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Jornal Folha Regional

Bebê de três meses morre engasgado em São Sebastião do Paraíso

Bebê de três meses morre engasgado em São Sebastião do Paraíso – Foto: redes sociais/reprodução

Um bebê de três meses morreu na tarde de quarta-feira (3) após sofrer um engasgamento no bairro Jardim Diamantina, em São Sebastião do Paraíso (MG). A ocorrência mobilizou equipes da Unidade de Saúde da Família (USF), do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a babá informou que havia alimentado a criança por volta das 12h30 com uma mamadeira. Depois, colocou o bebê no carrinho enquanto realizava tarefas domésticas. Cerca de meia hora depois, ao perceber que ele não se movia, foi verificar e encontrou o menino com sinais compatíveis com obstrução das vias aéreas.

Familiares levaram o bebê até a USF da Rua Vereador Alfredo Campolongo. Quando a equipe médica recebeu a criança, ela ainda apresentava sinais vitais, mas já em estado gravíssimo. A médica plantonista iniciou imediatamente as manobras de reanimação.

Enquanto isso, os Bombeiros, acionados por volta das 13h, seguiram para o local. Durante o trajeto, a Sala de Operações informou que a vítima havia sido levada à unidade de saúde. Ao chegarem, os militares se juntaram aos profissionais que já realizavam os procedimentos. O Samu também assumiu parte do atendimento especializado.

Segundo os Bombeiros, as equipes da USF, Samu e Corpo de Bombeiros trabalharam por cerca de uma hora em tentativas de reanimação. Apesar dos esforços, o bebê não resistiu.

A criança foi sepultada na manhã de quinta-feira (4), no Cemitério Municipal de São Sebastião do Paraíso. Os órgãos competentes foram acionados para as demais providências legais.

Bebê sofre queimadura de segundo grau durante teste do pezinho em unidade de saúde de Piumhi

Bebê sofre queimadura de segundo grau durante teste do pezinho em unidade de saúde de Piumhi – Foto: redes sociais

Um recém-nascido sofreu uma queimadura de segundo grau durante a realização do teste do pezinho no Posto de Saúde da Família (PSF) Maria Rezende, em Piumhi (MG), na última segunda-feira. O procedimento foi realizado por uma profissional de enfermagem que não integra a equipe fixa da unidade, atuando de forma temporária para substituir uma técnica que participava de uma capacitação.

De acordo com o relatório médico emitido pela Santa Casa, a lesão apresentada pelo bebê é compatível com queimadura de segundo grau. O caso provocou forte reação da Secretaria Municipal de Saúde, que iniciou imediatamente uma apuração interna.

A secretária de Saúde, Rosângela Guerra, classificou a ocorrência como grave e afirmou que todas as providências cabíveis já foram adotadas. Ela informou que a profissional responsável foi notificada e que o caso foi encaminhado à Procuradoria do município, acompanhado do boletim de ocorrência e do relatório médico.

Segundo a Secretaria, o procedimento do teste do pezinho normalmente inclui o aquecimento leve do calcanhar do bebê antes da coleta de sangue, o que ajuda na circulação e reduz o desconforto. No entanto, o órgão enfatiza que essa etapa deve ser feita apenas com compressas mornas ou fricção suave das mãos — sendo expressamente proibido o uso de água quente, bolsas térmicas ou objetos aquecidos diretamente sobre a pele.

A Prefeitura informou ainda que está oferecendo todo o suporte necessário à família e reiterou que o caso está sendo tratado com seriedade. O órgão destacou que não tolera condutas inadequadas no atendimento à população e reforçou o compromisso com a qualidade dos serviços prestados.

O teste do pezinho é um exame de triagem neonatal fundamental, responsável por identificar precocemente doenças genéticas, metabólicas e infecciosas que podem afetar o desenvolvimento do bebê. A coleta deve ser feita entre o terceiro e o quinto dia de vida.

As investigações seguem em andamento para esclarecer as circunstâncias exatas do incidente e definir eventuais responsabilidades.

Bebê de São José da Barra nasce dentro da ambulância a caminho da Santa Casa de Passos

Bebê de São José da Barra nasce dentro da ambulância a caminho da Santa Casa de Passos – Foto: divulgação

Uma cena emocionante marcou o plantão da equipe de saúde de São José da Barra (MG) nesta sexta-feira (7). Laiane veio ao mundo dentro de uma ambulância, enquanto era levado para a Santa Casa de Passos.

Segundo a chefe da Unidade Básica de Saúde, Alice Maria Garcia Lemos, a gestante Lavinia dos Santos Turani, moradora do bairro Cachoeira da Lage, deu entrada na unidade com 5 centímetros de dilatação e precisou ser transferida imediatamente.

Durante o trajeto, estavam na ambulância o médico Dr. Lucas Melo Resende, a técnica de enfermagem Mariceli Santos Aparecida e o chefe de transportes e motorista Emerson Oliveira.

Por volta das 12h20, já se aproximando de Passos, o parto aconteceu dentro da ambulância. Graças à agilidade e ao preparo da equipe, tudo ocorreu com segurança.

“Estou muito orgulhosa do Dr. Lucas. Ele foi ágil para retirar o cordão do pescoço da bebê e salvá-la”, contou a profissional de enfermagem.

Mãe e bebê passam bem e permanecem na Santa Casa de Passos, onde receberam os cuidados necessários.

“Mais uma prova do comprometimento e da dedicação dos profissionais da saúde, que não medem esforços para salvar vidas todos os dias”, destacou Alice.

Mãe e bebê morrem e quatro ficam feridos após carro com família sair da pista e bater em árvore no Sul de Minas

Mãe e bebê morrem e quatro ficam feridos após carro com família sair da pista e bater em árvore no Sul de Minas – Foto: divulgação

Um acidente deixou uma mulher e um bebê de 7 meses mortos e quatro feridos, todos da mesma família, entre eles, três crianças, na Rodovia MG-179, em Machado (MG), na tarde do último sábado (11).

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, a família estava em um Gol que seguia sentido Machado-Alfenas e saiu da pista após uma curva. O veículo caiu em um barranco, batendo em uma árvore, no bairro rural Caiana.

No carro estavam seis pessoas:

Mãe e bebê morrem e quatro ficam feridos após carro com família sair da pista e bater em árvore no Sul de Minas – Foto: divulgação
  • Maria Aparecida de Morais, de 36 anos – ficou presa às ferragens e morreu no local;
  • Bebê de 7 meses – morreu no local;
  • Homem de 40 anos, marido de Maria Aparecida e pai das crianças – foi socorrido em estado grave e permanece na Sala Vermelha da emergência do hospital Alzira Velano.
  • Menina de 11 anos – está internada em estado grave na UTI Pediátrica.
  • Menina de 9 anos – passou por atendimento médico e teve alta do hospital na tarde de domingo (12);
  • Menina de 4 anos – passou por atendimento médico e teve alta do hospital na tarde de domingo.

O motorista e as crianças foram socorridas por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Machado e Alfenas. Todos foram conduzidos para o hospital Alzira Velano, em Alfenas. Uma das crianças foi levada pelo helicóptero Arcanjo, do Corpo de Bombeiros.

Os corpos da mãe e do bebê foram liberados no início da tarde de domingo pelo Instituto Médico Legal (IML) de Alfenas e deverão ser enterrados em Machado. O velório está previsto para começar às 6h de segunda-feira (14).

Mãe e bebê morrem e quatro ficam feridos após carro com família sair da pista e bater em árvore no Sul de Minas – Foto: divulgação

Via: G1

Homem é preso após atear fogo em mulher e bebê de seis meses em Lavras

Lavras, Sul de Minas – Foto: reprodução

Um homem de 27 anos foi preso nesta segunda-feira (22) acusado de atear fogo na companheira, de 33 anos, e no próprio filho, de seis meses, no último domingo (21), em Lavras (MG).

Segundo informações da Polícia Militar, o agressor, que é pai da criança, havia saído de casa pela manhã com o bebê. Diante da demora para retornar e preocupada porque o filho estava sem alimentação, a mulher decidiu procurá-los. Ao regressarem para casa, iniciou-se uma discussão entre o casal e o homem passou a agir com violência.

A vítima relatou aos militares que, ao tentar chamar a PM, foi ameaçada pelo companheiro. Mais tarde, já dentro da residência, ela estava sentada no sofá com o bebê no colo quando o suspeito jogou álcool sobre os dois e ateou fogo. Em seguida, fugiu do local.

Mãe e filho receberam socorro do Samu e foram levados para a UPA de Lavras. De acordo com a polícia, a mulher sofreu queimaduras de segundo grau nos braços, pernas e rosto, chegando ao atendimento sem conseguir enxergar e em estado grave. O bebê apresentou escoriações e queimaduras de primeiro grau no tórax. Até o último boletim divulgado, o estado de saúde das vítimas ainda não havia sido atualizado.

Após buscas realizadas na cidade, o suspeito foi localizado nesta segunda-feira, preso e conduzido à Delegacia de Polícia Civil, onde foram adotadas as providências legais.

Bebê ‘apressadinho’ estreia no mundo a bordo de viatura dos Bombeiros em Piumhi

Bebê ‘apressadinho’ estreia no mundo a bordo de viatura dos Bombeiros em Piumhi – Foto: divulgação

O último domingo (10) começou como qualquer outro no quartel do Corpo de Bombeiros de Piumhi (MG), mas terminou com uma história digna de álbum de família. Chamados para atender uma gestante em trabalho de parto, os militares logo perceberam que o pequeno morador não queria esperar a chegada ao hospital para dar o ar da graça.

Em questão de minutos, a viatura se transformou em sala de parto improvisada. Com calma e precisão, a guarnição assumiu o comando da situação, garantindo que cada passo fosse seguro para mãe e bebê. E então, lá estava ele: saudável, chorando forte e inaugurando sua vida no banco traseiro do veículo vermelho.

Depois do nascimento, os bombeiros se certificaram de que tudo estava perfeito. Aqueceram o recém-nascido, monitoraram os sinais vitais e seguiram até o pronto atendimento, onde mãe e filho receberam os cuidados finais. Segundo a corporação, ambos passam bem — e a história já entrou para a lista das ocorrências mais marcantes (e emocionantes) do batalhão.

VÍDEO | PM salva vida de bebê engasgada enquanto aguardava elevador em Divinópolis

Uma bebê de quatro meses, que estava engasgada e sem conseguir respirar, foi socorrida por um policial militar de folga na última sexta-feira (1º), em Divinópolis, na região Central de Minas Gerais. O militar aguardava o elevador de um prédio quando foi surpreendido por duas mulheres, uma delas carregando a criança no colo, já com sinais de asfixia.

O momento do resgate foi registrado pelas câmeras de segurança do edifício. Assim que o elevador chegou, as mulheres entregaram a bebê ao policial, que iniciou imediatamente os procedimentos de primeiros socorros e conseguiu desobstruir as vias aéreas da menina. A ação durou cerca de dois minutos.

A movimentação chamou a atenção dos moradores, que saíram de seus apartamentos para ver o que estava acontecendo próximo ao elevador. Eles acompanharam, apreensivos, a atuação do militar. Depois do atendimento, o policial foi informado de que a bebê é filha de outro militar, que não estava em casa no momento do engasgo.

Bebê de 4 meses é internada em MG após tapa de homem que pensou que ela era ‘reborn’

Bebê de 4 meses é internada em MG após tapa de homem que pensou que ela era 'reborn' - Foto: reprodução
Bebê de 4 meses é internada em MG após tapa de homem que pensou que ela era ‘reborn’ – Foto: reprodução

Uma menina de apenas 4 meses acabou sendo internada no Hospital de Pronto-Socorro (HPS) João XXIII, em Belo Horizonte, após ser agredida com um tapa por um homem de 36 anos, na noite da última quinta-feira (5 de junho), que a confundiu com um bebê reborn. O crime aconteceu na fila de um carro de lanche da Savassi, bairro da região Centro-Sul da capital mineira. 

A agressão aconteceu por volta das 23h45 na avenida Getúlio Vargas, segundo a Polícia Militar (PM). Uma viatura da corporação, que passava pelo local, foi parada por pessoas que se revoltaram e contiveram o homem após presenciarem o momento em que o suspeito bateu na criança.

Na hora da agressão, o bebê estava no colo da mãe, de 25 anos, e ao lado do pai, de 26. O casal se preparava para deixar o food truck, após lancharem, quando o suspeito teria passado a brincar com a criança. Em dado momento, ele teria perguntado ao pai se seria um bebê reborn, o que foi negado pelos pais da criança. 

Apesar da negativa, o suspeito teria afirmado que se tratava sim de um boneca e, em seguida, desferiu um tapa com a mão aberta no lado direito da cabeça do bebê, ainda conforme o relato dos pais e das testemunhas à PM. 

Depois do tapa, as pessoas que estavam no local contiveram o agressor até a chegada da viatura policial.

Criança ficou com inchaço atrás da orelha

De acordo com o registro policial, logo após o tapa, o bebê apresentou um um inchaço atrás da orelha. Com isso, ela foi socorrida até o HPS João XXIII, para ser atendida por um pediatra. O suspeito também foi socorrido, para a UPA Centro-Sul, após sofrer escoriações no braço ao ser dominado pelas pessoas que estavam no local. 

A criança ficou internada e, ainda segundo a PM, os médicos relataram que a agressão poderia causar “danos à sua integridade física”, principalmente na região cervical. Isso por conta da posição que a menina estava, no colo da mãe e, também, por ter apenas 4 meses, idade em que a caixa craniana ainda é frágil, por estar em formação. 

Agressor pensou que mãe queria “preferência” com bebê falso

Após ser detido, o homem informou aos policiais que a motivação da agressão seria que ele pensou que a mãe queria “preferência na fila de espera do lanche”, o que teria gerado sua revolta “consciente” por acreditar que se tratava de um bebê reborn. 

Conforme a PM, o homem ainda alegou que faz uso de medicamento controlado e que, no dia, teria feito uso de bebida alcoólica. Entretanto, os militares que registraram a ocorrência relataram que o agressor aparentava “sobriedade em suas ações”. 

O suspeito foi conduzido à Delegacia de Atendimento à Criança e ao Adolescente, onde ficou aos cuidados da Polícia Civil. 

Mãe abandona bebê recém-nascido em caixa de papelão e diz a polícia que não sabia que estava grávida, em Formiga

Bebê é localizado dentro de caixa de papelão em Formiga — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação
Bebê é localizado dentro de caixa de papelão em Formiga — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

A mulher de 22 anos que abandonou o filho recém-nascido dentro de uma caixa de papelão em Formiga (MG), disse à Polícia Militar (PM) que não sabia que estava grávida. Segundo o relato, ela estava voltando para casa quando sentiu fortes dores, entrou em trabalho de parto sozinha e se desesperou. Após dar à luz e deixar o bebê, ela ligou para o Corpo de Bombeiros.

O caso aconteceu na manhã de terça-feira (27), no Bairro Vargem Grande. O bebê, do sexo masculino, foi localizado pelos bombeiros ainda com a placenta, e aparentava ter poucas horas de vida. Ele foi socorrido e levado para a maternidade do Hospital São Luiz, onde segue em observação.

O posto de saúde do bairro confirmou à PM que ela não fazia acompanhamento médico nem pré-natal.

jovem, que é mãe de outras duas crianças, foi internada na Santa Casa de Formiga e poderá responder por abandono de incapaz. O Conselho Tutelar acompanha o caso e os outros filhos da jovem.

A Polícia Civil foi acionada e deve investigar as circunstâncias do abandono. A reportagem solicitou informações sobre o andamento das apurações e aguarda retorno.

Via: G1

Bebê que nasceu com 867 gramas tem primeiro Dia das Mães em casa após mais de quatro meses no hospital

Bebê que nasceu com 867 gramas tem primeiro Dia das Mães em casa após mais de quatro meses no hospital - Foto: arquivo pessoal
Bebê que nasceu com 867 gramas tem primeiro Dia das Mães em casa após mais de quatro meses no hospital – Foto: arquivo pessoal

Com quantos obrigados, lágrimas de felicidade e sorrisos se fazem um “Dia das Mães”? Para a auxiliar administrativa Queila Cristiane Sena, 36 anos, mãe do Felipe, prematuro extremo que nasceu com apenas 28 semanas, 867 gramas e 34 centímetros, a resposta é imediata: “infinitos obrigados à equipe do hospital, infinitas lágrimas de felicidade e muitos sorrisos”.  

Felipe nasceu na maternidade do Hospital Júlia Kubitschek (HJK), da rede Fhemig, e permaneceu internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) neonatal do hospital por 128 dias.

Quem vê o lindo bebezinho hoje, saudável, pesando 4,382 kg, e com “pinta de galã mirim”, não faz ideia da batalha que ele enfrentou para conquistar o direito de estar ao lado da mãe dele e do restante da família – que inclui o pai Rogério São José e o irmão Arthur, 9 anos – no Dia das Mães. 

Nascido de parto cesariana, às 11h02 do dia 16/12 de 2024, em razão do quadro de pré-eclâmpsia grave da Queila, que evoluiu para a síndrome de Hellp – condição que pode levar à morte tanto a gestante quanto a criança, Felipe permaneceu no respirador (ventilação mecânica) por dois meses. 

Tempo de transformação

Nesse período, ele desenvolveu infecção por quatro vezes – situação comum em recém-nascidos que ficam internados por muito tempo, apresentou hemorragia cerebral e foi operado para corrigir uma hérnia inguinal – obstrução que se forma na passagem entre o abdômen e a pelve. 

Depois de enfrentar tudo isso, Felipe recebeu alta no dia 22/4 e foi para casa para conhecer o irmão dele, o berço e o mundo fora do hospital.

“Quando o vi pela primeira vez, foi uma mistura de gratidão por ele estar vivo, amor e medo por ser tão pequeno, com aquele tanto de aparelhos em volta. Pedi muito a Deus que me permitisse cuidar dele e ver ele crescer. Tê-lo em casa, no Dia das Mães, e ter minha família reunida novamente, foi o melhor presente que eu poderia receber,” comemora Queila.

Longa jornada

Segundo a auxiliar administrativa, devido ao diabetes gestacional, seu pré-natal foi realizado no HJK para facilitar o acompanhamento do seu quadro de saúde. Os primeiros sinais de que havia algo errado apareceram no dia 3/12/24, mas Queila atribuiu o mal-estar “à dor da gravidez” e não buscou ajuda. Oito dias após, a dor reiniciou mais forte. No dia seguinte, ela deu entrada no HJK, onde permaneceu até a alta do Felipe.

“O atendimento no hospital, tanto a mim quanto ao meu filho, foram excepcionais. Todos os profissionais foram competentes, atenciosos e humanos. Sempre preocupados se estávamos bem, se precisávamos de alguma coisa. Conversavam com o Felipe como se ele fosse responder, me consolavam, me davam força quando eu não estava bem”, revela Queila.

Referência

“A equipe da UTI neonatal trabalha para que todas as mães tenham a mesma alegria da Queila e um caminho de sucesso como o do Felipe”, pontua a coordenadora da UTI neonatal do HJK, Clarisse Silva Freitas Souza. 

A maternidade do Hospital Júlia Kubitschek é referência em gestação de alto risco e realiza, em média, mais de 1.600 partos por ano.

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