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Jornal Folha Regional

Mãe reencontra equipe do SAMU que salvou a vida do filho e emociona socorristas em Alpinópolis

Mãe reencontra equipe do SAMU que salvou a vida do filho e emociona socorristas em Alpinópolis – Foto: arquivo pessoal

Um reencontro repleto de emoção marcou a rotina da Base Descentralizada do CISSUL SAMU de Alpinópolis na última quarta-feira (8). Meses após viver momentos de desespero com o filho recém-nascido, a mãe Júnia Mendes voltou ao local para agradecer pessoalmente aos profissionais que salvaram a vida do pequeno Vitor, hoje recuperado e saudável.

A história teve início na manhã de 2 de março, quando Júnia chegou à base do SAMU carregando o bebê, que tinha apenas 27 dias de vida e já estava desfalecido. Diante da gravidade da situação, a equipe formada pela técnica de enfermagem Delamar de Carvalho e pelo condutor socorrista Matheus Domingos iniciou imediatamente o atendimento.

O recém-nascido foi levado para a ambulância e, durante a avaliação, os socorristas constataram que ele havia sofrido uma parada cardiorrespiratória. Sem perder tempo, iniciaram os protocolos de reanimação cardiopulmonar enquanto seguiam para o hospital.

Os minutos seguintes foram decisivos. Em meio aos procedimentos de reanimação realizados durante o deslocamento, o bebê voltou a apresentar sinais vitais, dando início a uma nova chance de vida.

Após receber os primeiros atendimentos no hospital, Vitor foi transferido para uma unidade especializada em Belo Horizonte, onde permaneceu internado até concluir sua recuperação.

Quatro meses depois, a história ganhou um novo capítulo. Júnia retornou à Base Descentralizada de Alpinópolis levando o filho nos braços para agradecer aos profissionais responsáveis pelo atendimento. O encontro foi marcado por abraços, lágrimas e sorrisos, além da entrega de um presente e de uma carta escrita pela família.

Em um dos trechos, a mãe escreveu:

“Nossa família jamais encontrará palavras suficientes para expressar a gratidão que sentimos.”

O reencontro simbolizou o impacto do trabalho desenvolvido pelo CISSUL SAMU, cujo objetivo é oferecer atendimento rápido e qualificado em situações de urgência e emergência, preservando vidas e levando esperança às famílias.

A atuação dos socorristas Delamar de Carvalho e Matheus Domingos foi destacada pela competência, agilidade, comprometimento e sensibilidade demonstradas durante toda a ocorrência. A história também reforça a importância do SAMU 192 como um serviço essencial, preparado para agir com técnica e humanização nos momentos mais críticos.

Morre bebê do Sul de Minas que conseguiu vaga em hospital de BH após mais de 3 meses de espera

Morre bebê do Sul de Minas que conseguiu vaga em hospital de BH após mais de 3 meses de espera – Foto: EPTV

O bebê Arthur Luis Ferreira Amorim, de seis meses, morreu na madrugada desta sexta-feira (22), na Santa Casa de Belo Horizonte. Segundo relato do pai, a criança sofreu uma parada cardíaca e apresentou um sangramento na cabeça.

Natural de Extrema, no Sul de Minas, Arthur enfrentava problemas de saúde desde os primeiros dias de vida. Diagnosticado com uma má-formação no intestino, ele precisou ser encaminhado ainda no segundo dia após o nascimento para o Hospital das Clínicas Samuel Libânio, em Pouso Alegre.

Durante o período de internação, o bebê passou por cinco cirurgias. Mesmo após os procedimentos, os médicos apontaram a necessidade de continuidade do tratamento em uma unidade hospitalar especializada.

Diante da demora para conseguir a transferência, a família buscou apoio do Ministério Público e acionou a Justiça. Apesar da decisão favorável, a vaga para o novo tratamento só foi disponibilizada após mais de dois meses de espera.

Arthur foi transferido para Belo Horizonte no último sábado (16), em uma aeronave Arcanjo, do Corpo de Bombeiros, após mobilização da família. Na capital mineira, ele permaneceu internado na Santa Casa, acompanhado pela mãe e pela avó.

Na ocasião da transferência, a instituição informou que as atualizações sobre o estado de saúde e a evolução clínica do bebê seriam divulgadas pelo médico responsável pelo atendimento.

Polícia Militar salva bebê de 3 meses engasgado durante patrulhamento em Ilicínea

Uma ação rápida e decisiva da Polícia Militar salvou a vida de um bebê de apenas 3 meses nesta semana, em Ilicínea, no Sul de Minas.

Durante uma operação preventiva, militares que realizavam patrulhamento pela Avenida XV de Novembro foram surpreendidos por um veículo que solicitava ajuda com urgência. No interior do carro, estava a criança, vítima de engasgamento.

Diante da situação crítica, a equipe agiu imediatamente. O soldado Morais iniciou a manobra de Heimlich, técnica utilizada para desobstrução das vias aéreas, enquanto o soldado Vaneli conduzia o deslocamento emergencial até o Pronto Atendimento Municipal.

Durante todo o trajeto, os policiais mantiveram os procedimentos de socorro, conseguindo reverter o quadro ainda antes da chegada à unidade de saúde. O bebê já apresentava sinais de recuperação quando foi entregue aos cuidados da equipe médica, sendo encaminhado estabilizado.

A atuação rápida, técnica e coordenada dos militares foi fundamental para o desfecho positivo da ocorrência, evidenciando o preparo e o comprometimento da Polícia Militar em situações de emergência.

Polícia Militar salva bebê de 3 meses engasgado durante patrulhamento em Ilicínea – Foto: divulgação/Polícia Militar

Entre a luta e a esperança: família de Areado enfrenta batalha pela vida de bebê com doenças raras

Entre a luta e a esperança: família de Areado enfrenta batalha pela vida de bebê com doenças raras – Foto: Arquivo pessoal

Em Areado (MG), a rotina de uma família tem sido marcada por dor, resistência e esperança. Com apenas um ano e oito meses, o pequeno Jhoseff William já enfrenta uma dura realidade: um quadro clínico complexo que inclui pneumopatia, gastropatia e epilepsia, além de estar sob investigação para Transtorno do Espectro Autista (TEA), erros inatos da imunidade e possíveis síndromes raras ainda não diagnosticadas.

Apesar da pouca idade, o menino já passou por dez internações hospitalares, enfrentando crises frequentes e uma rotina intensa de cuidados.

Mas a batalha de Jhoseff vai além da condição de saúde.

Contato para quem deseja ajudar (21) 99924-4465

O impasse com o sistema público de saúde

Segundo a família, a Secretaria Municipal de Saúde de Areado tem negado solicitações consideradas essenciais para o tratamento da criança.

Entre os pedidos não atendidos estão:

  • Consultas com especialistas (gastropediatra, imunologista e pneumologista)
  • Sessões de terapia ocupacional
  • Exames de alta complexidade, alguns com custo superior a R$ 1.000

A justificativa apresentada é de que tais procedimentos não estariam cobertos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O caso levanta um debate importante sobre acesso a políticas públicas de saúde, especialmente para pacientes com doenças raras e condições complexas, que frequentemente dependem de atendimento especializado e contínuo.

Sem conseguir trabalhar devido à dedicação integral ao filho, a mãe Sabrina faz um apelo:

“Até quando o Jhoseff vai ter que esperar a população ajudar para ter o tratamento adequado que ele merece?”

A pergunta ecoa uma realidade enfrentada por muitas famílias brasileiras: a distância entre o direito garantido na lei e o acesso efetivo ao atendimento.

Urgência: o custo da sobrevivência

Neste momento, a situação é crítica. Jhoseff precisa com urgência de:

  • Consulta com gastroenterologista pediátrico — R$ 600,00
  • Exames laboratoriais solicitados por imunologista — R$ 1.390,00

Somados, os custos chegam a quase R$ 2 mil, valor incompatível com a realidade financeira da família, que vive exclusivamente em função dos cuidados com a criança.

Solidariedade que salva vidas

Diante da ausência de respostas imediatas do poder público, a família recorre novamente à solidariedade da população.

Cada contribuição representa mais do que ajuda financeira: é uma chance real de garantir tratamento, aliviar o sofrimento e dar dignidade a uma criança que luta diariamente para respirar, se alimentar e viver.

Políticas públicas em debate

O caso reacende a discussão sobre a efetividade do SUS no atendimento a pacientes com doenças raras, onde o acesso a especialistas, exames e terapias ainda enfrenta barreiras burocráticas e estruturais.

Especialistas apontam que, embora o Brasil possua diretrizes para atenção integral a esses pacientes, a execução nos municípios ainda é um dos maiores desafios da saúde pública.

VÍDEO | Polícia Militar salva bebê de dois dias engasgado em São Sebastião do Paraíso

Momentos de desespero vividos por uma família no bairro Lagoinha, em São Sebastião do Paraíso, terminaram em alívio graças à rápida atuação da Polícia Militar de Minas Gerais. Um bebê de apenas dois dias de vida foi salvo após chegar engasgado e sem respirar à sede do 43º Batalhão da PM.

De acordo com a corporação, um homem de 30 anos procurou ajuda diretamente na unidade policial ao perceber que o filho apresentava dificuldades respiratórias. O recém-nascido chegou ao batalhão com a pele arroxeada e sem sinais de respiração.

Imediatamente, os militares iniciaram as manobras de desengasgo (Heimlich), conseguindo fazer com que o bebê retomasse os sentidos. Em seguida, a criança foi encaminhada à Santa Casa do município, onde recebeu atendimento médico e permaneceu em observação. Conforme avaliação da equipe médica, a atuação técnica e rápida dos policiais foi fundamental para salvar a vida do recém-nascido.

O desespero da família

A mãe do pequeno Zion relatou que o bebê estava no berço, cerca de duas horas após ter sido amamentado, quando começou a se engasgar com a própria saliva durante a visita de um familiar.

Inicialmente, a família buscou ajuda de uma profissional de saúde do bairro, que realizou o primeiro atendimento e orientou que a criança fosse levada à emergência para avaliação. No trajeto até o hospital, porém, o quadro se agravou.

“Ele já estava ficando muito roxinho, muito vermelhinho. A primeira coisa que passou na nossa cabeça foi parar em um posto policial. A gente já tinha visto uma reportagem de um salvamento parecido”, contou a mãe.

Sem conseguir realizar a manobra sozinhos e temendo não chegar a tempo à unidade hospitalar, os pais decidiram parar no batalhão. Segundo ela, o atendimento foi imediato. Os policiais retomaram as manobras de desengasgo e, diante da persistência do quadro, colocaram a família na viatura e realizaram o deslocamento até a Santa Casa.

“Esses minutos contam muito. Ele tem só dois dias de vida. Se não fosse a ajuda da Polícia Militar daqui de Paraíso, eu nem sei o que poderia ter acontecido. Gostaria de agradecer do fundo do meu coração e pedir que Deus abençoe a vida de cada um”, declarou emocionada.

VÍDEO | Bebê de 1 mês é abandonada em área de mata e colocada sobre bueiro em MG; policial militar amamenta criança após resgate

Uma bebê de apenas um mês de vida foi abandonada na manhã da última quinta-feira (19) em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Câmeras de segurança registraram o momento em que a criança foi deixada em uma área de mata e, posteriormente, colocada sobre um bueiro. A menina foi resgatada por uma moradora da região e, mais tarde, amamentada por uma policial militar, já que apresentava sinais de desidratação.

As imagens mostram o casal — pais da criança — discutindo no meio da rua. Durante a briga, a mãe colocou a filha na mata e se afastou. Pouco depois, o pai retornou, pegou o bebê no colo, mas a mulher voltou a tomar a criança. Em outra gravação, a mãe aparece tentando colocar a menina dentro de um bueiro.

A situação foi percebida por Regina Pedron, auxiliar de serviços gerais, que passava pelo local naquele momento. Ao notar o risco, ela interveio e abordou o casal. Segundo relatou, tentou convencer os dois a interromper a discussão e cuidar da filha, mas não obteve sucesso. Diante da recusa, recebeu o bebê e decidiu agir para garantir a segurança da criança.

Regina levou a menina a uma unidade básica de saúde da cidade. A equipe médica constatou que a bebê estava desidratada, com fome, apresentava sinais de insolação e havia suspeita de infecção urinária.

A Polícia Militar foi acionada. Entre os militares que atenderam a ocorrência estava a soldado Helem Valério, que teve filho recentemente e ainda está em período de amamentação. Com autorização dos profissionais de saúde, ela amamentou a criança. A policial relatou que o instinto materno falou mais alto e que a bebê mamou, ficou satisfeita e adormeceu em seguida, descrevendo-a como uma menina muito linda.

Os pais foram localizados e encaminhados à delegacia. Conforme o registro policial, a criança foi acolhida e encaminhada para um abrigo.

SUS oferece imunizante contra bronquiolite para bebês prematuros

SUS oferece imunizante contra bronquiolite para bebês prematuros – Foto: reprodução

A partir deste mês, bebês prematuros e crianças de até dois anos com condições clínicas específicas poderão receber, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), uma nova forma de proteção contra a bronquiolite. O nirsevimabe, anticorpo monoclonal indicado para a prevenção da infecção pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), passa a integrar a estratégia nacional de enfrentamento da doença, que é uma das principais causas de hospitalização infantil no país.

De acordo com o Ministério da Saúde, o nirsevimabe oferece proteção imediata, diferentemente das vacinas tradicionais. Por se tratar de um anticorpo pronto, não é necessário estimular o sistema imunológico do bebê a produzir defesas próprias, o que é especialmente importante para recém-nascidos e crianças com maior vulnerabilidade clínica.

Quem pode receber o nirsevimabe no SUS?

São considerados prematuros os bebês nascidos com menos de 37 semanas de gestação. Já entre as comorbidades que garantem acesso ao medicamento para crianças de até dois anos estão condições como doença pulmonar crônica da prematuridade (broncodisplasia), cardiopatias congênitas, anomalias congênitas das vias aéreas, doenças neuromusculares, fibrose cística, imunocomprometimento grave, de origem congênita ou adquirida, e síndrome de Down.

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, cerca de 300 mil doses do medicamento já foram distribuídas para todos os estados, permitindo que a proteção chegue às regiões com maior demanda por internações pediátricas associadas ao VSR.

VSR responde pela maioria dos casos graves de bronquiolite

O VSR é responsável por aproximadamente 75% dos casos de bronquiolite e cerca de 40% das pneumonias em crianças menores de dois anos. Em 2025, até 22 de novembro, o Brasil registrou 43,2 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus. Desse total, mais de 35,5 mil hospitalizações ocorreram em crianças com menos de dois anos, representando 82,5% dos casos associados ao VSR.

O SUS já oferece a vacina contra o VSR para gestantes a partir da 28ª semana de gestação, garantindo proteção aos bebês desde o nascimento. Ainda assim, como a bronquiolite é majoritariamente causada por vírus, não há tratamento específico. O manejo clínico baseia-se em cuidados de suporte, como oxigenoterapia, hidratação e uso de broncodilatadores em situações selecionadas, reforçando a importância das estratégias preventivas para reduzir casos graves e internações.

Bombeiros salvam bebê engasgado com leite materno em Piumhi

Bombeiros salvam bebê engasgado com leite materno em Piumhi – Foto: divulgação/Corpo de Bombeiros

Um bebê de cerca de dois meses foi salvo após se engasgar com leite materno na noite da última terça-feira (20), em Piumhi (MG). A ocorrência mobilizou o Corpo de Bombeiros Militar, que agiu rapidamente para evitar consequências mais graves.

De acordo com a corporação, os familiares perceberam que a criança apresentava dificuldade para respirar, indicando um quadro de engasgamento. Diante da emergência, os bombeiros foram acionados e seguiram imediatamente até o local informado.

Assim que chegaram, os militares iniciaram os procedimentos adequados para o atendimento de lactentes, aplicando a manobra de desobstrução das vias aéreas. A ação foi bem-sucedida e permitiu que o bebê voltasse a respirar normalmente.

Após o atendimento, a criança foi entregue aos cuidados da família, sem necessidade de encaminhamento hospitalar imediato. O caso reforça a importância da resposta rápida em situações de emergência e do acionamento imediato dos serviços especializados.

VÍDEO | Bebê de um mês é salvo por policiais após engasgamento em Alfenas

Uma ação rápida da Polícia Militar de Minas Gerais foi decisiva para salvar a vida de um bebê de apenas um mês que se engasgou durante a madrugada desta segunda-feira (5), em Alfenas, no Sul de Minas.

O caso aconteceu por volta das 3h, no bairro Jardim Boa Esperança. Ao perceberem que a criança apresentava dificuldades para respirar e alteração na coloração da pele, os pais acionaram imediatamente o telefone de emergência 190.

Durante o atendimento telefônico, o operador do Centro de Operações da PM orientou os responsáveis sobre os primeiros socorros enquanto as viaturas se deslocavam até o endereço, localizado na Rua Saulo Prado Leite.

Ao chegarem ao local, os policiais realizaram a manobra adequada para desobstrução das vias aéreas em recém-nascidos. Após cerca de um minuto de procedimento, o bebê voltou a respirar normalmente.

Na sequência, a criança foi levada ao Hospital Alzira Velano, onde ficou em observação até a manhã desta segunda-feira. Após avaliação médica, o bebê recebeu alta sem apresentar qualquer complicação.

VÍDEO | Bombeiro salva bebê engasgado com medicamento em Andradas, no Sul de Minas

Um bebê de apenas 1 mês e 10 dias foi salvo após se engasgar com um medicamento líquido na noite deste sábado (20), em Andradas, no Sul de Minas. O atendimento de emergência ocorreu no Posto Avançado do Corpo de Bombeiros Militar e toda a ação foi registrada pelas câmeras de segurança da unidade.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a criança apresentou sinais de obstrução das vias aéreas logo após a administração de um remédio líquido indicado para cólica, situação considerada comum nos primeiros meses de vida. O bebê ficou agitado, não conseguia emitir sons e apresentava coloração azulada na pele e nos lábios, indicando dificuldade respiratória.

Diante do quadro, a mãe e a avó da criança se deslocaram rapidamente até o quartel, localizado na Rua Marcelino Rodrigues Guilherme, no bairro Vila Mosconi. Ao acionarem o interfone de forma insistente, elas chamaram a atenção do cabo Medeiros, bombeiro militar que estava de plantão, que imediatamente se dirigiu ao portão ao perceber a gravidade da situação.

Ao receber o bebê nos braços, o militar iniciou prontamente as manobras de desobstrução das vias aéreas, seguindo os protocolos adotados pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). Em poucos instantes, a criança voltou a respirar, chorar e emitir sons, sinalizando a reversão do quadro de engasgamento.

Outros bombeiros que também estavam de serviço prestaram apoio durante o atendimento, auxiliando tanto nos procedimentos quanto no acolhimento e na orientação da família. Com a situação controlada, o bebê foi entregue à mãe em segurança.

Após o salvamento, os militares repassaram orientações à família sobre técnicas básicas de desengasgo em bebês, como forma de prevenção, e recomendaram que a criança fosse encaminhada a uma unidade hospitalar para avaliação médica.

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