Pular para o conteúdo principal

Jornal Folha Regional

18ª Região de Polícia Militar realiza solenidade de passagem de Comando da Chefia do Estado Maior para o Tenente Coronel Juvelcino Soares

18ª Região de Polícia Militar realiza solenidade de passagem de Comando da Chefia do Estado Maior para o Tenente Coronel Juvelcino Soares - Foto: divulgação
18ª Região de Polícia Militar realiza solenidade de passagem de Comando da Chefia do Estado Maior para o Tenente Coronel Juvelcino Soares – Foto: divulgação

A 18ª Região de Polícia Militar realizou, na última terça-feira (03), a solenidade de passagem de Comando da Chefia do Estado Maior da 18ª RPM, do Tenente Coronel Charles Kerley Batista para o Tenente Coronel Juvelcino Soares Júnior.

O Comandante da 18ª RPM, Coronel Jardel Trajano de Oliveira Gomes, presidiu os atos solenes do evento que contou com a presença dos Oficiais, praças e servidores civis do EM 18ª RPM.

Na ocasião, houve a inauguração do retrato do Ten Cel Charles que fará parte da galeria de chefes do Estado Maior da 18ª RPM.

O Tenente Coronel Júnior atuava Subcorregedor da 18ª RPM agradeceu aos familiares e ao alto comando pela nobre missão de comandar a pujante 18ª Região da Polícia Militar.

18ª Região de Polícia Militar realiza solenidade de passagem de Comando da Chefia do Estado Maior para o Tenente Coronel Juvelcino Soares - Foto: divulgação
18ª Região de Polícia Militar realiza solenidade de passagem de Comando da Chefia do Estado Maior para o Tenente Coronel Juvelcino Soares – Foto: divulgação

Advogada chama garçom de ‘macaco’ e é expulsa de comissão da OAB

Advogada chama garçom de ‘macaco’ e é expulsa de comissão da OAB - Foto: reprodução
Advogada chama garçom de ‘macaco’ e é expulsa de comissão da OAB – Foto: reprodução

A advogada Lizani Conceição de Miranda, suspeita de chamar um garçom de ‘macaco’ em um bar no bairro Cambuí, em Campinas (SP), foi exonerada da Comissão de Direito do Trabalho da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da qual era integrante titular. O caso ocorreu no último sábado (31), e a decisão pela exoneração de Lizani foi tomada na noite da última segunda-feira (2), durante reunião entre a diretoria da OAB Campinas e membros da Comissão de Direito.

Em entrevista à EPTV (emissora de televisão de Campinas) e à Polícia Civil, o funcionário relatou ter sido vítima de racismo após pedir para a advogada colocar o sapato, em virtude de um copo de vidro ter caído no chão e quebrado. Além disso, ele afirmou que outras duas colegas de trabalho também foram ofendidas por Lizani.

Após o fato, a Polícia Militar foi acionada e a advogada tentou resistir à prisão. A suspeita foi levada para o 1° Distrito Policial de Campinas, onde foi autuada por injúria racial, lesão corporal e resistência. A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar o crime. A defesa da advogada afirmou que ela passou por audiência de custódia no último domingo (1), foi colocada em liberdade e permanece internada sob cuidados médicos. Lizani afirmou que todos os fatos estão sendo apurados e serão esclarecidos.

Em nota, a OAB Campinas, por meio das Comissões da Igualdade Racial, da Verdade sobre a Escravidão Negra no Brasil, de Ética e Disciplina de Direitos e Prerrogativas, repudiou os atitudes racistas atribuídas à advogada e reiterou que a entidade acompanhará o caso tanto na fase de inquérito pelas autoridades policiais, como no Poder Judiciário.

Vídeo: mulher conclui Ensino Médio aos 41, graduação aos 47 e passa em concurso aos 49 anos

Mulher conclui Ensino Médio aos 41, graduação aos 47 e passa em concurso aos 49 anos – Vídeo: reprodução/Gran Cursos

Filha de empregada doméstica e eletricista, Simone Veloso tem uma história exemplar. A mulher se formou no ensino médio aos 41 anos, fez curso superior e aos 49, passou em concurso público. Ela foi aprovada para o concurso para escrivão de Justiça de São Paulo.

“Se a gente se dedicar 100% a gente consegue mudar a história, mudar tudo. É com estudo mesmo que se muda. Tem que se dedicar 100%, não pode ser 90% nem 80%”, ensinou a mais nova policial.

Enquanto estudava, a mulher fez malabarismos. Para sobreviver, trabalhou como motorista de aplicativo e vendeu água de coco. Sem computador, assistia as aulas on-line pelo telefone e, para economizar usava os cadernos da filha.

Determinação do concurso

A mulher contou que sua meta era passar no concurso para escrivão, exatamente como ocorreu.

Meu plano de ensino eram assistir as aulas, fazer os exercícios e anotar todos os detalhes.

“Eu coloquei na cabeça: esse concurso vai me tirar [o foco]”, disse Simone. “Não tem nada no mundo que se compare [a essa alegria]”, disse Simone.

Perseverança e foco

Simone brinca que jamais gostou de estudar. Mas que, ao decidir, que passaria em um concurso público, tudo mudou. Passou a se dedicar totalmente para os estudos.

“Enquanto estava estudando, eu deixei de assistir novelas e televisão”, contou ela. “

Mesmo sem computador, estudando pelo celular e pela TV, Simone nunca deixou as dificuldades a impedirem de seguir em frente.

Dicas da Simone

A mulher disse que elegeu três aspectos são fundamentais na sua lista de dicas para concurso público.

  • Manter o foco;
  • Estudar sempre, sem perder as metas;
  • Aproveitar todo o tempo

Pobreza extrema

A falta de estímulo na infância e na adolescência fez com que Simone se distanciasse dos estudos. “Não tenho boa lembrança nem saudades nenhuma”, desabafou.

Sem condições financeiras, a mulher começou a trabalhar aos 14 anos, sendo levada a deixar a escola. “Não gostava de estudar, mas gostava de ler. Com isso meu português era bom”, disse.

Porém, uma “chave” mudou, quando ela percebeu que tinha condições de passar em concurso público. Foi aí que resolveu terminar o ensino médio e, passar o vestibular.

Mulher conclui Ensino Médio aos 41, graduação aos 47 e passa em concurso aos 49 anos - Foto: reprodução/Gran Cursos
Mulher conclui Ensino Médio aos 41, graduação aos 47 e passa em concurso aos 49 anos – Foto: reprodução/Gran Cursos

PM prende homem por maus tratos e porte ilegal de arma em São Roque de Minas

PM prende homem por maus tratos e porte ilegal de arma em São Roque de Minas - Foto: divulgação/Polícia Militar
PM prende homem por maus tratos e porte ilegal de arma em São Roque de Minas – Foto: divulgação/Polícia Militar

A Polícia Militar de Meio Ambiente prendeu um homem de 52 anos por maus tratos contra animais e por posse irregular de arma de fogo, em São Roque de Minas (MG). Na fazenda dele, na última sexta-feira (30), os policiais encontraram um cão amarrado a uma árvore, desnutrido e sem acesso a alimento e água.

Segundo a corporação, durante patrulhamento ambiental na região da Caveira, zona rural de São Roque de Minas, uma guarnição da Polícia Militar foi abordada por um homem que relatou a situação de maus tratos. Segundo a denúncia, o estava debilitado, amarrado com uma corrente, sem alimentação e água.

Na fazenda denunciada, os policiais encontraram o cão, da raça Fila, que estava preso a uma árvore com uma corrente curta, sem condições de movimentação e em estado de desnutrição, sem alimento ou água disponível.

Ainda de acordo com a polícia, durante a fiscalização, o proprietário da fazenda informou que possuía uma arma de fogo, uma espingarda cartucheira calibre .32, que foi localizada no quarto dele.

O homem foi preso, em flagrante por maus-tratos a animais e posse irregular de arma de fogo, sendo conduzido ao hospital de São Roque e, posteriormente, à delegacia de Polícia de Piumhi. (Clic Folha)

Confira a lista dos campeões do Concurso Estadual dos Queijos Artesanais de Minas Gerais

Confira a lista dos campeões do Concurso Estadual dos Queijos Artesanais de Minas Gerais - Foto: divulgação
Confira a lista dos campeões do Concurso Estadual dos Queijos Artesanais de Minas Gerais – Foto: divulgação

O produtor Kleber João Soares, de Vargem Bonita, na região da Canastra, conquistou o título de grande campeão da categoria Queijo Minas Artesanal do 17º Concurso Estadual dos Queijos Artesanais de Minas Gerais.

Já nas categorias dos Queijos Artesanais de Alagoa e Mantiqueira de Minas, os primeiros colocados foram o Queijo Artesanal Inácio (Alagoa), na categoria dois (maturação até 30 dias); e Guilherme Arantes Rosa Maciel (Aiuruoca), na categoria três (maturação acima de 60 dias).

Na recém-criada categoria “Queijos Artesanais de Alagoa e Mantiqueira de Minas – com ingredientes opcionais ou defumados” o primeiro lugar foi conquistado pelo produtor Leonardo de Andrade Pereira, de Aiuruoca (Mantiqueira de Minas).

A premiação dos vencedores do Concurso Estadual dos Queijos Artesanais de Minas Gerais ocorreu sexta-feira (30/8), no Serro, durante a Festa do Queijo.

A escolha do Serro para sediar a final do concurso se deve a importância da atividade na região, cuja tradição remonta à chegada dos colonizadores portugueses, pelas trilhas do ouro.

O modo de fazer o queijo artesanal da região do Serro foi o primeiro bem registrado como Patrimônio Cultural Imaterial do estado de Minas Gerais, em agosto de 2002.

Homenagem

Durante a programação da festa, o diretor-presidente da Emater-MG, Otávio Maia, e o diretor técnico da empresa, Gelson Soares, foram agraciados com a Comenda Guardião do Queijo, oferecida pela Associação dos Produtores Artesanais de Queijo do Serro (APAQS), pelos serviços prestados na promoção, divulgação, proteção e desenvolvimento da cadeia produtiva do queijo da região do Serro. 

“O concurso de queijo é uma estratégia da Emater-MG, de assistência técnica, para que possamos valorizar e promover os nossos queijos. Além disso é uma forma de ter assistência técnica para a melhoria contínua desse produto que faz parte das tradições mineiras”, salienta Otávio Maia. 

Disputa acirrada

Cada uma das quatro categorias do concurso teve cinco vencedores, que atingiram notas bastante altas. 

“São ótimos queijos e a gente tem visto um crescimento da qualidade dos queijos inscritos todos os anos. Acredito que isso venha ocorrendo devido ao bom trabalho da extensão rural que leva informações para os produtores e eles vêm se qualificando para produzir o melhor queijo para o consumidor”, argumenta o consultor técnico de queijo Élmer de Almeida, um dos jurados do concurso.

Os jurados do concurso avaliaram aspectos internos e externos de cada uma das peças, analisando a apresentação (formato e acabamento), a cor (uniforme ou manchada), a textura (olhaduras e granulação), a consistência (dureza e untuosidade) e o paladar e o olfato (sabor e aroma) dos queijos. 

O vencedor da categoria QMA, Kleber Soares, diz que “busca sempre fazer um produto de qualidade, usando as melhores práticas desde a retirada do leite até a produção dos queijos”.

Vencedores

Os demais vencedores da categoria QMA foram: Alexandre Honorato (Araxá), no segundo lugar; José Orlando Ferreira Júnior (Carrancas/Campo das Vertentes), em terceiro; Vismar Enio Pimenta (Alvorada de Minas/Serro) em quarto, e João José de Melo (Serra do Salitre/Serra do Salitre), em quinto.

Já na categoria dos Queijos Artesanais de Alagoa e Mantiqueira de Minas, com maturação até 30 dias (categoria dois), também foram premiados: Queijaria Perroni (Itamonte), no segundo lugar, seguido pela Fazenda JM (Itamonte) em terceiro, além do Queijo Kairós (Itamonte) em quarto e o Pedra do Segredo (Alagoa), na quinta posição.

Na categoria três (maturação acima de 60 dias), o quadro de ganhadores traz Luciane Carvalho/João Carlos de Carvalho (segundo lugar/Itamonte), Marcelo Fonseca de Andrade (terceiro lugar/Alagoa), Carlos Henrique Cugler Lamim (quarto lugar/Virgínia) e Jó Ribeiro de Carvalho Júnior/Sandra (quinto lugar/Itamonte). Fabiano Tavares Fonseca (segundo lugar/Itamonte), Lourenço Martins de Barros (terceiro lugar/Alagoa), Valdeci Mendes de Andrade (quarto lugar/Alagoa) e Jó Ribeiro de Carvalho Júnior/Sandra (quinto lugar/Itamonte) foram os destaques da nova categoria de queijos com ingredientes opcionais ou defumados (categoria quatro).

Os queijos vencedores do concurso ganharam troféus. Mas todos os produtores participantes do 17º Concurso Estadual dos Queijos Artesanais de Minas Gerais receberam o Certificado de Participação. 

O concurso é promovido pelo Governo de Minas, por meio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), vinculada à Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Confira a lista dos campeões do Concurso Estadual dos Queijos Artesanais de Minas Gerais - Foto: divulgação
Confira a lista dos campeões do Concurso Estadual dos Queijos Artesanais de Minas Gerais – Foto: divulgação

Atualmente, está em andamento no país uma campanha para consolidar a candidatura dos Modos de Fazer o Queijo Minas Artesanal à Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco.

Campeões do 17º Concurso Estadual dos Queijos Artesanais de Minas Gerais

Queijo Minas Artesanal – Categoria um

1º – Kleber João Soares (Vargem Bonita/Canastra)
2º – Alexandre Honorato (Araxá/Araxá)
3º – José Orlando Ferreira Júnior (Carrancas/Campo das Vertentes)
4º – Vismar Enio Pimenta (Alvorada de Minas/Serro)
5º – João José de Melo (Serra do Salitre/Serra do Salitre)

Queijos Artesanais de Alagoa e Mantiqueira de Minas – Categoria dois

1º – Queijo Artesanal Inácio (Alagoa)
2º – Queijaria Perroni (Itamonte/Mantiqueira de Minas)
3º – Fazenda JM (Itamonte/Alagoa)
4º – Queijo Kairós (Itamonte/Mantiqueira de Minas)
5º – Pedra do Segredo (Itamonte/Mantiqueira de Minas)

Queijos Artesanais de Alagoa e Mantiqueira de Minas – Categoria três

1º – Guilherme Arantes Rosa Maciel (Aiuruoca/Mantiqueira de Minas)
2º – Luciane Carvalho/João Carlos de Carvalho (Itamonte/Mantiqueira de Minas)
3º – Marcelo Fonseca de Andrade (Alagoa/Mantiqueira de Minas)
4º – Carlos Henrique Cugler Lamim (Virgínia/Mantiqueira de Minas)
5º – Jó Ribeiro de Carvalho Júnior/Sandra (Itamonte/Mantiqueira de Minas)

Queijos Artesanais de Alagoa e Mantiqueira de Minas – Categoria quatro

1º – Leonardo de Andrade Pereira (Aiuruoca/Mantiqueira de Minas)
2º –Fabiano Tavares Fonseca (Itamonte/Mantiqueira de Minas)
3º – Lourenço Martins de Barros (Alagoa/Alagoa)
4º – Valdeci Mendes de Andrade (Alagoa/Alagoa)
5º – Jó Ribeiro de Carvalho Júnior/Sandra(Itamonte/Mantiqueira de Minas)

Irmãos morrem carbonizados durante combate a incêndio na zona rural de MG

Irmãos morrem carbonizados durante combate a incêndio na zona rural de MG - Foto: reprodução
Irmãos morrem carbonizados durante combate a incêndio na zona rural de MG – Foto: reprodução

Dois irmãos, de 38 e 47 anos, morreram carbonizados na zona rural de Pedra do Anta (MG), na última segunda-feira (2). O caso aconteceu quando as vítimas ajudavam no combate a um incêndio em uma área de vegetação de uma fazenda. 

Segundo o Corpo de Bombeiros, o incêndio começou na tarde de domingo. Os militares atuaram no local entre 15h e 20h para controle das chamas. Entretanto, devido à dificuldade de acesso e ao risco de combate em uma das frentes do incêndio que avançava para uma mata, o chefe da guarnição decidiu suspender os trabalhos.

Antes de deixar o local, o comandante orientou os funcionários da fazenda presentes a não continuarem o combate devido ao perigo envolvido. No entanto, durante a madrugada de segunda-feira familiares notaram a ausência de dois irmãos e iniciaram buscas no local do incêndio. 

Os corpos das vítimas foram encontrados carbonizados em uma área queimada distante da sede da fazenda. As vítimas eram moradores de uma propriedade vizinha. A perícia esteve presente no local, e os corpos foram liberados.

Após denúncia, Ministério da Saúde admite falta de vacinas e atraso na entrega em MG

Após denúncia, Ministério da Saúde admite falta de vacinas e atraso na entrega em MG - Foto: Agência Minas
Após denúncia, Ministério da Saúde admite falta de vacinas e atraso na entrega em MG – Foto: Agência Minas

O Ministério da Saúde admitiu escassez de, ao menos, sete vacinas em Minas Gerais. Segundo a pasta, entre as causas dos problemas estão atrasos na distribuição e desabastecimento. A confirmação veio após a Associação Mineira de Municípios (AMM) denunciar, na última segunda-feira (2), a falta das seguintes vacinas: tríplice viral, hepatite A, febre amarela, varicela (catapora), raiva em cultura celular/vero, meningocócica conjugada grupo C e meningocócica conjugada ACWY.

Com relação à vacina que previne a catapora, o restabelecimento está previsto apenas para o primeiro semestre de 2025. Em outros casos, como as vacinas tríplice viral (que previne sarampo, caxumba e rubéola) e a contra febre amarela, a normalização deve ocorrer até dezembro deste ano, segundo a pasta federal. Confira o detalhamento completo abaixo.

A denúncia da AMM, assinada pelo presidente da entidade, Marcus Vinicius, prefeito de Coronel Fabriciano, alertou para o risco de surtos de doenças como sarampo devido à falta de imunizantes. “Nosso calendário de vacinação virou um queijo suíço; é mais fácil perguntar quais vacinas estão disponíveis nos postos”, disse Marcus Vinicius, destacando que a ausência prolongada de vacinas ameaça destruir o trabalho de três décadas de imunização.

O infectologista Leandro Curi reforçou a importância de a população manter o cartão de vacinação em dia, ressaltando que a vacinação é essencial para a proteção individual e coletiva contra doenças. “É fundamental que o cidadão vá se vacinar, porque a vacinação previne a doença para si e a transmissão para o outro”, explica o médico.

Situação das vacinas

O Ministério da Saúde reconheceu que a vacina meningocócica conjugada grupo C (Meningo C) está em situação de desabastecimento devido a problemas com o fornecedor, a Fundação Ezequiel Dias (Funed), que não teria cumprido o cronograma de entregas de 2024. A fundação foi questionada sobre o cronograma. Além disso, a vacina meningocócica conjugada ACWY, que tem sido utilizada para substituir a Meningo C, também teve sua demanda aumentada, o que complicou ainda mais a situação.

O Ministério também informou que houve atraso na distribuição das vacinas contra hepatite A e febre amarela devido a problemas de controle de qualidade. Para a febre amarela, uma aquisição emergencial internacional está em andamento, com previsão de normalização dos estoques até dezembro de 2024.

A vacina contra a raiva, segundo o Ministério, já está sendo distribuída após a assinatura do contrato com o fornecedor, aguardando apenas a liberação pelo Instituto de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz).

No caso da vacina contra varicela, a escassez foi atribuída a obstáculos regulatórios e de fabricação. Uma compra emergencial foi realizada no final de 2023 por meio do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), com entregas previstas para os próximos meses. No entanto, o reabastecimento completo só está previsto para o primeiro semestre de 2025, devido à produção limitada tanto no mercado nacional quanto internacional.

Quanto à vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, o Ministério informou que a distribuição está sendo contingenciada devido a problemas na entrega e liberação pelo laboratório produtor. Uma compra emergencial foi feita via OPAS, com previsão de normalização até dezembro de 2024.

Diante da situação, o Ministério da Saúde recomenda que, “assim que os estoques forem restabelecidos, seja realizado um resgate dos não vacinados e daqueles com esquema vacinal incompleto, para garantir a continuidade da imunização”.

“Ressalta-se que as vacinas são algumas das moléculas mais complexas já inventadas, e os sistemas que as implantam, monitoram e financiam são igualmente complexos. Os aspectos produtivos e logísticos de vacinas são compostos por diversos desafios que se tornam ainda maiores em um Programa de Imunização tão grande quanto o do Brasil”, completa a nota.

Minas Gerais tem 137 cidades em situação de emergência por falta de chuvas; veja lista

Caminhão-pipa retira água do Rio São Francisco, no reservatório de Sobradinho - Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Caminhão-pipa retira água do Rio São Francisco, no reservatório de Sobradinho – Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A estiagem que atinge Minas Gerais fez com que 137 cidades de Minas Gerais decretassem situação de emergência até esta terça-feira (3). O dado representa 16% do Estado, segundo consta em boletim atualizado pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec).

A situação atinge principalmente cidades das regiões Norte e Nordeste de Minas – veja lista abaixo. A seca impacta na oferta de água e na produção agrícola.

O estado de emergência vale por 180 dias e é imposto em casos de situação anormal e grave, quando há iminência de danos à saúde e aos serviços públicos. 

Lista de municípios em situação de emergência pela estiagem em MG: 

  • Almenara
  • Aricanduva
  • Arinos
  • Berilo
  • Berizal
  • Bocaiúva
  • Bonito de Minas
  • Botumirim
  • Brasilândia de Minas
  • Buritizeiro
  • Campo Azul
  • Capitão Enéas
  • Carbonita
  • Catuti
  • Chapada do Norte
  • Chapada Gaúcha
  • Cônego Marinho
  • Coronel Murta
  • Cristália
  • Curral de Dentro
  • Engenheiro Navarro
  • Espinosa
  • Felisburgo
  • Francisco Dumont
  • Francisco Sá
  • Fruta de Leite
  • Gameleiras
  • Glaucilândia
  • Grão Mogol
  • Guaraciama
  • Ibiaí
  • Ibiracatu
  • Icaraí de Minas
  • Indaiabira
  • Itacambira
  • Itacarambi
  • Jacinto
  • Jaíba
  • Januária
  • Japonvar
  • Jequitaí
  • Jequitinhonha
  • Joaquim Felício
  • Jordânia
  • José Gonçalves de Minas
  • Josenópolis
  • Juramento
  • Juvenília
  • Lontra
  • Luislândia
  • Mamonas
  • Manga
  • Mato Verde
  • Minas Novas
  • Mirabela
  • Montalvânia
  • Monte Azul
  • Montezuma
  • Ninheira
  • Novo Cruzeiro
  • Novorizonte
  • Olhos-d’Água
  • Padre Carvalho
  • Pai Pedro
  • Pedra Azul
  • Pintópolis
  • Pirapora
  • Ponto Chique
  • Ponto dos Volantes
  • Porteirinha
  • Riachinho
  • Riacho dos Machados
  • Rubelita
  • Santa Cruz de Salinas
  • Santo Antônio do Retiro
  • São Francisco
  • São João das Missões
  • São João do Pacuí
  • Serranópolis de Minas
  • Taiobeiras
  • Turmalina
  • Ubaí
  • Uruana de Minas
  • Urucuia
  • Vargem Grande do Rio Pardo
  • Varzelândia
  • Verdelândia
  • Veredinha
  • Virgem da Lapa
  • Monte Formoso
  • São João do Paraíso
  • Águas Vermelhas
  • Vazante
  • Miravânia
  • Leme do Prado
  • Araçuaí
  • Baldim
  • Bertópolis
  • Bonfinópolis de Minas
  • Brasília de Minas
  • Buenópolis
  • Cachoeira do Pajeú
  • Capelinha
  • Carlos Chagas
  • Coração de Jesus
  • Diamantina
  • Divisa Alegre
  • Felício dos Santos
  • Formoso
  • Francisco Badaró
  • Itamarandiba
  • Itaobim
  • Itinga
  • Janaúba
  • Jenipapo de Minas
  • Joaíma
  • Lagoa dos Patos
  • Lassance
  • Malacacheta
  • Matias Cardoso
  • Montes Claros
  • Patis
  • Pedras de Maria da Cruz
  • Poté
  • Resplendor
  • Rubim
  • Salinas
  • Santa Fé de Minas
  • Santa Helena de Minas
  • São João da Lagoa
  • Senador Modestino Gonçalves
  • Três Marias
  • Várzea da Palma
  • São Romão
  • Bugre
  • Rio Pardo de Minas
  • Setubinha

Previsão do tempo aponta onda de calor extremo para Minas Gerais em setembro

Previsão do tempo aponta onda de calor extremo para Minas Gerais em setembro - Foto: reprodução
Previsão do tempo aponta onda de calor extremo para Minas Gerais em setembro – Foto: reprodução

A previsão do tempo aponta que a primeira semana de setembro trará consigo uma nova massa de ar quente e seco que já começa a se estabelecer sobre o Brasil.

Para Minas Gerais, os efeitos desse fenômeno climatológico devem ser sentidos a partir desta terça-feira, 2 de setembro.

O Climatempo alerta para as ondas de calor, que são comuns nesta época do ano, especialmente no Brasil Central e Centro-Oeste.

Os modelos meteorológicos indicam que as altas temperaturas poderão persistir em algumas áreas até a segunda quinzena do mês.

As tão esperadas chuvas, que poderiam aliviar o calor, só devem chegar a Minas Gerais e outras regiões afetadas entre a segunda quinzena de setembro e o início de outubro.

Características das ondas de calor em Minas Gerais

Ondas de calor no final do inverno não são um fenômeno raro no país.

A primavera, que começa oficialmente no domingo, 22 de setembro de 2024, e se estende até 21 de dezembro de 2024, promete dias ainda mais quentes.

Durante essa estação, a radiação solar se torna mais intensa à medida que nos aproximamos do equinócio.

Como a umidade do ar é afetada?

A umidade do ar pode atingir níveis críticos em diversas cidades.

Em regiões como o sul de Mato Grosso, interior de São Paulo, Triângulo Mineiro, centro-norte e nordeste de Mato Grosso do Sul, além do sul de Goiás, os valores de emergência podem ficar abaixo de 12%.

Esse cenário agrava ainda mais as condições de calor e seca.

Com o solo seco e a baixa umidade do ar típicos do fim do inverno, o calor tende a se intensificar, especialmente no interior de Minas Gerais.

A região já registrou recordes de temperatura em ondas de calor anteriores ao longo deste ano e essa nova onda promete ser uma das mais fortes de 2024, superando as registradas nos meses de março, abril e maio.

Prepare-se para as ondas de calor

Manter-se hidratado, bebendo muita água ao longo do dia.

Evitar exposição ao sol nos momentos mais quentes do dia, geralmente entre 10h e 16h.

Utilizar roupas leves e de cores claras, que ajudam a refletir a radiação solar.

Criar ambientes frescos em casa, fazendo uso de ventiladores e ar-condicionado, se possível.

Ter atenção redobrada com crianças, idosos e pessoas com problemas de saúde, que são mais vulneráveis ao calor intenso.

É essencial monitorar as previsões do tempo e adotar medidas para mitigar os efeitos do calor extremo. Vale lembrar que a chegada das chuvas entre a segunda quinzena de setembro e o início de outubro é esperada para aliviar um pouco a situação.

ICMBio regulariza 3.757 ha de terras na Serra da Canastra

ICMBio regulariza 3.757 ha de terras na Serra da Canastra - Foto: reprodução
ICMBio regulariza 3.757 ha de terras na Serra da Canastra – Foto: reprodução

O Instituto Chico Mendes regularizou 3.757 hectares de terras no Parque Nacional da Serra da Canastra em 2024.

As áreas que passaram do domínio privado para o público referem-se às desapropriações amigáveis de dois imóveis com áreas de mais de mil hectares no interior da Unidade de Conservação, com recursos da compensação ambiental, e outras áreas doadas ao ICMBio na modalidade de compensação de reservas legais.

“A compensação de reserva legal é um importante instrumento para a regularização fundiária da UC e compõe a maior parte desses processos, permitindo a aquisição de imóveis sem custos para a União”, conta a servidora do Parque Nacional Paola Ribeiro, que está à frente da regularização fundiária na UC.

A regularização fundiária é essencial para garantir a proteção da unidade de conservação, que preserva uma área significativa do bioma Cerrado e várias nascentes importantes das bacias dos rios São Francisco, Araguari e Grande.

O Parque Nacional da Serra da Canastra abriga várias espécies endêmicas e ameaçadas de extinção, como o pato-mergulhão (Mergus octosetaceus), a águia-cinzenta (Buteogallus coronatus), o lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) e o gato-palheiro (Leopardus colocola). Os campos rupestres também abrigam espécies vegetais únicas e pouco conhecidas, sendo um amplo campo de pesquisa, com espécies novas descritas recentemente.

A UC possui paisagens icônicas do Cerrado mineiro, como a cachoeira Casca D’Anta, a maior queda d’água do Rio São Francisco, com 186 metros de altura, localizada no distrito de São José do Barreiro, município de São Roque de Minas/MG, que é um dos principais atrativos e pode ser acessada pela portaria 4 do Parque Nacional.

A região da Serra da Canastra também é conhecida nacionalmente pelo Queijo Canastra, produzido nas imediações do Parque Nacional. O modo de preparo do Queijo Canastra constitui Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e o produto conta com selo de indicação geográfica pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

O Parque Nacional da Serra da Canastra foi criado em abril de 1972, com área de 197.971,96 ha. Ainda na década de 70, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) promoveu a desapropriação de uma área de 71.525 hectares, que até 2010 era a única parte regularizada do Parque.

A partir de 2010 o Instituto Chico Mendes retomou a regularização fundiária no Parque Nacional, com aquisição de imóveis por meio de compensação de reserva legal e desapropriação amigável. Atualmente, a área regularizada da unidade de conservação é de 97.662 hectares, que correspondem a 49% de sua área total. (Clic Folha)

Jornal Folha Regional
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.