Dr. Josias Soares – Médico Pediatra – pós-graduado em alergia e imunologia – Sócio proprietário da Immunize Vacinas – Foto: Arquivo pessoal
Quando falamos em saúde, pensamos logo em ausência de doenças. Uma vida plena e cheia de energia exige cuidados especiais e nos leva a procurar meios pra nos mantermos saudáveis sempre.
A vacinação é um desses mecanismos que, nos protegendo, previne doenças, traz segurança e tranquilidade.
Pensando no bem-estar de todos, Alpinópolis (MG) conta agora com a primeira clínica de vacinação particular, a Immunize Vacinas, clínica do Dr. Josias Soares – pediatra, pós-graduado em alergia e imunologia, e também de sua esposa.
A Immunize Vacinas foi pensada e criada para apoiar a todos que buscam o caminho para uma vida mais saudável, oferecendo as melhores alternativas de imunização.
Immunize Vacinas: a 1ª clínica de vacinação particular em Alpinópolis é referência regional – Foto: Divulgação
A Immunize conta com um ambiente acolhedor e confortável, com equipamentos modernos, tecnológicos e de qualidade, além de uma equipe qualificada para atender de forma personalizada e humanizada a todo o público infantil, aos adultos e idosos, lançando mão de tecnologias, como o óculos de realidade virtual, que entretém o paciente, amenizando o desconforto na hora da aplicação.
As vacinas oferecidas na clínica são produzidas por centros de tecnologias reconhecidos e são armazenadas em equipamentos de alta qualidade, mantendo assim a segurança dos produtos.
A clínica conta ainda com perfuração de orelhas para todas as idades e testes de alergias, o Prick Teste e o Patch Teste.
Na Immunize Vacinas, sua saúde está em boas mãos. Cuidado e respeito são prioridade.
Immunize Vacinas: a 1ª clínica de vacinação particular em Alpinópolis é referência regional – Foto: Divulgação
Agende seu atendimento e dê o primeiro passo para uma vida mais saudável e segura.
Garanta a sua saúde e a de quem você ama.
Telefone e WhatsApp: (35) 99924-0000 Instagram: @immunize_vacinas Rua José Jacinto Ribeiro – 198 – São Benedito – Alpinópolis/MG.
“Seja forte e corajoso! Não fique desanimado nem tenha medo, porque eu, o Senhor, seu Deus, estarei com você em qualquer lugar para onde você for!” Josué1:9
Ginecologista traz dicas de como amenizar as dores e desconfortos durante o período menstrual
Confira 5 dicas para aliviar as cólicas menstruais no frio – Foto: Reprodução/Internet
Muitas mulheres sofrem com terríveis cólicas menstruais, que podem afetar diretamente a produtividade e qualidade de vida. Com a chegada da frente fria, o corpo é submetido a baixas temperaturas e fica mais sensível à dor. A razão é que, com o frio, os vasos sanguíneos se comprimem, podendo intensificar as cólicas. É comum o uso de medicamentos de farmácia, especialmente analgésicos e anti-inflamatórios, para o alívio momentâneo, porém existem outras formas de contribuir para o alívio das dores, sem abusar de remédios.
Apesar das cólicas serem comuns, essas dores podem estar atreladas a outras condições, como a endometriose, que atinge cerca de 10% da população feminina em idade reprodutiva, impactando profundamente a saúde da mulher. Segundo o ginecologista Dr. Patrick Bellelis, colaborador do setor de endometriose do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, quando as dores acontecem fora do período, é um sinal para buscar acompanhamento médico e iniciar um tratamento, portanto, o importante é observar os sinais que o corpo dá e se os sintomas persistirem, é recomendado procurar ajuda médica o quanto antes.
Confira algumas dicas do especialista para aliviar as cólicas em casa:
1 – Compressas de água morna
Uma das técnicas mais antigas e mais reconfortantes no período de cólica, pode ser explicada pelo fato do calor ativar o fluxo sanguíneo e amenizar as dores. Para fazer, basta colocar uma bolsa de água morna ou compressa no local das cólicas e deixar por cerca de 15 minutos. É importante proteger a pele do contato direto, colocando um pano entre a bolsa e a pele para evitar queimaduras.
2 – Aposte em bebidas quentes
As bebidas quentes têm o mesmo efeito da bolsa de água quente, auxiliando no alívio das dores. Porém, evite bebidas com cafeína, que tem o potencial de agravar as dores em algumas mulheres. Aposte em chás, como de camomila, hortelã, alecrim, louro e lavanda, que possuem propriedades relaxantes, calmantes e anti-inflamatórias.
3 – Atenção com a alimentação
Alguns alimentos, como doces e comidas mais gordurosas, podem causar inchaço e retenção de líquido em alguns organismos, aumentando o aparecimento de cólicas menstruais. Por isso, durante o ciclo, é interessante manter uma dieta mais equilibrada, evitando o excesso de açúcares e gorduras, dando prioridade para legumes, verduras, frutas e carnes magras, além de ingerir bastante água.
4 – Mantenha hábitos saudáveis
Exercícios físicos ajudam muito na diminuição da dor durante o período menstrual. Novamente, as atividades físicas aumentam o fluxo sanguíneo, liberando endorfina, auxiliando no controle das dores. Em contrapartida, fumar pode ser ainda mais prejudicial nessa época, por conta da vasoconstrição que o tabaco causa. Dessa forma, evitar fumar também é a melhor opção para amenizar as cólicas.
5 – Descanso
O estresse atrelado a um estilo de vida corrido, contribui bastante para o aumento das cólicas. Quando o corpo descansa durante um sono de qualidade, o equilíbrio é restabelecido. Então, o descanso aliado aos hábitos saudáveis, contribuem para um ciclo menstrual com menos desconforto.
Clínica Bellelis – Ginecologia
O ginecologista Patrick Bellelis é Doutor em Ciências Médicas pela Universidade de São Paulo (USP); graduado em medicina pela Faculdade de Medicina do ABC; especialista em Ginecologia e Obstetrícia, Laparoscopia e Histeroscopia pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); além de ser especialista em Endoscopia Ginecológica e Endometriose pelo Hospital das Clínicas da USP. Possui ampla experiência na área de Cirurgia Ginecológica Minimamente Invasiva, atuando principalmente nos seguintes temas: endometriose, mioma, patologias intrauterinas e infertilidade. Fez parte da diretoria da Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva (SBE) de 2007 a 2022, além de ter integrado a Comissão Especializada de Endometriose da FEBRASGO até 2021. Em 2010, tornou-se médico assistente do setor de Endometriose do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital das Clínicas da USP; em 2011, tornou-se professor do curso de especialização em Cirurgia Ginecológica Minimamente Invasiva — pós-graduação lato sensu, do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês; e, desde 2012, é professor do Instituto de Treinamento em Técnicas Minimamente Invasivas e Cirurgia Robótica (IRCAD), do Hospital de Câncer de Barretos.
Compulsão por jogos de aposta on-line afeta a vida familiar e profissional do viciado – Foto: Reprodução/Internet
Empresas manifestam o elevado número de empréstimo pessoal e adiantamentos de salários, por colaboradores endividados pelo vício em diversos “joguinhos on-line”. A grande maioria, uma espécie de jogo caça níquel que vem sendo amplamente divulgado por influenciadores e artistas. Um verdadeiro sinalizador de compulsão por jogo que envolve vários aspectos: as perdas consideráveis, a instabilidade financeira, além de outras questões como o enriquecimento ilícito por parte dos organizadores, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, entre outros
Já pelo ponto de vista da saúde mental, o drama é ainda maior. A compulsão desenfreada e o estrago psicológico na mente do indivíduo. Tudo isso nos leva a refletir sobre como nosso cérebro se comporta diante desse tipo de vício e o que pode ser feito para não cair nessas armadilhas ilusórias.
O primeiro ponto que deve ser analisado é a facilidade que os indivíduos possuem de criar expectativas. Criamos expectativas em relação ao outro e em relação a nossas conquistas futuras. O grande problema é que nem tudo é previsível. Acreditamos em tudo que vemos. E é exatamente esse o nosso maior ponto nevrálgico: sofremos por não controlar tudo. Quando algo foge ao nosso controle, entramos em estado de desequilíbrio que afeta tanto o comportamento, quanto o emocional. Isso porque a necessidade em ter o controle das situações nas mãos é um sentimento intrínseco de nossa espécie.
Tudo o que é externo e nos foge ao controle, gera insegurança e medo e nos faz sentir vulneráveis. E no caso em questão, estamos falando de uma situação de perda, muitas vezes perda de somas consideráveis. Fato é que, ninguém joga e investe para perder, e quando isso ocorre entra em cena sensações incômodas como: a impotência, o fracasso e a culpa.
Emocionalmente falando, o indivíduo que perde suas economias e se frustra com o resultado negativo, se vê angustiado ao ponto de não conseguir sentir-se em paz, o que gera transtornos emocionais relevantes, como perda de sono, perda de apetite, estresse generalizado, ansiedade, tristeza profunda, depressão e até síndrome do pânico.
Emoções que retroalimentam o estresse, levando-o a vivenciar sensações de cabeça pesada, irritabilidade, alterações de humor, entre outros gatilhos que justificam a desestruturação mental, em função da compulsão por jogatinas. Um outro fator bem relevante de todo esse processo é o sentimento de culpa. Uma culpa que distorce a realidade dos fatos e acelera o complexo de inferioridade e a baixa autoestima.
O que pode estimular, através de atitudes desesperadoras, a busca da falsa ilusão do alívio e do auto perdão. Visto que, essa impotência também pode estar ligada a vergonha de se expor e mostrar sua fragilidade para parentes e amigos próximos.
Portanto, a compulsão precisa ser estudada para compreender qual gatilho desencadeia todo o processo. Se não tratado a tempo, essas questões podem levar a consequências mais desastrosas como o envolvimento em outros vícios como cigarro, álcool, comida e drogas ilícitas, na tentativa de descontar a frustração em excessos.
E por fim, na perda do emprego, diante do descontrole financeiro. A solução não é se culpar e se esconder. Não adianta fugir dos problemas. Devemos encarar de frente para conseguir perceber sua dimensão e desta maneira, verificar de que forma poderão ser solucionados. Jogos de azar, não farão milagre financeiro na vida de ninguém.
É puro marketing e enganação. Muitas pessoas caem nas garras da ilusão dos ganhos fáceis e no prazer provocado pela compulsão do jogo e da competição.
Enfim, a dependência pode afetar qualquer um. É preciso entender a natureza do vício para modificar o padrão. Já que, muitos dependentes perdem a condição até mesmo de tomar atitudes próprias, agindo de forma negativa, necessitando de apoio e compreensão para sua reabilitação. O vício em jogos pode surgir de forma inesperada na vida de uma pessoa, porém é totalmente possível vencer e se livrar do abismo financeiro instalado.
Escrito por Dra. Andrea Ladislau / Psicanalista
Andrea Ladislau é doutora em Psicanalise Contemporânea, Neuropsicóloga. Graduada em Letras – Português/ Inglês, Pós graduada em Psicopedagogia e Inclusão Digital, Administração de Empresas Administração Hospitalar. É palestrante, membro da Academia Fluminense de Letras e escreve para diversos veículos. Na pandemia, criou no Whatsapp o grupo Reflexões Positivas, para apoio emocional de pessoas do Brasil inteiro: Instagram: @dra.andrealadislau
Desequilíbrio na tireoide pode afetar olhos, músculos e até a memória – Foto: reprodução
Pedidos de socorro da tireoide, órgão em forma de ‘H’ que envolve a região anterior do pescoço, perto da traqueia, ocorrem por todo o corpo e impactam o cotidiano do paciente. Os sintomas são variados e podem aparecer nos olhos, genitais, músculos, cabelos, humor e até mesmo na memória.
Isso acontece pois a tireoide é uma glândula endócrina, ou seja, atua na produção e liberação dos hormônios T3 e T4 (triiodotironina e tiroxina), de intensa ação no metabolismo humano.
“Ela é fundamental para o controle da dinâmica do organismo. Doenças que a atingem podem ser funcionais ou nodulares. As primeiras estão relacionadas à produção excessiva ou insuficiente desses hormônios, chamadas de hipertireoidismo/hipotireoidismo, e ocasionam fortes alterações na saúde, manifestando-se habitualmente em pessoas com histórico genético/familiar”, explica Sérgio Uchôa, coordenador do serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Hospital São Luiz Jabaquara, da Rede D’Or.
No hipertireoidismo, há uma aceleração na atividade metabólica, acarretando sintomas como exoftalmia (olhos saltados e aumentados), insônia, palpitações, tremores, sudorese, emagrecimento e instabilidade emocional. Outra condição pouco conhecida é a orbitopatia ou oftalmopatia de Graves, condição na qual uma inflamação na parte traseira da cavidade ocular, relacionada ao hipertireoidismo, empurra os olhos para frente provocando a exoftalmia.
Já o hipotireoidismo aparece como diminuição metabólica, gerando sonolência, ganho de peso, queda de cabelo, unhas frágeis, pele seca, constipação intestinal, impotência sexual e raciocínio lento. Combinadas, essas disfunções afetam de 5 a 15% de indivíduos no mundo, na maior parte mulheres e pessoas acima dos 45 anos de idade.
“O risco do surgimento de deficiências na tireoide estava também atrelado à carência de iodo na alimentação. No Brasil, a suplementação regular desse nutriente no sal resolveu essa variável. Mas ainda não é o bastante para que a sociedade negligencie o problema como um todo”, analisa o médico.
Os casos das doenças nodulares, chamados bócio nodular, consistem no aumento benigno do volume glandular. Em seu enfrentamento, é crucial que o paciente busque um endocrinologista ou cirurgião de cabeça e pescoço assim que notar quaisquer mudanças no seu bem-estar.
De trato mais complexo, eles se dividem em sólidos ou císticos, sendo volumosos e desconfortáveis, inchando o pescoço e dando a sensação de estrangulamento e limitação da deglutição. Diagnósticos malignos também podem trazer alterações na voz e respiração. Estima-se que entre 30 e 50% da população global pode apresentar nódulos nessa glândula, a maioria benigno.
“Em geral os cânceres de tireoide são lentos e indolores, possibilitando altas taxas de cura quando combatidos precoce e adequadamente. Nesse sentido, ao menor sinal de manifestação, inclusive de hiper e hipotireoidismo, uma consulta médica deve ser feita para investigar, detectar e sanar a questão”, destaca o profissional.
Na semana em que é celebrado o Dia Internacional da Tireoide (25/5), o médico alerta sobre a importância da adoção de hábitos e alimentação saudáveis.
“Pratique exercícios, evite comidas inflamatórias, mantenha a hidratação e faça atividades para diminuir o estresse. São atitudes relativamente simples que podem controlar e até mesmo evitar a evolução de doenças da tireoide”, ressalta. Realizar consultas e exames de rotina também são essenciais para a detecção precoce das doenças.
Atualmente as melhores práticas de tratamento apontam as terapias cada vez mais conservadoras, preservando a glândula e evitando sua extração completa. Técnicas sutis e menos invasivas, como ablação térmica dos nódulos e alcoolização guiadas por ultrassom são exemplos de medidas de recuperação rápida e sem deixar cicatrizes da retirada do tumor.
Há casos raros, já avançados, em que infelizmente é necessário tirar toda a tireoide, o que leva à perda da produção hormonal e obriga o paciente a realizar a reposição por meio de comprimidos diários.
“É possível viver bem com a reposição. No entanto é mais natural quando o órgão prevalece. Por isso, quanto mais cedo for a detecção, maior a chance de mantê-lo ao menos parcialmente, proporcionando mais qualidade de vida e autonomia à pessoa”, complementa Uchoa.
Famosos com comorbidades endocrinológicas são uma constante. Atores como Leandro Hassum, Paolla Oliveira e Camila Pitanga, além de apresentadores, músicos e atletas como Xuxa Meneghel, Fausto Silva, Preta Gil, Anitta, Ronaldo Fenômeno e Neymar proveem notoriedade ao seu combate.
“Figuras públicas têm grande responsabilidade e influência. O fato de haver algumas com patologias do gênero desperta interesse e desmistifica o tema. Entretanto temos de lembrar que cada caso é único, então só um especialista pode prescrever o tratamento”, finaliza o médico do São Luiz Jabaquara.
A unidade, localizada na zona Sul da capital paulista, conta com uma equipe qualificada de especialistas em cirurgia de cabeça e pescoço e endocrinologistas, bem como um parque tecnológico diversificado e ultraequipado para a realização de consultas, exames, cirurgias e tratamento de doenças relacionadas à tireoide.
Dengue e alimentos com salicilatos: o que você deve saber para se proteger – Foto: reprodução
A dengue é uma doença infecciosa transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, com maior incidência no verão. Nos casos mais leves, os sintomas são febre alta, dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, fraqueza, letargia e erupções cutâneas. Já nos quadros mais graves, os sinais incluem dor abdominal intensa, vômitos persistentes, perda de sensibilidade e movimentos e sangramento de mucosas.
O ácido acetilsalicílico (presente na aspirina e AAS) e seus derivados, os salicilatos encontrados em alguns alimentos, não devem ser consumidos, pois aumentam a permeabilidade vascular, o que pode ser agravado pela dengue, aumentando o risco de hemorragia.
A diferença entre os salicilatos encontrados nos alimentos e nos medicamentos está na quantidade dessa substância, que é muito menor nos alimentos do que nos medicamentos. De qualquer forma, o ideal é evitar a ingestão desses alimentos tanto em quadros leves quanto graves de dengue, a fim de diminuir o risco de sangramento e agravamento da doença.
Dengue e alimentos com salicilatos: o que você deve saber para se proteger – Foto: divulgação
Dengue e alimentos com salicilatos: o que você deve saber para se proteger – Foto: divulgação
O que é importante consumir?
A alimentação deve ser fracionada, leve, nutritiva e de fácil digestão para ajudar no restabelecimento da saúde e no fortalecimento do sistema imunológico.
Aqui estão algumas sugestões
Frutas: Opte por frutas ricas em vitamina C, como laranja, acerola, kiwi, mamão, brócolis e pimentões. A vitamina C fortalece o sistema imunológico ao promover a produção de células brancas do sangue, essenciais na defesa contra patógenos, como o vírus da dengue. Além disso, suas propriedades antioxidantes reduzem o risco de estresse oxidativo.
Alimentos ricos em vitamina D: Presente em alimentos como gema de ovo, salmão, atum, tilápia, cogumelos, sardinha, bife de fígado, ostras, leite e através da exposição ao sol, a vitamina D acelera a recuperação do organismo após infecções agudas.
Alimentos anti-inflamatórios: Salmão, atum, sardinha e linhaça são ricos em ômega-3, enquanto frango, feijão, arroz, lentilha, grão-de-bico, gema de ovo, espinafre, amêndoas, castanha-de-caju e amendoim são fontes de zinco. Tanto o ômega-3 quanto o zinco são excelentes agentes anti-inflamatórios, auxiliando no combate às inflamações causadas por infecções virais.
Alimentos coagulantes (vitamina K): Os alimentos mais ricos em vitamina K incluem óleos vegetais e folhas verdes escuras, como brócolis, couve de Bruxelas, repolho roxo, repolho verde, espinafre e agrião. Esses alimentos são importantes em casos mais graves de dengue, uma vez que estimulam a coagulação sanguínea.
Proteínas magras: Opções como peito de frango sem pele, carnes bovinas magras e peixes são fontes de ferro e vitamina B12. Como a dengue reduz a quantidade de plaquetas no sangue, é fundamental consumir alimentos que forneçam boas quantidades desses nutrientes para evitar anemia e ajudar a restabelecer o sistema imunológico.
Grãos integrais: Prefira alimentos integrais, como arroz integral, quinoa, chia, feijões de todos os tipos (preto, carioca, fradinho), grão-de-bico, lentilha, ervilha, aveia, pão e massas integrais, que fornecem energia de forma gradual e contêm fibras prebióticas que ajudam na saúde intestinal.
Alimentos probióticos: Consuma alimentos ricos em probióticos, como iogurte natural, kefir e chucrute, que ajudam a equilibrar a flora intestinal e fortalecer o sistema imunológico.
Hidratação: Recomenda-se em média de 60ml de líquido por quilo de peso corporal nos primeiros 5 dias. A ingestão deve ser fracionada em pequenos volumes ao longo do dia. Podem ser utilizados frutas com alto teor de água como melancia, melão e abacaxi, água de coco (rica em eletrólitos e minerais) e reposição com soluções isotônicas, como Gatorade e Pedialyte. Estas são excelentes opções para manter a hidratação durante a recuperação da doença, evitando a desidratação causada pela febre alta e vômitos.
Dengue e alimentos com salicilatos: o que você deve saber para se proteger – Foto: arquivo pessoal
Escrita por:
Adriana Stavro – Nutricionista Mestre pelo Centro Universitário São Camilo
Curso de formação em Medicina do Estilo de Vida pela Universidade de Harvard Medical School
Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein
Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Instituto Valéria Pascoal (VP) Pós-graduada EM Fitoterapia pela Courses4U.
Mortes por chikungunya disparam em Minas Gerais – Foto: reprodução
Considerada menos mortal do que a dengue, a chikungunya vem apresentando um aumento alarmante de mortes em Minas Gerais. De acordo com boletim epidemiológico divulgado na última segunda-feira (13) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), 62 pessoas perderam a vida devido a complicações da doença neste ano, representando um aumento de 77,14% em relação ao total de 35 óbitos confirmados até 15 de abril. O número já é superior às 56 mortes registradas ao longo de todo o ano de 2023, que até então era considerado o pior período epidêmico dessa arbovirose no estado.
Além da disparada de óbitos confirmados no intervalo de um mês, o boletim informa que, atualmente, seguem em investigação 31 mortes, número próximo dos 34 óbitos em análise que a SES-MG registrava em 15 de abril. Minas Gerais ainda concentra mais de 60% dos casos prováveis e das mortes por chikungunya no Brasil, conforme dados do Painel de Monitoramento de Casos de Arboviroses do Ministério da Saúde, atualizados ontem. Com 177.541 casos prováveis – ou seja, os notificados, exceto os descartados – da doença em todo o país, Minas lidera com 111.289, no balanço da pasta, o que corresponde a 62,6% do total nacional. E a soma lançada no boletim da SES é ainda maior.
Especialistas atribuem o aumento das mortes pela doença à explosão de arboviroses no estado e à intensa circulação do mosquito Aedes aegypti, também transmissor da zika e da dengue. Com 112.980 casos prováveis de chikungunya registrados pela SES-MG entre 1º de janeiro e ontem, em menos de cinco meses o estado já ultrapassou os 102.205 registrados durante todo o ano de 2023, que era o recordista na enfermidade em Minas Gerais. O médico epidemiologista e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Geraldo Cunha Cury, alerta que os números elevados indicam que o surto ainda não foi superado. “O risco está aí presente, ainda temos inúmeros focos de proliferação do mosquito”, destaca.
Diferentemente da dengue, cuja gravidade pode ser acentuada pela desidratação, a chikungunya não possui fatores de agravamento intrínsecos à doença. No entanto, o risco é potencializado quando há comorbidades dos pacientes, como diabetes e hipotireoidismo. “Ela tem um perfil um pouco diferente da dengue; embora possa piorar também, usualmente não é uma doença fatal. Mas, quando a pessoa tem alguma doença associada, o que chamamos de comorbidades, ela está mais vulnerável. A causa da morte é a chikungunya, porém agravada por esses outros fatores”, aponta o especialista.
Recentemente, um estudo conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), publicado na revista “The Lancet Infectious Diseases”, trouxe uma nova camada de preocupação sobre as implicações de médio e longo prazo da chikungunya, doença identificada pela primeira vez no território mineiro em 2014. A pesquisa revelou que o risco de morte persiste por até três meses após o início dos sintomas da doença, que apresenta sua fase aguda nos primeiros 14 dias. Para Cury, essa descoberta sinaliza uma mudança de paradigma na leitura da doença, antes vista como pouco letal. “Isso precisa ser considerado. Adicionalmente, temos uma série de incertezas sobre os padrões futuros da virose e os desafios que podem surgir em decorrência das mudanças climáticas”, observa.
A chikungunya pode deixar sequelas graves nos pacientes, como dores articulares crônicas, que podem incapacitar total ou parcialmente por meses ou anos. O tratamento precoce, incluindo fisioterapia, é fundamental para aliviar os sintomas e minimizar as complicações a longo prazo. Os sintomas evoluem por fases, iniciando na fase aguda, com dores intensas nas articulações, passando pela subaguda e podendo chegar à fase crônica, quando as dores permanecem após meses da infecção. “A pessoa acha que tem que ficar parada, mas, na verdade, é o contrário. Começar a fisioterapia o mais rápido possível pode ajudar “, recomenda Cury.
DENGUE
Este ano, Minas enfrenta não só o terceiro período consecutivo de epidemia de dengue, como aquele que é assinalado como o pior da história do estado. Até o momento, são 430 mortes confirmadas. Minas acumula 1.364.180 casos prováveis da doença, mais de 318 mil deles registrados no intervalo de um mês. São 6.637 casos por 100 mil habitantes, segunda maior incidência no país, atrás do Distrito Federal (8.853,8/100 mil). Em números absolutos, o estado lidera.
Escassez de matéria-prima para compor as substâncias é a maior justificativa que as empresas utilizam para responder sobre a falta de medicamento no mercado para venda.
Farmácia Municipal de São José da Barra – Foto: Reprodução
O Secretário de Saúde de São José da Barra (MG), Paulo Renato Gomes, esclareceu nesta segunda-feira (13)? os motivos causadores da falta de alguns medicamentos na Farmácia Municipal, registrados nas últimas semanas.
A crise de desabastecimento, que afeta tanto a rede pública quanto a privada, está ocorrendo em diversas regiões de todo o país.
Tudo isso é reflexo de fatores externos, como a falta de matéria-prima e insumos ativos para a produção de medicamentos, uma vez que a grande maioria destes são provenientes de países como a China e a Índia.
Por conta da falta de matéria-prima, as empresas que vendem os medicamentos para a Prefeitura apresentam justificativas e pedidos de cancelamento dos contratos. No entanto, a Prefeitura não aceita essas justificativas e, com isso, tem notificado as empresas a respeito da ausência desses medicamentos (inclusive com a possibilidade de penalização administrativa) para forçar o cumprimento dos contratos e a entrega dos medicamentos, já que esta é a finalidade.
Importante esclarecer que, tanto a notificação quanto o processo de penalização, seguem regras legais com definição de prazos. Sendo assim, há trâmites administrativos a serem seguidos também.
Portanto, infelizmente a escassez de matéria-prima para compor as substâncias é a maior justificativa que as empresas utilizam para responder sobre a falta de medicamento no mercado para venda, sendo isso o que vem causando o desabastecimento em nosso município e em todo o país.
“A Prefeitura de São José da Barra disponibiliza aos munícipes uma vasta lista de medicamentos. Sendo assim, a falta de alguns deles são casos pontuais, já que temos licitações visando não causar prejuízos à população”, informou o secretário.
Segundo Paulo Renato, referente ao medicamento Selozok, chegou o de 25mg, porém estão aguardando o de 50mg. O Glicasida também chegou. O Forxiga que é de uma empresa que não esta assumindo o contrato corretamente mas já estão organizando processo administrativo contra a mesma.
“Esclarecido que os problemas são externos, contamos com a compreensão de todos e acreditamos que logo tudo estará resolvido”, finalizou Paulo.
Em artigo, cardiologista da Unimed Araxá explica a importância de modificar fatores que originam as doenças
Prevenção cardiovascular: quanto mais cedo melhor – Foto: reprodução
Cada dia após o nascimento é mais um dia em direção ao envelhecimento. A cada minuto que vivemos, ocorrem alterações metabólicas e estruturais em nosso organismo, nos expomos aos riscos do ambiente, nosso organismo se modifica. Por que não nos cuidarmos o mais precocemente possível para que envelheçamos com saúde?
Na juventude, um período de vitalidade e descobertas, é fácil negligenciar a saúde em prol de outras prioridades aparentemente mais imediatas.
Atualmente, um conceito que vem sendo difundido é o da prevenção primordial. A prevenção primordial vai além do tratamento das doenças existentes, buscando modificar os fatores fundamentais que as originam. Ao abordar os determinantes sociais, econômicos e ambientais da saúde, ela visa criar condições que promovam o bem-estar e previnam o surgimento de problemas de saúde antes mesmo que eles se manifestem.
Cultivar hábitos saudáveis desde cedo é a chave para estabelecer uma base sólida para a saúde cardiovascular ao longo da vida. E o primeiro alicerce dessa construção é uma dieta equilibrada. Os jovens devem buscar uma alimentação rica em frutas, legumes e verduras, grãos integrais e proteínas magras. Esses alimentos fornecem os nutrientes essenciais como fibras, vitaminas e antioxidantes que ajudam a proteger o coração contra doenças. Evitar o consumo de alimentos processados, ricos em gorduras saturadas, açúcares e sódio é crucial para manter suas artérias desobstruídas e a pressão arterial sob controle.
Paralelamente à dieta, os jovens devem ter o hábito de praticar exercícios físicos regularmente. A atividade física não apenas fortalece o coração, mas também melhora a circulação sanguínea, ajuda a controlar o peso, reduzir o estresse e melhorar o humor. Incorporar uma variedade de exercícios aeróbicos como corrida, natação e ciclismo, além de exercícios de força e flexibilidade, é fundamental para promover uma saúde cardiovascular abrangente. Além disso, abordar fatores de risco adicionais como o tabagismo e o álcool é também importante, evitando agressões ao nosso próprio corpo.
Nesse sentido, a prevenção primordial vai além da adoção de hábitos saudáveis. Envolve também a educação e a promoção de ambientes e políticas que apoiem escolhas benéficas. As escolas, locais de trabalho e sua comunidade podem desempenhar papel crucial no desenvolvimento de programas de educação sobre a saúde cardiovascular.
Em última análise é um investimento no futuro. Ao adotar um estilo de vida saudável precocemente, os jovens não apenas protegem seus corações, mas estabelecem padrões positivos que impactam a comunidade e gerações futuras.
Cada passo consciente em direção ao saudável pavimenta corações mais fortes para enfrentar os desafios do amanhã.
Jovem de 27 anos morre vítima da dengue em Carmo do Rio Claro – Foto: Redes
Na tarde desta quarta-feira (1⁰), a jovem Nádia Luísa Lemos, 27 anos, mais conhecida como Nádia da Zema, veio a óbito devido complicações da dengue. Ela estava internada no hospital São Vicente de Paula em Carmo do Rio Claro (MG).
Em nota, a prefeitura de Carmo do Rio Claro, lamentou o falecimento da jovem e comunicou que todos os esforços públicos estão sendo feitos para conter a doença, porém, é de extrema importância a colaboração de toda a população. Quem tiver sintomas, deve procurar o Pronto Atendimento 24 horas e, no período de 14 às 22 horas, pode ir até a UBS Geralda Carielo, no bairro Bela Vista 2.
O corpo de Nádia será velado no Velório Santo Antônio até às 8h desta quinta-feira (2), posteriomente, será levado para Ilicinea onde será velado e seputaldo.
Professor de Endocrinologia do Centro Universitário São Camilo informa que hipertensão é uma condição comum em pacientes diabéticos.
Especialista alerta sobre a importância de ações em atenção ao Dia da Hipertensão para pacientes diabéticos´- Foto: reprodução
No 26 de abril acontece o Dia Nacional da Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial. Uma data que procura conscientizar a população sobre a importância da prevenção da doença que acomete cerca de 36 milhões de pessoas adultas no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Segundo o professor de Endocrinologia do Centro Universitário São Camilo, Leonardo Alvares, pessoas com Diabete Mellitus devem ter atenção redobrada à pressão alta, uma vez que “a associação dessas duas doenças é especialmente preocupante devido ao aumento do risco de complicações vasculares ateroscleróticas como o infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral, e complicações microvasculares com consequente alterações renais e oftalmológicas, alertou.”
A hipertensão é uma condição comum entre pacientes diabéticos, e sua prevalência varia de acordo com diversos fatores, como duração do diabetes, idade, sexo, etnia, índice de massa corporal (IMC). Estudos demonstraram que o controle da pressão arterial reduz significativamente o risco de eventos cardiovasculares e complicações microvasculares em pacientes com diabetes.
“A avaliação da pressão arterial deve ser uma prática rotineira em todas as consultas clínicas, com confirmação da hipertensão através de múltiplas leituras, incluindo medições em diferentes dias. A individualização das metas de tratamento é fundamental, considerando fatores como riscos de eventos cardiovasculares, idade e comorbidades para otimizar os resultados clínicos e melhorar a qualidade de vida dos pacientes com diabetes e hipertensão”, disse o professor Leonardo Alvares.
De acordo com o professor, a intervenção no estilo de vida desempenha papel crucial no manejo da pressão arterial elevada. Estratégias como perda de peso, adoção de dieta balanceada, redução do consumo de sódio, aumento da atividade física e cessação do tabagismo são fundamentais para controlar a pressão arterial e melhorar a saúde metabólica e vascular. A promoção de mudanças sustentáveis no estilo de vida deve ser parte integrante do tratamento do diabetes e da hipertensão. “Considerando a importância deste tema e alinhando-se ao Dia da Hipertensão, a comunidade médica está intensificando seus esforços para promover a conscientização e oferecer orientações atualizadas sobre o manejo da pressão arterial elevada em pacientes com diabetes’, finalizou o médico.
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