para os jovens. Com essa formação, ao concluírem o ensino médio, os estudantes já terão também uma profissão para que ingressem no mercado de trabalho”, afirma Andréa.

Público-alvo e inscrições

O programa é destinado a estudantes que iniciarão, em 2025, o 1º ano do ensino médio em escolas de EMTI. As inscrições deverão ser feitas por meio do Cadastro Escolar 2025, disponível neste link. Os interessados que ainda não garantiram suas vagas terão uma nova oportunidade com a abertura das vagas remanescentes, entre os dias 21/1 e 5/2. Para consultar as escolas e cursos, clique aqui.

Qualificação técnica

O Trilhas de Futuro nas Escolas oferece nove cursos de alta complexidade, promovendo a integração curricular durante os três anos do ensino médio, envolvendo formação geral básica, formação técnica específica e o projeto de vida dos estudantes. 

Os cursos abrangem áreas estratégicas como Automação Industrial, Biocombustíveis, Fabricação Mecânica, Manutenção de Máquinas Industriais, Mecatrônica, Metalurgia, Mineração, Sistemas de Energia Renovável e Soldagem, todas essenciais para o crescimento econômico de Minas Gerais. Para mais detalhes acesse a Cartilha de Cursos.

Aquiles de Sá, de 15 anos, está entusiasmado para cursar Automação Industrial na Escola Estadual Cristiano Machado, em Belo Horizonte. Para ele, essa é uma oportunidade de unir o ensino médio à formação técnica.

“Fazer um curso de automação industrial é uma ótima escolha para quem quer estar atualizado com as novas tecnologias e aumentar as chances no mercado de trabalho”, afirma Aquiles de Sá.

Parceria com o Senai

Uma das principais características do Trilhas de Futuro nas Escolas é a integração entre as escolas estaduais e as instituições técnicas contratadas pela SEE/MG. Em 2025, o Senai/MG, reconhecido por sua excelência em educação profissional, será responsável pela formação técnica.

As escolas estaduais serão responsáveis pelas aulas da Formação Geral Básica (FGB), enquanto o Senai assumirá a parte técnica, que inclui as atividades práticas a serem realizadas em seus laboratórios modernos. 

Segundo o gerente de Educação e Tecnologia do Senai Minas, Ricardo Aloysio e Silva, nos últimos quatro anos a instituição investiu cerca de R$ 190 milhões no estado, em máquinas, equipamentos e tecnologias, refletindo o compromisso com a formação prática e de qualidade.

“Vamos oferecer aos alunos o que temos de melhor nos laboratórios. Junto a isso, oferecemos também uma metodologia própria, desenvolvida durante 30 anos, onde conseguimos maximizar esse aprendizado dos equipamentos, trazendo para a vida real dos alunos. Nossas disciplinas e práticas foram construídas em alinhamento com as indústrias”, pontua.

O Senai também será responsável por aspectos logísticos importantes, como transporte e alimentação dos estudantes durante as atividades práticas. Essa estrutura integrada facilita o acesso ao programa e garante que os participantes recebam uma formação de alta qualidade, alinhada às demandas do setor produtivo.

Operário da Copasa morre após cair em reservatório de dejetos durante explosão no Sul de Minas

Foi necessário esgotar todo volume do reator, cerca de 600 metros cúbicos de dejetos, para resgate da vítima - Foto: divulgação/CBMMG
Foi necessário esgotar todo volume do reator, cerca de 600 metros cúbicos de dejetos, para resgate da vítima – Foto: divulgação/CBMMG

Um operário da Copasa, de 52 anos, morreu após ser atingido por uma explosão dentro de uma estação de tratamento na cidade de Cabo Verde, no Sul de Minas, na última quarta-feira (15). Com o impacto, o trabalhador foi ejetado para dentro de um reservatório de dejetos.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu por volta de 18h. No local, funcionários contaram que a vítima estava trabalhando sobre um reator anaeróbio de fluxo ascendente – sistema que trata esgotos sanitários e efluentes industriais – quando houve uma explosão. Com o impacto, uma placa de aço foi arremessada e atingiu o funcionário, que acabou projetado para o interior do reservatório de dejetos. 

Os militares iniciaram trabalhos, em conjunto com uma equipe da Copasa, para esgotar todo volume do reator, cerca de 600 metros cúbicos de dejetos. Após cerca de cinco horas o corpo do operário foi visualizado. Os bombeiros utilizaram equipamentos de proteção individual, roupas de proteção, iluminação e equipamentos de respiração autônoma para entrar no reservatório e retirar o corpo através de um duto.

Os trabalhos de resgate foram acompanhados pela perícia da Polícia Civil (PCMG). Após o resgate, o corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal em Poços de Caldas. 

Em nota, a Copasa lamentou a morte do empregado Cláudio Cardoso de Oliveira e garantiu que, imediatamente após o acidente, a equipe da Copasa sediada no Sul de Minas foi mobilizada para prestar assistência e fazer o acolhimento à família do empregado. “A prefeitura também prestou apoio enviando um psicólogo para acompanhar os parentes. Também todo o corpo técnico da Companhia foi destacado para investigar a fundo as causas da tragédia e prestar os esclarecimentos necessários às polícias Militar e Civil, que acompanham o caso”, afirmou.

Segundo a empresa, o funcionário utilizava corretamente o equipamento de proteção individual. A Companhia reforçou ainda que preza pela transparência das informações e que prestará todos os esclarecimentos necessários assim que os trabalhos de investigação forem concluídos. “Cláudio Cardoso de Oliveira deixa dois filhos e esposa, que receberão toda a assistência por parte da Copasa”, disse.

Após onda de fake news, governo decide revogar ato de monitoramento do Pix

Após onda de fake news, governo decide revogar ato de monitoramento do Pix - Foto: reprodução
Após onda de fake news, governo decide revogar ato de monitoramento do Pix – Foto: reprodução

O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, anunciou nesta quarta-feira (15) que será revogada a regra de monitoramento do Pix.

“Vamos revogar ato da Receita que mudou valores para monitoramento de movimentações financeiras. Pessoas inescrupulosas distorceram e manipularam o ato normativo da Receita Federal prejudicando milhões de pessoas, causando pânico principalmente na população mais humilde”, afirmou Barreirinhas.

O Fisco buscou combater os rumores ao longo dos últimos dias, porém Barreirinhas comentou sobre uma “continuidade do dano”, apesar dos esforços.

“A revogação se deu por dois motivos. Um deles é tirar isso que virou uma arma na mão desses criminosos. A segunda razão é não prejudicar o debate e a tramitação do ato que vai ser anunciado pelos ministros”, pontuou o secretário da Receita.

O pronunciamento foi realizado em coletiva de imprensa, ao lado do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Em sua fala, o chefe da equipe econômica disse que a revogação busca dar força à tramitação de uma Medida Provisória (MP) que o governo vai assinar.

O texto vai reforçar os princípios de gratuidade e de sigilio bancário do uso do Pix, segundo Haddad.

O que aconteceu?

A partir deste ano, a Receita Federal iria ampliar o monitoramento de dados sobre transações financeiras. No seu radar, passariam a ser incluídas instituições financeiras como operadoras de cartão, instituições de pagamento – incluindo plataformas e aplicativos – bancos virtuais e, inclusive, varejistas de grande porte que ofereçam programas de crédito.

Elas deveriam informar o Fisco sobre:

  • Transações de R$ 5 mil ou mais realizadas por pessoas físicas;
  • Transações de R$ 15 mil ou mais feitas por pessoas jurídicas, as empresas.

A repercussão da medida, porém, se confundiu com notícias falsas sobre taxações extras por parte da Receita.

A desinformação foi utilizada por golpistas para ludibriar o contribuinte, e aplicar cobranças indevidas sobre o mesmo. Haddad comentou sobre golpes que teriam utilizado boletos falsos com o logo do Fisco para cobrar as vítimas.

Plantio de maçãs no Sul de Minas rende 30 toneladas na primeira safra

Plantio de maçãs no Sul de Minas rende 30 toneladas na primeira safra - Foto: divulgação
Plantio de maçãs no Sul de Minas rende 30 toneladas na primeira safra – Foto: divulgação

No Sul de Minas, tradicionalmente conhecido pela produção de café, uma nova cultura está ganhando espaço. A maçã, geralmente encontrada nas regiões mais frias do país, agora faz parte de um projeto da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG) para diversificar a produção agrícola e garantir renda aos agricultores. Com resultados animadores, os produtores participantes finalizaram a colheita da primeira safra, que somou 30 toneladas da fruta.

A iniciativa abrangeu municípios como Alfenas, Guaxupé, Monte Santo de Minas, Guaranésia e Aerado, promovendo a compra conjunta de mudas e garantindo assistência técnica aos agricultores, desde a escolha da área de plantio até o manejo das árvores. Segundo o coordenador técnico da Emater-MG e responsável pelo projeto, Kleso Franco Júnior, as variedades cultivadas – Eva e Princesa – foram desenvolvidas pelo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e escolhidas por sua adaptabilidade ao clima local, com inverno menos rigoroso que o de regiões tradicionalmente produtoras de maçã no Sul do Brasil.

“A produção de maçã exige dedicação e acompanhamento técnico. No primeiro ano de colheita, algumas plantas chegaram a produzir 15 quilos de frutos por pé, o que é muito significativo para uma cultura ainda em fase de teste nas propriedades dos agricultores”, explica Kleso Franco.

Ao todo, foram plantados 1,5 mil pés de maçã em uma área de aproximadamente dois hectares. Em Alfenas e Guaxupé, as duas propriedades participantes do projeto de plantio da fruta também servem de Unidades Demonstrativas, recebendo visitas de outros produtores da região interessados em conhecer a cultura e suas técnicas de manejo.

O projeto busca abastecer o mercado regional, com o fornecimento de frutas frescas. A produção inicial também aponta potencial para atender programas institucionais, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que cria oportunidade de venda de produtos da agricultura familiar para as escolas públicas.

Diversificação e parcerias

A proposta da Emater-MG foi além da maçã. Alguns produtores investiram em outras frutas de clima temperado, aproveitando a estrutura e o conhecimento adquiridos. Em Guaranésia, por exemplo, o cafeicultor Luís Celso Pedroso diversificou sua propriedade com maçã, pêssego e uva, em uma pequena área de 0,5 hectare. Segundo ele, a ideia é testar qual fruta melhor se adapta ao local.

“A área que tenho é pequena para o plantio de milho e soja. E também muito sujeita a geadas, o que não é bom para o café. Então estou fazendo estes testes. Estou gostando da experiência com a maçã, ainda é um aprendizado”, afirma.

Ele conta que a primeira colheita de maçã rendeu 170 quilos da fruta, vendida para um feirante do município. A ideia é fazer os cálculos, avaliar custos e, provavelmente, aumentar o plantio na próxima safra.

Outro destaque do projeto foi a parceria com a prefeitura de Areado, que forneceu mudas e insumos para 20 produtores em 2023. Com o sucesso inicial, a expectativa é ampliar o alcance em 2025, beneficiando outros 20 agricultores e expandindo a área plantada. “Lá não ficamos focados somente na maçã. Também está sendo incentivado o plantio de goiaba, maracujá, citros, banana e outras frutas”, explica Kleso Franco.

Perspectivas

Os resultados iniciais mostram que a maçã pode ser uma alternativa viável no Sul de Minas, proporcionando maior rentabilidade aos pequenos produtores. “Além da venda da fruta in natura, já fomos procurados por produtores também interessados em fazer o processamento das frutas na propriedade”, comenta o coordenador da Emater-MG.

Governo de Minas sanciona lei e amplia bolsa de incentivo para atletas e treinadores surdos

Governo de Minas sanciona lei e amplia bolsa de incentivo para atletas e treinadores surdos - Foto: divulgação
Governo de Minas sanciona lei e amplia bolsa de incentivo para atletas e treinadores surdos – Foto: divulgação

Governo de Minas sancionou, nesta terça-feira (14/1), o PL 1.376/23, que altera a Lei 20.782/13 para que os atletas e os técnicos surdolímpicos sejam reconhecidos e também participem do programa bolsa-atleta e bolsa-técnico. Com isso, o Estado reconhece e dá incentivo à prática de esportes, melhorando a qualidade de vida e a competitividade dos atletas mineiros.

O governador Romeu Zema participou do evento de assinatura da lei, na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, e reconheceu a prática de esportes como essencial.

“A atividade física é algo que sempre incentivei, não apenas por meio de discursos, mas com o exemplo. Movimentar o corpo também exercita a mente, melhora a qualidade de vida e proporciona interação social. Para os jovens, o esporte os afasta do crime e das drogas, oferecendo uma vida mais plena”, destacou Zema.

“Isso se reflete no nosso trabalho. Já tive a oportunidade de acompanhar os atletas mineiros que participaram das Olimpíadas e Jogos Paralímpicos. Agora, vamos ter essa nova turma se preparando para a próxima competição com apoio do Governo de Minas”, acrescentou o governador.

Durante o evento, o secretário-chefe da Casa Civil (SCC), Marcelo Aro, enalteceu a proposta por atualizar a legislação estadual, contribuindo para a inclusão da comunidade surda e oferecendo as condições necessárias para que os surdoatletas se dediquem ao esporte.

“Eu acredito muito que o esporte é um instrumento de transformação social. A legislação atual não contempla os surdoatletas com bolsa, e não é justo que eles não recebam um benefício, que já é pago a tantas pessoas com deficiência e que gera tantos resultados”, frisou Marcelo Aro.

“A lei sancionada pelo governador corrige uma injustiça e reforça o avanço do paradesporto no Brasil, que certamente transformará a vida de muitos surdos que precisam de oportunidades”, disse o secretário.

O evento também reuniu o deputado estadual Zé Guilherme, autor do projeto de lei, a presidente da Confederação Brasileira de Desportos de Surdos (CBDS), Diana Kyosen, o presidente da Federação Nacional de Educação e Integração Social dos Surdos (Feneis), Antônio Campos de Abreu, e surdoatletas.

A secretária de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese-MG), Alê Portela, reforça a visão do esporte enquanto ferramenta de transformação em Minas e a importância da iniciativa do Governo para garantir o acesso dos atletas.

“Sabemos que os desafios que os atletas enfrentam vão muito além das competições. Estamos aqui para dizer que estamos juntos, superando essas barreiras, muitas vezes invisíveis. Sabemos que força de vontade, determinação e talento não têm limites. É com essa sensibilidade que o Governo de Minas assume esse compromisso”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social.

Atleta destaque

Governo de Minas sanciona lei e amplia bolsa de incentivo para atletas e treinadores surdos - Foto: divulgação
Governo de Minas sanciona lei e amplia bolsa de incentivo para atletas e treinadores surdos – Foto: divulgação

Em Minas, diversos atletas surdos se destacam, como o medalhista Gabriel Hovelacque de Faria, de 35 anos. Ele já participou do Mundial de Badminton da Juventude dos Surdos, do Campeonato Brasileiro de Badminton dos Surdos e da 6ª edição dos Jogos Pan-Americanos dos Surdos, conquistando nove medalhas, inclusive uma de ouro.

Gabriel lembrou que chegou a arcar com os custos do esporte com apoio familiar e ajuda de amigos. Ele espera que, agora, com o apoio do Governo de Minas, ele tenha mais condições de treinar e manter o alto nível.

“O bolsa-atleta vai ajudar bastante a gente a se dedicar mais ao esporte, pois o nosso objetivo é o alto rendimento, os treinos e o acompanhamento com especialistas. A gente precisa mostrar a bandeira de Minas e ser uma referência. Principalmente porque vamos ao Japão este ano, no mês de novembro para competir”, destacou Gabriel.

O projeto estipula que “a bolsa-atleta e a bolsa-técnico serão destinados prioritariamente aos atletas e técnicos de modalidades olímpicas, paraolímpicas e surdolimpíadas, conforme dispuser regulamento”.

Pela nova redação, os atletas e técnicos de outras modalidades esportivas também poderão pleitear o benefício desde que comprovem filiação a entidades reconhecidas pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e pela CBDS.

Minas Gerais confirma a 26ª morte causada pelas chuvas

Minas Gerais confirma a 26ª morte causada pelas chuvas - Foto: reprodução
Minas Gerais confirma a 26ª morte causada pelas chuvas – Foto: reprodução

A Defesa Civil de Minas Gerais informou, nesta quarta-feira (15), que mais uma morte foi contabilizada no Estado em decorrências das chuvas. A vítima mais recente, a 26ª no atual período chuvoso, é uma idosa que foi encontrada morta em Serro, no Alto Jequitinhonha.

Segundo o órgão estadual, na tarde de segunda-feira (13 de janeiro), o corpo da idosa foi localizado preso a uma cerca nas margens de um córrego. A vítima apresentava sinais de afogamento. Conforme a Defesa Civil, há indícios de que a mulher foi atravessar o córrego, mas acabou sendo arrastada pela correnteza. 

O boletim desta quarta-feira aponta estragos que a chuva causou desde segunda-feira em Glaucilândia, Mirabela, Juramento, Serro, Uberlândia, Padre Carvalho, Pai Pedro, Cristália, Abaeté e Divinópolis. Nessas cidades, mais de 100 pessoas precisaram deixar suas casas. O número ainda é contabilizado pela Defesa Civil.

Além da morte em Serro, Minas Gerais registrou vítimas pelas chuvas em Ipatinga (10 óbitos), Ipanema (três vítimas), Raul Soares (duas mortes), Uberlândia, Maripá de Minas, Coronel Pacheco, Nepomuceno, Capinópolis, Alterosa, Carangola, Tombos, Santana do Paraíso e Glaucilândia.

Minas Gerais tem 63 municípios em anormalidade pelas chuvas, 3.270 desalojados e 354 desabrigados no atual período chuvoso, que iniciou em 22 de setembro e vai até 31 de março. 

Minas registra mais de 800 novos casos de dengue em uma semana

Minas registra mais de 800 novos casos de dengue em uma semana - Foto: reprodução
Minas registra mais de 800 novos casos de dengue em uma semana – Foto: reprodução

Em uma semana, Minas Gerais registrou 804 novos casos de dengue. Nos 13 primeiros dias de 2025, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) informou que 864 diagnósticos testaram positivo para a arbovirose. Os dados representam aumento de 1.340% nas contaminações, quando comparado aos apresentados na última terça-feira (7/1), mas ainda estão em patamar abaixo do registrado em 2024.

Além dos testes positivos para a dengue, os números de casos prováveis também saltaram em sete dias. Na primeira semana do ano, a Secretaria de Estado de Saúde investigava 288 possíveis contaminações. Até o início da tarde desta terça-feira (14/1), outros 3.016 casos da doença ainda estavam em investigação.

De acordo com boletim epidemiológico, divulgado pelo Governo de Minas, as causas de um óbito, que  estaria ligado à contaminação, estão sendo apuradas. A SES-MG afirma que, além desse registro, não há informações sobre mortes pela doença. 

Belo Horizonte

Na capital, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS-BH), em 2025, até a última sexta-feira (10/1), apenas um caso da infecção foi registrado. No entanto, havia outros 119 exames pendentes de resultados e avaliações epidemiológicas. Cinco possíveis contaminações foram descartadas.

Dengue

Os casos de dengue, que tradicionalmente aumentam durante o verão, quando as temperaturas elevadas e as chuvas potencializam a proliferação do mosquito Aedes aegypti, começaram o ano com números menores do que em 2024. Na primeira quinzena do último ano, ainda segundo o informe epidemiológico do Estado, houve 3.983 testes positivos.

Em janeiro do ano passado, Minas Gerais foi o estado brasileiro com maior quantidade de casos suspeitos de dengue. Essa situação fez com que o governo estadual decretasse emergência em saúde pública. Na ocasião, 366 municípios mineiros estiveram situação de alerta, enquanto 305 apresentavam risco elevado para a transmissão da doença. 

Chikungunya e zika

Em relação à febre chikungunya, até 13 de janeiro, foram registrados 215 casos prováveis da doença neste ano, dos quais 159 foram confirmados. Até o momento, não há óbitos confirmados ou em investigação em decorrência da doença em Minas Gerais. Quanto ao vírus Zika, até o momento não há casos prováveis e confirmados para a doença no estado.

INSS: valor mensal do MEI passa de R$ 70,60 para R$ 75,90 em 2025

INSS: valor mensal do MEI passa de R$ 70,60 para R$ 75,90 em 2025 - Foto: reprodução
INSS: valor mensal do MEI passa de R$ 70,60 para R$ 75,90 em 2025 – Foto: reprodução

O valor da contribuição mensal que o microempreendedor individual (MEI) tem que fazer aumentou neste ano em função do reajuste do salário mínimo, que em 2025 subiu para R$ 1.518,00.

Para o MEI em geral, o recolhimento é de 5% do salário mínimo e passou de R$ 70,60 para R$ 75,90. Já para o MEI caminhoneiro, o valor corresponde a 12% do salário mínimo, indo de R$ 169,44 para R$ 182,16. Neste último caso, o valor pode variar entre R$ 182,16 e R$ 188,16, de acordo com o tipo de produto transportado e local para onde é destinado.

O valor é pago no Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que, além da contribuição previdenciária, cobra os impostos devidos pelos MEIs. O DAS vence todo dia 20 de cada mês. O primeiro boleto que trará atualização no valor vencerá em 20 de fevereiro de 2025. Isso porque o recolhimento é sempre com relação ao mês anterior.

O DAS pode ser emitido diretamente no Portal do Simples Nacional ou pelo App MEI, disponível para iOS e Android. Há opção de pagar por boleto, Pix, débito automático, entre outras formas.

Os MEIs que exercem atividades sujeitas ao ICMS (comércio e indústria) têm um acréscimo de R$ 1 por mês no DAS. Para atividades sujeitas ao ISSQN (prestador de serviços), a soma é de R$ 5. Os empreendedores que realizam os dois tipos de atividade precisam pagar os dois impostos, desembolsando R$ 6 a mais na contribuição mensal.

Além disso, é preciso ficar atento ao prazo para a regularização de dívidas, além dos critérios para se manter no Simples Nacional em 2025. Os microempreendedores individuais (MEIs) e as micro e pequenas empresas (MPEs) têm até o dia 31 de janeiro de 2025 para regularizar as dívidas com a Receita Federal e evitar a exclusão do Simples Nacional.

Para que serve a contribuição mensal?

A contribuição mensal paga pelo pequeno empresário garante o acesso à aposentadoria por idade, além do auxílio por incapacidade permanente (antiga aposentadoria por invalidez), do auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) e do salário-maternidade. Para os dependentes, são garantidos o auxílio-reclusão e pensão por morte.

Ao completar a idade mínima, atualmente 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, e cumprir o tempo mínimo de contribuição exigido — 15 anos para mulheres e 20 anos para homens —, o MEI terá direito a esse benefício.

Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), responsável pelo pagamento dos benefícios, recomenda que o microempreendedor acompanhe regularmente a situação previdenciária, verificando se as contribuições estão sendo registradas corretamente.

A aposentadoria do MEI não contempla a opção de tempo de contribuição, exceto se o microempreendedor fizer um recolhimento complementar de 15%. Isso quer dizer que, além dos 5% recolhidos mensalmente via DAS, é preciso aumentar o percentual todos os meses, ou pagá-los de uma só vez no momento da solicitação da aposentadoria.

Jornal Folha Regional
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