Cidades de MG registram as duas maiores temperaturas do país – Foto: reprodução
As cidades de Coronel Pacheco e São Romão, nas regiões da Zona da Mata e Norte de Minas Gerais, registraram as duas maiores temperaturas do país nessa segunda-feira (11).
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os municípios registraram, respectivamente, 38,4ºC e 38,1ºC, ocupando o primeiro e segundo lugar da lista.
Os termômetros de Três Lagoas (MS) também bateram 38,1ºC, ocupando o terceiro lugar do ranking. Já Alfredo Chaves (ES) registrou 37,9ºC.
As altas temperaturas em Minas ocorrem em meio à chegada de uma frente fria no Sul do estado. A condição climática não tem força o suficiente para trazer o frio, mas diminui o calorão em algumas regiões, além de causar chuva.
Previsão do tempo em MG
Segundo a previsão meteorológica, a frente fria favorece o aumento de nebulosidade e precipitações nas regiões Sul e Zona da Mata. A tendência é que o estado apresente instabilidade nos próximos dias, inclusive na Região Metropolitana de Belo Horizonte. No entanto, as temperaturas seguem elevadas em todas as regiões mineiras.
A previsão indica que o dia será de céu claro a parcialmente nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas nas regiões Sul/Sudoeste, Campo das Vertentes e Zona da Mata. Nas demais regiões, a terça será de céu claro a parcialmente nublado. Além da Grande BH, as regiões Oeste, Triângulo e Alto Paranaíba podem ter pancadas de chuva isoladas.
Minas vai enfrentar uma onda de calor durante o carnaval – Foto: reprodução
Minas Gerais deve enfrentar uma nova onda de calor durante o carnaval, segundo a empresa de meteorologia Climatempo. A previsão é que a condição climática comece nesta sexta-feira (28), com temperaturas entre 5ºC e 7ºC acima da média. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o estado já enfrenta um calor intenso com temperaturas típicas de verão.
Segundo a Climatempo, a onda de calor no Sudeste deve permanecer até o início de março. Além de Minas, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul enfrentaram um temperaturas acima do normal.
O novo episódio de calor extremo será causado pela atuação de um sistema de alta pressão em médios níveis da atmosfera, intensificará a circulação do ar de cima para baixo, inibindo a formação de nuvens e favorecendo o aumento das temperaturas de maneira mais expressiva ao longo dos próximos dias.
O meteorologista Ruibran do Reis explica que não há previsão de chuvas para os próximos dias, assim como a chegada de uma frente fria. Nas regiões do Triângulo e Alto Paranaíba, as temperaturas devem ficar até 4ºC acima da média, mas na Região Metropolitana, a média é de até 3ºC a mais. Já nas regiões Leste e Sudeste, as temperaturas ficam amenas. No Vale do Jequitinhonha e na Zona da Mata, pode haver pancadas de chuva típicas do verão.
De acordo com a previsão, uma nova massa de ar quente deve se estabelecer a partir do dia 28 e se estender, pelo menos, até 5 de março, período que compreende o feriado de carnaval. Com isso, autoridades recomendam que os foliões reforcem a hidratação e tomem cuidado com a exposição prolongada ao sol, especialmente nos blocos de rua, onde muitas pessoas permanecem ao ar livre por longos períodos.
Usar roupas leves, aplicar protetor solar regularmente e evitar atividades físicas intensas nas horas mais quentes do dia são medidas essenciais para prevenir problemas de saúde relacionados ao calor extremo. Grupos mais vulneráveis, como idosos e crianças, devem receber cuidados extras para evitar desidratação e insolação.
Cuidados
O médico especialista em família e comunidade, Artur Oliveira Mendes, passou algumas dicas para as pessoas que vão participar dos blocos. Os foliões devem estar preparados para dias quentes, com várias horas com sol forte.
“Estamos em um momento de muito calor e ar seco. A recomendação principal é não descuidar da hidratação. Nos blocos, evitar aglomerar demais – é difícil porque é um bloco de rua, mas tentar se espalhar pelas ruas. Usar roupas leves, calçados confortáveis e protetor solar”, diz o médico.
Diante do sol forte, principalmente no período da tarde, o folião pode se proteger com chapéu ou boné, pois a desidratação pode causar confusão mental, desmaios, dificuldade para respirar e urina escurecida. No entanto, o especialista reforça que bebida alcoólica não hidrata e causa o efeito contrário.
“Bebida alcoólica não vale para hidratação. Pode adotar a regra de que para cada latinha de cerveja ou refrigerante, tomar uma de água. Evita a desidratação e reduz a ressaca. Tem dupla função. Carnaval é a festa da alegria, ninguém precisa passar por isso, se tomar cuidado”, reforça Mendes.
Caso o folião passe mal durante o desfile por causa do calor, o médico orienta que a pessoa seja levada para um espaço mais aberto e menos aglomerado para respirar melhor. O ideal é tentar se hidratar, sair da exposição direta do sol e procurar atendimento de saúde. Ele comenta que vários blocos contam com uma estrutura para atender os participantes da festa.
Calor acima da média e até extremo continuará por semanas em MG – Foto: reprodução
O calorão que atinge Minas Gerais e outros estados deve continuar por semanas, mostra previsão divulgada pelo instituto MetSul Meteorologia na noite da última quarta-feira (19). “Quem não aguenta mais calor e torce para que haja uma sequência mais longa com dias amenos ou agradáveis, não deve alimentar a esperança de ter período mais prolongado de dias confortáveis tão cedo”, destaca nota do instituto.
O MetSul explica que o calor intenso e persistente está relacionado com um padrão ‘estabelecido de bloqueio atmosférico e de maior pressão atmosférica que tem inibido a ocorrência de chuva principalmente em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo’.
“A tendência é de calor persiste no Sul e no Sudeste ainda nas próximas semanas e com momentos de calor intenso a mesmo extremo. Como são médias de cinco dias ou semanais no mapa, um dia ou outro pode apresentar marcas menores e mais agradáveis por chuva no Sudeste, mas são escassos.
38°C
Na última quinta-feira (20), as condições meteorológicas foram favoráveis ao tempo estável em grande parte do estado de Minas Gerais, devido à atuação de uma grande massa de ar quente. O Norte e no Triângulo Mineiro devem registrar 38°C.
“A combinação das altas temperaturas e disponibilidade de umidade do ar na divisa dos estados de Minas e São Paulo contribui para a ocorrência de chuvas típicas de verão, especialmente, no sul do estado”, disse.
Minas Gerais é o terceiro estado que mais esquentou no país nos últimos 10 anos – Foto: reprodução
As mudanças climáticas têm sido cada vez mais evidentes aos olhos da população. Grandes períodos de secas, calor extremo e chuvas volumosas são consequências da crise climática, que se intensifica ano após ano. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Minas Gerais está entre os cinco estados que mais esquentaram no país nas últimas duas décadas, com um aumento de 1,1°C. E não acaba por aí.
Quando observados os últimos 10 anos, o estado está entre os três que mais esquentaram no Brasil, ficando atrás apenas do Mato Grosso e do Amazonas. Fazendo o recorte a partir de 2023, Belo Horizonte é a capital que mais esquentou, chegando a 4,23°C acima da média.
O ano mais quente
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), 2024 foi o ano mais quente já registrado no planeta e, em Minas Gerais, o calor não foi diferente.
Ainda segundo dados do Inmet, a média dos 10 dias mais quentes do ano passado foi 0,7°C maior que a média dos 10 dias com maiores temperaturas em 2014. Quando comparado com os 10 dias mais quentes de 1994, a média foi 1,2°C mais alta.
Observando a média anual de temperatura, a de 2024 foi 0,8°C mais alta que a do período entre 1991 e 2020. Além disso, no ano passado, Belo Horizonte registrou a maior temperatura da história do inverno, com 34,4°C.
Junto ao calor extremo, as chuvas intensas também têm causado grandes danos ao estado, o que evidencia, portanto, a crise climática e as anormalidades do clima.
Anomalias de temperatura
Para analisar o aumento das temperaturas em determinados locais, usa-se as anomalias de temperatura, como forma de observar as mudanças. O método exibe as diferenças entre a temperatura média de um determinado local num período de tempo.
Observando a anomalia de Minas Gerais, tendo como comparação o período entre os anos de 1981 e 2010, o estado chegou a 2°C acima da média. Além disso, de acordo com uma pesquisa feita por cientistas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), das 20 cidades que mais esquentaram no Brasil, cerca de 18 são de Minas Gerais, sendo a maioria do Vale do Jequitinhonha.
Causas
Segundo estudos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o aumento de temperaturas e desastres climáticos no estado estão ligados à expansão urbana desordenada e à redução de áreas permeáveis. De acordo com dados da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), cerca de 7.326 árvores foram derrubadas em 2023, por exemplo.
Em entrevista, a ambientalista do projeto Manuelzão da UFMG Jeanine Oliveira fala sobre a importância da preservação das áreas verdes nas cidades e de métodos que diminuam os impactos climáticos, o que tem sido, segundo ela, inexistentes em Minas Gerais, sob o governo de Romeu Zema (Novo).
“Perceba, uma coisa é o local, outra coisa é o global. Globalmente, todos nós passamos por mudanças climáticas. Localmente, você pode implementar medidas, mesmo com a crise climática, que vão fazer com que sua cidade, seu agrupamento seja menos atingido. Então, não é porque estamos em mudanças climáticas que não vai dar para ninguém atravessar esse momento”, explica.
Outra questão a ser observada é o desmatamento da Mata Atlântica e do Cerrado. De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Minas Gerais foi o estado que mais destruiu a Mata Atlântica no Brasil. O levantamento também aponta que cinco das 10 cidades que mais destruíram o bioma são mineiras.
“Os dados de Minas Gerais são alarmantes. Não é só o estado que mais esquenta, é também, o estado que tem mais incêndio. É também o estado que mais mata e retira a Mata Atlântica, por exemplo”, afirma a ambientalista.
Outro problema, segundo Jeanine, é o apoio de Zema às mineradoras e ao agronegócio, o que tem motivado o desmatamento em diversas áreas do estado, contribuindo para o aumento da temperatura e de desastres, como deslizamentos e inundações.
Projeções
Segundo o Painel Nacional de Mudanças Climáticas (IPCC), até 2050, a temperatura média em Belo Horizonte pode subir 3°C, se não houver mitigação das emissões e um replanejamento urbano, com foco em áreas verdes e permeáveis. No entanto, Jeanine alerta que essa projeção pode se antecipar, caso não haja mudanças.
“Eu acredito que muito antes de 2050, no caminho que a gente está, certamente, chegaremos a esses 3°C. Se você olhar, por exemplo, a temperatura no Golfo do México, você vai entender perfeitamente o que estou dizendo. Todas as projeções que eles vinham fazendo foram batidas”, diz a ambientalista.
Relatórios do Inmet indicam ainda que as ondas de calor em MG tornaram-se 15% mais frequentes nas últimas duas décadas, indicando que a projeção de aumento de 3°C até 2050 pode ser antecipada.
Brasil terá nova onda de calor nesta semana – Foto: reprodução
O Brasil enfrenta nesta semana uma nova onda de calor, com temperaturas que podem chegar a 7°C acima da média. O fenômeno começou no último domingo (2) e se estenderá até a próxima sexta-feira (7), atingindo principalmente as regiões Sul e Centro-Oeste do país, segundo a ClimaTempo.
Durante esse período, as temperaturas, que já são naturalmente elevadas em fevereiro, ficarão ainda mais altas, ultrapassando a média climatológica para o mês.
Apesar da massa de ar quente, há umidade disponível na atmosfera e, por isso, pancadas de chuva isoladas podem ocorrer, principalmente à tarde e à noite.
As áreas mais afetadas, onde as temperaturas devem ficar até 7°C acima do normal por pelo menos cinco dias, incluem:
Oeste e sul de Mato Grosso do Sul;
Oeste e sudoeste do Paraná;
Oeste de Santa Catarina;
Norte, Missões, Central, Oeste e Campanha do Rio Grande do Sul.
Outras áreas também registrarão aumento de temperatura, embora não tão intenso, com valores entre 3°C e 5°C acima da média:
Extremo sudoeste de Mato Grosso;
Noroeste, central e sudeste de Mato Grosso do Sul;
Noroeste, central e sudeste do Paraná;
Faixa central e leste de Santa Catarina;
Porto Alegre;
Região serrana do Rio Grande do Sul;
Região Metropolitana de Porto Alegre;
Vales e Sul do Rio Grande do Sul.
Entre os dias 15 e 19 de janeiro, o Brasil já havia enfrentado a primeira onda de calor do ano, com temperaturas elevadas, principalmente nos estados do Sul.
Na ocasião, Quaraí (RS) registrou 39,6°C, São Borja (RS) chegou a 39,4°C e Porto Murtinho (MS) atingiu 42,1°C.
Os últimos anos têm sido marcados por ondas de calor frequentes no Brasil. Foram nove ondas de calor registradas em 2023 e oito em 2024.
Calor e período chuvoso aumentam ocorrências com animais peçonhentos – Foto: reprodução
Com a chegada do período de chuva e do calor intenso, é importante redobrar os cuidados para evitar acidentes com animais peçonhentos. Isso porque o verão representa um período de maior atividade das pessoas em áreas verdes por lazer. Além disso, no meio urbano, o aumento no volume de água durante as chuvas desaloja escorpiões que vivem em redes de esgoto, que acabam invadindo residências em busca de abrigo.
O Hospital João XXIII (HJXXIII), da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), é referência no atendimento aos casos graves de intoxicação para todo o estado. De janeiro a outubro de 2024, o Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Minas Gerais (CIATox-MG) atendeu 2.821 casos de pacientes acidentados com animais peçonhentos.
O envenenamento por escorpião foi responsável por 1.303 dessas ocorrências, representando quase metade do total registrado. “Os casos se tornam mais graves quando ocorrem em crianças menores de sete anos e idosos ou pessoas que já tenham problemas cardíacos ou pulmonares”, destaca o médico e coordenador do CIATox-MG, Adebal de Andrade Filho.
Além dos escorpiões, outros animais peçonhentos também representam risco. No mesmo período deste ano, o CIATox-MG registrou 749 acidentes com aranhas, 545 com serpentes e 224 com lagartas
Ainda segundo Adebal, casos graves podem causar sequelas como amputações de membros, insuficiência renal, insuficiência hepática e até óbito. A recomendação do especialista é que, em caso de acidentes, deve-se procurar rapidamente atendimento médico e informar ao profissional de saúde o máximo de características do animal. Se possível ser feito com segurança, pode-se tirar uma foto para ajudar na identificação.
Susto
José Maria de Araújo, de 54 anos, foi picado por uma jararaca enquanto trabalhava na plantação de sua chácara, na cidade de Bom Jesus do Amparo, cerca de 70 quilômetros de Belo Horizonte. O operador de maquinário conta que não usava equipamento de proteção no momento. Ao perceber que se tratava de uma picada de serpente, ele buscou a unidade de saúde mais próxima, onde recebeu os primeiros socorros e foi transferido para o João XXIII. “A equipe me acolheu muito bem”, afirma.
José se recupera bem e, após o susto, afirma que adotará as medidas de prevenção de acidentes, como usar calçados e luvas apropriados no ambiente rural.
Atendimento 24 horas
O CIATox-MG funciona ininterruptamente, 24 horas por dia, e conta com equipe médica pronta para orientar sobre primeiros socorros. O serviço pode ser acionado por profissionais de saúde e usuários. Em caso de emergências toxicológicas e/ou dúvidas sobre o que fazer, ligue para 0800-7226001, (31) 3239-9308, 3239- 9390 e 3224-4000.
Brasil enfrenta oitava onda de calor do ano nesta semana; temperaturas podem superar 40°C – Foto: reprodução
Após um breve alívio no fim de semana, causado pela passagem de uma frente fria, o Brasil inicia a semana enfrentando mais uma onda de calor. De acordo com a Climatempo, esta é a oitava onda de calor registrada em 2024. No domingo (29), o ar quente e seco voltou a se intensificar, especialmente no Centro-Sul do país, com previsões de máximas elevadas para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
As temperaturas devem disparar, com alguns locais podendo ultrapassar os 40°C, especialmente no interior de São Paulo, no oeste de Minas Gerais, em Mato Grosso do Sul, no sul de Mato Grosso e em Goiás. Em Campo Grande, os termômetros já devem marcar 40°C nesta segunda-feira (30), e Cuiabá deve alcançar essa marca a partir de terça-feira (1).
O meteorologista da Climatempo, Fábio Luengo, alerta que essa onda de calor pode resultar em uma nova sequência de dias com baixa qualidade do ar e alto potencial para incêndios. A umidade relativa do ar pode cair a níveis preocupantes, levando a um céu esbranquiçado devido à fumaça das queimadas.
As altas temperaturas têm sido comuns nesta primavera, e em algumas capitais, como São Paulo, recordes de calor foram quebrados nos últimos dias. A expectativa é que as temperaturas continuem acima da média até o fim da primeira quinzena de outubro, com um leve alívio previsto para a segunda quinzena.
Enquanto isso, o Rio Grande do Sul deve voltar a ficar em alerta para chuvas intensas ao longo da semana, especialmente no sul do estado, onde volumes de chuva superiores a 80 milímetros podem ocorrer. A combinação de uma nova onda de calor, a presença de um cavado e o avanço de uma frente fria contribuem para as instabilidades climáticas na região.
Onda de calor se aproxima de Minas Gerais, segundo Inmet – Foto: reprodução
Com a intensificação de uma massa de ar seco sobre Minas, a frente fria perde força e a tendência para os próximos dias é de elevação da temperatura e aumento do tempo seco em todo o estado.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), caso a situação persista, a possibilidade de uma nova onda de calor no início de setembro é considerável.
A Defesa Civil de Belo Horizonte emitiu alerta para tempo seco que vai até 18h da próxima quarta-feira (04). As recomendações da Defesa Civil são que a população hidrate-se durante o dia, durma em local arejado e umedecido, evite atividades físicas ao ar livre e exposição ao sol entre as 10h e 17h e, em caso de problemas respiratórios, procure imediatamente um posto de saúde mais próximo.
A capital mineira amanheceu nesta sexta-feira (30/8) com temperaturas baixas. Conforme informações da Defesa Civil, a mínima foi de 11,6 °C na estação Cercadinho, com sensação térmica de 6,2 °C, às 7h. Já na estação Pampulha, a temperatura mínima foi de 14,8 °C com sensação térmica de 14,2 °C, às 5h.
A previsão é que o dia seja de céu claro. A máxima de 29° C e a imunidade relativa do ar em torno de 20% à tarde. BH não registra indícios de chuva para o dia de hoje, contabilizando mais de 130 dias consecutivos sem precipitação.
Para o resto do estado a previsão é de céu claro a parcialmente nublado no Jequitinhonha, Mucuri, Rio Doce e Zona da Mata. Nas demais regiões, céu claro e tempo seco.
Inmet emite alerta para máxima de 37ºC nesta sexta (16) – Foto: reprodução
De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), Minas Gerais terá um trégua no frio devido a onda de calor que passa pelo estado. As temperaturas começam a aumentar nesta sexta-feira (16) e voltam a normalidade do inverno no final da próxima segunda-feira (19).
O alerta emitido informa que as máximas ficarão em torno de 30ºC em todo o estado, mas em regiões como Centro-Oeste e Sudeste do país, parte do Triângulo Mineiro, Sul de Minas e Zona da Mata podem chegar a temperaturas ainda mais altas. No Alto Paranaíba, os termômetros podem atingir 37°C.
Em Belo Horizonte, de acordo com boletim da Defesa Civil, a previsão indica que o dia será de céu claro com sensação de frio nas primeiras horas da manhã e ao anoitecer, além de tempo seco e calor, à tarde. A temperatura mínima foi de 14 °C, a máxima estimada é de 30 °C e a umidade relativa mínima do ar em torno de 20% à tarde.
Frente fria chega ao Brasil após evento raro de “calor” na Antártida – Foto: reprodução
Uma forte frente fria no Brasil, prevista para esta semana, deve ser causada pelo aquecimento súbito atmosférico, resultado das altas temperaturas registradas na Antártida nos últimos dias.
O meteorologista Vinícius Lucyrio, do Climatempo, explicou que o aquecimento enfraquece o movimento dos ventos ao redor da Antártida, que, normalmente, retêm o frio na região.
Como resultado, o ar polar consegue escapar mais facilmente para áreas tropicais, afetando de forma significativa Argentina, Paraguai, Uruguai, partes da Bolívia e grande parte do Centro-Sul do Brasil.
O fenômeno de aquecimento súbito atmosférico, que eleva as temperaturas na Antártica e na baixa estratosfera, enfraquece os ventos conhecidos como vórtice polar.
As principais causas desse fenômeno são o aquecimento das águas oceânicas e o derretimento do gelo. Ele é considerado raro no Hemisfério Sul e pode ocorrer nos próximos dias.
A semana que começa quente e seca ainda sobre grande parte do país vai terminar com uma queda mais acentuada nas mínimas e máximas e entre a sexta e o fim de semana.
O frio volta, com uma queda nas temperaturas mínimas também em alguns estados da Região Norte.
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