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Jornal Folha Regional

Homem sofre parada cardiorrespiratória e morre em cachoeira de São Tomé das Letras

Homem sofre parada cardiorrespiratória e morre em cachoeira de São Tomé das Letras – Foto: Fabiana Assis/G1

Um homem de 62 anos, natural de Belo Horizonte, morreu na tarde do último sábado (23) após passar mal enquanto estava na Cachoeira Cascatinha, localizada no Complexo da Garganta, na zona rural de São Tomé das Letras.

Segundo informações da administração do empreendimento, a vítima teria desmaiado dentro da água e sofrido uma parada cardiorrespiratória. Pessoas que estavam no local, com o auxílio de um médico, iniciaram imediatamente as manobras de reanimação ainda na cachoeira.

Devido à dificuldade de acesso até o ponto onde a vítima estava, uma equipe de saúde do município iniciou o transporte do homem na carroceria de uma caminhonete particular, encontrando posteriormente uma equipe do Corpo de Bombeiros durante o trajeto.

Os bombeiros assumiram o atendimento e seguiram com a vítima até o hospital da cidade. No local, as tentativas de reanimação continuaram, mas o homem não resistiu. A morte foi confirmada pelo médico da unidade de saúde.

Em nota, a administração do Complexo da Garganta informou que a vítima foi retirada da cachoeira ainda com vida e afirmou que todo o atendimento possível foi prestado. O empreendimento também lamentou o ocorrido e manifestou solidariedade aos familiares.

Após os procedimentos, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Três Corações.

“Rio morto”: moradores denunciam poluição e forte mau cheiro no rio Pindaíba, em Alpinópolis

Um vídeo gravado há algumas semanas por um morador de Alpinópolis (MG) tem chamado atenção para a situação do rio Canaã, popularmente conhecido como rio Pindaíba. Nas imagens, a água aparece escura, com espuma acumulada em alguns pontos e sinais de poluição. Segundo o denunciante Marcos Túlio, o problema estaria relacionado ao descarte irregular de dejetos de gado no curso d’água, situação que, segundo ele, ocorre há mais de uma década.

De acordo com o relato, resíduos provenientes da lavagem de currais estariam sendo despejados diretamente no rio.

“Estão fazendo descarte de esgoto de gado dentro do rio. O gado faz xixi e defeca, e depois eles lavam o curral e fazem o descarte desse material diretamente no rio. Em hipótese nenhuma poderia tá sendo jogado dentro do rio. Ele é um rio bem extenso, ele vai desaguar lá no rio de Furnas”, afirmou.

O denunciante relata que a situação vem se agravando ao longo dos anos e que atualmente os episódios seriam frequentes, acontecendo praticamente todos os dias.

“Já tem mais de 10 anos que isso está acontecendo. Antigamente acontecia uma vez no mês, quando começou. Aí depois passou três, quatro, agora acontece isso aqui todo dia, e ninguém toma providência. Até lá em cima tem espuma”, disse.

Segundo Marcos Túlio, além da coloração escura da água, o cheiro no local é forte e constante. “A situação ainda continua, a água suja, fedida, assemelhando-se a um rio morto. Estão jogando chorume de gado no rio”, afirmou.

Em outro trecho do relato, ele descreve as condições do rio nos dias em que o descarte seria mais intenso.

“Às vezes a água fica bem mais escura, sobe espuma lá também, a situação fica bem pior. E fede, fede muito, é muito fedido. É cheiro de cocô de vaca mesmo, misturado com xixi. E até produto químico deve ter no meio disso, porque o cheiro fica muito diferente”, relatou.

O morador também demonstrou preocupação com os impactos ambientais causados pela situação e lamentou a degradação de um local que, segundo ele, marcou sua infância.

“Um local onde eu tenho memória da minha infância, de vir aqui, de ver a água limpa, de nadar, de pescar. Agora chega um dia de calor, a gente quer entrar dentro da água, não tem como, porque a água está suja, a água tá fedendo. E ninguém toma providência, ninguém faz nada”, declarou.

Marcos Túlio compara a situação do rio à poluição histórica do Rio Tietê, em São Paulo. “O rio Pindaíba tá virando um Rio Tietê. Um Rio Tietê com fezes de vaca e daqui a um dia estão jogando esgoto de gente também aqui”, afirmou.

Além da poluição causada pelos supostos descartes, ele aponta outro problema ambiental enfrentado pelo rio: a retirada excessiva de água para irrigação, principalmente em períodos de estiagem.

“Outro grande problema que acontece é a questão da irrigação no período de estiagem. O nível do rio está baixando absurdamente, porque eles colocam aqueles pivô de irrigação dentro do rio para poder estar fazendo a irrigação da lavoura deles e abaixa o volume de água drasticamente. Todo ano a água diminui um pouco mais”, relatou.

Segundo o denunciante, diversas tentativas de acionar órgãos responsáveis já foram feitas ao longo dos anos. Ele afirma ter procurado a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a Polícia Militar Ambiental, o Ministério Público e até o prefeito do município.

“Já procurei os órgãos, já procurei a Secretaria do Meio Ambiente da Prefeitura de Alpinópolis. Conversei por duas vezes. Na primeira vez, eles falaram que esse problema estava sendo recorrente. Pela segunda vez, falaram que iam fazer visita nas fazendas para poder ver essa questão, mas de toda forma não resolveu”, contou.

Ele também criticou as exigências feitas para o registro das denúncias.

“Já fiz denúncias também na Polícia Ambiental, e sempre que a gente faz denúncia, eles falam que a gente precisa tá enviando fotos, vídeos do local, a localização exata e o nome do proprietário da fazenda que está fazendo. Eu, um cidadão comum, não tenho condições de invadir uma propriedade de alguém”, afirmou.

Sobre as denúncias encaminhadas ao Ministério Público, Marcos Túlio disse que até hoje não viu resultados concretos.

“A resposta que eu tenho é que eles vão encaminhar para a Polícia Civil para eles abrirem um inquérito policial para estar investigando. Mas até hoje eu nunca tive notícia de nenhum inquérito, não estou sabendo de nenhuma investigação que está ocorrendo também e não vi nenhum resultado efetivo”, declarou.

O denunciante também afirma que outras pessoas já tentaram chamar a atenção das autoridades para o problema.

“Muitas pessoas tentaram tomar alguma providência, já levaram ao conhecimento da prefeitura, na Polícia Ambiental também e eles não fazem nada”, disse.

Ao final do desabafo, ele fez um apelo pela preservação do rio.

“Carreguei essa revolta em silêncio por muito tempo, mas esse mesmo silêncio está me machucando, tá doendo, me entristecendo, por ver tudo isso e não possuir condições de fazer mais. O que consigo fazer é isso, expor, levar a conhecimento de outros, cobrar esclarecimentos”, afirmou.

“O rio Pindaíba/Canaã é nosso patrimônio, é nossa riqueza, preservar ele é um dever de todos, sem exceção.”

O Jornal Folha Regional entrou em contato com a Secretaria de Meio Ambiente da prefeitura de Alpinópolis, mas até o momento da publicação dessa reportagem, não obteve retorno.

Bombeiros encontram corpo de turista que se afogou em cachoeira de Delfinópolis

Bombeiros encontram corpo de turista que se afogou em cachoeira de Delfinópolis – Foto: reprodução/redes sociais

O corpo do turista paulistano Wellington Fonseca Cordeiro, de 45 anos, foi encontrado na segunda-feira (13) em uma cachoeira na região da Serra da Canastra, em Delfinópolis (MG), após ele desaparecer durante um passeio no domingo (12).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, as buscas começaram logo após o desaparecimento e mobilizaram uma equipe de Passos. Quatro militares participaram da operação, incluindo mergulhadores, que realizaram varreduras subaquáticas no ponto onde a vítima foi vista pela última vez.

Wellington visitava uma cachoeira localizada a cerca de 25 quilômetros do centro de Delfinópolis quando entrou na água e não retornou à superfície. Testemunhas relataram que o desaparecimento ocorreu de forma repentina, sem tempo para qualquer reação.

Segundo uma pessoa que teve contato com o grupo, a situação aconteceu em questão de segundos. “Ele entrou na água e logo sumiu. Não deu tempo nem do guia pegar a boia”, relatou.

O corpo foi localizado após dois dias de buscas e retirado do local pela equipe de resgate. Em seguida, foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Passos, onde passará por exames de necropsia.

Após os procedimentos, o corpo será levado para o estado de São Paulo, onde a vítima morava, para a realização do velório e sepultamento.

Mulher sofre queda em cachoeira e é resgatada pelos bombeiros em Piumhi

Mulher sofre queda em cachoeira e é resgatada pelos bombeiros em Piumhi – Foto: divulgação/CBMG

Uma mulher de aproximadamente 50 anos ficou ferida após sofrer uma queda em uma cachoeira na manhã deste domingo (8), em Piumhi, no Centro-Oeste de Minas.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, o chamado para atendimento da ocorrência foi registrado por volta das 9h40. A vítima, que é turista e natural do interior de São Paulo, escorregou nas pedras enquanto estava no local e acabou caindo.

Após o acidente, a mulher apresentou suspeita de fratura na região da clavícula. Ainda na área da cachoeira, os bombeiros realizaram a imobilização da vítima e iniciaram o resgate pela trilha até chegar à margem da rodovia MG-050.

No ponto de acesso à rodovia, a turista foi repassada para uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), responsável pelo transporte até uma unidade hospitalar para avaliação médica.

Bombeiros resgatam banhista ferido após queda em cachoeira de São João Batista do Glória

Bombeiros resgatam banhista ferido após queda em cachoeira de São João Batista do Glória – Foto: divulgação

O Corpo de Bombeiros Militar da 2ª Companhia de Passos realizou, no último fim de semana, um resgate de alta complexidade na Cachoeira da Capitinga, situada no município de São João Batista do Glória (MG). A corporação foi acionada por um médico que se encontrava no local e solicitou socorro para um banhista que havia sofrido uma queda em área de difícil acesso.

Segundo o relato inicial, a vítima caiu cerca de 150 metros abaixo do limite de segurança da cachoeira e apresentava suspeita de fratura no fêmur. Diante da gravidade da ocorrência e da instabilidade climática, que indicava possibilidade de fechamento do tempo, uma guarnição formada por três militares, sob o comando do 2º sargento Silva, foi deslocada para atendimento.

Ao chegar à cachoeira, as equipes constataram que as condições climáticas haviam melhorado, permitindo o acesso seguro até o local onde o banhista se encontrava. A vítima, um homem de aproximadamente 35 anos, estava deitada, com fortes dores no membro inferior direito, além de sinais como crepitação e encurtamento da perna, embora não apresentasse ferimentos expostos.

Os bombeiros realizaram os procedimentos de atendimento pré-hospitalar, incluindo a imobilização e o pranchamento da vítima. Em seguida, foi utilizada uma maca do tipo sked para efetuar a retirada do homem da área de difícil acesso.

A operação de resgate se estendeu por cerca de duas horas e meia, em razão da complexidade do terreno. Durante o trabalho, a guarnição contou com o apoio de outros banhistas e de guias que estavam na região.

Após a conclusão da remoção, a vítima foi encaminhada para a Unidade Hospitalar São José, na cidade de Passos, para avaliação e atendimento médico especializado.

Jovem de Passos morre no Quebra Anzol em São João Batista do Glória

Jovem de Passos morre no Quebra Anzol em São João Batista do Glória – Foto: reprodução/Instagram

Um jovem identificado como Jackson Souza, morador da cidade de Passos (MG), morreu na tarde deste domingo (30) no atrativo turístico Quebra Anzol, localizado entre São João Batista do Glória e São José da Barra (MG).

Segundo testemunhas, Jackson estava no local aproveitando o domingo quando entrou na água e não retornou mais à superfície. Pessoas que estavam próximas iniciaram imediatamente as buscas, mas a água turva dificultou a localização.

Uma moradora de São José da Barra que estava presente contou que todos tentaram ajudar após perceber o desaparecimento. O mergulhador profissional Adriano Lima, também de São José da Barra, foi acionado e conseguiu localizar o corpo já sem vida.

Pouco antes do ocorrido, Jackson ainda havia publicado um story no Instagram mostrando que estava no local da tragédia.

O caso gerou comoção entre moradores das duas cidades e visitantes que frequentam o atrativo.

Jovem de 21 anos morre afogado em cachoeira do Parque Estadual Serra da Boa Esperança

Welliton Lima de Oliveira, de 21 anos, morreu afogado na cachoeira Santa Luzia, no Parque Estadual Serra da Boa Esperança — Foto: Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais e redes sociais
Welliton Lima de Oliveira, de 21 anos, morreu afogado na cachoeira Santa Luzia, no Parque Estadual Serra da Boa Esperança — Foto: Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais e redes sociais

Um jovem de 21 anos morreu afogado na Cachoeira Santa Luzia, localizada no interior do Parque Estadual Serra da Boa Esperança (Pesbe), em Boa Esperança (MG), no último sábado (12). De acordo com informações do parque, Wellinton Lima de Oliveira era natural da cidade de Campos Gerais (MG).

O Corpo de Bombeiros foi chamado ao local após o jovem ter entrado no poço da primeira cachoeira do complexo e não ter reaparecido.

O ponto do afogamento era de difícil acesso e os bombeiros instalaram uma linha de vida para garantir a segurança da equipe de mergulho. O corpo foi localizado poucos minutos após o início das buscas subaquáticas. Ele estava a aproximadamente cinco metros de profundidade e 20 metros da margem.

O jovem teria ficado cerca de duas horas submerso. O óbito foi confirmado por socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

O parque emitiu uma nota de pesar sobre o acidente: “Neste momento de dor, expressamos nossa solidariedade e enviamos nossas mais sinceras condolências aos familiares, amigos e à comunidade de Campos Gerais. Que encontrem conforto e força para superar essa perda irreparável”.

O Pesbe disse ainda que reforça seu compromisso com a segurança dos visitantes e que está à disposição para colaborar com as autoridades competentes.

O corpo de Wellinton Lima de Oliveira foi sepultado na tarde deste domingo (13), no cemitério municipal de Campos Gerais.

Via: G1

Bombeiros encontram corpo de jovem desaparecido em cachoeira entre Cristais Paulista e Ibiraci

Bombeiros encontram corpo de jovem desaparecido em cachoeira entre Cristais Paulista e Ibiraci - Foto: reprodução/redes sociais
Bombeiros encontram corpo de jovem desaparecido em cachoeira entre Cristais Paulista e Ibiraci – Foto: reprodução/redes sociais

As equipes do Corpo de Bombeiros encontraram na tarde da última quarta-feira (2), o corpo de Pedro Francisco Aielo, de 21 anos, que desapareceu no último domingo (30), após mergulhar em uma cachoeira entre Cristais Paulista, no interior de São Paulo, e Ibiraci, no Sul de Minas. A informação foi confirmada pela Polícia Civil e pelos bombeiros. Equipes da perícia estavam a caminho do local.

Pedro estava acompanhado da namorada e de mais oito amigos na Cachoeira Maria Rosa, localizada às margens da estrada Estreito Mascarenhas, a cerca de cinco quilômetros da divisa entre Minas Gerais e São Paulo.

Conforme familiares, o jovem se afogou na manhã de domingo na cabeceira da cachoeira, onde há um lago acima da segunda queda d’água. Um amigo chegou a entrar na água para tentar salvá-lo, mas não conseguiu.

Segundo os bombeiros, o local do desaparecimento era de difícil acesso e a profundidade chegava a oito metros, com muitas pedras. A instabilidade climática também preocupava , principalmente pela possibilidade de formação de cabeças d’água, o que colocaria em risco as guarnições envolvidas na operação.

Via: G1

Jovem de Franca, que desapareceu após mergulhar em cachoeira entre Cristais Paulista e Ibiraci, comemorava novo emprego, diz tio

Jovem de Franca, que desapareceu após mergulhar em cachoeira entre Cristais Paulista e Ibiraci, comemorava novo emprego, diz tio - Foto: redes sociais
Jovem de Franca, que desapareceu após mergulhar em cachoeira entre Cristais Paulista e Ibiraci, comemorava novo emprego, diz tio – Foto: redes sociais

Desde o domingo (30), a família de Pedro Francisco Aielo, de 21 anos, faz buscas pelo estudante de Franca (SP) que desapareceu após mergulhar em uma cachoeira entre Cristais Paulista (SP) e Ibiraci (MG).

Nesta terça-feira (1), o tio de Pedro, Flauber Aielo, contratou uma equipe de bombeiros civis para ajudar nos trabalhos juntamente com o Corpo de Bombeiros da cidade mineira.

À EPTV, afiliada da TV Globo, ele revelou que o sobrinho foi até o local para comemorar o último fim de semana antes de começar em um emprego novo nesta semana.

“Ele cursava direito, tinha conseguido emprego na área e ia começar hoje [terça-feira]. Veio para a cachoeira para comemorar, para se divertir, passar o fim de semana, porque depois não ia ter tempo, por causa da escola e do serviço novo que ele tinha arrumado”.

Pedro estava com a namorada e mais oito amigos na cachoeira, que fica às margens da Estrada Estreito Mascarenhas, a cinco quilômetros da divisa entre Cristais Paulista, Claraval e Ibiraci.

Duas quedas d’água formam a Cachoeira Maria Rosa, local do acidente. Segundo o tio, o jovem se afogou na manhã de domingo na cabeça da cachoeira, onde existe um lago logo acima da segunda queda. O amigo de Pedro chegou a entrar na água para tentar salvá-lo.

“Os dois rodaram, caíram da queda e ele sumiu. O amigo conseguiu sair, mas não conseguiu achá-lo mais”, conta Flauber.

Ainda segundo o tio, a família está em choque e aguarda por notícias do sobrinho.

“Ele saiu pra se divertir e a gente não sabe onde está ele. Ele acabou caindo da cascata e sumiu e até agora a gente não tem a menor ideia da onde ele pode estar. É uma área pequena, mas ele pode estar locado em qualquer buraco”.

Local de difícil acesso

De acordo com o sargento dos Bombeiros, Anderson Marcos, o local onde Pedro desapareceu é de difícil acesso e a profundidade já chega a oito metros.

“Tem bastante rocha, pedras submersas. A instabilidade do tempo tem dificultado muito nosso trabalho, onde, repentinamente, há um aumento do volume de água da cachoeira e a preocupação é de, caso ocorrer uma enchente, o fenômeno conhecido como cabeça d’água, que onde pode colocar em risco também toda a guarnição que faz parte deste resgate”.

Todo o trabalho dos bombeiros é acompanhado de perto por amigos e parentes de Pedro. Alguns, inclusive, participam como voluntários.

Segundo a família, o jovem sabe nadar, mas era a primeira vez que visitava a Cachoeira Maria Rosa.

Via: G1

Cachoeira histórica seca após mais de 100 dias sem chuva em MG

Cachoeira histórica seca após mais de 100 dias sem chuva em MG - Foto: divulgação/Prefeitura
Cachoeira histórica seca após mais de 100 dias sem chuva em MG – Foto: divulgação/Prefeitura

A Cachoeira do Bom Despacho, um dos pontos turísticos de Santa Cruz de Minas, secou completamente pela primeira vez em décadas. A cidade, localizada na histórica rota da Estrada Real, enfrenta uma estiagem que já dura mais de 100 dias. Augusto César, porta-voz da Prefeitura de Santa Cruz de Minas, disse que ainda não tinha visto a cachoeira secar dessa forma. “Em outras estiagens, corria um filete de água. Mas, desta forma, na diminuição do nível da água, não”, relatou.

Segundo Augusto César, a redução no nível de água da cachoeira começou há aproximadamente 15 dias, secando de vez na na manhã da quinta-feira (12), quando havia no local apenas poços com resquícios de água parada. De acordo com o porta-voz da Prefeitura, esta é a primeira vez que o atrativo fica completamente sem água.

Para a população local, a ausência da cachoeira faz falta na paisagem. Ronan José Guimarães, aposentado e morador da região, expressou sua tristeza: “Passo na cachoeira todo dia. A água é sempre cristalina, limpinha, parecendo uma piscina tratada. Estou chocado em ver. Você olha e não tem água. Tem quem vem e deita na pedra, mas não é a mesma coisa”.

Como a estiagem da cachoeira afeta o turismo de santa cruz de minas?

A Cachoeira do Bom Despacho está situada na rota do caminho velho da Estrada Real, entre Tiradentes e São João del Rei. Isso fez dela um atrativo turístico popular, não só pela beleza, mas também por sua importância histórica e ambiental. Augusto César explicou o impacto da estiagem: “Impacta na forma indireta. A água daqui não é utilizada no abastecimento da cidade, mas impacta na questão ambiental, turística e de lazer da população de Santa Cruz de Minas e da região. Infelizmente, sentimos uma redução muito grande na visitação”.

Patrícia Aparecida dos Santos, uma comerciante local, também expressou sua tristeza ao ver a cachoeira seca: “Sempre fui na cachoeira. Ela é o quintal da minha casa, de tão perto que fica. Passar ali e não ter nem um pinguinho de água é muito triste. Nem me recordo quando ela ficou seca assim”.

Além de ser um importante ponto turístico, a Cachoeira do Bom Despacho está situada na Área de Preservação Ambiental (APA São José). Ela é fundamental para o ecossistema local, fornecendo um habitat para diversas espécies de flora e fauna. A seca não só afeta a beleza do lugar, mas também o equilíbrio ambiental da região.

Cachoeira histórica seca após mais de 100 dias sem chuva em MG - Foto: divulgação/Prefeitura
Cachoeira histórica seca após mais de 100 dias sem chuva em MG – Foto: divulgação/Prefeitura
Cachoeira histórica seca após mais de 100 dias sem chuva em MG - Foto: divulgação/Prefeitura
Cachoeira histórica seca após mais de 100 dias sem chuva em MG – Foto: divulgação/Prefeitura
Cachoeira histórica seca após mais de 100 dias sem chuva em MG - Foto: divulgação/Prefeitura
Cachoeira histórica seca após mais de 100 dias sem chuva em MG – Foto: divulgação/Prefeitura
Cachoeira histórica seca após mais de 100 dias sem chuva em MG - Foto: divulgação/Prefeitura
Cachoeira histórica seca após mais de 100 dias sem chuva em MG – Foto: divulgação/Prefeitura
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