Carro é totalmente destruído após pegar fogo em garagem de casa em Formiga – Foto: divulgação/Corpo de Bombeiros
Na tarde da última segunda-feira (7), um carro ficou totalmente destruído após pegar fogo em uma garagem de casa na Rua Goiabeiras, no Bairro Geraldo Veloso, em Formiga (MG). Segundo o Corpo de Bombeiros, o incêndio se espalhou para o forro do imóvel e também atingiu fiação elétrica, eletrodomésticos, janelas e o padrão de energia.
O proprietário da residência sofreu pequenas queimaduras no rosto e nos braços, mas recusou encaminhamento para a unidade hospitalar e atendimento médico.
De acordo com os bombeiros, o proprietário relatou que o incêndio começou após o filho dele dar partida no carro, que já apresentava problemas mecânicos. Uma explosão foi ouvida, e o fogo se espalhou rapidamente. O filho não teve ferimentos.
Os militares utilizaram cerca de 150 litros de água para combater o incêndio.
A Polícia Militar também esteve no local para registro da ocorrência e os trabalhos de praxe.
A Polícia Civil está investigando um possível furto de parte do dinheiro encontrado no porta-malas de um carro que ficou duas semanas abandonado no bairro Renascença, em São Luís (MA). A quantia contabilizada pela polícia é de R$ 1.109.350,00. A polícia também investiga a origem do dinheiro que foi encontrado.
Segundo as investigações, o veículo já foi encontrado com parte do porta-malas aberto quando a polícia chegou ao local onde ele estava estacionado, em frente a um condomínio do bairro. O dinheiro estava armazenado em malas e caixas – uma delas já estava aberta quando o carro foi vistoriado pela polícia – e algumas notas estavam espalhadas pelo carro. O dinheiro estava em maços com notas de R$ 50, 100 e 200. Em um único bolo, havia mais de R$ 50 mil reais.
De acordo com a polícia, a origem do dinheiro ainda é desconhecida, o que está sendo investigado pela corporação para saber, também, por onde ele passou antes de ser abandonado no carro. Além disso, a polícia afirma que é cedo para especular se o dinheiro seria de procedência criminosa, pois as possibilidades ainda estão sendo levadas em consideração durante as investigações
“No decorrer desta semana, nós vamos aprofundar as investigações, com busca por imagens, buscar o caminho que esse dinheiro fez, se esse dinheiro passou por instituições financeiras. Algumas informações podem vir da forma como esse dinheiro estava condicionado. Então é muito cedo para nós tratarmos de tipos criminais ainda, à medida em que todas as possibilidades ainda estão postas à mesa”, afirmou o delegado Augusto Barros, superintendente de Investigações Criminais.
Além do dono do veículo, a polícia também ouviu o porteiro e a síndica do condomínio, que chamou a polícia, mas as informações se restringem a como o veículo foi encontrado.
“Já havia conhecimento de que havia dinheiro no porta-malas, que já havia sido aberto por alguém antes. O dinheiro estava condicionado em caixas de papelão e uma dessas caixas já estavam abertas. Então não sabemos se o valor contabilizado era o valor total, acreditamos inclusive que parte desse valor pode ter sido subtraído por curiosos, por pessoas que passaram por lá e tiveram conhecimento dessa situação antes mesmo da polícia”, finalizou o delegado.
Veículo apreendido
Polícia encontra R$ 1 milhão em porta-malas de carro abandonado – Foto: divulgação/Polícia Militar
O veículo foi apreendido na terça-feira (30 de julho), pela Polícia Militar. O porteiro do condomínio, localizado na rua das Andirobas, no bairro Renascença, onde o carro estava estacionado, percebeu que havia dinheiro no porta-malas e acionou a síndica do prédio.
A polícia encontrou grandes maços de dinheiro, com notas de R$ 50, 100 e 200, o que fez a contagem demorar horas. A Polícia Civil solicitou aos bancos máquinas de contagem de cédulas para determinar a quantia exata que foi apreendida.
Carro abandonado por 15 dias
Após ouvir depoimentos de moradores, a polícia informou que o veículo estava estacionado há 15 dias no local. Novas testemunhas ainda devem ser ouvidas ao longo das investigações.
Em um único maço, havia mais de R$ 50 mil. Algumas notas estavam soltas e espalhadas pelo interior do veículo e, outra parte, estava dentro de malas e caixas, segundo a Polícia Militar do Maranhão (PM-MA).
Após ter sido recolhido, o dinheiro foi armazenado em três sacos grandes que foram levados para a sede da SEIC. O caso será investigado pela Delegacia de Combate ao Crime Organizado.
Carro colide contra caminhão na MG-050, em São João Batista do Glória – Foto: divulgação/Polícia Militar
Um acidente foi registrado por volta das 20h da última terça-feira (25), na MG-050, em São João Batista do Glória (MG).
Segundo a Polícia Militar, o condutor do caminhão Mercedes-Benz ATEGO 2426, de 51 anos, relatou que estava se deslocando sentido Capitólio (MG) a Passos (MG). Ele disse que na altura do km 318, local em obras, estava tendo operação ‘pare e siga’, vindo então a ter que parar seu veiculo sob a pista, ligando o pisca alerta, momento que o Volkswagen Gol se chocou contra a traseira do caminhão.
De acordo com a PM, o motorista disse que o condutor do Gol declarou que teve a visão ofuscada pela luz solar e não conseguiu ver o caminhão parado a sua frente.
O motorista do caminhão informou a polícia que o condutor do veículo apresentava sinais de embriaguez, como hálito etílico e olhos avermelhados.
O condutor do carro de passeio se queixava de dores no peito. Foi acionado uma unidade de resgate do Corpo de Bombeiros, que prestou socorro a vítima e a encaminhou ate o Hospital São José, em Passos.
A perícia será realizada posteriormente se necessário.
O caminhão foi liberado ao proprietário e o veículo Gol removido ao pátio credenciado, por não ter responsável no local.
Carro colide contra caminhão na MG-050, em São João Batista do Glória – Foto: divulgação/Polícia Militar
Carro colide contra caminhão na MG-050, em São João Batista do Glória – Foto: divulgação/Polícia Militar
Na madrugada desta sexta-feira (20), foi furtado na garagem da Copasa (Companhia de Saneamento Básico de Minas Gerais), no centro de São José da Barra (MG), um veículo Fiat/Strada 2020, placa RFW8A15.
O autor evadiu do local sentido trevo Barra/Alpinópolis, porém, o veículo foi encontrado as margens da rodovia, no qual tudo indica que o motorista perdeu o controle vindo a capotar.
Além do veículo, diversos materiais e objetos também foram furtados.
Com agilidade, a Polícia Militar de São José da Barra, sob o comando do Sargento Junior, identificou, localizou e prendeu o autor assim como também recuperaram todos materiais furtados.
Um golpe que envolve a compra e venda de veículos pela internet tem causado prejuízos que vão parar na Justiça. Nessa terça-feira (10) o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) divulgou o caso em que um homem perdeu R$ 30 mil após depositar o dinheiro referente à compra de um carro e não recebeu o veículo.
O golpe normalmente funciona assim: um intermediário na negociação entre vendedor e comprador recebe o pagamento do valor do carro e desaparece com o dinheiro.
Como o caso na Justiça não envolve o suspeito de aplicar o golpe (pois ele teria sumido), a sentença foi desfavorável ao comprador e negou o ressarcimento de R$ 30 mil, valor que ele teria depositado na conta de um terceiro, sem receber o veículo.
Para a juíza relatora do caso, Maria Luiza de Andrade Rangel Pires, “ambas as partes foram vítimas de um golpe na compra e venda de veículos anunciado pela internet, cuja dinâmica e modus operandi já são bastante conhecidos no Juizado Especial, em face de várias outras ações semelhantes”, ressaltou.
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Entenda o golpe O golpe é realizado após um anúncio do veículo em sites ou jornais. O falsário duplica o anúncio vendendo o bem, como se fosse dele, por um valor muito menor do que o divulgado pelo dono.
O comprador interessado na oferta faz contato com o estelionatário, e ele age como um intermediário na venda. Para o vendedor, o golpista diz que está fazendo negócio para uma terceira pessoa. Normalmente, quem aplica o golpe nunca aparece.
Transferência do veículo
De acordo com os autos do processo, o golpista chegou a colocar comprador e vendedor frente a frente, inclusive para avaliar o veículo à venda, um Ford Ka. Ele pediu aos dois para não tratarem sobre o pagamento porque esse assunto seria responsabilidade dele. Já em cartório para realizar a transferência do veículo, o falsário entrou em contato com o comprador e pediu para ele depositar o dinheiro em uma conta específica. Assim, o golpe foi concretizado.
As versões
O comprador do veículo alegou que o real vendedor estava de acordo com o intermediador, já que o Certificado de Registro de Veículo (CRV) foi devidamente assinado por ambos, com reconhecimento de assinaturas em cartório e que os dois foram juntos à agência bancária para realizar a transferência do dinheiro para uma terceira pessoa.
Já o vendedor reafirmou na Justiça que anunciou seu veículo no site OLX por R$ 40 mil e recebeu a ligação de uma pessoa interessada na compra dizendo que repassaria o carro a um terceiro para quitar uma dívida.
Depois do pagamento feito pelo comprador, o dono do veículo não recebeu o dinheiro e optou em não entregar o Ford Ka até ter a quantia na sua conta. Só depois é que ficou sabendo que o veículo foi comprado por R$ 30 mil e os dois perceberam que haviam sido vítimas do golpe.
Decisão judicial
O juiz Marcelo Pereira da Silva já havia negado o ressarcimento contra o vendedor, em pedido realizado no Juizado Especial Cível da capital.
Para o magistrado, o intermediário não era parte na transação comercial e, por consequência, o comprador não deveria transferir o dinheiro sem “ter a cautela necessária para a conclusão do negócio jurídico, conforme preceitua o Código Civil, no artigo 308, quando ressalta que o pagamento deve ser feito ao credor ou a quem de direito o represente”.
De acordo com o TJMG, a decisão ainda é passível de recurso e não transitou em julgado.
Uma moradora de Pouso Alegre (MG) foi condenada a pagar R$ 7 mil a uma concessionária de veículos depois de danificar o motor de um carro durante o test-drive.
A decisão é da 18ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que determinou o ressarcimento do valor gasto pela empresa no conserto do veículo.
Segundo informações do processo, a concessionária afirma que a motorista solicitação a realização do teste em uma caminhonete e foi até a cidade de Capitólio (MG), onde informou que o carro parou de funcionar após o carro passar em um córrego.
A empresa afirma que os danos ocorridos no veículo foram decorrentes de mau uso, pois a cliente entrou indevidamente com o veículo na água e por isso, várias peças do motor tiveram que ser substituídas.
Em primeira instância, a Justiça acolheu o argumento da consumidora de que não foi responsável pelos danos, julgando improcedente o pedido de indenização da concessionária.
No recurso ao TJMG, a concessionária alegou que a cliente, ao retirar o veículo, assinou um termo de compromisso se responsabilizando por qualquer fato. Além disso, a motorista estava ciente de que havia um trajeto estipulado, que não incluía rios.
A loja apontou ainda que, ao chegar na oficina, o veículo não funcionava, além de estar todo molhado, sujo ao retor e com a tampa traseira amassada. A consumidora, de acordo com a concessionária, deveria ressarcir as despesas com conserto, já que assumiu a responsabilidade ao retirar o carro.
Para o relator, desembargador Sério André da Fonseca Xavier, embora a caminhonete seja um veículo para uso nas vias terrestres rural e urbana, a mulher assinou um termo de responsabilidade ao retirar o veículo da concessionária, obrigando-se a responder pelos danos materiais causados a terceiros.
Ainda segundo ele, ao tentar atravessar um rio com o veículo, a motorista não fez uso normal dele e também não teve o cuidado devido com o bem de terceiros, assumindo, com sua atitude imprudente, a responsabilidade pelos danos causados. A mulher terá que indenizar a concessionária em R$ 7.417,79.
Fonte: G1.
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