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Jornal Folha Regional

Sub-Tenente Maia falece em decorrência a complicações do Covid-19

O Sub-Tenente fazia parte do 2° Pelotão de Bombeiros de São Sebastião do Paraíso (MG), Rivelino de Castro Maia, 47 anos, faleceu no início da tarde desse domingo (31), na Santa Casa de Misericórdia de Paraíso.

O Sub-Tenente Maia estava internado a vários dias e lutou bravamente contra o vírus, mais infelizmente não resistiu e veio a óbito.

Um anjo laranja

Nenhum bombeiro sabe quando o brado será o último. Ninguém sabe. A adrenalina sobe e a vibração toma conta do sangue vermelho, a nossa cor.

Nenhum bombeiro sabe que aquele deslocamento na viatura pode ser o último. 

A equipagem às pressas, amplamente treinada, as conversas no trajeto, improvisadas, as risadas, as estratégias da missão. Ninguém sabe quando serão as últimas.

O som da sirene rasgando o silêncio das ruas e o ronco das viaturas abrindo caminho em direção ao sinistro são músicas em nosso ouvido. A gente imagina que sempre as ouviremos outra vez. 

Vidas alheias importam mais que as nossas e seguimos em direção ao que o destino escalou para aquele dia. Vamos, não sabemos se voltamos, mas vamos. 

E vamos vibrando. Avante guarnição. Voamos ligeiros! Para a frente! O que importa a tormenta?

Naqueles eternos instantes entre o brado e o regresso nossa vida fica nas mãos de Deus. Vidas alheias e riquezas. Salvar é o nosso lema. É a nossa uníssona voz. 

E como irmãos que somos, estamos na lida, cuidando uns dos outros e cumprindo a missão. Não temem a morte os bombeiros, quando ecoa do alarme o sinal!

Bombeiros nunca morrem, eles renascem sempre no coração dos que salvam!

Fonte: Líder TV

Acidente deixa vítima fatal próximo a Alpinópolis

Na manhã deste sábado (30), um acidente envolvendo dois caminhões deixou uma vítima fatal próximo a Alpinópolis, sentido Carmo do Rio Claro (MG).

O motorista do caminhão guincho faleceu na hora e o o motorista do caminhão baú teve alguns ferimentos na perna.

A Polícia Militar está no local aguardando a perícia.

Em breve mais informações.

Dois são presos por tráfico de drogas em Alpinópolis

Na noite da última sexta-feira (29), a Polícia Militar durante patrulhamento na rua Rio de Janeiro, no bairro Mundo Novo em Alpinópolis (MG), deparou com o veículo GM TRACKER, o qual já estava sendo alvo de várias denúncias anônimas, e ao efetuar busca no interior do mesmo localizou 01 tablete de tamanho médio símilar a maconha.

De acordo com as denúncias este mesmo veículo estaria transportando drogas para o município de São José da Barra (MG),  mais precisamente para o bairro de Bom Jesus dos Campos.

Diante de tantas denúncias, o condutor que era um rapaz de 18 anos já estava sendo monitorado pela PM e na oportunidade foi realizado a abordagem do veículo e realização de busca pessoal, e nos 02 passageiros, sendo um  homem de 23 e outro de 33 anos, esse último possui problemas psicológicos e interditado judicialmente.

Durante busca pessoal foi localizado com o condutor certa quantia em dinheiro e 01 aparelho celular e após, buscas no interior do veículo foi encontrado no banco do passageiro, dentro de uma bolsa 01 tablete médio de substância análogo a maconha, sendo que o homem de 23 anos assumiu a propriedade alegando que era para seu consumo, porém existem várias denúncias anônimas que ele está traficando na em Alpinópolis e São José da Barra.

O terceiro passageiro, o homem de 33 anos, foi qualificado como vítima, pois possui problemas psicológicos, sendo interditado judicialmente pela autoridade judicial. Sendo assim os autores podem responder pelo crime de induzir deficiente a praticar atos ilícitos, caso a autoridade competente ache viável.

Diante do exposto os autores e materiais foram conduzidos até a Delegacia da Polícia Civil de Passos (MG), para providências.

O veículo foi apreendido e recolhido ao pátio, pois segundo denúncias estaria sendo usado na distribuição de drogas. E as providências posteriores foram realizadas pelo delegado de plantão.

‘Meu filho foi assassinado dentro de um hospital público’, diz pai de criança que teve órgãos retirados enquanto ela estava viva

Paulo Airton Pavesi, pai de Paulo Veronesi Pavesi, foi a primeira testemunha a ser ouvida, na tarde da última quinta-feira (28), no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, no julgamento de três médicos envolvidos no caso Pavesi.

Eles são acusados da retirada ilegal de órgãos do garoto Paulinho, enquanto a criança estava viva, em Poços de Caldas (MG), há mais de 20 anos. O depoimento de Paulo Airton durou duas horas.

“Meu filho foi assassinado dentro de um hospital público e há mais de duas décadas aguardo alguma decisão. Os suspeitos continuam trabalhando e recursos de adiamento sendo aceitos”.


O procedimento ocorreu em um hospital de Poços após o garoto ser internado depois de cair de uma altura de 10 metros, no prédio onde morava.

Segundo o Ministério Público, o exame que apontou a morte cerebral foi forjado e Paulinho ainda estava vivo no momento da retirada dos órgãos.

“Em vez de cuidar da vida da criança foram cuidar de manter os órgãos intactos”, disse Dino Miraglia advogado da família.

Depois do depoimento do pai em plenário, foram exibidos depoimentos em vídeo de testemunhas, médicos e enfermeiros, que atenderam a vítima.

Às 21h, sete pessoas já tinham restado depoimento. Depois da conclusão da exibição dos vídeos com depoimentos das testemunhas, ocorrem os interrogatórios e o debate entre defesa e acusação.

O julgamento foi interrompido às 22h40 e tem previsão de ser retomado às 9h desta sexta-feira (29).

Os réus foram denunciados por homicídio qualificado e por ter retirado órgãos ou parte de corpo em desacordo com a lei e agravante da vítima ter menos de 14 anos.

Caso Pavesi


O caso Pavesi teve como início o ano 2000, quando os médicos José Luis Gomes da Silva, José Luis Bonfitto, Marco Alexandre Pacheco da Fonseca e Álvaro Ianhez foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio qualificado de Paulo Veronesi Pavesi, que na época tinha 10 anos.

Conforme a Justiça, os quatro médicos teriam sido responsáveis por procedimentos incorretos na morte e remoção de órgãos do garoto, após ele cair de uma altura de 10 metros no prédio onde morava. O exame que apontou a morte cerebral teria sido forjado e o garoto ainda estaria vivo no momento da retirada dos órgãos.

Na decisão que marcou a data do julgamento, o ministro Ribeiro Dantas explicou que não há controvérsia a respeito dos fatos denunciados e reconhecidos na sentença que foi anulada pelo TJMG, pois, tanto para o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) quanto para as instâncias ordinárias, os médicos removeram os órgãos da vítima, causando-lhe dolosamente a morte como consequência.

Os quatro negam qualquer irregularidade, tanto nos exames, quanto nos transplantes aos quais o garoto foi submetido. O caso foi desmembrado e transferido de Poços de Caldas para Belo Horizonte em agosto de 2014, a pedido do Ministério Público, para evitar a influência econômica e social dos médicos sobre os jurados.

O júri popular desses quatro médicos aconteceria no dia 6 de abril de 2016 em Belo Horizonte, mas foi suspenso.

Sentença anulada de outros três médicos envolvidos


Outros três médicos acusados de participação no caso, Sérgio Poli Gaspar, Celso Roberto Frasson Scafi e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes, chegaram a ser condenados em 1ª instância em 2014 por participação no caso, mas a sentença foi anulada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais em maio de 2016 e o processo retornou para Poços de Caldas.

Os três médicos foram condenados em janeiro de 2014 a penas que variam de 14 a 18 anos de prisão em regime fechado por participação no caso. Eles não foram a júri popular.

Os médicos Celso Roberto Frasson Scafi e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes chegaram a ficar presos por 30 dias e ganharam na Justiça o direito de recorrer a sentença em liberdade. Já Sérgio Poli Gaspar ficou foragido por um mês e após se entregar passou apenas um dia preso. Ele também poderia recorrer em liberdade.

Empresas têm até sexta-feira para aderir ao Simples Nacional; regularização é para pequenas e micro

Termina na próxima sexta-feira (29) o prazo para a regularização e inscrição no Simples Nacional das micro e pequenas empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano. A solicitação é feita exclusivamente pela internet, por meio do portal do Simples Nacional. Com o pedido aceito, a adesão retroagirá ao dia 1º de janeiro.

O Simples Nacional é regime tributário diferenciado, que reúne em um único documento de arrecadação os principais tributos federais, estaduais, municipais e previdenciários devidos pelas micro e pequenas empresas. O recolhimento, feito por esse documento único, deve ser pago até o dia 20 do mês seguinte àquele em que houver sido auferida a receita bruta.

Também poderão aderir ao Simples as empresas que estavam no Lucro Presumido ou Lucro Real e tiveram queda significativa no faturamento em 2020, por causa da pandemia. Essas empresas deverão cumprir o mesmo prazo. Em outra novidade, que vale excepcionalmente agora, o governo federal não excluiu empresas com débitos tributários em 2020 e as empresas optantes que estavam inadimplentes permaneceram no Simples em 2021.

No caso de empresas que ainda não eram optantes pelo Simples, no momento da opção o sistema responde automaticamente se há pendências com os fiscos federal, estadual ou municipal. Para a regularização de pendências com a Receita Federal ou com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional não é necessário que o contribuinte se dirija a uma unidade da Receita Federal, basta seguir as orientações para regularização de pendências no site da Receita Federal. Para a regularização de pendências com os estados, o Distrito Federal e municípios, o contribuinte deve procurar a Administração Tributária responsável.

Da Redação com Agência Brasil

Disparo acidental atinge homem em Passos

Um homem de 36 anos foi atingido na perna esquerda pelo projétil de um revólver calibre .22, na tarde da última terça-feira (26) na zona rural de Passos.

De acordo com as informações da Polícia Militar, o acidente aconteceu quando o proprietário apresentava a arma para o amigo, que foi encaminhado para a Santa Casa de Misericórdia, sendo que a lesão foi leve e não houve necessidade de cirurgia.

Após o acidente, a PM prendeu o autor e apreendeu a arma, que se encontra em situação de irregularidade com a documentação.

Fonte: Clic Folha

Criança de 3 anos sofre tentativa de estupro em Carmo do Rio Claro

Uma tentativa de estupro contra uma criança de 3 anos foi registrada pela Polícia Militar de Carmo do Rio Claro (MG). O crime teria ocorrido na tarde do último domingo (24).

Segundo os militares, o autor, de 22 anos, sofre de problemas psicológicos. A menina foi encaminhada ao Hospital São Vicente de Paulo onde recebeu atendimento e contou que o autor teria passado a mão em suas partes íntimas.

O Conselho Tutelar foi acionado e o caso será encaminhado para conhecimento do Ministério Público. O autor não foi preso.

Fonte: Carmo Web.

Trabalhador morre atropelado por carregadeira na zona rural de Arcos

Um homem, de 59 anos, morreu atropelado por uma carregadeira na manhã da última terça-feira (26), na zona rural de Arcos (MG). O acidente aconteceu por volta das 9h30 da manhã, próximo ao km 478 da BR-354.


Segundo a Polícia Militar, funcionários de uma empresa de manutenção de asfalto estavam trabalhando no local, quando a máquina sofreu uma pane e ficou sem freio, atropelando dois trabalhadores. Um dos funcionários sofreu ferimentos leves, o outro não resistiu e morreu no local.


A Perícia compareceu ao local e realizou os trabalhos de praxe.

Aluguel de casas e ranchos pode gerar multa de R$ 5 mil em Capitólio

A região do Lago de Furnas fiscaliza com atenção o trânsito de turistas e visitantes, principalmente em Capitólio (MG), para o cumprimento das medidas restritivas do decreto da onda vermelha, válido até 31 de janeiro, que visa descarregar os hospitais, como a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) de Passos (MG).

Para tentar diminuir ainda mais a circulação de pessoas, o decreto foi alterado, estipulando multa de R$ 10 mil para quem realizar festas, mesmo se particulares.

Passeios náuticos ou 4×4 com fins turísticos podem gerar multas de R$ 1,5 mil e aluguel de rancho e similares multa de R$ 5 mil.

Jornal Folha Regional
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