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Jornal Folha Regional

Prefeito do Carmo do Rio Claro decide não aderir ao Minas Consciente e deixará comércios abertos

Após uma reunião realizada nesta terça-feira (19), com o Comitê de Enfrentamento à Covid-19 de Carmo do Rio Claro (MG), o prefeito Filipe Carielo disse que o comércio local não irá fechar. 

Segundo Filipe, a decisão se irá ou não fechar o comércio vai depender da evolução dos casos de Covid no município. Hoje Carmo do Rio Claro está na onda amarela regredindo para a onda vermelha, e se a população não colaborar medidas mais restritas terão que ser tomadas. Entre as novas medidas os comércios permaneceram abertos, com restrições mais rígidas.

Ainda segundo Filipe, a situação do Município é gravíssima, e se continuar aumentando os casos, medidas de contensão contra o vírus serão tomadas. O novo Decreto Municipal  está sendo editado neste momento com o jurídico, com as novas medidas decididas pelo comitê.

Fonte: Portal Onda Sul

Adolescente se suicida neste momento próximo ao bairro Nossa Senhora de Fátima

De acordo com a Polícia Militar, um adolescente de apenas 13 anos, acabou de se suicidar por meio de um enforcamento na noite de segunda-feira (18), próximo ao bairro Nossa Senhora de Fátima em São José da Barra (MG).


“A família chegou no local e encontrou o menino dependurado em uma corda”. Informaram os militares Paiva e Moraes.


A Polícia Militar está no local, mas ainda não se sabe os motivos que levou o mesmo ao suicídio.


De acordo com relatos de conhecidos, o adolescente ela muito quieto e jamais apresentava algum tipo de problema.


Diversas pessoas nas redes sociais lamentam o ocorrido e desejam as condolências a família.

Reunião da Ameg termina sem conclusão e prefeitos voltarão a se reunir amanhã

Neste momento está acontecendo a reunião da Ameg, a qual o prefeito municipal de Passos (MG) Diego Oliveira havia solicitado em caráter de urgência, após, a Santa Casa atingir o limite máximo na UTI adulto da Covid-19.


Na reunião alguns prefeitos decidiram que aguardarão até a próxima terça-feira (18), às 10h, para uma conclusão se todas as cidades regredirão para a Onda Vermelha.


Alguns executivos não concordam com a regressão de onda, tendo em vista que algumas cidades mantém na Onda Amarela de acordo com o Minas Consciente.


Na ocasião foi informado que todas as cidades da região começarão a receber as vacinas contra a Covid-19.


Em breve maiores informações.

Empresas de saneamento devem ressarcir usuários mineiros por cobranças indevidas

Os valores calculados até então para usuários de 66 municípios mineiros somam mais de R$ 120 milhões


A Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae), tem determinado a devolução de valores na conta de usuários mineiros por serviços que foram cobrados por empresas responsáveis, mas que não foram efetivados.


De acordo com Antônio Claret, diretor-geral da Arsae, as devoluções são feitas não apenas pela Copasa, mas também por empresas responsáveis pela prestação do serviço em todo o Estado.


“Nós temos tanto cobranças da Copasa, como da Copanor e do Saae de Passos (MG), que são regulados pela Arsae. Em geral, essas cobranças dizem respeito a tratamento de esgoto. Eventualmente pode acontecer de uma prestadora de serviço cobrar por tratamento de esgoto sendo que ela só faz a coleta.


Os valores calculados até então para usuários de 66 municípios mineiros somam mais de R$ 120 milhões.

Algumas residências ficam sem água em São José da Barra

Neste domingo (17), algumas residências no centro de São José da Barra (MG), estão sem água.


De acordo com Osiel, a adutora que fornece a água para a sede do município e que fica no bairro de Furnas, foi rompida na entrada de São José da Barra.


“Consertamos, mas ao ligar a água veio romper novamente. Nesse momento a água já está sendo normalizada”. Disse Osiel.


A adutora é um sistema de transporte de água que parte de um ponto de coleta até um reservatório, ou mesmo entre reservatórios.


Foto: imagem ilustrativa

Anvisa autoriza o uso emergencial das vacinas Coronavac e da AstraZeneca/Oxford contra a covid-19

Três diretores da agência concluem que os imunizantes cumprem os requisitos básicos de segurança e eficácia e podem ser usados na campanha de vacinação contra o coronavírus


Caminho livre para a largada da vacinação contra a covid-19 no Brasil. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou neste domingo a autorização para o uso emergencial da Coronovac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan (com condicionante de assinatura de um termo de compromisso); e do imunizante da AstraZeneca/Oxford, que será produzido pela Fiocruz. A decisão da diretoria colegiada da agência, transmitida ao vivo, se deu por 3 votos a 0 (parcial). Agora, um plano nacional de imunização recheado de dúvidas e obstáculos, a começar pelo próprio Governo Jair Bolsonaro, está previsto para começar no próximo dia 20 de janeiro. Promete ser o início do fim da pandemia de coronavírus no Brasil.


Aberta com 10 minutos de atraso, a reunião extraordinária da Diretoria Colegiada da Anvisa ocorreu sem o uso de máscaras de proteção, “uma vez que estamos protegidos pelo regramento de distanciamento social”, justificou Antonio Barra, diretor-presidente da agência reguladora. A transmissão ao vivo da reunião chegou a ter mais de 20.000 espectadores simultâneos no canal oficial da Anvisa no Youtube. “O inimigo é um só. Nossa melhor chance nessa guerra passa, necessariamente, pela mudança de comportamento social. Sem a qual, mesmo com vacinas, a vitória não será alcançada”, observou Barra em seu discurso de abertura.


Primeiro, três áreas técnicas da Anvisa deram aval à aprovação das vacinas. De acordo com o gerente geral de Medicamentos e Produtos Biológicos, Gustavo Mendes, o panorama de “muita tensão pela falta de insumos necessários para o enfrentamento da doença” no Brasil, justifica a autorização para o início de aplicação do imunizante, condicionada ao “monitoramento e reavaliação periódica [dos dados de eficácia]. Olhar com cuidado, de maneira muito próxima, como vai ser o desempenho dessa vacina”. Embora tenha recomendado a aprovação, Mendes salientou que a Anvisa não conseguiu obter acesso a algumas informações sobre dados de ambas as vacinas.

No caso da Coronavac, as pendências se referem à lacuna de dados a respeito da eficácia em pessoas com comorbidades ou idosas, quantidade de pacientes sintomáticos que tiveram PCR negativo e de participantes do estudo que precisaram de atendimento em UTI. A relatora Meiruze Freitas ainda salientou um “ponto crítico” em relação ao imunizante.

“Por quanto tempo perdura no organismo dos indivíduos a proteção conferida pela vacina?”, questionou. Em seu voto favorável à aprovação, ela condicionou a autorização do uso emergencial da Coronavac à assinatura de um termo em que o Butantan se compromete a reportar dados sobre a resposta imunológica da vacina. “Os benefícios conhecidos das vacinas superam seus riscos. Mas é preciso um monitoramento contínuo sobre efeitos adversos. Uma vacina só é eficaz se as pessoas estiverem dispostas a tomá-la. Vacinação contra covid-19 ajudará na proteção individual e coletiva”, disse a relatora.
O país conta inicialmente com oito milhões de doses para iniciar o plano de imunização.

Seis milhões são da Coronavac, importada pelo Butantan e requisitada de forma imediata pelo Ministério da Saúde na última sexta. As outras duas milhões doses são do imunizante da Astrazeneca/Oxford e foram adquiridas pelo Governo brasileiro da fábrica da Serum Institute, na Índia. Porém, o Governo indiano barrou a exportação de vacinas produzidas em seu território. Um avião estava previsto para decolar do Brasil na sexta-feira, mas teve que adiar seu voo porque o chanceler Ernesto Araújo não conseguiu chegar a um acordo para a liberação da remessa.


Após o revés com o Governo indiano, o Ministério da Saúde, por meio de seu departamento de logística, mandou um ofício ao Butantan, ligado ao Governo de São Paulo, solicitando a entrega imediata de 6 milhões de doses da Coronavac. O Butantan, por sua vez, avisou que só vai disponibilizar o estoque se a pasta esclarecer quanto do contingente já ficará em São Paulo. Mas, no início da tarde deste domingo o governador de São Paulo, João Doria, garantiu que enviará imediatamente o estoque reivindicado pelo Ministério.


Com a aprovação de uso emergencial dos imunizantes, o Governo brasileiro deverá começar a vacinar os chamados grupos prioritários. Em primeiro lugar estão os profissionais da saúde, por considerar que são as pessoas mais expostas ao vírus, idosos acima de 75 anos e a população indígena. Nas fases seguintes estão idosos das demais faixas etárias, pessoas com comorbidades, professores, trabalhadores de segurança e funcionários do sistema prisional —a população carcerária foi excluída.


As oito milhões de doses iniciais não são suficientes para imunizar todos os integrantes desse grupo prioritário. Tanto a Fiocruz como o Instituto Butantan devem produzir os imunizantes em território nacional, mas primeiro devem passar por outras etapas dentro da Anvisa. Entre elas, devem conseguir a autorização de uso permanente da vacina —a autorização que foi dada neste domingo é temporária de uso emergencial, em caráter experimental. Superadas essas etapas, o Butantan deve produzir 100 milhões de doses de seu imunizante e a Fiocruz outras 254 milhões de doses.

Havia dúvidas quanto a data exata do da vacinação. O ministro Eduardo Pazuello chegou a cravar o dia 20 de janeiro como início da execução do plano, mas existe a possibilidade de ocorrer uma primeira aplicação em evento no Palácio do Planalto um dia antes. De acordo com o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, a vacinação deve começar de forma simultânea em todas as capitais dos Estados ao mesmo tempo que os imunizantes vão sendo escoados para os demais municípios, uma operação logística complexa que envolve diferentes modais de transporte.

Os Estados e municípios se consideram prontos para iniciar a vacinação a qualquer momento. Mas detalhes dessa complexa operação logística não estão claros nem mesmo dentro do Governo. Em suma, não se sabe quando serão transportados nem quanto.


Além disso, Franco informou que o Brasil conta com 80 milhões de seringas espalhadas por Estados e municípios para iniciar a campanha de imunização. O Ministério também garante que se reuniu com a Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos (Abimo), que se comprometeu a disponibilizar outras 30 milhões de seringas até o fim de janeiro. Além disso, houve a requisição administrativa de 60 milhões de seringas excedentes em estoques. A pasta também anunciou a redução da taxa de importação de seringas e a restrição de exportações.

O Governo orienta que os cidadãos atualizem, preferencialmente, o número do CPF ou do Cartão Nacional de Vacinação ou se cadastrem no aplicativo Conecte SUS Cidadão, de modo a facilitar a identificação no momento de vacinação e agilizar o fluxo de atendimento. Mas, na última quarta-feira, o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) divulgaram uma nota esclarecendo que o acesso à vacina não está condicionada ao cadastramento no aplicativo ou à apresentação do Cartão Nacional de Vacinação.

“Se no momento da imunização contra a covid-19 o cidadão não esteja de posse de nenhuma identificação, o estabelecimento de saúde, em sua plataforma CadSus, poderá efetuar o devido cadastro e o processo de imunização ocorrerá normalmente. Ninguém que pertence ao público prioritário da campanha, definido naquele momento, deixará de ser vacinado”, destaca a nota.


O Plano Nacional de Imunização foi concebido em 1973 e, a partir dele, o Brasil conseguiu combater a meningite e o sarampo e erradicar doenças como pólio. É a partir dessas expertise de décadas que Estados e municípios estão se preparando para o início da vacinação contra a covid-19.


Obstáculos para a vacinação

A campanha agora esbarra no atraso do Ministério da Saúde em conceber um plano.

Enquanto outros países começavam a se vacinar em dezembro, a pasta ainda não havia sequer apresentado um esboço. O Governo também foi pressionado pelos planos do governador de São Paulo, João Doria, de iniciar a imunização em 25 de janeiro no Estado e de fazer a primeira foto da vacinação no Brasil. No final, após meses menosprezando publicamente a Coronavac, acabou anunciando sua compra e distribuição no plano de imunização. O governador pretende se lançar candidato à Presidência em 2022 e é rival político de Bolsonaro.


O presidente vem apostando no “tratamento precoce” —e ineficaz, segundo a comunidade científica— contra a covid-19. Um exemplo disso ocorreu na última semana durante a visita de Pazuello a Manaus, onde lançou um aplicativo que prescreve hidroxicloroquina, cloroquina, ivermectina, azitromicina e doxiciclina para pacientes —medicamentos não possuem eficácia comprovada contra a doença e foram rejeitados pela Organização Mundial da Saúde e pela Sociedade Brasileira de Infectologia.


A campanha também esbarra nas dúvidas da população de se vacinar. Uma pesquisa Datafolha de dezembro mostrou que metade da população rejeita a Coronavac, pejorativamente chamada de “vacina chinesa”. Esse descrédito foi estimulado inclusive por Bolsonaro. O mandatário também disse em outras ocasiões que não será obrigatório se vacinar e diz que todos os imunizantes são “experimentais” e, portanto, arriscados. Na última terça, quando o Butantan anunciou a eficácia geral de seu imunizante, boa parte da tropa bolsonarista, incluindo os filhos do presidente, foram às redes sociais criticar Doria e fazer ilações sobre a vacina.

Corpo de morador do Guapé é encontrado na Ponte Torta em Carmo do Rio Claro

Na manhã da última sexta-feira (15), um corpo foi localizado por um pescador na Ponte Torta em Carmo do Rio Claro (MG). A Polícia foi informada por volta das 08h30 e deslocaram-se até o local a Polícia Militar, Polícia Civil e a perícia.


Segundo informações da Polícia Militar, a vítima é Lucas Pádua Guimarães, de Guapé (MG).


Um ferimento na cabeça e marcas de sangue foram encontradas na ponte e a polícia acredita que o fato tenha ocorrido esta noite. O corpo foi retirado da água e levado para o IML de Alfenas.


Ainda de acordo com a Polícia, a vítima tem várias passagens policiais, a maioria delas por tráfico de drogas.

Com informações: Carmo WebTv e Jornal Folha Regional
Fotos: Carmo WebTv

Adolescente morre afogado em lagoa no Balneário Furnastur em Formiga

Segundo testemunhas, a vítima estava em um caiaque, quando o equipamento virou e ele afundou na água. O corpo foi localizado a 5 metros de profundidade.

Um adolescente de 16 anos morreu afogado neste sábado (16), no lago do Balneário Furnastur, em Formiga (MG). Testemunhas afirmaram que a vítima estava em um caiaque, quando o equipamento virou e ele afundou na água.

Segundo o Corpo de Bombeiros, após mergulho os militares encontraram o corpo do adolescente a 5 metros de profundidade da margem do lago.

Os bombeiros informaram que a lagoa não apresenta grande profundidade, mas que é necessário ter cuidado quando for mergulhar ou praticar outras atividades na água.

A perícia da Polícia Civil foi acionada e compareceu ao local. Após os trabalhos de rotina, o corpo foi liberado para a funerária chamada pela família.

Criança de 3 anos morre afogada em piscina de vizinho no Sul de Minas

Na tarde da última quinta-feira (14), um menino, de apenas 3 anos, foi encontrado morto na propriedade vizinha de onde mora, em uma zona rural de Turvolândia, no Sul de Minas. O garoto, que estava desaparecido, teria se afogado no local que fica a 500 metros da casa onde residia.

O avô da criança, Sr. Mauro Martins Domingues, contou que o neto, Pedro Henrique e a mãe estavam na varanda da casa, enquanto o pai estava no curral tirando leite. A dona de casa foi rapidamente ao banheiro e, ao retornar, não encontrou mais o filho.

Imediatamente, a mãe, Fernanda, de 23 anos, começou a procurar por Pedro Henrique. Primeiro, verificou os fundos da residência onde o menino costumava brincar. Em seguida, foi até próximo ao rio e não avistou o menino.

Desesperada, Fernanda entrou em contato com o avô, chamou o marido e os vizinhos para iniciar as buscar com a ajuda de mais voluntários. A Polícia Militar também foi acionada.

Toda a área próxima ao sítio da família foi vasculhada, até que um amigo da família encontrou Pedro Henrique caído dentro da piscina de uma propriedade.

Segundo o avô, o imóvel onde o neto se afogou é usado apenas nos fins de semana pelos proprietários e não havia pessoas no local nesta quinta-feira. A piscina estava descoberta. O imóvel é fechado com cerca de arame, que não evitou que a criança entrasse.

“Minha filha e meu genro nem sabiam que existia piscina no local. É uma tragédia que vamos levar para o resto de nossas vidas”, lamento a avô.

A Polícia Militar informou que os policiais compareceram ao bairro Melica, onde durante o rastreamento receberam informação de que a criança havia sido vítima de afogamento, em uma piscina no sítio (próximo à fazenda). A Perícia Técnica da Polícia Civil foi acionada para realizar os trabalhos de praxe.

Corpo é encontrado no Lago de Furnas em Carmo do Rio Claro

Na manhã desta sexta-feira (15), um pescador encontrou na Ponte Torta, em Carmo do Rio Claro (MG), o corpo de um homem, com idade entre 30 e 40 anos. Por volta das 8h30, a Polícia Militar foi acionada para averiguar a ocorrência. No local, também se encontravam a Polícia Civil e a Perícia.

A vítima, que não foi identificada, apresentava sinais de violência e um ferimento na cabeça.

Segundo a polícia, marcas de sangue foram encontradas na ponte, o que indica que o crime possa ter ocorrido na noite anterior. O corpo foi retirado da água e encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Alfenas (MG).

Imagem: Carmo Web

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